terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Avanço acelerado: tropas sírias alcançam vitórias em todas as frentes


Um uma série de batalhas contra os terroristas, o Exército sírio apoiado pela aviação conseguiu tomar o controlo sobre cidades estratégicas e uma altitude estratégica na província de Aleppo.

As forças governamentais sírias e os seus aliados continuam a sua ofensiva em Aleppo, tendo retomado o controlo da cidade estratégica de Taana, na parte leste da região. A cidade foi retomada no domingo (7).

Ao mesmo tempo, a Força Aérea síria atacou posições terroristas nas cidades de Hayan e Hraytan.

O Exército sírio continuou o avanço até à cidade de Tal Rafat, no norte de Aleppo.

Muitos terroristas foram eliminados ou ficaram feridos em resultado das operações de liberação de cidades na região.

No leste de Aleppo, as forças governamentais em conjunto com a milícia popular tomaram o controle da altitude estratégica de Barlaheen, depois de confrontos durante todo o dia com os terroristas.

Além disso, o Exército sírio atacou múltiplas posições de militantes na província central de Hama, causando grandes baixas. Durante os ataques aéreos, algumas posições dos islamistas na cidade de al-Ziyarah e em vilas de al-Qarqur e al-Mansoura no centro de Hama foram destruídas.

Nos arredores de Deir ez-Zor, houve igualmente muitas baixas entre os militantes. Confrontos violentos ocorreram entre a milícia e o Daesh na parte leste de Deir ez-Zor. Segundo a agência noticiosa iraniana FARS, 15 militantes do Daesh foram mortos em batalhas na região.

O Exército sírio e as forças populares haviam avançado contra os militantes do Daesh na parte oriental da província de Homs e tomado posições em toda a cidade de Quaryatayn.
As tropas governamentais eliminaram cerca de 30 terroristas durante confrontos na parte oriental das províncias de Ghouta e Damasco.

A Força Aérea síria realizou algumas missões contra posições dos militantes em áreas montanhosas no nordeste da província de Latakia. Ao mesmo tempo, a aviação russa atacou posições terroristas na parte oriental da província.

O Exército sírio tomou o controlo da vila estratégica de al-Aliya e os seus arredores, em Latakia, destruindo algumas instalações dos militantes na região.

Sputniknews

O futuro presidente dos EUA será o socialista Bernie Sanders


Retornando de uma viagem pelos Estados Unidos da América, o curitibano Marco T. Souza afirmou à nossa redação que o futuro presidente dos Estados Unidos da América será o socialista Bernie Sanders.

Marco cruzou os Estados Unidos em uma viagem de turismo que durou 2 meses, passando por Washington, Califórnia, Colorado, Texas, Flórida, Pensilvania e Nova Iorque. Falando inglês fluentemente, hospendando-se em hotéis 3 estrelas, ele buscou imersão no idioma através de contato com pessoas de médio poder aquisitivo.

Até alguns meses atrás ninguém imaginava que Bernie Sanders, de 73 anos, senador por Vermont, pudesse ameaçar as pretenções de Hillary Clinton, dada como certa na disputa presidencial dos EUA graças ao apoio da mídia e do governo. Entretanto, Sanders surpreendeu a todos ao empatar com a ex-primeira-dama e ex-secretária de Estado no decisivo estado de New Hampshire.

A visão de Sanders foi muito bem descrita pela revista digital Carta Maior:
“Cabelos brancos, corpo tenso em um terno preto ao menos um número acima do ideal, óculos simples de aro branco, sem gravata, o candidato a candidato celebrou o feito na primeira semana de julho em um comício com 10 mil espectadores no Veterans Memorial Coliseum, em Madison, no Wisconsin. A cidade não foi escolhida por acaso. É uma das joias da coroa da direita americana, principal palco da batalha entre o governador Scott Walker, apoiado pelo movimentoultraconservador Tea Party, e os sindicatos, por conta da plataforma de austeridade fiscal e Estado mínimo defendida pelo republicano, um dos 16 candidatos oficiais da oposição na disputa pela Casa Branca do próximo ano.

“Hoje fizemos história. Nenhum comício desta campanha reuniu tanta gente em um mesmo evento. Ontem, cheguei à cidade e as propagandas republicanas me identificaram como o extremista de Vermont. Extremista é quem nega o direito dos trabalhadores de barganhar na mesa por melhores condições de trabalho. É quem diz às mulheres que elas não são capazes de decidir o melhor para seus próprios corpos. É quem as trata como crianças ao negar o direito de acesso a contraceptivos. É quem corta os impostos de bilionários e se recusa a aumentar o salário mínimo”, discursou”.

Por que Sanders deve ganhar?

Segundo Marco, a própria eleição de Barack Obama foi um voto de protesto da maioria da população norte-americana, e não um voto da consciência negra, como afirma a mídia. “O povo norte-americano sabe que é dominado e oprimido por uma elite econômica formada por 200 famílias. Essa pequena casta, em grande parte sionista, domina Wall Street, o sistema financeiro , a indústria bélica, petrolífera, farmacêutica, a indústria cinematográfica, a imprensa, entre outras, e domina o Congresso dos EUA, cuja maioria dos políticos é uma das mais bizarras do mundo”.

Porquê bizarra? Responde Marco: “Porque é uma maioria de políticos sem noção, que prefere destinar dinheiro dos impostos para fazer guerras em várias partes do mundo a criar um sistema de saúde gratuito para os mais pobres. A maioria das pessoas não sabe, mas diariamente morrem dezenas e dezenas de pessoas nos Estados Unidos por falta de atendimento básico de saúde. O norte-americano que não tem plano de saúde morre por doenças simples como gripes e resfriados”.

A candidatura de Bernie Sanders está tocando justamente nessas feridas, afirma Marco. “As pessoas que escutam suas palavras sabem que ele fala a verdade, por isso os grandes canais de televisão nos EUA e no Brasil tentam ridicularizá-lo, pois não podem confrontá-lo”.

Considerando que existe uma grande parte da população formada por conservadores, muitos movimentos de extrema direita, a vitória de Sanders não seria impensável? Marco afirma que não: “Conversei no Texas com veteranos de guerras e eles afirmaram que votarão em Sanders, não porque ele seja socialista, mas porque ele é inimigo de Wall Street e dos parasitas do sistema financeiro internacional, disseram”.

A vitória de Sanders, afirma Marco, pode ocorrer apesar da violenta campanha da grande mídia contra ele. “O poder financeiro dos bancos e o loby das grandes corporações que financiam a maioria dos políticos norte-americanos são peças importantes nessa batalha, mas Sanders terá o apoio da maioria dos norte-americanos. E ao ser eleito, enfrentará um poder ainda maior e devastador: a indústria bélica norte-americana que corrompe a maioria dos militares mais graduados do país. Neste momento Sanders correrá perigo de morte”.

Rusia denuncia parcialidad de Ban en cuanto a crisis siria


Rusia denunció “parcialidad” en el señalamiento del secretario general de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), Ban Ki-moon, que culpó a Moscú por el estancamiento del proceso de paz en Siria.

"Siempre hemos pensado que los comentarios del máximo dirigente de una organización mundial deben mantener la imparcialidad y la objetividad. En este caso, eso claramente no ha ocurrido", dijo el lunes María Zajárova, portavoz de la Cancillería rusa, en un comunicado.

La diplomática rusa cree que Ban está acompañando "la campaña (promovida por varios medios de comunicación occidentales) para tergiversar el papel de Rusia en el arreglo del conflicto sirio". Esta campaña, ha agregado, trata de culpar a Rusia de haber causado "supuestas víctimas entre la población civil" durante sus operaciones aéreas contra las posiciones terroristas en el suelo sirio.

Zajárova ha considerado que Ban "prácticamente responsabilizó a Rusia de la deriva de las negociaciones sirias en Ginebra (Suiza) y del empeoramiento de la situación humanitaria en ese país".

En una entrevista concedida al diario "Financial Times", el dirigente de la ONU declaró que "tan pronto como la reunión (III ronda de conversaciones de paz en Ginebra) fue convocada, los bombardeos (rusos) continuaron y comenzó la operación terrestre en Alepo (en el noroeste de Siria)".


Las conversaciones de paz sobre Siria en Ginebra fueron aplazadas el jueves hasta el 25 de febrero, después de que la principal grupo de la oposición, el denominado Alto Comité de Negociaciones (HNC, en inglés), apoyado por Arabia Saudí, se abstuviera de celebrar un segundo encuentro con el mediador de la ONU, Staffan de Mistura.

Pese a la retirada de la oposición siria de los diálogos en Ginebra, el secretario general de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN), Jens Stoltenberg, acusó a su vez, a la aviación rusa de minar "los esfuerzos por encontrar una solución política al conflicto".

Rusia respondió a estas acusaciones, considerándolas meras “tonterías”. Ígor Konashénkov, el portavoz del Ministerio de Defensa ruso, afirmó el domingo que "gracias a las acciones de las Fuerzas Aéreas rusas, en unos pocos meses los sirios creyeron que, a pesar de todo, es posible combatir y eliminar el terrorismo internacional en su país".

El militar ruso denunció que la Alianza Atlántica ha hundido a Siria en el caos y no Rusia. "Si a alguien causan tensión las acciones de la aviación rusa en Siria, es a los terroristas", especificó.

El Gobierno sirio, a su vez, ha asegurado que continuará combatiendo el terrorismo sin tener en cuenta la agenda de Ginebra para los diálogos de paz, puesto que considera la lucha contra terroristas su “derecho según las resoluciones de las Naciones Unidas y la ley internacional”.

ftm/ncl/hnb - HispanTv

Fuerzas especiales chechenas se infiltran en EIIL, proveen inteligencia a Rusia


Fuerzas especiales chechenas.

Las fuerzas especiales de Chechenia se han infiltrado en las filas del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en Siria y proveen inteligencia a las fuerzas rusas, según el presidente checheno, Ramzan Kadyrov.

“He enviado a mis mejores guerreros a Siria para que recojan información sobre el grupo terrorista (Daesh) (…) Una extensa red de espionaje ha sido establecida en EIIL”, dijo Kadyrov en un documental que saldrá próximamente al aire en el canal Russia-1, según informó el lunes el rotativo británico The Independent.

El presidente checheno también dejó saber que actualmente varios de sus soldados están entrenando junto a los terroristas en Siria y están tratando de sembrar discordia entre las filas takfiríes y debilitarlas.

Al mismo tiempo atribuyó a las fuerzas especiales chechenas el éxito de un gran número de ataques aéreos rusos en Siria ya que, según alegó, las fuerzas chechenas están arriesgando su vida para proveer información vital sobre posiciones y objetivos terroristas a los organismos de inteligencia y las Fuerzas Aeroespaciales de Rusia que operan en el territorio sirio.

Anteriormente también Kadyrov había expresado su disposición a desplegar sus fuerzas en Siria para combatir a Daesh y le había solicitado permiso al presidente ruso, Vladimir Putin, para enviar a sus soldados a Siria.

No obstante, el Gobierno ruso fue más cauteloso y el secretario de prensa de la Presidencia rusa, Dmitri Peskov, se negó a confirmar las alegaciones del alto mando checheno, pero tampoco las rechazó.

También, a pesar de los reportes y evidencias que muestran lo contrario, insistió en que no hay tropas terrestres y fuerzas especiales rusas desplegadas en el territorio sirio y alegó que Rusia habría anunciado oficialmente si habría enviado a sus soldados ahí.

Poco a poco, con la ayuda de las Fuerzas Aeroespaciales de Rusia, que comenzó su campaña aérea en Siria el 30 de septiembre de 2015, el Ejército sirio ha recuperado más territorio y ha conseguido liberar varias localidades y ciudades estratégicas, entre ellas Sheij Maskin, en la provincia de Daraa (suroeste), que estaba en poder de grupos terroristas.

Mirar: https://youtu.be/vgPjZJ461tI

hgn/rha/msf - HispanTv

División de Irak, condición de EEUU para acabar con Daesh


Mapa de la posible división de Irak en tres Estados.

EE.UU. condiciona su asistencia para eliminar al grupo takfirí EIIL (Daesh, en árabe) en Irak con dividir el país árabe en tres Estados federales, ha informado este martes el diario Al-Akhbar.

“Washington ha puesto cinco condiciones para apoyar a Bagdad en su lucha contra Daesh y la liberación total del territorio iraquí de los extremistas, una de ellas es la división de Irak en tres Estados federales, es decir, kurdos, suníes y chiíes”, ha asegurado Aalya Nasif, una diputada del Parlamento iraquí en una entrevista concedida al citado rotativo.

Además, EE.UU. ha exigido el desmantelamiento de todas las fuerzas armadas, en particular las populares conocidas como ‘Al-Hashad al-Shabi’, tropas que desempeñaron un rol significativo junto al Ejército iraquí en la lucha contra el terrorismo.

Asimismo, el país norteamericano pide que incluyan en la lista de organizaciones terroristas a los grupos voluntarios, en particular ‘Al-Hashad al-Shabi’ para que los procesen por sus supuestos crímenes cometidos en Irak, ha declarado Nasif.

También ha solicitado formar una "Guardia Nacional" y reducir el número de combatientes de los comités populares a sólo 60 mil combatientes.

Por último, EE.UU. pide reforzar su presencia militar en algunas partes de Irak.

El pasado mes de enero, el ex primer ministro iraquí Nuri al-Maliki advirtió que desde 2015, algunos países extranjeros están tramando la división de Irak en tres Estados, después de que elementos del grupo terrorista Daesh no lograran ocupar la ciudad capitalina de Bagdad.

Desde hace más de un año, cuando los terroristas del EIIL tomaron el control de Mosul, ciudad en el norte de Irak, Washington ha adoptado algunas medidas para dividir este país árabe bajo el pretexto de luchar contra los terroristas del EIIL.

El pasado abril, Washington votó a favor del proyecto de ley que pretende dividir en tres partes Irak. Una medida injerencista que recibió el rechazo del Gobierno de Bagdad.

mkh/rha/msf - HispanTv

¿Qué pasaría si los saudíes desplegaran sus fuerzas en Siria?


"Incluso su brutal y vacilante campaña para derrotar a los rebeldes de Yemen apoyados por Irán se ha limitado, en gran parte, a realizar ataques aéreos".

El Pentágono y la Casa Blanca han valorado de manera positiva el hecho de que Arabia Saudita asegurara este 4 de febrero que estaría dispuesta a enviar tropas a Siria para realizar operaciones terrestres contra el grupo terrorista Estado Islámico. Así, el secretario de Defensa de Estados Unidos, Ash Carter, señaló que "ese tipo de noticias son realmente bienvenidas", mientras que el portavoz gubernamental, Josh Earnest, también se congratuló por este anuncio, según ha recalcado 'Newsweek'.

El anuncio saudí también cumple con las fórmulas expresadas por los candidatos demócratas, Hillary Clinton y Bernie Sanders; de hecho, el senador por Vermont se queja desde hace tiempo de que "las naciones musulmanas ricas y poderosas de la región no pueden seguir esperando que EE.UU. haga el trabajo que les corresponde". Sin embargo, la propuesta incluye un obstáculo casi insalvable, ya que indica que participarán "con tropas terrestres junto con la coalición" liderada por los norteamericanos.

Si se refieren a brigadas de combate, "eso nunca sucederá", ya que tanto el presidente Obama y los aspirantes demócratas a la presidencia como los principales candidatos republicanos —Donald Trump y Ted Cruz—, han descartado desplegar unidades de combate norteamericanas en Siria. Por su parte, el republicano Marco Rubio estaría abierto a desplegar tropas en Siria, pero solo como parte de una misión multinacional.

Además, el semanario indica que el Ejército de Tierra saudí consta de alrededor de 175.000 soldados y está diseñado para mantener el orden en el reino —con lo cual no dispone unidades expedicionarias adaptadas para desarrollar combates prolongados en Siria— y recuerda que "incluso su brutal y vacilante campaña para derrotar a los rebeldes de Yemen apoyados por Irán se ha limitado, en gran parte, a realizar ataques aéreos".

¿Qué pasaría si los saudíes desplegaran sus fuerzas en Siria?

Aaron David Miller, un antiguo asesor político sobre Oriente Medio durante más de dos décadas, vaticina que una intervención árabe a gran escala liderada por los saudíes podría generar una tragedia de proporciones shakespearianas.

Miller tacha a las fuerzas militares de Arabia Saudita de "mal entrenadas" e "incompetentes", vaticinando que en caso de un despliegue de tropas saudíes en Siria, sus soldados acabarían "en jaulas del Estado Islámico". Asimismo, Miller y otros observadores señalan que el objetivo principal de los saudíes no sería derrocar la insurgencia terrorista sino el régimen sirio del presidente Bashar al-Assad.

"El Ejército saudí está muy comprometido con Yemen y sus fuerzas no están configuradas para asumir una intervención sobre el terreno en Siria", por su parte indica a la publicación un exdiplomático estadounidense en Arabia Saudita que prefiere mantener el anonimato.

De todos modos, este debate "podría ser irrelevante" debido a que los avances del Ejército sirio, que cuentan con el apoyo de la Fuerza Aérea de Rusia, amenazan con dar jaque mate a la insurgencia en el país árabe. "La incursión en Alepo apoyada por Rusia avanza rápidamente. Para cuando las tropas, los recursos y la estructura de la alianza se unan y logren organizar una operación terrestre eficaz, es probable que las condiciones sean muy diferentes", señala Jon B. Alterman, vicepresidente principal y director del Programa de Oriente Medio del Centro de Estudios Estratégicos e Internacionales, un laboratorio de ideas muy influyente en Washington.

Arabia Saudita no puede librar guerras en dos frentes

El subdirector del Estado Mayor de las Fuerzas Armadas de Irán, el general de brigada Masoud Jazayeri, considera que "mientras que Arabia Saudita se encuentre en este callejón sin salida, al cual se vio forzada por sus actividades hostiles contra Yemen, no podrá librar otra guerra en Siria", según cita la agencia de noticias iraní Mehr.

"El régimen saudí ha tomado medidas agresivas y codiciosas en varias partes del mundo y, en estos momentos, se enfrenta a serios desafíos y tensiones dentro de sus propias fronteras", agregó Jazayeri, para quien "las acciones y declaraciones de Riad solo son parte de sus operaciones psicológicas, pensadas para la propaganda interna" e "indican su pérdida de influencia en la región".

Actualidad RT

¿Cuál es la "bomba de relojería" que amenaza a América Latina?


Expertos estiman que en los próximos meses en países como Colombia podría haber hasta 650.000 infectados de zika.

El zika, un virus sospechado de ser el culpable de la microcefalia fetal, predomina Latinoamérica. Entre los países más afectados por el reciente brote del virus del Zika figuran Brasil (444.000 casos), Colombia (13.531 casos), El Salvador (5.561 casos), aunque otros países como Honduras, México, Paraguay, Surinam, Bolivia, Venezuela, Guyana, Guayana Francesa, Panamá, Guatemala, Haití y Puerto Rico también se han reportado casos de la enfermedad.

"Hay mucho temor acerca del zika y el embarazo, pero las mujeres no tienen muchas opciones", afirmó Joshua Michaud, director asociado de política de salud global de la organización Kaiser Family Foundation, refiriéndose al consejo de las autoridades de salud brasileñas que solicitaron a las mujeres retrasar el embarazo, medida a la que se sumaron Ecuador, Colombia, Jamaica y El Salvador, informa 'The Washington Post'.


Los expertos han especulado que en lugares como Colombia, donde se cree que los mosquitos portadores de zika llegaron cinco meses después de aparecer en Brasil, podría 'detonar' una "bomba de relojería" de casos de microcefalia en los próximos meses, y se esperan hasta 650.000 infecciones de zika.

¿Una razón a favor de los abortos?

Las ideas y predicciones que han aterrado a la población, han renovado las conversaciones sobre el aborto en la región, a pesar de que los científicos hayan hecho hincapié en que todavía no han encontrado una relación definitiva entre el zika y las deformidades fetales, y que a menudo es imposible predecir cuán grave es el impacto.

Países como El Salvador, República Dominicana o Nicaragua no permiten el aborto bajo cualquier circunstancia, mientras que otros como Brasil, Venezuela y Guatemala son altamente restrictivos, lo que significa que solo se permiten estas medidas si la vida de la madre corre grave peligro. Por su parte, Maria Luiza Bezerra de Menezes, presidente de la Sociedad de Obstetricia y ginecología en el estado de Pernambuco, Brasil, destacó que "los que pueden permitirse el lujo serán capaces de encontrar una clínica. Los que no pueden, corren el riesgo de someterse a una intervención alternativa que podría poner a la mujer en riesgo de infección o incluso de muerte".

En Colombia, el ministro de Salud ha abordado el tema de frente, afirmando que una confirmación de la infección de zika y una posible microcefalia puede permitir a las mujeres acceder a abortos, que de otro modo podrían ser ilegales.

Actualidad RT

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Hacker argelino desviou dinheiro de banqueiros sionistas e doou tudo para a Palestina e ONGs africanas


O hacker argelino Hamza Bendelladj, de apenas 27 anos de idade, foi um dos mais caçados pelo FBI nos últimos tempos. Capturado e extraditado para os EUA, foi condenado à morte por se recusar a colaborar com Israel.

Hamza foi capturados nas montanhas da Tailândia em 2013, depois de uma caçada liderada pela Interpol e FBI. Ele é um cyber-ativista que se juntou ao clube exclusivo dos dez mais procurados pelos FBI. Foi extraditado para os Estados Unidos, onde o castigo final – o preço da solidariedade internacional - caiu sobre ele como um cutelo.

Entre os feitos inesquecíveis do jovem hacker, conseguiu entrar nas contas de milionários e banqueiros judeus sionistas em 217 bancos, desviando a quantia de US $ 4 bilhões. Um montante fabuloso que ele compartilhou com várias organizações não-governamentais na África, mas também ONGs palestinas, a quem doou mais de US $ 280 milhões.

Hamza Bendelladj invadiu também sites de embaixadas e chancelarias de países europeus, chegando a conceder vistos a vários jovens da Argélia.

Caçado pela Interpol e FBI, ele adotou o nome de Bois Hobin, uma alusão ao Hobin Hood, que roubava dos ricos para dar aos pobres. Sua carreira foi como um flash, mas ainda assim capaz de tirar o fôlego. Dentre suas realizações mais significativa foi hackear os sites dos serviços de inteligência de Israel, e repassar aos palestinos informações vitais sobre nomes de palestinos prestes a serem presos, deslocamentos de tropas nos territórios árabes ocupados etc. Informações transmitidas à resistência palestina.

Extraditado aos EUA, os israelenses tentaram cooptá-lo para que prestasse serviços aos órgãos de segurança de Israel, em troca de sua libertação, uma vez que o governo de Israel retiraria as acusações contra ele. Entretanto, provando ser um herói internacionalista, incorruptível, Hamza se recusou a colaborar com o inimigo israelense e foi condenado à morte.

O jovem argelino Hamza Bendelladj, filho da pequena cidade de Kouba, é um mártir dos povos que lutam por liberdade. É um verdadeiro herói e seu nome ficará gravado a ferro e fogo na história dos homens honrados, combatentes e revolucionários.

Quem tem medo da Coreia do Norte? Os governantes canalhas.


O Conselho de Segurança da ONU condenou neste domingo o lançamento exitoso do satélite de observação da Terra “Kwangmyongsong-4 pela República Popular Democrática da Coreia (Coreia do Norte). O satélite foi colocado em órbita da Terra após o foguete norte-coreano desenvolver com precisão sua trajetória.

Para tentar abafar mais este sucesso do governo do marechal Kim Jong Um, após outro sucesso na conquista da tecnologia para construção da bomba de Hidrogênio, a imprensa ocidental (porta-voz de governantes canalhas) divulgou tratar-se de míssil de longo alcance, capaz de atingir os Estados Unidos da América.


Trata-se de continuidade de campanhas mentirosas por parte da mídia ocidental contra a RPD Coreia, que se omite criminosamente de falar sobre as 17 bases militares norte-americanas que hoje ocupam militarmente a Coreia do Sul, a desde a Guerra da Coreia, fazem provocações irresponsáveis para tentar fomentar uma guerra na Península Coreana.

Esta mesma imprensa cínica é amestrada pelo do Conselho de Segurança da ONU, cuja maioria de seus integrantes é formada por governantes canalhas, covardes, cúmplices de terrorismo de Estado na Guerra da Coreia, na destruição da infraestrutura e assassinato de milhares de pessoas no Iraque, Afeganistão, Líbia, Palestina, Síria, entre outros países.

Que moral tem esse Conselho de Segurança de criticar a Coreia do Norte após permitir genocídios e massacres de nações e povos soberanos para permitir o roubo de suas riquezas naturais pelas potências colonialistas, especialmente gás e petróleo?


Que moral tem esse Conselho de Segurança e essa máfia chamada Nações Unidas para atacar a Coreia do Norte que desenvolve avançada tecnologia para se defender dos ataques e ameaças do governo imperialista dos EUA? Nenhuma moral.

Governantes dos Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão pediram de imediato uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas em Nova Iorque, para votar sanções “mais extensas e significativas” contra a Coreia do Norte.

O secretário de Estado norte-americano John Kerry denunciou uma “violação flagrante” das resoluções da ONU. Hollande pediu “uma reação rápida e severa da comunidade internacional”. Ora, esses dirigentes estão todos envolvidos em crimes contra a humanidade. São cúmplices de terrorismo em guerras em diversas partes do mundo, e portanto, não tem nenhuma moral para criticar a Coreia do Norte.

O povo norte-coreano e seu dirigente marechal Kim Jong Um devem ser homenageados e não condenados por governantes incompetentes e incapazes de deter a imigração de milhares de refugiados das guerras causadas pelas potências imperialistas que hoje se dirigem à Europa - além dos milhares de civis indefesos mortos nas águas do mar Mediterrâneo.

O povo norte-coreano e seu dirigente Kim Jong Um estão de parabéns por mostrar ao mundo que é possível resistir às chantagens atômicas dos países que detém a tecnologia nuclear. E, acima de tudo, os norte-coreanos estão dando uma lição ao mundo livre, de que um povo unido e soberano pode vencer todos os desafios na luta em defesa de sua soberania e liberdade.

José Gil de Almeida
Presidente do Comitê Brasileiro de Solidariedade a RPD Coreia
www.coreiapopular.blogspot.com

Chancelaria: Ocidente tenta arrastar Suécia para a OTAN alegando ‘ameaça russa’


O Ocidente tenta estimular o medo e a russofobia na sociedade sueca com o objetivo de “arrastar” este país para a OTAN, disse à RIA Novosti vice-ministro do Exterior da Rússia Aleksei Meshkov.

O diplomata comentou assim o relatório da Aliança no qual se fala de um suposto treinamento de ataque nuclear russo contra Suécia durante exercícios militares.

No relatório anual, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, declarou que os exercícios do exército russo “incluíam a simulação de ataques nucleares contra países-membros e parceiros da OTAN, nomeadamente os treinos em março de 2013 de ataque contra a Suécia”.

Meshkov, entretanto, sublinhou que “todas estas declarações têm um objetivo completamente diferente”.

“Agora na Suécia ocorrem debates bastante intensos sobre a questão de manutenção da neutralidade da Suécia e há forças que tentam arrastar a Suécia para a OTAN. Um destes ‘espantalhos’ são as declarações feitas pela OTAN no relatório sobre os treinamentos nucleares russos, que alegadamente tiveram lugar. O objetivo é apenas um – tentar desenvolver ainda mais o elemento de russofobia e de medo na opinião pública sueca para tentar arrastar este país para a Aliança”, sublinhou o diplomata de alto escalão.

Meshkov propôs prestar atenção às obrigações internacionais “que nós todos assumimos”.

“Estas obrigações internacionais incluem as assim chamadas ‘garantias negativas’ aos Estados não nucleares. Estas ‘garantias negativas’ pressupõem que os países nucleares nunca usarão armas nucleares contra um país não nuclear que não está em relações de aliança com Estados nucleares. A Suécia não está em tais relações. Por isso, não faz sentido até a própria conversa sobre treinamento de quaisquer meios de utilização de armas nucleares contra um país como a Suécia”, explicou o vice-ministro do Exterior da Rússia.

A OTAN vem reforçando a sua presença militar na Europa Oriental desde a eclosão do conflito no Sudeste da Ucrânia, em abril de 2014, alegando a necessidade de se contrapor a uma suposta “ameaça russa”.

Moscou, por sua vez, tem negado repetidamente as acusações de envolvimento no conflito interno ucraniano. Por outro lado, a chancelaria russa também ressalta que a expansão militar da OTAN em direção às fronteiras ocidentais da Rússia representa uma ameaça real para a segurança global e regional.

Sputniknews

Oposición “radical y aventurera” conduce Venezuela a la violencia


El exvicepresidente venezolano José Vicente Rangel.

El exvicepresidente venezolano advirtió de que dentro del Parlamento persiste un sector “radical y aventurero” que viene del golpismo y podría conducir el país a la violencia.

"Sector radical, aventurero, que viene de las experiencias golpistas y terroristas tipo 11 abril (de 2002), paro petrolero y Guariba (...) apuestan no a la solución de problemas que afectan al pueblo en general, sino a los intereses que los mueven, que no son otros que (...) se interrumpa el proceso constitucional y democrático y meter al país por la senda oscura de la aventura que conduce inevitablemente a la violencia", alertó el domingo el exvicepresidente venezolano José Vicente Rangel.

Durante su programa semanal, Rangel adujo que las contradicciones de la mayoría circunstancial de la derecha en la Asamblea Nacional (AN) evidencian que la oposición intenta llevar al país a la violencia y a la desestabilización.

Según el exvicepresidente, la contradicción de la derecha es obvia cuando, por una parte, los dirigentes de la autodenominada Mesa de Unidad Democrática (MUD) rechazan el decreto de emergencia económica que entregó a la AN el Jefe de Estado Nicolas Maduro, pero, por otra, dicen estar interesados en políticas concertadas para hacer frente a la crisis del país.

Por otra parte, aludiendo a las declaraciones de los legisladores derechistas nada más llegar a la AN en diciembre de 2015 sobre derrocar en un plazo de seis meses al Gobierno del presidente Nicolás Maduro, Rangel denunció que la oposición, solo interesada en confrontar al actual Gobierno, se olvida de solventar los problemas que aquejan al pueblo bolivariano.

No obstante, observó que dentro de la oposición hay sectores y personalidades "que no están interesados en sabotear, entrabar, que consideran que la actitud debe ser otra, no para servir a los fines de una conciliación y moral sino de una colaboración patriótica para encarar los problemas que aquejan al país".

Rangel destacó, asimismo, que la Administración presidida por Maduro está en la obligación de defender la Constitución y las leyes de Venezuela, "así como la decisión del pueblo que lo colocó en Miraflores", sede del Gobierno.

Hasta el momento el Parlamento venezolano, con mayoría absoluta, no solo ha intentado provocar la renuncia del dignatario, sino que también se ha opuesto a las medidas del Ejecutivo, incluso aprobando una Ley de Amnistía a los presos políticos, en un claro desafío al jefe de Estado.

Sin embargo, el presidente bolivariano aseguró el jueves que su Gobierno no permitirá que la oposición siga saboteando la economía del país, y subrayó que el pueblo debe responder en las calles "con el espíritu de rebelión, intacto, vivo y eterno del 4 de febrero de 1992", cuando el fallecido presidente Hugo Chávez encabezó una rebelión cívico-militar contra la política neoliberal del Gobierno de Carlos Andrés Pérez.

bhr/nii/ HispanTv

Líder de Irán se reúne con el primer ministro de Grecia


El Líder de la Revolución Islámica de Irán, el ayatolá Seyed Ali Jamenei, se reúne con el premier griego, Alexis Tsipras, en Teherán, capital persa, 8 de febrero de 2016.

El Líder de la Revolución Islámica de Irán, el ayatolá Seyed Ali Jamenei, se ha reunido este lunes con .el primer ministro de Grecia, Alexis Tsipras.

Noticia en desarrollo.

msm/ctl/nal - HispanTv

ONU: Droga de los terroristas mueve miles de millones de dólares


Fuerzas de seguridad saudíes incautan tabletas de Captagón.

La Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito (ONUDD) advirtió el domingo de que las tabletas de Captagon con las que trafican los terroristas mueven miles de millones de dólares.

Angela Me, responsable de investigación y análisis de tendencias de la ONUDD, explica que esta sustancia, una mezcla de anfetamina y cafeína, es conocida en el Occidente como la droga de los extremistas, por su supuesto empleo entre los integrantes del grupo takfirí EIIL (Daesh, en árabe).

"El captagón mueve miles de millones de dólares anuales en Oriente Medio y todos los datos indican que Siria se ha convertido en un gran productor", informó Me a la agencia española de noticias Efe en la sede de ONUDD, en Viena, Austria.

Además, denunció que la falta de información por el conflicto armado en Siria no permite saber a ciencia cierta sobre el uso y la producción de esa droga en el país.

No obstante, Justice Tettey, jefe de la Sección Científica de la ONUDD, considera que el amplio uso de estimulantes, como anfetaminas o metanfetaminas, en los conflictos desde la II Guerra Mundial y su disponibilidad en Siria apunta claramente a su uso en los combates.

Los expertos de la ONUDD no ocultan su preocupación por el desmedido incremento de incautaciones en los últimos meses, con varios alijos en Turquía y El Líbano de millones de pastillas.

"Ahora se fabrica en Oriente Medio, especialmente en Siria, y desde allí se trafica a través de Jordania y Líbano, hasta uno de los principales mercados, que es Arabia Saudí", explicó Me.

Debido a la situación de Siria, que arrastra casi cinco años de conflicto y enfrentamientos violentos entre grupos armados, ha aumentado significativamente la demanda de este fármaco en dicho país.

Se cree que actualmente Daesh gana cientos de millones de dólares anuales con la venta de dichas píldoras y de otras drogas ilícitas a los grupos armados o a civiles afectados por la devastación en Siria.

Las tabletas de Captagon son las drogas más utilizadas por los miembros de Daesh, puesto que les da energía, aumenta su fuerza, provoca euforia e insensibilidad al dolor, reprime el miedo, quita el sueño y suprime el apetito.

mkh/nii/ HispanTv

COLOMBIA: Muere prisionero de guerra de FARC-EP por negligencia Estatal


Las FARC han denunciado reiteradamente los maltratos, altos niveles de hacinamiento y la falta de atención médica que sufren sus miembros en las cárceles del país.

Jhon Jairo Moreno Hernández falleció el viernes en un hospital colombiano debido a la enfermedad hepática que venía padeciendo desde 2013 y que no fue atendida por las autoridades penitenciarias.

Las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia -Ejército del Pueblo (FARC-EP) denunciaron este sábado la muerte de uno de sus miembros y prisionero político Jhon Jairo Moreno Hernández en Colombia por falta de atención médica, por lo que piden al presidente Juan Manuel Santos honrar sus compromisos internacionales en materia de derechos humanos.

“En pleno cautiverio el prisionero político de las FARC Jhon Jairo Moreno Hernández” falleció el viernes en un hospital colombiano “debido a la enfermedad hepática que venía padeciendo desde 2013”, señaló la guerrilla en un comunicado publicado en el portal de su delegación de paz en La Habana.

En el texto, las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) destacaron que esa dolencia “fue tratada negligentemente por parte de las autoridades penitenciarias”, así como en el centro de salud donde estaba recluido y finalmente falleció.

Las FARC-EP sostienen en el comunicado al gobierno de Juan Manuel Santos la responsabilidad que tiene, “a la luz de los Convenios de Ginebra, de garantizar la vida y la integridad física” de las personas privadas de libertad.

A Moreno Hernández “se le negó tratamiento médico” y “no le brindaron la atención especializada que su caso requería, entre otras debido a la dilatación de los procedimientos y tratamientos médicos”, indicó la guerrilla.

Moreno Hernández formaba parte de la lista de 71 presos políticos gravemente enfermos cuya liberación fue solicitada en 2015 por personalidades internacionales, entre ellas el Premio Nobel argentino Adolfo Pérez Esquivel y organizaciones de derechos humanos.

Resumen Latinoamericano

Urgente: El preso palestino Muhammad al-Qiq puede morir en cualquier momento


Sigue huelga de hambre e Israel rechaza darle la libertad / Más adhesiones al llamamiento hecho desde Argentina para que liberen a Al-Qiq

Médicos israelíes dicen que el preso palestino Muhammad al-Qiq podría morir en cualquier minuto.

El periodista de 33 años de edad, se mantiene en huelga de hambre en el hospital HaEmek en Afula, en el norte del actual Israel, para el 75º día consecutivo el sábado.

Hiba Masalha, un abogado de la Comisión de la Autoridad Palestina para Asuntos detenidos y ex detenidos, visitó al-Qiq el viernes por la noche en el hospital en el que se mantiene bajo una orden judicial israelí.


Masalha dijo que al-Qiq se encuentra en una “lucha contra la muerte”

Una foto twitteado por la cadena de noticias Quds el sábado muestra al-Qiq con un Corán junto a su cama de hospital:

“Ha habido un grave deterioro en el estado de salud del periodista detenido Muhammad al-Qiq,” Masalha declaró al diario la TV Quds .

“Él ha perdido por completo la capacidad de hablar. Él sigue sufriendo fatiga, mareos y respiratorios debido a la continuación de la huelga de hambre y su rechazo de un tratamiento de alimentación forzosa para el 74 día consecutivo “, dijo.

Masalha añadió que la condición de al-Qiq ha agravado después de su rechazo a la decisión del alto tribunal israelí para “congelar” su orden de detención administrativa.

El jueves, los jueces israelíes “congelaron” la detención de al-Qiq – y dispusieron que permanezca en el hospital HaEmek.

Al-Qiq comenzó su huelga de hambre en noviembre, poco después de que las autoridades israelíes lo detuvieron. Después de ser interrogado, Israel lo puso en detención administrativa – reclusión indefinida sin cargos ni juicio.

“La decisión del tribunal es el engaño,” dijo Masalha, y agregó que la demanda de al-Qiq “es el fin a su detención, no un congelamiento lo que significa que puede volver a ser detenido en cualquier momento.”

Masalha dijo que el subdirector del hospital de HaEmek, el Dr. Tuvia Tiyosuno, le había informado de que al-Qiq está en peligro extremo y en declive constante.

Cualquiera de los órganos internos de Al-Qiq podría fallar en cualquier momento y está en alto riesgo de sangrado en su cerebro.

Su corazón podría dejar de latir en cualquier momento, por lo que el comité de ética del hospital decidió que al-Qiq podría ser tratado en contra de su voluntad si eso significaba salvar su vida, Masalha dijo que el médico israelí le dijo.; “Cada minuto que pasa es una amenaza para su vida”.

Masalha dijo que fue llamado al hospital por los médicos israelíes viernes por la noche a la luz de la condición de al-Qiq y su insistencia en que cualquier tratamiento que recibió sólo tendría lugar en un hospital palestino.

Masalha añadió que los esfuerzos estaban en curso con las autoridades militares de ocupación de Israel para llegar a un acuerdo sobre el caso de Al-Qiq.

Más temprano el sábado Quds TV informó que la familia de al-Qiq había negado que se llegara a ningún acuerdo.

Las organizaciones de derechos humanos y funcionarios de la ONU han pedido a Israel la libertad de al-Qiq, que es uno de los más de 660 palestinos en detención administrativa.

Como su huelga ha continuado, los palestinos en la Ribera Occidental ocupada y la Franja de Gaza han celebrado manifestaciones y vigilias en solidaridad con al-Qiq.

El viernes, entre sus visitantes en el hospital estuvo el jeque Raed Salah, líder de la rama norte del Movimiento Islámico en Israel, un partido político de Israel fuera de la ley .

El domingo, al-Qiq rechazó una oferta de Israel para ser liberado en mayo. Aunque todavía gravemente enfermo y en riesgo de muerte, insiste en el fin inmediato de su detención administrativa, informó la agencia de noticias Ma’an.

Resumen Latinoamericano

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Obama quer frear campanha russa na Síria ‘de qualquer maneira’


As verdadeiras intenções de Washington em relação à Síria são assunto importante há algum tempo, e muitos afirmam que o governo Obama ainda está disposto a perseguir uma troca de regime no país, apesar de ter reduzido o tom do discurso “Assad deve sair”.

O especialista em relações internacionais Rob Prince concorda com esse pensamento. Ele acredita que Washington quer o Presidente Bashar Assad fora do cenário “para que os poços de petróleo e corredores de gasodutos possam ser controlados pelas gigantes petroleiras e protegidas por novas bases militares distribuídas ao redor do país.”

Na opinião do especialista, esse foi o “plano de jogo básico desde o primeiro dia” em Washington.

“É por isso que Obama e companhia querem frear a ofensiva liderada pela Rússia se qualquer maneira possível, mesmo que signifique participar de negociações que não tenham outro propósito que não seja implementar um cessar-fogo para que os atuais mercenários americanos possam se reagrupar e lutar no futuro quando estiverem mais bem preparados”, explicou.

O processo de paz na Síria começou lentamente na última semana, quando representantes de Damasco e um grupo de oposição se encontraram em Genebra, mas não chegaram a um acordo.

Como consequência, as conversas patrocinadas pela ONU foram adiadas e devem continuar no dia 25 de fevereiro. Eles são vistas como o primeiro grande passo em uma série de medidas, incluindo um cessar-fogo nacional e eleições, que devem levar paz à Síria.


Muitos especialistas alertam que grupos rebeldes, que recebem apoio de fora da Síria, podem se aproveitar do cessar-fogo para se reagruparem e então voltarem ao campo de batalha. O analista está convencido de que a Rússia não deixará isto acontecer.

A campanha aérea russa “provou-se um divisor de águas. Ela está no processo de garantir a segurança da rede Damasco-Homs-Latakia-Hama-Aleppo, a Sírua ocidental, urbana e desenvolvida que detém 70% da população. Grupos terroristas têm chance zero de dominar esse território. O resto é principalmente terra deserta”, apontou Prince.

Sputniknews

Haiti: saída do atual presidente Martelly é esperada para amanhã


Após uma série de protestos da população, o segundo turno das eleições presidenciais foi adiado mais de uma vez no Haiti.

O que deveria ser uma transição política comum, com a entrada de um presidente eleito, se tornou um embróglio de desfecho desconhecido. Após uma série de protestos da população, o segundo turno das eleições presidenciais foi adiado mais de uma vez. Os haitianos suspeitam de fraude no processo eleitoral para beneficiar o candidato do governo, Jovenel Moise.

Martelly, no entanto, promete deixar o cargo mesmo sem um novo nome eleito para ocupá-lo. Um presidente provisório deverá assumir seu lugar, até que o processo eleitoral continue. Mas uma pesquisa divulgada em fevereiro pelo Instituto Igarapé, com sede no Rio de Janeiro, alimentou as suspeitas levantadas pela oposição e população. O estudo revelou que houve uma baixa presença de eleitores nas urnas no primeiro turno presidencial, destoando dos números oficiais.

Do total de entrevistados, 1.460 haitianos afirmaram ter registro para votar, sendo que 103 deles não tinha certeza se o registro eleitoral ainda estava válido, seja por terem se mudado ou por nunca terem votado desde que tiraram o documento. Perguntados se tinham votado no primeiro turno das eleições presidenciais, em 25 de outubro, apenas 285 (16,2%) pessoas indicaram terem votado.

É um número consideravelmente menor do que o esperado, uma vez que o número oficial de participação naquele momento da eleição foi 26,6% dos eleitores. Além disso, a popularidade do candidato de oposição, Jude Celestín, retratada na pesquisa mostrou discrepância com o resultado oficial do primeiro turno das eleições.

Na pesquisa, 91% dos entrevistados declararam preferência a Celestín. No primeiro turno das eleições presidenciais, o candidato de Martelly, Jovenel Moise, obteve 32,76% dos votos, contra 25,29% registrados por Célestin.

Os números servem de combustível para a suspeita da população em relação as fraudes na eleição. Diante do resultado do primeiro turno, Celestín se recusou a participar do segundo turno. Grupos de manifestantes protestaram, bloqueando ruas, queimando pneus e veículos. A onda de violência atingiu o país e continuou após o adiamento do segundo turno.

“Os partidários da oposição e agora também os da situação estão indo para a rua fazer os seus protestos. E a possibilidade de um grupo se cruzar com o outro existe. E se isso acontecer logicamente haverá choque, porque as manifestações não são pacíficas”, disse o General Ajax Porto Pinheiro, comandante da Missão de Estabilização da ONU no Haiti (Minustah), em entrevista concedida à Agência Brasil no final de janeiro.

Pessimismo

A pesquisa mostrou também que muitos haitianos estão pessimistas quanto aos rumos do país. Apenas 3% dos entrevistados afirmaram que participariam do segundo turno no dia 25 de janeiro, caso ocorresse. Além disso, mais de 68% dos haitianos consideram que a suspeita de fraude eleitoral foi a principal razão para a população não participar do segundo turno.

Na opinião de Robert Muggah, diretor de pesquisa do Instituto Igarapé e um dos autores do estudo, o povo haitiano quer participar mais das decisões políticas do país, mas lhe falta confiança de que suas decisões serão respeitadas.

“Em sua maioria, os haitianos se empenham para ter um processo democrático e participativo. Mais de 80% dos entrevistados tinham tirado título de eleitor, mas, depois dos seguidos golpes de Estado desde a década de 1990, anseiam um processo legítimo, sem intimidação. A criação de um processo de transição legítima poderia ajudar a renovar a confiança no processo democrático”, disse Mugah.

Esse processo começa, conclui a pesquisa, com a confirmação da saída de Martelly da presidência. “É absolutamente crucial que o presidente Martelly deixe o cargo no dia 7 de fevereiro, como o planejado. Isto vai ajudar a renovar a esperança no processo democrático e demonstrar comprometimento com uma transição de poder pacífica”.

EBC

Nova Rota da Seda: Primeiro trem chinês chega à Rússia


O primeiro trem de carga chegou à região de Kaluga, na Rússia, vindo da China. O veículo é parte no projeto de infraestrutura chinês chamado de Nova Rota da Seda.

O projeto chinês tem como objetivo ligar Leste Asiático, Oriente Médio, Europa e até África. Seu custo estimado é de US$ 900 bilhões.

A Rússia seria parte essencial da construção do projeto. O trem que chegou da China à região de Kaluga é um teste do volume comercial de larga escala entre os dois países.
O trem de carga tinha principalmente componentes para a empresa Samsung, baseada na cidade de Kaluga.

O vice-ministro russo de Transportes, Alexei Tsydenov, o governador da região de Kaluga, Anatoly Artamonov, e dois representantes chineses da Samsung estavam presentes durante a cerimônia oficial.

No ano passado, China e Rússia firmaram uma declaração conjunta sobre a construção do Cinturão Econômico da Rota da Seda e a cooperação da União Econômica Eurasiática. A declaração confirma que a Rússia apoia o projeto de construção do Cinturão Econômico da Rota da Seda e está disposta a cooperar de perto com a China para levar a declaração adiante.

Sputniknews

Ecuador cita a embajador de Turquía por actitud de la guardia de Erdogan


Presidente de Ecuador, Rafael Correa, durante su programa semanal Enlace Ciudadano efectuado en la provincia de Guayas (oeste), 6 de febrero de 2016.

El presidente de Ecuador convocó al embajador turco en Quito para expresar su protesta por el comportamiento de los agentes de seguridad turcos durante una protesta contra la visita al país andino del presidente Recep Tayyip Erdogan.

“Durante la visita del presidente Erdogan se dieron algunos incidentes que hacen quedar mal al país, pero la seguridad turca no podía actuar en nuestro territorio, tenía que actuar la seguridad ecuatoriana”, manifestó el sábado el mandatario ecuatoriano, Rafael Correa, durante su programa semanal Enlace Ciudadano, efectuado en la provincia de Guayas (oeste).

El jueves, el cuerpo de seguridad de Erdogan interfirió en la labor de la Policía ecuatoriana cuando trataba de apartar a unos manifestantes que gritaban consignas en contra del mandatario turco al que responsabilizaban de la brutal represión del pueblo kurdo y del belicismo de Turquía en la crisis de Siria.

En este contexto, Correa informó de que la cita del representante diplomático de Ankara en el Ministerio ecuatoriano de Exteriores, tiene como objetivo presentarle la nota de protesta por la forma en que actuó la seguridad de Erdogan contra los manifestantes.

Al mismo tiempo, enfatizó que pedirá un informe a las fuerzas de la Policía y de seguridad de su país y dejó claro que estas no intervinieron cuando empezó la protesta contra el jefe del Ejecutivo turco, quien estaba ofreciendo una conferencia en el Instituto de Altos Estudios Nacionales (IAEN) en Quito (capital ecuatoriana).

Sin embargo, precisó que los incidentes no impactaron los acuerdos comerciales que tenían previsto alcanzar ambos países, uno de ellos un acuerdo para una inversión de cerca de 750 millones de dólares para la ampliación del puerto de la localidad de Puerto Bolívar (suroeste de Ecuador).

Por su parte, el canciller ecuatoriano, Ricardo Patiño, anunció el viernes que Quito presentará una nota de reclamo a Turquía por la intervención "absolutamente injustificada" de agentes de seguridad del país euroasiático.

En una manifestación en las afueras del IAEN, decenas de activistas repudiaron la presencia en Ecuador del presidente turco, que cerraba su corta gira por América Latina con paradas en Chile y Perú.

ftn/ncl/rba - HispanTv

Siria bombardea ruta de tránsito de crudo de Daesh a Turquía


Caza modelo MiG-23 de producción soviética de la Fuerza Aérea Siria sobrevuela la provincia de Hama, oeste de Siria.

La Fuerza Aérea de Siria bombardeó el sábado la principal ruta de tránsito desde donde el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) transportaba petróleo a Turquía.

Tras informar que se ha aumentado la cantidad de objetivos atacados en cada vuelo de la aviación siria, los medios locales explicaron que el ataque se ha realizado en la parte oriental de la provincia de Alepo (noroeste de Siria).

Las fuentes sostuvieron que las partes norteñas y nororientales de Alepo todavía son escenarios de enfrentamientos entre las fuerzas del Ejército sirio y los terroristas, añadiendo que las fuerzas gubernamentales tratan de recuperar localidades fronterizas con Turquía, que están bajo el control de los terroristas.

“Las tropas del Ejército están involucradas en una serie de intensos combates con los terroristas cerca de la ciudad de Manbij, en el noreste de la provincia de Alepo, que hasta el momento han dejado muchos terroristas muertos”, según un comunicado emitido por el Ejército sirio.

Las unidades del Ejército también prosiguieron el sábado sus avances ante los terroristas en otras partes del país.

En la zona rural norteña de la provincia occidental de Latakia, la aldea de Al-Aliya, junto con las colinas que la rodean, fueron liberadas por las fuerzas del Ejército y fuerzas populares, confirmó una fuente en el terreno.

Las fuerzas sirias eliminaron a al menos 11 terroristas de Daesh en la ciudad de Al-Muhasan, en la provincia oriental de Deir al-Zur.

En este contexto, medios de comunicación anunciaron la muerte de seis cabecillas del EIIL, entre ellos Mahmud Matar, uno de los mandos de dicha organización extremista en el campo de Deir al-Zur.

Ante tales avances del Ejército sirio, el diario estadounidense The Washington Post apostilló en un artículo publicado el jueves que los llamados grupos “rebeldes” y los terroristas están a punto de perder la ciudad de Alepo, en el norte de Siria, y es posible que fracasen en la guerra en Siria.

alg/ctl/msf - HispanTv