domingo, 26 de junho de 2016

Brasil: O divórcio entre Congresso e povo


Por Roberto Amaral, no site Carta Maior:

A crise, a palavra da moda, na boca dos políticos e dos eleitores descontentes, na boca de empresários e trabalhadores (com significados diversos), tonitruada pelos meios de comunicação de massa, essa crise brasileira de nossos dias, é, fundamentalmente, política, e é ao mesmo tempo uma crise de representatividade e de legitimidade que ataca de morte os Poderes da República.

É preciso conjurá-la, antes que ponha por terra o projeto de democracia representativa, antes que ameace a integridade institucional de que sempre se aproveitam as forças conservadoras para impor o retrocesso político e o retrocesso social.

O processo de impeachment não é a crise, mas um sintoma dela, agravado pela crise das instituições da democracia representativa.

O sistema de partidos – rejeitado pelo eleitorado – está falido e nenhum remendo o salvará. Sua inanidade é estrutural, é orgânica, é morfológica, é ideológica. Faliu como meio e como fim. O processo eleitoral (fundado no poder econômico e no abuso do poder político) está, também e por consequência, falido e é um dos principais geradores da crise política, pois um de seus mais notáveis frutos é a desmoralização do mandato eletivo.

Dessa falência dupla resultam poderes em crise, dirigentes ilegítimos e mandatários sem legitimidade, donde, e por fim, a grave agonia da democracia representativa, atacada de vez pela violência do impeachment brandido contra a presidente Dilma Rousseff.

A tentativa de tomada de assalto de seu mandato é uma agressão à ordem constitucional (v.g. o art. 85 da C.F.) – mas é, acima de tudo, uma agressão à soberania popular.

As bases seminais da democracia liberal são os fundamentos constitucionais e a estrita legalidade, sem o que poderemos ter Estado de direito, mas, jamais, Estado de direito democrático, que é aquele que interessa às grandes massas.

O respeito à Constituição implica, necessariamente e incontornavelmente, o respeito à voz das urnas: o exercício da presidência é privativo de um delegado da soberania popular, escolhido pelo único instrumento conhecido pelas democracias: o voto. E é isto que está em jogo.

Os pressupostos de constitucionalidade e legalidade – respeito à soberania popular, império irrecorrível do voto – jamais foram considerados pela direita brasileira, useira e vezeira no emprego da violência golpista, enquanto a defesa da legalidade e da Constituição, como agora, é a bandeira da qual as esquerdas brasileiras não podem abrir mão.

O Poder Legislativo que temos – despido de legitimidade – é composto majoritariamente por parlamentares com os quais os eleitores não se identificam, e assim se acha atingido letalmente por aquela que é, certamente, a mais grave crise de representação em toda a história republicana.


Sem falar nas duas dezenas de senadores e nos quase duzentos deputados federais indiciados em inquéritos, ora no STF, ora na Lava Jato, ora aqui, ora acolá. Ademais é, o Parlamento que aí está, como coletivo, uma instituição reacionária, atrasada, descomprometida com o interesse nacional, quando deveria ser a expressão da vontade popular.

Comandada pelo chamado baixo clero e comandada pelo governo interino, está a Câmara dos Deputados empenhada em destruir o que foi possível construir nos últimos 12/13 anos, de Estado social e projeto de desenvolvimento autônomo. O profundo divórcio entre o Parlamento e a Nação, entre o eleitor e o eleito, é, sem dúvida, o sinal mais alarmante da crise da representação.

O divórcio entre Congresso e povo parece, em nossos dias, sem conciliação possível. E isto é péssimo augúrio.

Temos hoje um Poder Executivo infuncional, dominado por grupos de interesses que não dizem respeito aos grandes interesses do povo, da nação e do país. Presentemente, agravando sua crise ética, a Presidência foi tomada de assalto por uma súcia de tal padrão (a começar pelo presidente interino) que um jornal estrangeiro - o alemão Die Zeit - não pôde deixar de questionar, em manchete de primeira página: "Isso é um governo ou uma gangue?".

Como se habitassem outro planeta, ou um Olimpo cego para a história e a realidade, setores da alta burocracia estatal (como o Ministério Público e a Polícia Federal) constituem nichos de poder autônomos dentro do Estado.


Completa a tríade um Poder Judiciário a serviço da luta de classes, autoritário, intrinsecamente reacionário e prepotente, que se julga dispensado de dar satisfação a qualquer dos demais Poderes, e muito menos à sociedade, embora seja o único dos três poderes da República sem respaldo na soberania popular.

Um STF que se permite decidir contra a expressão clara e límpida da Constituição, que faz e refaz jurisprudência em função de interesses em causa e interfere mesmo no processo legiferante, instaurando a insegurança jurídica; uma Corte que se deixou partidarizar depois de politizar-se, e, em função de uma e outra opção, termina por renunciar à isenção, desnaturando-se.

Rompendo as fronteiras das competências dos demais poderes, arvora-se em verdadeiro Poder moderador, arcaísmo monárquico inaceitável na República.

Atuando e vivendo fora dos manuais da Constituição escritos para os alunos de nossas faculdades de direito, atuam, impávidos, inalcançáveis, de mãos dadas, o poder econômico-financeiro e o poder da mídia oligopolizada, senão o mais poderoso, por certo o mais nefasto dentre todos.

Os meios de comunicação de massa (que possuem prepostos em todas as esferas do poder político) não conhecem limites: manipulam a opinião pública, distorcem a vontade eleitoral, interferem no exercício do poder, ditam o processo político-ideológico, constroem artificialmente a narrativa histórica, e se constituem em verdadeiro partido político. O mais forte de todos.

Vivemos os estertores do ciclo (mais um dentre tantos na Historia e na República) que teve início com a Constituinte de 1988, a quem devemos quase 30 anos de normalidade democrática e avanços sociais que precisam ser conservados e aprofundados.

Esta é a tarefa histórica.

É verdade que a presidente Dilma Rousseff terá dificuldades para enfrentar desafio de tamanha monta – superar essa crise e plantar as bases de um novo Brasil – mas, por outro lado, não será um governo fruto do assalto ao mandato popular, e assim essencialmente e irrecuperavelmente ilegítimo, como o interino que aí está, que poderá cumprir com essa missão inadiável.

Legitimada pelos mais de 54 milhões de votos que a elegeram, a presidente Dilma poderá reconduzir a nação no caminho de um novo pacto político, de que carecemos para salvar a democracia representativa e retomar o desenvolvimento.

Esgotado um ciclo, o processo histórico engendra sua alternativa e deverão as forças populares disputar, nessa construção, seu papel de agente.

Fortalecida pelo apoio que vem colhendo nas ruas, fortalecida com a vitória no julgamento pelo Senado (na qual todos os democratas devem estar prioritariamente empenhados), desvendados (como já se vão desvendando) os reais propósitos da sanha peemedebista maquinada pelo vice perjuro, caberá à presidente da república discutir com a Nação os novos rumos do país que lhe incumbirá comandar imediatamente a partir da recuperação de seu mandato.

Mas a partir também da autocrítica indispensável, que a consagrará, sobre sua opção política em 2015, autocrítica que se completará com a esperada, e já quase tardia, autocrítica do Partido dos Trabalhadores, reclamada por sua militância mas sempre adiada por seus dirigentes.

(A propósito, por que a presidente reluta assinar a Carta-compromisso que a Frente Brasil Popular lhe sugeriu?)

Armada dessas iniciativas, a presidente falará às massas para ser ouvida e, sepultando o falecido ‘presidencialismo de coalizão’, construirá um novo pacto, político-popular. Ou, melhor dito, terá em suas mãos as condições políticas e morais, além da legitimidade, necessárias para reconduzir o Brasil na trilha de seu destino de grande nação, o que compreende a retomada do desenvolvimento, do fortalecimento do setor produtivo, do combate à pobreza e das políticas de distribuição de renda e compensação social e, afinal, a retomada do pleno emprego.

Soluções de curto prazo que se apresentam como fáceis e quase mágicas enfrentam irremovíveis obstáculos jurídicos e de ordem prática, pondo em dúvida sua eficácia como alternativa, contribuindo, assim, para desviar a luta popular do foco essencial, que é combater o governo interino e derrotar o impeachment.

As esquerdas optaram pelo pelo estado de direito democrático e devem seguir nele, evitando a atração por desvios, alternativas que lembram casuísmos, gambiarras, improvisos de consequências imprevisíveis.

Por tudo isso e pelo mais que não precisa ser posto em evidência a esta altura de nossa história, o que incumbe às esquerdas e às forças democráticas, hoje, como prioridade, é a defesa da ordem constitucional. E o ponto de partida é a defesa do mandato constitucional, legítimo e legal da presidente Dilma Rousseff.

Serra agride o Mercosul em favor do EUA


Por Helder Lima, na Rede Brasil Atual:

O ministro interino das Relações Exteriores, José Serra, ataca veladamente o Mercosul. Serra alega que o país deve poder celebrar acordos comerciais com os mais diferentes países. O que está em jogo é uma resolução do Mercosul, a Decisão 32, de 2000, que define que os acordos comerciais não podem ser feitos sem aprovação do bloco. Ontem (24) o próprio presidente interino Michel Temer saiu em defesa da ideia, em entrevista à rádio Estadão, pregando a necessidade de flexibilizar a decisão para que o país faça acordos tarifários livres com os parceiros que quiser.

O argumento não convence os críticos do governo provisório. Não convence nem mesmo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), uma das madrinhas do afastamento de Dilma Rousseff. Na prática, se negociar tarifas a seu bel-prazer o governo interino vai jogar contra a indústria, contra os empregos e agravar a recessão, segundo afirmam fontes ouvidas pela RBA.

Um deles é o economista Kjeld Jakobsen, que foi secretário de Relações Internacionais da CUT, da prefeitura de São Paulo e integra a diretoria da Fundação Perseu Abramo. Para ele, o "governo golpista" demonstra não entender nada de economia, de políticas sociais, de direitos humanos e tampouco de comércio. "Isso por várias razões. Primeiro porque o Mercosul não impede que você negocie com outros países. O que ele pode impedir é que você faça acordos de livre comércio com taxas inferiores à Tarifa Externa Comum (TEC) que existe no Mercosul", afirma Kjeld Jakobsen. “Se fizer isso, você traz para dentro do bloco o que a gente chama de desvio de comércio, porque os outros vão exportar para o Brasil, com tarifa menor do que a TEC, e o Brasil vai com tarifa zero para os outros quatro países do Mercosul”, explica.

Nas notícias que circularam ontem (25) sobre a questão despontam a possibilidade de o país fazer acordos com Canadá, Japão, Coreia e o bloco formado por pequenos países europeus, como Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein. Mas isso não diz tudo, na opinião do embaixador Samuel Pinheiro Guimarães. “Quando você faz um acordo de livre comércio com um país, e você leva a zero a tarifa, os outros países também perdem. O que ele (Serra) está pretendendo fazer é começar com esse tipo de país para depois fazer com os grandes, porque com esses (os pequenos) não tem nenhum impacto. Vai ver o tamanho do comércio do Brasil com esses países. É absolutamente insignificante. Ele quer abrir um precedente para fazer com outros países”, alerta Guimarães.

“Essas pessoas são antipátria, são antinacionais, contra o trabalho, contra o povo, contra os trabalhadores. Certamente é uma medida que agravaria a recessão. É tudo o que os outros países querem, que é exportar para cá”, diz o embaixador. “A falta de conhecimento, a falta de sentimento de nação é muito grande e a ignorância também. Você acha que ele quer ter livre comércio com a Suíça? O que eles querem é um esquema de livre comércio com os Estados Unidos. E com a Europa. É uma questão ideológica – eles querem a Alca (Área de Livre Comércio das Américas, proposta pelos Estados Unidos em 1994, mas que não prosperou) e claro que os Estados Unidos também querem isso, porque vão exportar muito para o Brasil. Os Estados Unidos hoje em dia já têm um superávit com o Brasil muito grande”, afirma Pinheiro Guimarães.

“Se revogar isso (a decisão 32/00) significa o fim do Mercosul, o que seria um prejuízo muito grande porque um dos destinos mais importantes das exportações brasileiras é exatamente o Mercosul, principalmente no que diz respeito a bens industrializados, que é um setor em que o Brasil vem perdendo competitividade, por várias razões”, diz o diretor Jacobsen. “A existência do Mercosul não impediu que a China se tornasse o principal parceiro comercial do Brasil, que está em primeiro lugar nas nossas relações comerciais. Essa relação cresceu mais de 1.000% de 2002 para os dias atuais. E mesmo aqui na América do Sul, o segundo maior crescimento de comércio do Brasil foi com a Argentina por causa do Mercosul. Esse crescimento é superior a 800%, de 2002 para os dias atuais”, afirma o economista.

"Os caras não estão nem aí, porque eles vão fazer negócios. Eles fazem negócios. Você pode buscar no WikiLeaks as declarações do Serra no passado sobre a Chevron – ele garantiu que ia mudar a legislação. E ninguém disse nada, coisa documentada. Para eles não tem negócio de pátria. São contra a nossa soberania, contra o nosso desenvolvimento e a favor de seu enriquecimento pessoal", sustenta o embaixador. E lembra: "Basta ver as pessoas que participaram do governo Fernando Henrique como elas estão 'pobres'. Veja a fortuna dos economistas que participaram do governo Fernando Henrique. Estão todos milionários", afirma Guimarães.

Abatidos 1300 terroristas durante la operación de Mosul


El ministro de Defensa de Irak, Jaled al-Obeidi, ofrece una conferencia de prensa.

Al menos 1300 terroristas fueron abatidos durante las operaciones para liberar la parte sureña de Mosul (norte de Irak), según un alto funcionario iraquí.

Además de revelar la cifra, el ministro iraquí de Defensa, Jaled al-Obeidi, aseguró el sábado que Mosul y otras regiones controladas por el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) serán liberadas “dentro de un año”.

En una conferencia de prensa realizada tras su reunión con los dirigentes militares en Nínive (provincia en la que se encuentra Mosul), el titular de Defensa indicó que la primera etapa de la operación de liberación de Mosul todavía continúa.

Dio a conocer también que se registraron progresos importantes en la parte occidental de Mosul, para después prometer que la victoria es inminente y que la banda terrorista takfirí pronto será destruida.


Mosul, situado a 400 kilómetros de la ciudad capitalina de Bagdad, cayó en junio de 2014 bajo el control de Daesh —que se infiltró desde la vecina Siria— y más tarde esta ciudad se convirtió en el principal bastión del EIIL en el país árabe.

El primer ministro de Irak, Haidar al-Abadi, señaló asimismo que la liberación de Mosul está muy cerca, ya que esta ciudad es el “próximo destino” de las fuerzas iraquíes tras la liberación de la estratégica ciudad de Faluya (centro).


En cuanto a Faluya, el ministro de Defensa de Irak afirmó que el 90 por ciento de la ciudad es “segura y habitable”, desactivando a Daesh, de hecho, manifestó que las tropas iraquíes impidieron a los terroristas destruir Faluya tal como lo hicieron con Ramadi (centro) y Sinyar (norte).

Igualmente, Hadi al-Ameri, comandante de las fuerzas populares iraquíes, conocidas también como Al-Hashad al-Shabi, anunció el sábado que se inició la última fase de la ofensiva contra los terroristas del EIIL en Faluya y que en los próximos días habrá un anuncio sobre su liberación total.

Por otra parte, un portavoz no identificado de las Operaciones del Comando Conjunto de Irak informó en la jornada del sábado que un total de 2185 sospechosos de Daesh fueron detenidos cuando intentaban huir de Faluya entre los civiles que están abandonando la ciudad.

La gran ofensiva para recuperar Faluya comenzó a finales de mayo y las defensas del EIIL en buena parte de la ciudad se derrumbaron de forma repentina. Durante estas operaciones, las fuerzas iraquíes han matado a más de 2500 extremistas de Daesh.

zss/ctl/msf/HispanTv

Cazas rusos matan a dos ‘emires’ de Ahrar al-Sham cerca de Damasco


Los aviones rusos de combate mataron el sábado a dos emires del grupo terrorista Ahrar al-Sham, en las periferias de Damasco, la capital de Siria.

Los cazas rusos bombardearon las posiciones de Ahrar al-Sham cerca de la ciudad de Jan Al-Sheih, en la región de Quta al este de Damasco. Los ataques aéreos rusos resultaron en la muerte de "Abu Ibrahim Al-Shabaj y Abu Al-Jair, ha informado este domingo la agencia siria de noticias Almasdar News.

En los últimos meses, Ahrar al-Sham recibió duros golpes infligidos tanto por el Ejército sirio como por la Fuerza Área de Rusia. El pasado diciembre, el cabecilla de esta banda extremista takfirí Zahran Aloush fue alcanzado en un ataque aéreo de la aviación siria en Quta.


Abu Badr al-Najdi, un líder saudí del grupo terrorista Ahrar al-Sham.

mkh/ktg/rba/;HispanTv

sexta-feira, 24 de junho de 2016

PÓS-BREXIT, TEMER CRITICA MERCOSUL E ROSSETTO REAGE


Em entrevista nesta sexta-feira, o presidente interino defendeu "universalizar as relações do Brasil", criticou "ligações exteriores pautadas por critérios ideológicos", o que, segundo ele, vinha sendo praticado, e afirmou ser preciso "repensar" o Mercosul; declarações foram feitas pouco depois do resultado do plebiscito que decidiu pela saída do Reino Unido da União Europeia; pouco antes das declarações de Temer, ao comentar o Brexit, o ex-ministro Miguel Rossetto havia criticado a possibilidade de o Brasil se afastar do Mercosul: "Antes que algum estúpido se empolgue com a decisão lamentável do Reino Unido, é fundamental fortalecer a integração entre os países do Mercosul e da Unasul, rejeitar uma ideia reacionária e egoísta que aprofunda a separação entre os povos e a xenofobia, estimula a segregação social e a violência"

247 – Pouco depois do resultado do plebiscito que decidiu pela saída do Reino Unido da União Europeia, nesta sexta-feira 24, o presidente interino, Michel Temer, dava declarações no sentido de "universalizar as relações do Brasil" e "repensar" o Mercosul.

Em entrevista à Rádio Estadão, pela manhã, ele também criticou o que chamou de "ligações exteriores pautadas por critérios ideológicos", que vinham se sendo praticadas até então, segundo ele, o que é "impensável", em sua opinião.

"Desde que o Serra assumiu, a nossa ideia é universalizar as relações do nosso País. Porque, em um dado momento, você sabe disso, muitas vezes a ligação, digamos assim, do nosso País, pautava-se mais por critérios ideológicos e isto, a meu modo de ver, é impensável", declarou Michel Temer.

Ele também defendeu "rediscutir um pouco a questão do Mercosul, não para eliminá-lo, mas para, quem sabe, dar-lhe uma diretriz mais segura nessa tese da universalização das relações com os outros países". De acordo com Temer, "muitas vezes o Brasil tem dificuldades de fazer um acordo tarifário, qualquer coisa dessa natureza, porque está preso aos compromissos do Mercosul".

Antes das declarações de Temer, o ex-ministro do Trabalho no governo Dilma Rousseff, Miguel Rossetto, havia criticado duramente a decisão do Reino Unido, classificada por ele como "lamentável", além de "reacionária e egoísta".

Rossetto também criticou, em sua fala, a possibilidade de o Brasil se afastar do Mercosul, em uma espécie de inspiração no Brexit.

"Antes que algum estúpido se empolgue com a decisão lamentável do Reino Unido, é fundamental fortalecer a integração entre os países do Mercosul e da Unasul, rejeitar uma ideia reacionária e egoísta que aprofunda a separação entre os povos e a xenofobia, estimula a segregação social e a violência", disse.

Brasil 247

Carta aberta a Sérgio Moro


Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Caro Moro:

Me desculpe a franqueza, mas o senhor é uma desgraça nacional. Simboliza a justiça partidária que tanto mal faz ao país.


O senhor é um antiexemplo. No futuro, quando formos uma sociedade mais avançada, ficará a pergunta: como pudemos tolerar um juiz tão parcial?

Sequer as aparências o senhor respeitou. São abjetas as imagens em que o senhor aparece ao lado de barões da mídia como João Roberto Marinho e de políticos da direita como João Dória.

O senhor tem ideia do que aconteceria na Inglaterra se um juiz com tanto poder como o senhor confraternizasse com caciques da política e da mídia?

Mas o pior não foram as aparências: foram e são os atos práticos.

Como o senhor não se envergonhou de participar dos espetáculos circenses em que o objetivo era criminalizar um e apenas um partido, o PT?

Como o senhor não se envergonhou em passar para a Globo conversas criminosamente gravadas entre Lula e Dilma?

Caro Moro: como o senhor consegue dormir?

Vejamos os fatos destes últimos dias. O senhor e sua Lava Jato foram fulminantes em prender um ex-ministro de Lula e embaraçar o editor de um site que representa um tipo de visão completamente ignorado pelas grandes empresas jornalísticas.

Funcionários da PF, em extravagantes uniformes de camuflagem e fortemente armados, se deixaram também fotografar em frente à sede do PT em São Paulo.

O senhor tem noção do ridículo, do patético disso? Parecia que os policiais estavam indo desbaratar uma célula dos Estados Islâmicos.

Mas, ao mesmo tempo, ficamos todos sabendo que vocês fracassaram miseravelmente não uma, mas duas vezes em intimar a mulher de Eduardo Cunha, Claudia Cruz.

Vocês não sabem sequer onde ela fica para entregar a intimação? Ou o empenho frenético em investigar e atacar um lado é contrabalançado pela negligência obscena em tratar casos ligados ao outro lado?

O senhor tem ideia do desgaste que este tipo de coisa provoca em sua imagem em milhões de brasileiros?

Um homem pode ser medido pelos admiradores que semeia. O senhor é hoje venerado pelo mesmo público que idolatra Bolsonaro: são pessoas essencialmente racistas, homofóbicas, raivosas, altamente conservadoras e brutalmente desinformadas.

O senhor não combateu, verdadeiramente, a corrupção. O senhor combateu e combate o PT. São duas coisas distintas. Falo isso com a tranquilidade de quem jamais pertenceu ao PT ou teve qualquer vínculo com o partido. Meu pai se elegeu presidente do sindicato dos jornalistas de SP, no começo dos anos 1980, numa disputa épica contra o representante do PT, Rui Falcão. Jamais superei certas mágoas do PT até porque meu pai era meu norte e meu sul, meu leste e meu oeste.

Não fossem os delatores, as roubalheiras de gente como Aécio, Temer e Jucá permaneceriam desconhecidas e intocadas.

Não fossem as autoridades suíças, as contas secretas que finalmente liquidaram a maior vocação corrupta das últimas décadas no Brasil não seriam conhecidas, e Eduardo Cunha continuaria a cometer seus crimes.

Caro Moro: o senhor há de ter o mesmo destino de um homem que teve um papel igual ao seu na política brasileira, Joaquim Barbosa.

A mídia o usou e espremeu ao máximo, e depois o descartou. JB não é nota sequer de rodapé dos jornais e revistas. Não é ouvido para nada.

O senhor, como JB no Mensalão, está tendo seus dias de Cinderela, porque é útil à plutocracia. Mas Gata Borralheira sempre ronda a Cinderela, como o senhor sabe.

Sinceramente.

Paulo

Poroshenko visita Donbass e prevê 'escalada das hostilidades'


O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, fez uma visita não planejada à região de Donbass, conforme relatou o seu porta-voz, Svyatoslav Tsegolko, em sua página no Facebook.

"O presidente assinou um decreto sobre a desmobilização da quinta leva da linha de frente, dois quilômetros do novo terminal do aeroporto de Donetsk. A viagem não foi planejada, de modo que os soldados ficaram realmente chocado. Alguns deles disseram que estavam prontos para servir de forma cotnratual", escreveu Tsegolko.

Em março, Poroshenko havia afirmado que tinha assinado um decreto sobre a desmobilização das tropas da reserva, convocadas durante a quarta leva de mobilização parcial, que durou de 21 de julho de 2014 até 14 de Janeiro de 2015.

O presidente ucraniano disse que não tem a intenção de declarar uma nova onda de mobilização. Mais cedo, durante um discurso na frente dos militares na região de Kharkiv, Pyotr Poroshenko disse que a convocação por contrato do exército será aumentado, mas no momento não é possível abandonar o recrutamento e a mobilização.

Segundo Poroshenko, a Ucrânia vai continuar a fortalecer as forças armadas, visto que os dias de "pacifismo frívolo" passaram e aumenta a probabilidade de "escalada em larga escala das hostilidades" no leste do país.

Sputniknews

Presidente Maduro: la Fanb garantiza como columna vertebral la paz y soberanía de Venezuela


El presidente de la República, Nicolás Maduro, quien participa esta tarde a Fuerte Tiuna en los actos conmemorativos de la Batalla de Carabobo que hoy cumple 195 años de haberse librado, felicitó al Ejército bolivariano y destacó que son la columna vertebral de la paz y soberanía de la nación.

Indicó además que “hoy la consciencia y el más grande valor se ha cultivado en el liderazgo militar que lleva adelante esta profunda Revolución Militar en medio de esta huracanada Revolución Bolivariana del siglo XXI”.

Destacó “la consciencia y compromiso con la más grande función que cumple nuestra fuerza armada que es garantizar como columna vertebral, la paz, democracia, soberanía e independencia venezolana”.

El mandatario también manifestó que “la democracia está como concepto revolucionario de participación y protagonismo de un pueblo, contemplado en la Constitución de 1999″.


“195 años han pasado de la batalla que quebró la dominación imperial y que fundó la República. Fundó Colombia, la grande y bolivariana, un proceso inédito. El pueblo unido convertido en Ejército, la propia existencia de la República necesita un ejército como pueblo y un pueblo armado como Ejército”, dijo el dignatario.

Expresó sus felicitaciones al Ejército de la patria. “Ha vuelto a ser el ejército de los libertadores. Hoy es un día muy especial porque es un día para reflexionar en medio del fraguar de la batalla de este siglo XXI, la gloria de esta patria fue fundada por un pueblo que decidió ser libre”, agregó.

En este sentido, señaló que “tenemos que agradecer al Comandante Hugo Chávez y supo tomar la bandera, moral y espíritu original, una fuerza armada nacional con pensamiento propio y moral propia”. “Estamos viviendo en Carabobo, ya no hay que volver a Carabobo y debemos continuar con el Ejercito al frente defendiendo al pueblo”.

Más temprano, en la red social Twitter, el mandatario señaló que hoy se cumplen “195 años de la gran victoria de Carabobo, el Pueblo hecho Ejército fundó la patria ¡Vamos por el camino de Bolívar y Chávez!”.

Aporrea

‘La salida del Reino Unido de la UE constituye una victoria para Putin’


El presidente de Rusia, Vladimir Putin.

La decisión del Reino Unido de salir de la UE es una gran victoria para el presidente ruso, Vladimir Putin, asegura un diplomático estadounidense.

“Felicito a Putin por su victoria esta noche con el brexit. La de esta noche es una gran victoria para los objetivos de la política exterior de Putin”, tuiteó el jueves Michael McFaul, antiguo embajador de Estados Unidos a Rusia.

El diplomático añadió que la Unión Europea (UE), Estados Unidos y el Reino Unido salen perdiendo con el abandono de la UE por este ultimo, mientras que aquellos a los que no interesan la unión de Europa y la cercanía entre EE.UU. y los países europeos se han beneficiado de este suceso.

McFaul también observó que el brexit debilita a Europa, algo que, sostiene, Putin prefiere, y que abre la vía para que Rusia propague su visión de una unión Eurasiática alternativa a la Unión Europa que incluya a Asia y a Europa.

Además, McFaul calificó la salida británica de la UE como una posible muestra de la disolución de la UE, algo que podría dar aun más ventaja a Rusia para negociar los términos con los que se levantarían las sanciones adoptadas en su contra, dado que uno de los oponentes más importantes de Rusia, el Reino Unido, ya no forma parte de la UE.

Un total de 52 % votó a favor de la salida frente al 48 % que dijeron no a la separación, según los recuentos de votos, con una participación del 72 %.

Se espera que las negociaciones para la salida del Reino Unido tomen unos dos años.

hgn/mla/rba/HispanTv

Hezbolá despliega más combatientes en la provincia siria de Alepo


Combatientes de Hezbolá durante una operación antiterrorista en el territorio sirio.

Más combatientes del movimiento libanés (Hezbolá) llegan a la provincia siria de Alepo (norte) para intensificar la lucha contra los grupos terroristas.

El portal sirio Almasdarnews, citando a fuentes del Ejército de Siria, anunció que el nuevo contingente del Movimiento de la Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) llegó la mañana del viernes a la estratégica aldea de Al-Hadher.

La fuente añade que el nuevo convoy militar de Hezoblá está compuesto por veteranos de guerra que habían participado, junto a las tropas leales al presidente sirio, Bashar al-Asad, en varios enfrentamientos en diferente partes del país árabe, incluido en la primera operación lanzada contra los terroristas en el sur de Alepo.

El despliegue de las fuerzas de Hezbolá se produjo horas antes de que el secretario general del movimiento libanés, Seyed Hasan Nasrolá, anunciara en un discurso televisado en vivo que la Resistencia desplegará su mayor contingente militar en esa zona.

Durante esta aparición televisiva realizada con la ocasión de los cuarenta días transcurridos desde la muerte del comandante de Hezbolá Mostafa Badr al-Din a manos de grupos takfiríes en Siria, Nasrolá hizo hincapié en la situación delicada en Alepo.

Adujo que los enemigos de Siria han enviado a miles de terroristas de diferentes nacionalidades a Alepo, mientras que las fronteras turcas estaban abiertas a ellos. Su plan, adelantó Nasrolá, era invadir esta localidad estratégica.

Al respecto, el líder de Hezbolá resaltó que dejar sola esta localidad siria, otorgaría nueva oportunidad al complot saudí-estadounidense-takfirí para marcar una “gran victoria” en Siria y neutralizaría los logros que consiguió la Resistencia en el pasado ante los grupos terroristas.

Tras advertir que los enemigos han lanzado nueva fase de guerra contra el Gobierno de Damasco, Nasrolá dejó claro que defender a Alepo es defender al resto de Siria, al Gobierno de Damasco, a El Líbano, a Irak y a Jordania.

“Fuimos a Alepo cuando era necesario y nos quedaremos ahí. Eso era la estrategia de Badr al-Din”, señaló el secretario general de Hezbolá.

Siria entró en el mes de marzo en el sexto año de un cruento conflicto que, según estima el enviado especial de Naciones Unidas para Siria, Staffan de Mistura, ha dejado más de 400.000 muertos.

ask/ctl/HispanTv

Presidente búlgaro advierte: Una desintegración de la UE conducirá a III guerra mundial


Una de las posibles consecuencias de la salida del Reino Unido de la UE sería el colapso total del bloque, lo que ‘per se’ desembocaría en una nueva guerra.

Finalmente y en el marco de una histórica decisión, los británicos se despidieron de la Unión Europea (UE), en un referéndum cuyos resultados acabaron con el optimismo inicial creado por algunos sondeos a favor de la permanencia en el bloque comunitario.

Entretanto y como era de esperar, la salida del Reino Unido de la UE, el brexit ha generado preocupación entre los líderes del continente por el futuro del bloque y, en particular, por las voces que piden seguir el ejemplo de Londres.

Todo esto ha llevado a varios presidentes de la región a pensar y, claro está, a advertir sobre una posible desintegración de la UE; especulación que de llevarse a la realidad, daría lugar al comienzo de una tercera guerra mundial.

“Si la UE se desintegrara se produciría una guerra, porque después de dos sangrientas guerras mundiales la única conclusión y la única fórmula que ha funcionado es que haya integración”, ha alertado este viernes el presidente búlgaro, Rosen Plevneliev.

Si no hay integración y cooperación, “estoy seguro de que habrá otra guerra en Europa”, ha señalado el mandatario durante un debate en Sofía (capital), donde asimismo se encontraba el presidente de Alemania, Joachim Gauck.

En un primer momento, Marine Le Pen, presidenta del Frente Nacional (FN) francés aseguró que el colapso de la Unión Europea es una cuestión de tiempo, ya que a su juicio, los dos pilares de la UE, la zona Schengen y el euro, están en proceso de desmoronamiento.

En la actualidad, ha proseguido Plevneliev, se están produciendo 11 crisis simultáneas en el seno del bloque, cada una de ellas con un guión distinto. “Este conflicto podría convertirse en una confrontación militar”, ha advertido conforme al portal de noticias Novini.bg

Para finalizar ha trazado un paralelismo entre la dirección de la UE y la familia: “Cuando es difícil y pesado, cada miembro de la familia debe ayudar a actuar de forma conjunta y responsable. Estoy orgulloso de que justamente sea lo que hace Bulgaria”, ha indicado.

mpv/ctl/hnb/HispanTv

Seis razones por la que el 'Brexit' es una mala noticia para la economía mundial


Los mercados no tardaron en reaccionar a la salida del Reino Unido de la Unión Europea y el futuro parece aun menos prometedor.


Las consecuencias del 'Brexit' se podrán evaluar mejor con el correr de los días, sin embargo algunas consecuencias ya se empiezan a ver y podrían traer serios problemas para le economía británica y mundial.

Caída de la libra esterlina

Al conocerse los resultados del referéndum, la moneda británica se desplomó un 10% y quedó en 1,32 dólares. Algunos analistas plantean que es la peor caída desde 1992, otros afirman que hay que remontarse a 1985.

"Cuando cae la libra, el país se hace más pobre que ayer", explicó a RT el economista Pau A. Monserrat Valentí. El especialista añadió que, según su mirada, a corto y medio plazo, "la economía y los ciudadanos británicos lo van a pasar mal".

Retroceso de los mercados del mundo

Este viernes en promedio las bolsas de Asia cayeron un 10% de acuerdo con The Economist. El medio de comunicación financiero explicó que "los inversores detestan la incertidumbre y el resultado de la consulta da lugar a un exceso de la misma".

Asimismo detalló que si bien "el Reino Unido representa tan sólo el 3,9 % de la producción mundial" la economía británica "ocupa un lugar preponderante en Europa, donde es un consumidor fiable". Una modificación de esta situación sería contraproducente ya que "cualquier interrupción en el crecimiento europeo es particularmente inoportuno" en este momento.

Peligran las inversiones

Una recesión en el Reino Unido, "parece probable" afirma también The Economist. En ese sentido la inversión empresarial se verá "afectada" tanto por "la incertidumbre sobre el futuro acceso tanto al mercado único" como para otros lugares en los que el Reino Unido tiene acuerdos comerciales negociados por la Unión Europea.

Asimismo la caída de la libra esterlina limitará la posibilidad de inversión de las empresas británicas en el mundo provocando un descenso de capitales de inversión en diversos países.

Devaluación y fuga de dólares en países emergentes

"Los mayores costos de este dramático vuelco recaen sobre los mercados periféricos, cuyas bolsas y riesgo se desploman ante la salida de capitales y la devaluación de sus monedas", explica el diario argentino La Nación.

Es que ante la caída de la libra, la onza de oro subió un 8% ya que aumentó la demanda de activos de resguardo para tratar de evitar pérdidas. Al mismo tiempo los precios de los bonos del Tesoro de los Estados Unidos también treparon 2,5% en dollar-index, "un indicador que mide a esa divisa contra otras 6 semejantes y cuyo constante retrocesos había fomentado en los últimos meses una recuperación de los 'commodities' y las monedas emergentes, en general", añade el periódico.

Presión sobre China

Siguiendo a The Economist, "una economía europea más débil, ciertamente, afectará las exportaciones chinas".

Al mismo tiempo, el aumento del riesgo planteará una renovada fortaleza del dólar, ante el debilitamiento de las monedas de Europa "lo que podría a su vez poner más de presión a la baja sobre el yuan".

Petróleo en picada

Los contratos de futuro para agosto de la marca WTI en la Bolsa de Valores de Nueva York han caído un 6,31%, hasta los 46,95 dólares por barril.

Por su parte en el ICE Futures de Londres los contratos de futuro, también para agosto de la marca Brent, descendieron un 5,99% hasta los 47,84 dólares por barril.

Antes del referéndum el precio del petróleo venía en ascenso con un crecimiento del 30% en lo que iba a de 2016.

Actualidad RT

Prisão de Paulo Bernardo é para garantir o impeachment, denuncia Gleisi Hoffmann


A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) divulgou nota acerca da ação da PF que resultou na prisão do marido ela, Paulo Bernardo. Para ela, uma estratégia do governo golpista para garantir o impeachment no Senado.

Nota de Gleisi Hoffmann:

Hoje foi um dia muito triste na minha vida como mulher, como política e, sobretudo, como mãe. Conheço o pai dos meus filhos. Sei das suas qualidades e do que não faria, por isso sei da injustiça que sofreu nesta manhã.

Mais de 10 pessoas estranhas entraram em minha casa com ordem de busca e apreensão. Trouxeram também uma ordem de prisão preventiva contra o Paulo.
Busca e apreensão após quase um ano de início do processo?!

Prisão preventiva para previnir o que?! Uma fuga? Um conluio? Qual risco representa ele?

Desde que esse processo começou, Paulo se colocou inúmeras vezes à disposição da Justiça, sempre esteve totalmente disponível, tem endereço conhecido.

Vieram coercitivamente buscá-lo em casa, na presença de nossos filhos menores. Um desrespeito humano sem tamanho, desnecessário. Não havia nada em nossa casa que podia ser levado. Mesmo assim levaram o computador do meu filho adolescente. Fiquei olhando meu menino e pensei sobre a dor que sentia com aquela situação.

Quem nos conhece sabe que não fizemos fortuna, não temos conta no exterior, levamos uma vida confortável, porém modesta. O patrimônio que temos, parte financiado, foi comprado com nossos salários.

Não me cabe outra explicação que não o desvio de foco da opinião pública deste governo claramente envolvido em desvios, em ataques aos direitos conquistados pela população. Garantir o impeachment é tudo o que mais lhes interessa neste momento.

Sergio Moro tenta intimar esposa de Cunha mas fracassa duas vezes


Sergio Moro fracassa duas vezes ao tentar intimar Cláudia Cruz, esposa do presidente afastado da Câmara dos Deputados, denunciada na Lava-Jato por lavagem de dinheiro e evasão de divisas

O juiz Sérgio Moro já tentou por duas vezes, sem sucesso, intimar Cláudia Cruz, mulher do presidente afastado da Câmara dos Deputados, denunciada na Lava-Jato por lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O mandado de citação foi expedido pela Justiça Federal do Rio e o oficial de Justiça foi duas vezes ao endereço do casal, na Barra da Tijuca, nos dias 14 e 16 passados. Numa das vezes, foi informado pelo caseiro que Cláudia está morando em Brasília, no imóvel funcional da presidência da Câmara dos Deputados.
A Justiça do Paraná teve de expedir outra carta precatória, agora para Brasília, para que Cláudia Cruz seja intimada e apresente resposta aos autos. A denúncia contra a mulher de Cunha foi apresentada à Justiça Federal de Curitiba pelo Ministério Público Federal, depois que as investigações foram desmembradas das investigações contra o deputado, que tem foro privilegiado.
O advogado de Cláudia Cruz, Pierpaolo Bottini, disse que informou ao oficial de Justiça que sua cliente pode ser encontrada nos fim de semana no Rio de Janeiro e, de segunda a sexta, no endereço de Brasília.

Cláudia segue com Moro

Nesta quarta-feira, durante o julgamento da denúncia contra o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pelo recebimento de propina em contas secretas na Suíça, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que sejam mantidos sob a responsabilidade do juiz federal Sérgio Moro a ação contra Cláudia Cruz, e o inquérito que investiga a filha do deputado, Danielle Dytz da Cunha Doctorovich.
Apenas os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes votaram para que os processos da mulher e da filha de Cunha também tramitassem no STF. Os outros 9 ministros seguiram o relator, Teori Zavascki.
Na denúncia contra a mulher do peemedebista, os procuradores da Lava Jato apontam que o dinheiro recebido por Cunha em contas na Suíça transitou por duas contas secretas do deputado até chegar a uma conta em nome de sua mulher.
Já a filha de Cunha é alvo de um inquérito, mas não chegou a ser denunciada por nenhum crime pelo Ministério Público. Um cartão de crédito que teria utilizado recursos das contas na Suíça estava em nome de Danielle.

Pragmatismo Político

União Europeia exige que Reino Unido comece procedimento de saída o mais breve possível


Os líderes da União Europeia estão prestes a iniciar negociações sobre a saída do Reino Unido da união muito em breve, indica o comunicado conjunto do presidente do Conselho Europeu Donald Tusk, do presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e do presidente atual do Conselho da UE, o premiê honaldês Mark Rutte.

"Estamos prestes a iniciar negociações com a Grã-Bretanha sobre as condições da sua saída da União Europeia", declararam os líderes das instituições europeias.

Eles destacaram que "até que o processo de negociações com o Reino Unido termine, este permanecerá membro da União Europeia <…>".
O chanceler francês disse que é preciso fazer tudo de modo rápido.

"Não deve haver qualquer incerteza. É preciso que o governo britânico informe sobre a decisão oficial do povo britânico para que comecemos a implementar [as cláusulas] deste artigo (do Tratado de Maastricht — red.). [É necessário] para a unidade e estabilidade da Europa e do Reino Unido. É urgente, não convém perder tempo", disse Ayrault aos jornalistas antes da reunião de ministros da UE em Luxemburgo.

Por seu turno o presidente da França François Hollande disse que lamenta os resultados do referendo britânico.
"O Reino Unido não será mais parte da UE. Os procedimentos previstos pelo tratado serão realizados de forma rápida. As regras são estas, as consequências são estas, afirmou Hollande falando na televisão.

Na quinta-feira (23), no Reino Unido foi realizado um referendo sobre a permanência do país na União Europeia. Segundo os dados oficiais, 51,9% da população britânica votaram a favor da saída da união.

Sputniknews

Daesh mata al principal comandante de Al-Qaeda en El Líbano


Explota la enemistad entre las principales bandas terroristas en Siria, el EIIL y el Frente Al-Nusra, en una zona fronteriza de El Líbano.

De acuerdo con un informe del portal sirio Almasdarnews, el EIIL (Daesh, en árabe) y el Frente Al-Nusra, filial siria de Al-Qaeda, que en varias ocasiones han coordinado sus ofensivas contra las fuerzas de seguridad libanesas, se enfrentaron el jueves en la estratégica región de Arsal, situada en el noreste de El Líbano y limítrofe con Siria.

"Los miembros del EIIL detonaron los enfrentamientos, al lanzar varios ataques contra las posiciones de sus antiguos aliados", señaló el medio.

En esta misma línea, la agencia de noticias Amaq, vinculada al EIIL, alegó que los integrantes de esta banda abatieron al principal comandante de Al-Qaeda en El Líbano, al que identificó como Abu Abdel-Rahman al-Askri.

Además, en el ataque del EIIL murió otro cabecilla y un puñado de miembros de Al-Qaeda, agregó el principal medio y vocero de Daesh.

Ambos grupos extremistas, catalogados por la comunidad internacional de “terroristas”, siguen luchando entre sí a lo largo de la frontera que comparten El Líbano y Siria, pese a gran número de bajas que han sufrido, señaló Almasdarnews.

Desde el inicio de la crisis siria en 2011, las localidades fronterizas de El Líbano, y sobre todo Arsal, han sufrido incursiones que realizan desde el otro lado de la frontera tanto Daesh como el Frente Al-Nusra.

En Siria, estos dos grupos siempre han rivalizado sobre el liderazgo de los movimientos extremistas en la lucha contra el presidente Bashar al-Asad.

mjs/ncl/nal/HispanTv

Dos gemelos saudíes miembros de Daesh decapitan a su madre


Dos hermanos gemelos saudíes miembros del grupo takfirí EIIL (Daesh, en árabe) decapitan a su madre, que se oponía a su pertenencia a la banda extremista.

El incidente se ha producido la madrugada de este viernes en el barrio de Al-Hamra de Riad, la capital, donde los gemelos terroristas cortaron la cabeza de su madre e hirieron a su padre y hermano con varias puñaladas.

Según los medios locales, las fuerzas de seguridad saudíes arrestaron a los terroristas cuando, a bordo de un vehículo, intentaban dirigirse hacia el sur del reino árabe para ir a Yemen e ingresar en las filas de Daesh en ese país.

mkh/mla/rba/HispanTv

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Ministro da Defesa do Brasil pagou canal pornográfico com dinheiro público


O Ministro da Defesa do Brasil, judeu sionista Raul Jungmann

Depois de mostrar, no início do mês, o uso de dinheiro público feito pelo ministro Osmar Terra (Desenvolvimento Social) para custear despesas com pipoca e refrigerante em um cinema de Brasília, em 2015, um novo levantamento do jornal “Destak” aponta que a contratação de um canal de TV a cabo com conteúdo erótico também está na lista de gastos na Câmara dos Deputados.


O alvo desta vez é o ministro da Defesa, Raul Jungmann, que, segundo o jornal, pagou com dinheiro da Câmara a seu gabinete funcional em Recife (PE) um pacote de TV a cabo que tinha direito a 11 canais de cinema, entre eles Telecine, HBO e o Sex Zone, de conteúdo exclusivamente adulto.

Em nota ao “Destak”, o ministro informou que contratou, no ano passado, o pacote porque era o único que disponibilizava sistema de gravação da TV Câmara e negou ter acessado o canal erótico. A operadora, no entanto, contestou a informação e explicou que existiam outros pacotes na época, inclusive com preços mais baratos. Além disso, a própria Câmara disponibiliza, gratuitamente, os vídeos com atuações parlamentares. Basta o deputado solicitá-los à Câmara.

Segundo a operadora Sky, o chamado “Combo DH Full 2015 + Cinema” durou 12 meses, entre abril do ano passado e março deste ano. Ao todo, a Câmara pagou R$ 3.100 pelo serviço, que dava direito a dois pontos de TV na sede parlamentar de Raul Jungmann, que fica em um prédio no bairro Ilha do Leite, área nobre da cidade de Recife.

Também estavam inclusos no pacote outros serviços, como assistência técnica 24 horas e a possibilidade de assistir à programação de filmes por meio de streaming, como no Netflix.

Supermercado

R$ 7,18. Gastos com alimentação são permitidos pela cota, desde que relacionados à atividade parlamentar. Osmar Terra pediu um reembolso de uma compra de R$ 7,18 em supermercado.

Jornal O Tempo

Brasil: A era da prisão-espetáculo voltou?


Se o senhor Paulo Bernardo praticou, de fato, as falcatruas de que o acusam, pague por elas.

No mundo civilizado é – ou deveria ser – assim: acusação, defesa, julgamento e pena (ou absolvição).

Prisão se justifica quando há algum elemento de surpresa na ação, que permite coleta de provas que, de outro modo, seriam destruídas.

Como, por exemplo, aconteceu em Pernambuco, onde o “bote” sobre vários empresários – alguns laranja – era necessário à apreensão de documentos. Ainda assim, com erro de planejamento, porque acabou permitindo que um deles, não localizado, tenha aparecido morto em circunstâncias ainda não esclarecidas.

Ainda não se sabe o que vão alegar para a ação surpreendente contra o ex-ministro.

Muito menos para as “conduções coercitivas” de pessoas que sequer haviam sido, uma vez que fosse, chamadas a depor, como no caso do ex-ministro Carlos Gabas. Gabas, pessoa com que me relacionei nos tempos em que estive no governo federal, é do tipo que, se convidado a depor, responderia: quando é que vocês querem me ouvir, agora?

Não escapa a qualquer policial, promotor ou juiz que o fato de ele ser marido de uma senadora, Gleisi Hoffmann, que faz a defesa de Dilma na Comissão de Impeachment tem um alcance político que vai muito além dos atos que suspeitam que tenha praticado.

Mais uma razão para a prudência na abordagem.

Mas a prudência, quando interessa, é porta de lado em nome do espalhafato político.

No momento, a única coisa que se percebe é que voltamos a era da prisão-espetáculo, onde o se quer prender, mesmo, é a atenção pública, para que ela não se volte para aquilo que não é o desejo de grupos metidos até o pescoço na corrupção da política.

Fernando Brito - Tijolaco

Putin: 'Cooperação russo-chinesa é fator de estabilidade em todo o mundo'


Nas margens do Fórum Econômico Internacional em São Petersburgo, que se realizou entre 16 e 18 de junho, o presidente russo Vladimir Putin deu uma entrevista à agência chinesa Xinhua nas vésperas da sua visita à China marcada para 24 de junho.

Relações russo-chinesas

O primeiro assunto abordado na entrevista foi a interação entre os dois países. Putin disse que a China e a Rússia anunciaram a construção de novas relações ainda 25 anos atrás e durante o tempo percorrido desde então conseguiram atingir um nível de cooperação sem precedentes. Segundo o líder russo, chamar os laços bilaterais somente de interação estratégica não é bastante.
"Por isso começamos a falar sobre a parceria universal e interação estratégica. Universal significa que trabalhamos em conjunto praticamente em todas as áreas importantes. A [interação] estratégica significa que atribuímos a isso uma grande importância interestatal", afirmou.

O presidente russo notou também que as relações com o presidente chinês Xi Jinping são um motor da interação. Entretanto, disse Putin, os encontros regulares não são bastantes para o desenvolvimento bem-sucedido das relações. Foram criadas numerosas comissões bilaterais que estreitam os laços bilaterais.

"Nem sempre conseguimos chegar a acordo sobre assuntos difíceis mas abordamos todos eles, por mais complexos que sejam, tendo em conta o nosso objetivo comum – o objetivo de desenvolver a nossa cooperação e sempre encontramos uma solução", disse.

Segundo Putin, agora o objetivo principal é desenvolver a cooperação diversificada visando aumentar a parte relacionada a altas tecnologias.
Interação na área da energia

Putin destacou que a Rússia e a China têm projetos conjuntos no espaço, na aviação. Agora os dois países estão elaborando um avião de fuselagem larga e helicóptero pesado. Há projetos na área energética, inclusive na energia atômica. Putin destacou que a China aumenta a sua presença no mercado energético russo. Por exemplo, tem ações em projetos de gás e indústria química.

"Saudamos estes investimentos chineses não somente como recursos financeiros, mas também como um fator que aprofunda a nossa parceira", afirmou Putin.

O líder russo afirmou que a Rússia e a China desenvolvem o projeto conjunto de gasoduto Sila Sibiri (Força da Sibéria) através do qual a Rússia fornecerá gás para a China no volume de 38 bilhões de metros cúbicos de gás por ano.
Projeto de Rota da Seda

O presidente russo considera que a iniciativa de restaurar a ideia de Grande Rota da Seda é moderna, interessante e visa alargar a cooperação com todos os países, em primeiro lugar os países vizinhos.

"Estamos realizando negociações em duas direções – a nível bilateral entre a Rússia e a China e entre a União Econômica Euroasiática e a China", sublinhou o líder russo.

Conforme Putin, ele e os seus colegas da organização de integração discutiram este assunto e manifestaram-se a favor de cooperar com a China no âmbito de Cinto econômico da Rota de Seda.

O presidente da Rússia disse que tais assuntos exigem uma avaliação técnica, mas "o caminho geral de desenvolvimento da economia mundial e a nossa interação com a China deve resultar no levantamento de forma gradual de todas as barreiras, para assegurar o trabalho aberto conjunto".
"Em resultado, isso pode levar <…> à criação de uma zona de livre comércio", frisou o líder russo.

Com certeza, na primeira etapa é impossível evitar algumas restrições, mas é necessário definir a direção de desenvolvimento, disse Putin. Por isso a Rússia aspira a desenvolver a chamada cooperação na Eurásia, que atrai a atenção de mais e mais países.

Sputniknews