terça-feira, 23 de maio de 2017

Thierry Meyssan: “EE.UU. prepara una guerra en Venezuela”



El analista geopolítico y director de Réseau Voltaire International, Thierry Meyssan, ha explicado su visión de la situación que vive actualmente Venezuela en una entrevista concedida al canal RT.

En ella explica su visión particular sobre lo que está ocurriendo en Venezuela y el papel de Estados Unidos en esta crisis, según su opinión, orquestada por el gobierno americano desde hace tiempo para conducir al país a una guerra civil.

Analiza también otras crisis similares ocurridas en otros países como Ucrania, Siria, Libia o incluso la guerra de los Balcanes, que guardan relación con la crisis actual del país sudamericano y de las cuales podemos aprender diversos paralelismos.

Según Meyssan la estrategia de EE.UU. para dominar el mundo es “dividirlo en dos zonas: Una estable para sus aliados y otra inmersa en el caos de una guerra sin fin”. Según su opinión ahora es el turno de Venezuela: “La situación ya está lista, cuando EE.UU. lo desee va a comenzar la guerra”, advierte el analista.

El analista y activista político francés argumenta que actualmente Estados Unidos está intentando sembrar el caos en el país, mediante enfrentar cada vez más violentamente a la oposición y al gobierno y, en última instancia, conducir al país a una guerra civil.

Meyssan considera que el modus operandi de EE.UU. en los países que quiere desestabilizar es el mismo que ocurrió en Ucrania, en Siria o en Libia: “Siempre comienza exactamente igual: Se acusa al gobierno de cometer crímenes horribles (…) luego envían al país unas fuerzas especiales, unos francotiradores, que se colocan en los techos durante una manifestación, con el objetivo de disparar tanto contra los manifestantes como contra la policía (…). Eso crea una confusión enorme, y cada bando está convencido de que fue el otro el que le disparó, y ese es el comienzo de un enfrentamiento interno”.

Igual método fue utilizado según su opinión por primera vez en Yugoslavia donde al final se desató una terrible guerra civil que dividió al país en siete partes.

Trasladando su explicación a la situación actual, el analista predice: “Aquí me imagino que atacarán estatuas de Hugo Chavez, quemarán la bandera… elementos que no tienen valor militar”. Se trata, según Meyssan, de una guerra simbólica. “Entonces se utilizan los medios internacionales para explicar que es una revolución”, afirma.

Bases militares cerca de Venezuela

Dentro de su tesis hay una parte importante que es conseguir “rodear” al país en cuestión y establecer si es posible una base militar en la zona. Precisamente para el próximo mes de noviembre hay programadas unas maniobras militares militares en la triple frontera de Perú, Colombia y Brasil, con la participación de EE.UU., a solo 700 kilómetros de la frontera venezolana.

“Si van a atacar a Venezuela, sin duda van a utilizar uno o varios países fronterizos con Venezuela, como Perús, Colombia o Brasil. Quizás también Guyana, que también puede servir como base importante para generar el desorden”. También se refirió a las bases militares estadounidenses en Colombia, afirmando que la única razón de que EE.UU. las mantenga allí es porque “está preparando un ataque contra Venezuela”.

Les invitamos a ver la entrevista completa en el video del principio de este artículo.

Geopolitico Es

Coreia do Sul dispara 90 mísseis e não consegue abater drone norte-coreano


Mísseis da Coreia do Sul foram incapazes de derrubar drone norte-coreano

A Coreia do Norte está conseguindo expressivos avanços não apenas na fabricação de mísseis de médio e longo alcance e tecnologia nuclear, mas também no desenvolvimento de drones (aeronaves não tripuladas).

Hoje o Exército sulcoreano disparou 90 mísseis para tentar abater um drone norte-coreano que violava o espaço aéreo na província de Kangowon, por volta das 16 horas no horário coreano (7H00 GMT), fotografando tropas sulcoreanas. Os disparos se mostraram inúteis e o drone retornou à Coreia do Norte sem nenhuma avaria.

O Exército das Forças Conjuntas da Coreia do Sul emitiu nota informando que abriu fogo contra o drone, mas não conseguiram atingi-lo e o objeto retornou à RPD Coreia.

Em 1916 aconteceu fato semelhante: um drone norte-coreano ingressou no território sulcoreano, sobrevoando toda a fronteira com a Coreia e as forças sulcoreanas não conseguiram abater o drone.

A Coreia do Norte denuncia exercícios militares conjuntos dos EUA e Coreia do Sul com o objetivo de fazer chantagem atômica e provocar a Coreia do Norte. O marechal Kim Jong Un declarou que os porta-aviões norte-americanos serão transformados em pó assim que qualquer ato hostil contra o Coreia do Norte seja verificado.

TEMER PODE RENUNCIAR SE TIVER GARANTIA DE QUE NÃO SERÁ PRESO


Brasil 247 - Michel Temer e o núcleo de seus aliados buscam, desde o fim de semana, uma solução para a crise que permita a renúncia e dê a ele garantias de que não irá para a prisão.

As informações são da coluna Poder em Jogo de O Globo.

Temer já teria concordado com a ideia, e opções como indulto ou pedido de asilo foram discutidas nas últimas horas. Entre os articuladores estão José Sarney, Fernando Henrique Cardoso, Romero Jucá e Renan Calheiros.

"O primeiro obstáculo é a escolha de um nome de consenso para substituir Temer, em eleição indireta. A ele caberia acertar uma agenda mínima para a transição até 2018 e convocar uma Constituinte. Gilmar Mendes e Nelson Jobim teriam a preferência do PMDB. Mas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, tem conversado com senadores, e o presidente do PSDB, Tasso Jereissati, apresentou-se ontem como o garantidor das reformas no Congresso. Há uma corrida contra o tempo: há pedidos de impeachment, as condições de governabilidade perdem força a cada minuto. E as ruas podem melar o jogo.
Roteiro na rede

O caminho negociado por PMDB e PSDB foi exposto por Renan Calheiros no Facebook: 'Precisamos construir uma saída na Constituição que garanta eleições gerais em 2018 e Assembleia Nacional Constituinte. Fora disso é o imponderável. Tenho convicção que o presidente compreenderá seu papel e ajudará na construção de uma saída.'"

LOURES, HOMEM DE CONFIANÇA DE TEMER, ENTREGA MALA DA PROPINA À PF


Brasil 247 - O deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), homem de confiança de Michel Temer e que foi flagrado recendo R$ 500 mil em propinas dentro de uma mala entregue pelo grupo JBS, entregou a mala - que estava desaparecida - à Polícia Federal em São Paulo, informa a Folha.

Em sua delação premiada, um dos donos da JBS, Joesley Batista, afirmou que Loures havia sido indicado por Temer para tratar de assuntos de interesse do grupo empresarial junto ao governo. Loures acabou sendo filmado em uma operação controlada da PF ao receber a mala e depois entrando correndo em um táxi no último dia 28 de abril.

No mesmo período, Temer foi gravado pelo empresário avalizando o pagamento de propinas para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso e condenado na Lava Jato.

Ex-oficial da CIA adverte: Estratégia de Trump no Oriente Médio pode gerar guerra com Irã


O apoio do presidente norte-americano, Donald Trump, à Arábia Saudita e a Israel e suas duras palavras contra Teerã devem ser vistos como sinais de que os Estados Unidos e seus aliados estão caminhando para a guerra com o Irã, disse à Sputnik o ex-oficial de inteligência da CIA, Phil Giraldi.

No domingo, na Cúpula Árabe-islâmica americana em Riade, Trump disse que o Irã vem apoiando terroristas, milícias e grupos extremistas que espalham a destruição e o caos em todo o Oriente Médio.

"Temo que estaremos olhando para a guerra com o Irã em pouco tempo, já que está claro que Trump e seus conselheiros já estão completamente nos bolsos israelenses e sauditas sobre o assunto", disse Giraldi, ex-oficial de casos da CIA e oficial de inteligência do Exército dos EUA Disse na segunda-feira.

Giraldi descreveu a repetida retórica hostil de Trump contra o Irã, tanto na Arábia Saudita quanto em Israel, como uma indicação "deprimente" da provável direção futura da política americana no Oriente Médio.
"A parte mais deprimente da performance foi a difamação do Irã como a fonte de todo o terror e do mal na região, uma melodia que foi reproduzida imediatamente após a chegada a Israel com a promessa de que Teerã nunca terá uma arma nuclear", disse Giraldi.

Na realidade, o Irã é uma sociedade muito mais aberta e moderada do que a Arábia Saudita, observou Giraldi.

"O Irã realiza eleições, o que os sauditas não fazem, e está muito distante dos inimigos na região, não é uma ameaça para ninguém, mas é conveniente fingir que é apoiar políticas que de outra forma seriam desagradáveis", disse Giraldi disse.

A falta de experiência de Trump com a história, os conflitos militares, a política e as sociedades do Oriente Médio o tornaram fácil de manipular, alertou Giraldi.
"Trump é muito ignorante para perceber que o que ele está dizendo é um absurdo", disse ele.

Os sauditas encomendaram cerca de US $ 100 bilhões em novas armas de empresas americanas durante a visita de Trump, permitindo-lhe apresentar a reunião como um grande sucesso, observou Giraldi.

"A venda de armas foi o açúcar utilizado pelos sauditas para obter Trump completamente a bordo de sua visão de mundo. A 'luta contra o terrorismo' tem como objetivo fazer todo o Kabuki [analogia a uma forma de teatro japonês] palatável para o público americano e mundial", disse Giraldi.

No entanto, em Riade, Trump abandonou qualquer pretensão de acompanhar sua repetida retórica durante as eleições presidenciais dos Estados Unidos no ano passado para responsabilizar os líderes sauditas por suas décadas de apoio financeiro e outros para extremistas islâmicos, afirmou Giraldi.
"Os sauditas foram, naturalmente, o principal financiador do terrorismo islâmico sunita, o que Trump não ousaria dizer", observou.

Philip Giraldi é diretor-executivo do Conselho para o Interesse Nacional, um grupo que defende políticas de governo dos EUA mais equitativas no Oriente Médio.

Sputniknews

O TERRORISTA (BIBI) E O TONTO (TRUMP)


Trump evita darle la mano a Netanyahu



Al presidente de EE.UU. se le olvidó el protocolo y no dio la mano al premier de Israel tras una reunión bilateral y pese a la insistencia de la parte israelí.

En un giro inesperado y curioso, el mandatario estadounidense, Donald Trump, abandonó el lunes una reunión bilateral con el primer ministro de Israel, Benyamin Netanyahu, en Al-Quds (Jerusalén), sin darle la mano.

El acto tuvo lugar mientras Netanyahu insistía en darle la mano, incluso lo llamó varias veces, pero Trump salió de la escena sin prestar atención alguna a los intentos del premier israelí.

Poco después y con la ayuda de los guardias y asesores presentes en la reunión, Trump estrechó la mano de Netanyahu.

La visita de Trump a los territorios ocupados palestinos, rechazada tanto por los palestinos como por los israelíes, ya había empezado con un desencuentro entre Donald Trump y su esposa, Melania.

Al bajar del avión, el mandatario se dirigía hacia el coche teniendo a su esposa unos pasos atrás y cuando intentó tomarle la mano, como respuesta obtuvo un gesto inesperado: no sólo no se la dio, sino que además pareció estar ofendida o enojada con el presidente.

No se trata de primera vez que el magnate republicano protagoniza escenas incómodas y evita estrechar la mano de líderes mundiales.

El pasado mes de marzo, rechazó ostentosamente corresponder a un saludo de la canciller alemana, Angela Merkel, durante una rueda de prensa conjunta en la Casa Blanca.

Y a principios del presente mes de mayo hizo lo mismo en un encuentro con el primer ministro de Australia, Malcolm Turnbull.

tas/ctl/nal/hispanTv

Trump reúne al imperialismo, el wahabismo y el sionismo


Por Pablo Jofré Leal - HispanTv

Trump en su viaje a Arabia Saudí e Israel, reúne la triada de ideologías como el imperialismo, el wahabismo y el sionismo, y a partir de sus coincidencias e intereses, intensificarán las agresiones contra los pueblos de Oriente Medio.

Tras un periodo de cortísimo y relativo alejamiento, bajo la administración del ex presidente Barack Obama, entre Washington y sus socios de la Casa Al Saud y la entidad sionista, el nuevo mandatario estadounidense ha decidido insuflar nuevos alientos a la relación con sus hijos putativos en Oriente Medio y de pasada incrementar la venta de armas en una región, que es el principal cliente del complejo militar industrial estadounidense. Sólo el año 2016 Arabia saudí gastó 67 mil millones de dólares en armas, presionando, igualmente, para que sus aliados del denominado Consejo de Cooperación del Golfo (CCG, integrado por países árabes ribereños del Golfo Pérsico) inviertan cifras multimillonarias en la compra de armas a Estados Unidos y países aliados como Gran Bretaña y Francia.

El presidente estadounidense, en la ampulosamente denominada Cumbre Árabe-Islámica Americana, ante representantes de 50 naciones musulmanas, con Jefes de Estado o de gobierno de 37 de ellas llamó a combatir al terrorismo. "Expúlsenles. Expúlsenles de sus lugares de culto. Expúlsenles de la tierra santa” sostuvo en dicho encuentro en Riad. A lo que faltó agregar que esos intentos de expulsión debe hacerse con armas, fundamentalmente, Made in USA pero, además, declarar aquello sin rubor alguno frente al papel desempeñado por Washington y precisamente Arabia Saudí en el nacimiento y desarrollo de gran parte de los movimientos terroristas que actúan en el Magreb, Oriente Medio y Asia Central.

Imperialismo y Wahabismo Más Unidos que Nunca

Donald Trump comenzó así, el día 21 de mayo, por tierras sujetas al dominio de la Monarquía Wahabita, un periplo “evangelizador”. Acompañado por sus “apóstoles” : la primera dama, Melania Trump; su hija mayor, Ivanka; su yerno, Jared Kushner; el jefe de gabinete, Reince Priebus, el principal asesor económico de la Casa Blanca, Gary Cohn; su asesor estratégico, Steve Bannon; su asesor de seguridad nacional, Herbert McMaster y el secretario de Estado, Rex Tillerson, entre otros. Un viaje en lo que este mandatario considera implícito un objetivo, que debe ser el eje de la política exterior mundial: simples instrumentos para la gloria y beneficio estadounidense. Un viaje acompañado de declaraciones tan surrealistas, ridículas como también peligrosas como aquella en la cual Trump apeló “a las personas decentes de todas las confesiones a dar batalla a los salvajes criminales que buscan aniquilar la vida”.

Indudablemente tal apelación no era una autocrítica a la labor desempeñada por los gobiernos estadounidenses y sus aliados de Oriente Medio, que son los verdaderos salvajes y criminales contra gran parte de las sociedades del mundo magrebí, de Oriente Medio y Asia Central, donde radica gran parte del mundo islámico. La apelación de Trump tampoco iba dirigida a sus aliados, como la propia Arabia Saudí e Israel que llevan décadas aniquilando vidas humanas, ocupando territorios que no les pertenecen, construyendo muros, asesinado niños, reprimiendo las aspiraciones de libertad de los pueblos como Yemen, Baréin y Palestina. Difundiendo doctrinas terroristas como el wahabismo y el sionismo, asociadas en el crimen y la violación de los derechos humanos de millones de seres humanos.

En un discurso tan hipócrita como falso, Trump, bajo el beneplácito de Monarquías reaccionarias como la Casa Al Saud, los Al Jalifa que gobiernan en Baréin, Qatar, Kuwait, Omán, Emiratos Árabes Unidos, Jordania, entre otros puso la guinda a la torta del surrealismo al acusar a Irán de “avivar las llamas de los conflictos sectarios y del terror en Líbano, Irak y Yemen y de apoyar los indescriptibles crímenes de Bashar al-Asad en Siria”. Esto, porque según Estados Unidos “Irán financia, rearma y adiestra a terroristas, milicias y grupos extremistas que esparcen el caos por la región”.

Una confusión tan execrable como interesada, pues no es posible confundir a quien apoya los esfuerzos del Eje de la Resistencia frente a las agresiones del Wahabismo y el sionismo, que aquellos, que como Estados Unidos y sus aliados, en función de sus intereses geoestratégicos se han dedicado a agredir a países como Irak, Siria, Afganistán, Yemen, Baréin, Libia entre otros generando, desde el año 2001 a la fecha 2.5 millones de muertos, 30 millones de desplazados internos y 15 millones de refugiados, que han ido a incrementar las cifras de hombres y mujeres que buscan, allende su patria, mejores perspectivas de vida.

Paralelo a los encuentros entre la delegación estadounidense y la casta gobernante saudí, el surrealismo y los enredos interesados a las que hago mención se consolidó con la celebración de un Foro Para la Lucha Contra el Terrorismo y el Extremismo patrocinado por la coalición militar islámica antiterrorista, creada en 2015. De los resultados de este inusual encuentro nada se concluyo respecto a exigir que precisamente estas Monarquías cesen el suministro de dinero, armas y milicianos destinado a expandir el terrorismo wahabita.

La prensa occidental, en general, ha signado sin apenas un esbozo de crítica lo que indudablemente representa una falsedad en materia de lo que cotidianamente sufren los pueblos del Magreb, Oriente Medio y Asia Central que es, precisamente, la agresión de fuerzas militares extranjeras donde Estados Unidos participa activamente junto a sus socios de la OTAN. La creación, financiamiento y dotación de armas a grupos terroristas como Daesh, Fath al-Sham, Boko Haram, Ansar al-Dine, Al Shabat, Ahrar al-Sham, que nacen, precisamente bajo el amparo del régimen wahabita y sus aliados. Esto es el uso de la estrategia nacionalsocialista al estilo Goebbels y la propaganda sionista bajo el marco de la Hasbara “miente, miente que siempre algo queda”. Estados Unidos con ayuda de sus medios de comunicación miente descaradamente, sin asumir, en modo alguno, su responsabilidad en la inestabilidad en que vastas regiones del mundo viven hoy sumergidas.

La travesía de Trump por Arabia Saudí y posteriormente por Israel ha mostrado la verdadera dimensión de los objetivos extramuros de Washington bajo la presidencia de este multimillonario. Devenido en el líder de una nación que transita de la política del leading from behind del anterior mandatario estadounidense Barack Obama, a una policía decidida a comprometerse activamente, junto a sus socios sionistas y wahabitas, en la agresión contra los pueblos de Oriente Medio. Pero también, sobre todo aquel que ose enfrentarse a una política imperialista que persigue, fundamentalmente, destruir a Siria, fragmentar Irak, cercar a la República Islámica de Irán e impedir el afianzamiento del avance a occidente por parte de la Federación Rusa.

Para el cumplimiento de estos objetivos la administración estadounidense no escatima esfuerzos y está dispuesta a involucrarse de lleno en las guerras de agresión que la Casa al Saud y el sionismo encabezan, como punta de lanza contra los pueblos de Libia, Siria, Irak, Baréin, Yemen y Palestina. Contando para ello con el apoyo de las monarquías Feudales del Golfo Pérsico, Jordania, Egipto y organizaciones como la OTAN con la activa participación de Francia e Inglaterra.


Al mismo tiempo que Trump sostenía ante representantes de 50 naciones en la denominada Cumbre Islámica-Árabe-Estadounidense “Vengo con un mensaje de amistad, esperanza y amor” el ejecutivo estadounidense, como todo viaje que se precie de tener fines beneficiosos, llevaba consigo el mandato del complejo militar industrial, Así, bajo el escudo de las palabras de buena crianza, llamados a la paz, a combatir el terrorismo, entre otras frases altisonantes, se firmaron acuerdos militares con la Casa al Saud que involucran 110 mil millones de dólares en equipos y pertrechos militares para las fuerzas armadas saudí que sobrepasan los 230 mil efectivos, a lo que se sumarían proyectos por otros 200 mil millones de dólares en obras que beneficiarán a empresas occidentales y de aliados europeos que se comprometan a cerrar los ojos frente a los atropellos a los derechos humanos llevados a cabo por la Casa al Saud.

La multimillonaria venta comprende 84 aviones F 15 SA, 150 helicópteros Black Hawk Apache, navíos de guerra, blindados, tanques, bombas guiadas de alta precisión y un sistema de radar diseñado para derribar misiles balísticos. El paquete incluye armas ligeras, mantenimiento de 115 tanques M1A2, cuatro buques de guerra, sistema de defensa antimisiles THAAD, seguridad marítima, radares y comunicaciones y tecnología de la seguridad cibernética. Como excusa para esta compra, nuevamente irán ha salido al ruedo, tras la declaración de un portavoz de la Casa Blanca frente a esta venta "El contrato de material y servicios de defensa refrenda nuestro tradicional apoyo a la seguridad de Arabia Saudí y del Golfo ante las amenazas iraníes, y contribuye a incrementar la lucha antiterrorista en la región para liberar la carga que recae sobre las tropas de EE UU”

Las armas compradas por la Monarquía wahabita servirán para seguir masacrando a la población de Yemen, reprimir al pueblo de Bahréin, traspasar parte de ellas a las fuerzas terroristas como Daesh, Fath al-Sham, Ahrar al Sham al amparo de lo que el propio Ministro de Relaciones Exteriores de Arabia Saudí, Adel al-Yubeir sostuvo “la administración estadounidense tiene una visión que encaja con la visión del reino sobre el papel de Estados unidos en el mundo; la erradicación del terrorismo, al confrontación con irán, la reconstrucción de las relaciones con aliados tradicionales, el comercio y las inversiones”. He aquí, sin tanto eufemismo los objetivos de compras multimillonarias en una monarquía con alto desempleo juvenil – donde la población del país menor a los 30 años constituye el 65% del total - con un déficit fiscal derivado de la baja del precio del petróleo pero empeñada a seguir actuando en su papel del gendarme del mundo árabe en la región.

Medios estadounidenses señalaron, que además de la venta de armas, la empresa petrolera nacional Saudí Aramco firmó acuerdos por 50 mil millones de dólares con empresas estadounidenses. El ministro de Energía, Khalid al-Falih dijo que los convenios que incluyen a todas las empresas ascendieron a más de 200 mil millones de dólares EE.UU. Otro convenio, entre Saudi Basic Industries Corporation y la estadounidense Exxon Mobil, una empresa dirigida hasta hace poco por el secretario de Estado estadounidense, Rex Tillerson, fue firmado para construir un complejo químico por 20 mil millones de dólares. Ello en una conducta que ha sido clásica en la dirigencia estadounidense: firmar contratos multimillonarios donde alguna vez tuvieron intereses y lo tendrán en el futuro cuando dejen sus cargos públicos.

A pesar de los lazos, cada día más estrechos entre Riad y Tel Aviv, algunas voces del sionismo alertaron sobre la compra de armas saudí. El Ministro de Infraestructura, Energía y Recursos de Aguas, Yuval Steinitz, expresó su preocupación por el acuerdo de armas entre Riad y Washington “Cientos de millones de dólares en acuerdo de armas es algo por lo cual necesitamos recibir una explicación. Sobre todo porque la Monarquía saudí es un país hostil y debemos asegurar que se mantenga la ventaja militar cualitativa de Israel. Este no es país con el que tenemos relaciones diplomáticas y nadie sabe qué es lo que depara el futuro. Espero que recibamos pronto respuestas. Esto es algo que definitivamente debería preocuparnos”. El ministro Ayoob Kara – de origen druso - también expuso el tema durante una reunión de ministros del Likud, preguntándole al primer ministro, Benyamin Netanyahu, si no estaba preocupado por el hecho de que Riad se está convirtiendo en “una potencia mundial superior a nosotros”. Netanyahu dijo que discutiría el asunto en el Gabinete.

Tras el viaje a Arabia Saudí, como primera etapa para la consolidación de una alianza con fines de dominio – donde Washington exige a Riad que se mantengan los niveles de cooperación con el sionismo – Donald Trump dirigió su Air Force One a los territorios palestinos ocupados. Aterrizó el día lunes 22 de mayo en el Aeropuerto de Tel Aviv donde fue recibido por la dirigencia sionista en pleno. En un acto claramente de mayor acogida y beneplácito que aquella que se otorgó a una Barack Obama en fines del año 2016, en que a pesar de otorgarle 38 mil millones de dólares en ayuda militar por la próxima década, fue intensamente criticado por sus tibias opiniones respecto a la política colonial sionista en Palestina. Israel quiere incondicionalidad y lo ha encontrado en este Donald Trump cuya propia familia tiene fuertes vínculos con el sionismo.

Los alcances del viaje a la entidad sionista y los territorios ocupados serán parte de un próximo análisis. Por ahora la imagen de un Donald Trump agasajado por el Wahabismo es más que suficiente para preocuparnos por el futuro de una región que ve con temor esta triada entre Washington-Riad-Tel Aviv. En principio la hipocresía encabeza la carrera por definir de mejor forma este periplo del mandatario estadounidense.

Todo sobre el ataque terrorista durante concierto de Ariana Grande en Mánchester (VIDEO)



Las explosiones han dejado al menos 22 muertos y 59 heridos.

¿Qué sucedió?

Dos fuertes explosiones se han escuchado a las 21:35 GMT este lunes en un estadio de la ciudad de Mánchester durante un concierto de la cantante estadounidense Ariana Grande. Los agentes de seguridad han llamado a la población a mantenerse alejada del lugar. La mayoría de las asistentes al concierto eran chicas menores de edad y mujeres jóvenes que habían ido a ver a la estrella del pop.

¿Dónde se produjo el ataque?

Las explosiones tuvieron lugar en el vestíbulo del estadio Mánchester Arena, que tiene capacidad para 21.000 espectadores y es uno de los mayores escenarios para espectáculos musicales en toda Europa. Debido a la explosión se cerró la estación de Victoria, una de las principales estaciones de ferrocarril de la ciudad, situada cerca del estadio.

Reacción de los testigos

Las personas que asistían al evento huyeron presas del pánico al escuchar unos ruidos que parecían "explosiones". Usuarios de Twitter informaron que se escuchó "un gran estruendo" en la parte final del concierto, después de lo cual se encendieron las luces y todos los asistentes abandonaron rápidamente el estadio, algunos de ellos llorando y gritando. Una testigo relató al diario 'The Guardian' que una explosión "bastante fuerte" sacudió el estadio, por lo que "todo el mundo gritó y trató de salir".



¿Qué dice la Policía?


La Policía de Mánchester ha indicado que el ataque que ha dejado al menos 22 muertos (entre ellos niños) y 59 heridos fue perpetrado por un hombre que murió en el estadio. Las autoridades están investigando si el atacante tenía cómplices. Las autoridades británicas han confirmado que las explosiones en el Mánchester Arena fue un ataque terrorista.

La Policía realiza las detenciones de sospechosos tras el atentado. Algunos de los arrestos se han producido en las áreas de Chorlton y Ashton, situadas en el sur de Mánchester. Entre los sospechosos hay un hombre de 23 años.

Según el jefe de Policía de la región de Manchester, Ian Hopkins, el atacante "trajo y activó un artefacto explosivo improvisado".

Theresa May condena el ataque

La primera ministra británica, Theresa May, ha condenado el "horrible atentado terrorista" de Mánchester y ha afirmado que sus pensamientos están con las víctimas de las explosiones y con sus familias. May ha convocado este martes al comité de crisis COBRA en respuesta al ataque. La campaña electoral en el país ha sido suspendida debido a la actual situación de seguridad.

May ha declarado que la Policía cuenta con los datos sobre el autor del atentado, pero de momento la información no será divulgada. La primera ministra ha calificado el atentado con el "más grave jamás perpetrado en el norte de Inglaterra".



¿Quién es Ariana Grande?


Ariana Grande es una cantante estadounidense que a sus 23 años ya se ha convertido en una de las más famosas estrellas del pop del mundo. Nacida en Florida, empezó su carrera a los 16 años en la serie juvenil 'Victorious' del canal Nickelodeon. En 2016 los American Music Awards la nombraron mejor artista del año. Sus dos álbumes más recientes fueron nominados al mejor disco pop vocal en los prestigiosos premios Grammy. Tras la explosión de este lunes, sus representantes confirmaron que Grande se encontraba segura, pero "en estado de histeria". Más tarde la cantante escribió en su Twitter que está destrozada por lo sucedido.

Actualidad RT



El lanzamiento exitoso del cohete balístico “Hwasong-12” dio otra bofetada al fanfarroneado EE.UU.


El lanzamiento exitoso del cohete balístico estratégico tierra-tierra de mediano y largo alcance del tipo “Hwasong-12” dio otra bofetada al fanfarroneado EE.UU.

El nacimiento del “cohete Juche”, otro medio omnipotente para la defensa de soberanía, deviene un evento histórico que demostró a todo el mundo cómo se debe controlar a EE.UU. que se dedica al chantaje nuclear persiguiendo la opresión y la guerra.

Además, constituye una manifestación de la inagotable fuerza de la RPDC en crecimiento vertiginoso.

Son infructíferas en el caso de Corea la estrategia de pavor y la fanfarronada de EE.UU. que trata de probar a la primera hablando tanto de la “máxima presión e intervención”.

La estrategia en cuestión, orientada a alcanzar fácilmente la meta de agresión al crear extremada inquietud y ambiente de chantaje sobre otros países y naciones, se basa en la “diplomacia de cañonazo” que practicaban las potencias; inclusive EE.UU., en el pasado reciente para convertir en colonias a las naciones débiles amenazándolas con buques de guerra.

En vísperas del fin de la Segunda Guerra Mundial, EE.UU. se hizo el primer portador de arma nuclear del mundo y el caudillo del imperialismo y cambió la “diplomacia de cañonazo” por la estrategia de chantaje nuclear.
Una vez finalizada esa conflagración mundial, la estructura política mundial se ha dividido en el campo socialista y el capitalista.

Desde entoces, la estrategia norteamericana se ha enfocado en intimidar y derrumbar a los países socialistas que se fortalecían cada día más.

Al inculcar la doctrina reaccionaria McCarthyismo, EE.UU. instigó a sus habitantes a la “caza de comunista”, por una parte, y por la otra, como su versión exterior, declaró la Guerra Fría.
Recrudeció la demagogia para santanizar a los países socialistas y la confrontación militar con ellos.

La estrategia de pavor llegó al climax con la política hostil anti-RPDC.

Tras desatar a mediados del siglo pasado la guerra de agresión a Corea, el imperio cometió el acto criminal de volver a ejercer la amenaza nuclear sobre el pueblo coreano, víctima directa del primer uso de bomba atómica contra Japón.

Se torna más brutal que nuca la estrategia de pavor desde que apareció la nueva administración Trump.

Ella definió como política sobre Corea la “máxima presión e intervención” presentando como primer asunto de la política de diplomacia y seguridad la solución del problema nuclear coreano.
No oculta que su estrategia es la más intransigente y hostil que la de las sucesivas administraciones antecesoras, chismeando que el “modo de acercamiento al Norte de Corea significa “el golpe preventivo”.

Por conducto de las altas figuras de la Casa Blanca y los medios de prensa, anunció que la “opción militar está sobre la mesa” y la “vía militar es la única solución del problema del Norte de Corea”. Insatisfecho de ello, el mismo Trump publicó repetidamente en su Twitter los “artículos de advertencia” tildando a Corea de “amenaza de alcance mundial”.

Trajo a la Península Coreana otra crisis de guerra nuclear al movilizar en los entrenamientos militares conjuntos Key Resolve y Foal Eagle 17 no sólo las propiedades estratégicas nucleares, sino también los efectivos y equipos para la operación especial y adiestrar el golpe preventivo para la “eliminación de la Dirección Suprema” y el “derrocamiento del régimen” de la RPDC.
Hoy día, la estrategia norteamericana se ejecuta de modo multilateral y múltiple.

Además de la movilización general de 3 propiedades estratégicas, o sea, el bombardero estratégico nuclear, el ICBM y el submarino nuclear, obliga a los países vecinos y relacionados con Corea a aislarla en lo político y diplomático, sancionarla de manera superintensa y descomponerla mediante la penetración cultural.

Debido a dicha estrategia que destruye la paz y la seguridad mundiales y causa solamente la inquietud y la crisis de la sociedad internacional, reina en el globo terráqueo la ley de selva y se violan la justicia y la verdad.

Sin embargo, ella siempre sufre fracaso en el caso de la RPDC.

La RPDC se enfrentó sin vacilación alguna durante más de 70 años con la “única superpotencia” a que ni los poseedores de armas nucleares se atreven a rivalizar y recorrió con pasos firmes la única senda de la independencia, el Songun y el socialismo con el espíritu de ataque y la voluntad indoblegable.

El poderío estatal de la RPDC, que emerge como gigante por encima de EE.UU., y su ímpetu de destruir definitivamente este imperio del mal testimonian que la pomposa estrategia de terror de EE.UU. es la fanfarronada que ultraja únicamente a los países sin armas nucleares y las naciones débiles.

La inmensa fuerza de Corea, que hace temblar de miedo al imperio norteamericano, alardoso de millares de ojivas nucleares y de su condición de “primera economía mundial”, no reside en el dinero ni en la bomba atómica.

La profundidad estratégica que garantiza la victoria de Corea y el factor decisivo de este triunfo es el poderío de gran ideología.

Hoy día, brilla como potencia invencible la RPDC que cuenta con el gran poderío de ideología, la unidad monolítica inquebrantable ni con armas nucleares, el inagotable poderío militar y el espíritu de autofortalecimiento que no conoce lo imposible.

Ya pasó una vez por todas el tiempo en que EE.UU. amenazaba a Corea con armas nucleares.

EE.UU. ya no significa amenaza y pánico para la RPDC y está al revéz tal correlación.

Es enorme el poderío de Corea que acaba con la estrategia de pavor de EE.UU., manchada de despotismo, agresión e intervención, y conduce en la delantera la construcción de un nuevo mundo pacífico y próspero.

En el futuro también, la RPDC se defenderá con fuerza de justicia y salvaguardará la paz y la seguridad de la Península Coreana, la regíon y el resto del mundo.

Fraternalmente.

Instituto de Amistad Coreano-Latinoamericano y del Caribe

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Imagens do novo míssil lançado pela Coreia do Norte


Em apenas duas semanas a RPD Coreia - Coreia do Norte - lançou com sucesso dois mísseis de médio alcance. Nos próximos dias espera-se lançamento de novas armas.

A Coreia do Norte não se submete ao domínio imperialista dos EUA, e como tal sofre sanções absurdas e criminosas, endossadas pela Organização das Nações Unidas, uma cúmplice contumaz dos crimes de guerra praticados pelos EUA e seus asseclas: França, Israel e Inglaterra.

Assista a seguir mais um teste da RPD Coreia com mísseis de médio alcance. No mês passado o país lançou um míssil de longo alcance, que caiu no mar da Rússia.



Actualidad RT

Como os EUA invadem América Latina?


Honduras, Paraguai, Brasil e agora a Venezuela, como é que os Estados Unidos impõem sua política na região da América Latina?

Em uma entrevista exclusiva para a Sputnik Mundo, o ex-presidente das Honduras, Manuel Zelaya, conta sobre o golpe de Estado realizado no seu país, reflete sobre o imperialismo e sublinha o papel que os EUA desempenham na região.
A derrubada de Zelaya chocou os países da América Latina e fez com que o mundo voltasse a acreditar na possibilidade de golpes militares. Para o próprio Zelaya, sua destituição em 28 de junho de 2009 deu início ao ciclo que continuou com Fernando Lugo no Paraguai (2012) e Dilma Rousseff no Brasil (2016).

Primeira vítima da reviravolta de direita

O líder do Equador, Rafael Correa, chamou o golpe nas Honduras de "reviravolta de direita" na América Latina e de ofensiva dos EUA e oligarquias locais contra autoridades. Passados oito anos, o ex-líder das Honduras concorda com essa avaliação.

"O retorno dos movimentos de direita agressivos e reacionários não aconteceu por acaso. Foi a resposta de Washington porque os EUA sentem que estão perdendo espaço na América Latina e as corporações querem deter as mudanças sociais. Hoje em dia estão cercando a Venezuela", diz Zelaya.

No caso de Zelaya, os soldados invadiram sua casa sem ordens, destruíram tudo e o levaram de casa.
"Um grupo de militares, em conluio com as elites desasseadas e 'falcões' de Washington, derrubaram um presidente democraticamente eleito e o largaram em outro país", descreve Zelaya sua derrubada.

"EUA fazem a mesma coisa em todos os países que invadem"

Depois do golpe de 2009, Washington primeiro o condenou, mas depois apoiou os golpistas e as "eleições sob o assobio das balas".

"A mesma coisa fizeram eles [EUA] no Afeganistão, Iraque, Líbia, em todos os países que eles invadiram. […] Por isso, considero que o crescimento da influência da direita na América Latina é um processo planejado", afirmou o ex-presidente.

Em todos os casos destacados (Honduras, Paraguai, Brasil), "o processo foi acompanhado pelos ataques na mídia, mentira e violações nas eleições" e o retorno da direita foi imposto à força. Como frisou o ex-líder das Honduras, nestas condições de pressão as eleições não podem ser consideradas legais.
Ele lembra que, antes do fim do mandato, Obama emitiu um decreto em que chamou Venezuela de uma "ameaça extraordinária" para a segurança dos EUA.

"A agressão se virou para Nicolás Maduro. O império aperta o círculo em torno da Venezuela", considera o interlocutor da Sputnik Mundo.

Com Trump nada vai mudar

Logo depois de assumir a presidência, Trump mudou quase completamente sua posição em relação à Rússia e China. Manuel Zelaya afirma que sabe a resposta para essa reviravolta esperada: "O império é mais forte que seus presidentes."

"As pessoas pensam que eles escolhem os presidentes, acreditando que são os presidentes que têm plenos poderes. Eu estiver no poder e eu sei que a você é permitido governar apenas se você se submete ao império, bem como à oligarquia mediática, econômica e militar. Se você está contra — todo mundo está contra você", confessou o ex-presidente.

Falando de Trump, Zelaya diz que ele [Trump] tinha seus próprios pontos de vista para a presidência, mas tudo mudou quando lhe explicaram as vantagens das guerras e invasões. Ele se tornou igual a qualquer outro presidente dos EUA.

"A ideia que ele pode se opor ao império é um mito. Ele pode ser destituído em qualquer momento", afirma Zelaya.
O ex-líder das Honduras revelou que o primeiro documento que ele recebeu quando assumiu o cargo foi a "lista das pessoas para formar Governo" enviada e composta pela embaixada americana.

"É assim que eles governam nossos países. Quando eu o percebi, eu já não podia seguir a minha posição antiga [de direita], precisei de mudar", recorda Zelaya.

Ninguém dará à América Latina a liberdade, independência e soberania de presente, tudo precisa ser conquistado na luta, concluiu o ex-presidente.

Sputniknews



Um livro na contra-mão da imprensa canalha


Trump já está atacando a Coreia do Norte, economicamente


Desde a Guerra da Coreia nos anos 50, os governos que se sucederem nos EUA - todos, sem exceção - praticaram terrorismo de Estado contra a RPD Coreia - Coreia do Norte, por diversos motivos de interesses econômico e estratégico, mas o principal deles: a Coreia do Norte tem fronteiras com a China e com a Rússia, países considerados “inimigos” dos norte-americanos porque são obstáculos à dominação mundial pretendida pelos EUA.

Caso os EUA conseguissem dominar a Coreia do Norte, colocando em seu governo fantoches, como fizeram com a Coreia do Sul, teriam espaço privilegiado para instalar centros de espionagem com torres de alta potência, para monitorar todas as comunicações na China e na Rússia.

Como se sabe, desde o discurso de Muamar Kadafi nas Nações Unidas, quando o líder líbio desmascarou a organização provando com fatos que ela está a serviço dos interesses criminosos e imperialistas das grandes potências, a Coreia do Norte tem sido alvo de sanções unilaterais das Nações Unidas que visam sufocar economicamente o país, tornado vulnerável aos ataques dos EUA.

No mês passado o governo Trump aprovou nas Nações Unidas mais uma sanção econômica contra a Coreia do Norte, proibindo a exportação de carvão, metais e minerais. Esta sanção é criminosa, fruto de terrorismo de Estado praticado pelos EUA com a cumplicidade dos países membros das Nações Unidas. Pretende levar a fome e a pobreza para a população norte-coreana visando enfraquecer o governo.

O marechal Kim Jong Un sabe que os exemplos da Líbia de Kadafi e do Iraque de Sadam Hussein (outrora nações ricas) demonstram claramente as verdadeiras intenções do imperialismo norte-americano: destruir nações para roubar suas riquezas naturais, gás e petróleo.

Seguidor da filosofia Juche, o marechal que é filho e neto de heróis nacionais (Kim Il Sung e Kim Jong Il), transformou o país em uma nação próspera, na maior potência nuclear da Ásia.

Esta é a resposta do povo norte-coreano ao terrorismo de Estado praticado pelos sucessivos governos dos EUA com o apoio da imprensa ocidental e de seus cúmplices nas Nações Unidas. Uma resposta que mudou para sempre o conceito de potência impune dos EUA. Agora os imperialistas norte-americanos encontraram um inimigo capaz de reduzir a pó – através de ogivas nucleares – seus potentes porta-aviões que cruzam os sete mares levando terror e destruição aos pequenos povos e nações, saqueando países.

José Gil
Presidente do Comitê Brasileiro de Solidariedade à RPD Coreia

TEMER DESAFIA O BRASIL E DIZ: SE QUISEREM, ME DERRUBEM


Rejeitado por 92% dos brasileiros, Michel Temer virou um trambolho para o País; depois de conspirar contra a presidente legítima Dilma Rousseff, usurpar o poder e ser flagrado cometendo vários crimes, pelos quais será denunciado pela Procuradoria-Geral da República, ele diz que não renuncia; em entrevista, Temer diz que não vai sair do poder; "Se quiserem, me derrubem", desafia; o peemedebista disse ainda que recebeu Joesley Batista sem saber que o empresário era investigado; Temer insinuou também que o PSDB é seu refém e não conseguirá se libertar dele, reiterando que o apoio dos tucanos segue até 2018; sobre Rodrigo Rocha Loures, flagrado recebendo uma mala de R$ 500 mil em nome dele, Temer avaliou que ele é de "boa índole"

Brasil 247 - Gravado por Joesley Batista avalizando o pagamento pelo silêncio de Eduardo Cunha, Michel Temer nega o óbvio: que a crise se instalou em seu governo.

Em entrevista a Fabio Zanini, Daniela Lima e Marina Dias na Folha de S.Paulo, o peemedebista, rejeitado por 92% dos brasileiros, desafia a população e diz que não sai do cargo.

"Agora, mantenho a serenidade, especialmente na medida em que eu disse: eu não vou renunciar. Se quiserem, me derrubem, porque, se eu renuncio, é uma declaração de culpa."

Apesar do extenso noticiário sobre as operações Carne Fraca e Cui Bono, em que Joesley Batista é citado, Temer disse que desconhecia que o empresário estivesse sendo investigado.

Apesar das várias décadas de articulação política, ele diz que agiu com ingenuidade ao receber Joesley na residência oficial, tarde da noite, e sem registro público da agenda, como manda a lei.

"Ingenuidade. Fui ingênuo ao receber uma pessoa naquele momento."

Temer demonstrou ainda que tem o PSDB como refém. Questionado sobre até quando dura o apoio dos tucanos, ele não titubeou: "Até 31/12 de 2018."

Temer disse ainda que Rodrigo Rocha Loures, flagrado recebendo uma mala de R$ 500 mil em nome dele, é de "boa índole".

Sobre Rodrigo Rocha Loures, flagrado recebendo uma mala de R$ 500 mil em nome dele, Temer avaliou que ele é de "boa índole"

"Ele é um homem, coitado, ele é de boa índole, de muito boa índole. Eu o conheci como deputado, depois foi para o meu gabinete na Vice-Presidência, depois me acompanhou na Presidência, mas um homem de muito boa índole."

População vai às ruas em todo o Brasil por Diretas Já


Manifestação em São Paulo

Milhares de pessoas saíram às ruas das principais cidades do Brasil neste domingo para exigir a imediata renúncia de Michel Temer e a convocação de eleições diretas. Os atos mobilizados pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo aconteceram em mais de 30 municípios.

Em boa parte do país o domingo foi de muita chuva, mas as condições climáticas não impediram a população de ocupar as ruas para exigir a renúncia do presidente golpista que agora é investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução à justiça.
Desde a última quarta-feira (17), quando os empresários do frigorífico JBS entregaram à justiça uma série de materiais com áudios e vídeos capazes de provar o envolvimento de Michel Temer e aliados em um grande esquema de corrupção, o castelo de areia do golpista começou a ruir.

As grandes manifestações registradas nas principais cidades neste domingo mostram a força popular que exige a renúncia de Temer. Os manifestantes pedem ainda a convocação imediata de novas eleições e rechaçam qualquer tentativa de decisão indireta.

Em São Paulo, os organizadores acreditam que mais de 30 mil pessoas ocuparam a Avenida Paulista, apesar da chuva que não deu trégua em nenhum momento do dia. Outras capitais também tiveram manifestações numerosas, entre elas Fortaleza, no Ceará, que contabilizou cerca de 30 mil pessoas e Salvador, na Bahia, com 10 mil.

Patria Latina

China pede aos EUA 100 dias para influenciar Coreia do Norte


Pequim pediu a Washington um prazo de 100 dias para influenciar economicamente a Coreia do Norte.

Segundo escreve o jornal japonês Asahi, este foi um dos assuntos discutidos durante o encontro entre Trump e Xi Jinping em abril.

As autoridades americanas exigiram medidas mais duras em relação à Coreia do Norte. Noventa por cento das exportações norte-coreanas vão para a China. Se a China não cumprir a exigência, os EUA ameaçaram que as sanções aplicadas contra Pyongyang passarão a incluir empresas e instituições chinesas que colaboram com a Coreia do Norte, destaca o jornal japonês. Caso isto aconteça, as empresas chinesas não poderão interagir com parceiros americanos.

Em resposta, a China pediu um adiamento de 100 dias, igual a outro que Pequim já tinha pedido a Washington mais cedo, para fazer mudanças no comércio externo, destaca Asahi. O plano comercial de 100 dias, destinado a aumentar as exportações dos EUA à China, prevê reduzir o desequilíbrio do comércio externo entre os dois países, bem como reduzir o défice comercial norte-americano.
No entanto, a edição japonesa tem dúvidas de que a China possa influenciar a Coreia do Norte, que apenas em uma semana realizou dois lançamentos de mísseis. O último lançamento ocorreu este domingo e, de acordo com Pyongyang, foi bem-sucedido.

Destaca-se que ambos os planos de 100 dias serão discutidos no decurso da cúpula do G7, marcada para julho.

Coreia do Norte não quer seguir os passos de Saddam e Kadhafi

Coreia do Norte não iniciará unilateralmente uma guerra, afirmou à Sputnik o suíço Felix Abt, um dos primeiros empresários estrangeiros a investir neste país asiático.

"Coreia do Norte esteve observando de perto os acontecimentos no Iraque e na Líbia. Saddam e Gaddafi não tinham nada com que pudessem assustar o Ocidente para evitar a guerra contra eles. Por isso, as autoridades da Coreia do Norte não vão renunciar às armas nucleares para se assegurarem que não sofrerão o mesmo destino. Porem, não vão ser os primeiros a usar estas armas, porque isso, sem dúvida, significaria seu fim", destacou Abt.

O empresário viveu e trabalhou na Coreia do Norte durante sete anos, de 2002 a 2009, já contribuiu muito para os intercâmbios comerciais entre este país asiático e a Europa.

Em 2005, ele estabeleceu juntamente com seus sócios na Coreia do Norte a associação European Business Association, que se converteu em primeira câmara de comércio estrangeira presente no país asiático. Mais tarde, foi fundada a câmara chinesa.

Depois de terem sido ativadas as sanções ocidentais, a European Business Association cessou suas atividades na Coreia do Norte, enquanto a câmara chinesa continua funcionando.
Abt está muito preocupado que neste ano, depois da aprovação de uma proposta dos Estados Unidos, a ONU proíba a exportação dos produtos mais importantes da Coreia do Norte: o carvão, metais e minerais. "Se a China, o principal parceiro comercial da Coreia do Norte, aplicar plenamente o embargo, seguidamente a Coreia do Norte perderá de imediato praticamente todos seus ingressos em divisas", afirma o especialista.

Sem divisas Pyongyang não será capaz de importar nada. "Isso será um golpe duro para a economia e para muitos cidadãos da Coreia do Norte que vivem das receitas do comércio de mercadorias importadas. Neste caso, o crescimento econômico dos últimos anos pode abrandar muito, e o resultado poderia ser uma grande fome como a dos anos 90", concluiu o empresário.

Sputniknews

Irán insta a EEUU a NO vender armas a patrocinadores del terrorismo


El portavoz de la Cancillería persa, Bahram Qasemi, durante una rueda de prensa.

Irán insta a EE.UU. a detener la iranofobia que fomenta vendiendo armas peligrosas a países defensores del terrorismo.

“El presidente de EE.UU., en unas declaraciones intervencionistas, repetitivas y llenas de acusaciones sin fundamento contra nuestro país que promueven la iranofobia, ha intentado seguir con las políticas hostiles de EE.UU. contra Irán y animar a los países de la región a comprar aun más armas estadounidenses”, ha precisado este lunes el portavoz de la Cancillería persa, Bahram Qasemi.

El portavoz ha condenado contundentemente las posiciones erróneas, las declaraciones intervencionistas y las medidas perturbadoras y provocadoras de la nueva Administración de EE.UU., cuyo objetivo es conseguir la estabilidad y superioridad del régimen de Israel.

Recordando al presidente de EE.UU., Donald Trump, sus posiciones propagandísticas pasadas, en las que condenaba la injerencia de la anterior administración en los asuntos internos de los países de la región y su papel en la creación de grupos terroristas como el EIIL (Daesh, en árabe), ha instado al Gobierno de EE.UU. a "dejar de lado sus políticas belicistas e intervencionistas, su iranofobia y la venta de armas peligrosas e inútiles a los verdaderos y principales patrocinadores del terrorismo".

“Desafortunadamente, debido a las políticas hostiles y agresivas de las autoridades de EE.UU., somos testigos del fortalecimiento de los grupos terroristas en la región”, ha explicado.

Asimismo, ha aclarado que el nuevo Gobierno de EE.UU. ha adoptado una política de comercialización de la seguridad, y por tanto ha pedido a los estados regionales que, en lugar de comprar millones de dólares en armas, gasten su dinero en bienestar para su pueblo.

En otra parte de sus declaraciones, ha subrayado que EE.UU acusa a Irán de desestabilizar la región, pero recuerda a ese país que durante decenas de años ha brindado un apoyo multilateral, financiero, armamentístico y de inteligencia al régimen israelí para reprimir al pueblo palestino, y en los últimos años, ha armado a los regímenes árabes de la región del Golfo Pérsico para que estos maten al indefenso pueblo de Yemen.

En su intervención en una conferencia en Riad, la capital saudí, el mandatario norteamericano dedicó el domingo parte de su discurso a lanzar ataques verbales contra la República Islámica de Irán, a la que volvió a acusar de promover el “terrorismo y sectarismo” y pidió a todos los países que trabajen juntos para “aislar” a Irán.

En reacción, el canciller iraní, Mohamad Yavad Zarif, rechazó la misma jornada las acusaciones antiraníes de Trump reiterando que Washington quiere sacarle dinero a Arabia Saudí.

Parece que las repetidas acusaciones de Trump y sus antecesores contra Irán, así como sus intentos de generar iranofobia en el Oriente Medio, son parte de la estrategia de Washington para crear una amenaza ficticia con el fin de conseguir contratos millonarios de venta de armas con los Estados árabes, como hizo el sábado en Riad.

tmv/snz/nii/HispanTv

Cataluña ultima su independencia de España con o sin referéndum


Una manifestación política en apoyo a la independencia de Cataluña en el Palacio de Congresos de Cataluña en Barcelona, 19 de mayo de 2017.

La Generalitat, con la ‘ley de ruptura’, pretende declarar la independencia unilateral e ‎inmediata de Cataluña si el Gobierno español impide el referéndum.‎

El diario español El País ha tenido acceso al borrador secreto de la Ley de Transitoriedad Jurídica, conocida como ‘ley de ruptura’, donde se contempla que si el Gobierno español presidido por Mariano Rajoy impide el referéndum independentista, inmediatamente Cataluña declarará de forma unilateral su independencia de España.

“Si el Estado español impidiera de manera efectiva la celebración del referéndum, esta ley entrará en vigor de manera completa e inmediata cuando el Parlamento constate este impedimento”, según la disposición final del borrador citado hoy lunes por El País.

La mayoría independentista del Parlament ha impuesto ya una reforma del reglamento, lo que permitiría que en apenas 48 horas se aprobara el texto de dicha ley, sin capacidad de reacción por parte de la oposición, y de inmediato se pondría en marcha la independencia de Cataluña.

El borrador de la referida ley instituye una república parlamentaria en Cataluña y, de hecho, especifica de "manera exhaustiva —aunque plagada de lagunas legales e incógnitas— hasta el último detalle de la ruptura: quiénes serían ciudadanos catalanes y cómo sería posible obtener la nacionalidad; qué leyes españolas permanecerían en vigor y cuáles dejarían de estar en vigor automáticamente; cuál sería el destino de los funcionarios de la Administración General del Estado que residan en Cataluña; qué pasaría con los contratos de obra o servicios públicos firmados por el Gobierno central y con los inmuebles propiedad del Estado español", escribe el El País.

En medio de las tensiones, el presidente de la Generalitat (Gobierno regional catalán), Carles Puigdemont, viaja este lunes a Madrid (capital española) para ofrecer por última vez un acuerdo al presidente del Gobierno español, Mariano Rajoy, del gobernante Partido Popular (PP), y negociar un referéndum pactado sobre el futuro político de Cataluña.

"Los autores de este borrador dan por descontados actos y realidades jurídicas y materiales de enorme trascendencia y complejidad, como que la nueva república seguiría formando parte de Europa, que las prestaciones sociales como el paro o las pensiones estarían garantizadas o que todos los impuestos —y las sanciones por su incumplimiento— pasarían a depender íntegramente del Govern", escribe el El País.

Puigdemont aseguró en diciembre de 2016 que el referéndum sobre la independencia de Cataluña se celebraría en 2017 “de manera indefectible” (con o sin el aval de Madrid) y que bastaría con el 50 % de los votos más uno a favor para declarar la independencia de forma unilateral.

Sin embargo, el Gobierno central se opone a un referéndum de independencia en Cataluña y trata de frenarlo. El Gobierno español y Gobierno catalán se debaten prácticamente en una guerra política después de que en octubre de 2016 el Parlamento catalán aprobara la celebración de un referéndum secesionista, al margen de que las autoridades centrales del Estado español dieran o no su aprobación.

ftn/snz/nii/HispanTv

Misil de Pyongyang está listo para su uso contra los enemigos


Corea del Norte dice que el misil balístico de mediano alcance que probó ayer ‎domingo con éxito está listo para la ‘acción’ contra los objetivos hostiles.‎

La agencia estatal de noticias norcoreana KCNA ha informado este lunes de que el líder del país, Kim Jong-un, supervisó el lanzamiento del misil Pukguksong-2, y aprobó el despliegue en el campo de batalla de este sistema de armas.

KCNA ha citado a Kim, que expresó "gran satisfacción" con la prueba, congratulando los "perfectos" resultados.

"Dijo con orgullo que el nivel de aciertos del misil es muy alto y que el Pukguksong-2 es un arma estratégica de gran éxito, por ello aprobó el despliegue de este sistema de armas para la acción", ha indicado la KCNA, citando al líder norcoreano.

La agencia de noticias norcoreana también ha indicado que el lanzamiento del misil "verificó completamente" la fiabilidad y exactitud del dispositivo, y el sistema de orientación de última generación de la ojiva nuclear, registrado por un dispositivo colocado en la ojiva.

El primer ministro japonés, Shinzo Abe, indignado por la última prueba de misiles de su vecina del Norte, dijo el domingo que Pyongyang con ese lanzamiento desafió a la región e incluso al mundo. La prueba fue "un desaire y un desafío a los esfuerzos internacionales por una resolución pacífica", advirtió.

El misil balístico Pukguksong-2 voló unos 500 kilómetros, alcanzando una altitud de 560 kilómetros y aterrizó en aguas de la costa este de Corea del Norte, informó el domingo el Ejército surcoreano.

La KCAN ya había comentado el domingo que la prueba “exitosa” del misil balístico demuestra el desarrollo de las capacidades nacionales para golpear los objetivos de EE.UU.

El anterior lanzamiento se produjo el pasado domingo (el 14 de mayo). Pyongyang disparó un misil modelo Hwasong-12, capaz de portar una ojiva nuclear pesada, hacia el mar del Japón, donde también se encuentran las bases estadounidenses.

Corea del Norte ha alertado en reiteradas ocasiones del estallido de “una guerra nuclear” en la península coreana de seguir los actos “hostiles” de Washington en su contra.

tmv/snz/nii/HispanTv