sábado, 22 de novembro de 2014

Acordo Rússia-China pode matar as exportações norte-americanas de Gás Natural Liquefeito (GNL)


Kurt Cobb, Oil Price - Tradução: Vila Vudu

Rússia e China assinaram dois grandes acordos de gás natural nos últimos seis meses, depois que a Rússia moveu seus interesses na direção leste, como reação contra as sanções e à crescente tensão em suas relações com a Europa, atualmente o maior mercado importador da energia russa.

Mas o movimento tem implicações que vão além da Europa. Nesse departamento tudo se conecta, e os produtores norte-americanos de gás natural podem estar assistindo ao ocaso do seu sonho de exportações substancialmente maiores de Gás Natural Liquefeito (GNL), por causa das exportações russas para o mercado chinês – precisamente o mercado que se esperava que viesse a ser o maior e mais lucrativo para o gás norte-americano. Art Berman, geólogo especializado em petróleo e consultor – que sempre se mostrou consistentemente cético quanto à viabilidade de os EUA virem a exportar GNL – comenta, por e-mail, que o suprimento russo forçará para baixo o preço do GNL entregue à Ásia, para algo entre $10 e $11, baixo demais para que as exportações norte-americanas de GNL sejam lucrativas.
Mas, voltemos até um pouco antes. Os produtores norte-americanos de gás natural insistem em tentar vender a história de um renascimento energético dos EUA, que seria baseado num crescente suprimento de gás de xisto extraído de depósitos profundos – atualmente explorados mediante uma nova modalidade de fraturamento do solo por bombas hidráulicas, chamado “faturamento hidráulico com alto volume de fluído ‘liso’ [orig. high-volume slick-water hydraulic fracturing].[1]
O problema é que superextração e os baixos preços – agora, o preço é uma pequena fração dos $13 por mil pés cúbicos (Mcf) alcançados no pico, em 2008 – minaram a estabilidade financeira das empresas perfuradoras de gás. Eis por quê: O gás natural betuminoso, chamado ‘gás de xisto’, é em geral mais caro para produzir que o gás natural convencional; para o gás de xisto ser viável, o preço do gás natural teria de ser muito superior ao que é hoje – dos cerca de $4 por mil pés cúbicos, para com certeza acima de $6 por mil pés cúbicos e talvez ainda mais, para pagar os custos de extrair o gás e garantir lucros.
Mas, a esses preços, o Gás Natural Liquefeito norte-americano deixa de ser competitivo na Europa. E agora, por causa dos acordos Rússia-China para construir os gasodutos de gás natural, o mais provável é que o GNL norte-americano deixe de ser competitivo também na Ásia. E esses são os dois maiores mercados para o GNL. Sem esses mercados, nada assegura que os EUA consigam exportar muito GNL –, a menos que comecem a exportar com prejuízo...
Aí, pois, está o problema: Para converter o gás natural norte-americano em gás liquefeito, metê-lo em navios tanques especialmente construídos para esse tipo de transporte e enviá-lo para Europa ou Ásia, o custo não será inferior a $6 por mil pés cúbicos. Se o custo do gás norte-americano for de $6 por mil pés cúbicos, o preço total do GNL dos EUA entregue será o custo do gás mais o custo da conversão, do embarque e da viagem, quer dizer, algo em torno de $12 por mil pés cúbicos.
O mais recente preço de GNL entregue na Ásia, como informa a Federal Energy Regulatory Commission foi de $10,10 por MMBtu para a China; $10,50 para Coreia; e $10,50 para o Japão. Para a Europa, os números são até mais moderados: $9,15 para a Espanha; $6,60 para o Reino Unido; e $6,78 para a Bélgica (todos os valores expressos em dólares norte-americanos).
Esses números refletem, provavelmente, preços de momento, não contratos de longo prazo, e estão baixos porque a demanda de energia é menor, o que pode ser resultado da economia mais lenta na Ásia e na Europa.
Mas, sim, são suficientes para mostrar como será difícil para o GNL norte-americano competir no mercado mundial. Os preços do GNL melhorarão, mas, de modo geral, compradores de GNL assinam sempre contratos ‘custo-mais’ [orig. cost-plus contracts]. Nos EUA seria o custo Henry Hub do gás natural (negociado na New York Mercantile Exchange) mais o custo da liquefação e do transporte. Sem qualquer garantia de que o gás Henry Hub permaneça no preço atual (cerca de $4) – e muitos indícios de que não permanecerá –, no longo prazo, é difícil ver como poderia haver compradores de longo prazo para o Gás Natural Liquefeito norte-americano.
Fica-se sem saber, até, quantos, dos 14 terminais propostos para exportação de GNL norte-americano chegarão a ser realmente construídos.
Depois desse longo circunlóquio, permitam-me voltar aos gasodutos russo-chineses para gás natural, e a significação que têm nesse drama.
A Gazprom, a gigante russa do gás natural que realmente entregará o gás, estimou o primeiro negócio, em maio, em cerca de $10,19 por MMBtu. O segundo negócio ainda não teve valor anunciado, mas um analista que consultei acredita que os chineses cobrarão cerca de $8 por MMBtu. Ainda que os chineses acabem por aceitar preço próximo do primeiro negócio, cerca de 17% da oferta de gás natural chinês estará chegando da Rússia, quando os gasodutos estiverem completados, daqui a vários anos. E isso, pode-se dizer, ancorará o preço do GNL chinês importado entre $10 e $11 por MMBtu – preço baixo demais para ser confiavelmente lucrativo para os exportadores norte-americanos de GNL.
A implicação é que os preços soft de hoje para o GNL importado pela China e o resto da Ásia pode vir a ser norma geral em poucos anos, precisamente o tempo que os terminais de exportação do GNL norte-americano demorarão, até se tornarem operacionais. Assim sendo, se aparecerem investidores para financiar a construção daqueles terminais, e se os gasodutos russo-chineses forem completados, o mais provável é que aconteça destruição de capitais em proporções épicas, do lado norte-americano do oceano Pacífico.
Há outras razões para não acreditar no futuro dos EUA como exportador de gás natural. As róseas previsões da indústria e do Departamento de Estado dos EUA para Energia, sobre produção doméstica de gás natural a partir do xisto, podem ter sido superexageradas, conforme se lê num novo relatório assinado pelo mesmo analista que previu a degradação massiva dos preços do óleo recuperável do campo de xisto de Monterey, Califórnia. Apesar da crescente produção doméstica de gás natural, os EUA continuam a ser importadores líquidos de gás natural. Importações de gás natural corresponderamm a cerca de 10% do consumo nos EUA, no mês de agosto de 2014.
Full disclosure [“cumprindo obrigação de informar fato relevante ao mercado”]: Trabalhei como consultor pago para ajudar a divulgar o relatório “Drilling Deeper: A Reality Check on U.S. Government Forecasts for a Lasting Tight Oil & Shale Gas Boom”, lançado dia 27/10/2014, acima referido.
Mas, como leitores que me acompanham há muito tempo já sabem, desde 2008 sou muito cético ante as entusiásticas previsões de alguma bonanza de longo prazo para o petróleo e o gás norte-americanos, movida a depósitos de xisto. Esse relatório é a primeira análise compreensiva, baseada em dados da indústria, e é produzido independentemente da influência ou do dinheiro da indústria. Todos que tenham quaisquer interesses investidos na indústria ou na política energética dos EUA devem lê-lo.)


É possível que alguns projetos de exportação de GNL norte-americano consigam avançar, mesmo nas atuais circunstâncias. Se os compradores desse GNL assinarem contratos de longo prazo, tipo cost-plus como comentados acima, esses compradores devem preparar-se para enormes surpresas, quando os custos do gás natural dos EUA subirem. E aqueles exportadores criarão alguma espécie de ‘circuito de realimentação de autorreforço’ [orig. self-reinforcing feedback loop], fazendo crescer a demanda, o que fará subir ainda mais os preços domésticos do gás natural norte-americano – ainda mais se não aparecer a grande produção norte-americana que se projeta atualmente. Se a produção de gás natural nos EUA permanecer no, ou cair abaixo do, atual nível de consumo doméstico, os EUA talvez se vejam na iminência estranhíssima, muito bizarra, de terem de importar GNL de alto preço de alguns países, para preencher o vácuo criado pelas exportações de GNL para outros países.
Preços internos mais altos, nos EUA, serão espada de dois gumes para quem aspira a um futuro de energia mais limpa. Produtores norte-americanos de gás natural e empresas de energia renovável muito apreciarão simultaneamente, se os preços de exportação subirem consideravelmente – os produtores, porque o destino financeiro deles passará a ser mais positivo; e as empresas de energia renovável, porque a energia renovável tornar-se-á mais competitiva, se o gás natural ficar mais caro. Mas os ambientalistas estremecerão de horror e fúria, se a lucratividade aumentar a tal ponto, nos campos de gás de xisto, que gere ação ainda mais horrenda de destruição da paisagem norte-americana.
E políticos norte-americanos que defendem a extração de GNL para exportação talvez se vejam desertados, de um lado, por consumidores obrigados a pagar altos preços internos e, de outro, pelos ambientalistas que rejeitam os altos custos ambientais –, ainda que aqueles mesmos políticos vejam engordar muito as cataratas de doações de campanha, que lhes virão de uma muito grata indústria do gás de xisto. *****

[1] “A modalidade antiga de extração de gás e petróleo por fraturamento do subsolo, chamada Hydrofracking [lit. faturamento do subsolo por injeção de fluidos – uma mistura de água, areia e produtos químicos altamente tóxicos – sob alta pressão, nos poços de petróleo e gás] foi usada por muitos anos. Foi desenvolvida pela empresa Halliburton no final dos anos 1940. Aqui [do documento adiante referenciado], nos referiremos àquela modalidade antiga como “old hydrofracking” [faturamento hídrico à moda antiga] e aos correspondentes poços como “traditional wells” [poços tradicionais]. (...)

A nova modalidade de faturamento de subsolo para extração de petróleo e gás, chamada High-Volume (Slick-water) Hydraulic Fracturing [lit. Fraturamento do subsolo por injeção hidráulica de alto volume de fluido ‘liso’] foi desenvolvida em 1990 e é diferente: o fluido utilizado é um composto de outros produtos químicos, para tornarem o fluído mais ‘liso’ e diminuir o atrito. É chamado [fracionamento] “de alto volume”, porque a quantidade de fluido injetado no subsolo é, agora, muito superior; na média, é hoje equivalente a mais de 21 milhões de litros de fluido em média, variando conforme o conteúdo do poço e as fraturas criadas até chegar a ele” (http://www.tcgasmap.org/media/Hydraulic%20Fracturing%20Differences%20Fact%20Sheet.pdf [aqui traduzido]) [NTs].

EUA cria canal de televisão para manipular jovens


Moon of Alabama – Tradução: Vila Vudu

ISIS chegou à Líbia – A bandeira negra do ISIS tremula acima dos prédios do governo líbio. Carros de polícia exibem o brasão da ‘organização’. O estádio de futebol é usado para execuções públicas. Cidade na Síria ou no Iraque? Não. Uma cidade na costa do Mediterrâneo, na Líbia.
Homens do Estado Islâmico no Iraque e na Síria [ing. ISIS] já controlam agora completamente a cidade de Derna, população de 100 mil habitantes, próxima à fronteira com o Egito e a apenas 200 milhas do litoral sul da União Europeia.

Embaixadora dos EUA à ONU alerta conta ‘fadiga da intervenção’
Samantha Power, embaixadora dos EUA à ONU, alertou o povo dos EUA contra uma espécie de ‘fadiga da intervenção’, enfatizando que a liderança dos EUA é hoje mais necessária do que nunca, amente ameaças do vírus ebola e do Estado Islâmico.
“Acho que está havendo muito dessa coisa de ‘Ora, a intervenção não deu muito certo’... Quer dizer: ninguém deve se pôr a extrair lições exageradas” – disse Power na 4ª-feira, na reunião “Defense One Summit”.
Mas... e que lições, então, Power quer extrair de sua “intervenção” na Líbia?

Canal de televisão para manipular jovens

Noutra aparição ontem, Power foi interrompida por “protestos” num evento de lançamento de um canal a cabo dedicado aos protestos de juventude pró “mudança de regime”:
Os ‘manifestantes’ que ‘protestavam’ pareciam absolutamente talhados para ‘atuar’ no evento do canal Fusion, reunião de jovens ativistas de todo o mundo, sob a bandeira “Levantem-se!” do novo canal a cabo — uma joint-venture entre o canal ABC que pertence à Disney e o canal Univision, em espanhol —, destinado exatamente a dar cobertura aos movimentos de protesto pelo planeta. Foi Power aparecer e um grupo ergueu cartazes em que se lia “Para os Milenistas [ “Geração Y” ], você é um falcão de guerra” – repetindo o mote do canal Fusion, quando declarou publicamente que passava a criar programação destinada a uma estreita faixa demográfica. Em seguida, um ‘jovem’ gritou: “Estamos aqui porque nos levantamos!”
Tudo naquela cena cheira a armação e fingimento, uma espécie de neo-“reality show”. “No três, vocês entram em quadro. 1, 2...”E Power representou muito bem seu papel de ‘falcão de guerra’ sob ataque de ‘jovens’.
A principal missão do novo canal é enriquecer os proprietários do canal. Mas também será usado para promover os interesses políticos dos apoiadores, inclusive de Samantha Power. Eis a missão do canal:
“[O canal] Fusion tem a ver com elementos independentes e isolados que interagem para criar uma energia de mudar o mundo. As plataformas Fusion de mídia oferecem engajamento e influência, com a geração dos milenistas que lideram e participam em movimentos globais de protesto e com fortes pontos de vista em áreas como o noticiário, eventos diários, política, estilo de vida e cultura pop.”
Tradução: É canal de televisão de propaganda que engajará a juventude pseudo ‘avançada’, para criar ‘apoio de base’ às operações de mudança de regime provocadas e mantidas pelos EUA.
Combina perfeitamente com os projetos de Samatha Power. O novo canal orientado para ‘jovens’, com certeza jamais extrairá “consequências exageradas” das primeiras intervenções. O objetivo dos canal dos ‘movimentos de protesto’ é promover e fazer acontecer novas intervenções.

¿Actúan en México agentes de EE.UU. disfrazados de militares nacionales?


Agentes de EE.UU. actuarían en México disfrazados de militares mexicanos y tomarían parte en operaciones contra cárteles, según una información oficialmente rechazada por ambos paises que publica el diario estadounidense 'The Wall Street Journal'.

Aunque ambos países han reconocido en el pasado el "apoyo" de EE.UU. a México en labores de inteligencia, en realidad esta asistencia podría llegar a traducirse en la implicación directa de agentes estadounidenses en operaciones militares en territorio mexicano, según el periódico 'The Wall Street Jornal'. Cuatro veces al año el Cuerpo de Alguaciles de EE.UU. envía al sur grupos pequeños de sus especialistas para participar en "operaciones específicas" de "corto plazo" contra narcotraficantes, y que al llegar a México se ponen el uniforme de los marines mexicanos y usan armas del ejército de este país. De la misma forma actuaría el FBI y la Administración para el Control de Drogas, "desempeñando un papel de apoyo", afirma el diario, citando como fuentes personas cercanas a las operaciones.
En el marco de estas operaciones, los agentes estadounidenses pueden actuar incluso contra personas que no se encuentran oficialmente en la lista de los más buscados por EE.UU. En casos de amenaza, las operaciónes pueden desembocar en misiones de abolición explícitas. Además de la incursión de agentes terrestres, la aviación estadounidense también participaría en operaciones dentro de México desde hace al menos 4 años. Últimamente aviones habrían empezado a volar dentro de Guatemala, afirma 'The Wall Streer Journal'.
Según el diario, la captura el pasado mes de abril del capo Joaquin Guzman Loera, alias 'El Chapo', líder del Cártel de Sinaloa, fue fruto de una de estas operaciones.
La información revelada puede levantar ampollas en la sociedad mexicana, donde la presencia de militares estadounidenses dentro del país es desde hace tiempo una cuestión polémica, opina 'The Wall Street Journal'. Interpelada por el diario, la embajada de México en EE.UU. rechazó la información, afirmando que las agencias policiales o los militares extranjeros "no están autorizados a llevar armas dentro del territorio mexicano o a participar en redadas y operaciones policiales".

¿Guerra contra el narcotráfico o narcoestado?

En los últimos cinco años han sido capturados siete líderes de los cárteles más poderosos, dos de ellos en 2014, según el diario mexicano 'El Universal'. A ellos hay que añadir la captura por EE.UU. del líder del cártel del Golfo, Juan Francisco Sáenz Tamez el pasado mes de octubre. Queda abierta la cuestión de si los esfuerzos de las autoridades mexicanas contra los cárteles son suficientes. En septiembre la Procuraduría General de la Nación dio a conocer que en México operan 9 grandes cárteles que controlan 43 células criminales, entre ellas, el grupo Guerreros Unidos que una semana después asesinó a 43 estudiantes de Ayotzinapa.
Dicho crimen puso una vez más al descubierto la simbiosis de las autoridades y los narcos, al menos en algunas partes del país. Omar García, superviviente de la tragedia, relató el viernes que la policía de Iguala mató, motivada por el alcalde de la ciudad, a un estudiante, hirió a otros seis y desapareció con los 43 estudiantes, para luego entregarlos a Guerreros Unidos, hecho confirmado por la PGR. "En México hay un gobierno narco, en las campañas políticas son los narcos los que inyectan recursos", denunció en una entrevista con la radio colombiana Caracol.
El periodista Raúl Zibechi, que no diferencia entre narcos y "clases dominantes" en México, llama la atención sobre "la alianza entre la élite económica y el poder militar-estatal para aplastar las resistencias populares". "Lo que llamamos narco es parte de la élite y, como ella, no puede sino tener lazos estrechos con los estados", escribe en 'La Jornada'. "Esta alianza no podía hacerse sin el concurso de la agencia antidrogas estadounidense, así como de sus fuerzas armadas", subraya.

Actualidad RT

Pentágono: China construye una isla en el mar de China Meridional


Este viernes el Pentágono anunciaba que China pretende construir un aeropuerto militar en una isla artificial en el mar de China Meridional, en una zona donde existen disputas territoriales entre Pekín y sus vecinos

El portavoz del Departamento de Defensa de EE.UU., el teniente coronel Jeffrey Pool, sugirió que el proyecto chino de construcción de una isla artificial en el archipiélago Spratly puede incluir también la instalación de una pista aérea, recoge AFP.
"Llamamos a China a que detenga ese proyecto y participe en las iniciativas diplomáticas dirigidas para asegurar a que todas las partes se abstengan de llevar a cabo actividades similares", señaló Pool, informa RIA Novosti.
Previamente la compañía IHS Jane había publicado un informe en el que indicaba que, según datos de satélite, el gigante asiático ha construido en los últimos tres meses una isla de unos tres kilómetros de longitud y de 200 a 300 metros de ancho en un arrecife en el mar de China Meridional que previamente se encontraba bajo las aguas. Se trata del cuarto proyecto de este tipo en las islas Spratly en el último año y medio, indica el informe.
China sigue manteniendo disputas territoriales en el mar de China Meridional con estados como Brunéi, Malasia, Taiwán, Vietnam y las Filipinas.

Actualidad RT

O culto aos ‘especialistas em China’


Thorsten Pattberg, “Speaking Freely”, Asia Times Online - Tradução: Vila Vudu

Há alguns anos, encontrei um alemão, em Harvard, que se vangloriava do próprio ‘engajamento’ na luta política, de uma palestra que daria em New York City, de como trabalhava duro a favor da liberdade para o Tibete e sanções contra a China. Que não havia direitos humanos na China – ensinou-me ele. Fiquei impressionadíssimo. Alertei-o para que não fizesse nada daquilo contra o nosso governo alemão, porque poderia ser condenado por traição. O homem balançou a cabeça com ar de profundo desprezo pela minha falta de fé democrática.

Não é o único. Há um culto a intelectuais evangelizadores anti-China, no Ocidente, aqueles arrogantes cruzados determinados a construir golpes nas mais diferentes nações não ocidentais e usurpar quaisquer governos democráticos.
Sobre a China, agem e falam como se estivessem acima da lei. Isso, porque entendem que o governo chinês seria corrupto, não eleito e comunista, vale dizer, ilegítimo. Assim sendo, por que alguém teria de respeitar o que a China faz, defende ou propõe? Além do mais, esses intelectuais evangelizadores pró-ocidente acham que ocidentais podem fazer o que bem entendam contra a China, porque os EUA comandam todo o aparelho de comunicação-propaganda ‘midiática’, o que sempre os salvará de qualquer dificuldade, caso haja.
Os tais ditos ‘especialistas’ em China são hoje uma força política que faz oposição direta ao Partido Comunista. Formam ninhos e redes, com hierarquia muito forte e rígido código de ética: todos se autoelogiam uns os outros, ‘retuítam’ tuítes uns dos outros, fazem propaganda dos livros uns dos outros, e castigam furiosamente todos os ‘traidores’, que chamam de “elogiadores da China”.
Quando Yang Rui, âncora de um noticiário na rede CCTV, condenou as atividades de estrangeiros em Pequim, foi vítima de assassinato de reputação e, na sequência, mostrado por ‘especialistas em China’, em todo o ocidente, como exemplo do que acontece a quem se atreva a defender a China.
No ocidente, grupos extremistas estrangeiros, de direita ou de esquerda, são atentamente monitorados e controlados. Mas que ninguém se atreva a controlar os imperialistas ocidentais. Alemães financiam separatistas chineses em Xinjiang; norte-americanos financiam separatistas no Tibete. Empresas da imprensa norte-americana até deslocam seus ‘militantes’ para Hong Kong, decididas a derrubar Xi Jinping, o presidente, a mulher dele e toda sua família.
Na hierarquia dos ‘especialistas’ em China, vê-se o seguinte: no topo, estão filósofos e estadistas, que definem o contexto e a agenda da ideologia universal – atenta sempre, e só, aos interesses do ocidente. Invariavelmente vivem no ocidente, pouco sabem da China, ou nada sabem absolutamente. Pouco sabem, de fato, do resto do mundo e discutem a China exclusivamente em termos ocidentais.[1] No passado, os alemães tivemos Kant, Hegel e Wilhelm II; hoje temos Henry “sobre a China” Kissinger, Francis “Fim da História” Fukuyama e Samuel "Choque de Civilizações” Huntington.[2]
Na sequência vêm jornalistas e editores,[3] a maioria dos quais são impecavelmente brancos, sempre empregados em cargos de destaque no New York Times, Wall Street Journal, Economist e coisa e tal. Graças ao monopólio planetário das empresas-imprensa ocidentais, todos esses constituem hoje a nova elite global fascista no campo das ‘comunicações’. A cultura deles todos é mal ajambrada e frouxamente costurada, e a maioria das relações dentro das empresas-imprensa beiram o incesto,[4] de tal modo que todos se repetem uns os outros, todos empurram o bote uns dos outros e todos escrevem e dizem praticamente as mesmas palavras sobre sempre os mesmos temas que eles mesmos pautam ou apenas repetem, para eles e para todos. Na China todos sabem quem são essas figuras. E o que dizem e escrevem contra a China é como um sinal verde para que todos os ‘jornalistas’ do mundo ponham-se a repetir o que esses dizem/escrevem. Assim, o massacre contra a China não acaba nunca.
A maioria dos ‘especialistas em China’ são preconceituosos até a última fibra. Toleram todas as cores de pele, desde que ocidentalizadas e falantes de inglês, mas manifestam o mais total desprezo por termos em outras línguas, conceitos, terminologia (a isso se chama “imperialismo linguístico”). E são quem decide quem – chinês ou não chinês – é elogiado e repetido e quem será difamado, com suas opiniões – o que é ainda mais grave – varridas para sempre de qualquer matéria ou coluna sobre a China. A corrupção pessoal desses ‘jornalistas’ e ‘especialistas’ é cuidadosamente apagada dos registros.
Pergunte a você mesmo: quando você encontrou alguma matéria, coluna, ensaio, o que for, assinado por analista chinês não ‘dissidente’, publicado em qualquer dos jornais e noticiosos e telejornais redigidos no idioma de seu país [no nosso caso: em língua portuguesa]? Nem precisa pensar muito: você jamais leu, nunca. O cerco orwelliano é total, apertado, absoluto. Sobre a China, não se lê no ocidente absolutamente nada que preste. Nada. Zero.
E a China não é a única vítima. Todas as civilizações não ocidentais estão sentindo o açoite do imperialismo ocidental. O ocidente apresenta-se como se fosse ‘universal’ e diz que não pode assumir responsabilidades por indivíduos que, em outros países, cometam abusos, porque todos são agentes ‘livres’. Os mesmos dizem exatamente a mesma coisa, desde o auge do colonialismo.
Participar da missão ocidental para civilizar o Oriente é empreitada espiritualmente muito recompensadora. E o que seria a desestabilização política, senão doce vingança a colher contra o pouco caso que a China dedica à hegemonia ocidental?! Os alvos favoritos são funcionários chineses corruptos, minorias em geral, o chauvinismo e a misoginia Han, manifestações de rua, manipulação da moeda e censura. A coisa é de tal ordem, que os ‘especialistas’ chineses sinceramente se sentem os únicos seres bons, limpos e justos [cada um deles, é uma espécie de D. Dora Kramer da ética-universal! :-D)))) ] Sentem-se como se fossem guerreiros da justiça. O problema é que só fazem o que fazem, em país bem distante do seu. E o negativismo já envenena todos os discursos.
Assim, ‘especialistas’ em China vivem à caça de chineses que apareçam na mídia: dissidentes, militantes pró-ocidente, qualquer Wang sabe agitar a bandeira norte-americana. Os colaboracionistas ganham tudo, da imprensa-empresa ocidental: cobertura, divulgação, propaganda, propinas, prêmios, até o Prêmio Nobel. A tática não escapa ao olhos interesseiros dos zhishi fenzi (‘intelectuais midiáticos alugáveis’), categoria que faz qualquer negócio para atrair a atenção da mídia – como o sujeito, que se apresenta como artista e que, em maio, autofatiou-se para arrancar uma costela do próprio corpo, por uma “China mais aberta”.
Se Pequim protesta, as campanhas ocidentais tornam-se mais agressivas a cada protesto chinês: por toda a parte só se ouvirão lições, dirigidas à China, para que não atrapalhe a liberdade dos ocidentais, de modo que o ‘ocidente’ possa, sem empecilhos, continuar a desestabilizar a China por dentro. A situação é: se são censurados, põem-se a falar dez vezes mais, pelos microfones ocidentais; se são presos, viram mártires. Resta a via de fingir que esses pseudo jornalistas e pseudo especialistas les não fazem o que fazem, de fato, como meio de vida. Mas nesse caso, sim, a China [como o Brasil (NTs)] começa a correr perigo.

México en el día de la revolución


Oscar Ugarteche

Cada 20 de noviembre se conmemora la revolución mexicana. Era un día feriado de marchas militares y niños en las plazas. Desde que el neoliberalismo llegó al poder, el feriado se trasladó a inicios de la semana para dinamizar el turismo interno y el sentido del feriado quedó diluido. Pero este año, este 20 de noviembre ha sido el día en que las fuerzas sociales desatadas tras la desaparición de los 43 estudiantes normalistas en Ayotzinapan decidieron expresar su malestar con las consignas: ¡Contra la impunidad y la criminalidad!, “¡vivos se los llevaron y vivos los queremos!” y “¡que se vayan todos!”. La impresión que comienza a desprenderse es que la consigna “¡que se vayan todos!” está diluyéndose probablemente ante la reacción pública de explicaciones sobre la casa comprada por la primera dama y la declaración de bienes del presidente el día 19.

Lo que se puede ver es que el partido de gobierno se ha puesto en acción y la Universidad Nacional no se ha pronunciado ni ha parado el día 20, mientras otras 114 universidades del país si lo hicieron. El sindicato de la UNAM no paró este día respondiendo a las necesidades partidarias, y el rector no ha expresado, en el tono que corresponde, un llamado a la justicia ni el alto a la barbarie. Más bien, aparentemente, autorizó el ingreso de un policía armado dentro del campus universitario el sábado 15 de noviembre, resultando un estudiante herido en un conflicto turbio.
Las evidencias comienzan a salir e indican que hubo militares involucrados en las matanzas de los normalistas y también que las fuerzas que aparecen al final de los actos, vestidos con pantalones de jeans, camisetas negras y las caras cubiertas, son de una fuerza paramilitar o militar. Se recordará que la fuerza de Los Halcones fue la que operó en la masacre de Tlatelolco de 1968 donde mataron a 1500 estudiantes. Esto es lo que la periodista Carmen Aristegui sugiere con el video donde uno de los encapuchados de la noche que irrumpieron con violencia, al final del mitin, aparece, más temprano, sentado en un camión del ejército.
Si se observan los videos de la huelga de los maestros del 2012 y el modo como terminó, se parece sobremanera al final del mitin del día 20. En ambos, lo que ocurrió fue el desalojo del Zócalo capitalino como si fuera propiedad privada ocupada. En la huelga de los maestros, estos habían tomado la plaza y estaban acampando en ella mientras esperaban la solución a sus demandas. Dijo el presidente que era momento de terminar con eso, porque se acercaba el día nacional que se celebra en el Palacio Nacional cuando sale al balcón a dar el grito de la independencia. El resultado fue que la policía, por un lado, y un grupo de muchachos vestidos con jeans y camisetas negras, y con las cabezas cubiertas, trepados a unos tractores, entraron al Zócalo capitalino. Unos empujaron a los maestros fuera de la plaza mientras los otros desmantelaron lo que quedó del campamento con el uso de los tractores.
Al final del mitin pacifico del día 20, estuvo un grupo de muchachos, algunos retratados en camiones militares más temprano por el equipo de Aristegui, que enarbolaban la consigna “prensa No”, que es una consigna anti política, y, por tanto, no tiene sentido. Estos de la consigna “prensa no” proceden a lanzar bombas molotov contra el Palacio Nacional y unos cohetones que no hacen daño pero asustan, en el contexto de un mitin, mientras la policía de asalto avanza y empuja a los estudiantes y sus familiares fuera del Zócalo, en una acción que parece coordinada. Con poca violencia, este pequeño núcleo de encapuchados, terminó ayudando a la policía de choque para que terminara el mitin antes de las 10 de la noche, en una sociedad que justamente está harta de la violencia. En México, una opinión escrita en el diario La Jornada en el 2009 señalaba: “Siempre detrás de la matanza a la población, detrás de la muerte de Colosio y otros más, ahora está detrás del narco y la violencia que le precede, ¿quién más?” (www.jornada.unam.mx/2009/10/04/politica/003n1pol)
Aunque la demanda de “¡que se vayan todos!” haya disminuido en el mitin del 20 de noviembre, la sociedad en su conjunto y la clase política e intelectual, en especial, han tomado nota de la irregularidad de la compra de una casa de 6 millones de dólares a una empresa constructora que ganó la licitación para la construcción de un tren rápido a Querétaro, licitación que fuera anulada a última hora, días antes del viaje a China del Presidente Peña Nieto. Estos hechos además están afectando el riesgo país y el tipo de cambio. Se percibe el problema de la falta de ley por los estudiantes muertos y la falta de reacción del Estado para explicar lo ocurrido donde el presidente se ha solidarizado con las familias y la Secretaria de Gobierno federal ha creado una comisión mixta el 3 de noviembre para reparar los daños. Está poco claro porque el Estado había de reparar daños si no los causó. Tampoco está claro porque no sale nadie del gobierno a explicar lo ocurrido dado que tienen al alcalde responsable detenido. Ya se sabe que el ejército estuvo presente, de modo que solo faltan las explicaciones de qué pasó. Mientras tanto, aparecen más fosas, como ya había destapado el poeta Javier Sicilia a raíz del asesinato de su hijo y tres amigos en Cuernavaca hace dos años.
El gobierno parece jugar con el factor navideño y las vacaciones universitarias para diluir este movimiento que parece fuera de control. El analista político Silva Herzog, el 20 en la noche, en el programa de la periodista Aristegui, dijo que tenía la impresión que el presidente no tenía conciencia de la magnitud de la crisis política que vive el país, que la gente está diciendo “ya estuvo bueno”.

- Oscar Ugarteche, economista peruano, es Coordinador del Observatorio Económico de América Latina (OBELA), Instituto de Investigaciones Económicas de la UNAM, México - www.obela.org. Miembro del SNI/Conacyt y presidente de ALAI www.alainet.org

‘Obama autoriza secretamente ampliar prerrogativa militar de EEUU en Afganistán’


El presidente de Estados Unidos, Barack Obama, ha firmado hace poco una “orden secreta” que permite mayor operatividad militar, de lo previsto previamente, de las tropas norteamericanas en Afganistán durante el año 2015, señala un informe.

La decisión también autoriza a las Fuerzas Armadas del país norteamericano realizar operaciones militares durante al menos otro año, aseguró el viernes el diario estadounidense ‘The New York Times’.
Con la nueva medida, agrega la publicación, también los aviones de guerra, los bombarderos y los aviones no tripulados (drones) estadounidenses tendrán el permiso de llevar a cabo ataques en suelo afgano.
La nueva estrategia de Washington, sostiene el periódico, es el resultado de largos y acalorados debates entre la Administración de Obama y el Pentágono, este último a favor de una permanencia militar en Afganistán con el fin de acabar “con éxito” la misión extranjera.
El pasado mes de mayo, Obama había afirmado que las tropas de Estados Unidos no tendrían un rol de combate en Afganistán el próximo año, y que los 9800 soldados restantes se limitarían a entrenar a las fuerzas afganas y luchar contra los residuos de Al-Qaeda.
En 2001, Washington y sus aliados invadieron Afganistán, como parte de la llamada guerra contra el terrorismo. La ofensiva apartó del poder a los talibanes, pero la inseguridad, pese a la presencia de miles de soldados extranjeros, sigue haciendo estragos en todo el territorio del país centroasiático.

mrk/anz - HispanTv

Israel amenaza con atacar Irán si hay un «mal acuerdo» nuclear


El régimen de Israel, preocupado por un eventual acuerdo nuclear entre Irán y el Grupo 5+1, vuelve a amenazar con atacar a Irán si se suscribe un "mal acuerdo" sobre el programa nuclear de Teherán.

"Mantendremos todas las opciones y todos nuestros derechos de hacer lo que juzguemos necesario para defender Israel", ha declarado esta semana el ministro israelí de inteligencia, Yuval Steinitz, según AFP.
La amenaza israelí, según los expertos, es un conato por influir en los diálogos en curso entre Irán y las seis potencias mundiales (el Reino Unido, Francia, EE.UU., Rusia y China, más Alemania).
Las partes se encuentran en Viena, capital de Austria, para intentar firmar un acuerdo definitivo antes de la fecha límite del 24 de noviembre, cuando vence el acuerdo inicial logrado en noviembre de 2013.
El pasado 15 de octubre, el ministro de asuntos militares israelí, Moshe Yaalon, declaró que, de alcanzarse un "acuerdo malo" en las conversaciones Irán-G5+1, el régimen de Israel no descartará ninguna opción, ni siquiera un ataque militar para destruir las instalaciones nucleares del país persa.
El régimen israelí ha lanzado una agresiva ofensiva política para disuadir a la comunidad internacional de que la disposición del nuevo Gobierno iraní a dialogar sobre su programa nuclear es, en realidad, una táctica dilatoria, y exige nuevas sanciones contra Teherán.
Algunos países occidentales, encabezados por Estados Unidos, más el régimen de Israel, acusan a Irán de que su programa nuclear persigue fines bélicos. Teherán ha rechazado estas acusaciones, pero insiste en su derecho legítimo a desarrollar un programa nuclear pacífico, ya que es miembro de la Agencia Internacional de Energía Atómica (AIEA) y signatario del Tratado de No Proliferación Nuclear (TNP).
El pasado mes de octubre, el periodista e investigador estadounidense Gareth Porter reveló que la AIEA, en sus informes sobre el posible carácter bélico del programa de energía nuclear de Irán, se basó en documentos falsificados por el régimen israelí.
No olvidemos que el régimen de Tel Aviv, con más de 200 ojivas atómicas, se ha negado a firmar el TNP y a cualquier inspección internacional.

nab/nii/ HispanTv

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Síria: Novo relatório das Nações Unidas revela graves violações contra civis em áreas controladas pelo ISIS.


Ativistas de direitos humanos das Nações Unidas revelaram, hoje, histórias chocantes sobre a utilização do terrorismo pelo grupo ISIS para subjugar sírios que vivem sob o seu controle. Isso inclui o "uso rotineiro e calculado da violência pública" que tem por objetivo espalhar o medo e que ocorre através de decapitações públicas, tiros e apedrejamento de civis e combatentes capturados.

O mais recente relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito traça o "Reinado do terror: Viver à sombra do ISIS na Síria": Uma imagem terrível dos métodos utilizados pelo grupo ISIS, na tentativa de subjugar os civis que estão sob o seu controle e domínio em todos os aspectos de suas vidas, através do terrorismo, do ensino de suas doutrinas e da prestação de serviços para aqueles que mostram obediência. O relatório baseia-se nas declarações das vítimas e testemunhas, em mais de 300 entrevistas com homens, mulheres e crianças que fugiram ou que vivem em áreas controladas pelo ISIS. As informações derivaram-se, ainda, de publicações, fotografias e clipes de vídeos distribuídos pelo próprio ISIS, que promove as violações e os crimes. Paulo Sérgio Pinheiro, Presidente da Comissão composta por quatro membros, disse hoje, numa nota à imprensa: “Os refugiados descreveram as ações de intimidação às quais foram submetidos, que tem por objetivo silenciar as pessoas”. A nota instou a uma ação internacional para responsabilizar os autores de tais atos, incluindo os líderes do ISIS que tiveram os nomes mencionados no relatório, sobre "possíveis crimes contra a humanidade". O relatório afirma que as execuções, amputações e as chibatadas em locais públicos tornaram-se uma ocorrência rotineira. E a exposição de corpos mutilados tem chocado e aterrorizado os sírios, especialmente as crianças. De acordo com o relatório, o ISIS planeja excluir as mulheres e meninas da vida pública síria. As mulheres foram mortas, muitas vezes por apedrejamento. Os regulamentos ditados pelo ISIS estão repletos de regras sobre o que as mulheres devem usar, com quem devem se misturar e onde devem trabalhar. Há relatos dolorosos de casamentos forçados de meninas de treze anos com combatentes do ISIS. O relatório detalha, ainda, os terríveis ataques e abusos de mulheres e meninas da comunidade Yazidi, após serem raptadas do Iraque, em setembro de 2014, e vendidas como escravas sexuais na Síria. O relatório apontou as crianças como vítimas, agressoras e testemunhas das execuções do ISIS. O grupo armado utiliza-se da educação como ferramenta para ensinar suas doutrinas, tendo como alvo as crianças, com o objetivo de criar uma nova geração de recrutas. Na cidade de Raqqa, as crianças são reunidas para assistir a vídeos que retratam as execuções em massa de soldados do governo, tendo por objetivo desprovê-los do seu senso de vulnerabilidade diante da violência excessiva, diz o relatório.


Nas áreas onde vivem as diversas comunidades étnicas e religiosas, as minorias tiveram que escolher entre abrir mão de sua fé ou fugir. O Comissário Vitit Muntarbhorn disse: "Há um claro padrão de violência dirigida contra certos grupos, especialmente os cristãos, xiitas e curdos, com vistas a reduzir e controlar a sua presença dentro destas regiões”. Jornalistas e ativistas que estão tentando mostrar o sofrimento diário dos que vivem sob o jugo foram atacados. Dezenas deles foram sequestrados, torturados e executados. O relatório também fornece detalhes sobre o assassinato de combatentes durante os ataques militares recentes, incluindo mais de 200 dos soldados capturados na numa base aérea de Raqqa, e o assassinato de centenas de membros da tribo Alshitat, em Deir al-Zour, em agosto de 2014. A Comissão enfatizou em seu relatório que o ISIS, por ser um grupo armado, de acordo com os termos do artigo III comum às Convenções de Genebra e do direito internacional consuetudinário, violou suas obrigações para com os civis e as pessoas que estão fora de combate, e desta forma elevou suas violações ao nível de crimes de guerra. A Comissão enfatizou que a ausência de um processo político permitiu a exacerbação do extremismo e há uma necessidade urgente de se encontrar uma solução duradoura para o conflito armado na Síria, através de um processo político inclusivo e liderado pela Síria. O Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, incumbiu a Comissão, que inclui o Sr. Paulo Sergio Pinheiro (Presidente), a Sra. Karen Abu Zayd, a Sra. Carla del Ponte e o Sr. Vitit Muntarbhorn, de investigar e registrar todas as violações de direitos humanos. A criação da Comissão Internacional Independente de Inquérito sobre a República Árabe da Síria, em 22 de agosto de 2011, pelo Conselho de Direitos Humanos, foi decidida por meio da Resolução S-17/1, adotada na sua 17ª. Sessão Extraordinária, para investigar todas as supostas violações do Direito Internacional sobre os direitos humanos desde março em 2011naquele país.

Fonte: www.un.org/news
Divulgação: Embaixada da República Árabe da Síria em Brasília.
Tradução: Jihan Arar

Israel consegue ser mais odiado que o Levante Islâmico


Um diretor de cinema israelense decidiu fazer um documentário para mostrar a reação das pessoas diante da bandeira de Israel e do Levante Islâmico, para saber qual é a mais odiada.

Em plena Universidade da Califórnia, um cineasta israelense decidiu fazer um documentário para estudar a reação das pessoas diante das bandeiras de Israel e do Levante Islâmico. Ami Horowitz, israelense com nacionalidade norte-americana, decidiu fazer este experimento e quebrou a cara, segundo o portal The Blaze.
Em pleno Estados Unidos da América, país cujas finanças e imprensa são dominadas por judeus sionistas, o resultado da experiência do cineasta foi incrível: Israel consegue ser mais odiado que o Levante Islâmico.
Primeiro Horowitz colocou um jovem com a bandeira do Levante Islâmico gritando frases contra o imperialismo e o sionismo, como se fosse um jihadistas. Depois ele substituiu a bandeira do Levante pela bandeira de Israel, e o jovem passou a gritas frases contra o Hamas e contra os palestinos.
A demonstração com a bandeira negra do Levante Islâmico não provocou confrontações, segundo demonstra o vídeo, e algumas pessoas demonstraram que apoiam o jihadistas dentro de uma das universidades mais famosas dos Estados Unidos da América.
Quando o diretor mandou o jovem levantar a bandeira de Israel, apareceram vários estudantes acusando o país de "assassino", "tirano" e "genocida". "Israel é um país de ladrões e assassinos. O Hamas é o melhor!", disse um jovem estudante.
Um senhor de idade insultou várias vezes Israel. Outros mostraram o dedo (expressão de "vá tomar no *") para a bandeira israelense.
O cineasta israelense ficou surpreso e indignado com a reação dos estudantes universitários norte-americanos, o que prova que a opinião pública dos Estados Unidos não apoia a política externa de Obama, de total subserviência aos interesses criminosos e terroristas de Israel, a ponto de considerar menos odiosa a política terrorista do Levante Islâmico à política terrorista do estado artificial de Israel.

Assista o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=kCBINSWCiAE

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Terroristas do Estado Islâmico massacraram população Yazidi


Está sendo conhecido como o Massacre Negro, o massacre dos Yazidis cometido pelo ISIS (Estado Islâmico para o Iraque e a Síria).

O filme sobre este crime de lesa humanidade foi produzido e dirigido por Nozad Shekhani para que não se perca na memória nem seja apagado pela imprensa ocidental canalha e mercenária.
O filme trata da seita Yazidi, uma das primeiras tribos monoteístas, que acredita no Deus único como criador do universo, e que foi vítima de um massacre promovido pelo ISIS, em agosto de 2014, no qual estima-se a morte de cerca de 3.000 pessoas. Neste ato de extrema selvageria, além dos mortos, o ISIS sequestrou cerca de 6.500 pessoas, dentre os quais cerca de 4.500 mulheres que foram escravizadas sexualmente e vendidas em leilões de escravos.
A seita Yazidi é uma das mais antigas religiões da Mesopotâmia, agrega cerca de 650 mil pessoas que vivem no norte do Iraque, na Turquia, na Síria, na Armênia, na Georgia, na Rússia e em alguns países europeus.
Atualmente os Yazidis vivem refugiados nas montanhas da região conhecida por Curdistão iraquiano.

Assista em https://www.youtube.com/watch?v=L7i9LW-11aM&feature=youtu.be

Conselho de Segurança da ONU reitera sua promessa de combater os terroristas estrangeiros


Enquanto combatentes estrangeiros continuam a inundar as zonas de conflito no mundo, levando ao agravamento da situação de segurança, já frágil, e desestabilizando países, o Conselho de Segurança reafirmou, hoje, a sua promessa de enfrentar a ameaça terrorista global através da adoção de uma declaração na qual renovou o seu compromisso com a manutenção da paz e da segurança internacional.

Durante as deliberações, numa reunião de alto nível realizada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre o terrorismo e o extremismo violento, hoje, na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, o Conselho, composto por quinze países membros, aprovou por unanimidade o texto da chamada Declaração Presidencial aos Estados-Membros, com o objetivo de intensificar a sua cooperação nos esforços para enfrentar os riscos apresentados por combatentes terroristas estrangeiros em todo o mundo, que vão desde a ajuda mútua em capacitação para combater as ameaças terroristas até a cooperação na repressão à entrada de extremistas. De acordo com uma avaliação recente da Organização das Nações Unidas, o número de combatentes terroristas estrangeiros na Síria e no Iraque vem crescendo, superando 15 mil elementos de mais de 80 países, enquanto outros combatentes tentam, de acordo com os relatórios, se juntar aos grupos armados na Somália e no Iêmen, assim como em muitos países da região do Magreb e região costeira. A maioria destes potenciais combatentes procura se juntar aos grupos terroristas conhecidos como ISIS, Jabhat Al Nusra e outras ramificações associadas à Al-Qaeda, enquanto continuam a aterrorizar a população local e a cometer atrocidades. O Conselho reiterou a sua "grave preocupação" com esses grupos terroristas e com "o impacto negativo de sua existência e de sua ideologia extremista e violenta sobre a estabilidade do Iraque, da Síria e da região", incluindo o "impacto humanitário devastador sobre a população civil". Desde janeiro de 2014, cerca de 1,9 milhão de pessoas se deslocaram em todas as partes do Iraque por causa da violência e da perseguição, como resultado dos recentes ataques do ISIS. De acordo com o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (UNOCHA), cerca de 50% dos deslocados encontraram abrigo nas áreas montanhosas da região do Curdistão, no Iraque, onde as temperaturas podem ficar abaixo de zero no inverno. Além disso, o comunicado destacou "a necessidade de continuar a melhorar a clareza e a eficácia do papel das Nações Unidas na luta contra a propagação das ideologias violentas", disse ele, acrescentando que o terrorismo "em todas as suas formas e manifestações, constitui uma das mais sérias ameaças à paz e à segurança internacionais”. Em seu discurso ao Conselho, o Secretário-Geral, Ban Ki-moon, elogiou a unidade do objetivo do Conselho para enfrentar a ameaça que ainda causa "grande sofrimento” para os milhões de pessoas que vivem sob o controle desses grupos. "Estamos vendo um terrorismo cada vez mais crescente, o tráfico de drogas e a criminalidade transnacional, um nutrindo ao outro”. Ele acrescentou: "Temos de continuar a pensar, com mais profundidade, nas condições fundamentais que permitem o crescimento do extremismo. Um olhar para estes desafios, apenas através de uma lente militar, só provou ter suas limitações. As pessoas precisam de condições de igualdade e de oportunidades em suas vidas”. O Conselho de Segurança manteve deliberações de alto nível, durante uma reunião sobre terrorismo, realizada em setembro, na qual aprovou uma resolução convidando os Estados-Membros a cooperar nos esforços para enfrentar a ameaça representada por militantes terroristas estrangeiros. O Secretário-Geral, disse que, desde então, têm sido tomada uma série de medidas específicas para combater a propagação de ideologias extremistas e suas subdivisões letais, incluindo uma análise preliminar elaborada pela Diretoria Executiva do Comitê contra o Terrorismo, focada nas lacunas existentes dentro das principais capacidades dos Estados-Membros para a implementação da resolução 2178, e para criar um mecanismo de coordenação internacional com o intuito de mobilizar o apoio às necessidades dos Estados-Membros e embarcar em um programa dentro do sistema das Nações Unidas sobre combatentes terroristas estrangeiros, tendo como objetivo o desenvolvimento de projetos conjuntos entre agências para auxiliar os Estados-Membros. Além disso, “o Escritório das Nações Unidas para as Drogas e o Crime atua para reforçar a capacidade da justiça legal e criminal nos países do Oriente Médio e Norte da África, para combater a ameaça representada pelos combatentes estrangeiros".

www.un.org/news
Tradução: Jihan Arar

La gran mentira: los 26 aspectos del Estado Islámico que EE.UU. no quiere que sepa


Un profesor emérito de la Universidad de Ottawa, Canadá, explica en 26 conceptos por qué el Estado Islámico es un gran aliado de EE.UU. y cómo "la guerra contra el terrorismo" en realidad es un apoyo al islamismo radical.

"La guerra de EE.UU. contra el Estado Islámico es una gran mentira". Así empieza su artículo Michel Cossudovsky, un economista canadiense, escritor y profesor emérito de la Universidad de Ottawa, Canadá, publicado en la página web del Centro de Investigación sobre la Globalización.
Después de investigar centenares de documentos, el profesor saca una serie de conclusiones que a primera vista parecen una paradoja: toda la política de EE.UU. relacionada con la lucha contra el terrorismo en realidad sirve a los intereses yihadistas que, a su vez, están apoyados y financiados por el Gobierno estadounidense. En 26 conceptos Cossudovky explica cómo ha llegado a esta opinión.
Historia de Al Qaeda

1. Al Qaeda y sus organizaciones afiliadas recibieron todo el apoyo de EE.UU. hace casi 40 años, al iniciarse la guerra afgano-soviética (1979-1989).
2. En un período de diez años comprendido desde 1982 hasta 1992 unos 35.000 yihadistas procedentes de 43 países fueron reclutados para la yihad afgana en los campos de entrenamiento de la CIA (Agencia Central de Inteligencia de EE.UU.) en Pakistán. Miles de anuncios pagados por EE.UU. aparecieron en los medios de comunicación de todo el mundo para motivar a los jóvenes a unirse a la yihad.
3. La Universidad de Nebraska, EE.UU., publicó libros yihadistas para difundirlos en las escuelas de Afganistán de aquel tiempo.
4. Osama bin Laden, el terrorista "número uno" para EE.UU., fue reclutado por la CIA en 1979 cuando inició la guerra yihadista patrocinada por EE.UU. contra la Unión Soviética en Afganistán. Tenía 22 años al terminar su entrenamiento en el campo de guerrillas de la CIA.
5. Ronald Reagan, cuadragésimo presidente de EE.UU., llamó a los terroristas de Al Qaeda "luchadores por la libertad". El Gobierno estadounidense suministró armas a las brigadas islámicas para su lucha contra la Unión Soviética. El cambio de régimen llevó a la desaparición del gobierno secular en Afganistán.


El Estado Islámico (EI)

6. El Estado Islámico fue inicialmente una entidad afiliada a Al Qaeda creada por la inteligencia estadounidense con el apoyo del MI6 británico, el Mossad de Israel y las inteligencias de Pakistán y Arabia Saudita.
7. Las brigadas del EI participaron junto con EE.UU. y la OTAN en la guerra civil en Siria dirigida contra el Gobierno de Bashar al Assad.
8. La OTAN y los altos funcionarios turcos fueron los responsables del reclutamiento de los militantes del Estado Islámico y al-Nusra (grupo radical islámico sirio) desde el inicio del conflicto en Siria en el 2011.
9. En las filas del EI hay una representación del Ejército y la inteligencia de los estados occidentales. Así, el MI6 británico ha participado en el entrenamiento de los rebeldes yihadistas en Siria.
10. En una información de CNN de 9 de diciembre de 2012 un alto funcionario de EE.UU. y varios diplomáticos de alto rango admitieron que "EE.UU. y algunos aliados europeos entrenan a través de especialistas militares a los rebeldes sirios para que se hagan con arsenales de armas químicas en Siria".
11. La práctica del EI de las decapitaciones formaba parte de los programas de entrenamiento de yihadistas implementadas en Arabia Saudita y Qatar.
12. Arabia Saudita, aliado de EE.UU., liberó de sus cárceles a miles de reos con condena a condición de que se unieran al EI para luchar contra Assad en Siria.
13. Israel ha apoyado a las brigadas del EI y al-Nusra en los Altos del Golán, un territorio disputado por Israel y Siria. En febrero de 2014 el primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, visitó un hospital en la frontera con Siria donde apretó la mano a un rebelde sirio herido.


Siria e Irak.

14. El EI actúa como avanzadilla militar de los intereses de EE.UU. y sus aliados ya que causa destrucción y caos político y económico en Siria e Irak.

15. El actual senador de EE.UU. John McCain se ha reunido con los líderes terroristas yihadistas, militantes del EI incluidos, en Siria.


16. El Estado Islámico, que supuestamente resiste los bombardeos de la coalición liderada por los EE.UU., continúa recibiendo ayuda militar secreta de los estadounidenses.
17. Los bombardeos de EE.UU. y sus aliados no van dirigidos al Estado Islámico sino a la infraestructura económica de Irak y Siria incluidas fábricas y refinerías de petróleo.
18. El proyecto del califato cabe perfectamente en la agenda de la política exterior de EE.UU. desde hace muchos años para repartir Irak y Siria en tres territorios separados: una república de Kurdistán, un califato islamista sunita y una república árabe chiíta.
"La guerra contra el terrorismo"
19. "La guerra contra el terrorismo", una campaña de EE.UU. iniciada en 2001 y apoyada por algunos miembros de la OTAN, se presenta como "un choque de civilizaciones" cuando en realidad persigue objetivos económicos y estratégicos.
20. EE.UU. apoyó de manera secreta a diversas entidades afiliadas de Al Qaeda en Oriente Medio, África Subsahariana y Asia para crear conflictos internos y desestabilizar a los países independientes.
21. Entre tales grupos se puede nombrar a Boko Haram en Nigeria, el Grupo de Combate Islámico de Libia o Jemaah Islamiya en Indonesia.
22. Las organizaciones afiliadas a Al Qaeda en la región autónoma de Xinjiang Uigur, China, también reciben apoyo estadounidense. El objetivo declarado de estas entidades yihadistas es establecer un califato islámico en el oeste de China.

"Nuestros" terroristas.

23. La paradoja consiste en que mientras el EI ha crecido gracias al apoyo estadounidense, el objetivo "estratégico" de EE.UU. es la lucha contra el islamismo radical del grupo yihadista.
24. La amenaza terrorista es una creación puramente estadounidense que es promocionada por otros gobiernos occidentales y medios de comunicación. Bajo el supuesto objetivo de la protección de la vida de sus ciudadanos se violan las libertades civiles y la privacidad.
25. La campaña antiterrorista contra Al Qaeda y el Estado Islámico ha contribuido de manera drástica a la "demonización" de los musulmanes, a los que se asoacia con las crueldades de los yihadistas.
26. Cualquiera que cuestiona "la guerra contra el terrorismo" es declarado terrorista y sometido a las numerosas leyes antiterroristas aprobadas en la última década en EE.UU.

Actualidad RT

Maduro: EEUU usa fracking para golpear a Rusia


EE.UU. usa la técnica de extracción del crudo llamada “fracking” en busca de llevar el precio del petróleo a mínimos con el fin de “golpear a Rusia”, reiteró el miércoles presidente de Venezuela, Nicolás Maduro.

“Técnicas de fracking (...) que le han permitido acceder a una buena cantidad de petróleo a los Estados Unidos para inundar el mercado y crear este efecto circunstancial de baja de los precios (...) pero eso tiene un objetivo geopolítico, golpear a Rusia”, aseveró el mandatario venezolano.
Otros países petroleros, añadió Maduro, sufren las consecuencias del plan geopolítico de EE.UU. contra Rusia.
Refiriéndose al precio de petróleo, el dignatario venezolano indicó que 100 dólares por cada barril es justo (…), este precio tiene un mensaje de estabilidad extraordinaria para los exportadores del crudo, lo que cambia la dirección de las inversiones petroleras en el mundo.
El gobernante de Venezuela también consideró que el desplome de precio del petróleo ha provocado el decrecimiento de un 35 por ciento de los ingresos en divisas de todos los países productores del hidrocarburo.
En octubre, Maduro denunció enérgicamente la explotación de petróleo de esquistos por EE.UU. con el fin de afectar a Venezuela Rusia e Irán.
La semana pasada, el precio del barril de petróleo venezolano llegó a 70,83 dólares el barril, el coste más bajo en los últimos años.
Venezuela es el quinto país exportador de petróleo y el poseedor de las mayores reservas probadas de crudo pesado del planeta.

alg/ncl/msf - HispanTv

E os EUA? Jogando roleta russa?


Pepe Escobar (pelo Facebook) - Tradução: Vila Vudu

Vivemos tempos sombrios. Estive trocando e-mails sérios com algumas das minhas fontes profundas – o pessoal que realmente SABE, mas não tem de exibir sabedorias. Estão todos profundamente preocupados. Aí vai o que me escreveu um deles, nova-iorquino. É análise semelhante à que já fizeram, publicamente, dentre outros, os professores Stephen Cohen, Noam Chomsky e Paul Craig Roberts. Escreverei em breve sobre isso.

“O ataque de propaganda contra Putin, que o ‘declarou’ igual a Hitler, é ataque de tal violência, tão grave, que é preciso considerar que, doravante, os russos já não acreditem em nada, absolutamente nada, que os EUA lhes digam ou prometam.”
“Não consigo acreditar que nós mesmos nos tenhamos posto em tal situação, só para proteger ladrões ucranianos, dos quais Putin saberia livrar-se e livrar a Ucrânia, pode-se dizer, sem dificuldade; e, na sequência, cometemos a estupidez arrogante de pôr, na presidência, um dos principais ladrões que havia por lá. Mas isso, agora, já é história.
O que é certo é que o que se conhece como “destruição mútua garantida” (em ing. MAD [lit. louco(a)], de Mutually Assured Destruction) já não é fator de contenção da guerra atômica, porque os dois lados usarão armas atômicas no instante em que qualquer deles concluir que o opositor obteve vantagem decisiva e as usará. A “destruição mútua garantida” como fator de equilibração e mútua contenção já acabou.”
Pode soar extremo e exagerado – mas é a perfeita extensão lógica do que Putin disse em sua já famosa entrevista à rede alemã ARD de televisão, em Vladivostok, semana passada: o Ocidente está provocando a Rússia para uma Nova Guerra Fria. Concordo integralmente com essa análise.
Putin listou fatos reais, ‘em campo’: “O número de bases militares dos EUA está aumentando. A Rússia tem bases militares espalhadas pelo mundo? Não. A OTAN e os EUA têm bases militares por todo o planeta, inclusive em regiões próximas de nossas fronteiras, e o número dessas bases só cresce. E recentemente decidiram deslocar também forças de Operações Especiais para bem perto de nossas fronteiras. O senhor [entrevistador] falou também de exercícios, voos, movimentos de navios e tal. Tudo isso está acontecendo de fato? Sim, está.”[1]
Na mesma entrevista, Putin disse à coalizão dos vassalos-fantoches sem-noção da União Europeia que a Rússia pode facilmente e legalmente derrubar o castelo de cartas chamado Ucrânia: basta que Moscou exija o pagamento do dinheiro que a Ucrânia lhe deve. Disse também, claramente, que Moscou não permitirá que Kiev destrua/esmague/detone o Donbass e promova ali ‘limpeza étnica’.
Assim, portanto, é claro que está acionada a lógica da escalada. A União Europeia é piada: o que interessa aos EUA é a OTAN. E não se vê nem qualquer mínimo indício de que os EUA tenham alguma vontade de des-escalar. ****

[1] “Presidente Vladimir Putin, em Vladivostok”, 12/11/2014, entrevista a Hubert Seipel, da rede alemã ARD de televisão

EUA tentam dividir para reinar, diz Rússia


“A política construtiva da Rússia rumo à integração esbarra no desejo dos EUA e dos seus aliados de dividirem para reinarem, de impor os seus planos conjunturais”, disse ele.

“A crise ucraniana foi consequência do desejo dos EUA de alargar o espaço geopolítico por eles controlado”, acrescentou.

Já o presidente russo, Vladimir Putin, declarou que os Estados Unidos não querem humilhar, mas sim subjugar a Rússia, mas que isso nunca aconteceu, nem acontecerá.

“Eles não querem nos humilhar, mas querem nos subjugar. Eles querem resolver por nossa conta seus problemas, nos querem subjugar à sua influência. Nunca ninguém conseguiu alcançar esse objetivo em relação à Rússia, e ninguém conseguirá”, disse Putin, comentando a declaração de um dos participantes do Fórum de Ação da Frente Popular de que os EUA pretendem humilhar a Rússia.

No entanto, Putin observou que os EUA conseguiram subjugar seus aliados, em detrimento de seus próprios interesses.

Voz da Rússia

'Israel ha detenido a 10 mil niños palestinos desde 2000'


Con ocasión del aniversario del establecimiento de la Convención Internacional sobre los Derechos del Niño, la Organización para la Liberación de Palestina (OLP) ha denunciado la detención de 10 mil menores palestinos por el régimen de Israel desde el año 2000.

“El régimen de Israel no proporciona ningún tipo de inmunidad a los niños y viola regularmente los acuerdos internacionales sobre los derechos de los niños a los que humilla y tortura, además de negarles juicios justos”, reza un comunicado de Isa Qaraqe, presidente de la OLP.
Como indica la nota, durante los últimos 14 años, 10 mil palestinos menores de 18 años han sido arrestados por el régimen de Tel Aviv, y al menos el 95 % de ellos, tras ser detenidos, ha sufrido torturas y confesiones obligatorias.
Actualmente, agrega el comunicado, más de 300 niños y adolescentes palestinos, en su mayoría detenidos en Al-Quds (Jerusalén) y en la Cisjordania ocupada, se encuentran en las cárceles israelíes.
El régimen de Israel, agrega la nota, desde junio de 2014 ha arrestado de unos 3 mil palestinos de los cuales el 30 por ciento son menores.
Según el Ministerio palestino para Asuntos de Prisioneros, actualmente, al menos 7 mil palestinos están encarcelados en las prisiones del régimen israelí y viven en condiciones infrahumanas.
La mayoría de los encarcelados palestinos está en régimen de ‘detención administrativa’, modalidad que usa el régimen de Tel Aviv para mantener a personas en prisión, sin haber pasado por un proceso judicial previo.
La Convención Internacional sobre los Derechos del Niño fue adoptada por la Organización de las Naciones Unidas (ONU) el 20 de noviembre de 1989 para proteger los derechos de los niños de todo el mundo y mejorar sus condiciones de vida.

tas/ncl/msf - HispanTv

Hacia la Tercera Guerra Mundial: El 'plan de contingencia' nuclear de EE.UU. contra Irán


El plan de EE.UU. de atacar a Irán con armas nucleares y convencionales está preparado desde junio de 2005 y cuenta con el apoyo de los gobiernos occidentales, advierte el académico canadiense Michel Chossudovsky.

"Confirmado por documentos militares, así como por declaraciones oficiales, tanto EE.UU. como Israel contemplan el uso de armas nucleares dirigidas contra Irán", escribe en su libro 'Hacia un escenario de la Tercera Guerra Mundial. Los peligros de la guerra nuclear' ('Towards a World War III Scenario. The Dangers of Nuclear War') el profesor Michel Chossudovsky, director del Centro de Investigación sobre la Globalización de Canadá.
Según el experto, este plan fue formulado en 2004. El año anterior, el Congreso le dio al Pentágono luz verde para el uso de armas termonucleares de guerra convencional en Oriente Medio y Asia Central, asignando 6.000 millones de dólares en 2004, publica el portal 'Global Research'.
"En 2005, el vicepresidente Dick Cheney ordenó a USSTRATCOM (Comando Estratégico) elaborar un 'Plan de Contingencia' que prevé un asalto aéreo a gran escala contra Irán empleando tanto armas nucleares convencionales como tácticas", escribe Chossudovsky. El plan iba más allá de los términos descritos en la Revisión del Pentágono de la Postura Nuclear de 2001, que abogaba por un "primer ataque preventivo" con armas nucleares contra Rusia y China; también contra Irán y Corea del Norte.
"El presidente Obama ha respaldado en gran medida la doctrina del uso preventivo de armas nucleares formulada por la administración anterior", escribe Chossudovsky en su libro. La Administración "también ha insinuado que usará armas nucleares en caso de respuesta de Irán a un ataque israelí contra Irán".
"Lo que se está desarrollando [en relación a Irán] es la legitimación directa de la guerra en nombre de una idea ilusoria de seguridad mundial. Las minibombas nucleares de EE.UU., con una capacidad explosiva que puede superar hasta seis veces la bomba de Hiroshima, se defienden como armas 'humanitarias', mientras que las nucleares no existentes de Irán se perciben como una amenaza incontestable para la seguridad mundial", señala Chossudovsky.
El plan de 2005 incluía más de 450 objetivos estratégicos en Irán, incluso numerosos lugares de desarrollo de programas de supuestas armas nucleares. Sin embargo, el analista internacional opina que un ataque estadounidense-israelí contra Irán probablemente no se limitaría a las instalaciones nucleares de Irán, sino que probablemente sería "un ataque aéreo en sistemas de transporte, fábricas y edificios públicos militares e infraestructura civil".
En este contexto, advierte que podría ser empleada "toda una gama de nuevos sistemas de armas avanzadas, incluidas armas electrométricas y técnicas de modificación ambiental", según Chossudovsky. Además, el experto subraya que Washington ha intensificado sus envíos militares a Israel, a sus aliados de la OTAN y a los países limítrofes con Irán.
"En ningún momento desde la primera bomba atómica lanzada sobre Hiroshima el 6 de agosto de 1945, la humanidad ha estado tan cerca de un holocausto nuclear impensable que podría potencialmente extenderse en términos de lluvia radiactiva sobre una gran parte de Oriente Medio", advierte.

Actualidad RT

ONU: Uso de bombas de racimo en Ucrania puede calificarse de crimen de guerra


El Alto Comisionado para los Derechos Humanos de la ONU afirma que el uso de bombas de racimo en Ucrania puede calificarse de crimen de guerra y debe ser investigado.

Las medidas del Gobierno de Ucrania podrían perjudicar la situación del país y provocar su división, según dijo el comisionado del Secretario General de la ONU, Ivan Simonovic citado por Itar-Tass.
Simonovic comentó la situación en el este de Ucrania durante una rueda de prensa llevada a cabo en la sede de la organización en Nueva York.
"Vemos una escalada de las actividades militares. El conflicto continúa pese al alto al fuego y ahora, tras las llamadas elecciones en las repúblicas autoproclamadas, la guerra se ha intensificado conllevando a más víctimas", dijo Simonovic. El comisionado señaló que la división del país "es un serio peligro".
Simonovic evitó calificar los problemas sociales a los que hacen frente los ciudadanos de las provincias de Donetsk y Luhansk, pero dijo estar preocupado por la falta de suministro de energía, agua y alimentos.
Simonovic subrayó asimismo que los acuerdos de Minsk representan la mejor posibilidad de alcanzar la paz en Ucrania. Sin embargo, el hecho de que "las partes no cumplan los acuerdos" genera una grave preocupación. El comisionado sostuvo también que la ONU aprobaría "cualquier tipo de presión" respecto a las partes involucradas en el conflicto con el fin de garantizar la implementación de los acuerdos de Minsk. Además, Simonovic anunció su intención de viajar a Ucrania en diciembre y visitar las regiones del este.

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Al-Jaafari: los países que patrocinan el terrorismo abortaron todo esfuerzo internacional conjunto para combatir a Daesh


El representante permanente de Siria ante las Naciones Unidas, Dr. Bashar Al-Jaafari, en un discurso durante la sesión del Consejo de Seguridad de la ONU acerca de la amenaza del terrorismo para la paz y la seguridad internacionales, afirmó que algunos países patrocinadores del terrorismo internacional han abortado todo esfuerzo internacional conjunto para luchar contra la organización terrorista del Estado Islámico (DAESH), y que el Consejo de Seguridad no se ha movido contra estos países de acuerdo a sus últimas dos resoluciones.

“Siria está a la espera de un papel activo de la ONU para poner fin al apoyo de la organización terrorista del Estado Islámico”. agregó el Embajador sirio.

Ghifar Al Ali & Riyad Sh.- SANA