quinta-feira, 26 de março de 2015

Militares de EE.UU. violaron impunemente a 54 menores colombianas en 4 años


Soldados y contratistas militares estadounidenses violaron sexualmente al menos a 54 menores de edad en Colombia entre los años 2003 y 2007, según un informe de la Comisión Histórica integrada por el Gobierno y las FARC. Según el reporte, los militares quedaron impunes por culpa del "imperialismo sexual".

Al menos 54 menores de edad colombianas, de las cuales al menos una no tenía más de 12 años de edad, fueron víctimas de abusos sexuales cometidos por los militares estadounidenses entre 2003 y en 2007, afirma el reporte de la Comisión Histórica del Conflicto y sus Víctimas, creada por el Gobierno colombiano y las FARC el verano pasado. Todos los casos han quedado impunes.
"Hay abundante información sobre la violencia sexual, en total impunidad gracias a los acuerdos bilaterales y a la inmunidad diplomática de los funcionarios de EE.UU., que forma parte de un comportamiento sexista y discriminatorio denominado como 'imperialismo sexual'", denunció uno de los autores del reporte, Renán Vega, de Universidad Pedagógica Nacional de Colombia. A su juicio, lo mismo ocurre en otros lugares donde hay militares estadounidenses, como en Filipinas, Japón o Corea del Sur.
Concretamente, en 2004 al menos 53 niñas fueron agredidos sexualmente en las ciudades de Melgar y Girardot, que están situadas a tan solo 100 kilómetros de Bogotá. Los mercenarios estadounidenses no solamente las violaron: también grabaron y vendieron el crimen "como material pornográfico". Otra menor de 12 años de edad fue violada por dos militares estadounidenses en Melgar en 2007. El Ejército colombiano también cometió delitos sexuales contra la población civil, denuncia el informe.
No son los únicos informes sobre casos de abuso sexual perpetrados por militares estadounidenses. Según el periódico 'El Turbión', en 2006 se reportaron 23 casos de abuso sexual y 14 más el año siguiente. En total 7.234 mujeres han sido víctimas de delitos sexuales, según los datos oficiales de la Unidad de Víctimas de Colombia recogidos por el portal Colombia Reports.

Actualidad RT

Milhares de camponeses fazem manifestações no Paraguai


Milhares de camponeses paraguaios começaram, nesta quarta-feira uma marcha condenando o governo pela pobreza e abandono da população.

As colunas de participantes partiram de Caaguazú, Guairá, Caazapá, Itapúa, Misiones, Canindeyú e San Pedro.
Os manifestantes ocuparam, na periferia de Assunção, instalações de um antigo seminário em que ocorrerão uma exposição sobre as atrocidades que continuamente acontecem com os camponeses nas mãos de grandes proprietários de terras.
A Federação Nacional Camponesa (FNC) coloca como temas da marcha a reforma agrária, saúde e educação para todos, defesa da soberania nacional, o desenvolvimento da industrialização agrícola, verdadeira democracia e rejeição da privatização e da militarização das áreas do país.
Repudia também latifúndios no Paraguai ligados a especulação imobiliária, a dependência das exportações agrícolas, o atraso rural e a perseguição e violência por parte do governo contra o povo.
Os protestos de camponeses serão apoiados pelas 20 organizações que compõem o Congresso Democrático Popular, ferramenta unificada de partidos políticos e organizações sociais.

Prensa Latina

Estados Unidos respalda terrorismo da direita na Venezuela


A chanceler da Venezuela, Delcy Rodríguez, denunciou que o decreto emitido em 9 de março pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, promove as ações violentas da direita em seu país.

“Ao aplicar sanções contra o Estado da Venezuela, Obama respalda os responsáveis pelos fatos ocorridos em 2014, que provocaram o assassinato de 43 pessoas”, afirmou no debate Desarmando o Decreto de Obama, realizado em Caracas.

Ela assinalou também que a ordem executiva estadunidense viola a Constituição venezuelana e as leis internacionais e qualificou como inadmissível que se pretenda governar esta nação sul-americana a partir de outro país.

“Não aceitamos sanções unilaterais de nenhum governo, muito menos do governo mais sangrento da história”, enfatizou.

A chanceler denunciou que sua nação faz parte dos objetivos estratégicos de Washington, como revela este decreto, que arbitrariamente declara a Venezuela como uma ameaça "extraordinária e incomum" para a segurança dos Estados Unidos.

Expressou também o papel que desempenham os grandes meios de comunicação, os quais buscam enfraquecer a moral dos venezuelanos para facilitar uma intervenção direta.

Prensa Latina

Governadores de estados do Nordeste levam apoio e solidariedade a Dilma


Dilma se reuniu com os governadores dos nove estados do Nordeste. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Em coletiva de imprensa nesta terça-feira (24), após reunião no Palácio do Planalto entre a presidenta Dilma Rousseff e os nove governadores do Nordeste, o governador da Bahia, Rui Costa, afirmou que a mudança no indexador das dívidas dos Estados e municípios não é um item relevante para o nordeste brasileiro. Segundo ele, o impacto é basicamente nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.

“O perfil e o período de contratação das dívidas dos estados do Nordeste não tem rebatimento e acolhimento com esse projeto que está no Congresso Nacional”, afirmou Rui Costa. “Para nós, é muito mais relevante discutir uma nova fonte de empréstimos e abertura de crédito para os estados, além de ver a aprovação no Senado da questão do comércio eletrônico”, concluiu.
A abertura de crédito foi um dos assuntos discutidos durante a reunião, na qual os governadores apresentaram cinco pontos para apreciação da presidenta. Além de novos financiamentos, foram discutidos a continuidade dos investimentos federais em andamento na região, o apoio à rede pública de saúde, a inclusão do Nordeste como laboratório para o Sistema Único de Segurança Pública e o combate à estiagem.
O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, também esteve na reunião e disse que a presidenta se comprometeu a aprofundar a discussão sobre esses cinco pontos. “São pontos que ajudam a fortalecer o pacto federativo e que precisam ser refletidos. Alguns nós não podíamos responder, a não ser aprofundando a discussão dentro do governo, e encaminhando também as demandas específicas dessa agenda em cada governo”.
Também participaram da reunião o vice-presidente, Michel Temer, e os ministros da Fazenda, do Planejamento e da Previdência Social. Os governadores também entregaram uma carta à presidenta expressando o compromisso da região com o estado democrático de direito.
Apoio ao ajuste fiscal
Os nove governadores presentes no encontro aproveitaram para demonstrar apoio aos ajustes fiscais propostos pelo governo federal.
“É como se nós estivéssemos em um período de chuva e avistássemos longe a possibilidade de sol e um tempo melhor. Então nós vamos trabalhar para passar o mais rapidamente possível. E para isso é necessário o ajuste fiscal, que terá o apoio dos governadores do Nordeste”, declarou o governador da Bahia, Rui Costa.
Para o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, é preciso ter um diálogo dos governadores com os parlamentares de suas bancadas para esclarecer possíveis questões sobre os ajustes fiscais. “Vem uma proposta e tem que ser analisada, e a partir dessa análise, com seriedade necessária, oferecer o melhor para o País. O Brasil precisa de equilíbrio”, salienta Coutinho.

Criação do Exército Comum Europeu decreta o fim da OTAN


Making NATO defunct: Is EU Army intended to reduce US influence in Europe? Tradução Roberto Pires Silveira. Forum ZN

Proteção frente à Rússia seria a justificativa para a criação da Força Militar da União Europeia, mas também estaria no cenário a redução da influência dos Estados Unidos, agora que houve desencontros entre a União Europeia e Alemanha frente a OTAN e EUA, em relação à Ucrânia.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, em declarações ao jornal alemão Welt am Sonntag , afirmou ter chegado o tempo da criação de uma força militar unificada da União Europeia. A retórica de Juncker versou sobre “a defesa dos valores da União Europeia”, insinuando que a criação de uma força armada europeia teria sido pensada como consequência de polêmicas com a Rússia, como maneira de enviar uma mensagem à Moscou.
Apesar da vontade, argumentação e polêmica da criação de uma tal força estar baseada na Rússia, a ideia real está dirigida diretamente contra os Estados Unidos. Nas entrelinhas estão as tensões que se desenvolveram entre os Estados Unidos, de um lado, e a União Europeia e a Alemanha, de outro. É por isso que a Alemanha reagiu de maneira entusiástica à proposta, dando total apoio para a confecção de um acordo que permita a criação de uma força armada da União Europeia.
Anteriormente a Força Militar da União Europeia já havia sido pensada de forma mais séria durante os desenvolvimentos da invasão ilegal contra o Iraque em 2003, quando a Alemanha, França, Bélgica e Luxemburgo reuniram-se para discutir a possibilidade da criação de tal força como alternativa à OTAN, dominada pelos Estados Unidos. A ideia é recorrente quando situações similares acontecem. Em 2003, o atrito foi causado pela invasão liderada pelos EUA contra o Iraque. Em 2015, a vontade da criação da força armada da UE ocorre porque aumenta a polêmica entre Alemanha e Estados Unidos, relacionada à crise ucraniana.
Para se compreender as recentes e intensas demandas pela constituição de um exército europeu temos que observar os acontecimentos ocorridos entre novembro de 2014 e março de 2015. Começaram quando Alemanha e França começaram a dar sinais de que estavam pensando melhor sobre as intenções belicistas que OTAN e EUA estavam evidentemente desenvolvendo e levando a efeito na Ucrânia e Europa Oriental.


As divergências entre Estados Unidos e França/Alemanha surgiram depois que Tony Blinken, antigo Vice Conselheiro para a Segurança Nacional de Barack Obama e atualmente Vice Secretário de Estado, o número dois da diplomacia do Departamento de Estado dos EUA anunciou que o Pentágono ia enviar armas para a Ucrânia durante uma inquirição do Congresso dos Estados Unidos sobre sua nomeação, que se realizou em 19 de novembro de 2014. Como colocou o Fiscal Times, “(…) ao revelar que está pensando em armar a Ucrânia, Washington golpeia ao mesmo tempo a Rússia e os europeus.”
A resposta russa a Blinken veio através do Ministro de Relações Exteriores da Rússia, por meio de declaração de que se o Pentágono derramasse armas na Ucrânia, seria não apenas uma escalada perigosa do conflito, mas um sério sinal enviado pelos Estados Unidos de que a dinâmica do conflito ucraniano estaria mudando.
Percebendo que as coisas poderiam e na realidade já estavam saindo do controle, França e Alemanha reagiram através de uma iniciativa para a paz por meio de conversações diplomáticas levadas a efeito em Minsk, Belarus, que eventualmente conduziram a um novo acordo de cessar fogo, sob a coordenação do “Formato da Normandia”, que consistiu dos representantes da França, Alemanha, Rússia e Ucrânia.
Os pessimistas podem argumentar que França e Alemanha só optaram pelas vias diplomáticas em fevereiro de 2015 porque os rebeldes do leste ucraniano, ou Novorussia como eles se denominam, derrotaram as forças de Kiev. Em outras palavras, a motivação primária pela diplomacia teria ocorrido apenas para salvar o governo de Kiev de ruir completamente mesmo antes de encontrar uma solução justa para o conflito no leste da Ucrânia. Em certa medida isso é bem verdade, mas a dupla Franco/Germânica também teve a motivação de não ver a Europa transformada em um inferno que transformaria a tudo e todos em cinzas escaldantes.
Tornaram-se visíveis as diferenças transatlânticas durante a Conferência de Segurança de Munique, em fevereiro. Roberto Corker, Senador dos Estados Unidos e Presidente do Comitê do Senados dos Estados Unidos para Relações Exteriores comentou durante uma sessão de pergunta e resposta com a Chanceler alemã Angela Merkel que hoje se acredita no Congresso dos EUA que Berlin se empenhava em impedir que Washington publicamente aumentasse a ajuda militar dos Estados Unidos e da OTAN para as autoridades em Kiev.


Controle e abuso americano da OTAN

Bloomberg escreveu em fevereiro: “Mesmo levando em conta a retórica alarmista sobre os bárbaros russos no portão, os países da OTAN estão relutantes em gastar dinheiro com base apenas em falatório. Aumento real de gastos militares neste ano, apenas nos países que fazem fronteira com a Rússia. Quanto aos demais, na maioria houve cortes.Independentemente do que dizem seus líderes sobre Vladimir Putin, eles não parecem acreditar que ele seja uma ameaça real para o ocidente.”
No entanto, Washington não desiste. Quando da ofensiva da França e da Alemanha pela paz teve início em fevereiro, o general Philip Breedlove – que é o Supremo Comandante Militar da OTAN – disse em Munique que: “(…) penso que não devemos deixar de lado a possibilidade da opção militar na Ucrânia.”
Ora, o general Breedlove é um oficial da Força Aérea dos Estados Unidos, de cujo governo recebe ordens, o que faz com que a estrutura militar da OTAN esteja sob o comando dos Estados Unidos. Enquanto Paris e Berlim tentam desescalar o conflito, Washington sobe a aposta na guerra, usando Breedlove e o Secretário Geral da OTAN, Jens Stoltenberg.
Depois de falar com o Comitê das Forças Armadas do Congresso, o general Breedlove voltou a alegar que cresce a agressão russa na Ucrânia. A Alemanha, no entanto, refutou Breedlove classificando suas afirmações como uma “propaganda perigosa.”

Ativistas: instalação dos mísseis dos EUA impedirá reunificação das duas Coreias


Cerca de 120 organizações não-governamentais na Coreia do Sul exortaram o governo a desistir do projeto da instalação do mísseis norte-americanos Thaad no seu território.

Os EUA defenderam em 17 de março a implantação do escudo antimísseis Thaad na Coreia do Sul. Segundo os ativistas, o complexo irá reforçar dificuldades militares e econômicas na península e prejudicar interesses e objetivos nacionais, incluindo a reunificação entre as duas Coreias. Além disso, na opinião do líder do grupo "Para a paz e desarmamento", Choi Seung-hyun, tem que levar em conta as preocupações dos países vizinhos na região, incluindo a Rússia e a China.
"Se essa interação (entre os EUA e Coreia do Sul) ameaça outros países da região, a Rússia ou a China, é necessário determinar a medida dela. E a partir da compreensão dessas ameaças para sociedade sul-coreano e do equilíbrio de forças deve ser tomada uma decisão específica", disse ativista.
O secretário de Estado adjunto norte-americano para a Ásia Oriental e o Pacífico, Daniel Russel, disse que em Seul há uma “significativa ameaça”, tanto para a Coreia do Sul quanto para os EUA, do programa de mísseis da Coreia do Norte e que as autoridades militares “têm a responsabilidade de avaliar sistemas para proteger os cidadãos” dos dois países.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia divulgou uma nota declarando que Moscou está preocupada com a possível instalação desses sistemas.
Nesta região, que é caracterizada por uma situação de segurança muito difícil, pode surgir desta forma mais um "fator de irritação" que pode desencadear uma corrida armamentista no nordeste da Ásia e complicar ainda mais a resolução da questão nuclear na península coreana.
A possibilidade também não agrada a China. Antes da permissão de Seul para a implantação do escudo antimísseis, Pequim voltou a manifestar sua posição contrária. Especialistas chineses acreditam que a implantação do complexo Thaad na península coreana vai permitir a Washington coletar informações sobre instalações militares não só na Coreia do Norte, mas também na China.

Sputniknews

Operação militar no Iêmen: 65 civis mortos em golpes aéreos contra Sanaa


Durante a noite a Força Aérea saudita atacou o aeroporto da capital iemenita Sanaa e vários objetos militares no quadro da operação militar contra o grupo xiita rebelde Houthis.

Segundo os últimos dados, nos bairros residenciais perto do aeroporto de Sanaa morreram 65 pessoas, inclusive crianças e mulheres, diz Sputnik Arabic citando um funcionário local.
O embaixador da Arábia Saudita, Adel A. al-Jubeir, anunciou na noite desta quarta-feira o início de uma operação militar por parte do seu país no Iêmen. A operação será iniciada com ataques aéreos, mas também envolverá manobras terrestres. Segundo o canal televisivo Al-Arabiya, a Arábia Saudita planeja envolver 100 aviões militares e 150 mil soldados na operação.
A Arábia Saudita, os EAU, o Bahrein, Catar e Kuwait emitiram um comunicado conjunto, afirmando “estarem decididos em repelir as milícias Houthis, Al-Qaeda e Estado Islâmico do país”.
Os países do Golfo Pérsico anunciaram estar combatendo as “maiores ameaças” à estabilidade na região com o intuito de repelir a “agressão Houthi” no Iêmen.
O diplomata saudita revelou que o seu país coordenou a operação com os Estados Unidos, que seguirá dando seu suporte, segundo informação divulgada por Reuters.
Segundo a fonte da agência no Comando do Exército norte-americano, Egito está pronto para amparar a coalizão dos países do golfo através do uso de sua força aérea, marinha e exército em todas as operações.
O canal de TV Al-Arabiya informa que a Força Aérea saudita destruiu a base aérea controlada por Houthis em Sanaa e vários arsenais. Além disso, os aviões destruíram a maioria dos Sistemas de defesa antiaérea dos rebeldes.
Também se tornou público que as forças leais ao governo do Iêmen retomaram controle do aeroporto na cidade de Aden que nesta quarta-feira (25) tinha sido conquistado pelos Houthis, manifesta a agência France-Presse.
Na manhã desta quinta-feira (26) o representante do presidente iemenita Abd Rabbo Mansour Hadi, que segundo relatos da mídia é apoiados pelos EUA, disse que o chefe do Estado permanece na cidade de Aden e apoia a operação militar, informa a Reuters. Ontem uma fonte no governo do Iêmen informou à Sputnik Arabic que Hadi desapareceu, o seu paradeiro era desconhecido. Porém mais tarde novas informações confirmam que o presidente está na cidade de Aden.
Porém, mais tarde se tormou público que o presidente Abd Rabbo Mansour Hadi tentou deixar o Iêmen e entrar no Omã mas não recebeu permissão das autoridades deste país. Esta informação foi divulgada à Sputnik por uma fonte no Serviço de Guarda Fronteiras à Sputnik.
Os rebeldes do grupo xiita Houthi por seu turno consideram a operação militar como uma agressão contra o povo iemenita.

Sputniknews

Al-Asad: Medios ocultan la verdad sobre acontecimientos en Siria


El presidente de Siria, Bashar al-Asad, ha asegurado este miércoles que lo que está sucediendo en su país difiere por completo con lo que difunden los medios de comunicación.

Al-Asad ha hecho estas declaraciones durante una reunión mantenida en Damasco, la capital de Siria, con una delegación parlamentaria y política belga, encabezada por el exdiputado Filip Dewinter.
El mandatario sirio ha hecho hincapié en la necesidad de informar a la opinión pública, que ha sido desviada por los medios de comunicación, acerca de los acontecimientos registrados en Siria, así como de los crímenes que cometen los grupos terroristas en el país árabe.
Asimismo ha afirmado que las delegaciones que visitan Siria desempeñan un rol importante para esclarecer y guiar a la opinión pública de sus países respecto a la guerra que está librando el pueblo sirio contra el terrorismo secundado por algunos países occidentales y de la región.
El mandatario sirio también ha indicado que algunos países europeos han cometido graves errores al formar una alianza con ciertos países que secundan el terrorismo.
Desde el inicio de la crisis siria, un gran número de países occidentales ha patrocinado a los grupos armados que operan en el país árabe y ha insistido en la salida del poder de Al-Asad.
Además, ha enfatizado que los grupos extremistas que operan en la región no representan el Islam, una religión que rechaza todo tipo de violencia y que se basa en valores como la tolerancia y la hermandad.
Por su parte, la delegación belga ha apostillado que Siria representa la primera línea de defensa contra el terrorismo y el extremismo.
Igualmente, ha advertido que si Siria fracasa en su lucha contra el terrorismo, éste alcanzará a los países europeos, razón por la cual "debemos apoyar al Gobierno de Damasco para evitar tal fin".
De igual modo ha destacado la voluntad del pueblo sirio a la hora de luchar contra los grupos armados en el país, pese a su sufrimiento por la presencia de los terroristas.
El pasado mes de febrero, una delegación francesa mantuvo una reunión con el mandatario sirio en la que los diplomáticos del país galo afirmaron que “no creemos poder combatir al grupo takfirí EIIL sin Siria”.
También, el 3 de marzo, una delegación de opositores turcos se reunió con Al-Asad, a quien expresó su oposición a la política adoptada por el Gobierno del presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, ante la crisis siria.
Desde el inicio de la crisis en Siria, en 2011, más de 215 mil personas han muerto. Además millones de personas se han visto desplazadas por el conflicto.

mkh/anz/kaa - HispanTv

Ataques de Arabia Saudí contra Yemen dejan 25 civiles muertos


Niño yemení pierde la vida junto con su madre como consecuencia de ataques saudíes en Saná

Al menos 25 civiles han muerto este jueves y otros 40 han quedado heridos tras los ataques aéreos de Arabia Saudí contra Saná, capital yemení.

“Conforme a una cifra preliminar de víctimas mortales, veinticinco personas fueron asesinadas”, explica un oficial del Ministerio de Salud de Yemen a la agencia turca de noticias Anadolu.

Tras confirmar la posibilidad del aumento de las víctimas mortales, la fuente mencionó que también existen 40 civiles heridos como consecuencia de la agresión saudí.

La madrugada de este jueves, una coalición contra el movimiento popular yemení Ansarolá, encabezada por Arabia Saudí y con la luz verde de EE.UU., inició una invasión contra Yemen.

No obstante, líderes yemeníes han prometido duras respuestas a esa agresión iniciada por su vecino norteño.

tas/rha/mrk - HispanTv

Ansarolá responderá con firmeza agresiones saudíes contra Yemen


El movimiento popular Ansarolá ha asegurado este jueves que el pueblo yemení responderá con firmeza a la agresión extranjera liderada por Arabia Saudí contra su territorio.

Se trata de una clara agresión y nosotros la contrarrestamos. Este acto de saudíes han resultado en la unión de todo el pueblo yemení y Al Saud pagará por esta medida.
“Se trata de una clara agresión y nosotros la contrarrestamos. Este acto de los saudíes ha devenido en la unión de todo el pueblo yemení y Al Saud pagará por esta medida”, ha recalcado Ali al-Emad, un alto miembro de Ansarolá.
Asimismo, ha dejado claro que un eventual ataque terrestre de la contraparte también será frustrado por las fuerzas yemeníes.
Fuentes locales han informado del despliegue de miles de fuerzas yemeníes, apoyadas por el movimiento Ansarolá, en la frontera con Arabia Saudí, en la provincia de Saada, para impedir una eventual agresión terrestre del vecino norteño.
A este respecto, Ahmad al-Hamed, director del comité informativo de Ansarolá, dijo que las fuerzas desplegadas en la frontera no permitirán la entrada de militares saudíes en el suelo yemení.
“Tal agresión no beneficiará al Ejército de Arabia Saudí ni tampoco se les permitirá” entrar en Yemen, ha enfatizado Al-Hamed, para luego rememorar que cualquier entrada de las fuerzas saudíes en Yemen conllevará graves daños para ese país.
A primeras horas de la jornada de este jueves, una coalición contra el movimiento popular yemení Ansarolá, encabezada por Arabia Saudí y con la luz verde de EE.UU., inició una invasión contra Yemen.
Seguidamente, un alto cargo de Ansarolá, Mohamad al-Bujaiti, consideró que esa agresión es una “declaración de guerra” que arrastraría a toda la región hacia un conflicto bélico.

tas/rha/mrk - HispanTv

Egipto envía cuatro buques militares a las costas de Yemen


Egipto ha enviado cuatro buques militares de su Armada rumbo a las costas de Yemen.

Cuatros buques militares pertenecientes a la Marina de Egipto han entrado en el canal de Suez y se dirigen rumbo al Golfo de Adén, que limita con Yemen, informa Reuters, citando a oficiales egipcios.

Las naves fueron mandadas por el país árabe con el fin de "controlar la seguridad del Golfo de Adén".

Actualidad RT

En los seis meses sin 'los 43', ¿qué hemos descubierto sobre México?


Han pasado seis meses desde la desaparición de los 43 estudiantes de la Escuela Normal Rural de Ayotzinapa. Los padres de los normalistas y otros mexicanos no se quedaron de brazos cruzados ante el descarado crimen y la impunidad, y con constantes protestas han reclamado justicia. Gracias a las voces del pueblo mexicano, se han ido revelando una por una escandalosas noticias sobre la situación en el país.

Tras la desaparición de los 43 estudiantes de Ayotzinapa, en la localidad de Iguala, en el Estado de Guerrero, México ha vivido seis meses de fuerte conmoción social que ha desembocado en multitudinarias marchas por el país, así como en violentos actos de protesta en los que se ha exigido la renuncia del presidente Peña Nieto.

¿Qué es lo que hemos descubierto sobre el país en estos seis meses?
Hemos descubierto que los mexicanos creen cada vez menos en la justicia y en el Gobierno, en que los culpables serán castigados y pagarán por sus crímenes.
Es por eso que no creyeron en la versión oficial, presentada por la Procuraduría General de la República de México (PGR), que daba por muertos a los 43 estudiantes.
Los padres de los normalistas rechazaron el deseo de la PGR de cerrar el caso y prometieron seguir con su lucha hasta que haya pruebas científicas del paradero de sus hijos o hasta que les sean entregados vivos.
Es por eso que durante todos estos meses no cesan las protestas, cuyos participantes exigen la presentación con vida de los normalistas de Ayotzinapa, el castigo para los responsables de su desaparición y la renuncia inmediata del presidente Enrique Peña Nieto.
Es por eso que las familias de los 43 estudiantes han decidido tomar la justicia por su cuenta y han empezado una gira por ciudades estadounidenses con el fin de atraer la máxima atención posible a su causa. Una gira para presionar a varios organismos internacionales, incluida las Naciones Unidas, para que ayuden en el hallazgo de sus hijos y para denunciar las violaciones a los derechos humanos en su país.
Al mismo tiempo, otros familiares y amigos de los desaparecidos realizaron una "toma simbólica" de varias embajadas en el Distrito Federal para presentar ante las delegaciones diplomáticas extranjeras su preocupación por la falta de resolución del caso.
Los activistas utilizan cualquier medio para reclamar justicia. Incluso aprovecharon el rodaje de la última película de la saga '007' en la capital de México para pedir a James Bond 'ayuda' para hallar a los 43 normalistas desaparecidos.
Por su parte, el embajador mexicano en Rusia, Rubén Beltrán Guerrero, aseguró en exclusiva a RT que el peso de la Justicia mexicana caerá sobre a los culpables de haber perpetrado la tragedia de Ayotzinapa y reveló que actualmente existe más de un centenar de personas detenidas.
"Las autoridades de México están haciendo todos los esfuerzos humanamente posibles por esclarecer [lo sucedido] y sobre todo, para que los culpables sean castigados con todo el rigor de la ley", ha declarado el jefe de la representación diplomática mexicana en Rusia.


Sin embargo, la falta de confianza sobre la competencia de las autoridades ha hecho que se lleven a cabo investigaciones independientes sobre el caso.

Así, una de estas investigaciones, realizada por la revista mexicana 'Proceso', y basada en testimonios y documentos a los que tuvo acceso el periódico, sostiene que el asalto contra los normalistas fue orquestado y ejecutado no por policías municipales de Iguala y Cocula, sino por la Policía Federal, que "participó activa y directamente en el atentado", según lo cita Univisión.
Hemos descubierto que las desapariciones forzadas en México son generalizadas y que la mayoría de ellas quedan impunes, según denunció en febrero de 2015 el Comité de la ONU contra la Desaparición Forzada.
"¿Cuántas desapariciones forzadas hay?: No lo sabemos porque el Estado no ha proporcionado la cifra, pero sabemos que son muchas, demasiadas", comentó Rainer Huhle, miembro del Comité.
En la misma línea, en marzo Amnistía Internacional declaró que las "torturas, golpes y humillaciones en México son generalizadas".
"La Policía y los soldados han recurrido habitualmente a la tortura para castigar, extraer información, o confesiones falsas a los detenidos. Con frecuencia, se obliga a las víctimas a firmar declaraciones bajo tortura y, en muchos casos, se las condena únicamente sobre la base de tales declaraciones", lamentó la directora del Programa Regional de Amnistía Internacional para América, Erika Guevara-Rosas.
Según constata el Índice de Paz México 2015, que realiza el Instituto para la Economía y la Paz, la violencia costó a la economía mexicana aproximadamente 233.000 millones de dólares sólo el año pasado (un 17,3% del PIB del país).
No obstante, la ONG destaca la ligera mejora del estado de la paz en 2014 (un 0,7% más). En los últimos dos años, el nivel de la delincuencia organizada y la tasa de homicidios han disminuido en más de un cuarto y los crímenes violentos han caído en un 12%, pero el número de crímenes con armas han aumentado en un 11%, agrega el informe.
A pesar de que esto supone una mejora notable respecto a los últimos cuatro años, un gran número de ciudadanos no percibe que ello haya sucedido, sostiene el Instituto para la economía y la paz, citado por la agencia Reuters.
Varias personalidades famosas en diferentes áreas han denunciado la injusticia y la impunidad en México.
"Creo que el nivel de insatisfacción, de injusticia, de corrupción, de impunidad, ha llegado a niveles insoportables", dijo en una entrevista a CNN el director del cine mexicano Alejandro González Iñárritu.
"Lo que me preocupa es que hemos pasado de la descomposición social a la absoluta vorágine. Es un momento en el que se vive una ley como del viejo oeste, de llegar con la pistola a la cantina, y ver. Pase lo que pase, no hay ninguna estructura que lo detenga",lamentó, a su vez, el cineasta mexicano Guillermo del Toro.
El caso de los 43 estudiantes ha puesto de relieve el drama de las desapariciones en México.
Durante los meses de la búsqueda de los normalistas, en Iguala han sido halladas varias fosas comunes con decenas de cadáveres, algunos de los cuales estaban severamente desfigurados.
Muchas personas, que antes se habían mantenido prácticamente en silencio por temor a represalias, han encontrado fuerzas para denunciar el terror impuesto por los narcotraficantes y policías corruptos.
Así, en el estado de Guerrero, cientos de personas empezaron a reunirse en una iglesia católica para dar testimonio sobre sus familiares desaparecidos e intentar catalogar los crímenes.
"Vivo pensando todo el tiempo: cuando estoy comiendo, me pregunto si mi hijo está comiendo. (…) No sé si está sufriendo, si tiene hambre. Me imagino muchas cosas", dijo Guillermina Sotelo Castañeda, cuyo hijo, César, desapareció en agosto del 2012.
Según un artículo de 'The Guardian', el caso Iguala resultó ser sólo una página de un grueso libro donde están 'inscriptas' cerca de 20.000 desapariciones ocurridas en los últimos años por acción de las bandas criminales, a menudo en connivencia flagrante con las autoridades estatales.
Por su parte, el diario 'The Telegraph' publica que en México, desde el año 2007, desaparecen 54 personas semanalmente. En ocho años, esa cifra ha alcanzado un total de 22.610 desaparecidos.

Actualidad RT


Arabia Saudita lanza una ofensiva militar contra los rebeldes hutíes en Yemen


Arabia Saudita ha comenzado a bombardear las posiciones de los rebeldes hutíes en Yemen. Así arranca la ofensiva militar de una coalición de diez países liderados por Riad y apoyados por Washington.

Los aviones militares de Arabia Saudita han iniciado los bombardeos de las posiciones de los rebeldes hutíes, el grupo chiíta que de facto controla Yemen tras haber desalojado del poder al presidente. El embajador saudita en EE.UU. Adel Al-Jubeir ha anunciado que una coalición de diez países liderada por Arabia Saudita ha emprendido una ofensiva militar contra los rebeldes en Yemen para apoyar al gobierno legítimo del país. EE.UU. apoya a la ofensiva bélica, pero por el momento no participa en la ofensiva militar, según Reuters.

Los medios yemeníes han informado de que los ataques se han cobrado ya las vidas de 65 personas y 30 más han resultado heridas.

Tras los primeros ataques, Arabia Saudita ha logrado controlar el espacio aéreo de Yemen, destruir una base militar en la capital del país y la mayoría de las posiciones de defensa aérea de los milicias, informó la cadena de televisión Al Arabiya. La ofensiva ha empezado con ataques aéreos, pero podrían ser empleadas otras medidas militares, afirmó el embajador saudita.

Actualidad RT

quarta-feira, 25 de março de 2015

Poroshenko declara começo de nova operação especial na Ucrânia


O presidente Poroshenko deu início a uma operação militar de grande escala, informa a agência ucraniana UNN.

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, declarou que no país começou uma operação especial de grande escala com a participação de todas as Forças Armadas ucranianas.
“Dei ordens a todas as agências de aplicação da lei na Ucrânia de começarem uma operação de segurança de grande escala. Para que não existam bandidos que usam impunemente as suas armas para matar ucranianos”, declarou Poroshenko.
De acordo com o presidente, identificar e punir o autor do assassinato do agente do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU, na sigla ucraniana) é uma questão de honra.
O agente de SBU foi morto a tiros na cidade de Volnovakha em 21 de março por desconhecidos.
O ministro do Interior ucraniano, Arsen Avakov, disse que a investigação do assassinato do agente terminou, foram detidos 11 participantes do crime. De acordo com Avakov, a vítima estava trabalhando em uma missão especial de prisão de contrabandistas.

Sputniknews

Estudiantes israelíes reciben becas por su participación en ataques a la Franja de Gaza


La Universidad de Tel Aviv ha concedido becas a los 850 estudiantes que tomaron parte en los ataques militares de Israel a la Franja de Gaza el verano pasado, informa el Centro de Información Alternativa (AIC, por sus siglas en inglés).

En aquel ataque murieron aproximadamente 2.200 palestinos. El presidente de la Universidad, Joseph Klafter, había anunciado la futura entrega de los premios durante el ataque.

Los mejores de aquellos estudiantes que respondieron al llamado a filas y sirvieron por lo mínimo 7 días, pueden recibir hasta 2.000 shéqueles (506 dólares).

Actualidad RT

Timerman critica rearme militar del Reino Unido en Malvinas


El canciller argentino, Héctor Timerman, ha tachado de provocativo el rearme militar del Reino Unido en las Islas Malvinas, señalando que llevará la denuncia ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU).


La actitud del Reino Unido es una explícita violación de los tratados de la ONU, en cuanto a no alterar la situación cuando la soberanía de una región, como la del archipiélago austral, está bajo disputa.

“Esto no tiene ningún sentido. Nosotros apostamos al diálogo, al derecho internacional. Vamos a hacer la denuncia ante la ONU y ante el Comité de Descolonización de ese organismo”, ha especificado este miércoles el canciller.
En este contexto, ha advertido que la actitud del Reino Unido es una explícita violación de los tratados de la ONU, en cuanto a no alterar la situación cuando la soberanía de una región, como la del archipiélago austral, está bajo disputa.
Asimismo ha considerado el amplio respaldo de los países y bloques a la posición argentina como un ejemplo de lucha contra el colonialismo, para luego reiterar la importancia de la integración política por encima de cualquier problema para acabar con el colonialismo en todas sus formas.
La verdad es que es lamentable que un país como Inglaterra, que es uno de los miembros permanentes del Consejo de Seguridad, sea quien más viola normas de la ONU”.
Además ha criticado al Reino Unido por incumplir las resoluciones internacionales y recurrir al armamentismo cuando Argentina apela al derecho internacional y a la resolución de las Naciones Unidas.
“La verdad es que es lamentable que un país como Inglaterra, que es uno de los miembros permanentes del Consejo de Seguridad, sea quien más viola normas de la ONU”, ha remarcado.
Al final, ha precisado que la decisión del Gobierno británico tiene como fin beneficiar la industria armamentista dentro de un marco electoralista, adoptada para que un sector de la sociedad británica vote al partido Conservador.
El martes el ministro británico de Defensa, Michael Fallon, anunció ante el Parlamento que se reforzará el dispositivo militar en las Malvinas, porque sigue existiendo "una amenaza muy viva" por parte de Argentina contra este archipiélago.
El mismo día, la presidenta de Argentina, Cristina Fernández, tachó de “inverosímil y absolutamente injustificable” la postura del Reino Unido, especificando que usaba estas alegaciones para justificar el aumento del presupuesto militar británico y consolidar la creciente militarización de las islas Malvinas.
Argentina y el Reino Unido mantienen un litigio sobre la soberanía de estas islas, que motivó una confrontación bélica entre el 2 de abril y el 14 de junio de 1982, donde murieron 649 militares argentinos, 255 británicos y tres civiles isleños.
La Organización de las Naciones Unidas (ONU) determinó en 1965 que el Reino Unido debía descolonizar ese territorio y aprobó una resolución que insta al diálogo entre las dos partes para hallar una solución al problema.

ymc/ybm/hnb - HispanTv

Israel Vota pelo Apartheid. Caiu a fachada sionista liberal


Neve Gordon, Al-Jazeera (reproduzido em Counterpunch) - Vila Vudu

Benjamin Netanyahu faz mágica. Ainda na 6ª-feira, a maioria das pesquisas indicava que seu partido Likud conquistaria em torno de 21 cadeiras no Parlamento israelense, quatro cadeiras a menos que o Campo Sionista (partido Labor, com nome novo) de Yitzhak (Bougie) Herzog. Revelações de corrupção na residência do primeiro-ministro, seguidas de relatório devastador sobre a crise imobiliária real, além do encolhimento da indústria, greves sindicais, previsões de economia fraca, impasse diplomático e crescente isolamento internacional, tudo parecia indicar que Netanyahu estaria de saída. Mas quando mais parecia que o Campo Sionista substituiria o campo nacionalista, o exímio marqueteiro de campanhas eleitorais começou a tirar seus coelhos da cartola.

Como se não bastasse a decisão de atropelar o governo Obama na questão das negociações com o Irã, Netanyahu pôs-se a martelar a favor da direita, dando a conhecer ao mundo que os palestinos estariam condenados para sempre a jamais ter estado seu, dado que ele já não promoveria a criação de mais um estado árabe para cercar Israel. Apresentou o partido Likud como vítima de uma conspiração da ‘mídia’ esquerdista para derrubar o governo da direita. E convenientemente não disse a ninguém que seu aliado Sheldon Adelson é o proprietário do jornal Yisrael Hayom, o jornal impresso de maior circulação em todo o país. Convidou seus eleitores a voltar para “casa”, prometendo dar conta de todas suas carências econômicas. E no próprio dia das eleições, aterrorizou os judeus com declarações de que os cidadãos palestinos de Israel estariam correndo às urnas em multidões, apresentando os palestinos, que votam em seus próprios candidatos, como se fossem mais uma ameaça existencial.
A poção envenenada de Netanyahu é feita com campanhas para gerar medo, muito ódio racista contra árabes e ódio militante contra a esquerda política. Pelo que agora se vê, muitos eleitores foram realmente envenenados. Em questão de poucos dias, Netanyahu conseguiu virar a favor dele votos suficientes para eleger mais dez candidatos do seu partido, canibalizando dois dos seus aliados da extrema direita: o partido de Avigdor Lieberman e o partido de Naftali Bennett. Graças à mágica-veneno de Netanyahu, o Likud saiu-se muito melhor do que esperava, e em coalizão com os partidos ultra-ortodoxos e um novo partido recém criado por um ex-ministro do Likud, o partido Kulanu (All of US), será muito provavelmente criado um bloco de extrema direita, com 67 dos 120 assentos com direito a voto (e isso ainda antes de se computarem os votos dos soldados, que em geral são de centro-direita).


Esse resultado é claro: o povo de Israel votou a favor do Apartheid.

Agora é extremamente provável que volte à tona uma leva de leis antidemocráticas que haviam sido engavetadas. Entre essas, as leis que monitoram e limitam o financiamento de ONGs de direitos humanos, restringem a liberdade de expressão, reduzem a autoridade da Suprema Corte, cancelam o status oficial da língua árabe, e, claro, levam a votação a lei do estado-nação. Essa lei, originalmente proposta por um membro do Likud, define a judaicidade como padrão do estado em todas as instâncias, legal ou legislativa – na qual conflitam as definições de “estado judeu” e “estado democrático”. Significa que as leis que garantem direitos iguais a todos os cidadãos israelenses podem ser derrubadas, sob a alegação de que não respeitam o “estado judeu”. Além disso, essa lei reserva direitos comunitários só para judeus; nega portanto aos cidadãos palestinos qualquer tipo de identidade nacional.
Além da legislação antidemocrática, podemos esperar todo um desfile de políticas de discriminação. O novo governo provavelmente implementará alguma variação do plano Prawer, que visa a realocar à força milhares de beduínos palestinos e tomar a terra que pertence a eles. Continuarão a jorrar bilhões de dólares nas colônias israelenses na Cisjordânia e nas colinas do Golan, e mais casas serão expropriadas em Jerusalém Leste. E provavelmente serão presos milhares de refugiados e trabalhadores migrantes “ilegais” que atualmente vivem e trabalham em cidades israelenses.
Mas, sim, os resultados dessas eleições trazem uma importante vantagem: afinal, as coisas estão postas às claras.
Agora, pelo menos, caiu a fachada sionista liberal, que camuflava a disposição de Israel para fazer avançar seu projeto colonial. O refrão israelense, de que não se poderia alcançar solução diplomática com os palestinos, porque os palestinos não teriam liderança, soará mais vazio, a cada dia. Finalmente, já se pode ver que pretender que Israel seria a única democracia no Oriente Médio é o que é: meia verdade. Israel só é democracia para judeus. Para palestinos, é regime repressor.
Deve-se também esperar pouca resistência contra o governo de extrema direita, porque o Campo Sionista de Herzog e o partido de Yair Lapid também são arabofóbicos e, portanto, pouco lutarão contra a substância racista do novo governo, embora talvez lutem contra o estilo direitista agora já desavergonhado de Netanyahu.
Afinal de contas, nos dias antes da eleição via-se um só pacote político, com enormes cartazes que mostravam foto de (Bibi) Netanyahu e seu adversário, representante oficial da extrema direita, Naftali Bennett, em que se lia que “Com Bibibennet continuaremos contra os palestinos por toda a eternidade”. A dupla deve ter esquecido o fato de que 20% dos cidadãos israelenses são palestinos.
Pois mesmo assim, durante essas eleições, um raio de esperança brilhou na escuridão. O esforço concentrado de quase todos os partidos judeus para excluir os cidadãos palestinos produziu um efeito não esperado. Criando uma frente unida, os palestinos conquistaram 14 cadeiras no Parlamento, 25% a mais do que jamais antes. Hoje, os palestinos já são a terceira maior força no Knesset.
Diferente de seus contrapartes noutros partidos, Ayman Odeh, que preside a nova Lista Árabes Unidos, é líder genuíno. Extremamente incisivo, é orador que muitas vezes se serve de muita ironia para ridicularizar seus detratores, ao mesmo tempo em que divulga incansavelmente sua visão igualitária do futuro. Num raro momento de sinceridade, uma conhecida jornalista comentarista israelense denunciou a atitude de Odeh, para ela uma grave ameaça: “É homem muito perigoso”, disse ela. “Ele projeta algo com que todos os israelenses podem relacionar-se.”
Será essa ‘ameaça’ capaz de deter a iminente avalanche de novas leis de Apartheid em Israel? Sinceramente, duvido.

Deputado: Rússia não precisa de permissão para instalar armas nucleares na Crimeia


O presidente do Comitê da Defesa da Duma Estatal russa, Vladimir Komoedov, disse que, se surgir a necessidade de instalar armas nucleares na Crimeia, a Rússia não pedirá licença a ninguém.

Na semana passada o chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Martin Dempsey, manifestou preocupação em relação à possível instalação das armas nucleares russas na Crimeia.
“Não vamos sujar um diamante /como é a Crimeia/ com armas nucleares – o que temos já é bastante. Porém, é território russo e, se surgir tal necessidade, não pediremos licença a ninguém”, afirmou Komoedov numa entrevista ao jornal Izvestia.
Anteriormente já fora informado que, no quadro de verificação surpresa de prontidão de combate das tropas na Crimeia, podiam ser deslocados bombardeiros estratégicos Tu-22M3 para a península (estes aviões podem em princípio transportar armas nucleares), mas a Rússia não nada disse sobre planos de enviar as próprias ogivas nucleares para a Crimeia.

Sputniknews

As tribos líbias avançam para reconstruir o país


Segundo o site libyanwarthetruth.com, as Tribos da Líbia estão avançando em sua luta contra as gangues fundamentalistas, agrupadas no movimento "Alvorada da Líbia" (Libia Dawn). Vídeos, publicados em 20/3/2015, relatam que o exército das Tribos já ocupa a periferia Oeste de Trípoli, e estaria prestes a entrar na cidade. Também controla uma base aérea a sudoeste de Trípoli e campos de pouso no sul da Líbia, além da parte sul da cidade de Zawia. Avança também na cidade de Azizia.

Segundo a mesma fonte, em 20/3/2015 houve um buzinaço em Trípoli saudando as vitórias das Tribos.

http://www.libyanwarthetruth.com/video-great-tribes-libya-moving-against-radical-islamists


UNSMIL promove "conversa pra boi dormir"

A Missão das Nações Unidas de Apoio na Líbia (UNSMIL) está promovendo um encontro no Marrocos, chamado "diálogo interlíbio", entre o governo fantoche reconhecido internacionalmente, representado pelo Parlamento refugiado em Tobruk, e o governo fundamentalista da Libia Dawn, apoiado abertamente pelo Qatar e pela Turquia, e semi-oficialmente pelos EUA, através da sua embaixadora. Participam também "mediadores internacionais". É claro que nenhum representante da Resistência Verde foi convidado. De qualquer maneira, os líderes tribais se recusam a reconhecer as decisões resultantes de "diálogos" exclusivos que ocorram fora da Líbia.

A UNSMIL já promoveu outros encontros desse tipo na Suíça (em Genebra), no Egito e na Argélia, que naturalmente não trouxeram nenhum resultado.

Neste fim de semana, em Tobruk, houve uma reunião das Tribos, que deliberou apoiar o Parlamento fantoche. No entanto, participaram somente as tribos que já o apóiam (em geral, as Tribos se aliaram taticamente ao governo fantoche na luta contra os fundamentalistas). As tribos que apóiam a "Libia Dawn" não estavam presentes.

(fonte: http://libyaagainstsuperpowermedia.org/2015/03/23/tribal-leaders-refuse-to-acknowledge-decisions-from-exclusive-dialogs-taking-place-outside-the-country/ )

Arabia Saudita desplaza armamento pesado a la frontera con Yemen


Arabia Saudita ha desplegado armamento pesado, con artillería incluida, a lo largo de su frontera con Yemen, lo que indica que Riad puede terminar involucrado en el conflicto interno yemení, informa Reuters.

Varias fuentes de la agencia advirtieron de que el armamento puede ser empleado por el Ejército saudita tanto para acciones defensivas como para iniciar una ofensiva contra Yemen, que está sumido en una guerra civil. Según una fuente en el Gobierno de EE.UU. citada por Reuters bajo la condición de anonimato, el número de equipos militares sauditas movilizado es "significativo".
Arabia Saudita apoya al presidente sunita de Yemen, Abd Rabbuh Mansur al-Hadi, que se encuentra refugiado en el puerto de Adén, mientras la capital del país permanece en manos de los insurgentes chiitas de los hutíes. Arabia Saudita acusa a Irán de apoyar a estos, mientras los grupos chiitas niegan haber recibido apoyo material o financiero de Teherán, informa Reuters.
El pasado lunes el canciller saudita Saud al-Faisal afirmó que los países árabes tomarían las acciones necesarias para afrontar la "agresión" hutí si no se lograba una solución pacífica al conflicto. El martes Yemen se dirigió al Consejo de Seguridad de la ONU pidiendo su apoyo a una acción militar extranjera contra los insurgentes hutíes que, de facto, controlan el país.
En marzo de 2011 las tropas de Arabia Saudita y de los Emiratos Árabes Unidos habían entrado a Baréin, sumido en un conflicto interno, para sofocar las protestas chiitas.

Actualidad RT