quinta-feira, 17 de abril de 2014

Siria: Terroristas marchan atrás ante logros de Ejército


Gran número de terroristas, que lucha contra el Gobierno de Damasco en Siria, retrocedió tras el avance del Ejército sirio en el sur del país árabe, según ha informado este jueves la cadena libanesa Al-Manar.


Según las fuentes castrenses, la operación antiterrorista del Ejército obligó a los terroristas a escapar de las alturas de la región de Al-Qalamun, sita al norte de la capital siria, Damasco.
Las tropas sirias también hallaron un taller de fabricación de bombas y balas de mortero en la localidad de Hosh Arab, ubicada en la región estratégica de Al-Qalamun.
Por otra parte, gran número de hombres armados perdieron la vida durante los enfrentamientos con el Ejército sirio en las granjas de Tel Kurdi, en la ciudad de Duma (suroeste).
También en la provincia de Deir al-Zur, en el este del país árabe, las tropas sirias impidieron un ataque de grupos armados contra el distrito de Al-Movazafin.
Además decenas de rebeldes armados murieron en la operación castrense de Damasco en las montañas de la provincia siria de Latakia (oeste), tras atacar las posiciones terroristas en la zona.
Siria está inmersa desde marzo de 2011 en una crisis orquestada desde el extranjero que busca derrocar al Gobierno del presidente de Siria, Bashar al-Asad.

nas/rha/msf - HispanTv

TERRORISTAS FOGEM PARA A TURQUIA

Enquanto as tropas sírias avançam em todas as frentes, os terroristas financiados pelos governos dos EUA, Israel, Turquia, França, Inglaterra, Arábia Saudita e Catar estão fugindo em debandada. Na foto ao lado, a fuga de terroristas de Kessab para a Turquia, onde contam com campo de apoio dos governos colonialistas fantoches do sionismo.

Terroristas cometen una horrible masacre en el norte de Siria


Nuevas imágenes difundidas en Internet muestran que elementos terroristas secundados por el exterior decapitan a varios civiles y cuelgan las cabezas de cables de electricidad en la ciudad de Al-Raqe, en el norte de Siria.

De acuerdo con los testigos presenciales, miembros del grupo terrorista Estado Islámico de Irak y el Levante (EIIL), vinculado a Al-Qaeda, han sido los autores de esta horrible matanza que incluye entre las víctimas a un menor de 7 años de edad.
Al-Raqe, uno de los bastiones más importantes de los terroristas, es el lugar al que acuden elementos de EIIL de pueblos aledaños para recibir instrucciones militares.
Arabia Saudí, Catar, Turquía y algunos países occidentales apoyan financiera y militarmente a los terroristas que luchan desde hace más de 3 años contra el Gobierno del presidente sirio, Bashar al-Asad.
En octubre de 2013, el diario británico ‘The Times’ informó de que al menos 10.000 terroristas extranjeros operan en Siria integrados en diferentes grupos.
Hasta el momento, más de 150 mil personas han perdido la vida y millones se han visto obligadas a desplazarse debido a la crisis que vive Siria.

mkh/ncl/nal -HispanTv

Comandante ucraniano é preso por forças populares pró-Rússia


Forças populares capturaram hoje o Tenente-General Vasily Krutov, comandante da "Unidade Antiterrorista" que recebeu ordens da CIA e do governo golpista de Kiev para reprimir e assassinar cidadãos ucranianos pró-Rússia no Leste do país.

Krutov é um personagem importante da junta de Kiev, sendo membro do Conselho de Defesa da Ucrânia. O Exército e as Forças Armadas da Ucrânia são controladas em grande parte por ucranianos descendentes de russos, e não aceitam derramar o sangue de irmãos para beneficiar o banqueiro judeu sionista colocado como Primeiro Ministro da Ucrânia para saquear o país e colocá-lo como fantoche do imperialismo norte-americano e do sionismo.

Ucrânia e o grande tabuleiro de xadrez


Pepe Escobar, Asia Times Online - Tradução: Vila Vudu

O Departamento de Estado dos EUA, pela porta-voz Jennifer Psaki, disse que notícias de que o diretor da CIA John Brennan teria dito aos mudadores-de-regimes em Kiev que “conduzissem operações táticas” – ou alguma “ofensiva antiterrorista” – no leste da Ucrânia são “completamente falsas”. Significa que as notícias são verdadeiras. Brennan já transmitiu a ordem de marcha. No momento em que escrevo, a campanha “antiterroristas” – com seu simpático toquinho de retórica à Dábliu – já degenerou em farsa.

Agora, combinem essa notícia com o secretário-geral da OTAN, o cão-de-caça Retriever holandês Anders Fogh Rasmussen, a latir sobre o reforço militar ao longo da fronteira leste da OTAN: “Teremos mais aviões no ar, mais navios na água e mais prontidão em terra.”

Aí está. Bem-vindos à doutrina da guerra pós-moderna dos Dois Patetas.


Paguem ou morram congelados

Para todos os propósitos práticos, a Ucrânia está falida. A consistente posição do Kremlin ao longo dos três últimos meses foi encorajar a União Europeia a encontrar solução para a terrível situação econômica da Ucrânia. Bruxelas fez coisa nenhuma; apostou tudo na ‘mudança de regime’ que beneficiaria o fantoche-campeão-de-boxe & preferido da Alemanha Vladimir Klitschko, também conhecido como “Klitsch, o boxer”.
A mudança-de-regime aconteceu, mas do tipo orquestrado pelo Khaganato dos Nulands – uma célula neoconservadora dentro do Departamento de Estado e sua secretária-assistente de Estado para Assuntos Europeus e Asiáticos Victoria Nulands. E agora a opção presidencial é entre – e como não seria? – dois fantoches dos EUA, o fantoche-bilionário-do-chocolate Petro Poroshenko e a ‘ex-primeira-ministra da Ucrânia, ex-condenada e possível presidente, ‘Santa Yulia’ Timoshenko. E a União Europeia ficou com a conta a pagar (impagável). É onde entra o Fundo Monetário Internacional, FMI – com um iminente, repugnante “ajuste estrutural” que mandará os ucranianos direto ao inferno, para buraco ainda mais infernal do que o que já conhecem e com o qual estão habituados.
Mais uma vez, contra toda a histeria propagada pelo ‘Ministério da Verdade’ dos EUA e seus franqueados na imprensa-empresa ocidental, o Kremlin não precisa “invadir” Ucrânia alguma. Se a Gazprom não receber o que lhe é devido, os russos só terão de fechar a torneira do braço ucraniano do Gasodutosão. Kiev será forçada a usar pelo menos uma parte do gás destinado a alguns países da União Europeia, ou os próprios ucranianos ficarão sem combustível para manterem-se vivos – as pessoas e as indústrias. E a União Europeia – cuja “política de energia” é, sobretudo, uma piada – lá estará, enredada em mais uma dificuldade autoinfligida.
A União Europeia continuará a caminhar a passos largos para situação perene de perde-perde, se Bruxelas não falar com Moscou, com seriedade. Só há uma explicação para por que já não está falando: pressão linha-dura-duríssima por Washington, montada mediante a OTAN.
Mais uma vez, como contragolpe, contra a atual histeria – a União Europeia ainda é cliente top da Gazprom, com 61% do total do gás exportado. É uma relação complexa, baseada na interdependência. A capitalização do Ramo Norte, do Ramo Azul e do ainda a ser completado Ramo Sul inclui companhias alemãs, holandesas, francesas e italianas.
Assim sendo, sim, a Gazprom precisa do mercado da União Europeia. Mas só até certo ponto, se se considera o meganegócio de entrega de gás siberiano à China, que será assinado muito provavelmente em maio, em Pequim, quando o presidente da Rússia visitará o presidente Xi Jinping.


Jogando areia na engrenagem

Mês passado, enquanto o torturante sub-show estava em andamento na Ucrânia, o presidente Xi andava pela Europa fechando negócios e promovendo outro braço da Nova Rota da Seda, direto até a Alemanha.
Em ambiente não Hobbesiano e não doente, uma Ucrânia neutra só teria a ganhar se se posicionasse como um entroncamento privilegiado entre a União Europeia e a proposta União Eurasiana – além de se converter em nó crucial de distribuição na ofensiva chinesa da Nova Rota da Seda. Em vez disso, os mudadores-de-regime do governo de Kiev estão apostando tudo na ‘associação’ à União Europeia (que jamais acontecerá) e deixando-se converter em base avançada para a OTAN (que é o objetivo do Pentágono).
Se se pensa num mercado comum de Lisboa a Vladivostok – ao qual visam ambas, Moscou e Pequim –, ele seria também magnífica solução para a União Europeia.
Nesse contexto de possibilidades, o desastre na Ucrânia é realmente um pau, uma trava metida na roda, um saco de areia jogado na engrenagem, uma cratera rasgada no meio da estrada. E areia na engrenagem, trava na roda, cratera cavada no meio da estrada que, crucialmente, só geram vantagem para um único ator: o governo dos EUA.
O governo Obama já pode – pode, talvez; ninguém garante – ter percebido que o governo dos EUA perdeu a batalha pelo controle do Oleogasodutostão da Ásia para a Europa, apesar de todos os esforços do regime de Dick Cheney. O que os especialistas em energia chamam de “Grade Asiática de Segurança Energética” está crescendo – como seus milhares de conexões para a Europa.
Assim, só restou ao governo de Obama jogar areia na engrenagem, meter uma trava, um calço, na roda desse processo – o que se vê ser feito agora –, tentando ainda impedir a plena integração econômica da Eurásia.
Pode-se facilmente ver que o governo Obama está cada vez mais obcecadamente preocupado com a crescente dependência da União Europeia, que não vive sem o gás russo. Daí se inventou o plano grandioso de posicionar o gás de xisto norte-americano na União Europeia, como alternativa à Gazprom. Ainda que se assuma que possa acontecer, demorará pelo menos uma década – sem garantia de sucesso. Na verdade, a alternativa real seria o gás iraniano – depois de um acordo nuclear amplo e o fim das sanções ocidentais (esse pacote, o que não surpreende ninguém, está sendo sabotado em massa por diferentes facções ativas dentro do governo dos EUA).
Para começar, os EUA não podem exportar gás de xisto para países com os quais não tenha assinado algum acordo de livre comércio. É “problema” que poderia ser solucionado, em boa parte, pelo acordo chamado “Parceria Trans-Atlântica” [orig. Trans-Atlantic Partnership (TAP)] negociado secretamente entre Washington e Bruxelas (sobre isso, ver 16/4/2014, Pepe Escobar, “Pé na estrada pelo sul do OTANstão”, Asia Times Online, trad. em http://goo.gl/r2AEjL [NTs]).
Em paralelo, o governo Obama continua a usar táticas de “dividir para governar”, com o objetivo de assustar atores menores, inventando o fantasma de uma China maléfica, militarista, tentando reforçar o “pivô para a Ásia” que só engatinha e não consegue pôr-se em pé. Todo o jogo volta sempre ao que o Dr. Zbig Brzezinski conceitualizou nos idos de 1997, em seu The Grand Chessboard – e cantou, até os mínimos detalhes, para seu discípulo Obama: os EUA no comando de toda a Eurásia.
Mas o Kremlin não se deixará arrastar para um sorvedouro militar. É justo dizer que Putin identificou o Grande Quadro no tabuleiro inteiro, o que significa ampliar a parceria estratégica Rússia-China, que é tão crucial quanto a sinergia energia-manufatura com a Europa; e, sobretudo, o medo avassalador que sentem as elites financeiras norte-americanas, do processo inevitável, em andamento, conduzido pelos BRICS (e que já se expande para o Grupo dos 20, G-20, grupo chave) – para deixar para trás o petrodólar.
Em resumo, tudo isso sugere que o petrodólar será progressivamente superado, ao mesmo tempo em que ascende uma cesta de moedas como moeda de reserva no sistema internacional. Os BRICS já trabalham na construção de sua alternativa ao FMI e ao Banco Mundial, investindo num pool de moedas de reserva e no Banco BRICS de desenvolvimento.
Enquanto o esforço tentativo de construir uma nova ordem mundial agita-se tentando nascer em todos os pontos do Sul Global, a OTAN-Robocop sonha com mais guerras. **********

Cai a última fortaleza dos terroristas em Aleppo


Os terroristas financiados pelos governos dos EUA,Israel, França, Inglaterra, Arábia Saudita, Turquia e Catar, encontraram o fim que merecem na fortaleza de Hanano em Aleppo: foram dizimados pelo heróico e valoroso Exército Árabe Sírio.
Centenas de terroristas fugiram dos combates - afinal, são mercenários e não correm riscos - e dezenas morreram em combate.
A cada dia que passa os mercenários e terroristas estão sendo varridos - como ratos - da Síria.
Viva o heróico Exército Sírio! Viva o presidente Bashar Al Assad!



Embaixador defende democracia iraniana


Embaixador do Irã no Brasil explica que o Ocidente deturpa a visão sobre a participação política da população no país. Para ele, o diálogo atual com EUA limita-se ao tema nuclear

Camilla Hoshino, Leandro Taques e Pedro Carrano de Curitiba (PR)

“Falta de democracia”, “autoritarismo”, “ameaça nuclear”, “atraso”, “instabilidade”. São palavras que ouvimos todos os dias na televisão quando o assunto é o Irã. Essa visão é contestada pelo embaixador do país no Brasil, Mohammad Ali Ghanezadeh, que visitou Curitiba para verificar as condições do jogo do Irã contra a Nigéria na Copa do Mundo. Em entrevista ao Brasil de Fato, Ghanezadeh fala da relação com os EUA, dos levantes nos países árabes e islâmicos e fornece dados sobre a democracia no seu país. Ousado, o embaixador chega a afirmar: “Somos a única democracia na região do Oriente Médio”.

Brasil de Fato – Qual é a situação do Irã e o balanço do governo do presidente Hassan Rohani?
Mohammad Ali Ghanezadeh – A eleição de Hassan Rohani, que tem um pensamento diferente do anterior, de certo modo, é uma demonstração do dinamismo democrático que existe em nosso país. É uma demonstração também de que a democracia já encontrou o seu rumo em nosso país. E o povo de modo geral apresenta suas opiniões por meio das urnas. Isso em contrapartida com outros países na região que sequer têm eleições. Nesse sentido, minha avaliação é a de que, após 35 anos da nossa Revolução Islâmica, nós escolhemos o caminho correto para a estabilidade democrática de nosso país através da realização de eleições.
Após as eleições, houve abertura de diálogo entre Irã e EUA. Esse espaço influencia a relação do Irã com os países vizinhos, em especial com a Arábia Saudita?
A eleição do presidente Rohani, que possui política e atitude moderadas, de certa forma, mudou a visão do mundo ocidental e da comunidade internacional, mostrando o dinamismo interno do Irã. Sua eleição criou o ambiente adequado para o diálogo entre o Irã e o “Grupo 5 + 1” dos países do Ocidente na questão nuclear iraniana. Isso mostra um diálogo não apenas com os EUA, mas com o grupo. O encontro com esse grupo motivou que, pela primeira vez, Irã e EUA estabelecessem diálogo sob a questão nuclear iraniana. Podemos conversar bilateralmente até chegar a uma decisão. Por isso, enfatizo que esse diálogo foi somente sobre questão nuclear e não sobre as relações bilaterais com os EUA, sabendo que essas negociações terão impacto sobre outros aspectos das relações com esses países do grupo. Verificamos também que há uma revisão das atitudes de outros países nas suas relações com o Irã. Esperamos que também essa mudança abarque países como a Arábia Saudita.

Os EUA combatem o chamado “arco da instabilidade”, que envolveu o Afeganistão e o Iraque e mais recentemente a Líbia e a Síria. Há uma ameaça contra o Irã?
Mohammad Ali Ghanezadeh – Esses acontecimentos na região do Golfo Pérsico e com países árabes têm características específicas. Na nossa visão, podemos definir quatro características para esses movimentos que estão ocorrendo. A primeira é o cansaço por parte do povo perante governos ditatoriais e com longo prazo no poder. A segunda característica desses levantes populares é a demonstração contra a corrupção nesses países. Outra característica das manifestações é apresentar a sua rejeição sobre as políticas e atitudes de Israel e EUA em desrespeito aos direitos do povo muçulmano e do povo palestino nos últimos 65 anos. E a última característica é que elas têm um histórico islâmico, ou seja, surgiram em comunidades muçulmanas. Tudo isso nos leva à comparação de que o nosso país tem uma forma diferente. Somos a única democracia na região do Oriente Médio.
Em 30 anos, realizamos 33 eleições diferentes – presidenciais, legislativas, de conselhos municipais. Realizamos essas eleições em um ambiente pacífico, tivemos presidentes com pensamentos diferentes. Por isso, o Irã está estável à sua volta e dentro do país não temos preocupação. Há formas para que o povo se manifeste. Mas a pergunta é: será que a intervenção do EUA em nossa região trouxe estabilidade? Nada disso. Essa intervenção motivou o aumento das atividades terroristas na nossa região, como vemos na Síria, onde hoje há mais de 100 grupos terroristas, resultado da intervenção dos EUA e de países do Ocidente.

Como se encontram as relações diplomáticas do Irã com o Brasil, com os BRICs e com os demais parceiros estratégicos?
Mohammad Ali Ghanezadeh – Nossas relações diplomáticas com o Brasil são centenárias. Durante todo esse período não houve nenhuma turbulência política. Em 2013, nossas relações comerciais somavam 1,6 bilhão de dólares. Sabemos que esse valor ainda está muito aquém das potencialidades existentes nos dois países. Naturalmente, após os acordos que têm sido feitos com o Ocidente sobre a questão nuclear, nossas relações com parceiros ocidentais ganharão mais dinamismo. Nossos acordos comerciais com a China ultrapassam 40 bilhões de dólares. Com alguns países na região, como a Turquia, esse valor chega a 21 bilhões de dólares. Com a Índia, 16 bilhões de dólares.

A pergunta que fazemos é: como o Brasil, com um PIB de 2,5 trilhões de dólares, mantém uma relação desse volume com Irã? A resposta é que os empresários brasileiros fizeram menos contatos conosco em relação a outros países. As diferenças culturais no que dizem respeito ao tratamento das mulheres no Irã são vistas com restrições pelos ocidentais. Como o senhor enxerga as condições sociais e políticas da mulher atualmente no seu país?
Mohammad Ali Ghanezadeh – Nossa visão para a questão do papel das mulheres e dos homens, de modo geral, parte dos valores islâmicos. Dentro das convicções do Islamismo, valorizamos as mulheres. Exatamente por isso acreditamos que elas têm um papel central não só na família, mas na construção de uma sociedade correta. Depois da Revolução Islâmica, preparamos o terreno para a participação da mulher em vários campos diferentes da sociedade. Atualmente, nas universidades iranianas, as mulheres chegam a 63% da população estudantil. Três dos vice-presidentes da República nesse governo são mulheres.
Em porcentagem, temos mais mulheres em nosso Parlamento do que o Brasil tem. Temos motoristas de táxi, professoras universitárias, pesquisadoras, médicas etc. Nesse sentido, para além de serem valorizadas como mulheres, elas estão presentes em diversos campos sociais. Acreditamos, portanto, que a visão do Ocidente deturpa muito a imagem da mulher na sociedade iraniana.

Qual o cronograma da sua viagem em Curitiba e a expectativa para a Copa do Mundo?
Mohammad Ali Ghanezadeh – Para nós é uma grande alegria ser um dos 32 países escolhidos para estar presente na Copa. Teremos um jogo da nossa seleção com a Nigéria em Curitiba. Como vocês sabem, o futebol no Irã é muito popular e tem uma história centenária. Os iranianos também conhecem o Brasil através do futebol. Atualmente, temos um time no Irã que se chama “Indústria de Petróleo” e a camisa deles é igual a da seleção brasileira. Temos mais de 20 jogadores brasileiros contratados em diversos times iranianos.
O Irã, desde 1947, é membro da FIFA e, atualmente, é o primeiro dentro dos países da região asiática. Já participamos quatro vezes da Copa do Mundo. É por isso que a população iraniana está muito entusiasmada para assistir aos jogos. Como a expectativa é que venham muitos iranianos, precisamos coordenar algumas ações com as autoridades locais. Precisamos de um posto consular que preste serviço de atendimento à seleção e à nossa comunidade. Nosso interesse é que durante o período da Copa também possamos realizar uma semana cultural do Irã em Curitiba.
Queremos fazer uma exposição com peças artesanais iranianas e, paralelamente, fazer uma mostra de cinema iraniano, trazendo sete filmes, com destaque para o filme Separação, ganhador do Oscar. Para isso, tivemos um encontro com o governador (Beto Richa) e com o prefeito (Gustavo Fruet), além de termos visitado também a Arena da Baixada, onde acontecerão os jogos. Além das questões esportivas e culturais, nossa visita tem o objetivo de estreitar as relações comerciais bilaterais com o estado, por isso, nos reunimos também com a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep).

Nesses encontros, houve alguma discussão sobre a possibilidade de protestos em dias de jogos do Irã?
Mohammad Ali Ghanezadeh – Ouvimos notícias de uma provável manifestação por parte dos homossexuais. Mas, através de conversas com as autoridades do governo e também pelas visitas à Arena da Baixada, acabamos conhecendo melhor a segurança dos jogos e estamos tranquilos de que haverá uma realização pacífica e alegre durante os jogos da Copa em Curitiba. Sabemos que o povo brasileiro é um povo pacífico e que o futebol se tornou um jogo muito popular em qualquer parte do mundo. A intenção é que nesse período todos estejam alegres. Certamente assim será.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Un vehículo de combate del Ejército ucraniano abre fuego contra las autodefensas en Kramatorsk


Tres personas resultaron heridas después de que un vehículo de combate del Ejército abriera fuego contra las fuerzas de autodefensa en Kramatorsk.

Según informó la agencia RIA Novosti citando a un portavoz de los partidarios de la federalización, en el distrito de Pchékino de Kramatorsk agentes de autodefensas que viajaban en un coche trataron de romper un convoy de varios vehículos blindados que se estaba dirigiendo al aeródromo de la localidad, ocupado por los militares ucranianos desde la noche de este martes.
Después de que los manifestantes lograran bloquear el paso al último vehículo del convoy, los militares ucranianos abrieron fuego contra ellos. Un agente de las autodefensas resultó herido en el hombro y otros dos en las piernas. Las víctimas ya recibieron la atención médica adecuada.
La agencia Interfax, por su parte, afirma, citando a otro portavoz de las autodefensas, que las informaciones sobre ese enfrentamiento de momento no han sido confirmadas y que podría tratarse de una provocación.
Las autoridades autoproclamadas ucranianas anunciaron el inicio de una operación especial a gran escala con la participación del Ejército contra las manifestaciones de los partidarios de la federalización que se han extendido recientemente en el sureste de Ucrania.

Actualidad RT

Chile: A agonia de San Pedro de Atacama


Pouco mais de oito mil vidas estão praticamente sem água no meio do deserto mais árido do mundo. No pequeno povoado de San Pedro de Atacama (1.8 mil km ao norte de Santiago), de abundantes tesouros arqueológicos e culturais, um dos destinos turísticos mais procurados por turistas sucumbe à deterioração dos já escassos recursos hídricos locais.

Por Victor Farinelli e Paola Cornejo, na Carta Capital

A agonia da cidade é consequências da privatização das águas no Chile. Em 1981, no auge da política de enxugamento do Estadopromovido durante a ditadura de Augusto Pinochet, foi decretado o Código de Águas, que permite a compra e o controle de recursos fluviais por parte de empresas privadas. A maioria das interessadas era composta por companhias do ramo de mineração – o que branqueou diversos casos de contaminação ilegal existentes desde o início da exploração do cobre.
O código trouxe enormes consequências sociais. Só neste século foram iniciadas 47 disputas judiciais entre pequenas cidades do interior (21 ao norte e 26 ao sul de Santiago) e empresas mineradoras, termoelétricas, madeireiras e de celulose, seja pelo desvio dos cursos de água, represamento ou sua utilização para depósito de dejetos.
O brasileiro Augusto Dauster está há três meses em San Pedro, trabalhando em empresas de turismo. Ele diz que precisou de tempo para se adaptar ao problema. “Primeiro, a gente aprende a nunca tomar água da torneira. Está sempre contaminada. Banhos curtos, lavar roupa e louça com o mínimo possível, e principalmente, comprar galões de água mineral em garrafa. Sempre recomendo aos turistas trazerem sua própria água para cá, é muito mais saudável”, explicou.
Luta pela sobrevivência. Entre tantos casos de escassez de água, os mais urgentes são os de três povoados do norte chileno: Petorca, Caimanes e San Pedro de Atacama. Os locais estão em vias de desaparecer devido à contaminação dos rios que abastecem suas regiões.
Segundo dados da Secretaria regional de Saúde de Antofagasta (província a qual pertence San Pedro de Atacama), a cidade dispões de apenas 2 metros cúbicos por segundo (m³/s) de água potável, e precisaria de 80 para satisfazer sua própria população, os turistas e a pequena agricultura local.
Em 15 de fevereiro, a junta de moradores de San Padro se reuniu para debater as próximas medidas a serem tomadas. Antes disso, alguns participantes trouxeram relatos das dificuldades locais. Karen Luza, representante da associação de famílias agricultoras da região, contou como as empresas que controlam a água na região diminuíram o fluxo destinado à irrigação das lavouras.
“Em outubro, plantamos batata, alho, favas e milho, mas a água demorou 16 dias em chegar, e só abriram a chave durante duas horas, depois tivemos que esperar mais vinte dias. Que semente pode resistir tantos dias?”, perguntou a camponesa. Karen também contou o quanto e difícil manter os seus cinco cavalos. Ela diz não contar com água suficiente para cria-los. Sua situação não se diferencia em nada da que vivem as demais famílias de camponeses da zona.
Estava preparada a discussão sobre a construção de uma represa, em um reduto capaz de acumular água das chuvas, para que fosse usada exclusivamente pela população. Porém, a prefeita Sandra Berna trouxe a notícia de que uma empresa mineradora havia se apropriado do local onde haviam planejado a represa, e o projeto teve que ser momentaneamente rechaçado.
Durante o encontro, a prefeita Berna mostrou seu descontento a um representante regional do Ministério de Saúde que estava presente, dizendo que “quando o governo assume a culpa por essa situação, atua novamente em favor dos interesses das empresas donas da água, que são as verdadeiras responsáveis. Se a culpa não é por omissão, então que obriguem as empresas a devolver e recuperar o rio”.
Ao final da reunião, foi aprovada a proposta feita pela comunidade indígena Likana Antay, de levar um documento à ONU e diversos organismos de direitos humanos, para pedir o apoio da comunidade internacional ao direito da comunidade de soberania das águas que a abastecem.
Enquanto as pessoas se retiravam do salão, uma senhora indígena, representante da comunidade Ayllu, desabafou: “Se não houver água, não temos mais nada o que fazer aqui. Vão ficar só esses empresários do turismo, gente de fora, tentando vender a carcaça da nossa cultura, ou a cultura fantasma, para os estrangeiros entenderem o que acontece quando se olha somente para a economia, e se esquece do espírito humano”.

Relator da ONU denuncia ocupação e colonos de Israel em Hebron


Foto: Rua dividida ao meio evidencia segregação (entre palestinos e colonos israelenses) sob o controle militar israelense, em Hebron, na Cisjordânia palestina.

O relator especial das Nações Unidas para a situação dos Direitos Humanos nos Territórios Palestinos ocupados, Richard Falk, instou Israel, nesta terça-feira (15), a impedir os colonos de tomarem a Casa Al-Rajabi, em Hebron, cidade palestina ocupada militarmente pela administração israelense, na Cisjordânia. O apelo é uma reação à permissão de ocupação anunciada pelo ministro israelense da Defesa, Moshe Ya’alon.

Por Moara Crivelente, da Redação do Vermelho

Após uma disputa jurídica levada pelos palestinos à Suprema Corte israelense, a Casa Al-Rajabi, um edifício de quatro andares capaz de alojar 40 famílias, em Hebron, é ocupada pelos colonos. O local fica entre duas colônias ilegais, Kiryat Arba e à próxima da Mesquita de Abraão (também conhecida como Tumba dos Patriarcas), no centro da cidade antiga de Hebron.
“Três famílias de colonos já se mudaram para o edifício. Isto provavelmente significa mais restrições de movimento para os palestinos na área, mais bloqueios de estradas e mais acosso aos residentes palestinos e defensores dos direitos humanos pelos colonos,” advertiu Falk.
A violência e os confrontos com os colonos são recorrentes e motivo de grave preocupação, com janelas gradeadas e redes metálicas acima das ruelas dos mercados antigos, protegendo os comerciantes árabes do lixo e das pedras lançadas por colonos que vivem nas casas por cima das lojas, por exemplo. De acordo com fontes locais, cerca de 400 famílias israelenses vivem como colonos na cidade.


Hebron no centro da ocupação israelense

A cidade de Hebron tem um estatuto especial de divisão administrativa dentro dos territórios palestinos, segundo um acordo da década de 1990, que deveria ser temporário, mas segue vigente. A região é ocupada militarmente pelas tropas israelenses, com postos de controle militar dentro do centro urbano, entre diferentes bairros, que impõem restrições sérias à movimentação dos palestinos, com revistas frequentes e horário de encerramento (geralmente, 21h00), à partir do qual a movimentação é vedada.
“Esta é a primeira vez que uma nova colônia é criada no centro de Hebron, desde os anos 1980 – e somaria ao suplício da comunidade palestina”, enfatizou Falk. “Não poderia haver coisa pior para alimentar a retomada da violência do que a criação de uma nova colônia no coração da [parte] antiga de Hebron.”
Os colonos ocuparam ilegalmente o edifício de quatro andares que estava sendo construído por famílias palestinas em março de 2007, e continuaram lá até dezembro de 2008, quando uma decisão da Suprema Corte israelense despejou os colonos, pendente de uma revisão judicial mais detalhada sobre as reivindicações de propriedade, explica o portal do Departamento do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos.
“Durante aquele período, a ONU e organizações não governamentais de proteção dos direitos humanos testemunharam um aumento grave da violência dos colonos e do acosso contra os residentes palestinos daquela vizinhança.”
A casa da família Al-Rajabi, que foi despejada pelas forças israelenses de segurança, ficou vazia por ordem judicial, afirma o portal, até 11 de março deste ano, quando a Suprema Corte israelense emitiu sua decisão final, rejeitando um apelo dos palestinos e favorecendo a propriedade dos colonos sobre o prédio, reocupado por eles no domingo (13), após a permissão do ministro da Defesa israelense.
“Hebron incorpora as piores características do apartheid, colonialismo e opressão a serem encontradas em toda a Palestina ocupada,” enfatizou Falk, enquanto descrevia a cidade dividida por postos de controle militar, muros, fios de arame farpado e ruas de segregação onde os colonos e os palestinos são separados, apesar de viverem a metros de distância.

Aumento da violência fundamentalista

O relator especial também pontuou que os residentes da maior colônia da região, Kiryat Arba ("Cidade de Arba", um gigante na Bíblia judaica, ou "Cidade dos Quatro" gigantes), com quase oito mil habitantes, estão entre os colonos mais extremistas e ideologicamente motivados em toda a Cisjordânia, o que agravou os inúmeros incidentes de violência dos últimos anos, ressalta o portal do Departamento.


“Além de Kiryat Arba, Falk ressalta, já há várias colônias israelenses pequenas dentro ou próximas à cidade antiga de Hebron que criaram restrições severas e uma atmosfera de tensão contínua que afetam adversamente todos os palestinos,” continua o portal. O relator especial disse que “esta situação inaceitável é agravada pela falta de imposição da lei [aos colonos] pelas forças de segurança israelense. O que já foi um mercado vibrante no centro de Hebron é, agora, uma cidade fantasma.”
Palestinos residentes da região costumam mostrar aos que visitam uma cidade abandonada, lojas seladas pelas tropas israelenses e ruas completamente bloqueadas, o que, junto com o aumento da violência, levou centenas de palestinos a deixarem a cidade. Nem mesmo os incentivos da ONU e outras agências internacionais como o Banco Mundial para a restauração do comércio têm sido suficientes, uma vez que a ocupação militar e a presença dos colonos é uma constante.
“O estabelecimento de colônias na Cisjordânia é uma clara violação do direito internacional e uma contravenção ao artigo 49 da Quarta Convenção de Genebra,” ressalta Falk, mencionando uma conclusão idêntica emitida pelo Tribunal Internacional de Justiça em sua Opinião Consultiva, em 2004.
“Israel precisa tomar medidas para cumprir o direito internacional e assegurar que as tensões – já altas em Hebron – não saiam do controle,” enfatizou o relator especial, que também lembrou a origem de Baruch Goldstein, autor dos disparos que mataram 29 palestinos na Mesquita de Abraão em 1994: a própria colônia Kiryat Arba.
Richard Falk, dos Estados Unidos, é o quinto relator especial sobre a situação dos direitos humanos nos Territórios Palestinos ocupados desde 1967 (a partir de quando, após a Guerra dos Seis Dias, Israel passou a ocupar mais territórios árabes), designado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU. O mandato foi estabelecido originalmente em 1993, pela então Comissão de Direitos Humanos.

Una columna militar ucraniana se rinde ante prorrusos en el este


Diversas fuentes informan que decenas de efectivos del Ejército ucraniano enviados por Kiev para reprimir a los manifestantes prorrusos que desde el sábado controlan Slaviansk, ciudad emblemática del este rusohablante, han dejado las armas y abandonan la zona.

Los soldados de una columna militar ucraniana en la ciudad de Kramatorsk, a unos 15 kilómetros al sur de Slaviansk, se han rendido este miércoles ante un grupo de activistas prorrusos que habían logrado bloquear los autos blindados del Ejército ucraniano.
Los soldados pertenecientes a la 25ª brigada paracaidista entregaron los vehículos y sus armas, y prometieron abandonar pronto la zona.
La columna contaba con 15 blindados y fue interceptada por los activistas cuando atravesaba Kramatorsk en dirección a Slaviansk, destino final para llevar a cabo la llamada operación “antiterrorista” que inició la víspera el gobierno.
Anteriormente se informó que los activistas prorrusos se habían apoderado de una columna de seis blindados ucranianos en Kramatorsk y la dirigieron hacia la ciudad de Slaviansk.

tmv/ybm/nal - HispanTv

Siria: Ejército continúa sus operaciones antiterroristas en varias zonas del territorio nacional


Unidades del Ejército y de las Fuerzas Armadas frustraron un intento por parte de los terroristas para infiltrarse en el barrio de Wadi Al-Sayeh en la ciudad de Homs, dejando a un número de ellos entre muertos o heridos.
Por otro lado, una fuente militar informó que destacamentos militares liquidaron a numerosos terroristas e hirieron a otros, así como destruyeron sus pertrechos bélicos en los barrios de al-Khaldieh, al-Krabis y Bab Hood.
En la campiña norte de Homs, escuadras militares dirigieron duros golpes a los terroristas en las localidades de Rastan y Ghanto, dejando colosales bajas en sus filas.

Grupos terroristas sufren bajas a manos del ejército en Alepo
Una fuente militar afirmó que unidades de las Fuerzas Armadas infligieron cuantiosas bajas en las filas de los grupos terroristas en las afueras de la Prisión Central de Alepo y en otras localidades.
Por otro lado, el ejército llevó a cabo operativos en los que destruyó a vehículos y pertrechos bélicos de los terroristas en los alrededores de la ciudad industrial de Sheikh Najjar y en otras zonas de la campiña este de Alepo.

Ejército liquida a francotiradores en la ciudad de Deraa
En la provincia sureña de Deraa, escuadras militares bombardearon concentraciones de terroristas en la localidades de al-Neemeh, Dael, Nawa, Mesefra, entre otras.
En la ciudad provincial, el ejército llevó a cabo operaciones en las que liquidó a varios francotiradores. También, las fuerzas Armadas abortaron un intento de infiltración de armados desde el bosque nacional a la localidad de Taseel, infligiendo colosales pérdidas en sus filas.

Ejército halla una planta para fabricar bombas en Hosh Arab
En Damasco-campo, unidades militares hallaron a una planta para la fabricación de dispositivos explosivos improvisados…
Una fuente militar informó que en la planta contenía artefactos explosivos y granadas propulsadas por cohetes, además de grandes cantidades de materiales explosivos y rellenos de bombas…
Los terroristas utilizaron la sede de Telefonía en la localidad de Hosh Arab en Kalamoon, como lugar para la planta.
Por otro lado, los zapadores del ejército neutralizaron decenas de artefactos explosivos colocados por los terroristas en las calles de dicha localidad.
Asimismo, las Fuerzas Armadas hallaron un hospital de campaña cerca de la sede de la alcaldía, el cual contenía grandes cantidades de medicamentos de fabricación saudí y libanesa, así como una sala de operaciones quirúrgicas bien equipada.

Incautado un vehículo cargado de armas en Damasco-campo
Las autoridades competentes incautaron un vehículo cargado de diferentes tipos de armas en la provincia de Damasco-campo.
Las armas incluyen cohetes antiblindados, proyectiles RPG, obuses de morteros y rellenos para los artefactos explosivos.
El vehículo venía de la localidad de Wadi Barada y se dirigía hacia la ciudad de Kisweh en el sur de Damasco.

Ejército halla un túnel usado por los terroristas en Jobar
Unidades del Ejército hallaron un túnel usado por los grupos terroristas armados en la localidad de Jobar cerca de Damasco.
Los terroristas usaban dicho túnel para sus desplazamientos y para almacenar y transpotar armas y municiones.
El ejército había descubierto a decenas de túneles cavados por los terroristas en varias zonas cercanas a Damasco.

FFAA inflige grandes pérdidas entre las filas terroristas en Deir Al-Zour
Unidades del Ejército y las fuerzas Armadas se enfrentaron a un intento de grupos terroristas en infiltrarse hacia los barrios Al-Mwazafin y la aldea Al-Shamtya en Deir Al-Zour.
Una fuente en la provincia de Deir Al-Zour afirmó al corresponsal de SANA que una escuadra del ejército destruyó un zulo terrorista en Al-Shamtya liquidando a 12 terroristas e hiriendo a otros.


Hala B., Fady M., Lynn A., Ghifar Al. - SANA

OTAN treina terroristas para desestabilizar a Ucrânia


Michel Chossudovsky, Diretor do Centre for Research on Globalization em declarações à RIA Novosti

"Empreiteiros de companhias de segurança privadas podem fazer o que a OTAN não pode abertamente: treinar terroristas que contribuam para desestabilizar a Ucrânia".
"Aquelas organizações (companhias de segurança privadas) farão o que a OTAN não pode fazer abertamente: Podem treinar pessoas para serem terroristas", disse Chossudovsky, acrescentando que na Síria empreiteiros privados estavam a treinar a al-Qaeda.
"Estamos a falar acerca da continuação da política de intervenção militar dos EUA na Ucrânia e na etapa preparatória para um massacre no Sudeste da Ucrânia", Igor Korotchenko, editor-chefe da revista mensal russa Defesa Nacional, acrescentando que a instalação de mercenários da companhia privada Greystone Ltd. pode ser financiada por oligarcas ucranianos e organizada em coordenação com o Departamento de Estado dos EUA.
Chossudovsky considerou à RIA Novosti que mercenários são normalmente contratados por governos, mas há numerosas opções para que eles operem de modo encoberto e não se identifiquem.
"Empreiteiros privados podiam ser contratados pela OTAN, ou pelo governo ucraniano ou por um intermediário. Qualquer um pode contratar a Greystone, eles operam de modo encoberto, eles não se identificam e ganham dinheiro", afirmou Chossudovsky.
A tropa fandanga dos golpistas de Kiev. "Considerando que os serviços de segurança da Ucrânia mostram sua óbvia incompetência, mercenários estrangeiros podem suprimir os protestos na parte Sudeste do país", disse Korotchenko.
Chossudovsky considera expectável que a Greystone também recrute ucranianos para a operação e recordou que a companhia contrata pessoas de diferentes nacionalidades, as quais são treinadas por pessoal militar profissional.
"No interior da Guarda Nacional Ucraniana há conselheiros militares ocidentais, eles têm pessoal militar sénior. Supõe-se que treinem serviços de proteção, mas de facto treinam terroristas", disse Chossudovsky.
"A OTAN e os EUA não irão reconhecer a presença destas forças especiais. O que está a acontecer é um influxo de forças especial na Ucrânia as quais estão ali tendo em vista sustentar o atual governo, mas elas também contribuem para um processo de desestabilização", afirmou Chossudovsky enfatizando que mercenários infiltrar-se-iam nos movimentos de base para desencadear a violência por toda a Ucrânia.
O perito canadiano também afirmou que conselheiros da OTAN já estão presentes na Ucrânia e que foram trazidos pelas autoridades de Kiev.
"Temos informações de que havia mercenários no Leste da Ucrânia no princípio de Março. Alguns destes mercenários possivelmente podiam terem sido utilizados para as operações refinadas com franco-atiradores (snipers) que caracterizam o Euro Maidan", disse Chossudovsky, acrescentando que operações semelhantes já foram vistas em outros países.
A Greystone Ltd. é uma companhia privada registada no Barbados que "fornece os profissionais qualificadas e os serviços de administração de programas necessários para enviar helicópteros, segurança protetora e soluções de treino".
A empresa era uma subsidiária do fornecedor de serviços de segurança privada Blackwter e agora opera como uma entidade separada, mas tem ligações com ela.
O ministro russo dos Estrangeiros expressou anteriormente preocupações sobre a acumulação de forças ucranianas na parte Sudeste do país que envolve cerca de 150 mercenários americanos da companhia privada Greystone Ltd., vestidos com o uniforme da unidade de polícia especial ucraniana Sokol. Moscovo classificou este movimento como uma violação da legislação da Ucrânia.

Pátria Latina

Síria denuncia na ONU ataques militares de Israel


Duas cartas, de conteúdo idêntico, dirigidas ao Presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas

À 01:40 horas, pelo horário de Damasco, do Domingo de 05/05/2013, aviões de guerra israelenses realizaram um ataque aéreo com mísseis, partindo dos territórios israelenses e do sul do Líbano contra três localidades das Forças Armadas da República Árabe da Síria, situadas ao noroeste de Jamraya, em Mislun e em um aeroporto da região de Dimas, na zona rural de Damasco. Este ataque israelense resultou na perda de diversos mártires, em feridos entre as fileiras dos cidadãos sírios e numa destruição em larga escala nestes locais e em áreas urbanas próximas a estes locais.
Este flagrante ataque israelense só vem confirmar a coordenação das ações entre Israel, os grupos terroristas e os takfiristas da frente Al Nusra, um dos braços da Al Qaeda, com o objetivo de oferecer apoio militar direto aos grupos terroristas, após o fracasso de suas últimas tentativas de obter o controle dos territórios, fato que não deixa dúvidas de que Israel é a beneficiada, o motor e o executor, em alguns casos, das ações terroristas das quais a Síria tem sido vitima e que tem como objetivo o povo e o país, tanto de forma direta ou através de seus instrumentos que atuam dentro do país. A República Árabe da Síria confirma a invalidez das alegações lançadas recentemente dos Israel para justificar suas ações hostis sob o argumento do transporte de armas para fora das fronteiras sírias.
A continuidade das ações terroristas de Israel tem como objetivo o aumento das tensões na região para leva-la a uma guerra regional de amplas proporções, ameaçando a paz e a segurança internacionais, na região e no mundo.
A República Árabe da Síria considera as declarações americanas, que antecederam e sucederam os ataques, um incentivo a Israel para realizar estes ataques, garantindo-lhe uma cobertura política para violar a soberania da Síria, a Carta das Nações Unidas e as normas da Lei Internacional.
A República Árabe da Síria reafirma o seu direito à autodefesa, à defesa de seus territórios e sua soberania, exige do Conselho de Segurança que assuma suas responsabilidades para pôr fim à hostilidade israelense contra a Síria, a proibição de sua reincidência e a evitar o agravamento da situação na região até que fique fora de controle. A Síria considera que a insistência de alguns países membros permanentes do Conselho de Segurança em garantir a cobertura para que Israel continue praticando sua hostilidade e sua ocupação dos territórios árabes, entre os quais as colunas ocupadas do Golã árabe, faz com que se tornem totalmente responsáveis pelas consequências que podem vir a ocorrer como resultado das ações hostis de Israel.

Arabia Saudí financia a terroristas para desestabilizar El Líbano


Un hombre extremadamente peligroso y detenido por el Ejército libanés en la ciudad fronteriza de Arsal, (este de El Líbano), reveló que Arabia Saudí financia a las pandillas armadas en Siria y El Líbano para que realizaran actos terroristas en estos países.

El arrestado identificado como “Mohamad Abdulhamid Qasem”, alias “Abu Abda”, quien fue capturado recientemente junto con otras dos personas, confesó que había recibido una gran cantidad de dinero de Arabia Saudí para preparar coche bomba.
Durante el interrogatorio, el arrestado sostuvo que cargaba coches con material explosivo en las ciudades de Yabrud y Rankus, ubicadas en la frontera de Siria con El Líbano, y luego los trasladaba al territorio libanés.
Abu Abda es considerado como uno de los principales responsables de suministrar vehículos con explosivos en esas ciudades y sus alrededores.
Documentos e informes existentes muestran que Arabia Saudí no sólo brinda apoyo logístico y financiero a los terroristas en El Líbano y Siria, sino que trata de desestabilizar de esa forma a otros países de la zona, entre ellos Irak.
A principios del pasado mes de marzo, el primer ministro iraquí, Nuri al-Maliki, tachó a Arabia Saudí de principal patrocinador del terrorismo en el mundo y aseguró que Riad respalda a grupos terroristas que operan en Siria, El Líbano, Egipto, Irak e incluso en otros países.
El Líbano, en los últimos meses, ha sido escenario de múltiples ataques terroristas, reivindicados por las Brigadas Abdulá Azzam y el Frente Al-Nusra, vinculados a Al-Qaeda.

ftm/rha/hnb- HispanTv

Putin: "La escalada del conflicto en Ucrania la lleva al borde de una guerra civil"


El presidente ruso, Vladímir Putin, en una conversación telefónica con la canciller alemana, Angela Merkel, señaló que la fuerte escalada del conflicto en Ucrania lleva al país al borde de una guerra civil, informa el servicio de prensa del Kremlin.

Según el mandatario ruso, el empeoramiento agudo de la crisis en Ucrania fue resultado de las políticas irresponsables de Kiev, que hace caso omiso a los derechos e intereses legítimos de los ciudadanos ucranianos de habla rusa.
Ambos líderes subrayaron la importancia de las negociaciones cuadriláteras previstas para el próximo 17 de abril entre Rusia, la Unión Europea, EE.UU. y Ucrania.
"Es de esperar que en la reunión en Ginebra se logre enviar una señal clara que promueva la transición de la situación en una dirección pacífica", agregó el servicio de prensa del Kremlin.
Putin también recordó a la canciller alemana la importancia de estabilizar la economía de Ucrania, así como la necesidad de solucionar la cuestión del tránsito de gas a Europa.

Actualidad RT

Seis vehículos blindados se pasan al lado anti-Kiev en el este de Ucrania


Las tripulaciones de seis vehículos blindados enviados a la ciudad de Kramatorsk por el Gobierno autoproclamado de Ucrania se pasaron al lado de los manifestantes 'federales' después de que fueran rodeados por una muchedumbre de mujeres.

La gente les relató a los militares que eran civiles levantados en defensa de sus derechos y no terroristas. Paso seguido, el oficial de uno de los vehículos izó la bandera rusa y dirigió la columna hacia la ciudad de Slaviansk.
El portavoz de las fuerzas de 'autodefensa de Donbás' Miroslav Rudenko dijo a la agencia de noticias Interfax: "Ahora contamos con nuestra propia maquinaria blindada".
El envío a la zona de protestas de varias columnas blindadas forma parte del despliegue militar en el norte de la provincia de Donetsk ordenado por el presidente autoproclamado ucraniano, Alexánder Turchínov. Algunos vehículos del mismo tipo participaron en la toma del aeropuerto de Kramatorsk este martes.
Por su parte, el Ministerio de Defensa de Ucrania niega que algunos de sus efectivos se hayan pasado al bando de las milicias populares.

Actualidad RT

terça-feira, 15 de abril de 2014

Morteiros disparados por terroristas atingem escolas em Damasco


A agência de notícias Sana informou, nesta terça feira, 15/04/2014, que uma criança morreu e outras 60 pessoas ficaram feridas em consequência de um ataque terrorista com morteiros à uma escola particular situada na área de Bab Touma e Al Duwailah, em Damasco.

Os feridos foram levados para cinco hospitais da capital e receberam o atendimento médico de emergência.
Os morteiros foram lançados contra as escolas de Manar de ensino básico, em Bab Touma e atingiram o complexo educacional de Mar Elias, em Duwailah.

Este ato covarde e terrorista deve ser atribuído aos mercenários que lutam na Síria financiados pelos governos dos EUA, Israel, Turquia, França, Inglaterra, Arábia Saudita e Catar. O sangue das crianças sírias não será em vão e os governantes dos países citados um dia pagarão por essa selvageria.

Sana News


Embaixador da Jordânia é sequestrado na Líbia


"O embaixador da Jordânia na Líbia, Fawaz Al-Itan, foi seqüestrado nesta terça-feira de manhã em Trípoli. O anúncio foi feito pelo porta-voz do Ministério líbio das Relações Exteriores, Saïd Lassoued, que diz não saber a identidade dos seqüestradores.

Os atacantes dispararam contra o veículo do diplomata jordaniano, ferindo seu motorista. O embaixador foi então retirado do carro e levado para destino desconhecido.

Na seqüência, a Royal Jordanian Airways cancelou seus voos para Trípoli. Deve-se mencionar que a British Airways e a Alitalia suspenderam seus voos para a Líbia desde março. A alemã Lufthansa e a Austrian Airlines encerraram suas operações na Líbia."

http://allainjules.com

Discurso de Vitalii Churkin (Rússia) no Conselho de Segurança da ONU


Obrigado, Senhora Presidenta.

Hoje se ouviram muitas palavras, muitas declarações, mas a primeira impressão que gostaria de partilhar com meus colegas é que não estão prestando atenção ao relógio. Nesse momento são 21h30, o que significa que são 3h30 da madrugada na Ucrânia. Dentro de duas horas e pouco será dia, 14 de abril, na Ucrânia. Na verdade, é a hora em que, segundo ordens criminosas distribuídas pelo Sr. Turchinov, o Exército Ucraniano deverá entrar em ação para reprimir as manifestações de protesto.
Ouviram-se aqui muitas palavras injustas, mas com certeza a fala que supera todas as demais e supera até o que ele próprio já disse aqui, foi de meu colega ucraniano. Quer processar a Rússia por terrorismo. Por que nunca pensaram em processar os que aterrorizaram o seu próprio governo durante vários meses, até o dia 21 de fevereiro? Quem fez guerra contra a Polícia, quem queimou vivos oficiais de Polícia da Ucrânia, quem matou a tiros, policiais e pessoas que protestavam contra o governo e que parecem ser aliados do hoje governo de Kiev? O senhor jamais antes os chamou de terroristas e, isso, por alguma razão. E até os eximiu de qualquer responsabilidade por suas ações criminosas, que se repetiram por vários meses.
Outra vez, infelizmente, se ouviram aqui várias acusações ridículas contra a Rússia. Disseram que a Rússia quer desestabilizar a Ucrânia, até que tenta sufocá-la. Tão preocupados estão com a Ucrânia! Mas por que não responderam nosso pedido para que se iniciasse um diálogo sobre como ajudar a Ucrânia a enfrentar e combater uma crise quando ela estava começando? Por que só fizeram incitar o confronto, para que continuasse? Por que aconteceu tão tarde a manifestação dos ministros de Relações Exteriores da França, da Alemanha e da Polônia, dizendo que a União Europeia, sim, realmente precisava conversar com a Rússia sobre perspectivas econômicas da Ucrânia, Geórgia e Moldávia, no caso de esses países virem a associar-se à União Europeia? Por falar nisso, não me lembro de ter ouvido alguém, em Bruxelas, que apoiasse a posição daqueles ministros. Fomos acusados de “sufocar a Ucrânia” porque nos recusamos a doar, gratuitamente, nosso gás natural à Ucrânia.
Esperemos, para saber qual será a resposta dos ministros da União Europeia, até dia 14 de abril, à carta do presidente Putin sobre como podemos trabalhar juntos para arrancar a Ucrânia do pântano econômico em que está.
E Washington – que, de fato, nem está na lista dos que receberam essa carta – já está pressionando a Europa e já diz que a carta seria “chantagem econômica”. Esperemos para vez se ainda resta alguma soberania à União Europeia, se é capaz, ou não, de tomar decisões racionais.
Durante toda a crise na Ucrânia, a Rússia votou “não” a qualquer movimento que contribuísse para acirrar os ânimos e desestabilizar o país. Não nos interessa nem acirrar os ânimos nem desestabilizar o país – absolutamente não nos interessa, porque a Ucrânia é nosso importante parceiro econômico e político, país muito próximo da Rússia em vários sentidos. A Rússia sempre votou contra a desestabilização da Ucrânia. Não somos absolutamente culpados pela situação que se observa hoje.


O Sr. Fernandes Tarancoa disse que representantes da ONU começaram a observar ações em que pessoas do sudeste da Ucrânia estariam capturando alguns prédios do governo. Não se pode esquecer que, evidentemente, muito aprenderam de Maidan e de Kiev, em matéria de capturar prédios públicos. Lá, capturaram prédios públicos durante meses!
Nossos parceiros ocidentais dizem que Maidan foi “exemplo de democracia”, não se sabe por quê. Mas mudam de opinião sobre as mesmas técnicas, quando o pessoal do sudeste faz coisa semelhante.
Aconteceu dia 6 de abril, já se passou um mês e meio desde 21 de fevereiro, quando o presidente Yanukovich foi derrubado e assinou-se acordo que, sim, impediria o agravamento ainda maior da situação.
Desde o início dissemos sempre que aquele acordo tem de ser implementado. Que talvez se tenha de convocar uma Assembleia Constituinte, para que se possam fazer gestos decisivos para o sudeste da Ucrânia. Algum gesto foi feito?
Pode-se dizer que sim: finalmente, o Sr. Yatsenyuk foi [ao sudeste da Ucrânia], disse alguma coisa e partiu no dia seguinte. Mas, um dia depois, o Sr. Turchinov discursou e disse que discorda de Yatsenyuk. Fato é que eles preferem usar a força.
Têm-se observado outros eventos preocupantes, durante várias consultas que mantemos com nossos colegas ocidentais. O ministro de Relações Exteriores Sergey Lavrov, como os senhores sabem, conversa quase todos os dias, por telefone, com o secretário de Estado dos EUA, John Kerry.
Em todos os telefonemas, Kerry dá sinais de que compreende – porque é compreensível – que não entendamos coisa alguma dessa confusão, e tenta, e procura fazer alguma coisa, e tenta falar com Kiev para ajudá-los a compreender as necessidades e as preocupações do sudeste, sobre a autonomia e os direitos deles à própria língua.
Então, de repente, um dos deputados deles faz um discurso no Congresso e diz “Sabemos que essas conversas darão em nada, mas temos de gastar o tempo”. Gastar o tempo. Quer dizer: será que haveria algum cenário de Turchinov’s “usar o exército”, na cabeça de alguém em Washington? É mais que hora de parar de culpar a Rússia, que estaria procurando a desestabilização.
A representante dos EUA mencionou que o vice-presidente Biden irá à Ucrânia, se lembro bem, dia 21 de abril. Mas por que esperar tanto? Ele que pegue um telefone e telefone ao Sr. Turchinov, como telefonou tantas vezes ao president Yanukovich, antes de 21 de fevereiro. Que o vice-presidente Biden diga ao Sr.Turchinov o mesmo que disse ao Sr. Yanukovich. Segundo o gabinete de imprensa do vice-presidente, ele disse “Não use força, pelo amor de Deus! Tire seus policiais do centro de Kiev”. Foi o que o Sr. Biden disse.
E agora? Agora os EUA aprovarão aquela ordem criminosa, para usar o exército contra civis? Por que, quando o povo estava indo assaltar a residência do presidente ucraniano os EUA pediram que não usassem a força e, agora, na situação atual, mudam completamente de posição, adotam o ponto de vista oposto e apoiam a ordem de Turchinov?
Por tudo isso, Sra. Power, por favor, peça que o vice-presidente Biden telefone ao Sr. Turchinov imediatamente, já, porque dentro de algumas horas os eventos podem tomar rumo irreversível.
Alguns colegas disseram, sobre aquele encontro que foi anunciado, que deve, com sorte, acontecer dia 17 de abril. A verdade é que estivemos tentando todas e quaisquer formas de diálogo – há vários meses, e especialmente depois de 21 de fevereiro – que conteriam a crise; e acertamos que haveria um encontro entre o ministro de Relações Exteriores da Rússia, o secretário de Estado dos EUA, a alta comissária da União Europeia, Sra. Ashton, e o ministro interino de Relações Exteriores da Ucrânia. Esperávamos que dessa reunião brotasse um amplo diálogo político sobre a Ucrânia, que surgisse dali uma saída da crise. Mas alguém realmente supõe que alguma conversa seja possível, se o exército ucraniano iniciar operações militares? Qualquer conversa estará, nessas circunstâncias, absolutamente desvirtuada.
Por favor, portanto, paremos com especulações, perseguições, caçando fantasmas russos em todos os cantos da Ucrânia, e nos concentremos no que podemos fazer – nesse ponto, falo diretamente aos meus colegas ocidentais – para impedir ações temerárias, impensadas do governo de Kiev, que acaba de dar essa ordem criminosa, dada pelo Sr. Turchinov. Temos de impedir que aconteça. As consequências serão terríveis sobre o povo da Ucrânia e temos de evitar que aconteça. Obrigado.
(Na sequência, depois da fala dos representantes da Ucrânia e dos EUA)
Dessa vez, falarei bem menos. Só preciso dizer duas coisas. Primeiro, Yuriy Anatolievich, você chama o seu próprio pessoal de “bandidos” com excessiva facilidade. Excessiva facilidade. O “Setor Direita” e os demais que, hoje, dizem que precisam sair matando gente, essa gente não são “bandidos”. Essa gente e – foi com certeza o que você quis dizer, é a “elite política’ em Kiev [ironia]. E os que protestam hoje no leste, com certeza, nada fariam se a Rússia não os mandasse fazer [ironia]. Estou entendendo. Para entender o horror do que o governo de Kiev está fazendo na Ucrânia… só se a Rússia mandar fazer. Entendi [ironia]. Ninguém na Ucrânia é capaz de entender coisa alguma. São radicais chegados da Rússia, que dizem a eles que lá estão para implantar uma nova ordem a ferro e fogo. Entendi. Se os russos não descerem lá e explicarem tudo aos ucranianos do leste, eles não entendem nada. Toda a experiência de uma vida inteira deles no próprio país deles, é nada, nada ensina. Como é possível? Por que vocês insistem nessa abordagem tão simplória?
E, por fim, quanto ao que disse nossa colega dos EUA, Sra. Power. Até agora, ainda não manifestou sua posição sobre essa ordem para usar o exército no leste da Ucrânia. Assim sendo, ainda tenho esperança de que, depois da reunião de hoje, como disse também ao nosso colega ucraniano e a outros de nossos colegas ocidentais, espero que todos peguem os telefones e telefonem aos seus patrões e digam a eles que façam valer a influência que tenham sobre o governo de Kiev. Que suspendam a luz verde para o ataque. Porque ninguém, no governo de Kiev, faz coisa alguma sem a aprovação deles. E nosso objetivo deve ser resolver os problemas mediante o diálogo, não em confronto militar. Obrigado.

Tradução: Vila Vudu

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Ejército sirio recupera ciudad de Malula


El Ejército sirio ha recuperado el control de la ciudad cristiana de Malula, en el norte de Damasco, capital del país, han informado este lunes fuentes de seguridad sirias.

Una fuente militar, en condición de anonimato, ha asegurado que las tropas controlan ya Malula y que han restaurado la seguridad y la estabilidad.
Asimismo han logrado retomar la localidad de Al-Sarje en la misma ciudad, donde además de aniquilar a los mercenarios armados, han desactivado varias minas antipersonales y artefactos explosivos plantados por los terroristas, ha afirmado la fuente.
Las tropas sirias, también, controlan las montañas que rodean Al-Sarje, donde eliminaron a un gran número de militantes.
También ha añadido que las unidades del Ejército han erradicado el terrorismo en la región de Al-Qalamun (norte), donde han exterminado gran cantidad de terroristas secundados desde el exterior.
En operaciones antiterroristas similares, el domingo, el Ejército sirio acabó con la vida de 16 células en la ciudad norteña de Alepo, donde decenas de elementos armados fueron heridos.
El Ejército sirio ha desplegado un gran operativo para acabar con los elementos terroristas y retomar el control total del país, afectado desde marzo de 2011 por una crisis orquestada desde el extranjero, cuyo objetivo ulterior es derrocar al Gobierno del presidente, Bashar al-Asad.


mkh/ybm/nal - HispanTv