sábado, 21 de janeiro de 2017

Trump assume o governo dos EUA, o "nosso Hitler"



Como se ainda estivesse em campanha eleitoral, Donald Trump insistiu num estilo populista e demagógico. A frase do dia foi: "A América, primeiro!"

Diário de Notícia - Na manhã desta sexta-feira, Donald Trump, ainda presidente eleito dos Estados Unidos, postou um dos seus já famosos tweets: "Tudo começa hoje." À tarde, o presidente dos Estados Unidos, já ajuramentado, cumpriu a ideia anunciada horas antes. Não por factos realizados, mas pelos factos verbais que irão passar a contar, e muito: as suas palavras no discurso inaugural. Ele cumprimentou, por cortesia, os ex-presidentes presentes (Jimmy Carter, Bill Clinton, George W. Bush e Obama) mas quebrou a tradição ao não invocar qualquer dos Pais Fundadores (Washington, Jefferson...) ou presidente marcante, qualquer que fosse a cor política preferida do empossado (Lincoln, Franklin Roosevelt, Kennedy ou Reagan). Antes de mim, o dilúvio - parece ter querido sublinhar Donald Trump.

Até na pequena anedota Trump quis cortar com o passado. O locutor da inauguração - a voz que anunciava à multidão frente ao Capitólio e ao país, pelas rádios e televisões, a cerimónia de posse - era o mesmo desde 1957. Aos 89 anos, Charles Brotman, 15 mandatos presidenciais depois de apresentar Eisenhower, foi despedido dias antes, por e-mail.

A magnífica voz radiofónica que se ouviu a anunciar foi a de um apoiante de Trump, Steve Ray. Pequeno fait divers, como acabaram por ser o vestido azul-claro da nova primeira--dama, Melania, tão evocativo de uma Jacqueline Kennedy, em 1961, e tão contrastante com o ar pesado de Michelle Obama, como se ela quisesse sublinhar o que o marido não podia: que esta passagem de poder não era só mais uma, comum e tranquila.

Um dos oradores, o senador democrata por Nova Iorque Chuck Schumer, achou, no entanto, que se celebrava ali uma das essências da democracia, "a pacífica transferência de poder". Disse-o como se adivinhasse que o conflito deveria ser expurgado do dia. E lembrou a carta do major Sullivan Ballou, nas vésperas da morte em combate na Guerra Civil, à sua mulher Sarah - a grande oratória americana gosta de se servir dos casos comuns da história para fortalecer o patriotismo. Como se o senador Schumer adivinhasse que o discurso do presidente, que viria a seguir, ia sublinhar a rutura e não a unidade que vai criando uma nação.

Nesta semana, Donald Trump fizera questão de se comparar a Andrew Jackson (na Casa Branca em 1829-1837), o sétimo da lista dos presidentes americanos. Poderia ser sinal de apaziguamento de um político que, por uma vez, não se apresentava como caso único ("vou ser o maior empregador que Deus criou", dissera Trump, antes). Mas alguns especialistas concordaram com a comparação, pois Andrew Jackson foi considerado no seu tempo um corte com o establishment de Washington, sem ligações com as origens dos seus seis antecessores. No dia da tomada de posse de Jackson, a Casa Branca foi invadida e ele fugiu por uma janela, e foi dormir a um hotel. Os conflitos ocorridos entre apoiantes e opositores de Trump, tiveram precedentes, mas de pequena monta - sendo certo que o atual presidente estava preparado, até melhor do que o ilustre antecessor, para responder a eles, pois tinha um hotel seu à espera.

Enfim, veio o discurso do 45.º presidente americano - o acontecimento do dia. "Esta cerimónia tem um sentido muito especial, porque não se trata só de transferir o poder de uma pessoa para outra. Transferimos o poder de Washington para o povo dos Estados Unidos", disse Trump. Repetindo o fio condutor da sua campanha eleitoral, a luta do povo (com ele também, embora agora presidente), contra os políticos.

Disse: "O povo pagou o preço de um poder confiscado pela pequena elite de Washington." E rematou: "Os políticos prosperaram mas os empregos desapareceram e a fábricas fecharam." Frases que têm números a sustentar: a capital Washington é das zonas mais prósperas da América. Verdade apontada pelo novo presidente, embora seja também verdade que ele acabou de inaugurar um Trump International Hotel em frente à Casa Branca, e não na Detroit devastada pelo desemprego. Mas o essencial é que Trump fez esta declaração de guerra aos políticos, numa tribuna pejada deles. Paul Ryan, presidente da Câmara dos Representantes e um dos patrões republicanos do Congresso, mantinha, a dois passos do discurso presidencial, o sorriso estampado. Mas notava-se a preocupação por confirmar que este presidente outsider não está disposto a entrar no redil.

"Mães e crianças são reféns da pobreza nas nossas cidades, ao nosso sistema educativo falta dinheiro, a criminalidade e os gangues privaram o nosso país do seu imenso potencial: esta carnificina americana para aqui e imediatamente", o tom é populista. E os números são distorcidos, há décadas, com exceção do ano de 2015 (aumento de 4%), a criminalidade diminui. Mas o essencial da mensagem é que Trump anunciou que vai prolongar a demagogia da sua campanha eleitoral durante o seu mandato. Os republicanos que o elegeram presidente, e têm a maioria total no Congresso, ficaram a saber que Trump vai manter o discurso, radical, incompatível com a governação.

"Vamos decretar para todas as cidades do mundo ouvirem, (...) a partir de hoje, só será: a América, primeiro!", disse Trump. "Todas as decisões sobre o comércio internacional, as taxas, a imigração, os assuntos estrangeiros serão tomados em benefício dos americanos" - agora é mundo a ficar avisado. Está dito, a América manda. Porque pode. Os outros que não se iludam que lhe podem seguir a política. Não podem.


Quem assume é o "nosso Hitler"

Daniel J. Schorr é um supremacista branco que veio do Texas para participar da posse de Donald Trump. Ele não esconde sua simpatia pela Klu Klux Klan e afirma que "Trump é o nosso Hitler, aquele que vai colocar ordem na casa".

Ao fazer essas declarações algumas pessoas se afastam ao constatar que estão próximas a um extremistas, mas ele segue falando para apenas dois jornalistas independentes que circulam entre os participantes da festa.

O discurso de Trump lembra, sim, a estratégia de Hitler que, ao assumir o poder na Alemanha, investiu em grandes obras para gerar empregos e garantir apoio popular. Isso Trump deixou claro em seu dircurso, e mais, falou claramente que a América em primeiro lugar, será uma luz radiante e as nações vão se espelhar em sua luz. Megalomania é pouco.

Quem conhece a Guerra da Secessão sabe que ela não acabou, que a sociedade norte-americana está dividida entre negros (hispânicos, imigrantes em geral) e brancos, e não importa mais se são sulistas ou nortistas, como na guerra. O norte teve sua vez com Obama, que fracassou, diz Daniel, e agora "chegou a vez dos sulistas: ainda que tenha nascido no norte, Trump é um sulista em suas ações e palavras".

Trump é um supremacista branco, um homem que acredita na superioridade da raça branca. Filho de alemães, ele sabe como ninguém amar e odiar com muita fé e convicção, talvez por isso o mega investidor George Soros, judeu sionista, tenha tanto medo e ódio à Trump, a ponto de dar entrevistas a jornais incentivando sua deposição. E a voz de soros é a voz do sistema financeiro internacional, que tem financiado revoltas populares em diversos países do mundo, mas... os EUA não são o resto do mundo, lembra Schorr.

Trump ataca a imprensa porque sabe quem a domina, e os considera seus inimigos. Isso é bom. Mas também faz discursos dúbios, fala uma coisa e faz outra, como no caso da indicação do embaixador norte-americano em Israel, um sionista radical que defende a capital do estado artificial em Jerusalém, desafiando a diplomacia mundial.

Realmente, Trump é uma incógnita. Talvez seja apenas um supremacistas branco deslumbrado com o poder. Talvez seja um novo Hitler, como afirmam os supremacistas. Talvez não seja nem uma coisa nem outra, apenas um político demagogo que vai repetir na Casa Branca o teatrinho ridículo da democracia a serviço da indústria bélica e petrolífera norte-americana.

Fernando Marques, Movimento Democracia Direta do Paraná

Siria: Los “islamistas” de la OTAN=USA siguen destruyendo Palmira


Son los contratistas de la guerra privada, los que reclutan y entrenan mercenarios de la peor calaña, decididos a matar asta la madre que los parió por cinco céntimos.

Estos mercenarios hoy llamados “islamistas” son contratados y constituyen verdaderos ejércitos, para mediante guerras irregulares, llamadas de IV generación destruir países sin que los autores intelectuales salgan a relucir en primer plano, aun que les proporcionen armas y explosivo de los más modernos, para masacrar pueblos y arrasar ciudades.

Así es el verdadero monstruo, los gobiernos de la OTAN con el dinero de las muy democráticas mornakias del golfo abrigo están detrás del puchero.

Como denuncia la UNESCO han arrasado la histórica ciudad de Palmira. ¡Claro!, que también con la venia del puto de Putin, que ahora handa enamorado de Erdoğan el carnicero de Ankara. Esto es algo que se publica en diversos medios todos los días y lo hemos visto, la ayuda que le han enviado los putinianos al pueblo sirio ha sido por cuenta gotas y a destiempo, mirando para otro lado ante tantas atrocidades… Es que ya son más de cinco años de masacres y todo indica que el final está muy lejos…

*EL jefe del estado español Felipe de Borbón a viajado a RIAD, a venderle barcos de guerra a esa monarkia WAHABITA. Sin comentario que estamos hablando de vacas sagradas…

¿Será por eso que la “izquierda” convencional aquí en España no mueve un pelo contra la guerra? … será por eso ke los UnidosPodemos han escondido la cabeza como avestruces…?

“Los negocios, el IBEX-35 están por encima de los muertos”.

Tamarant

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Joaquim Barbosa: “Caso seja confirmado um crime, é hora da ministra Cármen Lúcia pedir a intervenção”


Um post na rede social facebook feito pelo ex-presidente do STF mostra que ‘a coisa’ é mais séria do que podemos imaginar

Na noite de ontem (19), Joaquim Barbosa emitiu sua opinião sobre o trágico acidente aéreo que vitimou o ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato.

"O que mais precisa acontecer para definitivamente nos conscientizarmos de que estamos sendo governados por criminosos?

Em confirmado este crime, está mais do que na hora da Min Carmen Lúcia pedir a intervenção".

Diário do Brasil

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PARA 83% DOS BRASILEIROS, TEORI SOFREU ATENTADO

Um levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas entre esta quinta (19) e sexta-feira (20) aponta que a grande maioria dos brasileiros não acredita que a queda do avião onde estava o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki tenha sido uma fatalidade.


Segundo a pesquisa, 83,1% dos entrevistados não acreditam em acidente. Apenas 15,6% acreditam que a morte do relator da Lava Jato no Supremo tenha sido uma fatalidade, enquanto 1,3% não soube ou não quis responder.

A pesquisa foi feita com 2.800 entrevistados, a partir de questionário online com usuários de internet. O grau de confiança é de 95%, com margem estimada de erro de 2%.

O Ministério Público Federal e a Polícia Federal já abriram inquérito para apurar a queda da aeronave, que levava outras quatro pessoas, além do ministro, a Paraty, no Rio de Janeiro. Leia mais na Reuters:

MP PEDE DOCUMENTOS E GRAVAÇÕES PARA INVESTIGAR MORTE DE TEORI

SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério Público Federal em Angra dos Reis (RJ) pediu nesta sexta-feira à Aeronáutica e à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) documentos para investigar o acidente aéreo que matou o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), e outras quatro pessoas em Paraty, litoral do Estado do Rio de Janeiro.

Em nota, o MPF disse que, além dos documentos, também pedirá a gravação de voz da aeronave e realizará outras diligências, como depoimento de testemunhas, para investigar o caso.

"O Ministério Público Federal em Angra dos Reis requisitou documentos à Anac e ao comando da Aeronáutica relativos à manutenção da aeronave, gravações da conversa entre piloto e a torre/rádio de controle e está colhendo, em união de esforços com a Polícia Federal, provas testemunhais do local", afirma a nota divulgada pela assessoria de imprensa do MPF.

Na quinta-feira a Polícia Federal anunciou a abertura de inquérito para investigar o acidente, que também matou o empresário Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, 69 anos, dono do Hotel Emiliano e proprietário do avião, o piloto da aeronave, Osmar Rodrigues, 56 anos, a massoterapeuta Maira Lidiane Panas Helatczuk, 23 anos, e a professora Maria Ilda Panas, 55 anos.

De acordo com o Grupo Emiliano, Maira Lidiane prestava serviços a Filgueiras, que passava por um tratamento no ciático. A mãe da massoterapeuta, Maria Ilda, morava em Mato Grosso e passava férias com a filha em São Paulo. Ambas foram convidadas pelo empresário a passar um fim de semana em Paraty.

Teori era relator da operação Lava Jato no STF e, portanto, responsável por analisar os casos envolvendo parlamentares e políticos com prerrogativa de foro acusados de envolvimento no bilionário esquema de corrupção na Petrobras.

Havia expectativa que em fevereiro o ministro decidisse sobre a homologação dos acordos de delação premiada com 77 executivos da Odebrecht. As informações desses acordos têm sido apontados como de grande potencial para sacudir o meio político.

Em junho do ano passado, ao comentar se ele ou sua família teriam sofrido ameaças, o ministro afirmou que não havia recebido "nada sério". Os comentários foram feitos após o filho do ministro Francisco Zavascki alertar sobre ameaças contra o magistrado e familiares em sua conta no Facebook.

O avião Hawker Beechcraft, modelo C90GT, pertencia ao Grupo Emiliano e decolou na quinta-feira de São Paulo rumo a Paraty. Segundo relatos dos bombeiros e de testemunhas, chovia muito na região de Paraty no momento do acidente.

A fabricante da aeronave, a Textron Aviation, afirmou que a empresa está trabalhando de perto com as autoridades responsáveis pelas investigações do acidente.

Quem matou Teori Zavascki…


Eduardo Guimarães - Blog da Cidadania

Morreu nesta quinta-feira (19), aos 68 anos de idade, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki após a queda de uma aeronave em Paraty, litoral do Rio de Janeiro. A informação da morte foi confirmada pelo seu filho Francisco Zavascki.

O Brasil e a humanidade devem lamentar a morte de um homem honesto e corajoso que não teve medo de contrariar ninguém, nem gregos nem troianos, ainda que tenha sido acusado de postergar decisões contra Eduardo Cunha.

O avião no qual Teori foi acidentado era um Hawker Beechcraft King Air C90 prefixo PR-SOM pertencente o grupo Emiliano Empreendimentos.

Trata-se de um excelente avião. É o único bimotor pequeno que o serviço secreto norte-americano autoriza o presidente dos Estados Unidos a usar. E é muito improvável que um ministro do STF se metesse em um avião em condições duvidosas de manutenção.

Zavascki era o relatar da Lava Jato no STF. Decidia quem seria investigado ou não. Processado ou não. Condenava, absolvia, ainda que sujeito a ter suas decisões alteradas pelo colegiado. Porém, sem andamento de Teori, nada andava para políticos com foro privilegiado.

Antes que algum espertinho tente vender a tese de que o PT está por trás de tudo isso, é bom que saibam que Lula não tem foro privilegiado e, assim, não seria julgado pelo STF antes de passar por pelo menos duas instâncias da Justiça comum.

Na verdade, os investigados pela Lava Jato que estavam ameaçados pelo STF são justamente os que têm mandatos e ou cargos públicos importantes, como deputados, senadores, presidente da República e ministros de Estado.

Teori estava para homologar dezenas e dezenas de acordos de delação premiada de funcionários da Odebrecht contra alvos que até aqui não vinham sendo incomodados. Os nomes de tucanos graúdos apareceram justamente nas delações da Odebrecht, mas o principal nome envolvido nas delações que Teori iria analisar é o do presidente da República.

O nome do presidente Michel Temer aparece 43 vezes no documento do acordo de delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, é mencionado 45 vezes e Moreira Franco, secretário de Parceria e Investimentos do governo Temer, 34.

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, que pediu demissão recentemente, surge em 67 trechos.

O líder do governo no Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR), apontado como o “homem de frente” das negociações da empreiteira no Congresso, tem 105 menções no relato, um arquivo preliminar, ao qual a Folha teve acesso, do que o ex-executivo vai dizer em depoimento às autoridades da Lava Jato.

De acordo com Melo Filho, o presidente Temer atua de forma “indireta” na arrecadação financeira do PMDB, mas teve papel “relevante” em 2014, quando, segundo ele, pediu R$ 10 milhões a Marcelo Odebrecht para a campanha eleitoral durante jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014.

Segundo o delator, Temer incumbiu Padilha de operacionalizar pagamentos de campanha. O ministro, diz o ex-executivo, cuidou da distribuição de R$ 4 milhões daqueles R$ 10 milhões: “Foi ele o representante escolhido por Michel Temer –fato que demonstrava a confiança entre os dois–, que recebeu e endereçou os pagamentos realizados a pretexto de campanha solicitadas por Michel Temer. Este fato deixa claro seu peso político, principalmente quando observado pela ótica do valor do pagamento realizado, na ordem de R$ 4 milhões”.

“Chegamos no Palácio do Jaburu e fomos recebidos por Eliseu Padilha. Como Michel Temer ainda não tinha chegado, ficamos conversando amenidades em uma sala à direita de quem entra na residência pela entrada principal. Acredito que esta sala é uma biblioteca”, disse o delator, que conta detalhes do jantar.

“Após a chegada de Michel Temer, sentamos na varanda em cadeiras de couro preto, com estrutura de alumínio. No jantar, acredito que considerando a importância do PMDB e a condição de possuir o Vice-Presidente da República como presidente do referido partido político, Marcelo Odebrecht definiu que seria feito pagamento no valor de R$ 10 milhões”, diz.

“Claramente, o local escolhido para a reunião foi uma opção simbólica voltada a dar mais peso ao pedido de repasse financeiro que foi feito naquela ocasião. Inclusive, houve troca de e-mails nos quais Marcelo se referiu à ajuda definida no jantar, fazendo referência a Temer como ‘MT'”, ressalta o ex-executivo da Odebrecht.

Um dos endereços de entrega foi o escritório de advocacia de José Yunes, atual assessor especial da Presidência da República.

Segundo o delator, “o atual presidente da República também utilizava seus prepostos para atingir interesses pessoais, como no caso dos pagamentos que participei, operacionalizado via Eliseu Padilha”.

O delator disse que foi apresentado a Temer por Geddel em agosto de 2005 na festa de aniversário de seu pai.

Ao se referir ao ministro Padilha, ele afirma que o hoje ministro “atua como verdadeiro preposto de Michel Temer e deixa claro que muitas vezes fala em seu nome”, disse Melo Filho.

“Eliseu Padilha concentra as arrecadações financeiras desse núcleo político do PMDB para posteriores repasses internos”, afirmou.

A relação entre os quatro caciques peemedebistas é muito forte, segundo o delator, “o que confere peso aos pedidos formulados por eles (ministros), pois se sabe que o pleito solicitado em contrapartida (pela empresa) será atendido também por Michel Temer”.

“Geddel Vieira Lima também possui influência dentro do grupo, interagindo com agentes privados para atender seus pleitos em troca de pagamentos”, disse o delator.

Melo Filho afirmou que defendia “vigorosamente” as solicitações de pagamento feitas por Geddel junto à Odebrecht “como retribuição” pelo fato de o ex-ministro lhe aproximar das outras lideranças.

Sobre Jucá, ele declarou que um “exemplo” da força dele é “encontrado no fato de que o gabinete do Senador sempre foi concorrido e frequentado por agentes privados interessados na sua atuação estratégica”.

Todos os citados têm negado qualquer irregularidade na relação com a Odebrecht.


POLÍTICOS NA MIRA DA ODEBRECHT

Alguns dos citados em delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-executivo da empreiteira

MICHEL TEMER Ex-executivo disse que parte de valor prometido ao PMDB em 2014 foi entregue em dinheiro no escritório de José Yunes, amigo do presidente

RENAN CALHEIROS (PMDB-AL) O presidente do Senado recebeu o apelido de ‘Justiça’ na lista de codinomes da empreiteira

RODRIGO MAIA (DEM-RJ) Presidente da Câmara dos Deputados teria recebido R$ 100 mil; seu codinome era ‘Botafogo’

ELISEU PADILHA (PMDB-RS) O ministro-chefe da Casa Civil de Michel Temer seria o ‘Primo’ na lista da empreiteira baiana

MOREIRA FRANCO (PMDB-RJ) Secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimentos, seria o ‘Angorá’ das planilhas

ROMERO JUCÁ (PMDB-RR) Senador e ex-ministro, seria o ‘Caju’

EUNÍCIO OLIVEIRA (PMDB-CE) Senador, apelidado de ‘Índio’

GEDDEL VIEIRA LIMA (PMDB-BA) Ex-ministro da Secretaria de Governo, apelidado de ‘Babel’

EDUARDO CUNHA (PMDB-RJ) Ex-presidente da Câmara e ex-deputado, seria ‘Caranguejo’

JAQUES WAGNER (PT-BA) Ex-ministro-chefe da Casa Civil de Dilma, seria o ‘Polo’*

DELCÍDIO DO AMARAL (ex-PT-MS) O ex-senador aparecia nas planilhas como ‘Ferrari’

INALDO LEITÃO (PB) Ex-deputado, o ‘Todo Feio’ teria recebido R$ 100 mil

AGRIPINO MAIA (DEM-RN) Empresa teria destinado ao senador R$ 1 milhão

DUARTE NOGUEIRA (PSDB-SP) ‘Corredor’ aparece como beneficiário de R$ 350 mil

LÚCIO VIEIRA LIMA (PMDB-BA) Deputado, seria o ‘Bitelo’

FRANCISCO DORNELLES (PP-RJ) Vice-governador do Rio, seria o ‘Velhinho’ nas planilhas

ARTHUR VIRGÍLIO (PSDB) Prefeito de Manaus teria recebido R$ 300 mil

CIRO NOGUEIRA (PP-PI) Senador seria o ‘Cerrado’

HERÁCLITO FORTES (PSB-PI) Deputado, seria o ‘Boca Mole’ e teria recebido R$ 200 mil

GIM ARGELLO (DF) Ex-senador é o ‘Campari'; teria faturado R$ 1,5 mi

PAES LANDIM (PTB-PI) Deputado, seria o ‘Decrépito’, teria levado R$ 100 mil

ANDERSON DORNELLES Ex-braço direito de Dilma, seria o ‘Las Vegas’

LÍDICE DA MATA (PSB-BA) Senadora, seria a ‘Feia'; teria recebido R$ 200 mil

JOSÉ CARLOS ALELUIA (DEM-BA) Deputado teria recebido R$ 300 mil e seria o ‘Missa’

Agora adivinhe, leitor, quem vai tomar o lugar do falecido Teori. Um novo ministro do STF, indicado pelo presidente da República, Michel Temer.

*

PS: Um dos principais investigadores da Operação Lava Jato, o delegado federal Marcio Adriano Anselmo pediu a investigação “a fundo” da morte do ministro Teori Zavascki na véspera da homologação da colaboração premiada da Odebrecht. “Esse ‘acidente’ deve ser investigado a fundo”, escreveu em sua página no Facebook, destacando a palavra “acidente” entre aspas.


PF apura que avião em que ministro Teori Zavascki embarcou era seguido há 16 dias


A Polícia Federal quer saber quem acessou a foto do avião que vitimou Teori na base de dados do Beechcraft.

De acordo com informações, a ficha contendo dados e a imagem da aeronave foi acessada quase 1.900 vezes em um único dia.

Alguém estava atrás desses dados desde o dia 3 de janeiro.

Repare abaixo no prefixo do avião – PRSOM



Filho de Teori relatou ameaças: 'Se algo acontecer à minha família, sabem onde procurar'

Filho do ministro do STF Teori Zavascki, Francisco Zavascki postou, em maio de 2016, sobre supostas ameaças que seu pai e sua família estariam sofrendo. Teori é relator da Operação Lava Jato no Supremo e estava a bordo do avião de pequeno porte que caiu em Paraty nesta quinta-feira.

"É óbvio que há movimentos dos mais variados tipos para frear a Lava Jato. Penso que é até infantil que não há, isto é, que criminosos do pior tipo (conforme MPF afirma) simplesmente resolveram se submeter à lei! Acredito que a Lei e as instituições vão vencer. Porém, alerto: se algo acontecer com alguém da minha família, vocês já sabem onde procurar...! Fica o recado!", escreveu Francisco em seu Facebook.

À época, Teori chegou a comentar com alguns veículos sobre a postagem do filho e confirmou a existência de ameaças. "Não tenho recebido nada sério", disse o ministro à "EBC". Ao EXTRA, Francisco confirmou, nesta quinta-feira, a autoria de sua postagem feita há quase oito meses. "Ainda está no ar", declarou o filho do ministro do STF.

Diário do Brasil e Extra

CÁRMEN LÚCIA QUER SE ANTECIPAR A TEMER E INDICAR NOVO RELATOR DA LAVA JATO


Brasil 247 - Embora oficialmente o discurso ainda seja de cautela em relação ao futuro da Lava Jato, pessoas ligadas à ministra Cármen Lúcia, presidente do STF (Superior Tribunal Federal), afirmam que ela irá acelerar os trâmites para redistribuir todas as ações da operação. Um movimento da ministra neste sentido, antecipando-se à escolha de Michel Temer para o substituto de Teori Zavascki na Corte, seria justificada como forma de não paralisar a operação, cujo andamento já está comprometido com a morte do relator. Não seria a primeira vez em que isso aconteceria. Em 2009, Gilmar Mendes, então presidente do STF, redistribuiu os casos relatados por Menezes Direito, morto naquele ano. No Planalto, porém, cresce a pressão para que Temer não demore a escolher o substituto de Zavascki.

As informações são da coluna Painel na Folha de S.Paulo.

"Na avaliação de advogados que atuam na operação, o atraso no processo deve estimular vazamentos das delações, prestes a se tornarem públicas.

O Planalto trabalha com a perspectiva de que, com o cancelamento das audiências previstas para a próxima semana, a homologação dos acordos de colaboração da Odebrecht já não ocorra em fevereiro."

Bloomberg: Putin começa a conquistar mentes dos norte-americanos, e talvez seus corações


Segundo uma pesquisa do Pew Research Center, o número de americanos que veem com bons olhos Vladimir Putin tem aumentado em comparação com os dados de há dois anos, escreve Leonid Bershidsky em seu artigo para a Bloomberg.

Não importa quão pouco os americanos confiam na sua mídia e outras instituições, pois lhes conseguiram convencer de que a Rússia levou a cabo ataques cibernéticos contra os democratas e de que "a influência e o poder russos" representam uma ameaça, observa o autor.

No entanto, isso não significa que a maioria dos americanos esteja irritada com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, nem que queira punir o seu país, observa o jornalista, se referindo aos dados das últimas pesquisas.
"Tanto as sanções antirrussas como as tentativas de Obama de demonizar a Rússia por sua suposta intervenção nas presidenciais parecem ter provocado um efeito contrário", enfatiza Bershidsky.

De acordo com o colunista, a ideia de Donald Trump de elaborar um acordo mutuamente aceitável com a Rússia é quase tão popular entre o eleitorado como uma resposta dura. O acordo é apoiado por uma maioria mesmo entre os que votaram nos republicanos. Até mesmo um dos principais críticos da Rússia, o senador John McCain, é a favor da candidatura de Rex Tillerson, que apresentou uma política razoável e flexível em relação à Rússia.

"Parece que é isso que Putin sempre esperou dos EUA. Nunca sonhou com relações amistosas e idílicas com eles", opina o autor. "O objetivo era estabelecer um diálogo sem motivos ideológicos e baseado em interesses comuns e o respeito mútuo dos acordos".

O colunista se lembra das palavras de Sergei Karaganov, conselheiro de política externa do Kremlin:

"A concorrência com os Estados Unidos não vai desaparecer. Pode ser aguda e até mesmo perigosa. Mas a chegada da nova administração, que quer se concentrar no crescimento do seu próprio país, cria um leque de oportunidades para normalizar as relações e construí-las na base de interesses e equilíbrios", disse o político russo, citado pelo autor.
Talvez hoje, depois de todas as guerras devastadoras do século XX e dos sangrentos conflitos dos últimos 15 anos, seja muito mais difícil despertar ânimos belicosos no público, pressupõe Bershidsky no seu artigo para a Bloomberg.

Talvez o fato de ser uma potência nuclear inspire certo respeito pela Rússia, continua o jornalista.

Ou talvez, ao convencer os americanos de que os russos intervieram com sucesso nas eleições presidenciais nos EUA, os democratas e a mídia tenham fortalecido a ideia do público sobre a força da Rússia, bem como a necessidade de ter cuidado na hora de lidar com ela.

"Se isso é verdade, então, o fato é que os EUA ajudaram Putin a reforçar ainda mais o seu poder", conclui Bershidsky.

Sputniknews

Detrás de la Razón - Europa tiembla ante Trump, Rusia y Estados Unidos



¿Por qué Europa está temblando de miedo? Y no es exageración, de este periodista, pues lo acaba de decir el propio ministro alemán de Exteriores, Frank-Walter Steinmeier.

Hay alerta ante el tsunami que los europeos creen se les viene encima, un tsunami llamado: Donald Trump. Las autoridades europeas prácticamente están asustadas por 4 cosas que dijo o que significa Trump.

Uno: la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN), el sistema de defensa militar que a los europeos los ha hecho sentirse únicos, protegidos, fuertes, frente a la amenaza exterior, frente a la Unión Soviética, China, y ahora, frente a la poderosa Rusia, ese escudo protector, podría desaparecer.

Pues Trump amenaza la integridad de la famosa Alianza Atlántica, y por qué podrían cambiar las cosas por completo, por una sencilla razón: Estados Unidos manda en la OTAN, porque paga, paga el 70 % de todos los gastos militares del Ejército común europeo, si se va, se cae.

Quedan solos cada quién con su Ejército. Dos: el ‘brexit’, el poder del Reino Unido se ha ido, se divorció, su economía, su fuerza militar, y su peso político mundial ya no es de la Europa Unida, la isla de Gran Bretaña, navega ya sola para este 2017 sin arrastrar o ser arrastrada, sin ser pareja de la Europa de Bruselas; los ingleses han dejado sola a Europa, y el asunto es que Donald Trump, lo celebra.

Tres: Rusia, el tema Rusia es un tema preocupante, es un tema de humildad, y es un tema que quizá para los europeos ahora sea de agachar la cabeza y olvidarse de la actitud altiva que siempre han tenido frente a Rusia. ¿Sin el apoyo de Estados Unidos y del Reino Unido, Europa seguirá sancionando a Rusia? ¿O tendrá que empezar a respetar el poder de la potencia asiática, y empezar a dialogar y a retirar sus sanciones?

Cosa que no le gustaría nada a los gobiernos europeos que siempre han dicho y se han dicho que son superiores a los rusos. Cuatro: Al ver que el barco se está hundiendo muy probablemente, otros países europeos quieran su brexit, quieran salirse y convoquen a referéndum para abandonar la comunidad europea, es decir, estemos viendo el inicio inevitable de la fragmentación de Europa, de su poder y de su legendaria hegemonía, y ¿sabe quién vaticinó esto y además lo festeja? Donald Trump.

Quinto: Economía, sin el apoyo financiero del Reino Unido, sin el buen gesto de EE.UU. ¿cómo lo ha tenido hasta ahora, qué le pasará al Euro? ¿Adiós Euro? Vendrás las monedas nacionales de cada estado otra vez a la escena monetaria, para que el Yuan y el Rublo alcancen otro nivel? Más aun, el producto interno bruto de la Unión Europea, ya no será el mismo sin los más de 3 billones de dólares del Reino Unido.

Ante todo esta amenaza de terremoto, Angela Merkel, canciller de Alemania, y sus amigos, solo dicen que hay que unir fuerzas, estar unidos como familia y hacer un frente común, sobre todo contra el que ven como amenaza: Trump. ¿Qué le depara al mundo, está cambiando el orden del planeta? Esta y más preguntas en nuestro capítulo de hoy.

En Detrás de la Razón, nosotros preguntamos, los analistas contestan y usted en su casa concluye. Y si la realidad hace lo que quiere, entonces nosotros volveremos a preguntar. Lo importante es detectar las aristas que no nos dicen. El análisis, las preguntas y respuestas a las nueve treinta de la noche, desde los estudios de Teherán; Londres y Madrid, siete de la tarde, México a las 12 y Colombia, una de la tarde.

Por Roberto de la Madrid

smd/nii/HispanTv


Bombardeo de Hezbolá mata a terroristas en la frontera siria


Misiles del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá).

El movimiento libanés Hezbolá ataca las posiciones de EIIL en una zona limítrofe con Siria y deja un saldo de varios muertos y heridos entre los terroristas.

Según informaron el jueves medios árabes, el misil lanzado por los combatientes del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) logró alcanzar una concentración de integrantes del grupo ultrarradical EIIL (Daesh, en árabe) en las inmediaciones de la localidad de Ras Baalbek (noreste).

Un número indeterminado de extremistas resultaron muertos y heridos en la ofensiva, según el diario Al-Hayat.

Desde el inicio de la crisis siria en 2011, las localidades fronterizas de El Líbano, sobre las montañas de Arsal y Ras Baalbek, han sufrido incursiones que realizan desde el otro lado de la frontera tanto Daesh como el Frente Al-Nusra, filial siria de Al-Qaeda.

mjs/ncl/nal/HispanTv

México extradita a 'El Chapo' Guzmán a EE.UU.


Considerado el narcotraficante más poderoso del mundo, fue el hombre más buscado por el FBI y la Interpol hasta su recaptura en enero del 2016.

Las autoridades mexicanas han extraditado la tarde de este jueves al narcotraficante Joaquín 'El Chapo' Guzmán a EE.UU., informa el diario 'El Universal', señalando que el líder del cartel de Sinaloa fue enviado desde Ciudad Juárez a Nueva York, a donde ya ha llegado.

Por su parte, el Ministerio de Exteriores mexicano, en un comunicado, manifiesta que un tribunal de la capital mexicana determinó "negar el amparo y protección de la Justicia Federal" al narcotraficante para que sea procesado en EE.UU. "por diversos delitos".

'El Chapo' estaba preso en el Centro Federal de Readaptación Social (Cefereso) Nº 9 Norte, ubicado en Ciudad Juárez, en el norteño estado de Chihuahua. Joaquín Guzmán enfrenta cargos en seis estados norteamericanos (California, Texas, Illinois, Nueva York, New Hampshire y Florida), que van desde el narcotráfico y el lavado de dinero, hasta el homicidio y la posesión ilegal de armas. México aceptó extraditar a Guzmán, con la condición de que no se le aplique la pena de muerte.

Joaquín Guzmán Loera es el líder del cartel de Sinaloa, principal responsable del tráfico de drogas en México. 'El Chapo', considerado el narcotraficante más poderoso del mundo, se convirtió después de la muerte de Osama bin Laden en el hombre más buscado por el FBI y la Interpol.

Guzmán se dio a conocer mundialmente tras protagonizar en julio de 2015 una espectacular fuga de una cárcel de máxima seguridad donde se encontraba recluido durante más de un año.

Luego de su recaptura en enero de 2016, el capo mexicano se encontraba detenido en el penal de máxima seguridad El Altiplano, el mismo del que se fugó. Sin embargo, el 7 de mayo pasado fue trasladado a Ciudad Juárez, en la frontera con EE.UU.

Actualidad RT

Soros: "Trump fracasará y el sueño de los mercados acabará"


El multimillonario magnate opina que las ideas del presidente electo de EE.UU. son "inherentemente contradictorias", lo que ya se ha manifestado en su gabinete.

Los mercados globales decaerán debido a la incertidumbre relacionada con la futura política del presidente electo de EE.UU., Donald Trump, según ha declarado en una rueda de prensa en el Foro Económico Mundial de Davos (Suiza) el multimillonario George Soros, citado por Reuters.

"La incertidumbre está en el punto más alto, y de hecho es el enemigo de la inversión de largo plazo", ha señalado Soros, destacando que "no creo que a los mercados les vaya a ir muy bien". El inversor ha observado que por el momento los mercados "están todavía celebrando, pero cuando llega la realidad, [ella] se impone".


Soros ha indicado que "los mercados ven que Trump va a desmantelar regulaciones y reducir impuestos, eso ha sido el sueño" y ha agregado que "el sueño se ha hecho realidad".

Sin embargo, Trump ha llamado a introducir impuestos fronterizos y a salir del Acuerdo de Asociación Transpacífico (TPP, por sus siglas en inglés). Así que, "es imposible predecir exactamente cómo va a actuar Trump", ha manifestado Soros.

El filántropo ha expresado estar "convencido de que Trump va a fracasar", dado que "las ideas que lo guían son inherentemente contradictorias y esas contradicciones ya están demostradas por sus asesores y su gabinete".

Poco antes, se dio a conocer que el multimillonario magnate, que durante décadas ha interferido en la política de Europa y de América del Norte, llegó a perder cerca de 1.000 millones de dólares a consecuencia del repunte sufrido por el mercado de valores tras la elección de Donald Trump como presidente de EE.UU.

Actualidad RT

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Rússia e China preparam ação conjunta contra sistema americano na Coreia


Moscou e Pequim informaram que tomarão uma ação conjunta contra o sistema de defesa antimísseis dos EUA que será implantado na península coreana. Especialistas acreditam que aparato pode ser facilmente transformado em arma ofensiva e estimula cooperação russo-chinesa na defesa de mísseis.

Os ministérios dos Negócios Estrangeiros russo e chinês concordaram em manter um equilíbrio estratégico de forças no nordeste da Ásia e combater juntos o sistema de defesa antimíssil dos EUA, THAAD, que será implantado na Coreia do Sul.

De acordo com os órgãos, as capacidades do sistema global de defesa antimísseis dos EUA, e em particular de sua componente europeia, excedem as exigências de defesa.

O programa de mísseis balísticos da Coreia do Norte está em seus primórdios, enquanto o Irã, contra quem o sistema de defesa antimísseis dos EUA na Europa é ostensivamente dirigido, não é mais uma ameaça séria desde que os acordos sobre o programa nuclear de Teerã foram alcançados, segundo o tenente-general Víktor Poznihir, chefe do principal departamento operacional do Estado-Maior russo.

“Sob o pretexto de contrapor o que os americanos alegam ser ameaças de mísseis norte-coreanos e iranianos, está sendo implantado um sistema que visa principalmente a neutralizar e ameaçar mísseis russos e chineses”, afirma Poznikhir.

Proteção à Coreia do Sul

“A decisão de implantar um sistema de defesa antimíssil dos EUA foi tomada há dois anos para proteger a Coreia do Sul de seu vizinho ao norte, e é um poderoso sistema capaz de atingir mísseis balísticos inimigos pouco após serem lançados”, diz Aleksêi Maslov, do departamento de Estudos Orientais da Escola Superior de Economia.

O sistema THAAD foi desenvolvido pelo gigante de defesa americano Lockheed Martin e é eficaz contra mísseis de curto alcance (até 800 quilômetros).

“O sistema será implantado logo na fronteira com Coreia do Norte, mas alguns elementos serão posicionados pelo território sul-coreano”, explica Maslov. “Com isso, haverá várias linhas de defesa”, completa.

O radar do sistema irá cobrir uma área com um raio de quase mil quilômetros, o que significa que também se estenderá por partes do território russo e chinês.

O THAAD dispõe de sistemas de mísseis terra-ar americanos Patriot, bem como o sistema Aegis Ashore, com sistemas de lançamento MK-41 para mísseis interceptores SM-3. “Essas ogivas podem destruir satélites em órbita terrestre baixa”, diz Maslov.

Preocupação em dupla

“A China e a Rússia estão descontentes com o fato de que os americanos estão implantando um sistema que interfere nas infraestruturas militares de ambos os países, em vez de os EUA abordarem conjuntamente a questão da Coreia do Norte”, explica Dmítri Safonov, especialista militar do jornal “Izvêstia”.

Segundo ele, os sistemas de lançamento MK-41 podem ser equipados não só com mísseis interceptores SM-3, mas também com mísseis de cruzeiro Tomahawk, cujo alcance efetivo chega a 2.500 quilômetros. “Assim, um sistema de defesa antimísseis pode facilmente se transformar em um ataque ofensivo”, afirma.

Ambos os especialistas concordam que a postura de Washington estaria obrigando Moscou e Pequim a cooperar e desenvolver um sistema de defesa antimíssil conjunto.

“Temos realizado uma série de conversações com os chineses sobre essa questão, e os dois países estão trabalhando em um plano de ação conjunta”, diz Safonov. “Eles também estão considerando realizar um exercício conjunto de defesa contra mísseis, uma vez que é necessário estar preparado”, acrescenta.

Dor de cabeça para China

Não são todos os analistas, porém, que acreditam que a Rússia adotará uma política agressiva na tentativa de contrapor o sistema de defesa de mísseis dos EUA na Coreia do Sul. Para Víktor Murakhóvski, editor-chefe da revista “Arsenal Otetchestva” (Arsenal da Pátria), Moscou não deverá implantar forças adicionais no Extremo Oriente da Rússia nem direcionar seus mísseis contra elementos do sistema THADD.

“O sistema THAAD na Coreia do Sul não é estratégico, mas sim tático, e não representa uma ameaça direta à Rússia, porque nossas forças de ataque são implantadas a uma distância que excede consideravelmente sua capacidade”, explica Murakhóvski. “Ele é mais dor de cabeça para a China, porque suas forças nucleares estratégicas ainda são bastante limitadas em termos de número e capacidade.”

Ainda segundo o jornalista, a expectativa é que a liderança chinesa discuta essa questão com os EUA, de modo que o desenvolvimento de um conceito de defesa conjunta de mísseis com a Rússia seria “apenas um plano B”.

“Em relação à Coreia do Norte, o Kremlin vai buscar soluções políticas e diplomáticas em vez de militares”, diz Murakhóvski. “Vamos tentar retomar as negociações em seis sentidos sobre o programa nuclear de Pyongyang, com a participação das principais potências do mundo.”

Gazeta Russa

Brasil: A imagem de um país dominado por máfias


Jeferson Miola - Carta maior

A imprensa internacional, à diferença da brasileira, assinalou com realismo os passos da conspiração da oligarquia brasileira que redundou no golpe de Estado jurídico-midiático-parlamentar perpetrado através do impeachment fraudulento da Presidente Dilma.

Um analista português especializado em Brasil resumiu com notável precisão o contexto da aprovação do impeachment inconstitucional pelos deputados em 17 de abril de 2016: “uma assembléia geral de bandidos comandada por um bandido chamado Eduardo Cunha”!

A carnificina nos presídios do país – 142 presos mortos em 15 dias – colocou o Brasil em evidência no mapa da estupidez humana. A mídia internacional repercute enormemente esses eventos medievais, e alude que a guerra de máfias nas prisões acontece em meio à depressão econômica, e em meio à profunda degradação ética, moral e absoluta impopularidade do governo Temer. Avalia-se que essa conjunção explosiva é fator potencial de instabilidade política e social.

A barbárie nos presídios desnuda a falência absoluta do sistema de execução penal, assim como do arcaico código de processo penal, que castiga com privação de liberdade inclusive crimes famélicos e consumo de drogas.

Esta barbárie evidencia, ainda, o retumbante fracasso de um Poder Judiciário remunerado a peso de ouro, muito acima do teto constitucional, e que goza mais de 60 dias de férias por ano, enquanto metade da população carcerária brasileira, em prisão provisória, apodrece em masmorras medievais sem julgamento e, menos ainda, condenação judicial.

O episódio é um alerta da vulnerabilidade da sociedade às máfias criminosas que comandam e organizam o crime organizado tanto de dentro, como de fora dos presídios, dispondo de recursos bélicos e de comunicação mais sofisticados que as Polícias.

O governo federal tem responsabilidade por este desfecho. Ignorou os pedidos de socorro dos governadores no ano passado e agora, no momento crítico dos acontecimentos, faz propostas equivocadas, aumentando o risco de esparrame do caos para todo sistema penitenciário.


A matança nos presídios acontece no momento em que o governo é avariado por mais um grave escândalo de corrupção: a revelação da máfia criminosa de Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima, outro integrante do quartel-general de Temer na conspiração.

Desde o início do governo golpista em 12 de maio de 2016, quase uma dezena de integrantes foi demitida por desvios éticos ou corrupção – um recorde de praticamente duas demissões a cada mês. A outra parcela do governo que ainda não foi demitida, a começar pelo próprio Temer e demais sócios – o “primo” Eliseu Padilha e o “angorá” Moreira Franco – é denunciada na Lava Jato e em outros crimes, e poderá ser processada.

Essa confluência de eventos transmite ao mundo a péssima idéia de que o Brasil está dominado por máfias, foi entregue à bandidagem – na política, na economia e nos presídios.

Já não adianta a promessa de redução de juros, de retomada do crédito e dos estímulos econômicos; tampouco ajuda a projeção de crescimento de 3,4% do PIB mundial no ano e a oração fervorosa, porque a economia destruída pelo PMDB, PSDB e aliados não sairá da depressão profunda enquanto o governo ilegítimo estiver ocupando o Palácio do Planalto.

Somente um governo legitimado pelo sufrágio popular terá confiança e condições de retirar o país desta catástrofe econômica, social e humanitária. O Brasil precisa urgentemente de eleições diretas.
Os golpistas não estão destruindo somente a economia, os direitos sociais, a Petrobrás, a engenharia nacional, os empregos e a soberania do Brasil, mas estão levando ao mundo uma imagem de um país dominado por máfias. É preciso virar urgentemente esta página tenebrosa da história do Brasil; é urgente eleição direta já!

Brasil: Uso das Forças Armadas nos presídios desagrada bases militares


Tereza Cruvinel - Brasil 247

Além de inconstitucional, por ferir a missão institucional das Forças Armadas, a decisão do governo de utilizá-las na fiscalização de presídios desagradou profundamente a base militar, ainda que os comandantes não tenham se manifestado em qualquer sentido. Na oficialidade intermediária, segundo fonte militar ouvida pelo 247, a medida mais uma vez “humilha” as Forças Armadas impondo-lhes tarefas que fogem à sua missão de zelar pela segurança nacional em relação a ameaças externas. Elas foram usadas intensamente para controla favelas, como no caso da Maré, no Rio, onde ficaram mais de um ano.

Esta fonte indicou-nos a revista Sociedade Militar, uma publicação militar online que não tem natura oficial ou institucional mas reflete o sentimento dos militares. Ela publicou artigo nesta quarta-feira em que critica e reclama da medida tomada por Temer, visando muito mais o aumento de sua rarefeita popularidade do que a efetiva superação da crise, que exige mais que fiscalização dos presídios por militares equipados, ainda que não liderem com presos, o que seria a “suprema perversão”, no dizer do militar.

No dia 10, o site da revista já havia antecipado que o governo Temer pensava em “jogar sobre os ombros” das Forças Armadas a crise penitenciária.

Veja o artigo. O site da revista é www.sociedademilitar.com.br

“A REVISTA SOCIEDADE MILITAR antecipou na semana passada que o primeiro passo para jogar nos ombros dos militares a crise carcerária já havia sido dado. A MINISTRA presidente do SUPREMO, ao solicitar auxilio das Forças Armadas para uma recontagem de presos, abriu as "portas" para o que certamente viria depois.

Pois é, aconteceu.

Hoje, 17 de janeiro de 2017, o Presidente da República anuncia mais uma carga para os já sobrecarregados e maus pagos ombros dos militares das Forças Armadas, a segurança dos presídios estaduais.

Depois das cenas de terror das últimas semanas, onde se conprovou que há marginais sem qualquer apreço pela vida humana e, pior, que não hesitam em assassinar opositores com requintes de sadismo, como o pouco divulgado ato de "escrever" com corpos a sigla PCC no presídio do Rio Grande do Norte, a presidência da república floreia sua decisão com palavras bonitas – "pioneira e inovadora" – foram os adjetivos utilizados. Contudo, "desesperada" seria um adjetivo que retrataria melhor a determinação.

Militares das FA desde as academias e centros de instrução são preparados para eliminar os inimigos. Aprende-se a identificar o problema e solucionar da melhor e mais rápida forma possível. Atuar dentro de presídios exige uma preparação completamente diferente, com objetivos completamente diversos da atividade dos militares das Forças Armadas e, ressalta-se, com os militares sujeitos a normas e procedimentos completamente diferentes daqueles a que estão normalmente submetidos em seu dia-a-dia.

“Em uma iniciativa inovadora e pioneira, o presidente coloca à disposição dos governos estaduais o apoio das Forças Armadas. A reconhecida capacidade operacional de nossos militares é oferecida aos governadores para ações de cooperação específicas em penitenciárias”, declarou o porta-voz do presidente TEMER, Alexandre Parola.

O MINISTRO Eliseu Padilha, da Casa Civil já avisou que militares das Forças Armadas serão encarregados de realizar revistas em celas.

Os comandantes militares ainda não se manifestaram sobre o assunto. Mas, ninguém espera que coloquem algum obstáculo. Conversamos com colegas do Exército, do Comando Militar do Leste e a informação recebida é de que os militares devem, se realmente usados, se ater à segurança de áreas externas e revistas de celas depois de esvaziadas, mas sem qualquer contato com os detentos. Lamentável”

Brincando com gente grande. China já não é o maior credor dos EUA


O Financial Times publica os detalhes da batalha financeira entre China e Estados Unidos, anunciando que o país asiático está vendendo sua carteira de títulos norte-americanos, num esforço para sustentar a sua moeda.

A China perdeu para o Japão, desde a eleição de Trump, o papel de maior investidor na dívida pública norte-americana e, pela primeira vez desde 2010, tem aplicações inferiores a US$ 1 trilhão em títulos dos EUA.

Escreve o FT:

A China tem vendido as suas participações em moeda estrangeira, em parte, para apoiar o renminbi, que caiu 4 por cento em relação ao dólar desde o início do ano passado. A queda das participações no Tesouro faz parte de uma campanha mais ampla de Pequim para impedir a saída de capitais.

O movimento de venda de nada menos que US$ 66 bilhões está segurando o preço (juro) dos papéis dos Estados Unidos.

Hoje, a chefe do Federal Reserve, Janet Yellen, sinalizou uma alta contínua da taxa de juros até 2019.

Mas nós, aqui, estamos defendendo uma valorização de mais de 10% do dólar em relação ao mesmo período, numa situação de sobrevalorização do real que não se tem como sustentar sem queimar, como fazem os chineses, parte das reservas, no médio prazo.

Os chineses estão antecipando seus planos de foco no mercado interno, para compensar a pressão protecionista que certamente virá com Trump.

Nós, aqui, apostando tudo num fluxo de investimentos externos que é improvável no Governo Trump.

Estamos fazendo de conta que o mundo lá fora é um mar de rosas e a imprensa idiota saúda o sucesso de Janot e da Lava Jato em Davos.

Até parece que o capitalismo mundial se matriculou no Instituto Ethos.

Fernando Brito - Tijolaço

Governo Macri: Argentina terá a pior inflação em 25 anos


A Argentina acaba de confirmar oficialmente que em 2016, o primeiro ano de Maurício Macri à frente do país, a inflação foi de 41% em Buenos Aires, que dita a tendência em todo o território nacional. Agora está em discussão se é a pior inflação dos últimos 14 ou 25 anos, mas não há dúvida de que é um dado péssimo, muito acima dos 25% que o presidente prometeu pouco depois de chegar ao poder.

Em 2002, depois de uma desvalorização de 300%, a inflação chegou a 41%, a mesma que agora.

Para ver outra superior é preciso retornar a 1991 (84%), antes de a Argentina decidir que um peso valia um dólar, a chamada convertibilidade, o que freou a inflação, mas acabou muito mal em 2001.

A coisa poderia ter sido ainda pior se o aumento não fosse freado ligeiramente em dezembro, um mês em que os preços subiram menos que no resto do ano (1,2%). O Governo se aferra a este último dado para acreditar que a partir de agora as coisas vão começar a se acalmar, mas o certo é que, enquanto um país como o México está inquieto com uma inflação de 3,36% e o peso mexicano se desvaloriza em relação ao dólar, o Executivo argentino consideraria um grande êxito uma inflação de 20% para 2017. E nem sequer parece fácil ficar aí.

Quando se entra nos detalhes, as cifras são impactantes se for levado em conta, além do mais, que já antes desses aumentos de preços descontrolados a Argentina era um dos países mais caros da América Latina. A cada dia que passa fica ainda um pouco mais porque os outros não seguem o seu ritmo. Como o peso argentino pouco se desvalorizou ao longo do ano ¬ — o dólar se alterou em uma faixa entre 15 e 16, com pequenas altas e baixas especulativas —, a competitividade do país continua caindo em comparação com seus vizinhos.

Nem todos os argentinos sofrem com angústia este problema porque os salários dos trabalhadores com sindicatos fortes — caminhoneiros, petroleiros, porteiros, metalúrgicos, professores — sobem muito acima dos 30%. Mas os 35% da população que vivem na economia informal e têm mais dificuldades para conseguir aumentos de salários, esses sofrem.

Segundo os dados oficiais, os alimentos em Buenos Aires subiram 33% no ano. A queda do consumo em supermercados, superior a 5%, fez com que na última parte do ano eles tenham feito ofertas para tentar atrair clientes, o que limitou um pouco os aumentos no início do ano. O sistema é caótico.

Ninguém sabe quanto a compra vai custar, há ofertas por dias, por tipo de cartão, por produtos. É quase uma loteria, e o Governo pôs em marcha uma página na Internet para comparar preços, a qual não teve muito sucesso. As bebidas alcoólicas e o fumo aumentaram 76%. Mas o ponto mais doloroso é a categoria “moradia, água, eletricidade e outros combustíveis”. Aí se alcançou 71%, com picos em alguns gastos, como o gás, de 400%, pela redução dos subsídios que os Kirchners haviam colocado em prática.

Em saúde, educação e outros itens essenciais para qualquer argentino, a inflação beirou também os 40%. Mas isso já passou. O problema maior é que 2017 começa com novos aumentos. O combustível subiu 8% e se esperam outros reajustes durante o ano. Os pedágios vão subir 120%. Os telefones, 12%. A água, 300%, depois de uma sentença judicial. A luz, 36%. A saúde privada, 6%, e continuará em alta. Os impostos residenciais, 30%. As escolas particulares, que começam em março, também estão impondo aumentos de 30%. Os sindicatos já se preparam para negociações salariais duras, como todos os anos, e o Governo sabe que enquanto não conseguir controlar a inflação não poderá falar de êxito. Por ora, o objetivo parece distante, embora seja quase certo que não se chegará ao desastre desses 41% de 2016.


Do Portal Vermelho, com Carta Maior

Reconquista do Oriente Médio: território do Daesh encolhe significativamente em 2016


Segundo os analistas da agência IHS Markit, durante o ano passado os terroristas perderam cerca de 18 mil quilômetros quadrados que eram controlados por eles (cerca de 23% dos territórios ocupados).

"Em 2016, o Daesh sofreu uma perda sem precedentes de territórios. Isto se refere a regiões que desempenharam um papel principal nos planos do grupo", indicou o analista Columb Strack.

Ele explica que a retomada de Palmira pelos jihadistas em dezembro do ano passado foi feita porque "as forças de Assad e seus aliados estavam envolvidas em Aleppo".

O relatório da IHS Markit indica que a reconquista da cidade de Raqqa, que tem sido o centro dos jihadistas na Síria, vai ser a etapa mais complicada da luta contra o Daesh.

Sputniknews


Irán: No toleraremos matanza de los musulmanes rohingyas


Miembros de la minoría musulmana rohingya, en su huida a Bangladés por la represión gubernamental birmana, están bajo vigilancia por los oficiales de seguridad bangladesíes en Teknaf (sur)

Irán critica los desagradables incidentes que sufren los musulmanes rohingyas en Myanmar y recalca la necesidad de poner fin a la matanza de esta etnia.

“No toleraremos la matanza de los musulmanes en ningún lugar y esa es la postura unificada del mundo del Islam (…) nuestra petición al Gobierno de Myanmar es controlar la situación e impedir los crímenes contra los musulmanes”, ha sentenciado hoy jueves el vicecanciller iraní para Asuntos Jurídicos e Internacionales, Seyed Abás Araqchi.

El funcionario iraní ha realizado tales declaraciones durante una entrevista concedida a la agencia iraní de noticias IRNA al margen de una reunión urgente de la Organización para la Cooperación Islámica (OCI) que se celebra en Kuala Lumpur, capital de Malasia, sobre la situación de la minoría rohingya en Myanmar (Birmania).

De acuerdo con Araqchi, el encuentro en Malasia tiene como objetivo principal expresar la solidaridad del mundo islámico con los musulmanes rohingyas que, prosigue, atraviesan una situación miserable por la revocación de su nacionalidad en Myanmar.

“Pedimos al Gobierno de Myanmar que controle la situación, proporcione las condiciones necesarias para la vida de los musulmanes y que resuelva el problema de su nacionalidad”, ha demandado Araqchi.

Además de considerar que Myanmar tiene la obligación de impedir los crímenes que se cometen contra esta minoría, Araqchi ha enfatizado que también debe facilitar la entrega de ayudas humanitarias a esta etnia musulmana.

En las últimas semanas, más de 20.000 rohingyas han huido para protegerse de un operativo del Ejército de Myanmar en el noroeste del país. La oposición considera que la actuación militar ha sido en represalia por el asesinato de nueve policías en octubre, pues las autoridades birmanas achacaron a milicianos de esa minoría la autoría de tal crimen, aunque ellos rechazaron la acusación.

La población rohingya ha sido objeto de ejecuciones sumarias, violaciones en grupo e incendios deliberados de aldeas enteras, circunstancias que les han obligado a refugiarse en el vecino Bangladés.

A su vez, el canciller de Irán, Mohamad Yavad Zarif, en una carta dirigida el pasado 6 de enero al secretario general de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) Antonio Guterres, expresó su preocupación por las crecientes “masacres y conductas deshumanas y crueles” contra los musulmanes rohingyas.

ftn/ncl/nal/HispanTv

Iraquíes hallan ‘tesoro informático’ de Daesh en Mosul


Miembros de las fuerzas especiales antiterroristas de Irak celebran en su base militar en Bartalla la recuperación del este de Mosul de manos del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe)

Fuerzas de la Inteligencia iraquí encontraron un ‘tesoro informático’ del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en el norte de Mosul.

Los militares iraquíes confiscaron en los campos de Al-Hadba y Al-Kindi un ordenador perteneciente a la banda takfirí con “preciosa” información sobre sus integrantes rusos y tayikos, además de una versión digital de los libros propagandísticos de Daesh en lenguas árabe y rusa, según afirmó el miércoles una fuente de la Inteligencia iraquí a la cadena local Al-Sumaria News.

La fuente militar agregó que la información hallada en el ordenador también ayudó a las fuerzas iraquíes en localizar un taller que utilizaban los extremistas takfiríes para producir maniquíes, los que vestían de terroristas a fin de distraer a las fuerzas iraquíes.

Las fuerzas iraquíes iniciaron en octubre pasado una operación para recuperar Mosul, último feudo de Daesh en Irak. La misma jornada del miércoles, el Ejército anunció la liberación total de los barrios orientales de la urbe.

ask/ncl/nal/HispanTv

Vídeo: Un edificio de 17 pisos se derrumba en Teherán



Un antiguo edificio comercial iraní se ha venido abajo hoy jueves mientras un incendio devoraba sus pisos superiores.

El edificio Plasco de 17 plantas, situado en el centro de Teherán (capital iraní) y que data de los años sesenta e incluye un centro comercial y talleres de ropa, había sido evacuado pero unos 200 bomberos estaban luchando contra el incendio en el momento del derrumbe.

El alcalde de Teherán, Mohamad Baqer Qalibaf, ha indicado que al menos 70 personas han resultado heridas. Además, unos 25 bomberos han quedado atrapados después del colapso del rascacielos, según los medios locales.

Por su parte, el jefe del Servicio Médico de Emergencia, Pirhusein Kolivand, ha informado que varios bomberos han quedado atrapados bajo los escombros. Ha agregado que está en marcha una operación para encontrar a los desaparecidos.

Los bomberos luchaban contra el incendio durante varias horas antes del colapso, mientras la policía impedía la entrada en el edificio a los tenderos y otras personas que trataban de regresar para rescatar sus compañeros y recoger sus objetos de valor.

Los edificios cercanos, incluidas las embajadas de Turquía y el Reino Unido, han sido evacuados.

La torre fue inaugurada en 1962 y lleva el nombre de una empresa de fabricación de plásticos. Era el edificio más alto en la capital en el momento de su construcción.

ftn/ncl/nal/HispanTv