quarta-feira, 23 de agosto de 2017

BRESSER: TEMER ENTREGA ELETROBRAS PARA FUGIR DE CRIME


Por Luis Carlos Bresser-Pereira, em seu Facebook - Brasil à venda

Os jornais informam hoje que também a Eletrobrás será privatizada. Mas não se imagine que esteja fazendo isso porque a “administração privada é mais eficiente”. Isto é tolice. Não faz sentido econômico vender empresas monopolistas lucrativas como a Eletrobrás, porque a instituição que regula a eficiência das empresas privadas – um mercado competitivo – não existe nesse caso.

Por que, então, está o governo vender o patrimônio público? Não é apenas por motivos ideológicos, porque para se legitimar perante as elites brasileiras liberais e dependentes esse governo se dispõe servilmente a privatizar tudo. Há duas outras causas de o Estado e o Brasil (este incluindo o setor privado) estarem vendendo o patrimônio nacional.

O motivo que provavelmente desencadeou essa decisão foi o fato que a Constituição, no seu artigo 167, define como “crime fiscal” o governo incorrer em deficit público superior à despesa de capital, ou seja, ao investimento público. Com esse dispositivo o constituinte sabiamente buscou impedir que o governo aumentasse de forma irresponsável a despesa corrente. Resultou, também, do dispositivo constitucional a proibição que os governos em geral reduzam a sua receita irresponsavelmente. Ora, é isto que governo que está aí e o imediatamente anterior vem fazendo a partir de janeiro de 2015 através da adoção de uma política ortodoxa de corte da despesa pública (principalmente do investimento público) e uma política de frouxidão em relação à apreciação cambial, as quais que agravaram e tornaram mais longa a crise econômica iniciada em 2014. Mas o constituinte não previu que o governo encontrasse uma saída para o problema: vender o estoque de capital do Estado, as empresas públicas.

Esse é o motivo mais direto da decisão de vender a Eletrobrás. Há um motivo mais profundo que não se origina apenas neste governo, mas em todos os governos brasileiros desde há muito tempo: são os deficits público e os deficits em conta-corrente altos e crônicos em que incorrem com a legitimação ou o beneplácito dos “seus” respectivos economistas que implicam em aumento da dívida pública e da dívida privada, e são pagos com venda de patrimônio.

Para os economistas ortodoxos, deficits em conta-corrente são uma boa coisa porque representam “poupança externa” que aumentaria investimento; para os desenvolvimentistas populistas ou keynesianos vulgares os deficits públicos são igualmente uma boa coisa porque implicam “aumento da demanda” que faria crescer o investimento. Na verdade, bons economistas sabem que deficits públicos altos e crônicos são mero populismo fiscal, e, desde 2001, eu tenho demonstrado deficits em conta-corrente são geralmente mero populismo cambial: eles aumentam muito mais o consumo do que o investimento.

Há, porém, uma outra consequência que eu não tenho salientado, mas que me ocorreu diante desta venda geral do Brasil – esta venda que não se limita às empresas e outros ativos públicos; mas inclui também as empresas nacionais incessantemente vendidas a empresas multinacionais. Deficit público e deficit em conta-corrente representam endividamento adicional. Como pagar a dívida? Seria com as receitas extras que resultariam do aumento da taxa de investimento. Mas como já vimos que isso não acontece geralmente não acontece, a “solução” é vender o patrimônio nacional, tanto público quanto privado. É o país empobrecer, em termos absolutos, como está acontecendo nos últimos três anos; é ficar cada vez mais para trás, como está acontecendo há quase quarenta anos, desde que o Brasil parou de fazer o alcançamento.

Pyongyang aumenta produção de ogivas e motores para mísseis a combustível sólido


O líder norte-coreano Kim Jong-un inspecionou o Instituto de Pesquisa de Materiais Químicos da Academia de Defesa Nacional norte-coreana e mandou aumentar a produção de ogivas e de motores a combustível sólido, comunicou a mídia local.

"Ele ordenou que o instituto aumentasse a produção de motores de mísseis a combustível sólido e pontas de ogivas com uso de máquinas de alta precisão e materiais compósitos e de carbono", informou a agência KCNA.

A mídia, porém, não indicou a data da visita do líder norte-coreano ao instituto que se dedica ao desenvolvimento de ogivas para mísseis intercontinentais e à produção de materiais de carbono que são usados na construção de tubeiras para mísseis.

Contudo, a KCNA revelou outros detalhes curiosos da visita. Ao chegar ao instituto, Kim Jong-un afirmou que pretende conhecer a situação atual da produção e prestar sua assistência. Ele frisou que ao longo dos últimos anos o Instituto de Pesquisa de Materiais Químicos da Academia da Defesa Nacional tem contribuído imenso para a luta patriótica destinada a ultrapassar metas ultramodernas apoiado a política de prioridade dada à ciência e tecnologia nacionais.

O líder da Coreia do Norte adiantou que os funcionários do instituto "têm combatido, abnegada e silenciosamente, pela concretização da política do Partido para a ciência de defesa nacional, preservando a lealdade cordial e incondicional ao Partido".

A visita decorreu num ambiente de tensão sem precedentes entre o Ocidente e os EUA, em particular, e Pyongyang. Em julho, a Coreia do Norte efetuou testes bem-sucedidos de um míssil balístico intercontinental, após o que o Conselho de Segurança da ONU introduziu novas sanções contra o país.

Em resultado disso, se deu uma troca de declarações ásperas entre os líderes estadunidense e norte-coreano, o que levou a uma nova escalada de tensão na península.

Sputnik Brasil

Chanceler alemã: Berlim não apoiará automaticamente EUA em caso de guerra com Pyongyang


Berlim não ficará automaticamente do lado de Washington em caso de conflito armado entre os EUA e a Coreia do Norte, afirmou a chanceler alemã Angela Merkel.

Merkel disse ao jornal Handelsblatt que ela não vê qualquer possibilidade de resolver a crise norte-coreana via ações militares e as considera absolutamente erradas.
A chanceler alemã sublinhou que é preciso fazer mais para lidar com o impasse e apelou ao uso de meios diplomáticos.

A situação na península da Coreia se agravou depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter ameaçado a Coreia do Norte com "fogo e fúria". Pyongyang disse, por sua vez, que o país está disposto a desenvolver um plano de ataque com mísseis contra as bases militares norte-americanas na ilha de Guam. Ao mesmo tempo, os EUA e a Coreia do Sul começaram manobras conjuntas.

Das manobras de 10 dias, que estão atualmente em curso, tomam parte 17,5 mil militares norte-americanos e cerca de 50 mil militares sul-coreanos.

Sputnik Brasil

Maduro asegura que Venezuela se prepara para bloqueo de EEUU



En Venezuela el presidente Nicolás Maduro le dijo a medios internacionales que su país se prepara para nuevas medidas de presión de los Estados Unidos.

Durante el encuentro con corresponsales extranjeros acreditados en Caracas en el Palacio de Gobierno, el presidente Nicolás realizó un balance del momento político actual en Venezuela y habló de la exfiscal, Luisa Ortega Díaz, quien se fue del país y tras un paso por Colombia, recaló en Brasil.

El presidente Maduro también analizó los escenarios futuros de la presión internacional de países centrales contra Venezuela.

También contestó al mandatario estadounidense Donald Trump y a su amenaza del uso de la fuerza militar sobre Venezuela.

El presidente Nicolás Maduro indicó en esta rueda de prensa que seguirá en sus esfuerzos por mantener un diálogo con la oposición y que también convoca a una conferencia internacional con el mismo fin.

Marcos Salgado, Caracas

akm/msf/HispanTv

El desesperado Daesh prende fuego a sus sedes en Tal Afar


Las Unidades de Movilización Popular (Al-Hashad Al-Shabi, en árabe) avanzan por la ciudad de Tal Afar

Daesh ordena a sus integrantes que quemen sus sedes de Tal Afar, en el noroeste de Irak, mientras el Ejército del país gana cada vez más terreno en la ciudad.

El grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) ha pedido también a sus simpatizantes que eviten las “zonas abiertas” para resguardarse de los ataques de las tropas iraquíes, según las Unidades de Movilización Popular (Al-Hashad Al-Shabi, en árabe).

“El enemigo ha ordenado a sus integrantes que quemen sus sedes y se retiren de las zonas abiertas de Tal Afar (y que vayan) hacia los edificios y callejones estrechos”, indica la organización miliciana en un comunicado recogido hoy miércoles por el portal local Iraqi News.

En aplicación de otra táctica para sortear los ataques y poner trabas a las incursiones aéreas de la Aviación iraquí en Tal Afar, los extremistas takfiríes de Daesh han prendido además fuego a los pozos de petróleo de la zona, según ratificaron el lunes las mismas fuerzas populares.

Sobre los logros conseguidos frente a Daesh, la nota de hoy precisa que el Ejército iraquí, apoyado por Al-Hashad Al-Shabi, ha liberado los distritos de Al-Tenek (este de Tal Afar), Al-Yazira (noreste) y Al-Jadraa (sur), además de haber expulsado a los terroristas de la vasta zona de Al-Kifah Al-Shamali (noroeste), si bien, aún continúa la batalla para recuperar toda la ciudad.

“Las fuerzas de las 25ª y 26ª brigadas del Ejército han invadido el distrito de Al-Tenek y han recuperado un centro médico que se encontraba ahí (…) Al-Hashad Al-Shabi, junto con las fuerzas de seguridad, ha logrado romper la primera línea de defensa en el distrito de Al-Yazira. En este momento tienen lugar allí feroces enfrentamientos”, agrega el comunicado.

Las fuerzas de la 26ª brigada, resalta asimismo la nota, han reanudado sus avances en Al-Jadraa con el apoyo de la aviación iraquí, mientras se producía un ataque del Ejército a las posiciones de Daesh en el oeste de Mahlabiya (este).

Según fuentes locales, en la batalla conjunta por Tal Afar participa un grueso de 40 mil combatientes, constituido por 25 mil efectivos gubernamentales y unos 20 mil voluntarios de las Unidades de Movilización Popular.

Desde el sábado, cuando se anunciaron oficialmente las operaciones para recuperar la ciudad, los terroristas de Daesh han perdido numerosos barrios, así como muchos hombres. Los comandantes militares estiman que en Tal Afar había unos 2000 terroristas de diferentes nacionalidades, cifra que se ha reducido ya a 1400 combatientes.

ask/mla/mnz/tas/HispanTv

Podemos pide fin de lazos empresariales con Riad y Doha


El secretario general de Podemos, Pablo Iglesias, ofrece una rueda de prensa en Madrid

Podemos cree que la lucha antiterrorista en España es imposible si no se revisa las relaciones empresariales que mantiene Madrid con Arabia Saudí y Catar.

“El consenso y la lucha antiterrorista requieren que el PP (gobernante Partido Popular) y sus aliados asuman qué es Arabia Saudí”, escribió el martes el secretario general de Podemos, Pablo Iglesias, en su cuenta en Twitter.

Iglesias explicó ampliamente en Facebook que se debe estudiar profundamente el papel que desempeña Riad para el “desarrollo de los mantras de los que se nutren las redes terroristas”.

Además, pidió a las formaciones políticas españolas que reconozcan el apoyo histórico que les brinda Occidente a varios grupos terroristas como EIIL (Daesh, en árabe) a cambio de reforzar sus posiciones geopolíticas.

A continuación, defendió que el endurecimiento de la legislación penal contra los terroristas no solo es “ineficaz” para luchar contra el terrorismo, sino que pone en riesgo “las libertades civiles, que es precisamente lo que los terroristas pretenden destruir”.

En este sentido, criticó a ciertos partidos españoles por ignorar que los lazos empresariales que se mantiene con Riad y Doha y la falta de control férreo del movimiento del dinero y de los paraísos fiscales son clave en la financiación de las redes terroristas a lo largo y ancho del mundo.

“Sus compromisos con ciertos sectores empresariales pesan demasiado y les hacen desatender la responsabilidad de Estado”, recalcó, para después reiterar que las relaciones de la monarquía española con la saudí “perjudican la imagen internacional de España y ofenden a buena parte de la ciudadanía”.

Asimismo, arremetió contra las autoridades españolas por el hecho de que los intereses empresariales en Arabia Saudí y Catar condicionan la política de Madrid, por lo que exigió el fin de estos comportamientos y asumir la responsabilidad hacia los españoles.

Iglesias continuó pidiendo a todos los españoles que se esfuercen en inculcar a las autoridades que usar el terrorismo para atacar a rivales políticos es “una enorme irresponsabilidad” que perjudica el país ibérico y reconocer que la política belicista y de apoyo a ciertos grupos terroristas “por parte de EE.UU., ha hecho a Europa más insegura”.

zss/ktg/ftm/msf/HispanTv

¿Qué esconde la nueva estrategia de Trump para Afganistán?


"La Fuerza Aérea de EE.UU. está lista para redirigir a los pilotos y a los aviones adicionales que se requieran para la lucha" afirma un portavoz estadounidense.

La "actualización" de la estrategia del presidente de Estados Unidos, Donald Trump, para Afganistán podría implicar un aumento de los ataques aéreos en el país y ampliar el entrenamiento a la Fuerza Aérea afgana, dijo el general David Goldfein, jefe del Estado Mayor de la Fuerza Aérea de Estados Unidos, en una entrevista con la agencia Reuters.

Sin embargo, Goldfein señaló que el tema se encuentra todavía en fase de estudio y que la plana mayor del Ejército solo ha iniciado el proceso de convertir la nueva estrategia de Trump en acciones.

El general afirmó que es posible que se dediquen más recursos a Afganistán, pero puntualizó que "es muy pronto para decir qué significará esto en términos de aumentos o reducciones".

No obstante, Goldfein confirmó que la Fuerza Aérea de EE.UU. está estudiando la posibilidad de aumentar su poderío aéreo, incluido un mayor apoyo a las fuerzas estadounidenses de Tierra, dentro de la intensificación de la campaña contra la insurgencia talibán prometida por Trump.

"La dirección es bastante clara"

En la misma nota, la secretaria de la Fuerza Aérea, Heather Wilson, destacó que el Ejército afgano ha logrado grandes avances gracias al entrenamiento y al equipamiento estadounidense, pero reconoció que "falta mucho por hacer, honestamente".

Ambos militares declararon que "la dirección es bastante clara" y EE.UU. va a ir a iniciar una gran ofensiva destinada a destruir las redes terroristas en el territorio afgano.

A su vez, el portavoz de la Fuerza Aérea, Edward Thomas, señaló que sus fuerzas en la región podrían ser desplegadas en caso de necesidad, incluyendo aviones de combate, bombarderos y aviones espías.

"Con la planificación detallada que va a seguir el anuncio del presidente, la Fuerza Aérea estará lista para redirigir a los pilotos y los aviones adicionales que se requieran para la lucha", afirmó Thomas.

El presidente estadounidense, Donald Trump, presentó su nueva estrategia para Afganistán y Asia del Sur en un discurso ante la nación desde la base militar Fort Myer, en Arlington (Virginia, EE.UU).

Durante su alocución, Trump no desveló el número concreto de tropas que serán desplegadas en el país afgano. Sin embargo, altos mandos militares estadounidense apoyan el envío de hasta 4.000 soldados adicionales, que se sumarán a unos 8.400 militares de EE.UU. que ya se encuentran en el terreno.

Además, el mandatario también prometió aumentar la presión sobre Pakistán para que acabe con los santuarios terroristas que se encuentran en su territorio.

Actualidad RT

La coalición "bombardeó deliberadamente" a civiles en Raqa cuando había niños jugando en la calle



Sobrevivientes de los ataques de la coalición liderada por EE.UU. denuncian que los aviones utilizaron fósforo blanco al bombardear una zona residencial en Siria.

Numerosos civiles de la provincia de Raqa denuncian haber sido blancos de los bombardeos que lleva a cabo en esta zona la coalición internacional liderada por EE.UU., cuyos aviones habrían "bombardeado deliberadamente" sus viviendas mientras había niños en las calles.

Las acusaciones aparecen un día después de que la aviación de la alianza matara a decenas de civiles en la misma región.

Un residente local contó que el bombardeo ocurrió luego de que las aeronaves de reconocimiento los grabaran a baja altitud mientras traían agua a sus hogares.

"Estaba claro que no había insurgentes en el área, pero sí había niños jugando en las calles", declaró el sobreviviente.

Otro testigo del ataque denunció el uso de fósforo blanco por parte de los aviones de la coalición. "¿Quién más podría haberlo hecho? El ataque estuvo dirigido contra una zona residencial y sus alrededores", denunció el hombre.

La agencia siria de noticias SANA, informó el 22 de agosto pasado que los bombardeos de la coalición internacional provocaron 78 muertos en un solo día.

Desde la ONU han expresaron su preocupación por estas informaciones. "Nuestros colegas humanitarios nos cuentan que están sumamente preocupados por los reportes no confirmados de un gran número de civiles muertos durante un ataque aéreo en la ciudad de Raqa durante las últimas 24 horas", declaró el portavoz del secretario general de la ONU, Stéphane Dujarric.

Actualidad RT

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Na Argentina, conta de luz subiu 700% após privatização; Temer vai fazer o mesmo no Brasil


Uma nova decisão da Justiça argentina deu fôlego nesta terça-feira (6) ao governo do presidente Mauricio Macri na disputa em torno dos reajustes das tarifas de serviços básicos em patamares que alcançam até 1.000%.

A Corte Suprema da Argentina considerou sem efeito uma medida cautelar que proibia o aumento da luz em cerca de 500% na província de Buenos Aires e na capital.

Após a privatização o governo Kirchner passou a subsidiar o preço da luz na Argentina, mas o governo atual suspendeu o subsídio, as contas aumentaram 700%, chegando a até 1000% de aumento em alguns lugares.

Governo admite que conta de luz pode dobrar com privatização da Eletrobrás

O governo quer permitir que a Eletrobras privatize usinas hidrelétricas que tiveram suas concessões renovadas em 2012, o que deve elevar o preço da energia gerada por essas usinas. O secretário-executivo de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, disse nesta quinta-feira (6) que a energia será vendida a preço de mercado, acima do que é cobrado no regime de cotas.

Atualmente as usinas da Eletrobras que tiveram suas concessões renovadas em 2012 funcionam sob o regime de cotas. Isso permitiu uma redução média de 20% na conta de energia em 2013. Sob o regime de cotas, o preço da energia é menor e toda geração dessas usinas é destinada ao mercado cativo, que são os consumidores atendidos pelas distribuidoras de energia.

Apesar de o custo da energia ficar mais caro, Pedrosa disse que a alta na tarifa de luz paga pelos consumidores pode ser compensada pela redução de encargos. A proposta do governo é destinar parte da outorga obtida pela venda das usinas para abastecer a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). A CDE é um fundo setorial bancado pelos consumidores de energia e que paga por programas sociais como o Luz para Todos e a tarifa social.

“O valor [da outorga] será dividido com Tesouro, Eletrobras e consumidor, abatendo nas tarifas. Um conjunto de efeitos que o saldo pode ser positivo para o consumidor. O consumidor pode até pagar uma energia mais cara, mas ele vai pagar menos encargos”, disse.

Ao vender as usinas do regime de cotas, o governo também quer ajudar a Eletrobras a reduzir o seu nível de endividamento.

Plantão Brasil

Exército chinês poderá se tornar 'o mais poderoso do mundo'


Acompanhando o rápido crescimento tecnológico em todo o exército chinês, a Marinha do país é agora a segunda mais poderosa do mundo, opina um especialista militar russo.
Além disso, do ponto de vista tecnológico, a Marinha da China já está quase ultrapassando a Marinha dos EUA, disse Vasily Kashin à Sputnik.

"O crescente potencial militar da China mudou o equilíbrio de forças na Ásia, e o Exército de Libertação Popular agora é capaz de realizar operações à escala global", disse Kashin.

O especialista também ressaltou que o governo chinês está gastando enormes somas de dinheiro com o aperfeiçoamento de suas forças armadas.
Respondendo à pergunta sobre que impacto teve a participação da China dos jogos do exército internacionais na imagem do país, Kashin disse que as forças armadas da China têm participado de tais eventos desde 2008.

As forças da China tomaram parte de uma séria de competições militares internacionais na Europa, na Rússia e em vários países asiáticos.

Kashin acrescentou que durante os últimos Jogos Internacionais do Exército os chineses deram o seu melhor para vencer e "se algo sai errado, eles analisam sempre seus erros, aprendem algo e tentam fazer melhor da próxima vez".
Além das paradas regulares no seu país, recentemente os militares chineses participaram também de paradas na Rússia e na Venezuela.

"Os chineses procuram ‘relações militares especiais' com países com que têm laços políticos estreitos. Isto inclui troca de pessoal militar, cooperação técnico-militar, exercícios conjuntos e desfiles", disse Kashin, acrescentando que isto significa que a China está reforçando sua diplomacia militar.

Sputnik Brasil

Maduro: Relaciones de Venezuela y EEUU están en su ‘peor momento’


El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, habla durante una rueda de prensa desde el Palacio de Miraflores, en Caracas.

El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, ha afirmado este martes que las relaciones con Washington están en su ‘peor momento’.

Las declaraciones del jefe venezolano de Estado han sido formuladas durante una rueda de prensa que está ofreciendo en estos momentos desde el Palacio de Miraflores, en Caracas (capital venezolana).

Maduro ha denunciado también que el país es centro de una gran campaña de difamación mundial.

“Hoy vamos a llevar la verdad de Venezuela al mundo”, ha asegurado el mandatario venezolano.

“Creemos en el diálogo de civilizaciones como ideología de las relaciones bilaterales”, ha añadido.

Tras llamar al triunfo de la soberanía frente a las amenazas intervencionistas, Maduro ha reiterado que no entregará el poder ni a la oligarquía ni al imperialismo.

Por otro lado, Maduro ha manifestado que "hoy enfrentamos una arremetida agresión imperialista de carácter mundial y la hemos enfrentado con la única arma que tenemos, que es con la verdad, porque desde la época colonial, Venezuela ha sido el centro de una gran operación mundial de los viejos poderes imperiales porque vieron a nuestro país como la Venezuela alzada, la rebelde".

HispanTv

Ejército lanza ‘asalto final’ para asediar a EIIL en centro sirio



El Ejército sirio lanza el ‘asalto final’ para cortar la última línea de suministro del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en la periferia de Al-Sujna.

Se trata del asalto que lanzaron las Fuerzas Tigre del Ejército sirio, respaldadas por las terceras y quintas legiones, contra las posiciones terroristas en las montañas de Al-Dahk, ubicadas al norte de la localidad de Al-Sujna, en la provincia de Homs.

Así lo ha dado a conocer este martes el portal de noticias Al-Masdar News, que, citando una fuente militar, ha informado, además, de la “fuerte resistencia” que han presentado los integrantes del EIIL, razón por la cual “las fuerzas sirias se han visto obligadas a avanzar con cautela” en las aludidas alturas, ha enfatizado.

En caso de que el Ejército sirio logre hacerse con el control de Al-Dahk en las próximas horas, ha indicado la fuente, habrá conseguido cortar la ruta de suministro más importante de Daesh en esta región.

En el marco de las operaciones para acabar con la presencia terrorista en Homs, las fuerzas de élite de Siria lograron, el lunes, liberar el estratégico pueblo de Huwaysis, así como la montaña de Abu Duhur, en el centro de Homs.

La liberación de Huwaysis coloca a las fuerzas progubernamentales en una mejor posición para asegurar los estratégicos montes de Bilaas, pues otorgará a las unidades de artillería del Ejército sirio el control de la mayor parte de la ciudad de Uqayribat, el último baluarte de Daesh en la provincia de Hama.

Los aludidos logros de las fuerzas sirias se producen dos días después de que el Ejército y sus fuerzas aliadas se hicieran con el control de la localidad de Hamimah y asediaran a los terroristas del EIIL en el desierto de Homs.

tqi/anz/ftm/mkh/HispanTv

Pionyang: "Nadie garantiza que el simulacro de Washington y Seúl no se convierta en una guerra real"


Pionyang asegura que los ejercicios militares de Washington y Seúl "buscan destruir Corea del Norte y su liderazgo".

Corea del Norte está dispuesta a lanzar un ataque preventivo en caso de provocación de Estados Unidos y Corea del Sur, que han empezado a llevar a cabo ejercicios militares este lunes, informa la embajada del país norcoreano en Moscú.

Además, las autoridades norcoreanas están controlando de cerca los simulacros de Washington y Seúl, que, según Pionyang, "buscan destruir Corea del Norte, su liderazgo y su potencial de misiles".

"Nadie puede garantizar" que los simulacros de Washington y Seúl "no se conviertan en una guerra real", ha indicado la embajada norcoreana.

EE.UU. y Corea del Sur han iniciado sus maniobras militares conjuntas, denominados Ulchi Freedom Guardian, que este año se llevan a cabo entre el 21 y el 31 de agosto.
Según indicó el Departamento de Estado de EE.UU. el pasado viernes, estos ejercicios están diseñados para "mejorar la preparación, proteger a la región y mantener la estabilidad en la península coreana".
Alrededor de 40.000 tropas estadounidenses y surcoreanas, así como civiles —que servirán para entrenar la respuesta civil de defensa— participan en los ensayos.

Actualidad RT