quinta-feira, 25 de maio de 2017

TEMER É REJEITADO POR 95% DOS BRASILEIROS E 99% DOS NORDESTINOS


Os índices de aprovação de Michel Temer, que sempre foram baixos, chegaram ao fundo do poço; pesquisas e sondagens feitas pelo governo federal na internet mostram que a maioria dos brasileiros rejeita o peemedebista; os levantamentos indicam que a situação de Temer nas redes piora a cada dia; os antigos defensores do governo entre os chamados formadores de opinião sumiram, salvo raras exceções; pesquisas de opinião mostram que hoje 95% dos brasileiros fazem uma avaliação negativa de Temer; em algumas regiões metropolitanas do Nordeste do país, segundo outras sondagens, esse índice chega a 99%; a maioria também crê que o governo não sobreviverá à avalanche provocada pela delação da JBS

Brasil 247 - Depois de ser flagrado pelo empresário Joesley Batista avalizando diversos casos de corrupção, Michel Temer chegou ao fundo do poço na avaliação dos brasileiros.

Os índices de aprovação do governo, que sempre foram baixos, chegaram ao fundo do poço.

Pesquisas e sondagens feitas pelo governo federal na internet mostram que a maioria dos brasileiros rejeita o peemedebista.

Os levantamentos indicam que a situação de Temer nas redes piora a cada dia. Até mesmo os antigos defensores do governo entre os chamados formadores de opinião sumiram, salvo raras exceções.

Pesquisas de opinião mostram que hoje 95% dos brasileiros fazem uma avaliação negativa de Temer; em algumas regiões metropolitanas do Nordeste do país, segundo outras sondagens, esse índice chega a 99%

Sondagens feitas com formadores de opinião, como empresários e executivos, também revelam descrença cada vez maior na continuidade do governo.

As informações são da coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

Amanhã será outro dia: Brasília em chamas e as manifestações prometem continuar


A manifestação em Brasília contra o governo de Michel Temer foi palco de um cenário de guerra nesta quarta-feira (24) com ininterruptas bombas de gás contra manifestantes e depredações de vidraças e prédios públicos. Dois prédios da esplanada dos Ministérios ficaram em chamas.

Manifestantes, centrais sindicais e diversos movimentos sociais protestam nesta quarta-feira (24) contra as reformas trabalhista e da Previdência do governo de Michel Temer, além de pedir a saída do presidente e a realização de eleições diretas.

Segundo as fontes da Sputnik Brasil, a violência em Brasília teve início quando os manifestantes se aproximaram do cordão de isolamento perto do Congresso Nacional. Segundo os interlocutores da agência, os manifestantes haviam acordado com as autoridades que o ato ocorreria no gramado da esplanada dos Ministérios. No entanto, o acordo não foi respeitado pela polícia, que iniciou a dispersão de forma truculenta.

Durante o confronto, vidraças foram quebradas e os prédios do ministério da Agricultura e do ministério da Integração Nacional foram incendiados.

Por volta das 16h o Corpo de Bombeiros informou que o fogo foi controlado e os manifestantes começaram a dispersar. A confrontação, no entanto, continuou durante a tarde.

Segundo a Secretaria de Segurança do DF, cerca de 35 mil pessoas ocupam a esplanada dos Ministérios nas manifestações de hoje. Já segundo os organizadores, o ato reuniu 200 mil pessoas.

"Hoje desde cedo foi um dia atípico para Brasília. Desde cedo a gente viu o trânsito da cidade bem caótico, por conta da organização para a manifestação. E a medida que o dia foi passando, a situação foi ficando cada vez mais complicada", contou à Sputnik uma testemunha que ficou relutante em revelar o seu sobrenome, em função das tensões políticas, e se identificou somente pelo nome, Bruno.

"À tarde a situação começou a ficar um pouco mais grave. A gente sentia uma pressão nas ruas. Todo mundo estava muito nervoso. A esplanada e os ministérios foram liberados. O ponto dos servidores foi liberado, então a gente observou uma movimentação atípica de saída dos servidores na hora do almoço. O governo se preparou dessa forma. Tirando os servidores de lá", explicou o interlocutor da agência.
Bruno contou que a cidade ficou cheia, pois muitos manifestantes vieram de outras partes do país.

"Eu vi também uma quantidade enorme de ônibus. Porque parte dos manifestantes veio de ônibus, de diferentes partes do país. E realmente a quantidade desses ônibus de viagem estava grande. No final da tarde, alguns ônibus já estavam se movimentando para ir embora", revelou.



O fim dos confrontos com a polícia, no entanto, ainda parece estar longe. O movimento, que se autodenomina "Ocupa Brasília", montou um acampamento e pretende realizar manifestações diariamente.

"Parte das pessoas já foram embora, mas existe agora um acampamento aqui. Muitas pessoas vão ficar aqui em Brasília, acampadas. Inclusive o Governador já separou uma área, onde essas pessoas podem ficar com o mínimo de conforto, com acesso ao banheiro, água. E elas vão ficar em Brasília para continuar as manifestações. As manifestações ainda não acabaram", concluiu.

Enquanto isso, aumentam as preocupações sobre como o governo vem reagindo aos protestos populares. Em meio ao caos na capital, o presidente determinou que as Forças Armadas passassem a fazer o policiamento de prédios públicos até o dia 31 de maio. Temer afirmou que recorrerá à medida sempre que julgar ser necessário. Segundo a Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto: “O Presidente da República ressalta que não hesitará em exercer a autoridade que o cargo lhe confere sempre que for necessário”. Segundo o comunicado, o ato será revogado assim que a "ordem for restabelecida". Enquanto partes da imprensa local atribuem a reação ao desespero de Temer, alguns setores da sociedade começam a alertar para o aspecto antidemocrático da medida, chegando a comparar as ações do governo com as do governo militar de 1964.

Sputniknews

Gobierno venezolano desmantela grupos armados de la oposición



El Gobierno venezolano informa haber desbaratado células armadas vinculadas a la extrema derecha a la que acusa de generar violencia en el país.

“Durante las ultimas 48 horas se lograron desmantelar nuevas células terroristas armadas que han venido desatando focos de violencia, que intentan cercenar los derechos a la vida, a la paz, al libre tránsito y al desarrollo cotidiano de la sociedad”, anunció Néstor Reverol, ministro del Poder Popular para las Relaciones Interiores, Justicia y Paz.

El miércoles, en declaraciones transmitidas por el canal estatal VTV, el ministro precisó que fueron detenidos David Sosa Escalante y María Andreína Montilla, militantes del partido opositor Voluntad Popular (VP) e indicó que ambos arrestados se encargaban de organizar y financiar los actos vandálicos en Caracas (capital).

Agregó que la pareja Víctor Lizandro y Marelys Hernández Bello, también detenidos, son responsables de generar graves focos de violencia en estado de Miranda (cetro-norte), en especial en la ciudad de San Antonio de los Altos.

El titular venezolano también señaló el nombre de otros detenidos que se encargaban de organizar a grupos de choque opositores en el estado de Zulia (noroeste): Héctor González Machado, militante del partido Un Nuevo Tiempo (UNT), y Ergio Paz y Daniel Albornoz, miembros del partido derechista Primero Justicia (PJ).

“En todos estos hechos, se incautaron gran cantidad de material explosivo no convencional, bombas molotov, empleados para las prestadas acciones terroristas, además de otros elementos de interés criminalístico”, indicó Reverol para luego advertir de que los opositores buscan generar caos entre la población para justificar un golpe de Estado contra el Gobierno del presidente Nicolás Maduro.

“No cabe duda que la extrema derecha venezolana persiste en su afán de golpe de Estado, orquestado por grupos armados paramilitarizados asociado a bandas delincuenciales, completamente al margen de la Constitución, al extremo de asediar instalaciones militares con el riesgo implícito de provocar muertes”, añadió.

Venezuela vive una profunda crisis política desde que la Asamblea Nacional, de mayoría opositora, comenzara un proceso para llevar a cabo un referéndum revocatorio contra Maduro.

Desde entonces, las protestas opositoras se han intensificado desde el abril y ha dejado hasta el momento han dejado un saldo de 60 fallecidos, más de mil heridos y multimillonarias pérdidas económicas en el sector público y privado.

mnz/ncl/mrk/HispanTv

Pyongyang fortalece su ‘fuerza nuclear’ ante engaños de EEUU


Corea del Norte prueba el misil balístico de medio alcance Pukguksong-2, capaz de portar una ojiva nuclear, 22 de mayo de 2017.

Corea del Norte dice que nadie puede disuadirle de dejar de fortalecer su poder nuclear y acusa a EE.UU. de engañarle cuando habla sobre diálogos.

“Reforzaremos las medidas para diversificar y modernizar la fuerza nuclear antes de que los agresores y provocadores tomen consciencia”, ha afirmado este jueves un portavoz del Comité de la Paz de Asia-Pacífico de Corea del Norte citado por la agencia de noticias oficial de este país asiático KCNA.

Ha indicado también que Washington habla de un posible diálogo con Pyongyang mientras envía al mismo tiempo armas estratégicas a la península coreana.

En esta línea, el funcionario norcoreano ha precisado que tales intentos solo se pueden describir como una campaña engañosa contra Pyongyang para detener su programa nuclear.

Por otro lado, el vocero ha dicho que Corea del Sur también está “bailando al ritmo” de “los extranjeros” y ha advertido de que Seúl no debería cuestionar la decisión de Pyongyang de reforzar su autodefensa.

Actualmente, Estados Unidos no tiene relaciones diplomáticas con Corea del Norte, pero tal como el pasado mes de abril dijo el secretario de Estado estadounidense, Rex Tillerson, Washington estaría dispuesto a negociar con Pyongyang solo si este da “pasos creíbles para renunciar a sus armas nucleares y misiles balísticos”.

Las tensiones en la península de Corea se dispararon notablemente el mes pasado, cuando EE.UU. envió a la región asiática un grupo naval de ataque, encabezado por el portaviones USS Carl Vinson de propulsión nuclear, e inició maniobras conjuntas con Corea del Sur.

Pyongyang sostiene que su escalada militar responde a las amenazas militares de Estados Unidos, al que acusa de llevar a la península “al borde de la guerra nuclear”.

ftn/ncl/mrk/HispanTv

‘Caza ruso interceptó avión de EEUU en cielo sirio’


Un avión de combate Sujoi Su-35 de la Fuerza Aérea rusa.

Un general estadounidense informó el miércoles de un reciente incidente aéreo entre un avión cisterna de EE.UU. y un caza ruso en el cielo sirio.

El comandante del Mando Central de la Fuerza Aérea de EE.UU., el teniente general Jeffrey Harrigian, dijo que un caza ruso interceptó un avión cisterna modelo KC-10 de EE.UU.

“Fue el caza que interceptó a uno de nuestros aviones cisterna (...) No recuerdo si era un Su-30 o Su-35”, precisó el alto mando castrense norteamericano, sin ofrecer detalles sobre el lugar y fecha exacta del incidente.

Tal como ocurre en hechos de estas características, el militar estadounidense calificó el roce de “no profesional” y añadió que este asunto fue discutido con los funcionarios rusos quienes “lo reconocieron”.

De acuerdo con el teniente general estadounidense, aunque el hecho del miércoles no ha pasado a mayores, las fuerzas estadounidenses y rusas que operan en Siria han aumentado el uso de una línea telefónica especial de comunicación abierta para evitar colisiones en el aire y reducir el potencial de error de cálculo de las fuerzas que operan en Siria.

Aunque las partes tienen esta línea como un método para evitar incidentes de este tipo, sobre todo en Siria, no quedan descartadas posibles colisiones entre los aviones de combate de ambas partes.

Esta probabilidad se incrementa en el país árabe, donde cada uno apoya a una parte diferente del conflicto; Rusia al Gobierno de Damasco en su lucha antiterrorista y EE.UU. apoya a la ‘oposición’ armada que busca derrocar alGobierno, pero de vez en cuando ataca directamente las posiciones del Ejército sirio.

zss/ncl/mrk/HispanTv

Ejército sirio libera 5 aldeas en Alepo y mata a 3000 terroristas


El Ejército sirio arrebató el miércoles al grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) el control de cinco aldeas en el campo oriental de Alepo.

Las Fuerzas Tigre, unidad de las fuerzas especiales del Ejército sirio, con el apoyo de la Aviación rusa, arrebataron a Daesh el control de los pueblos de Battoushiyah, Salehiyah, Yubab Kabir, Yubab Saqir y Sharmiyah, ubicados al norte de la ciudad estratégica de Maskana.

Maskana es una urbe estratégica para el Ejército sirio, ya que une las provincias de Alepo y Al-Raqa. Los nuevos logros del Ejército sirio han colocado a las fuerzas sirias a poca distancia de la ciudad de Maskana, hecho que supone un revés para los terroristas de Daesh, que intentan proteger el campo occidental de la gobernación de Al-Raqa.

Fuentes militares vaticinan que las unidades sirias reconquistarán esta ciudad dentro de una semana. Una vez conseguido este logro, tendrían el camino libre para aproximarse a las afueras de la ciudad de Al-Raqa, considerada la “capital” de Daesh en el país árabe.

A su vez, la agencia oficial siria de noticias SANA informó el miércoles que, durante sus operaciones, las fuerzas sirias abatieron e hirieron a 3000 integrantes del EIIL en el este de Alepo.

Las tropas sirias se han hecho con el control del aeropuerto de Yirah, y otras 31 aldeas y localidades en el este de Alepo. Además, han eliminado a 3000 terroristas del EIIL y destruido 19 tanques, cinco vehículos blindados, 11 coches bomba, nueve depósitos de armas y 61 sedes de mando de la agrupación extremista, añadió la agencia de noticias.

En los últimos días las fuerzas sirias han pasado a la ofensiva y logrado señorearse sobre amplias áreas controladas antes por los terroristas. En esta línea, el presidente sirio, Bashar al-Asad, ha prometido que su Ejército exterminará a los terroristas atrincherados en el país y liberará hasta la última pulgada del territorio nacional de manos de los grupos extremistas.

Debe recordarse que desde 2011 Siria atraviesa turbulencias marcadas por la presencia de grupos terroristas apoyados desde el exterior a fin de hacer caer al Gobierno de Damasco. El ya largo conflicto es tan brutal que ha dejado unos 465.000 muertos y desaparecidos y el mayor éxodo de refugiados desde el final de la Segunda Guerra Mundial.

mkh/anz/krd/nal/HispanTv

¿Intromisión? Destructor de EE.UU. navega cerca de islas en disputa y genera malestar en China


La maniobra ha generado malestar en Pekín, por ser considerada una aparente violación a sus reclamaciones territoriales sobre las islas.

Este miércoles, funcionarios estadounidenses reportaron que el destructor USS Dewey navegó a 12 millas náuticas del arrecife Mischief, que forma parte de las islas Spratly, ubicado en el mar de la China Meridional, y cuya soberanía ha generado disputas entre China y sus vecinos, informó Reuters.

¿Daño a la estabilidad de la región?

La maniobra ha generado malestar en Pekín, por ser considerada una aparente violación a sus reclamaciones territoriales sobre las islas, según la Convención de la ONU sobre el Derecho del Mar, que define las aguas territoriales como un cinturón marítimo que se extiende a 12 millas náuticas de la costa.

El portavoz del Ministerio de Defensa de China, Ren Guoqiang, informó que dos embarcaciones de su país lanzaron una advertencia al USS Dewey para que abandonara las aguas. "El comportamiento errante de EE.UU. ha causado daños a la mejora de la situación en el mar de la China Meridional, y no es propicio para la paz y la estabilidad", ha subrayado.

EE.UU.: "Operamos en conformidad con el derecho internacional"

Sin embargo, Washington asegura que actúa bajo el principio de "libertad de navegación" en conformidad al fallo del tribunal de la Haya de julio del 2016, que declaró que China no tiene "derecho histórico" sobre los territorios en disputa.

Al respecto, el Pentágono señaló en un comunicado que continuará con sus operaciones de navegación regulares, pero no dio detalles de la última misión. No obstante, en la cuenta oficial del USS Dewey en Facebook, fueron publicadas algunas imágenes mostrando su tránsito por el mar de la China Meridional, el pasado 22 de mayo.

"Operamos en la región de Asia y el Pacífico a diario, incluso en el mar de la China Meridional. Operamos en conformidad con el derecho internacional", aseguró el portavoz del Pentágono, el capitán Jeff Davis.

¿Libertad de navegación o intromisión?

Por su parte, China afirma que respeta los principios de la libertad de navegación y sobrevuelo, pero rechaza cuando otros Estados socavan su soberanía usando este pretexto. Al mismo tiempo, EE.UU. ha criticado en repetidas ocasiones la acumulación de instalaciones militares en las islas en disputa, expresando su preocupación de que pudieran ser utilizadas para restringir la libre circulación en la zona.

No es la primera vez que EE.UU. intenta contrarrestar los esfuerzos de Pekín de limitar la libertad de navegación. El pasado mes de octubre, bajo la administración de Barack Obama, el destructor USS Decatur llevó a cabo una operación similar cerca de las islas Paracel.

Actualidad RT

quarta-feira, 24 de maio de 2017

GUARDIAN DEFENDE DIRETAS E DIZ O ÓBVIO: POVO BRASILEIRO MERECE TER VOZ


Brasil 247 - O jornal inglês The Guardian defende em editorial eleições diretas para presidente da República no Brasil. De acordo com o diário, a política brasileira está completamente desacreditada. “As revelações que surgiram desde que Dilma Rousseff foi forçada a sair no ano passado destacaram a hipocrisia daqueles que a derrubaram”, aponta o jornal.

“Embora Rousseff tenha sido acusada por acusações separadas, e parecia relativamente limpa, a raiva contra ela foi alimentada por revelações sobre seu Partido dos Trabalhadores”, avalia o jornal.

O diário britânico destaca as novas denúncias contra Michel Temer, lembrando que alguns de seus principais aliados, como Eduardo Cunha, “o principal orquestrador do impeachment”, estão presos. O jornal avalia que os congressistas brasileiros não deveriam escolher o sucessor de Temer, em caso de sua queda.

“Os políticos brasileiros derrubaram o país: deveriam deixar que os 143 milhões de eleitores tivessem uma palavra a dizer sobre como sair dela”, opina o jornal.

Exército dos EUA 'perdeu' US$1 bilhão em armas e equipamentos no Oriente Médio


Um documento obtido por meio da legislação de transparência mostra que o Exército dos EUA não conseguiu manter registros precisos de mais de US$ 1 bilhão em transferências de armas e material bélico no Iraque e no Kuwait, uma ONG de direitos humanos informou nesta quarta-feira (24).

"O Exército dos EUA não conseguiu acompanhar mais de US$ 1 bilhão em armas e outros equipamentos militares no Iraque e no Kuwait, de acordo com uma auditoria do Departamento de Defesa", afirmou em um comunicado a Anistia Internacional.

O documento obtido é o relatório do Departamento de Defesa de 2016. De acordo com a ONG, "os controles e registros negligentes dentro da cadeia de comando iraquiana" permitiram que grupos armados conhecidos por crimes de guerra obtivessem armas e equipamentos militares.
A organização apontou a necessidade de que todos os países que vendem armas ao Iraque devem buscar todas as medidas necessárias para que os equipamentos não caiam em mãos erradas.

Sputniknews

Demócratas advierten de ataque preventivo contra Corea del Norte


Los demócratas estadounidenses advirtieron al presidente republicano Donald Trump de cualquier ataque preventivo contra Pyongyang.

Un grupo de 64 demócratas preocupados por una eventual guerra nuclear, afirmaron en una carta el martes que cualquier ataque preventivo debe ser aprobado por el Congreso estadounidense antes de ejecutar la operación, informa el diario estadounidense The New York Times.

“Muy pocas decisiones necesitan tanto debate que llevar a cabo ataques, o declarar la guerra a un Estado nuclear como Corea del Norte,” se lee en una carta firmada por los legisladores encabezados por el senador John Conyers.

Los congresistas indicaron en la misiva que apoyan sin condiciones el diálogo directo entre los dos países y que es sin duda la "solución preferida" para las tensiones entre ambos países.

“Solicitamos respetuosamente más información sobre los pasos que su Administración está tomando para mejorar las perspectivas o negociaciones directas que podrían reducir el potencial de guerra catastrófica y en última instancia conducir a la desnuclearización de la península”, dice la carta.

En la misiva, los demócratas también argumentaron que las tres administraciones presidenciales anteriores consideraron la posibilidad de ataques militares contra Corea del Norte, pero evaluaron que no había opción militar que no correría el riesgo inaceptable de un enfrentamiento con Pyongyang.

Las tensiones entre el país norteamericano y Corea del Norte están aumentando cada vez más. Pyongyang recientemente probó un nuevo misil balístico llamado Pukguksong-2, provocando la condena del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU).

Asimismo, este lunes, el líder de Corea del Norte, Kim Jong-un, ordenó la masiva producción del misil Pukguksong-2, capaz de llegar a Japón y las bases militares estadounidenses.

snz/ktg/nal/HispanTv

Maduro y Macri se cruzan en la ceremonia de investidura de Moreno


Maduro y Macri que protagonizan un duro cruce de opiniones sobre sus países respectivos, podrían cruzarse en la investidura del nuevo presidente ecuatoriano.

En un comunicado emitido el martes, la Cancillería ecuatoriana confirmó la asistencia de diferentes mandatarios y representantes que acudirán a la posesión del cargo del presidente electo de Ecuador, Lenín Moreno, entre ellas la del presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, y su homólogo argentino, Mauricio Macri, que llegarán este mismo miércoles al país.

Se prevé que durante la ceremonia Maduro se cruce con Macri a quien el mandatario venezolano considera como un sicario político de la oligarquía y del imperialismo, que busca acabar con la economía y el pueblo de Argentina.

El anuncio anticipado de la visita del mandatario venezolano, generó reacciones a favor y en contra de su presencia en suelo ecuatoriano. La noticia, también ha indignado a la oposición venezolana.

La asambleísta Wilma Andrade, de la opositora Izquierda Democrática, señaló que el mandatario venezolano "ha perpetrado en el marco de su gobierno actos repudiables contra la democracia y los Derechos Humanos".

Por su parte, el Partido Social Cristiano y los movimientos de la bancada del Cambio Positivo se han sumado a esta negativa, rechazando "enérgicamente" la llegada de Maduro. "El motivo no es su ideología", han explicado, matizando que el rechazo responde a su "actitud condenable respecto al pueblo de Venezuela".

Los presidentes de Paraguay, Horacio Cartes; de Chile, Michelle Bachelet; de Perú, Pedro Pablo Kuczynski y de Guatemala, Jimmy Morales, arribaron el martes en Ecuador para asistir a la ceremonia de investidura de Moreno.

Mientras que los mandatarios de Bolivia, Evo Morales; de Costa Rica, Luis Guillermo Solís llegarán este miércoles al país ecuatoriano.

Aún no se difundieron los horarios de arribo de los presidentes de Colombia, Juan Manuel Santos; de Honduras, Juan Orlando Hernández; de Haití, Jovenel Moise y de la República Saharaui, Brahim Gali.

La sesión solemne de cambio de mando se iniciará a las 10 (hora local) en el salón pleno de la Asamblea Nacional. Después de la ceremonia, los jefes de Estado participarán en un almuerzo que les ofrecerá Lenín Moreno.

El jueves, Moreno recibirá el bastón de mando espiritual de parte del sector indígena ecuatoriano, en una ceremonia rural a la que está invitado el presidente de Bolivia, Evo Morales.

mep/ktg/nal/HispanTv

OSDH: Coalición anti-EIIL bate récord de civiles muertos en Siria


Un avión de combate Rafale francés despega del portaaviones francés Charles de Gaulle que opera en el mar Mediterráneo como parte de la llamada coalición anti-EIIL, 9 de diciembre de 2016.

La coalición anti-EIIL, liderada por EE.UU., ha matado el mayor número de civiles en cuestión de un mes desde que comenzó a operar hace tres años en Siria.

El opositor Observatorio Sirio de Derechos Humanos (OSDH) con sede en Londres (capital británica) informó el martes de que la llamada coalición contra el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) ha matado a un total de 225 civiles entre el 23 de abril y el 23 de mayo, récord mensual de civiles muertos desde que comenzó sus operaciones en el país árabe.

“Entre el 23 de abril y el 23 de mayo, los ataques de la coalición provocaron la muerte de 225 civiles, entre ellos 44 menores y 36 mujeres. El balance más grave en víctimas civiles desde el principio de su intervención en Siria en septiembre de 2014”, indicó el informe del OSDH.

El director del OSDH, Rami Abdel Rahman, calificó la cifra de “una escalada my grande” y, además, indicó que el récord anterior de bajas civiles dejadas por los ataques aéreos de EE.UU. y sus aliados en Siria pertenece al periodo entre el 23 de febrero y 23 de marzo del año en curso cuando 220 civiles perdieron la vida.

Según el reciente informe de este observatorio,1481 personas incluyendo 319 niños murieron como resultado de la campaña de la referida coalición, que carece de la aprobación del Gobierno de Damasco.

Las autoridades sirias siempre han cuestionado la eficacia de dichos bombardeos y critican a la citada coalición por los daños colaterales que provoca, como las muchas víctimas civiles y daños a la infraestructura.

La Cancillería siria lamentó en el mes en curso que la coalición comandada por EE.UU., así como Arabia Saudí, Turquía, Catar y el Reino Unido, suministra armas y fondos a los principales enemigos de Siria, es decir, a grupos terroristas como el EIIL y el Frente Al-Nusra (actualmente conocido como el Frente Fath Al-Sham), para alcanzar su objetivo de destruir Siria y matar a su pueblo.

ftn/ktg/nal/HispanTv

El autor del atentado de Mánchester "bebía y fumaba hierba y de repente se volvió religioso"


Salman Abedi era uno de los cientos de jóvenes considerados por las autoridades británicas como una potencial amenaza terrorista.

La personalidad de Salman Abedi, el principal sospechoso de perpetrar el atentado en el Manchester Arena, entraña muchos misterios. Según los medios, Abedi, un joven de 22 años cuyos padres llegaron al Reino Unido procedentes de Libia, fue descrito por la comunidad libia de Mánchester como un chico "reservado" y "devoto", informa 'National Post'.

Salman era el segundo de los cuatro hijos de la familia Abedi, todos ellos nacidos en el Reino Unido, según los vecinos. Un amigo de la familia, que definió a los Abedi como "muy religiosos", comentó a 'Financial Times' que en diciembre del año pasado la mayoría de ellos regresó a Libia, dejando solo a Salman y a su hermano mayor, Ismail, en el Reino Unido.

Un cambio radical

En los últimos años, Salman asistió a clases de negocios en la Universidad de Salford en Mánchester, donde también se matriculó este año, aunque no asistió a ninguna clase y no era "socialmente conocido", según comentó un portavoz universitario a ABC News.

Los vecinos y amigos del terrorista notaron en él un cambio de carácter en los últimos años. Un amigo que lo conocía desde la escuela comentó a 'Manchester Evening News' que Salman "era un chico divertido y sociable, pero desde que fue a Libia en 2011 se convirtió en un tipo diferente".


"Bebía y fumaba hierba, pero de repente se volvió religioso y no lo vi desde 2012", añadió.

Un vecino del atacante que conocía a Abedi desde hacía diez años comentó: "Siempre estaba solo. Hace unos dos años apareció en su techo una bandera negra con una inscripción en árabe. No teníamos ni idea de que pudiera hacer algo así".

El artículo de 'Financial Times' señala que Abedi era "miembro de una familia profundamente religiosa que había estado vinculado con pandillas y se pasó al islam radical en los últimos años".



Fichado por la inteligencia británica

Según Robin Simcox, analista de terrorismo y seguridad nacional para The Heritage Foundation, Abedi figuraba en la lista de los cientos de jóvenes reconocidos por las autoridades británicas como una potencial amenaza terrorista.

"Abedi era un sospechoso de terrorismo en el Reino Unido, el MI5 estaba al corriente de él", dijo Simcox a ABC News. "Eran conscientes de que suponía una amenaza potencial, pero no pensaron que supusiera una amenaza tan inminente como demostró en Mánchester", agregó.

¿Combatiente del Estado Islámico?

Salman Abedi había regresado hacía pocos días de Libia, donde podría haberse entrenado en campos de yihadistas, escribe el periódico 'The Times'. "Fue a Libia hace tres semanas y volvió hace poco, hace días", comentó un amigo del atacante citado por el medio.

Mohamed Saeed, el imán de la mezquita de Didsbury y del centro islámico al que Abedi a veces acudía para rezar, declaró a ABC News que en 2015 Salman se enojó con él por un sermón en el que criticó al Estado Islámico. "Me estaba mostrando odio, básicamente me odiaba. (…) Esto me sorprendió y me conmocionó", dijo Saeed.

El Estado Islámico ha reivindicado la responsabilidad del ataque de Mánchester. En su mensaje, la organización terrorista no nombró al atacante, pero lo describió como un "soldado del califa", un término a menudo utilizado para referirse a los terroristas inspirados por la ideología violenta del grupo.

Actualidad RT

Noticiero de la RPD Corea - Corea del Norte

nte las posibilidades de su aplicación en distintas situaciones de combate para emplazarlo en las unidades.
El Máximo Dirigente se dirigió junto con los funcionarios acompañados al puesto de observación donde dio la orden de disparo.
Él analizó y evaluó junto con los funcionarios el resultado del lanzamiento y expresó una gran satisfacción.
Diciendo con orgullo que es muy exacto el acertamiento del cohete y Pukguksong-2 deviene el arma estratégico de éxito, aprobó su disposición en las unidades.
Agregó que los datos tácticos y técnicos de Pukguksong-2 se llegaron perfectamente a la meta del partido e instruyó que hay que producirlo en gran cantidad y en serie para armar al ejército estratégico del EPC con esta arma.
El Máximo Dirigente dio las tareas estratégicas que se presentan en el fortalecimiento de las fuerzas armadas nucleares.
Expresó la esperanza y seguridad de que el dominio de ciencias para la defensa nacional y los trabajadores de la industria armamentista, infinitamente fieles a la dirección del partido, fabricarán mucho más las armas poderosas de tipo Juche y los equipos de ataque nuclear de nuestro estilo.
Se fotografió junto a los científicos, técnicos y funcionarios del sector de defensa nacional quienes volvieron a lograr éxitos en el disparo de Pukguksong-2.
Le acompañaron Ri Pyong Chol, Kim Jong Sik, Jong Sung Il, Yu Jin, Jo Yong Won y otros los funcionarios directivos del CC del PTC, así como el general de ejército Kim Rak Gyom, comandante de las fuerzas estratégicas del EPC.

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Portavoz del MINREX rechaza totalmente nuevo comunicado del Consejo de Seguridad

Pyongyang (ACNC) -- En exclusiva con la Agencia Central de Noticias de Corea concedida en relación con que Estados Unidos y sus satélites cuestionan el lanzamiento de prueba del cohete balístico estratégico Pukguksong-2, el portavoz del Ministerio de Relaciones Exteriores de la República Popular Democrática de Corea dio el día 23 la siguiente respuesta:
En medio de que se reportan de manera múltiple y sucesiva los eventos anunciadores del incremento de las fuerzas armadas nucleares del país, los funcionarios de la rama de ciencias y técnicas de defensa nacional y los obreros de la industria bélica ejecutaron otra vez con éxito el lanzamiento de prueba del cohete balístico estratégico tierra-tierra de mediano y largo alcance Pukguksong-2.
Como ya trascendidos, el objetivo del reciente disparo estuvo en confirmar finalmente las especificaciones técnicas del sistema de armamento Pukguksong-2 en su conjunto y examinar con suficiencia la posibilidad de su aplicación en diferentes circunstancias de batalla, de modo que se pudiera emplazarlo en las unidades militares para el combate.
Esto forma parte del proceso normal para consolidar el poderío de autodefensa nacional, siendo etapa previa al despliegue para el combate.
Sin embargo, al cabo de cuestionar nuevamente a la RPDC, EE.UU. y las fuerzas seguidoras volvieron a publicar el llamado comunicado del Consejo de Seguridad de la ONU usando expresiones aburridas como la "sanción" y "condena".
Rechazamos totalmente el presente comunicado que consuena con los actos hostiles anti-RPDC de EE.UU.
Es imposible que se escuchen palabras razonables en boca de EE.UU y sus satélites que tienen el veto crónico a la RPDC y están colmados de la hostilidad.
Nos mueve a risa cada vez que les vemos acusando nuestras medidas de autodefensa.
Ya hemos manifestado sustancialmente nuestra capacidad de ataque nuclear sobre toda la zona operacional de EE.UU. en el Pacífico, inclusive Hawai donde se halla la comandancia de fuerzas norteamericanas del Pacífico y Alaska, y estamos en la disposición de destruir el propio territorio norteamericano, bastión de agresores.
Cada vez que esas fuerzas hostiles cuestionen nuestras medidas para el aumento de fuerzas armadas nucleares, se multiplicará el odio que nos hará acelerar la diversificación y el desarrollo en alto nivel de esas fuerzas.

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EE.UU. planea el entrenamiento conjunto de portaaviones

Pyongyang (ACNC) -- Según reportó el día 19 la cadena surcoreana KBS, los imperialistas norteamericanos planean ejecutar en junio en el Mar Este de Corea un entrenamiento militar de gran envergadura para la agresión a la RPDC.
De acuerdo con la fuente, tomarán parte en esa maniobra las flotillas de portaaviones nucleares Carl Vinson y Ronald Reagan y los belicistas títeres surcoreanos.

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Portavoz del MINREX condena a EE.UU. y sus seguidores en caso de "Mangyongbong"

Pyongyang (ACNC) -- A la pregunta de un reportero de la ACNC formulada en relación con que EE.UU. y sus fuerzas seguidoras cuestionan la navegación del barco "Mangyongbong" para el turismo internacional Rajin-Vladivostok, el portavoz del Ministerio de Relaciones Exteriores de la República Popular Democrática de Corea dio el día 23 la siguiente respuesta:
Hace poco, "Mangyongbong", barco turístico internacional Rajin-Vladivostok, realizó su primera navegación.
Este trabajo que se realiza normalmente según el acuerdo entre Rusia y Corea contribuirá al desarrollo de la cooperación y la industria turística en el dominio económico incluyendo el transporte marítimo entre ambos países.
Esto deviene el normal trabajo cooperativo bilateral para ampliar las relaciones económicas entre ambos países y promover la amistad a través del intercambio humanitario y viaje.
Pero, EE.UU., enloquecido por la sanción contra la RPDC, trata de bloquear y asfixiar completamente en lo económico la RPDC impidiendo su cooperación económica con Rusia incluso la normal obra cooperativa económica entre los Estados soberanos.
Tales maniobras de EE.UU. y sus fuerzas seguidoras constituyen actos brutales que violan gravemente no sólo a los intereses legítimos de la RPDC, sino también a los de Rusia, razón por la cual provocan la resistencia y renuncia justas de este país europeo.
También en el futuro, la cooperación económica entre Corea y Rusia incluyendo la navegación de "Mangyongbong" seguirá desarrollándose conforme a las aspiraciones e intereses comunes de los pueblos de dos países.

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Rodong Sinmun insiste en mantener la ideología para defender socialismo

Pyongyang (ACNC) -- El diario Rodong Sinmun divulgó este martes un artículo individual señalando que la victoria o derrota del socialismo depende del mantenimiento o no de la ideología. Esta verdad fue comprobada por la historia.
La desintegración del campo socialista de Europa oriental confirma que si se hace alguna concesión en la labor ideológica, se produce el derrumbe del socialismo, reitera el articulista y continúa:
Es una tontería para los países socialistas la idea de alcanzar la victoria del socialismo menospreciando la ideología y logrando el unilateral crecimiento económico. Ésa es la vía de autodestrucción en el mundo actual en que los imperialistas ansiosos por dominar todo el mundo usan métodos más astutos y siniestros para derrocar a los países socialistas y los otros independientes y antiimperialistas.
La lucha entre el socialismo y el imperialismo es precisamente la confrontación espiritual e ideológica, antes de ser la pugna económica y militar.
El socialismo se defiende cuando dobleguen a los imperialistas en lo político e ideológico en el ámbito externo y eliminen por dentro la idea y cultura corruptas con las revolucionarias.
La clave para impulsar y llevar a feliz término la causa socialista está en anteponer la labor ideológica tomando más fuerte la idea frente a la escalada de la campaña hostil de los enemigos del socialismo.
No hay enemigo invencible para el fuerte en la ideología.

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MINREX de RPDC denuncia intento de EE.UU. de crear ambiente anti-RPDC

Pyongyang (ACNC) -- Estados Unidos hace esfuerzos desesperados por crear el ambiente de sanción y presión internacionales contra la República Popular Democrática de Corea cuestionando su exitoso lanzamiento de prueba de cohete balístico estratégico de mediano y largo alcance tierra-tierra de tipo "Hwasong-12".
Lo absurdo del caso es que EE.UU. y sus fuerzas seguidoras anuncian como si sus tentativas anti-RPDC disfruta del respaldo internacional chismeando que más de 20 países y organizaciones internacionales denunciaron el reciente lanzamiento.
En su declaración fechada el 19, el vocero del Ministerio de Relaciones Exteriores de la RPDC lo califica de una vil conspiración tendente a convertir lo blanco en lo negro, y prosigue:
Los países de muchas veces más que los mencionados ahora por las fuerzas hostiles se oponen a la política hostil anti-RPDC de EE.UU., que agrava la situación de la Península Coreana y la región y empujó al país socialista al fortalecimiento de las fuerzas armadas nucleares, y rechazan sus frenéticos entrenamientos militares conjuntos, amenaza nuclear y maquinaciones militares aventureras.
En la última reunión emergente del Consejo de Seguridad de la ONU, el representante norteamericano lamentó que algunos países insisten en que EE.UU. amenaza al Norte de Corea, lo que testimonia fehacientemente la situación de su país en un aprieto sin salida.
Por mucho que haga desesperadas maniobras, el imperio no podrá encubrir jamás su fachada criminal del agresor y provocador que destruye la paz y la seguridad de la región y del mundo.
Una vez rechazadas las mentiras y las falsificaciones por las opiniones públicas internacionales aspirantes a la independencia y la justicia, algunos maníacos de la administración Trump obligaron a otros países a tomar la decisión de que apoyaran al Norte de Corea o a EE.UU. y chismearon que sancionarían y cuestionarían a los países, entidades e individuales y hasta las organizaciones internacionales que se ponen al lado del país socialista, actuando así tan insolentemente.
Si se toleran tal despotismo y tal arbitrariedad en la escena internacional, no se realizarán nunca el desarrollo independiente de los Estados soberanos ni la verdadera justicia internacional y el mundo se convertirá en un infierno donde el imperio actué a su capricho.
Por mucho que EE.UU. aumenta el grado de presión imprudente contra la RPDC desviando las opiniones públicas internacionales, se fortalecerán aun más los empeños del segundo país por consolidar el disuasivo nuclear de justicia.

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Fuerza de RPDC declara fracaso de estrategia de pavor de EE.UU.

Pyongyang (ACNC) -- Con respecto al lanzamiento exitoso del cohete balístico estratégico tierra-tierra de mediano y largo alcance del tipo "Hwasong-12" que dio otra bofetada al fanfarroneado EE.UU., la Agencia Central de Noticias de Corea hizo público el día 19 un artículo intitulado "La fuerza de la RPDC declara el fracaso de la estrategia de pavor de EE.UU.".
El nacimiento del "cohete Juche", otro medio omnipotente para la defensa de soberanía, deviene un evento histórico que demostró a todo el mundo cómo se debe controlar a EE.UU. que se dedica al chantaje nuclear persiguiendo la opresión y la guerra, señala el texto y prosigue:
Además, constituye una manifestación de la inagotable fuerza de la RPDC en crecimiento vertiginoso.
Son infructíferas en el caso de la RPDC la estrategia de pavor y la fanfarronada de EE.UU. que trata de probar a la primera hablando tanto de la "máxima presión e intervención".
La estrategia en cuestión, orientada a alcanzar fácilmente la meta de agresión al crear extremada inquietud y ambiente de chantaje sobre otros países y naciones, se basa en la "diplomacia de cañonazo" que practicaban las potencias, inclusive EE.UU., en el pasado reciente para convertir en colonias a las naciones débiles amenazándolas con buques de guerra.
En vísperas del fin de la Segunda Guerra Mundial, EE.UU. se hizo el primer portador de arma nuclear del mundo y el caudillo del imperialismo y cambió la "diplomacia de cañonazo" por la estrategia de chantaje nuclear.
Una vez finalizada esa conflagración mundial, la estructura política mundial se ha dividido en el campo socialista y el capitalista.
Desde entonces, la estrategia norteamericana se ha enfocado en intimidar y derrumbar a los países socialistas que se fortalecían cada día más.
Al inculcar la doctrina reaccionaria McCarthyismo, EE.UU. instigó a sus habitantes a la "caza de comunistas", por una parte, y por la otra, como su versión exterior, declaró la Guerra Fría.
Recrudeció la demagogia para satanizar a los países socialistas y la confrontación militar con ellos.
La estrategia de pavor llegó al clímax con la política hostil anti-RPDC.
Tras desatar a mediados del siglo pasado la guerra de agresión a Corea, el imperio cometió el acto criminal de volver a ejercer la amenaza nuclear sobre el pueblo coreano, víctima directa del primer uso de bomba atómica contra Japón.
Se torna más brutal que nunca la estrategia de pavor desde que apareció la nueva administración Trump.
Ella definió como política sobre Corea la "máxima presión e intervención" presentando como primer asunto de la política de diplomacia y seguridad la solución del problema nuclear coreano.
No oculta que su estrategia es la más intransigente y hostil que la de las sucesivas administraciones antecesoras, chismeando que ésa significa el "modo de acercamiento al Norte de Corea y el golpe preventivo".
Por conducto de las altas figuras de la Casa Blanca y los medios de prensa, anunció que la "opción militar está sobre la mesa" y la "vía militar es la única solución del problema del Norte de Corea". Insatisfecho de ello, el mismo Trump publicó repetidamente en su Twitter los "artículos de advertencia" tildando a la RPDC de "amenaza de alcance mundial".
Trajo a la Península Coreana otra crisis de guerra nuclear al movilizar en los entrenamientos militares conjuntos Key Resolve y Foal Eagle 17 no sólo las propiedades estratégicas nucleares, sino también los efectivos y equipos para la operación especial y adiestrar el golpe preventivo para la "eliminación de la Dirección Suprema" y el "derrocamiento del régimen" de la RPDC.
Hoy día, la estrategia norteamericana se ejecuta de modo multilateral y múltiple.
Además de la movilización general de 3 propiedades estratégicas, o sea, el bombardero estratégico nuclear, el ICBM y el submarino nuclear, obliga a los países vecinos y relacionados con la RPDC a aislarla en lo político y diplomático, sancionarla de manera superintensa y descomponerla mediante la penetración cultural.
Debido a dicha estrategia que destruye la paz y la seguridad mundiales y causa solamente la inquietud y la crisis de la sociedad internacional, reina en el globo terráqueo la ley de selva y se violan la justicia y la verdad.
Sin embargo, ella siempre sufre fracaso en el caso de la RPDC.
La RPDC se enfrentó sin vacilación alguna durante más de 70 años con la "única superpotencia" a que ni los poseedores de armas nucleares se atreven a rivalizar y recorrió con pasos firmes la única senda de la independencia, el Songun y el socialismo con el espíritu de ataque y la voluntad indoblegable.
El poderío estatal de la RPDC, que emerge como gigante por encima de EE.UU., y su ímpetu de destruir definitivamente este imperio del mal testimonian que la pomposa estrategia de terror de EE.UU. es la fanfarronada que ultraja únicamente a los países sin armas nucleares y las naciones débiles.
La inmensa fuerza de la RPDC, que hace temblar de miedo al imperio norteamericano, alardoso de millares de ojivas nucleares y de su condición de "primera economía mundial", no reside en el dinero ni en la bomba atómica.
La profundidad estratégica que garantiza la victoria de Corea y el factor fundamental de este triunfo es el poderío de gran ideología.
Hoy día, brilla como potencia invencible la RPDC que cuenta con el gran poderío de ideología, la unidad monolítica inquebrantable ni con armas nucleares, el inagotable poderío militar y el espíritu de autofortalecimiento que no conoce lo imposible.
Ya pasó una vez por todas el tiempo en que EE.UU. amenazaba a la RPDC con armas nucleares.
EE.UU. ya no significa amenaza y pánico para la RPDC y está al revés tal correlación.
Es enorme el poderío de la RPDC que acaba con la estrategia de pavor de EE.UU., manchada de despotismo, agresión e intervención, y conduce en la delantera la construcción de un nuevo mundo pacífico y próspero.
En el futuro también, la RPDC se defenderá con fuerza de justicia y salvaguardará la paz y la seguridad de la Península Coreana, la región y el resto del mundo.

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Japón también está al alcance de fuego de la RPDC: comentario de ACNC

Pyongyang (ACNC) -- Japón se rasga las vestiduras después del exitoso lanzamiento de prueba del cohete balístico estratégico del tipo Hwasong-12, realizado hace unos días por la República Popular Democrática de Corea.
En conversaciones con el comandante en jefe de las fuerzas norteamericanas en el Pacífico, Harris, sostenidas el 16 de mayo, el gobernante japonés se comprometió a fortalecer la alianza con EE.UU. y estrechar la colaboración frente a la "amenaza nuclear y de misil del Norte de Corea".
El día 12, el ministro japonés de Finanzas Aso conversó con su homólogo norteamericano Mnuchin con el tema de "endurecer la sanción económica" contra la RPDC. En la rueda de prensa concedida después de la cita, Aso calumnió a la RPDC como "país insensato".
Por otra parte, el canciller y otros funcionarios de alto rango de Japón amonestan al gobierno títere surcoreano que "ahora es el momento de intensificar la presión, en lugar de diálogo".
Es una sofistería atrevida e insolente de los atemorizados ante el inagotable poderío y la posición estratégica de la RPDC como potencia nuclear del Oriente y la coheteril de Asia.
Los reaccionarios japoneses son los que están inquietados más que nadie por el lanzamiento de prueba del nuevo cohete de la RPDC.
Al tomar parte activa en la sanción anticoreana adulando a su patrón norteamericano, el país isleño se ha situado en lo más profundo del alcance de fuego de la RPDC.
Hoy día, el territorio estadounidense y la zona operacional de EE.UU. en el Pacífico están al alcance de fuego de la RPDC que tiene en su mano todos los poderosos medios de ataque de venganza implacable. Esta realidad hace al país isleño sufrir la manía persecutoria.
En marzo pasado, tuvo lugar por primera vez después de la Segunda Guerra Mundial el ejercicio de refugio de los moradores en el departamento de Akida. Y por estos días, el gobierno japonés se apresura a tomar las medidas para evacuar a más de 57 mil japoneses en el Sur de Corea en el tiempo de emergencia.
De otro lado, se aumentan entre los japoneses las demandas sobre los refugios subterráneos y los aire-acondicionadores que protegen de las sustancias radiactivas.
Japón piensa deshacerse del pánico mediante el alboroto de sanción y presión contra la RPDC, lo cual revela el pueril modo de pensar de ese país, enano en lo político.
Los reaccionarios japoneses deben actuar con prudencia teniendo presente que todos los medios de ataque de la RPDC, incluso las armas nucleares ya emplazadas para el combate, están en espera del momento de lanzamiento apuntando con precisión el propio territorio estadounidense y las bases militares norteamericanas en Japón.
Les convendría actuar con control dejando las tonterías que buscan desgracias.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Thierry Meyssan: “EE.UU. prepara una guerra en Venezuela”



El analista geopolítico y director de Réseau Voltaire International, Thierry Meyssan, ha explicado su visión de la situación que vive actualmente Venezuela en una entrevista concedida al canal RT.

En ella explica su visión particular sobre lo que está ocurriendo en Venezuela y el papel de Estados Unidos en esta crisis, según su opinión, orquestada por el gobierno americano desde hace tiempo para conducir al país a una guerra civil.

Analiza también otras crisis similares ocurridas en otros países como Ucrania, Siria, Libia o incluso la guerra de los Balcanes, que guardan relación con la crisis actual del país sudamericano y de las cuales podemos aprender diversos paralelismos.

Según Meyssan la estrategia de EE.UU. para dominar el mundo es “dividirlo en dos zonas: Una estable para sus aliados y otra inmersa en el caos de una guerra sin fin”. Según su opinión ahora es el turno de Venezuela: “La situación ya está lista, cuando EE.UU. lo desee va a comenzar la guerra”, advierte el analista.

El analista y activista político francés argumenta que actualmente Estados Unidos está intentando sembrar el caos en el país, mediante enfrentar cada vez más violentamente a la oposición y al gobierno y, en última instancia, conducir al país a una guerra civil.

Meyssan considera que el modus operandi de EE.UU. en los países que quiere desestabilizar es el mismo que ocurrió en Ucrania, en Siria o en Libia: “Siempre comienza exactamente igual: Se acusa al gobierno de cometer crímenes horribles (…) luego envían al país unas fuerzas especiales, unos francotiradores, que se colocan en los techos durante una manifestación, con el objetivo de disparar tanto contra los manifestantes como contra la policía (…). Eso crea una confusión enorme, y cada bando está convencido de que fue el otro el que le disparó, y ese es el comienzo de un enfrentamiento interno”.

Igual método fue utilizado según su opinión por primera vez en Yugoslavia donde al final se desató una terrible guerra civil que dividió al país en siete partes.

Trasladando su explicación a la situación actual, el analista predice: “Aquí me imagino que atacarán estatuas de Hugo Chavez, quemarán la bandera… elementos que no tienen valor militar”. Se trata, según Meyssan, de una guerra simbólica. “Entonces se utilizan los medios internacionales para explicar que es una revolución”, afirma.

Bases militares cerca de Venezuela

Dentro de su tesis hay una parte importante que es conseguir “rodear” al país en cuestión y establecer si es posible una base militar en la zona. Precisamente para el próximo mes de noviembre hay programadas unas maniobras militares militares en la triple frontera de Perú, Colombia y Brasil, con la participación de EE.UU., a solo 700 kilómetros de la frontera venezolana.

“Si van a atacar a Venezuela, sin duda van a utilizar uno o varios países fronterizos con Venezuela, como Perús, Colombia o Brasil. Quizás también Guyana, que también puede servir como base importante para generar el desorden”. También se refirió a las bases militares estadounidenses en Colombia, afirmando que la única razón de que EE.UU. las mantenga allí es porque “está preparando un ataque contra Venezuela”.

Les invitamos a ver la entrevista completa en el video del principio de este artículo.

Geopolitico Es

Coreia do Sul dispara 90 mísseis e não consegue abater drone norte-coreano


Mísseis da Coreia do Sul foram incapazes de derrubar drone norte-coreano

A Coreia do Norte está conseguindo expressivos avanços não apenas na fabricação de mísseis de médio e longo alcance e tecnologia nuclear, mas também no desenvolvimento de drones (aeronaves não tripuladas).

Hoje o Exército sulcoreano disparou 90 mísseis para tentar abater um drone norte-coreano que violava o espaço aéreo na província de Kangowon, por volta das 16 horas no horário coreano (7H00 GMT), fotografando tropas sulcoreanas. Os disparos se mostraram inúteis e o drone retornou à Coreia do Norte sem nenhuma avaria.

O Exército das Forças Conjuntas da Coreia do Sul emitiu nota informando que abriu fogo contra o drone, mas não conseguiram atingi-lo e o objeto retornou à RPD Coreia.

Em 1916 aconteceu fato semelhante: um drone norte-coreano ingressou no território sulcoreano, sobrevoando toda a fronteira com a Coreia e as forças sulcoreanas não conseguiram abater o drone.

A Coreia do Norte denuncia exercícios militares conjuntos dos EUA e Coreia do Sul com o objetivo de fazer chantagem atômica e provocar a Coreia do Norte. O marechal Kim Jong Un declarou que os porta-aviões norte-americanos serão transformados em pó assim que qualquer ato hostil contra o Coreia do Norte seja verificado.

TEMER PODE RENUNCIAR SE TIVER GARANTIA DE QUE NÃO SERÁ PRESO


Brasil 247 - Michel Temer e o núcleo de seus aliados buscam, desde o fim de semana, uma solução para a crise que permita a renúncia e dê a ele garantias de que não irá para a prisão.

As informações são da coluna Poder em Jogo de O Globo.

Temer já teria concordado com a ideia, e opções como indulto ou pedido de asilo foram discutidas nas últimas horas. Entre os articuladores estão José Sarney, Fernando Henrique Cardoso, Romero Jucá e Renan Calheiros.

"O primeiro obstáculo é a escolha de um nome de consenso para substituir Temer, em eleição indireta. A ele caberia acertar uma agenda mínima para a transição até 2018 e convocar uma Constituinte. Gilmar Mendes e Nelson Jobim teriam a preferência do PMDB. Mas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, tem conversado com senadores, e o presidente do PSDB, Tasso Jereissati, apresentou-se ontem como o garantidor das reformas no Congresso. Há uma corrida contra o tempo: há pedidos de impeachment, as condições de governabilidade perdem força a cada minuto. E as ruas podem melar o jogo.
Roteiro na rede

O caminho negociado por PMDB e PSDB foi exposto por Renan Calheiros no Facebook: 'Precisamos construir uma saída na Constituição que garanta eleições gerais em 2018 e Assembleia Nacional Constituinte. Fora disso é o imponderável. Tenho convicção que o presidente compreenderá seu papel e ajudará na construção de uma saída.'"

LOURES, HOMEM DE CONFIANÇA DE TEMER, ENTREGA MALA DA PROPINA À PF


Brasil 247 - O deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), homem de confiança de Michel Temer e que foi flagrado recendo R$ 500 mil em propinas dentro de uma mala entregue pelo grupo JBS, entregou a mala - que estava desaparecida - à Polícia Federal em São Paulo, informa a Folha.

Em sua delação premiada, um dos donos da JBS, Joesley Batista, afirmou que Loures havia sido indicado por Temer para tratar de assuntos de interesse do grupo empresarial junto ao governo. Loures acabou sendo filmado em uma operação controlada da PF ao receber a mala e depois entrando correndo em um táxi no último dia 28 de abril.

No mesmo período, Temer foi gravado pelo empresário avalizando o pagamento de propinas para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso e condenado na Lava Jato.

Ex-oficial da CIA adverte: Estratégia de Trump no Oriente Médio pode gerar guerra com Irã


O apoio do presidente norte-americano, Donald Trump, à Arábia Saudita e a Israel e suas duras palavras contra Teerã devem ser vistos como sinais de que os Estados Unidos e seus aliados estão caminhando para a guerra com o Irã, disse à Sputnik o ex-oficial de inteligência da CIA, Phil Giraldi.

No domingo, na Cúpula Árabe-islâmica americana em Riade, Trump disse que o Irã vem apoiando terroristas, milícias e grupos extremistas que espalham a destruição e o caos em todo o Oriente Médio.

"Temo que estaremos olhando para a guerra com o Irã em pouco tempo, já que está claro que Trump e seus conselheiros já estão completamente nos bolsos israelenses e sauditas sobre o assunto", disse Giraldi, ex-oficial de casos da CIA e oficial de inteligência do Exército dos EUA Disse na segunda-feira.

Giraldi descreveu a repetida retórica hostil de Trump contra o Irã, tanto na Arábia Saudita quanto em Israel, como uma indicação "deprimente" da provável direção futura da política americana no Oriente Médio.
"A parte mais deprimente da performance foi a difamação do Irã como a fonte de todo o terror e do mal na região, uma melodia que foi reproduzida imediatamente após a chegada a Israel com a promessa de que Teerã nunca terá uma arma nuclear", disse Giraldi.

Na realidade, o Irã é uma sociedade muito mais aberta e moderada do que a Arábia Saudita, observou Giraldi.

"O Irã realiza eleições, o que os sauditas não fazem, e está muito distante dos inimigos na região, não é uma ameaça para ninguém, mas é conveniente fingir que é apoiar políticas que de outra forma seriam desagradáveis", disse Giraldi disse.

A falta de experiência de Trump com a história, os conflitos militares, a política e as sociedades do Oriente Médio o tornaram fácil de manipular, alertou Giraldi.
"Trump é muito ignorante para perceber que o que ele está dizendo é um absurdo", disse ele.

Os sauditas encomendaram cerca de US $ 100 bilhões em novas armas de empresas americanas durante a visita de Trump, permitindo-lhe apresentar a reunião como um grande sucesso, observou Giraldi.

"A venda de armas foi o açúcar utilizado pelos sauditas para obter Trump completamente a bordo de sua visão de mundo. A 'luta contra o terrorismo' tem como objetivo fazer todo o Kabuki [analogia a uma forma de teatro japonês] palatável para o público americano e mundial", disse Giraldi.

No entanto, em Riade, Trump abandonou qualquer pretensão de acompanhar sua repetida retórica durante as eleições presidenciais dos Estados Unidos no ano passado para responsabilizar os líderes sauditas por suas décadas de apoio financeiro e outros para extremistas islâmicos, afirmou Giraldi.
"Os sauditas foram, naturalmente, o principal financiador do terrorismo islâmico sunita, o que Trump não ousaria dizer", observou.

Philip Giraldi é diretor-executivo do Conselho para o Interesse Nacional, um grupo que defende políticas de governo dos EUA mais equitativas no Oriente Médio.

Sputniknews

O TERRORISTA (BIBI) E O TONTO (TRUMP)