domingo, 5 de julho de 2015

Após atentado a integridade física da Dilma nos EUA será trocada a equipe de segurança


Foto: O general-de-Exército José Elito Carvalho Siqueira assinou o afastamento imediato de toda a equipe de segurança pessoal da presidenta Dilma Rousseff.

O fato foi noticiado pelo jornal Correio do Brasil. Após uma falha na segurança de Dilma Rosseff, com um ataque verbal feito por um analfabeto político, os responsáveis pela integridade e segurança da Presidente serão afastados.

Correio do Brasil

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República prepara o afastamento imediato de toda a equipe de agentes responsável pela integridade física da presidente Dilma em sua visita aos EUA, no início da semana.

O ato do general-de-Exército José Elito Carvalho Siqueira, ministro da pasta, segundo apurou o Correio do Brasil, chega ao Diário Oficial (D.O.) na próxima semana.

Ainda segundo uma fonte afirmou à reportagem do CdB, “o Artigo V da Lei 10.683, de Maio de 2003, embasa a decisão do ministro de promover não apenas uma sindicância imediata sobre os fatos ocorridos, mas a responsabilidade da equipe de segurança da presidenta Dilma”.

A referida Lei, em seu Artigo V, determina que o GSI é responsável por “zelar, assegurado o exercício do poder de polícia, pela segurança pessoal do Chefe de Estado, do Vice-Presidente da República e respectivos familiares, dos titulares dos órgãos essenciais da Presidência da República e de outras autoridades ou personalidades quando determinado pelo Presidente da República, bem como pela segurança dos palácios presidenciais e das residências do Presidente e do Vice-Presidente da República”.

Egito matou mais de 200 militantes no Sinai do Norte nos últimos dias


As Forças Armadas do Egito mataram mais de 200 militantes na província Sinai do Norte nos últimos três dias, afirmou uma fonte militar egípcia à Sputnik neste sábado.

“O número total de militantes mortos após o ataque a postos de controle do exército no norte do Sinai chegou a 205 pessoas nos últimos três dias”, disse a fonte à Sputnik.

Na quarta-feira (1), os radicais do Província do Sinai atacaram muitas instalações militares egípcias. Em resposta, o Egito lançou uma grande ofensiva militar contra os radicais do grupo, braço do Estado Islâmico no país. As operações, com muitos ataques aéreos, foram direcionadas a posições dos terroristas.

O Wilayat Sinai, traduzido como a Província do Sinai, é uma parte do grupo jihadista Ansar al-Bait Maqdis baseado no Egito, que prometeu lealdade ao Estado islâmico em novembro de 2014.

Sputniknews


Terrorismo: Lágrimas de crocodilo também na Tunísia


A Grã-Bretanha vai reforçar ainda mais as medidas internas de segurança e anunciou uma resposta de “grande alcance” contra o “terrorismo” islâmico.

Por Carlos Lopes Pereira, no Jornal Avante

A ameaça surgiu depois do ataque, na sexta-feira (26), a uma estância turística perto de Susa, na Tunísia, que custou a vida a trinta cidadãos britânicos. Um jovem tunisiano, empunhando uma metralhadora, disparou sobre turistas na praia, matando 38 pessoas e ferindo outras quatro dezenas.

Identificado como Seifeddine Rezgui, de 23 anos, foi abatido pelas autoridades tunisianas e, segundo o El País, de Madrid, não atuou sozinho. A polícia tunisiana já deteve vários “suspeitos” que poderiam ser coniventes com o atentado. O Ministério do Interior pediu ajuda à população para capturar “dois perigosos terroristas” cujos nomes e fotografias foram divulgados através da imprensa.

Um jornal tunisiano, Le Temps, dá pormenores sobre o jovem Rezgui. Originário de Gaafour, uma pequena aldeia no Noroeste do país, a 80 quilômetros da capital, frequentou o Ensino Superior na cidade santa de Kairuan. Antes de ser associado a círculos islâmicos radicais, “dançava break-dance e gostava do Real Madrid”. Em redes sociais como o Twitter e o Facebook, manifestava há muito tempo simpatia pela “guerra santa” do Islã.

À BBC, o primeiro-ministro David Cameron disse que o extremismo islamita “declarou guerra à Grã-Bretanha” e ataca os cidadãos britânicos em casa e no estrangeiro. “Somos um seu objetivo”, afirmou, referindo-se ao grupo Estado Islâmico (EI), que reivindicou a autoria do atentado. Cameron prometeu uma resposta de “grande alcance” e defendeu o seu envolvimento na luta contra o EI no Iraque – e na Síria –, onde a aviação britânica é a que mais bombardeamentos efetua, depois da norte-americana. E onde, no terreno, há centenas de conselheiros militares ingleses.

A ministra do Interior britânica, Theresa May, visitou o hotel Imperial Marhaba, nos arredores de Susa, onde ocorreu a carnificina, e falou de “um desprezível ato de crueldade”. O governo de Londres, explicou, está decidido a derrotar os autores do ataque. “Os terroristas não vencerão”, garantiu May, que se reuniu com os seus homólogos da Tunísia, Alemanha, França e Bélgica, países que também contam vítimas mortais em Susa.

Hipocrisia ocidental

O jornal The Guardian noticiou entretanto que o governo britânico vai acelerar as medidas securitárias, previstas no programa eleitoral com que os conservadores obtiveram a maioria absoluta nas legislativas de maio. Visam combater as mensagens “extremistas” nas redes sociais e proibir atividades de organizações “extremistas, não necessariamente violentas”.

Também na Tunísia serão adotadas novas medidas de segurança, “dolorosas, mas necessárias”, nas palavras do presidente Beyi Caid Essebi, de 88 anos, que lidera o processo de normalização constitucional no país, após a conturbada “primavera árabe” que eclodiu em 2011.

O governo – nomeado há seis meses e desgastado por greves laborais e protestos populares – mobilizou centenas de policiais e soldados para vigiar praias, museus e outros locais turísticos. Ao mesmo tempo, determinou o encerramento de 80 mesquitas salafistas e de associações laicas democráticas e proibiu homens com menos de 35 anos de viajar para a vizinha Líbia. Ali se movimentam grupos radicais islâmicos que alegadamente recrutam e treinam jovens “terroristas” tunisianos.

Estas medidas não impediram a debandada da Tunísia de milhares de turistas ocidentais. A ministra do Turismo, Selma Elloumi, classificou o ataque de Susa como “uma catástrofe econômica”, que afundou as esperanças do país norte-africano de se recuperar das consequências do ataque ao Museu do Bardo, em Tunes, em março, igualmente contra turistas (22 mortos).

É claro que a Grã-Bretanha aplaude tais medidas de cariz autoritário. Na edição de domingo, The Observer escrevia que “é no melhor interesse do Ocidente fazer tudo o que pode para evitar que a Tunísia siga os passos da Líbia para a instabilidade crônica, despertando uma nova vaga de migrantes no Mediterrâneo”.

Aqui, importa denunciar a hipocrisia ocidental, também na Tunísia.

No quadro da sua política imperialista, os Estados Unidos, apoiados pelos seus aliados habituais – como a Grã-Bretanha – bombardeiam, invadem, ocupam e destroem estados como o Iraque e a Líbia. Tentam fazer o mesmo com a Síria. Massacram populações civis. Para atingir os seus objetivos, criam, armam e treinam organizações terroristas como a Al-Qaida ou o Estado Islâmico. E, depois, quando há atentados brutais e sanguinários como os da Tunísia, atribuídos àqueles grupos, derramam lágrimas de crocodilo e “esquecem-se” da sua responsabilidade direta...

WikiLeaks divulga lista de telefones espionados no Brasil pelos EUA


O site WikiLeaks divulgou uma lista com 29 números de telefone de autoridades e assessores do governo brasileiro que teriam sido alvo de espionagem da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês).

A relação, classificada como ultrassecreta, inclui, além de números da sala da presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto e do avião dela, contatos de integrantes do alto escalão do governo. Também foram espionadas pessoas próximas a Dilma, como secretários e assessores.

Segundo o WikiLeaks, a lista inclui o atual ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, que, na época das interceptações telefônicas, era secretário executivo do Ministério da Fazenda. Também foi monitorado o ex-chefe da Casa Civil de Dilma, Antonio Palocci, que foi ministro da Fazenda no governo Luiz Inácio Lula da Silva. Luiz Awazu Pereira da Silva, ex-diretor do Banco Central, também aparece na lista.

O ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil Luiz Alberto Figueiredo, que ocupou o cargo entre 2013 e o início de 2015, também teve o número de celular grampeado. Figueiredo é hoje o embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Também foram espionadas as embaixadas brasileiras na França, na Alemanha, na União Europeia, na Suíça e nos Estados Unidos e o general José Elito Carvalho Siqueira, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional.

Para o editor-chefe do site, Julian Assange, "a divulgação mostra que os Estados Unidos terão que percorrer um longo caminho para provar que sua vigilância contra governos aliados acabou".

Em 2013, Edward Snowden, ex-consultor de informática da agência, já havia feito denúncias de que a NSA espionou autoridades brasileiras, além de empresas estatais. A questão gerou desconforto entre os países e fez com que Dilma adiasse visita aos Estados Unidos. A divulgação da nova lista foi feita logo após a viagem da presidenta ao país. Em entrevista à imprensa, ela avaliou que a ida aos Estados Unidos foi extremamente produtiva e que a relação do país com o Brasil está agora em um novo patamar de possibilidades.

Procurado, o Palácio da Planalto, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que não vai comentar o caso. O Ministério das Relações Exteriores está analisando as informações. A Embaixada dos Estados Unidos ainda não se pronunciou.

Outros nomes aparecem na lista de espionados:

- André Amado, diplomata da Subsecretaria de Ambiente e Tecnologia
- Everton Vargas, ex-embaixador do Brasil em Berlim
- Fernando Meirelles de Azevedo Pimentel, subsecretário de assuntos internacionais do Ministério da Fazenda
- José Maurício Bustani, embaixador do Brasil na França, que foi removido da Diretoria da Organização Internacional para Proibição de Armas Químicas por pressão do governo norte-americano
- Luiz Balduíno, atual secretário de assuntos internacionais do Ministério da Fazenda
- Luiz Filipe de Macêdo Soares, ex-representante permanente do Brasil junto à conferência de desarmamento, em Genebra
- Marcos Raposo, ex-embaixador do Brasil no México e chefe do cerimonial da Presidência da República
- Paulo Cordeiro, da Secretaria de Assuntos Políticos
- Roberto Doring, assessor do ministro das Relações Exteriores
- Valdemar Leão, assessor financeiro do Itamaraty


Agência Brasil e G1

Gobierno colombiano, dispuesto a tregua bilateral con FARC antes de un acuerdo de paz


Humberto de la Calle, jefe negociador del Gobierno de Bogotá en el proceso de paz con las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC).

El Gobierno colombiano ha manifestado su disposición a declarar un alto el fuego bilateral con las FARC, incluso antes de finalizar los diálogos de paz con esa guerrilla.

"Estamos dispuestos a aceptar un cese del fuego, aún antes de la firma de un acuerdo", ha dicho este domingo Humberto de la Calle, jefe negociador del Gobierno de Bogotá en el proceso de paz con las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC).

Estamos dispuestos a aceptar un cese del fuego, aún antes de la firma de un acuerdo", dice Humberto de la Calle.
El funcionario colombiano que formulaba estas declaraciones ante el periodista Juan Gossaín y divulgadas por la oficina estatal del Alto Comisionado para la Paz, ha precisado que el Ejecutivo podría modificar su postura (hasta ahora se oponía a un alto el fuego) relativa a una tregua bilateral con las FARC, “si (esta) es seria, bilateral, definitiva y verificable”.

La Administración del presidente Juan Manuel Santos hasta ahora no aceptaba una tregua bilateral con las FARC, por el temor de que la guerrilla aproveche la ocasión para fortalecerse.


Varios integrantes de las FARC en Colombia.

De la Calle ha pedido a las FARC una garantía que muestre que la guerrilla asume “su responsabilidad en materia judicial y verificación nacional e internacional”, un tema difícil de tratarse durante el proceso de paz que se desarrolla desde noviembre de 2012 en la capital cubana, La Habana.

La propuesta del Gobierno de Bogotá se plantea mientras que, según el funcionario colombiano, "el proceso de paz está en el peor momento desde que iniciamos las conversaciones" debido a varios intercambios de fuego entre las fuerzas de seguridad y las FARC en algunos puntos del país.

Desde el inicio de las pláticas en La Habana que buscan poner un alto a más de cinco décadas del conflicto armado, han consensuado tres de los seis puntos de la agenda, además de un plan de desminado y la creación de una Comisión de la Verdad.

De acuerdo con las cifras oficiales, el conflicto interno en Colombia ha dejado un saldo de 220.000 muertos y más de seis millones de desplazados.

ftm/ctl/rba -HispanTv

"Fuera Otto Pérez": Miles de guatemaltecos reclaman dimisión del presidente


Guatemaltecos marchan por el centro de la capital para exigir la renuncia del presidente Otto Pérez Molina por corrupción. 4 de julio de 2015.

Con gritos de "Fuera Otto Pérez", miles de guatemaltecos protestan en la capital para exigir la renuncia del mandatario, cuyo Gobierno está hundido en un gigantesco escándalo de corrupción.

Al convocatorio a la marcha de protesta de este sábado respondieron más de 5000 personas, quienes caminaron desde la Corte Suprema de Justicia hasta el Palacio Nacional, en el centro histórico capitalino.

La renuncia del presidente es un punto de partida y oxigenaría la situación. No resolvería todos los problemas pero sería un buen paso para seguir adelante" contra la corrupción y el debate de reformas profundas en el país, dijo el exministro de Finanzas.
"Con el Gobierno de Otto Pérez Molina aumentó la corrupción y la represión", "Se metieron con la generación equivocada" y "La idea de una Guatemala sin corrupción no se me pasa", eran algunos mensajes escritos en pancartas que portaban los manifestantes.

Importantes figuras políticas y sociales participaron en la manifestación, exigiendo la dimisión del presidente y la retirada de la impunidad de la que goza.

"La renuncia del presidente es un punto de partida y oxigenaría la situación. No resolvería todos los problemas pero sería un buen paso para seguir adelante" contra la corrupción y el debate de reformas profundas en el país, dijo durante la marcha Juan Alberto Fuentes, exministro de Finanzas y miembro del colectivo social Semilla.

En la jornada de viernes, una comisión del Congreso de Guatemala aconsejó el levantamiento de la inmunidad a Pérez Molina, decisión que de ser tomada expondría al mandatario a una investigación penal por su supuesta implicación en casos de corrupción que aquejan al país.

La comisión del Congreso de Guatemala, encargada de llevar a cabo una serie de investigaciones sobre los presuntos cargos que pesan sobre el mandatario, entregó un documento al Órgano Legislativo en el que recomendó retirar la inmunidad al presidente.

Según la Constitución de Guatemala, para retirar la inmunidad a un presidente, al menos 105 de los 158 diputados del Parlamento del país centroamericano han de votar a favor de la propuesta de la comisión.

Desde el pasado mes de abril cuando se destapó un fraude millonario en las aduanas orquestado por altos funcionarios, Guatemala vive multitudinarias marchas de protesta casi todos los fines de semana para demandar un juicio justo contra los corruptos.

A mediados de abril, la Comisión Internacional Contra la Impunidad (CICIG) y el Ministerio Público desmantelaron una estructura de defraudación aduanera denominada La Línea, lo que ha provocado la ira nacional.

Según la Fiscalía y la CICIG, que colabora en la depuración del sistema judicial, el grupo era dirigido por el ahora prófugo Juan Carlos Monzón, entonces secretario privado de la exvicepresidenta Roxana Baldetti, quien renunció en mayo salpicada por el escándalo.

En mayo, también, fueron arrestados los presidentes del Banco de Guatemala (Central), Julio Suárez; y del Seguro Social (IGSS), el militar Juan de Dios Rodríguez; muy allegado al presidente Otto Pérez, por participar en la adjudicación irregular de un millonario contrato de medicamentos.

ftm/ctl/rba -HispanTv

Miles israelíes protestan frente a residencia de Netanyahu contra acuerdo de gas con EEUU


Miles de israelíes vuelven a expresar su indignación por el reciente acuerdo gasífero entre el régimen de Tel Aviv y compañías estadounidenses para explotar gas.

El sábado por la noche, activistas israelíes realizaron una gran movilización en la Plaza de Rabin en Tel Aviv, en la que tacharon de “robo” utilizar los recursos de gas natural descubiertos en 2009 y 2010 en las costas de los territorios ocupados palestinos. Hace una semana, también, el pueblo celebró un evento similar.

Simultáneamente, se llevaron a cabo protestas en otras cuatro ciudades, incluyendo Al-Quds (Jerusalén), donde los manifestantes se congregaron frente a la residencia del primer ministro del régimen israelí, Benyamin Netanyahu.

Los participantes exigieron reducir los precios del gas y aumentar su uso en las fábricas nacionales, mientras acusaron a ese régimen de inclinarse en favor de los intereses extranjeros.

El pueblo que salió a las calles en distintos puntos de los territorios ocupados “muestra que no ha permanecido indiferente” frente a este proyecto “y que la lucha se intensifica”, señaló Mor Gilboa, un activista.

Asimismo, expresó su esperanza de que el régimen de Tel Aviv "cambie su decisión en beneficio de todos y para el bien de nuestros hijos y nietos quienes vivirán aquí en las próximas décadas".

El pasado 25 de junio, el gabinete de seguridad israelí, compuesto por el primer ministro y los titulares de asuntos militares, seguridad interna, de asuntos judiciales, así como varios otros miembros adicionales optativos para diseñar e implementar la política exterior y de asuntos militares, informó de la aprobación de ese acuerdo.

En tanto que la oposición israelí considera que se trata de un intento de circunvalar la legislación antimonopolio, Netanyahu defiende el plan y alega que la explotación de gas es una cuestión estratégica intrínsecamente ligada con la seguridad y las relaciones exteriores del régimen de Israel.

Es de mencionar que el mapa diseñado por el régimen de Israel para determinar sus fronteras marítimas en el mar Mediterráneo incluyen todas las zonas en las que se ubican los yacimientos de gas de propiedad palestina y libanesa.

bhr/ctl/rba -HispanTv

"Guerra, guerra y otra vez guerra: así ve el Pentágono el futuro del mundo"


La nueva estrategia militar del Pentágono no muestra nada nuevo, ya que representa un "listado de excusas para realizar acciones militares por todo el mundo", sostiene la revista estadounidense 'Counter Punch'.

El 1 de julio el Pentágono publicó su nueva estrategia militar, una "guía de 24 páginas sobre cómo gobernar el mundo a través de la fuerza militar", como describe el documento Mike Whitney, de la revista 'Counter Punch'. Según el autor, la idea principal del libro es el deseo de EE.UU. de "promover sus intereses a través de la violencia".

Como en otras ediciones del documento, Washington justifica todas sus acciones militares como una defensa de la "seguridad nacional del país". "Guerra, guerra y otra vez guerra. Así es la visión del futuro por parte del Pentágono", opina Whitney y destaca que la misma difiere de la visión china o la rusa. Ambos países se dedican a la construcción de la zona de libre comercio que mejorará la infraestructura y el nivel de vida, mientras EE.UU. se dedica a las guerras.

Según la nueva estrategia, las principales "amenazas" para el orden mundial son Irán, Rusia y Corea del Norte. El documento afirma que "ninguno de estos países está buscando un conflicto militar con EE.UU., pero cada uno de ellos plantea serias preocupaciones de seguridad para la comunidad internacional". En otras palabras, "ninguno de estos países quiere la guerra con EE.UU., pero EE.UU. quiere la guerra con ellos", escribe el experto.

"La estrategia representa un listado de excusas para acciones militares contra los enemigos 'imaginarios' de EE.UU. El Pentágono ve fantasmas por todas las partes", sostiene Whitney. En general, los lectores no deben esperar del documento algo nuevo, ya que Washington otra vez presenta la retórica de George Bush en "un tono un poco más suavizado". "Todo el mundo sabe perfectamente que EE.UU. hace lo que le da la gana y la nueva estrategia sólo confirma esa triste realidad", concluye el experto.

Actualidad RT

sábado, 4 de julho de 2015

Pesados combates hoje em Aleppo. Mais de 100 terroristas mortos em ataques aéreos.



O exército sírio continuou hoje suas operações militares contra os grupos terroristas na cidade de Aleppo, ao norte da Síria.

Mais de 100 terroristas foram mortos e 14 de seus veículos foram destruídos em várias partes de Aleppo, incluindo Hleiseh, Yabbul, Ein al Hanash, Deir Hafer Maskaneh e Kastelo, informou uma fonte militar.

Um depósito de munições de terroristas também foi destruída na zona de Al Breiy em Aleppo.

No último domingo de junho, as forças armadas sírias fizeram progressos significativos contra o Estado Islâmico e Al Nusra na província de Aleppo, perto da fronteira com a Turquia.

Hoje o exército atacou os centros rebeldes em Khan al Assal, Mansura Rashidin e Jerbit, destruindo um comboio militar com carga de armas e munições.

Segundo o canal Al Mayadin, o exército sírio visava o prédio do centro de pesquisa científica, usando vários tipos de armas pesadas. Uma dúzia de raids foram feitos contra os terroristas dentro do prédio transformado em quartel general dos terroristas.

O exército também repeliu um ataque terrorista a Zahra, a oeste da cidade. Os terroristas conseguiram entrar em alguns edifícios, mas foram cercados e eliminados pelo exército.

Al Manar

A PALMIRA HOJE DOS TERRORISTAS APOIADOS POR FORÇAS OCIDENTAIS

Dilma foi falar com o dono dos porcos


Finalmente a presidente Dilma sentiu a pressão a que está submetida desde que foi reeleita - e que nos últimos dias se tornou insuportável.

Perseguida pelos presidentes da Câmara e do Senado, por não impedir que as investigações da operação Lava Jato chegasse até eles, Dilma enfrenta uma verdadeira guerra a cada votação no Congresso Nacional.

Ameaçada pela imprensa venal que se submete à pauta de Washington - leia-se Pentágono -, enfrenta campanha diária de desmoralização de seu governo, e perde precioso tempo respondendo a dezenas de factóides.

A situação chegou a tal ponto que se tornou insustentável, então, o melhor a fazer foi falar com o dono dos porcos. E ela foi.

Reuniu uma pequena comitiva e seguiu para Washington, a capital do inferno, segundo Komeini, ou, o centro de comando do demônio, segundo Hugo Chavez.

Para falar com o dono dos porcos, Barack Hussein Obama, Dilma suou frio porque afinal, dezenas de presidentes foram envenenados nos EUA durante essas visitas protocolares. Outros desenvolveram doenças cancerígenas misteriosas.

Enfim, para salvar seu governo, Dilma estava disposta a enfrentar o próprio demônio em seu inferno, e lá foi ela falar com o dono dos porcos. Uma palavra que jamais entrou no vocabulário de Dilma foi medo.

O diabo chefe, como diria Hugo Chavez, recebeu Dilma com sorrisos, abraços e cordialidades - exatamente como fez com Kadafi anos atrás. Inteligente e perspicaz, Dilma retribuiu os falsos afetos.

Durante as conversações que se seguiram, o dono dos porcos (Barack Hussein Obama) falou [porque exigir seria falta de educação] mudanças na política externa do Brasil, principalmente em relação à Síria, China, Rússia e Venezuela. Dilma sorriu e prometeu estudar o assunto.

No Conselho de Segurança da ONU foi detectada a primeira mudança. O Brasil condenou a Síria numa votação encomendada pelos EUA para criticar o presidente Bassar Al Assad. O voto foi um pedido do dono dos porcos, e Dilma decidiu atender, afinal, o que está em jogo é algo muito mais importante – ao menos para Dilma – do que uma guerra além mares.

O dono dos porcos é refém do sionismo (que controla os bancos, o congresso e a mídia norte-americana) e da indústria bélica local, e por esses motivos é capaz de todos os crimes do mundo, afinal, não é por acaso que ele destinou 2 bilhões de dólares para desestabilizar governos na América Latina no ano de 2014.

Com a visita, Dilma acalmou o dono dos porcos, e como resultado a mídia nativa deu um refresco à presidenta. Agora é só esperar que o dono dos porcos avise ao chiqueiro que é hora de acalmar a situação, deixar a Dilma governar, pelo menos por algum tempo, ou não, porque afinal, em se tratando do chefe dos demônios, tudo é possível, até mesmo o impensável.

Abel Kaheler - MDD Paraná

A história bizarra da origem do Estado Islâmico


ISIS é a sigla em inglês para “Estado Islâmico no Iraque e na Síria”, também conhecido como “Estado Islâmico do Iraque e do Levante”, ou, hoje em dia, apenas como “Estado Islâmico” (EI).

Embora muitos se refiram ao EI como um grupo terrorista, essa é uma categorização simplista para explicar o que ele representa. Chuck Hagel, que foi secretário de Defesa dos Estados Unidos até pouco tempo atrás, disse que o EI era um projeto de Estado com armas sofisticadas, uma ideologia totalitária e recursos abundantes obtidos por meio de financiamento externo.

O grupo começou como mais um dos vários que se opunham ao regime de Bashar al-Assad na Síria, mas hoje afirma ser a autoridade religiosa sobre todos os muçulmanos do mundo e tenta impor uma versão ultraconservadora do Islã a diversos países.

E como uma organização como essa, conhecida por ser uma dissidência da Al-Qaeda, a qual acusou de não ser suficientemente radical, surgiu e se tornou tão forte tão de repente? Afinal, poucos de nós haviam ouvido a sigla “ISIS” antes de um ou dois anos atrás.

O site americano Cracked conversou com várias pessoas que estiveram no Iraque e chegou à conclusão de que, se os EUA não for o pai do ISIS, é pelo menos algum tipo de tio. Isso por que…

5. Os EUA colocaram todos os seus líderes no mesmo campo


“Não podíamos chamar o Campo Bucca de prisão, porque ninguém que estava lá havia sido acusado ou condenado de qualquer coisa”, explica a fonte. Ou seja, qualquer um pego fazendo qualquer coisa que os EUA não gostassem era jogado lá, uma maneira fácil de acabar tornando jovens irritados em extremistas violentos. Nunca saberemos quantos homens inocentes acabaram radicalizados como resultado de seu encarceramento no Campo Bucca (é possível que até 90% dos reclusos tenham sido originalmente presos por engano), mas não é à toa que um dos antigos comandantes do local o tenha descrito como uma “panela de pressão para o extremismo” – no Twitter!


4. Os radicais aprenderam a trabalhar juntos

Muitos dos detidos de Bucca, longe de casa pela primeira vez em um campo de prisioneiros, estavam compreensivelmente solitários e assustados. Logo, os presos mais radicais ofereceram apoio emocional, o que facilitou a radicalização de seus companheiros mais tarde.

Além disso, uma vez que estavam dentro dos muros de Bucca, todos tinham que viver sob uma versão estrita da lei islâmica – muito em linha com a forma como o ISIS opera hoje.

A fuga de Bucca era difícil, mas, dentro das cercas, os presos tinham a liberdade para fazer cumprir muitas de suas próprias regras e até mesmo realizar punições letais em outros detidos que quebrassem essas regras. A fonte do Cracked diz que, depois de punir alguém arbitrariamente, os outros detidos simplesmente o levavam para perto das cercas do campo e diziam que o haviam encontrado assim.

Estima-se que muitos dos futuros líderes e soldados do ISIS tiveram sua primeira experiência de trabalho e planejamento de ataque juntos dentro do Campo Bucca, onde mostraram a mesma criatividade e astúcia que lhes permitiu tomar conta de pelo menos metade do Iraque nos últimos anos.

Funcionários da “prisão” tentaram segregar os mais radicalizados dos mais pacíficos, mas isso não impediu que ambos se misturassem e até mesmo esquematizassem juntos. “Eles passavam notas entre si. Um grupo fazia um motim de um lado, enquanto outro fazia uma fuga do outro”, explica a fonte.

De qualquer forma, o Campo Bucca deixou vários insurgentes violentos em contato uns com os outros, obrigando-os a trabalhar em equipe.

3. Os EUA recrutaram ex-terroristas para lutar contra terroristas


Lembra dos “Filhos do Iraque”? Em suma, eram um bando de muçulmanos sunitas da província de Anbar que organizaram um exército financiado pelos militares dos EUA para estabilizar a região. O único problema é que muitos deles começaram suas carreiras “militantes” lutando exatamente contra soldados americanos e civis iraquianos.

Uma segunda fonte consultada pelo Cracked, um soldado americano estacionado em Anbar naquele momento, recordou sua primeira reunião com alguns dos homens que se tornariam os Filhos do Iraque. Os EUA não tinham aliados locais competentes. O novo exército iraquiano, treinado e equipado pelos americanos, não era bom. A solução foram esses caras.

Os Filhos do Iraque não eram grandes fãs dos Estados Unidos, mas eram competentes (alguns deles tinham lutado contra os EUA durante anos) e queriam dinheiro.

E como as pessoas começaram a aceitar pagar aqueles que tinham sido seus inimigos apenas algumas semanas antes? Em alguns casos, mentiu-se que os Filhos do Iraque eram apenas cidadãos locais, agricultores, preocupados com a sua comunidade. Ou dizia-se que eles lutavam contra os EUA porque Al-Mahdi lhes pagava, e os americanos começaram simplesmente a pagar melhor.

De qualquer maneira, não demorou muito para que os militares percebessem que estes extremistas perigosos armados não tinham que obedecer às mesmas regras de guerra que os soldados americanos. Ou seja…

2. Os EUA transformaram o ISIS em um organizado esquadrão da morte

O termo “esquadrão da morte” é preciso para descrever os Filhos do Iraque. Qualquer pessoa que a ONU não deixava os EUA matar, o país alegremente passava para o “esquadrão”, o que significa que elas acabavam mortas de qualquer jeito.

Nos últimos cinco meses que a segunda fonte do Cracked passou lá, de abril a agosto de 2007, os soldados americanos não sofreram ataques. Do lado dos mais mortais, eles estavam também mais seguros.

Só que os Filhos do Iraque não tinham quaisquer regras específicas para seguir. Durante patrulhas americanas, se os americanos invadiam uma casa, as mulheres choravam. Se os Filhos do Iraque estavam junto, eram os homens que choravam, pois sabiam que iam morrer – sem dúvida alguma.

O esquadrão tinha praticamente carta branca para jogar qualquer um em qualquer vala. Se isso parece horrível, é porque era. Uma queda de 90% da violência na região foi atribuída diretamente devido aos Filhos do Iraque – pelo medo que todos tinham deles. E o que tudo isso tem a ver com o ISIS?

1. Os EUA delegaram a responsabilidade por ambos os grupos ao governo iraquiano, e logo surgiu o ISIS

Em 2008, o presidente Bush deu ao governo iraquiano o controle sobre todos os prisioneiros feitos na guerra, incluindo aqueles no Campo Bucca. Assim, os iraquianos libertaram Abu Bakr Al-Baghdadi em 2010, sob a suposição de que ele tinha tirado todo o terrorismo de seu sistema. Ele se tornou o líder do ISIS no mesmo ano.

Nem mesmo respirar é seguro no Iraque
Usar os Filhos do Iraque como um esquadrão da morte funcionou muito bem só para os EUA, visto que causou uma queda acentuada na violência contra seus soldados. Terminado esse propósito, em 2008, o governo americano quis se livrar deles, passando-os ao controle dos iraquianos.

Em 2011, o país caiu nas mãos do primeiro-ministro Nouri Maliki, um muçulmano xiita. Ele imediatamente mandou prender seu vice em comando, que era sunita. Em seguida, parou de pagar os Filhos do Iraque de maioria sunita.

Sem emprego, muitos deles se juntaram ISIS por, novamente, dinheiro. A maioria dos Filhos do Iraque foi na verdade assassinada pelo grupo ao invés de se tornar um aliado dele, mas o que realmente importa era que o maior obstáculo do Estado Islâmico tinha ido embora. O exército iraquiano continuou tão ineficaz quanto sempre foi, de forma que o ISIS agora controla mais de metade do país.

Conclusão: os EUA cutucaram ali, cutucaram ali, e só fizeram o cocô feder mais. Espera-se que eles aprendam a lição um dia, mas isso não deve acontecer tão cedo. Como uma última curiosidade divertida, o financiamento dos Filhos do Iraque custou aos Estados Unidos cerca de US$ 200 milhões por ano. O Pentágono estima que vai custar US$ 22 bilhões por ano para continuar lutando contra o ISIS. [Cracked, BBC]

Autor: Natasha Romanzoti tem 25 anos, é jornalista, apaixonada por esportes, livros de suspense, séries de todos os tipos e doces de todos os gostos

Oriente Mídia

Dragão levanta-se: China poderá minar domínio global dos EUA?


A respeitada revista norte-americana The National Interest publicou a analise-previsão da imagem do exército chinês na década que vem e argumentou que a China não apresentará uma ameaça aos EUA. Mas será que a revista contou só a parte da história?

A revista The National Interest que trata dos assuntos internacionais comparou o exército da China em dez anos e o dos EUA, começando com a experiência de combate do Exército de Libertação Popular (ESP), da sua Força Aérea (PLAAF) e Marinha (PLAN). A publicação escreveu:

“Uma área em que a China fica dramaticamente atrás dos Estados Unidos é a experiência operacional”.

Toda a série de guerras contra terrorismo provou positivas para os EUA, porque, segundo The National Interest, eles "deram às suas forças armadas a experiência enorme na execução da força militar dia-a-dia", enquanto forças armadas chinesas "carecem da experiência prática".

A publicação norte-americana escreveu: “Na cada guerra as forças armadas dos EUA aproximam mais, desenvolvendo os procedimentos de comunicações técnicas que eles precisam, a fim de atuar como uma equipe eficaz. Na cada paz as forças armadas dos EUA crescem muito distantes, cada um prossegue metas internas, provincianos a custa de treinamento conjunto, fornecimento e planejamento”.
Os conflitos militares nas quais os EUA são envolvidos também contribuíram muito neste aspecto.

Enquanto isso, a revista sublinha que até agora não há indicação que “as forças terrestres da PLA, da Segunda Artilharia, PLAAF e PLAN participaram no trabalho necessário para fazê-los funcionar como um todo coerente”.

Mais uma coisa que difere o exército da China muito do dos EUA, segundo o analise, é a ausência quase completa dos aliados.
A publicação concluiu: “Quase certamente a década que vêm não trará o desenvolvimento ao sistema dos aliados da China; e a aliança contrária (contra a China) é muito mais provável”.

Sputniknews


‘EEUU destinó $2000 millones para desestabilizar América Latina’


Opositores venezolanos lanzan cócteles molotov contra las fuerzas de seguridad durante una protesta antigubernamental en Caracas (capital).

Estados Unidos ha destinado 2 mil millones de dólares para desestabilizar los países de América Latina, denunció el viernes la asambleísta ecuatoriana María Augusta Calle.

"El Congreso de los Estados Unidos aprobó un presupuesto de dos mil millones de dólares para 'fortalecer la democracia' en Venezuela, Ecuador y Cuba. En esa propuesta, que se presentó para su aprobación por el Congreso, aparecía que tenían que dar resultados concretos en 180 días", advirtió Calle.

Durante una entrevista concedida a la Radio del Sur, la legisladora denunció que los actuales disturbios desatados por la oposición en Ecuador son el fruto de esta financiación estadounidense.

“Creo que están trabajando muy rápidamente para ver si al menos aquí en Ecuador logran romper el orden democrático”, agregó.

Por otra parte, Calle señaló que la oposición ecuatoriana, siguiendo las órdenes de Estados Unidos, está aplicando las mismas estrategias violentas que utilizó la derecha venezolana para generar desestabilidad en el país bolivariano en el año 2014.

Durante los últimos años, las autoridades ecuatorianas han advertido en reiteradas ocasiones sobre los esfuerzos que realiza Estados Unidos para desestabilizar la democracia en ese país latinoamericano.

El pasado 5 de junio, el Gobierno de Ecuador presentó un proyecto de ley a la Asamblea Nacional, denominado Redistribución de la Riqueza, con la finalidad de establecer nuevos impuestos a las herencias y a la plusvalía, iniciativa que ayuda a combatir los niveles de pobreza extrema.

Desde esa fecha, Ecuador es escenario de diversas marchas tanto a favor como en contra de la iniciativa legal.

Entretanto, la oposición del país ha tratado de convertir las marchas pacíficas contra este proyecto de ley en violentas protestas antigubernamentales, acción que, según el presidente Rafael Correa, busca dar lugar un golpe de Estado blando en el país.

rba/ybm/msf - HispanTv

El Ejército yemení ataca varios puestos militares saudíes


Ejército yemení lanza misiles contra blancos militares saudíes en la frontera que comparten las dos Estados

El Ejército yemení, con el apoyo de los combatientes del movimiento popular Ansarolá, atacó varios puestos militares saudíes en las fronteras que comparten ambos Estados.

"Las fuerzas yemeníes lanzaron el viernes 13 misiles contra el puesto de Al-Jube, en la provincia de Jizan, y además de dejar varios soldados saudíes muertos, provocaron daños materiales en la instalación y la huida de los militares", informó la agencia local Lahjnews, citando fuentes militares yemeníes.

Las fuerzas yemeníes lanzaron el viernes 13 misiles contra el puesto de Al-Jube, en la provincia de Jizan, y además de dejar varios soldados saudíes muertos, provocaron daños materiales en la instalación y la huida de los militares", informó Lahjnews.
Asimismo lanzaron misiles tipo Al-Naym al-Saqeb contra las posiciones militares saudíes de Al-Mafjara, Al-Joyara y Al-Mazjara en la misma provincia, bombardeos que generaron un espeso humo en los centros militares.

También atacaron el centro de Al-Sharafa, en la provincia de Al-Najran, y tras la fuga de los soldados saudíes, lograron colocar la bandera yemení en la instalación militar.

Por último, la fuente consultada añadió que las fuerzas conjuntas yemeníes lanzaron una serie de ataques con cohetes contra el aeropuerto de Al-Najran, aunque no dio constancia de daños materiales ni víctimas mortales.

Estos actos se produjeron después de que un informe elaborado por la agencia de Inteligencia de EE.UU. y publicado por la agencia de noticias Middle East Panorama reveló que, en represalia por los incesantes ataques saudíes contra Yemen, el Ejército yemení y el de voluntarios combatientes han logrado abatir a más de 2000 soldados saudíes y destruir al menos 500 tanques y 98 puestos militares.

El pasado miércoles, el Ejército lanzó un misil Scud contra la base de Al-Sulayyil, en la provincia de Riad, y destruyó 25 cazas saudíes, además de provocar la muerte de un gran número de soldados y oficiales.

Las fuerzas yemeníes perpetran sus ataques en respuesta a la agresión, que según la Organización de las Naciones Unidas (ONU), ha provocado la muerte de al menos 2800 personas, además de 13 mil heridos.

La ONU indica que más del 80 por ciento de los yemeníes necesita, con carácter urgente, asistencia humanitaria por los ataques que han destruido buena parte de las infraestructuras de su país.

mkh/ybm/msf - HispanTv

Tsipras sacude el ambiente político y económico europeo


El primer ministro griego, Alexis Tsipras, y la canciller alemana, Angela Merkel.

La decisión del Gobierno griego de convocar a un referéndum, que permita a su sociedad decidir si se doblega o no a los dictados de la Troika europea, sacudió el ambiente político y económico de la Unión Europea (UE).

La Unión Europea (UE) ha acostumbrado hasta hoy a someterse sin reclamos a lo que el Gobierno alemán define como líneas políticas y económicas a seguir por la Europa de los 28.

Syriza ha puesto en el tapete dos conceptos que suelen olvidarse en las relaciones internacionales: Soberanía y Dignidad y sea cual sea el resultado del ejercicio democrático convocado para este domingo 5 de julio resulta positivo constar que algunas organizaciones políticas y algunos políticos son capaces de cumplir, a pesar de presiones, chantajes y amenazas sus promesas electorales.

Los índices bursátiles europeos, ante el anuncio del referéndum, estuvieron a la baja en promedios que rondaron los 4 puntos. Pero, más importante que puntos menos o más de bolsas de comercio, que responden más a procesos especulativos, que a necesidades de nuestras sociedades, la decisión del gobierno griego se enmarca en la línea de los valores y la dignidad frente a la ambición de los poderosos de Europa. Conceptos que para el pragmatismo cínico suelen tener escasa relevancia.

SOBERANÍA CONTRA INDIGNIDAD

El Primer Ministro griego Alexis Tsipras mostró el camino a muchos políticos europeos, que se han puesto de rodillas frente a Alemania y su poderío económico. Para el sociólogo teutón Ulrich Beck el actual estado de la UE significa constatar que la principal potencia económica del Viejo Continente está en condiciones de dictar los términos y exigencias que deben cumplir las naciones más afectadas por una crisis económica que no levanta cabeza, hasta el punto que la supuesta autonomía democrática de los poderes del Estado de países como Grecia, Italia, España, Portugal e incluso la propia Alemania se encuentran en un claro debilitamiento. Esto, pues el verdadero dominio tras esas fachadas de poder nacional se expresan claramente en la denominada Troika: Banco Central Europeo, la Comisión Europea y el Fondo Monetario Internacional.

Tsipras, en una alocución histórica convocó a un referéndum para decidir si se firma un acuerdo con la Troika. Esto, tras las fracasadas negociaciones entre Atenas y sus acreedores, que decidió al gobierno a suspender las operaciones bancarias hasta el 6 de julio e implementar un referéndum, que permita a la sociedad griega definir los pasos a seguir en materias donde su soberanía política y económica está en juego. Grecia adeuda, principalmente a bancos Alemanes y francesas, la friolera de 360 mil millones de euros en un plan de rescate, que al actual ritmo se prolongará hasta el año 2054. La posible cesación de pagos, tras la decisión de no pagar una cuota de 1.500 millones de euros que vencía el pasado 30 de junio, ha llevado a plantear la posible salida del país helénico de la zona euro, en lo que sería la primera oportunidad que un miembro del otrora exclusivo club europeo tendría que abandonar esta organización política y económica regional.

El discurso de Tsipras dio cuenta que en los últimos 6 meses su gobierno ha estado luchando en difíciles condiciones donde los grandes poderes de Europa han querido asfixiar a Grecia “Compatriotas míos, sostuvo Tsipras… El mandato que nos disteis tenía como fin lograr un acuerdo que respetase la democracia, los valores europeos y que acabase definitivamente con esta crisis económica. Durante este periodo de negociaciones nos pidieron adoptar medidas de gobiernos anteriores, gobiernos que habían sido condenados en las elecciones. Nunca, ni por un momento, contemplamos rendirnos. Eso hubiese sido traicionar vuestra confianza. Tras cinco meses de negociaciones, nuestros socios europeos nos presentaron un ultimátum. Un ultimátum que contraviene los principios y valores de Europa”.

El ultimátum al que se refiere Tsipras son una serie de medidas provenientes, no sólo de la Troika, sino también de organismos como el Banco Mundial y el Club de Paris - foro informal de acreedores oficiales y países deudores – y que significan pobreza y más sometimiento de los países del Tercer Mundo o aquellos que cuentan con una deuda externa tan voluminosa como injusta. Las medidas que esos grupos de poder imponen a los países incluyen: la desregulación del mercado laboral, recortes en las pensiones, recortes en salarios públicos, incremento del IVA en alimentos. Disminución del Estado y la privatización de las pocas empresas que aún son parte del patrimonio de los Estados.

El Primer Ministro griego sostuvo en su discurso que “las propuestas que nos desean imponer, violan las reglas europeas y los derechos fundamentales del trabajo, la igualdad y la dignidad. El objetivo de algunos de nuestros socios no era más que la humillación de todo el pueblo griego… Tenemos una responsabilidad histórica para dignificar la democracia y nuestra soberanía. Es una responsabilidad con el futuro de nuestro país. Y esta responsabilidad nos lleva a responder al ultimátum según la voluntad del pueblo griego. Hace unos instantes he convocado a mi gobierno y he propuesto que el pueblo griego elija en ejercicio de su soberanía. Mi propuesta ha sido aceptada unánimemente”.

Ese beneplácito implica la aprobación por parte del Parlamento griego de la celebración de un referéndum el domingo 5 de julio donde se preguntará a los ciudadanos, si se acepta o se rechazan las medidas propuestas por la Troika. Tsipras, con esta decisión, hizo temblar las bolsas europeas y obligó a la Canciller Alemana Angela Merkel a sostener que se deberá esperar el resultado del referéndum antes de hablar con Syriza y negociar ya sea la continuación del rescate, la adopción de medidas menos leoninas o simplemente forzar la salida de Grecia de la Eurozona e incluso de la UE.

Tsipras señaló con convicción ante las amenazas provenientes de Berlín y sus corifeos “ante esta austeridad descarnada y autocrática debemos responder con democracia, compostura y decisión. Grecia, la cuna de la democracia, debe enviar un mensaje fuerte y democrático a Europa y a la comunidad internacional… En estas horas cruciales, debemos recordar que Europa es la casa común de sus gentes. En Europa no hay dueños ni esclavos. Grecia es una parte indispensable de Europa y Europa una parte indispensable de Grecia. Pero Grecia sin democracia es una Europa sin dignidad ni dirección. Os llamo a tomar una decisión a la altura de nuestra digna de nosotros. Por nosotros, por las generaciones futuras, por la historia de Grecia. Por la soberanía y la dignidad de nuestro pueblo”

Las palabras del premier griego, tras las crisis en Portugal, Italia, España y lógicamente el país que nos preocupa en este trabajo, Grecia han dejado al desnudo que el verdadero poder político y económico en el viejo continente es manejado por la Troika, develando que parlamentos, ejecutivos y la política europea en general baila al compas de Berlín y su brazo armado llamado Troika, que expresa un claro poder supraestatal, secundado sin reparos , tal como en su momento lo hizo Nicolás Sarkozy, por un gobierno francés presidido hoy por un timorato, debilitado François Hollande que de socialista sólo le queda la denominación.

GOLPES BLANCOS

El poder de Berlín en la política europea se consolidó con claridad y sin competencia alguna a partir del año 2014 al dar el “golpe blanco” a Grecia cuando las críticas y presiones contra el país helénico obligaron a dimitir al ex Primer Ministro Yorgos Papandreu, tras el anuncio de éste de llamar a un referéndum para definir la aprobación de las medidas de ajuste impuestas al país balcánico, como condición para aprobar el paquete de ayuda financiera. Misma idea que Tsipras ha impuesto ahora en su país pero en condiciones de apoyo político y social muy distintas a un régimen griego que venía en franca caída.

Fuera Papandreu se formó un gobierno de “unidad nacional” presidido por Lucas Papademos – ex vicepresidente del Banco Central Europeo - con el PASOK y la oposición liderada por Antonis Samaras como soportes políticos. Una crisis del establishment político, una crisis de confianza en las instituciones griegas que abrieron paso a un gobierno, el de Syriza que tras su triunfo en enero del año 2015 llamó a un nuevo trato, a una nueva forma de encarar las relaciones en una Unión Europea, que de la boca para afuera habla de unidad, relaciones horizontales pero que suele dar golpes de mando con la fuerza del motor alemán, cuando algún miembro del rebaño expresa signos de rebeldía

Alemania está dictando las nuevas pautas “democráticas” europeas, surgidas al alero del temor que despierta en los países más ricos – que es hablar más bien de sus grupos de poder financiero e industrial – el desarrollo de una crisis masiva en la Eurozona a través de un hipotético “contagio de los países PIGS” – denominación peyorativa para referirse a Portugal, Irlanda, Grecia y España – cuyas economías han sido permanente estabilizadas y sometidas al arbitrio de la Troika con medidas que esconde este circuito vicioso de seguir apuntalando un sistema económico esencialmente injusto, donde no se ayuda a los pueblos sino que a los poderes económicos y financieros, expresados en una banca corrupta y voraz. En general en Europa se ha concretado aquella máxima que a la hora de las ganancias estas son privadas pero a la hora de las pérdidas estas son sociales.

Los golpes blancos que se dieron el año 2014, tanto en Grecia como en Italia impusieron nuevas pautas políticas en Europa. Con Papademos y Monti, en su oportunidad, dos neoliberales “atlantistas” subordinados al capital financiero internacional se hegemonizó el panorama político europeo. Con un par de golpes blancos cambiaron dos gobiernos sin tener que realizar ninguna “amenazante” consulta popular. Hoy, en Grecia, tal conducta no ha podido ser realizada por lo que resulta a todas luces urgente, para los poderes fácticos europeos demonizar la figura de Tsipras o de todo aquel que hable de democratizar las instituciones europeas, como PODEMOS en España, de tal forma de no permitir la irrupción de ejemplos que puedan poner en entredicho el poderío alemán y la política de sometimientos de los gobiernos de la UE al eje Berlín-París.

El análisis general de la crisis que afecta a Europa ha centrado su foco en lo económico olvidando que a la par de este problema se suma una crisis política e institucional de envergadura, que requiere soluciones estructurales pero donde el elemento “derechos sociales” debe estar necesariamente resguardado. Si esto no es así tendremos a la construcción europea en un trance de difícil salida, sobre todo para los países más débiles de la Eurozona y más aún de aquellos provenientes, principalmente, del ex campo socialista.

Para el eurodiputado catalán Raimon Obiols “la crisis política en Europa deriva, en buena medida, de una crisis institucional cuyo origen se remonta a la parálisis que se produjo tras los resultados negativos a la constitución europea en Francia y los Países Bajos. Desde entonces hemos ido dando vueltas sin movernos de lugar. La respuesta política de Europa a la crisis económica es insuficiente y descoordinada con consecuencias nefastas para la sociedad que mayoritariamente sufre los efectos de políticas surgidas en los pasillos de Bruselas, Berlín, Paris, ajenos a los intereses de las grandes mayorías y más cercanos a los intereses de la gran banca europea, capaz de derribar gobiernos en lo que se cree son las democracias más antiguas del mundo”.

El análisis puramente económico de los procesos tiende a desvirtuar la búsqueda de soluciones cuando se presentan los problemas. Por ello se piensa, sin mucha profundidad, que la crisis financiera podría amenazar la viabilidad de la propia UE. Recuerdo en ello las palabras del Eurodiputado portugués Rui Tavare cuando su país vivía graves zozobras económicas y se hablaba incluso de un cesación de pagos “la Unión Europea vive una crisis económica y social, repercusión de la financiera, donde Europa y su construcción no es aún una democracia, sino que más bien un club de democracias y como ocurre en todo club quienes llegan a mandar son dos o tres de los socios más influyentes. No tenemos como UE instancias de legitimidad democrática, el Presidente de la Comisión Europea - brazo ejecutivo del bloque de 27 países – no es elegido sino que nombrado por el Consejo Europeo , que es la expresión de los gobiernos, no de las sociedades europeas. Y a esto hay que sumar el enorme poder que posee Alemania. No existe ninguna propuesta, por buena que sea que pueda ser considerada si Alemania la veta. Y, no hay ninguna idea, por pésima que sea, que pueda ser vetada si Alemania insiste en ella. Esto no es precisamente una democracia”.

En una interesantísima conferencia dada en Italia por el filósofo francés Etienne Balibar, este convencido europeísta sostiene que el peligro político que vive Europa a raíz de la crisis financiera y económica de gran parte de sus miembros “genera corrientes de análisis político e intelectual que quiere cerrar el discurso europeo para volver a una soberanía nacional, que consideran la trinchera indispensable para hacer frente al poder de las finanzas” Sin embargo, Balibar cree, al contrario de esa tendencia de análisis que “lo que está ocurriendo en Europa se puede considerar como la formación de un nuevo modelo de gobernanza política. Es decir, estamos asistiendo a la reactivación del proceso de unificación política después de la pausa sucesiva al referéndum francés, neerlandés e irlandés, que pusieron en evidencia el difuso rechazo al proceso iniciado por los tecnócratas en Bruselas. Resurgimiento que se produce, sin embargo, bajo la bandera de un neoliberalismo, que a pesar de su crisis, todavía es capaz de ejercer la hegemonía en el continente”.

Desde la trinchera que se lance el análisis, ya sea europtimistas o euroescépticos, lo claro es que se constata la crisis, definiéndola no sólo como económica, sino que principalmente política. El análisis fino de lo que está corriendo en Europa demuestra que es necesario construir para las sociedades y no para las elites. El sueño de una Europa de los pueblos, pensado por los padres fundadores en Roma, puede ser una realidad si Europa y su Troika dejan de estar obsesionados por las herramientas aún imperfectas de las que se han dotado – como sostuvo hace más de una década Claude Julien –. Sólo así podrán construir su proyecto y enmendar el rumbo muchas veces incierto.

La crisis política en Europa y en específico en Grecia se expresa en que ella ha dejado de soñar y se debate entre estadísticas, porcentajes, ecuaciones y gráficos, todo ello acompañado de “reducir el déficit público” “rigor fiscal” “ajustes estructurales” “bajar la inflación” “reducción de los tipos de interés”. Más política y menos economía, más construcción y menos especulación, más diálogo y menos imposición. Más democracia y menos golpes blancos. Más pueblos y menos elites se escucha desde los Balcanes hasta el Mar del Norte.

Y en ese llamado, el gobierno de un país pequeño como Grecia, Syriza liderado por Alexis Tsipras ha mostrado un camino: el de consultar a su población si desea seguir soportando los dictados de una Troika manejada principalmente desde Berlín, que impone medidas de austeridad pasando por encima de los derechos de los pueblos para satisfacer la ambición de banqueros, financistas, políticos y militares aliancistas más dedicados a fortalecer la Europa de la minoría en desmedro de jubilados, estudiantes, trabajadores e inmigrantes.

Una Europa, que alertamos, desde esta tribuna, siguiendo en ello los temores de Ulrich Beck “Una Europa que se ha hecho alemana, que como potencia económica ha ido a parar a la posición de potencia política europea que toma las decisiones. Una democracia que toma decisiones sobre el destino de otras democracias, con medidas que socavan la autodeterminación del pueblo griego. En qué mundo vivimos, sostiene Beck “en qué crisis para que semejante tutela de una democracia por parte de otra no provoque ningún escándalo. En apenas setenta años, la Alemania moral y materialmente hundida tras la Segunda Guerra Mundial y el Holocausto ha ascendido del puesto de débil aprendiza a la de maestra de Europa”.

Tsipras ha insistido que el llamado al referéndum no es un llamado a negar a Europa, no es sobre si Grecia permanece o no en la zona euro “nunca habría esperado que una Europa democrática negara tiempo y espacio a una decisión democrática. Esto no es una ruptura con el euro, sino un retorno a la Europa de los principios", añadió el Premier griego alertando sobre el manejo comunicacional de aquellos que quieren ver a Grecia fuera de la Europa del despojo o al menos sometida a los dictados de la Troika y no con esas “ínfulas” de rebeldía que pueden ser un pésimo ejemplo para aquellos que hablan de soberanía y dignidad en una Europa cada día más alemana.

HispanTv

Al menos 25 terroristas mueren en explosión en una mezquita siria


Al menos 25 miembros de la organización terrorista Frente al Nusra, asociada con Al Qaeda, han muerto en una explosión en una mezquita situada en la provincia siria de Idlib, informa Reuters citando a un grupo de supervisión.

La explosión, ocurrida en la ciudad de Ariha, en el noroeste del país, ocurrió cuando los miembros del Frente al Nusra se reunieron en la mezquita para el 'iftar', la comida nocturna con la que se rompe el ayuno diario del Ramadán.

Ningún grupo se ha responsabilizado del ataque, aunque los partidarios del Frente al Nusra culparon a los militantes ultra radicales del Estado Islámico, que estuvieron luchando contra el grupo en varios frentes en Siria.

Actualidad RT

Ejército del Califato: La secreta unidad de élite en la poderosa estructura militar del EI


Pasado un año tras la autoproclamación de su propio califato, el Estado Islámico funciona actualmente como un gobierno, una institución judicial y una autoridad religiosa. Pero lo que ha hecho a los terroristas tan fuertes es su fuerza militar que cuenta con su propia jerarquía: desde soldados locales hasta una unidad militar de élite.

Los combatientes locales desempeñan un papel importante para mantener el control del Estado Islámico dentro de los territorios de Siria e Irak, mientras que el creciente número de simpatizantes extranjeros le permite a la organización terrorista expandirse hacia nuevas zonas, revela International Business Times. En varios países de Oriente Medio y el Norte de África existen zonas controladas por grupos leales al EI pero que actúan de manera autónoma.

Sin embargo, dentro de la estructura militar del Estado Islámico existe un grupo de élite, el Ejército del Califato, subordinado directamente a los líderes de la organización terrorista, cuyo único objetivo es exportar las ideas del yihadismo y defenderlas en cualquier lugar donde se vean amenazadas. De hecho, recientemente el grupo fue enviado a la ciudad siria de Raqqa, capital de facto del Estado Islámico, para reforzar la localidad en caso de un posible combate con las fuerzas kurdas y los combatientes sirios.

Es la unidad militar más fuerte de los terroristas que se despliega para los combates más importantes del EI y no está vinculada con algún territorio en particular, como los grupos locales leales a los yihadistas. Está compuesta por unos 4.000 milicianos seleccionados por su experiencia en combate. Según la activista que lucha contra los yihadistas en Raqqa, Abu Mohammed, está formada casi por completo por extranjeros.

Un supuesto miembro del Estado Islámico describe al Ejército del Califato como un "grupo de personas cuya prioridad es la lucha hasta la muerte". Cada hombre que quiera formar parte de la unidad, debe pasar por una formación que empieza con lecciones de la sharia, para realizar posteriormente entrenamiento militar con el uso de armas de fuego. Lo preocupante es que cada vez son más los que desean unirse a esta unidad bajo la propaganda del grupo yihadista.

Actualidad RT

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Visita de Dilma a Washington pode ter mudado posição do Brasil em relação à Síria


Em votação ocorrida ontem no Conselho de Direitos Humanos da ONU, o Brasil mudou seu voto e apoiou uma resolução das Nações Unidas de condenação tanto ao Governo de Bashar al-Assad quanto a outros grupos que atuam no conflito da Síria.

O voto brasileiro surpreendeu, por ter significado uma mudança na posição da diplomacia do país, que em março deste ano se absteve em relação a uma resolução da ONU sobre o mesmo assunto, para condenar Al-Assad. O Professor Jonuel Gonçalves comentou o episódio para a Sputnik: “Tenho a impressão de que o Brasil está mudando sua política exterior. A aproximação com Washington está tendo efeitos muito imediatos”.

A resolução aprovada ontem – 29 votos favoráveis, 12 contra e 6 abstenções –, segundo seu texto, “condenou energicamente as violações generalizadas e sistemáticas de direitos humanos cometidas pelas autoridades sírias e milícias pró-governamentais”.

Apesar do voto favorável, a diplomata Regina Dunlop, embaixadora do Brasil na Organização das Nações Unidas, ressaltou que o texto final da resolução não atende a alguns dos seus propósitos, já que não alerta para a violência cometida pelos grupos de oposição na Síria. “Não podemos passar a impressão de que existem atrocidades piores do que outras”, disse ela.

Contra a resolução, apresentada, entre outros países ocidentais, pelo Reino Unido, votaram Rússia, China, Venezuela, Cuba e mais 8 nações. “Os autores da proposta estão com posições políticas”, disse o representante russo. “Comparar Assad com o Estado Islâmico é hipocrisia, porque Assad está lutando contra o Estado Islâmico, que é a maior ameaça para a humanidade agora”.

Alguns analistas internacionais observam que a mudança de sinalização no voto do Brasil com relação à questão da Síria coincide com a conclusão da visita da Presidenta Dilma Rousseff aos Estados Unidos. Teria a diplomacia brasileira alterado seu ponto de vista sob influência das conversações com Barack Obama em Washington?

O Professor Jonuel Gonçalves, especialista em políticas do Oriente Médio, comenta: “Se há influência direta dos Estados Unidos, não podemos dizer, mas que essa aproximação com os EUA leva a outras mudanças de posição do Brasil, é muito provável. É claro que precisamos de mais tempo e de mais indicadores para fazer essa afirmação de forma segura. mas já na reunião da Cúpula das Américas, no Panamá, o Brasil teve uma posição muito moderada em relação aos EUA, não participou das críticas que foram lançadas pelo Equador e pela Argentina. Depois, foi a forma como se passou a visita da Presidenta Dilma Rousseff a Washington, também com uma grande troca de amabilidades em relação a Barack Obama, que logicamente aproveitou. E agora o Brasil se aproxima da posição ocidental no sentido de considerar que o Governo sírio e as milícias que dependem dele são os principais responsáveis pelas violações de direitos humanos na Síria”.

Sobre o teor da resolução que teve o apoio do Brasil, o Professor Jonuel Gonçalves diz que “é lógico que sabemos agora que diversas milícias de oposição também fazem violações brutais dos direitos humanos. Digamos que a observação russa tem sentido nessa matéria. Os russos dizem que também deveria haver uma condenação do próprio Estado Islâmico. Os ocidentais argumentam que o EI está mesmo combatendo no norte da Síria e no Iraque. Fica uma situação diplomática que não está muito esclarecida. A abstenção do Brasil em março parecia um contrassenso. Um país democrático não pode se abster quando as violações de direitos humanos vão ao nível sangrento em que estava na Síria”.

Sputniknews

Stathis Kouvelakis: “Europa declarou guerra à Grécia”


Entrevista a Sarah Halifa-Legrand, para Le Nouvel Observateur - Tradução: Vila Vudu

Stathis Kouvelakis, é do Comitê Central do Syriza e professor de Filosofia Política no King’s College, Londres. Para ele, a crise grega marca o fim da ilusão de que exista uma Europa democrática. “Não há dúvidas de que convocar o referendum foi ato político de extrema coragem. E coragem política é coisa de que já ninguém sabe o que seja, do modo como a política está desprestigiada em toda a Europa. Decisões políticas importantes são sempre e necessariamente arriscadas”.

Por que o primeiro ministro grego A. Tsipras convocou afinal um referendum?

Mesmo depois de Tsipras ter assinado o mais recente bloco de propostas gregas, as instituições europeias continuaram determinadas a submetê-lo a verdadeiro exercício de humilhação, querendo sempre mais, além do que ele poderia manobrar politicamente: já estava claro que o partido, a maioria parlamentar e porção cada dia maior da sociedade não estavam dispostos a aceitar mais concessões.

Como chegamos a esse ponto, depois de cinco meses de negociações?

Não houve negociações. O termo é inadequado para descrever o que houve. As instituições europeias mantiveram a mesma linha desde o primeiro dia, a saber: impor um plano de arrocho ao novo governo grego, forçá-lo a permanecer num quadro idêntico ao dos antecessores e assim mostrar que nenhuma eleição na Europa terá efeito algum sobre as políticas a serem implementadas, a fortiori mesmo que o partido eleito tenha posição de esquerda radical antiarrocho. O que se está chamando de negociações não passou de uma armadilha mortal – armadilha que se fechou sobre Tsipras. O erro dele foi não ter compreendido isso logo no primeiro momento. O ministro pensou que, se levasse as discussões adiante o mais longe possível, os europeus acabariam por ceder, em vez de correrem o risco de uma ruptura. Mas os europeus não cederam coisa alguma, e Tsipras concedeu muito ao longo desses últimos cinco meses: fez concessões enormes, a opinião pública habituou-se à ideia de algum acordo seria possível. E os cofres públicos estão vazios.

Tsipras não terá errado também ao pensar que poderia obter menos arrocho, ao mesmo tempo em que permanecia na Eurozona?

O meu grupo dentro do Syriza sempre entendeu, desde o primeiro dia, que tentar reconciliar a rejeição ao arrocho que os europeus vinham impor e permanecer no euro é uma contradição. E com o BCE decidindo cortar todas as linhas de financiamento dos bancos gregos em fevereiro, vimos que realmente nunca seria possível. A arma da moeda serviu para pressionar o governo grego, para forçá-lo a renunciar à sua política antiarrocho. O mais recente episódio dessa chantagem foi o Eurogrupo forçar Tsipras a fechar os bancos durante toda a semana, porque se recusaram a prorrogar o atual programa.

O objetivo é claramente político: fazer os gregos reféns dos banqueiros e criar uma situação de pânico, especialmente entre as classes médias e os ricos. Estão tentando forçar o governo a não manter o referendum, ou, não sendo isso possível, querem ditar as condições sob as quais o referendum acontece e ajudar o campo do “Sim”. A Europa declarou guerra à Grécia.

A sociedade grega parece muito dividida...

É, as duas tendências agora estão em confronto. O campo do “não” é constituído de toda uma parte da população que já está muito gravemente afetada pelo arrocho, e que percebe nas novas condições que a Troika quer impor uma tentativa para humilhar a Grécia. Mas o campo do “sim”, fortalecido pelo medo de os bancos fecharem, também está reunindo forças. Não há dúvidas de que convocar o referendum foi ato político de extrema coragem. E coragem política é coisa de que já ninguém sabe o que seja, do modo como a política está desprestigiada em toda a Europa. Decisões políticas importantes são sempre e necessariamente arriscadas.

Quais os cenários possíveis depois do referendum?

Uma vitória do “sim” seria grave derrota para Tsipras, e com certeza o forçará a convocar novas eleições. Por outro lado, uma vitória do “não” só reforçará sua determinação na disputa com as instituições europeias, e lhe dará mandato diferente do que recebeu nas eleições gerais de 25 de janeiro. Agora se tratará de romper com as políticas de arrocho, sejam quais forem as consequências – inclusive se isso implicar deixar a Eurozona.

Quando Tsipras anunciou que seria realizado o referendum, foi o primeiro discurso em que a palavra “euro” não apareceu. Não é coisa que aconteça por acaso.

Tudo isso é o atestado de óbito da Europa?

O modo como a crise grega desenrolou-se marca o fim de uma certa ideia, ou, melhor dizendo, de uma certa ilusão de Europa. Todos podem ver o caráter antidemocrático da União Europeia, que só respeita a lei do mais forte e o neoliberalismo do mais forte, e desdenha todo e qualquer tipo de controle democrático. Todos puderam ver que, embora o Syriza só buscasse ruptura parcial, moderada, pragmática, contra as políticas de arrocho, sem desafiar os fundamentos do quadro europeu, mesmo assim o confronto foi ultraviolento. Simplesmente porque esse governo democraticamente eleito não aceitou capitular ante os diktats neoliberais.

Mesmo que a União Europeia consiga derrotar a resistência grega, em todos os casos, me parece, pagará preço muito pesado pela vitória, nos termos em que terá sido obtida.

A Grécia é só o ponto mais avançado da crise europeia: o projeto da União Europeia tem a cada dia menos apoio na opinião pública do continente.