quinta-feira, 24 de julho de 2014

Comando palestino mata a 14 soldados israelíes en una emboscada


[ANN] En la madrugada de hoy, miembros del ala militar de Hamas emboscaron a las fuerzas del régimen israelí cerca del barrio de Attuffah, al este de Gaza, causándoles 14 bajas.

Respecto a los detalles de la operación, a las 12:45 am de hoy las fuerzas israelíes trataron de avanzar al este de la ciudad de Gaza, adentrándose unos 500 metros desde la frontera.

Las Brigadas Al Qassam permitieron las tropas israelíes avanzar hasta llegar en un campo minado. Cuando dos blindados de transporte de personal se encontraron con las fuerzas israelíes, estas fueron atacadas fuertemente.

Poteriormente, miembros de Al Qassam avanzaron hacia los transportes de personal, abrieron sus puertas y mataron a 14 soldados israelíes.

Las Brigadas advirtieron a las fuerzas de ocupación que se enfrentarán una fuerte resistencia si se atreven a seguir avanzando, encontrándose con miles de combatientes que están dispuestos a proteger al pueblo palestino.

Revista Digital

Presidenta Dilma condena ofensiva israelense na Faixa de Gaza


A presidenta Dilma Rousseff condenou a ofensiva israelense ao território palestino controlado pelo grupo islâmico Hamas, na Faixa de Gaza.

Ao comentar o fato de a América Latina ser uma região pacífica, Dilma ressaltou que o Brasil defende a criação de dois Estados, um de Israel e outro da Palestina, e criticou o uso da violência.

“No Oriente Médio, por exemplo, estamos vivendo uma situação muito triste, para não dizer lamentável – é o que está ocorrendo na Faixa de Gaza. Porque estamos vendo pessoas perdendo a vida, saindo de suas casas. O Brasil defende que haja dois Estados e é contra a violência nos dois, tanto de Israel como da Palestina", afirmou a presidenta. Ela ressaltou, porém, que é "desproporcional" o ataque israelense à Faixa de Gaza, "com a morte de mulheres e crianças e civis em geral”.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores afirma que o governo brasileiro “rechaça” a atual incursão terrestre israelense em Gaza, iniciada nesta quinta-feira, e considera a iniciativa um “grave retrocesso nos esforços de paz”.

No documento, a diplomacia brasileira expressa solidariedade aos feridos e à família das vítimas dos ataques tanto na Palestina quanto em Israel e conclama as partes a negociar cessar-fogo “duradouro”.

“O governo brasileiro conclama ambas as partes a aderir imediatamente aos esforços empreendidos pelo governo do Egito e pelas Nações Unidas neste sentido. Reitera que a solução de dois Estados, Israel e Palestina, requer que as partes respeitem suas obrigações nos termos do direito internacional e retomem sem demora as negociações de paz para encerrar o conflito”, acrescenta a nota do Itamaraty.

Sobe para 746 o número de mortos por ataques israelenses em Gaza


As últimas cifras mostram que chegou a 746 o número de mortos e mais de 4.650 feridos pelos ataques israelenses a Gaza.
O governo sionista de Israel está promovendo um genocídio étnico na Palestina, tentando eliminar toda a população civil, com a desculpa de atacar o Hamas, que resiste heroicamente, combatendo com poucos recursos bélicos mas muita coragem e determinação, a ponto de eliminar até o momento mais de 40 militares israelenses.
A imprensa ocidental é cúmplice neste massacre porque tenta justificar esta matança ao divulgar insistentemente as versões do governo israelense, procurando criminalizar os palestinos - as verdadeiras vítimas - de mais uma atrocidade israelense nos territórios árabes ocupados.

Ejército de Ucrania llama a filas para combate a un futbolista brasileño


El Ejército de Ucrania llamó a filas a un futbolista brasileño que actúa en la liga profesional del fútbol ucraniano, quien se mostró sorprendido ante la posibilidad de tener que entrar en combate, informa 'Marca'.

"Estaba en mi club cuando mi mujer me llamó diciendo que me habían enviado una carta con una convocatoria para presentarme a combatir con el Ejército ucraniano (…) Creo que el Ejército está llamando a todos los ucranianos a filas, pero pienso también que mi caso fue un error", dijo Edmar Halovskyi, jugador del Metalist Járkov.

La relación del brasileño con Ucrania va más allá del fútbol. Edmar vive y juega en equipos de ese país desde el 2002 y se casó con una ucraniana, por lo que tiene doble nacionalidad y adoptó el apellido Halovskyi (el suyo original es De Lacerda).

Actualidad RT

Vitória do Hamás reduz a cacos a posição de Netanyahu-EUA


Moon of Alabama - Tradução: Vila Vudu

O Hamás acaba de alcançar grande vitória. As empresas norte-americanas de aviação Delta, USAir e United Airlines suspenderam por tempo indeterminado os voos de e para Israel. Isso, depois que um foguete lançado de Gaza explodir perto do aeroporto Ben Gurion em Telavive.

Depois que o MH-17 foi derrubado na Ucrânia, a sensibilidade a possíveis problemas em voos aumentou dramaticamente. Nenhuma empresa quer ser a próxima a perder uma aeronave por causa de um ou mais mísseis errantes pelo céu.
Na prática, é como se o único aeroporto internacional de Israel estivesse fechado, o que aumenta ainda mais a pressão para que Israel aceite algumas das condições do Hamás para um cessar-fogo.
Ainda demorará algum tempo e o massacre, por hora, prosseguirá. Nem o Hamás[1] e a população de Gaza, nem o governo de Netanyahu[2] e o povo em Israel parecem, até aqui, interessados em fazer concessões. Dos dois lados o povo empurra os respectivos governos a continuar a briga.
E ainda não há real pressão internacional para um cessar-fogo. Kerry e seu clown-clone na ONU, Ban Ki Moon, estão na região tentando encontrar solução que favoreça Israel. Mas não há solução, sem que se aceitem as condições que o Hamás está impondo. Terão sorte se conseguirem algum ímpeto entre os árabes na direção de concessões, ou para pressionarem o Hamás. Os únicos que poderiam negociar em nome do Hamás e apoiando o Hamás são o Qatar e a Turquia. Mas Erdogan, que em breve já estará convertido em novo ditador turco,[3] já não conversa com Obama[4] e tem outros problemas. As galinhas já estão correndo de volta ao poleiro, agora que “contrabandistas” do Estado Islâmico já começaram a matar[5] soldados turcos na fronteira entre Turquia e Síria. O Qatar não é bem quisto pelos demais estados árabes do Golfo, e é especialmente detestado pelo Egito, pelo apoio que tem dado à Fraternidade Muçulmana.
Mas o Egito é o país vizinho, ao lado de Israel e EUA, que terá de fazer concessões ao Hamás. A abertura da passagem de Rafah na fronteira, indispensável para levantar o sítio contra Gaza, só poderá ser conseguida com plena aprovação pelo Egito. Kerry gostaria de ter conseguido isso, mas quando chegaram para a reunião com o ditador Sisi do Egito, o próprio Kerry e toda a comitiva que o acompanhava foram submetidos a detalhada revista pelos órgãos de segurança, antes de receberem autorização para entrar no palácio no Cairo. Foi um muito significativo tranco de chega-prá-lá; e mais trancos viriam durante as conversações.
Os EUA simplesmente já não estão em posição da qual possam efetivamente criar soluções políticas no Oriente Médio. Como Chas Freeman analisa,[6] o governo Obama conseguiu, ao longo dos anos, tornar o Oriente Médio ainda mais confuso e desesperado do que sempre foi e é. O vício que torna os EUA dependentes de Israel (e uma hipocrisia abissal) arruinou a própria posição dos EUA:
“Desde o início, Israel usou o “processo de paz” como fator de distração, enquanto ia criando ‘fatos em campo’, sob a forma de colônias ilegais. O expansionismo israelense e políticas a ele relacionadas acabaram por tornar a coexistência entre Israel e os palestinos – e, portanto, também com todos os demais vizinhos árabes de Israel – impossível.
Os EUA criaram o ‘risco moral’[7] que levou Israel a pôr-se nessa atual posição, absolutamente insustentável. 40 anos de diplomacia norte-americana enviesada e tendenciosa, orientada exclusivamente para obter aceitação regional e internacional para Israel, geraram, como agora se vê, perversamente, o exato oposto do que queriam: só fizeram aumentar o isolamento e o opróbrio que desceram sobre o ‘Estado Judeu’.
Agora, teremos de ‘cobrir a retaguarda’ de Israel na ONU, por causa dos maus tratos que Israel infligiu a uma população inteira de árabes que são mantidos cativos; os recentes atos de Israel completaram a sua própria deslegitimação e determinaram o seu próprio ostracismo.
Os EUA pagaremos pesado preço político por essa posição, globalmente, no Oriente Médio e muito provavelmente também na escalada de terrorismo contra norte-americanos no exterior e em casa. Talvez satisfaça algum senso de honra por aqui. Mas parece muito mais técnica de suicídio assistido, que estratégia para a sobrevivência de Israel e da própria posição dos EUA no Oriente Médio.”
Com o aeroporto Ben Gurion fechado, Netanyahu terá de achar meio para pôr fim à guerra que ele iniciou – com apoio dos EUA – e sem motivo razoável. A posição de Netanyahu enfraquecerá cada vez mais dentro de Israel e, depois dele, gente ainda mais doida que ele chegará ao poder. Com isso, o poder político dos EUA será cada vez mais reduzido, e a região afinal, deixada entregue a ela mesma, talvez consiga encontrar um novo balanço que a própria região possa manter.*****

[1] http://972mag.com/why-do-palestinians-continue-to-support-hamas-despite-such-devastating-loses/94080/
[2] http://www.timesofisrael.com/hushed-determined-israel-in-a-war-for-our-home/
[3] http://english.ahram.org.eg/NewsContent/2/8/106814/World/Region/Turkey-arrests-over--senior-police-officers-in-new.aspx
[4] http://www.businessinsider.com/erdogan-i-no-longer-talk-to-obama-2014-7
[5] http://www.hurriyetdailynews.com/two-turkish-soldiers-killed-in-syria-border-clash-with-smugglers.aspx?pageID=238&nID=69440&NewsCatID=509
[6] http://chasfreeman.net/obamas-foreign-policy-and-the-future-of-the-middle-east/
[7] Orig. Moral hazard [“expressão cunhada por Kenneth Arrow, pode ser traduzida por “risco moral”]. Significa um excesso de confiança, pelos agentes econômicos, de que alguém os socorrerá, se alguma coisa der errado em suas operações. Num exemplo concreto: o Banco Central providenciará uma rede de proteção, se ocorrerem grandes perdas decorrentes de uma avaliação errônea dos riscos apresentados por determinado mercado (quase sempre o mercado financeiro)” (em http://rae.fgv.br/sites/rae.fgv.br/files/artigos/5067.pdf).

Recordar Adolf Hitler para amenizar os crimes de Israel


A mídia ocidental utiliza como estratégia para amenizar os crimes e genocídios de Israel a recordação sistemática dos ‘crimes” praticados por Adolf Hitler contra os judeus na Segunda Guerra Mundial.
Sem querer entrar nessa seara do revisionismo, ainda que a todos os dados estatísticos da época nunca registraram o número de 6 milhões de judeus na Europa, é interessante observar que para alguns a verdade pode ser manipulada de várias formas.
As pessoas bem informadas sabem que o governo de Israel é um governo sionista genocida e terrorista. Entretanto, a imprensa ocidental tenta de todas as formas inocenta-lo dos crimes bárbaros que pratica, jogando a culpa no Hamas ou em “terroristas palestinos”. Ora, se alguém entrar em sua casa para matar sua família, é o seu direito recorrer a todas as armas possíveis para deter o invasor, e é justamente isto que os palestinos praticam em seu país que foi ilegalmente ocupado e invadido por Israel, uma ficção criminosa inventada por diplomatas mercenários das Nações Unidas.
Hoje quando o mundo inteiro despertou para as atrocidades cometidas por Israel, alguns jornalistas e intelectuais insistem em recordar o nazismo para justificar a “carta branca” dos judeus sionistas para matar, torturar e assassinar impunemente. E a qualquer contestação, gritam: lembrem-se de Hitler!
E não é apenas a mídia ocidental, eminentemente pró-sionista, que comete essa temeridade. Até mesmo intelectuais ditos de “esquerda” e pró-palestinos cometem o mesmo erro - ou recorrem à mesma manipulação, embora com outros fins. Ou seja, para eles a mídia ocidental mente sobre a Palestina mas publica a verdade sobre Hitler. Ora, esse ninho de cobras chamado de imprensa ocidental sempre mentiu sobre tudo e sobre todos para ganhar dinheiro dos grandes banqueiros nacionais e internacionais, na maioria sionista.
Recordar Hitler ao se referir às atrocidades de Israel na Palestina é tentar amenizar os crimes dos sionistas em uma terra que não lhes pertence, porque invoca imagens – conscientes e inconscientes – da lavagem cerebral promovida junto à opinião pública pela mídia ocidental a serviço do sionismo e do imperialismo.
Israel é um câncer para a humanidade. Seus governos sionistas extremistas promovem banhos de sangue sistemáticos para vender armas e lucrar com a morte de inocentes, entre as quais mais de 300 crianças nos últimos dias. O resto é cortina de fumaça.

Carla Regina
Movimento Democracia Direta do Paraná

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Christopher Wadi: Obama é cúmplice da chacina na Faixa de Gaza


O presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, é cúmplice da matança que o exército de Israel está perpetrando em Gaza, que já provocou a morte de pelo menos 410 pessoas e três mil feridos, a esmagadora maioria dos quais civis, segundo fontes concordantes [nesta quarta-feira (23), já são mais de 650 pessoas mortas].

Por Christopher Wadi, de Gaza para o Jornalistas sem Fronteiras

“A responsabilidade dos Estados Unidos da América por ações israelenses deste tipo está sempre implícita, devido à sua chamada ‘indestrutível aliança’, mas Barack Obama fez questão de manifestar expressamente o apoio a esta chacina”, afirma Jarallah, membro dos serviços da Agência das Nações Unidas para os refugiados palestinos (UNRWA) na cidade de Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza.
Jarallah é pseudônimo, por motivos óbvios. No entanto, a nossa fonte explica que a escolha deste nome é uma homenagem a alguém bem real, “um homem bom que prestava serviços sociais, escolares e humanitários às crianças do campo de refugiados de Qalandia, na Cisjordânia, e que as tropas israelenses assassinaram em 1990, durante a primeira Intifada. Jarallah está vivo no trabalho que somos obrigados a continuar porque os cruéis métodos israelenses se mantêm os mesmos, ano após ano”.
Em conversa telefônica com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, Barack Obama manifestou o seu "forte apoio ao direito de Israel se defender”.


O presidente dos Estados Unidos declarou que “apoia os esforços militares israelenses para garantir que não sejam feitos mais disparos contra o seu território” e manifestou “compreensão pela decisão de as operações em curso terem a ver com os túneis, pelo que esperamos que Israel continue a abordar este processo de uma maneira que minimize as perdas humanas”.
“Mais de 400 mortos, três mil feridos em 11 dias, é o que se chama ‘minimizar’ as perdas humanas”, alega Jarallah. “Em vez dos túneis, os alvos são hospitais, residências familiares, instalações de abastecimento de água, de energia elétrica e escolas”, diz o membro da UNRWA.
“Entre as vítimas humanas, entre mortos e feridos centenas são crianças e adolescentes”, acrescenta, “pelo que creio chegada a altura de a opinião pública mundial se mobilizar para conseguir colocar dirigentes como Netanyahu, o presidente Shimon Peres, o chanceler Avigdor Lieberman, Obama e outros que apoiem esta barbárie sob a alçada do Tribunal de Haia. Isto é um crime contra a humanidade e os seus autores e apoiantes são assassinos”, afirma Jarallah.

Jornalistas sem Fronteiras

Venezuela e China assinam dezenas de acordos de cooperação


Autoridades da Venezuela e China assinaram 38 novos acordos de cooperação para o desenvolvimento "que abrem as portas a uma nova etapa histórica de intercâmbios, assegurou o presidente desta nação sul-americana", Nicolás Maduro, na segunda-feira (21). O presidente chinês Xi Jinping tem aprofundado as parcerias do seu país na América Latina e chegou a Cuba no mesmo dia para concluir as visitas oficias pela região.

Os convênios assinados entre China e Venezuela são resultado de 15 anos de empenho para construir relações de respeito e igualdade com o gigante asiático, como as impulsionadas pelo ex-presidente venezuelano Hugo Chávez. Maduro destacou a associação estratégica integral iniciada agora com a China, a qual permitirá reforçar os vínculos.
O presidente também anunciou a construção e montagem de um terceiro satélite venezuelano com ajuda e assessoramento chinês. "Os diferentes fundos conjuntos entre ambas as nações já ascendem a um total de US$ 56 bilhões e vários bilhões foram investidos na construção de moradias dignas para os venezuelanos," precisou Maduro.
Por sua vez, o presidente chinês Xi Jinping instou a continuar com o espírito empreendedor impulsionado por Chávez, com o fim de consolidar relações de uma ordem justa e equitativa. "Os documentos dos novos acordos são como pedras sólidas que contribuirão para construir o caminho da associação estratégica," assegurou.
"A Venezuela é um dos maiores compromissos de investimento da China," precisou o chefe de Estado da nação asiática, e somente em 2013, o investido em comércio ascende a US$ 19 bilhões.
O ministro venezuelano de Planejamento, Ricardo Menéndez, informou que receberão maiores estímulos as áreas de energia e mineração, o econômico e comercial, o setor agrícola e o científico e tecnológico. Além disso, destacou a importância da cooperação no que se refere aos hidrocarbonetos e anunciou novos projetos encaminhados ao desenvolvimento elétrico por meio de fontes alternativas de geração.
Projetos associados à vigilância e segurança, transporte, desenvolvimento de produtos não tradicionais e o crescimento do Turismo também figuram entre os novos convênios, acrescentou Menéndez. "O futuro com a China apenas inicia," precisou o ministro de Planejamento.
Por sua vez, o ministro da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China, Xu Shaoshi, que preside junto a Menéndez esta mesa mista entre ambos os países, afirmou que durante os últimos 15 anos aumentaram os intercâmbios em matéria de cultura, educação e os encaminhados à redução da pobreza.
Os acordos assinados resultaram do trabalho da 13ª Comissão Mista de Alto Nível entre Venezuela e China, que se encerrou ainda na segunda-feira, com a presença dos presidentes desses países.

Prensa Latina

Ministério Relações Exteriores da Rússia distribui fotos de ucranianos deslocando mísseis BUK no leste e evidência de radar



Tyler Durden, ZeroHedge – Tradução: Vila Vudu

A Ucrânia não explicou como ‘soube’ instantaneamente que o avião malaio teria sido derrubado por rebeldes – disse o ministro de Relações Exteriores da Rússia, ao distribuir dez perguntas a serem respondidas pela Ucrânia (e talvez para serem avaliadas também pelos agentes de ‘avaliação instantânea’, nos EUA) sobre o desastre do MH17. Contudo, parece que o que mais deve começar a preocupar as hordas de acusadores-boateiros-sem-provas é que:

RÚSSIA TEM IMAGENS DA UCRÂNIA INSTALANDO MÍSSEIS BUK NO LESTE: IFX
RÚSSIA JÁ SABE:
– QUE A UCRÂNIA DESLOCOU BUK PARA PERTO DOS REBELDES EM DONETSK, 17/7: IFX
– QUE UM JATO DE COMBATE UCRANIANO SE APROXIMOU DO MH17
Obviamente, se há prova de que as coisas aconteceram desse modo, além dos clips que a CIA inventou e filmou para o canal YouTube, há aí mais um desagradável duro golpe na política exterior dos EUA.


Assista em http://youtu.be/KSpeo5RcQQo
Aqui se vê o ministro de Relações Exteriores da Rússia, em conferência de imprensa, ontem.
Aqui se vê (trad. ao inglês) o ministro da Rússia divulgando as análises feitas pelos especialistas russos que trabalharam sobre material de observação da cena do crime sobre o que aconteceu ao voo MH17
A Rússia quer saber por que a Ucrânia moveu seus sistemas BUK de mísseis, no dia em que o MH17 foi derrubado:
“O alto comando militar russo tem imagens de satélites de setores das posições das forças ucranianas no sudeste da Ucrânia, que mostram dispositivos de lançamento BUK a 8 quilômetros de Luhansk” – Ministro de Defesa da Rússia, Interfax.
“No dia em que o avião de passageiros da Malaysian Airlines explodiu, as forças ucranianas instalaram um grupo de defesa aérea de três ou quatro baterias de mísseis BUK-M1 próximas de Donetsk” (Tenente-general Andrei Kartapolov, comandante do Departamento de Operações Principais do Estado-maior Russo, falando a jornalistas na 2ª-feira, 21/7).
“Aqueles sistemas terra-ar podem atingir alvos a distâncias superiores a 35 quilômetros e em altitudes de 22 quilômetros. Para que finalidade esses sistemas de mísseis foram instalados naquele local? Como se sabe, as milícias rebeldes não têm aviação” – disse Kartapolov.
A Rússia já tem a rota de voo dos jatos ucranianos e do MH17. E está perguntando a mesma pergunta que nós já perguntamos semana passada.
– A RÚSSIA JÁ SABE QUE O MH17 AFASTOU-SE 14 KM DO PLANO DE VOO, NAS PROXIMIDADES DE DONETSK. Mas... POR QUE SE AFASTOU?
A imagem que se vê nesses slides parece estar mostrando os jatos ucranianos próximos do Boeing do voo MH17:
“Aqui temos imagem de um jato de combate Su-25 ucraniano, detectado bem próximo do MH17, antes de o MH17 cair”.
Como RT noticia, “Um jato militar da Força Aérea da Ucrânia foi detectado ganhando altura, a uma distância de 3-5 km do Boeing da Malaysian” – disse o Tenente-general Andrei Kartapolov, comandante do Departamento de Operações Principais do Estado-maior Russo, em conferência de imprensa na 2ª-feira.
“Gostaríamos de receber uma explicação de por que um jato militar voava em corredor de aviação civil, praticamente ao mesmo tempo e no mesmo plano que um avião de passageiros” – disse o general Kartapolov. – Por quê?
“O jato de combate SU-25 pode ganhar altitude de 10km, segundo sua especificação” – Kartapolov acrescentou. – “Está equipado com mísseis ar-ar R-60, que podem atingir alvo a distância de 12km, de mais de 5km, com certeza absoluta.”
A presença de jatos militares ucranianos pode ser confirmada por vídeos filmados pelo centro de monitoramento de Rostov, ainda nas palavras de Kartopolov.”
E a Rússia cobra dos EUA que exiba provas das acusações que tem feito:
– A RÚSSIA SABE que um satélite dos EUA passava por sobre a mesma área em que voava o MH17, no mesmo momento do ataque. Essa é a prova absolutamente indispensável para que se veja quem é o responsável. Assim sendo, por que os EUA ainda não exibiram a prova nem explicaram sua negativa?
– A RÚSSIA exige que os EUA mostrem provas do que dizem (que algum foguete foi lançado da área controlado pelos federalistas).


O MINISTRO DA DEFESA DA RÚSSIA disse que a Rússia NÃO ENTREGOU NENHUM SISTEMA SA-11 BUK DE MÍSSEIS aos federalistas no leste da Ucrânia “NEM QUALQUER OUTRO TIPO DE ARMA”.

E continuou, rejeitando que as fotos criadas por Kiev e distribuídas pela empresa Twitter ‘provem’ que os sistemas de mísseis estivessem sendo operados por russos.
Além do mais, como a Rússia mostrou, exibindo o que parecem ser provas fotográficas legítimas (o que ‘ocidente’ ainda não fez, de modo algum), “o MH17 caiu ao solo dentro da zona de alcance dos sistemas BUK de mísseis autoimpulsionados terra-ar, de médio alcance, do exército ucraniano” – disse o general Kartapolov.
E o general russo continuou: “Temos imagens espaciais de alguns pontos nos quais estava localizada a defesa aérea da Ucrânia, no sudeste do país.”
As três primeiras fotos que o general exibiu têm data de 14/7. As imagens mostram sistemas de lançamento de mísseis BUK, a cerca de 8km noroeste da cidade de Lugansk – “um TELAR e dois TELs”, segundo o oficial militar.
Outra imagem mostra uma estação de radar próxima de Donetsk.
Estações de radar da defesa aérea na Região de Donetsk, 5km norte da cidade de Donetsk, dia 14/7/2014 (Foto cortesia do Ministério da Defesa da Rússia).
O general Kartapolov continuou a explicar: “A terceira foto mostra a localização dos sistemas de defesa aérea perto de Donetsk. De importante, pode-se ver claramente um lançador TELAR e cerca de 60 veículos militares e auxiliares, tendas para abrigar veículos e outras estruturas.
Unidades Buk de mísseis de defesa, na Região de Donetsk, 5km norte da cidade de Donetsk, dia 14/7/2014 (Foto cortesia do Ministério da Defesa da Rússia).
“Imagens dessa área também foram feitas dia 17/7. Vê-se aí que o lança-mísseis não aparece em cena. A imagem n. 5 mostra o sistema de mísseis Buk na manhã daquele mesmo dia, na área do acampamento de Zaroschinskoe – 50km ao sul de Donetsk e 8km aos sul de Shakhtyorsk” – disse Kartapolov.
Foto feita dia 17/7/2014, em que não se veem unidades do sistema de defesa Buk na Região de Donetsk, 5km norte da cidade de Donetsk (Foto cortesia do Ministério da Defesa da Rússia)
Como disse o general Kartapolov, “A pergunta que tem de ser respondida é: por que o sistema de mísseis apareceu na área controlada pelas milícias pró Kiev pouco antes da catástrofe?”
* * *

Resumindo tudo, o Ministério de Relações Exteriores da Rússia tem 10 perguntas ao governo da Ucrânia (tradução Google do russo ao inglês, parcialmente revistas; todas as correções são bem-vindas):
A opinião pública global espera investigação rápida e independente sobre as causas do desastre do avião malaio, no espaço aéreo da Ucrânia.
Para conduzir investigação objetiva de causas possíveis, o Ministério da Defesa da Federação Russa estipulou dez perguntas cujas respostas espera do lado ucraniano.
1. As autoridades ucranianas identificaram as milícias como perpetradores do crime de derrubar um avião de passageiros. Sobre que provas baseia-se essa identificação?
2. Kiev (oficial) pode informar detalhes de por quê manter equipamento antiaéreo [BUKs] na zona de guerra – quando se sabe que as milícias rebeldes não tem aviões?
3. Quais as causas da inação das atividades ucranianas, que adiam ainda a formação de uma comissão internacional de investigação? Quando será constituída essa comissão e quando começará a trabalhar?
4. Os especialistas internacionais das forças armadas da Ucrânia apresentarão documentação sobre mísseis e munição ar-ar, terra-ar e antiaéreos?
5. Esses documentos a serem entregues à comissão internacional confirmam que havia controle sobre a Força Aérea Ucraniana no dia da tragédia?
6. Por que os controladores do tráfego aéreo ucraniano permitiram que a aeronave se desviasse da rota prevista na direção do norte da “zona de operação antiterroristas”?
7. Por que o espaço aéreo sobre a zona de combates não estava completamente fechado para aviões civis, sobretudo porque naquela área não há campo firme para navegação por radar?
8. A Kiev oficial pode comentar noticiário que circula na rede, sobretudo motivado por mensagens de controladores espanhóis de tráfego aéreo que trabalham na Ucrânia, segundo as quais a derrubada do “Boeing” sobre território da Ucrânia foi acompanhada por dois aviões militares ucranianos?
9. Por que o serviço de segurança ucraniano começou, sem esperar pelos especialistas internacionais, o trabalho de examinar as gravações das conversas da tripulação ucraniana do Boeing e os dados dos radares ucranianos?
10. Onde estão as lições de semelhantes desastres anteriores, como do russo Tu-154, em 2001, no Mar Negro? Naquela ocasião, os líderes da Ucrânia negaram até o último momento qualquer envolvimento das Forças Armadas naquela tragédia; até que provas irrefutáveis comprovaram a responsabilidade do governo da Ucrânia.[1]
Infelizmente, até agora não se tem notícia de resposta dos ucranianos. Esperemos que as respostas venham.

* * *
Desnecessário dizer que isso põe a Ucrânia e os EUA (principais protagonistas do jogo de “o culpado é Putin!”) em posição bem difícil. Afinal, alguém, algum dia, terá de apresentar fatos e provas, em vez de tantos contarem tanto com os “apelos emocionais” da propaganda.

Esperemos que muitas dessas perguntas sejam respondidas quando afinal for revelado o conteúdo da caixa preta do voo MH17, e/ou quando a Ucrânia afinal liberar versão não adulterada das gravações do Controle de Tráfego Aéreo e o avião derrubado. *****

[1] “O voo 1812 da Siberia Airlines era voo comercial; a aeronave foi derrubada por militares ucranianos, sobre o Mar Negro, dia 4/10/2001, na rota de Telavive, Israel, para Novosibirsk, Rússia, com 66 passageiros e 12 tripulantes. Não houve sobreviventes. O avião caiu a cerca de 190 km oeste-sudoeste do resort de Sochi, no Mar Negro. A Ucrânia negou inicialmente qualquer responsabilidade, mas acabou por ser forçada a admitir, pelo acúmulo de provas, que o avião fora atingido por um míssil disparado “por erro” das forças armadas ucranianas. A Ucrânia foi condenada a pagar indenização de $15 milhões de dólares às famílias das 78 vítimas ($200 mil por vítima).” (Mais em http://en.wikipedia.org/wiki/Siberia_Airlines_Flight_1812) [NTs].

Governo de Kiev sofre derrotas em Donetsk


O governo fantoche do sionismo e do imperialismo - atual governo da Ucrânia - está sofrendo duras derrotas ao tentar invadir e dominar a região de Donetsk. Na foto ao lado, parte do comboio de tanques ucranianos que foram obrigados a recuar após enfrentar duros combates e sofrer pesadas perdas.
O governo de empresários milionários e banqueiros sionistas de Kiev está aproveitando o escândalo na mídia mundial sobre a derrubada do avião da Malásia para tentar recapturar territórios liberados por movimentos independentistas, mas está fracassando.
O avião da Malásia foi derrubado pelo governo ucraniano, seguindo determinação da CIA, para tumultuar as relações diplomáticas internacionais e acusar a Rússia pelo crime hediondo que os mesmos criminosos de sempre voltam a cometer para atingir seus objetivos terroristas: os militares dos EUA em sua ânsia de dominar o mundo para colocá-lo a serviço do sionismo.

Suben a 655 las víctimas mortales en Gaza


El número de víctimas mortales por la agresión israelí contra la Franja de Gaza está en constante crecimiento. Los servicios médicos de Gaza, hasta el momento, han contabilizado 655 muertos y más de 4000 heridos.


kaa/ktg/hnb - HispanTv

Rabino israelí emite edicto religioso para destrucción total de la Franja de Gaza


Un rabino israelí de extrema derecha ha emitido un decreto religioso que permite la destrucción total de la Franja de Gaza si las autoridades militares del régimen de Tel Aviv la consideran necesaria, ha anunciado este miércoles el diario ‘Haaretz’.

Dov Lior, rabino del asentamiento de Kiryat Arba, alegó que la Torá, libro sagrado de los judíos, posibilita “castigar a la población enemiga con todas las medidas que considera adecuadas, como el bloqueo de los suministros o la electricidad”.
Según Lior, el régimen israelí “puede bombardear Gaza entera basado en el juicio del ministro de asuntos militares y no poner en riesgo la vida de los soldados”.
El rabino agrega que el ministro de asuntos militares del régimen israelí, Moshe Yaalon, incluso puede “tomar medidas disuasorias para exterminar al enemigo”.
Con estas palabras, Lior manifestó su total apoyo a los ataques brutales del régimen israelí, iniciados el 7 de julio, contra Gaza que han dejado más de 650 palestinos muertos.
En agosto de 2010, Lior autorizó la publicación de un libro titulado "La Torá del Rey", escrito por otro rabino llamado Yusef Elitzur, en el que se incitaba al odio racial y la violencia justificando el asesinato de los no judíos, incluidos niños y bebés.

kaa/ktg/hnb - HispanTv

terça-feira, 22 de julho de 2014

Embaixada da Rússia no Brasil publica carta de repúdio a reportagem de semanario brasileiro


Embaixada da Rússia no Brasil publica carta de repúdio a reportagem de semanario brasileiro.

CARTA DE REPÚDIO

As declarações precipitadas feitas por certos veículos da imprensa brasileira em relação ao acidente aéreo com o avião das Linhas Aéreas da Malásia e acusações infundadas contra a Rússia e seu Presidente na ausência de quaisquer provas e resultados de investigação nos deixam perplexos e indignados.
A Parte Russa for a primeira a declarar a necessidade de realizar uma investigação independente, aberta e objetiva das causas dessa catástrofe. A investigação deve ter caráter internacional e ser conduzida com o papel central da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e outras instituições internacionais. Tal formato permitirá garantir uma investigação verdadeiramente independente, evitar avaliações unilaterais, descobrir as causas reais do acidente. A Rússia também chamou as duas partes do conflito ucraniano fazer o possível para providenciar o acesso de peritos internacionais à área do acidente e segurança deles a fim de efetuarem todas as ações necessárias para investigar a catástrofe referida.
Ninguém tem direito de usar essa tragédia para alcançar seus objetivos políticos interesseiros. Tais acontecimentos devem unir as pessoas ao invés de separá-las. Os responsáveis pela situação na região precisam elevar o nível da sua responsabilidade perante ao seu próprio povo e aos povos dos países cujos cidadãos ficaram vítimas dessa catástrofe.
Por sua parte, a Rússia está fazendo tudo que depende dela para que o conflito no leste da Ucrânia passe da fase militar atual para as negociações e resolução por meios pacíficos e excepcionalmente diplomáticos.

Pepe Escobar: Míssil de Putin?


Eis o veredicto da boataria de guerra: a mais recente tragédia da Malaysia Airlines (a segunda em quatro meses) é “terrorismo” perpetrado por “separatistas pró-Rússia” armados pela Rússia, e Putin é o principal culpado. Acabou-se a história. Quem tenha ideia diferente dessa, que cale a boca.

Por Pepe Escobar, no Russia Today

Por quê? Porque sim. Porque a CIA disse. Porque a Hilária “Nós viemos, nós vimos, ele morreu” Clinton disse. Porque a doida Samantha ‘'Responsabilidade de Bombardear para Proteger'’ Power disse – trovejando na ONU, tudo devidamente impresso pelo Washington Post infestado de neoconservadores.

Porque a empresa-imprensa anglo-americana – da CNN à Fox (que tentou comprar a Time Warner, que pertence à CNN) – disse. Porque o Presidente dos EUA (PEUA) disse. E principalmente, sobretudo, porque Kiev vociferou, em primeiro lugar.
E lá estavam todos eles, em fila – as resmas de invariavelmente histéricos “especialistas” da “comunidade de inteligência dos EUA” literalmente espumando pela boca contra a maléfica Rússia, o ainda mais maléfico Putin; os “especialistas” de inteligência, aqueles, que não viram um comboio de coruscantes picapes Toyota brancas atravessando o deserto iraquiano para tomar Mosul. Esses, aliás, já sentenciaram: ninguém mais precisa examinar prova alguma. Nada e nada. O mistério do voo MH17 está resolvido.
Pouco importa que o presidente Putin tenha dito que a tragédia do MH17 ainda tem de ser investigada objetivamente. E “objetivamente”, é claro, não inclui aquela “comunidade internacional” ficcional que Washington concebeu – aquela congregação de vassalos/sabujos curváveis.

E sobre Carlos?!

Pesquisa rápida já mostra que o voo MH17 estava deslocado, 200km para o norte, distante da rota habitual da Malaysian Airlines nos dias anteriores – dirigido bem para o centro de uma zona de guerra. Por quê? Que tipo de comunicação o MH17 recebeu da torre de controle aéreo de Kiev?
Kiev não disse uma palavra sobre isso. Mas a resposta seria simples, se Kiev tivesse distribuído as gravações dos contatos entre a torre e o vôo MH17; aMalaysia distribuiu exatamente essas gravações, depois que o vôo MH370 desapareceu para sempre.
Essas gravações nunca aparecerão. O serviço secreto da Ucrânia (SBU) confiscou essas gravações. Sem elas, não há como saber por que o vôo MH17estava fora da rota e o que os pilotos disseram antes da explosão.
O ministro da Defesa da Rússia, por sua vez, confirmou que havia uma bateria Buk antiaérea controlada por Kiev e operacional, próxima da área onde caiu o MH17. Kiev havia distribuído vários sistemas de mísseis Buk terra-ar, com pelo menos 27 lançadores; todos perfeitamente capazes de derrubar jatos a 33 mil pés (10.000 m aprox.) de altura.
Militares russos detectaram radiação de um radar Kupol, como parte de uma bateria Buk-M1 perto de Styla [vila ao sul, a cerca de 30 km de Donetsk].Segundo o ministério, o radar poderia estar transmitindo informações de rastreamento para outra bateria que estava a distância de tiro da rota do vooMH17.
O radar de um sistema Buk rastreia um máximo de 80km. O MH17 voava à velocidade de 500 mph. Assim, assumindo-se que os “rebeldes” teriam um Buk operacional e o usaram, não teriam mais de cinco minutos para rastrear todo o céu acima deles, todas as altitudes possíveis, e fazer a mira. Naquele momento, saberiam que nenhum cargueiro poderia voar naquela altitude.


Em FINAL – Part II: Evidence Continues to Emerge #MH17 Is a False Flag Operation encontram-se muitas evidências que apoiam a hipótese de que tenha sido atentado forjado sob falsa bandeira.
E há também a história, mais estranha a cada minuto que passa, de Carlos, espanhol, controlador de tráfego aéreo de serviço na torre de Kiev, que estava acompanhando o vôo MH17 em tempo real. Para muitos, Carlos é personagem real e autêntico, não é forjado; para outros, nunca nem trabalhou na Ucrânia. Fato é que tuitou feito doido. Sua conta na empresa Tweeter foi apagada – não por acaso –, e ele sumiu. Seus amigos estão agora desesperadamente à sua procura. Ainda consegui ler todos os tuítos dele, em espanhol, enquanto a conta ainda estava ativa. Agora, já se encontram cópias das mensagens que distribuiu e traduções para o inglês.

Aqui, reproduzo alguns dos tuítos mais importantes:
“O B777 estava escoltado por dois jatos ucranianos de combate minutos antes de desaparecer do radar (5.48pm)”
“Se as autoridades em Kiev querem admitir a verdade, dois jatos de combate voavam muito perto minutos antes do incidente, mas não derrubaram a aeronave (5.54)”
“Imediatamente depois de o B777 da Malaysia Airlines desaparecer, autoridades militares de Kiev nos informaram sobre o avião derrubado. Como sabiam? (6.00)”
"Tudo foi gravado no radar. Para os que não acreditem: foi derrubado por Kiev; nós sabemos aqui [na torre de controle] e o controle militar do tráfego aéreo também sabe (7.14)”
“O Ministério do Interior sabia que havia aviões de combate na área, mas o Ministério da Defesa não (7.15)”
“Os militares confirmaram que foi a Ucrânia, mas não se sabe de onde veio a ordem (7.31)”
A avaliação de Carlos (lê-se compilação parcial de seus tuítos em: FINAL – Spanish Air Controller @ Kiev Borispol Airport: Ukraine Military Shot Down Boeing #MH17) é bem clara: o míssil foi lançado por militares ucranianos por ordem do ministério do Interior – NÃO do Ministério da Defesa. Assuntos de segurança, no ministério do Interior estão sob comando de Andrey Paruby, que trabalhava bem perto dos neoconservadores dos EUA e dos neonazistas do Banderastão na Praça Maidan.
Assumindo-se que Carlos exista e seja quem diz ser, sua avaliação faz perfeito sentido.Os militares ucranianos estão divididos entre o rei do chocolate [presidente Petro] Poroshenko – que quer uma détente com a Rússia, essencialmente para promover os interesses sombrios dos próprios negócios – e Santa Iúlia Timochenko, que é bem conhecida por pregar o genocídio dos russos étnicos no leste da Ucrânia.

Assim sendo... a quem interessa?

A questão chave permanece, é claro: cui bono? Só descerebrados terminais acreditariam que derrubar um avião de passageiros beneficiaria os federalistas no leste da Ucrânia, para nem pensar no Kremlin, que absolutamente nada teria a ganhar.
Quanto a Kiev, teriam os meios, o motivo e a janela de oportunidade – especialmente depois que os neofascistas de Kiev foram efetivamente derrotados e já estavam em retirada no Donbass. E isso depois que Kiev insistiu em bombardear a população do leste da Ucrânia, mesmo de longe e de cima. Não surpreende que os federalistas tivessem de se defender.
E há também o timing, muito muito suspeito. A tragédia do MH17 acontece dois dias depois de os BRICS anunciarem o antídoto contra o FMI e o Banco Mundial, deixando ao largo, longe, o dólar norte-americano. E exatamente quando Israel avança “cautelosamente” em sua nova invasão/limpeza étnica em câmera lenta, em Gaza. A Malásia, por falar nisso, é sede da Comissão de Crimes de Guerra Kuala Lumpur – comissão que condenou Israel por crimes contra a humanidade.
Washington, é claro, sim, se beneficia. O que o Império do Caos consegue, nesse caso, é um cessar-fogo (e as gangues neonazistas de Kiev, que estão sendo fragorosamente derrotadas, poderão ser reabastecidas); ganham novo alento para a campanha de demonizar os ucranianos do leste como “m terroristas” (como Kiev, ao estilo Dick Cheney, sempre quis); e passam a lançar quantidades ilimitadas de lama sobre a Rússia e, especialmente, sobre Putin, até se acabar o mundo. Não é pouco ganho, para servicinho de minutos. Quanto à OTAN... É Natal em julho.
Daqui em diante, tudo depende da inteligência russa. Já estavam vigiando e rastreando tudo que acontecia na Ucrânia, 24 horas por dia, sete dias por semana. Nas próximas 72 horas, depois de examinar os muitos dados de rastreamento, com telemetria, radar e rastreamento por satélite, os russos saberão exatamente que tipo de míssil foi lançado, de onde, e terão também as comunicações da bateria que lançou o míssil. E terão acesso a todas as provas recolhidas na cena do crime.

Pasividad internacional ante masacre de palestinos


Por Rasul Gudarzi

Gaza ha sido la mayor cárcel del mundo, con una situación totalmente diferente de las demás; su creador, el régimen de Israel, la ataca cuando le apetece y no permite la entrada de medicamentos, ni agua, ni nada. En ella, no hay anciano, niño, mujer o adolescente alguno esté a salvo de su hostilidad.

Las agresiones del régimen de Israel se llevan a cabo con todos los medios aéreos, marítimos y terrestres posibles, incluso se ha llegado a recurrir a las armas ilegales. Según el Centro Palestino para los Derechos Humanos (CPDH), el ejército israelí ha hecho uso de bombas de dardos de acero contra el pueblo palestino en la Franja de Gaza.
El régimen de Tel Aviv dice que el blanco de los ataques son los miembros del Movimiento de Resistencia Islámica de Palestina (HAMAS), no obstante de acuerdo con las cifras entregadas por fuentes médicas y del Ministerio de Educación de Palestina, los niños y mujeres son la mayor parte de las víctimas. Los incesantes ataques israelíes han dejado cientos de muertos y miles de heridos. Además, la escasez de medicamentos ha sido otro motivo del aumento de las bajas entre civiles.
Las hostilidades de dicho régimen se producen mientras las organizaciones y aquellos gobiernos que se autoproclaman defensores de los derechos humanos se han mantenido en silencio, o solo se han limitado a condenar los ataques sin ningún tipo de acción. Ni siquiera el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU), que según su Carta Magna es el principal garante de la paz en el mundo ha podido, o mejor dicho, no ha querido poner fin a estas agresiones, y tomar medidas eficaces para castigar al régimen de Tel Aviv.
Mientras tanto, si se desarrollara un crimen de esta magnitud en cualquier otro país o contra el propio régimen de Israel, seguramente, la situación sería otra; un ejemplo se puede apreciar en lo ocurrido recientemente, poco después de que el avión de pasajeros de Malasia fuera derribado en Ucrania. El CSNU convocó una reunión urgente y sus representantes, además de condenar el hecho, reiteraron la importancia de una amplia investigación al respecto. No obstante, la reacción ante el caso de la agresión israelí no ha sido igual. No solo no condenaron los ataques contra los palestinos, sino que ni siquiera calificaron de agresor a un régimen que con sus desproporcionados ataques con bombas de racimo y de dardos de acero está cometiendo crímenes de guerra y ha llevado a cabo un genocidio en el barrio de Shejaiya, al este del enclave costero palestino, donde ni siquiera los palestinos pueden recoger los cadáveres de sus seres queridos de las calles para trasladarlos a los hospitales.


Si bien en las últimas décadas se han realizado esfuerzos por parte de la Organización de Naciones Unidas, ONU, especialmente en la Asamblea General, para aprobar resoluciones contra el régimen israelí, ha habido un gran obstáculo en el camino de estos esfuerzos, es decir, el veto de los Estados Unidos. Cuando el régimen israelí, con el apoyo de las superpotencias, en especial de Washington, fue reconocido como miembro de la ONU, se comprometió a aceptar y cumplir con una serie de condiciones, entre ellas a reconocer las fronteras determinadas por la ONU, el derecho a la autodeterminación de los miles de desplazados palestinos y el retorno a su patria. No obstante, el paso del tiempo demostró que no solo no ha cumplido con ello, sino que, con el apoyo indiscriminado de EE.UU., Francia y el Reino Unido, empeora cada día la situación de los palestinos, así como el bloqueo de Gaza y los ataques desmedidos contra civiles.
Actualmente y en medio de la masacre de los palestinos en Gaza, en lugar de que las superpotencias contribuyan al cese del alto el fuego y tomen medidas para detener el derramamiento de sangre en este enclave, el senado de EE.UU. apoyó de forma unánime la continuación de la escalada de la contienda contra los palestinos. El pasado 11 de junio, 140 diputados de la Cámara de representantes estadounidense firmaron una resolución en apoyo a los ataques del régimen del premier Benyamin Netanyahu contra los palestinos.
La situación en Gaza pone de relieve la continua política de doble rasero de Occidente en cuanto al tema de los derechos humanos que ellos mismos, EE.UU. y Francia, plantearon en la década de los 80 y mediante el cual se abrieron paso hacia la intervención en cualquier país que deseen bajo la alegación de defender los derechos humanos. De este modo atacaron Libia, acusando al régimen del exdictador Muamar Gadafi de violación sistemática de los derechos de sus ciudadanos. Bajo la misma alegación presionaron y sancionaron a varios países, incluido Irán, e intervinieron en otros como Irak y Afganistán. No obstante, muchos otros temas se producen en diferentes partes del mundo y ninguna de estas superpotencias condena siquiera las tragedias humanas, como el caso del ataque de Irak contra Irán en 1980 que duró 8 años y durante el cual, el régimen de Sadam Husein recurrió a todo lo que tuvo a su alcance para ocupar el país persa, como bombas y armas prohibidas. Entonces, el Consejo de Seguridad de la ONU no condenó los ataques ni reaccionó al respecto, hasta que Irán llegó a las fronteras iraquíes, ahí fue cuando las superpotencias reaccionaron y entraron en escena. Ahora ocurre lo mismo, mientras el régimen de Israel atacaba al pueblo palestino no había reacciones de parte de las organizaciones internacionales, pero ahora que los palestinos se están defendiendo con sus cohetes, misiles y drones, todos se esfuerzan por un alto el fuego.
El presidente de EE.UU., Barack Obama, en sus palabras en medio de la guerra, dijo que el régimen de Israel está defendiéndose ante los misiles de HAMAS, y así pretendió legitimar la hostilidad del régimen de Tel Aviv. ¿Acaso no fue el régimen de Israel quien lanzó la guerra y atacó Gaza con misiles, bombas, tanques y drones? En las normas internacionales y jurídicas aparece bien claro que cuando un país ataca a otro, el agredido puede defenderse hasta que entre en escena el CSNU, lo que está haciendo ahora en Palestina. No obstante, Netanyahu que cuenta con luz verde de sus socios occidentales, dice que no habrá un alto el fuego, mientras sigan los ataques de HAMAS, como si hubiera sido este el detonante de la guerra.
¿Acaso es lógico que uno empiece una agresión y, luego, declare que está dispuesto a un alto el fuego? Esto es lo que está pasando con el régimen israelí, lanza una guerra contra los palestinos y sus socios proponen un alto el fuego. Así, una vez que el régimen se vuelve a recuperar para otra guerra incumple los requisitos del alto el fuego y ataca tranquilamente, sin preocupaciones, ya que cuenta con el apoyo de los miembros del CSNU.
En este momento, los palestinos de la Franja de Gaza no tienen acceso a medicamentos, no tienen agua potable, ni electricidad, algo que en tiempos de paz causa graves problemas, incluso si es durante una etapa de guerra se convertirá en una tragedia como lo que está pasando ahora en Palestina. No se olviden que son niños, mujeres y ancianos quienes están perdiendo la vida por la ambición del poder de unos y la indiferencia de muchos otros. Pero, hasta cuando se puede ser indiferente ante la muerte de personas inocentes y seguir con la política de doble rasero en apoyo de un régimen que solo piensa en sí mismo.

msf - HispanTv

Sube a 583 cifra de muertos por agresiones israelíes en Gaza


Al menos 583 palestinos, entre ellos civiles, han perdido la vida y más de 3640 han resultado heridos desde el 7 de julio, cuando el régimen israelí inició su ofensiva militar a gran escala contra la Franja de Gaza, según fuentes palestinas.

Además, más de 135.000 personas se han visto obligadas a desplazarse en la Franja de Gaza debido a los bombardeos de las tropas israelíes.

oma/ncl/hnb - HispanTv

Combatientes palestinos matan a 23 soldados israelíes


Combatientes palestinos han abatido este martes a al menos 23 soldados israelíes y han herido a otras decenas en los enfrentamientos en Gaza, según las Brigadas Ezzeddin Al-Qassam, brazo militar del Movimiento de Resistencia Islámica Palestina (HAMAS).

Los combatientes palestinos se enfrentan con los militares israelíes como respuesta a las brutales agresiones israelíes contra la Franja de Gaza que hasta el momento han dejado más de 583 muertos y 3640 heridos.

kaa/ktg/msf - HispanTv

Exagente de la CIA a RT: "Netanyahu no quiere la paz entre Israel y Palestina"


No habrá paz entre Israel y Palestina mientras Benjamin Netanyahu sea el primer ministro israelí porque fue él quien suspendió las conversaciones de paz el pasado mes de abril, aseguró en una entrevista a RT el exagente de la CIA Charles Cogan.

Desde el inicio de la operación militar israelí 'Borde Protector' el pasado 7 de julio se estima que al menos 573 palestinos han perdido la vida y más de 3.300 han resultado heridos. Además, se elevan a 27 los soldados israelíes que han muerto durante la ofensiva.
Según el exagente de la CIA, el problema es el estancamiento del proceso de paz.
"El proceso de paz habría continuado" si Netanyahu no lo hubiera suspendido en abril, subrayó Cogan.


El exempleado de la CIA aseguró durante la entrevista que aunque el número de víctimas israelíes es relativamente bajo, aumenta el miedo, "no solo en el sur de Israel, sino también en Tel Aviv y Jerusalén" porque Hamás está lanzando una gran cantidad de cohetes.
"En mi opinión, no habrá paz mientras Netanyahu sea el primer ministro. No la quiere", aseveró.
Netanyahu suspendió las conversaciones después de que Israel se negara a liberar al último grupo de prisioneros palestinos. Fue entonces cuando fracasaron las negociaciones de paz en Oriente Medio impulsadas por EE.UU.
Cogan espera que las vistitas a Oriente Medio del secretario de Estado de EE.UU., John Kerry, y del secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, puedan ayudar a establecer la paz.
Precisamente Kerry fue sorprendido el pasado domingo tildando de "infernal" la operación militar de Israel en la Franja de Gaza.
"Menudo infierno de operación milimétrica. Menudo infierno de operación milimétrica", repetía el secretario de Estado sin percatarse que había un micrófono abierto antes de una entrevista en la cadena Fox.

Actualidad RT

Confirmado: EEUU envió 7,6 millones a oposición de Venezuela en 2013


El gobierno de Estados Unidos continúa financiando a la oposición venezolana, empeñada en desestabilizar al gobierno del presidente Nicolás Maduro, reveló un análisis.

Según documentos públicos, revisados por la agencia de prensa estadounidense Associated Press (AP), el Departamento de Estado y el Fondo Nacional para la Democracia (NED), una organización financiada por Washington y señalada por su pepel injerencista, enviaron alrededor de 7,6 millones de dólares a esas agrupaciones venezolanas el año pasado.
Esta cifra fue un 15 por ciento mayor a la autorizada en 2009, apuntó el estudio al explicar que la NED (por sus siglas en inglés) ha omitido los nombres de los destinatarios en Venezuela de sus informes anuales y desde 2010 tampoco el Departamento de Estado identifica públicamente a estos grupos receptores de dinero.
En estos momentos el Senado de Estados Unidos estudia un proyecto de ley para incrementar el dinero para la subversión en Venezuela de los actuales cinco millones de dólares a 15 millones.
Caracas ha adveritido y denunciado en reiterdas ocasiones acerca del vínculo entre la entrega de los millonarios fondos a esos entes antichavistas con las protestas violentas promovidas desde febrero por la derecha, que han causado la muerte de más de 40 venezolanos.

LibreRed / AVN

CNN destituye a periodista por denunciar amenaza de israelíes


La reportera Diana Magnay, corresponsal en Israel, describió en su cuenta las acciones de los israelíes, quienes, apuntó, “amenazan con destruir nuestro auto si digo una palabra equivocada. Escoria”.

La televisora trasnacional estadounidense CNN, destituyó a la corresponsal que cubría la agresión de Tel Aviv contra Gaza, luego que la periodista calificara como escoria a un grupo de israelíes que festejaban los bombardeos contra civiles, informó hoy un portavoz.
La reportera Diana Magnay se encontraba el jueves en la frontera entre Israel y Gaza, y mientras describía los sucesos, fue testigo de cómo un grupo de israelíes festejó el lanzamiento de misiles sobre territorio palestino.
Tras dar la información, Magnay describió en su cuenta de la red social Twitter las acciones de los israelíes, quienes, apuntó, “amenazan con destruir nuestro auto si digo una palabra equivocada. Escoria”, destacó el diario Huffington Post.
Aunque el tuit fue borrado rápidamente, fue retuiteado más de 200 veces, señaló.
La periodista está profundamente apenada por el lenguaje usado, que iba dirigido solo a aquellos que habían apuntado a nuestro equipo de trabajo, manifestó el portavoz de CNN a la publicación.
Israel es el principal aliado de Estados Unidos en la región de Medio Oriente y Washington le asigna cada año tres mil millones de dólares para mantener y modernizar sus fuerzas bélicas.
El Congreso estadounidense avaló hace tres días una iniciativa que prevé duplicar los fondos para el programa de defensa antimisiles de Tel Aviv.
Este viernes, el presidente norteamericano Barack Obama justificó los ataques del Ejército israelí contra la población de la Franja de Gaza, causantes hasta el momento, tras 11 días de agresión, de unos 265 civiles muertos, en su mayoría mujeres y niños.
Durante una alocución desde la Casa Blanca, el gobernante presentó a Israel, con uno de los 10 ejércitos más potentes del mundo, como una “nación agredida”, remarcando que tiene “derecho a defenderse” frente a los palestinos, que carecen de fuerzas armadas y se encuentran sometidos a un férreo bloqueo.

Prensa Latina