segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Declaração final encerra trabalho do 20º Foro de São Paulo na Bolívia


O encerramento do 20º Foro de São Paulo (FSP) aconteceu nesta sexta-feira (29) com o ato de clausura e a divulgação da Declaração Final. Durante toda a semana, La Paz, na Bolívia, abrigou o encontro da esquerda. Cerca de 180 delegações tiveram a incumbência de refletir sobre diversos pontos, levando em conta o tema: “Derrotar a pobreza e contraofensiva imperialista, conquistar o Viver Bem, o desenvolvimento e a integração de Nossa América”.

Por Théa Rodrigues, de La Paz para o Portal Vermelho

Os partidos integrantes assinalam na Declaração Final do 20º Encontro do Foro de São Paulo, que reafirmam seu compromisso com o conteúdo das declarações anteriores, que “apoiam a independência de Porto Rico e exigem a imediata libertação de Oscar Lopez Rivera”, o preso político mais antigo do continente. Rivera foi detido em 1981 e tem duas condenações que somam 70 anos.
O documento reafirma a reprovação do FSP a todas as formas de colonialismo e a dominação europeia em Martinica, Guadalupe, Aruba, Bonaire, Curaçao e Guiana Francesa, ressaltando o direito destes à autodeterminação.
Também segue vigente a condenação ao bloqueio dos EUA contra Cuba: “permanece criminoso, injusto e desumano”. Da mesma forma, o FSP reitera a necessidade de lutar pelos antiterroristas cubanos que estão presos nos Estado Unidos há 15 anos.


América Latina, “região de paz”
A soberania Argentina sobre as Malvinas também é um tema que segue na pauta do grupo de trabalho do Foro, “como uma causa latino-americana e caribenha e desde a perspectiva do estabelecimento de uma América Latina como região de paz”.
Também neste sentido, o texto da declaração final afirma que “é importante para a região apoiar resolutamente o diálogo de paz entre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o governo colombiano”. Os partidos do FSP expressam o desejo de que o processo de paz se dê “em um ambiente de cessar fogo bilateral entre as partes” e ressalta a importância da “humanização do conflito”.
As Farc e o governo colombiano discutem desde novembro de 2012 uma agenda de seis pontos com o propósito de marcar uma solução política que permita o estabelecimento de uma paz estável e duradoura, após mais de cinco décadas de confronto. As partes já chegaram a acordos parciais sobre o desenvolvimento agrário integral, participação política e solução ao problema das drogas ilícitas.
“Respaldamos também a abertura de negociações com o Exército de Libertação Nacional (ELN)”, segunda guerrilha mais importante da Colômbia, expressa o documento final.

Eleições
Durante os cinco dias de atividades do Foro, houve uma unanimidade em relação à um tema: a necessidade urgente de apoio aos processos eleitorais no Brasil, Uruguai e Bolívia. Os três países passam por processos de avanço no campo progressista, que, se interrompidos, podem significar um retrocesso ao projeto de integração regional.
“Convocamos a todos para a próxima e imediata batalha que são as eleições presidenciais na Bolívia, Brasil e Uruguai no mês de outubro, respaldando e apoiando as respectivas fórmulas eleitorais de Evo Morales e Álvaro García Linera, Dilma Rousseff e Michel Temer e Tabaré Vázquez e Raul Sendic”.
Segundo o documento, “nossa vitória é vital para a continuação do processo de transformações econômicas, sociais e políticas no continente”.
Ainda com relação aos processos eleitorais, os participantes do Foro de São Paulo, saúdam a vitória da presidenta Michelle Bachelet e se solidarizam com as reformas estruturais no país.

Conjuntura internacional
A Declaração Final alerta para o descenso norte-americano em relação a uma situação multipolar, o que resulta em crises econômicas, sociais e políticas, assim como conflitos armados com implicações globais.
Como não poderia deixar de ser, o grupo de trabalho do FSP inclui em seu documento, o rechaço ao ataque do governo de Israel ao território palestino, particularmente Gaza. Da mesma maneira, cita os ataques dos EUA e da Otan ao Iraque e à Líbia, além das agressões multinacionais externas contra a Síria.
“Se assinala também, a ingerência externa na Ucrânia a partir da aliança entre Estados Unidos e União Europeia com os grupos neonazistas, visando isolar a Rússia”, diz o texto, que pontua: “Esperamos que este conflito se resolva por meios pacíficos”.
Além dos conflitos internacionais, o FSP se solidariza tambpem com a luta do povo saharaui pelos direitos territoriais que lhes estão sendo negados desde 1975 pela monarquia marroquina.

Contraofensiva
Os organizadores do FSP alertam os países da região latino-americana a respeito da contraofensiva imperialista. “Como resposta aos avanços, a direita e a ultradireita fascista reincidem em implementar uma estratégia de desestabilização, em grande parte, como uma reação de impotência diante de sua incapacidade de derrotar politicamente as forças populares”, explica o documento.
Ações desestabilizadoras são fomentadas em busca de “uma mudança no regime”. Frequentemente, resultam em “revoltas populares”, que podem preceder um conflito armado. Esta estratégia ficou evidente na Venezuela, quando a oposição tentou, de diversas formas, criar um descontentamento contra a administração do presidente Nicolás Maduro, no início deste ano.

Meio Ambiente

Segundo a resolução do Foro, a contraofensiva do imperialismo inclui também a busca incessante pelo controle dos recursos naturais. “O FSP luta para defender o meio ambiente, os recursos naturais, os mares, os bosques e a água”, afirma o texto.

Organismos de integração
“Desde a perspectiva da unidade e integração latino-americana, assim como das relações Sul-Sul, é importante atuar com maior pró-atividade no fortalecimento de todos os mecanismos de integração e foros políticos regionais como a Celac, a Unasul, o Mercosul, a Alba, Petrocaribe e A Caricom”, afirma o FSP.

Foro
O Foro de São Paulo foi criado em 1990, quando partidos da América Latina e Caribe se reuniram com o objetivo de debater a nova conjuntura internacional pós-queda do Muro de Berlim e as consequências da implantação de políticas neoliberais pela maioria dos governos da região. A proposta principal foi discutir uma alternativa popular e democrática ao neoliberalismo, que estava entrando na fase de ampla implementação mundial.

Militares ucranianos feridos abandonam o cerco


O primeiro-ministro da autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD), Alexander Zakharchenko, declarou neste sábado que os milicianos permitiram que os militares ucranianos feridos saíssem do cerco, retirando consigo os corpos dos mortos.

“Até agora nós deixamos sair dos cercos os feridos e permitimos que eles transportassem consigo os mortos. Neste momento, praticamente todos os comandantes dos batalhões já concluíram acordos conosco”, são as palavras de Zakharchenko citadas pelo portal noticioso da RPD.
Zakharchenko sublinhou que os milicianos colocaram aos militares ucranianos como condição obrigatória, para a saída do cerco e libertação de prisioneiros, a entrega de todo o armamento e material pesado. Segundo ele afirmou, num único dia a RDP “adquiriu” dessa forma 50 veículos de combate.

Voz da Rússia

‘Israel no será vencedor de ninguna otra guerra’


El régimen ocupador de Israel no saldrá triunfante en ninguna otra guerra y sus retóricas amenazantes no son más que un farol político.

Así lo ha declarado este lunes el ministro iraní de Defensa, el general de brigada Hosein Dehqan, al subrayar que la derrota del régimen de Te Aviv en su ofensiva de 51 días contra la sitiada Franja de Gaza es una señal de fracaso de las políticas estadounidenses en el Oriente Medio.
Refiriéndose a la resistencia y la victoria del pueblo palestino en el enclave costero, objeto de agresiones israelíes, el general de brigada ha hecho hincapié en que ha llegado la hora de que el Gobierno de Washington acepte las realidades existentes en la región.
Las autoridades estadounidenses, ha agregado el militar de alto rango iraní, deben poner fin a sus intervenciones en los asuntos internos de otros países y no brindar su apoyo a las autoridades israelíes para poder salvarse a sí mismo del conflicto creado por el régimen de Tel Aviv.
El titular de Defensa iraní ha aseverado que la Resistencia palestina posee bastantes capacidades como para encarar cualquier amenaza de las tropas israelíes, quienes gozan del apoyo de la Casa Blanca.
Las crímenes cometidos por parte del régimen de Tel Aviv, desde masacre de niños, mujeres y ancianos, hasta el ataque a hospitales, escuelas y mezquitas, dejó en evidencia la indiferencia de las organizaciones internacionales respecto al genocidio que llevó a cabo tal régimen en la asediada Franja de Gaza y la postura dual de las autoridades estadunidenses y los apoyos incondicionales a un régimen que viola los principios de los derechos humanos, ha denunciado.
En los 51 días de agresiones israelíes contra Gaza, perdieron la vida al menos 2145 palestinos, entre ellos unos 530 niños, mientras que otros 11.100 resultaron heridos.

mno/ktg/mrk - HispanTv

Ocupan un complejo de la embajada de EEUU en Libia


Un grupo de milicias ocupó el domingo un complejo de la embajada de Estados Unidos en Trípoli, la capital de Libia, después de que el personal diplomático evacuara hace más de un mes el edificio por las violencias que vive el país.

De acuerdo con los informes locales, algunas ventanas estaban rotas, pero al parecer el mobiliario estaba intacto.
Desde la caída del líder Muamar Gadafi, en 2011, Libia está sumergida en el caos debido a las constantes protestas contra la presencia de las milicias, que en varias ocasiones terminan en sangrientos enfrentamientos entre las fuerzas del Ejército y los grupos armados.
Las milicias, creadas durante la guerra a la nación libia, se niegan a entregar las armas y unirse a las fuerzas regulares.

haj/rha/hnb - HispanTv

Trípoli cae en manos de milicias de Fayr Libia


Los milicianos de Fayr Libia (Amanecer de Libia) se han hecho con el control de la mayoría de los centros gubernamentales y sedes diplomáticas situados en la ciudad capitalina de Trípoli, han informado las autoridades del país árabe.

La noticia que se ha dado a conocer por medio de un comunicado publicado este lunes, indica que los milicianos prohíben la entrada de los empleados a los edificios.
Refiriéndose a la precaria situación que están viviendo los empleados y los diplomáticos del país africano, las autoridades de Libia informan que los milicianos amenazan a los funcionarios de muerte.
Asimismo, señala que los milicianos han atacado las viviendas de algunos empleados y diplomáticos y han quemado sus casas.
En la jornada de ayer, los milicianos ocuparon la embajada de Estados Unidos en Trípoli que fue evacuada el pasado 26 de julio por razones de seguridad.
El Aeropuerto Internacional de Trípoli lleva cerrado más de un mes debido a los combates entre distintos grupos armados que surgieron en Libia tras la caída del régimen del lider Muamar Gadafi, en 2011.
Desde la mencionada fecha, el país árabe está sumido en el caos debido a las constantes protestas contra la presencia de las milicias, que en varias ocasiones terminan en sangrientos enfrentamientos entre las fuerzas del Ejército y los grupos armados que se niegan a entregar las armas y unirse a las fuerzas regulares.
La alta tasa de violencia en Libia llevó a las autoridades de este país a pedir la ayuda internacional para poner fin a las atrocidades que sufre la población civil.

mno/ktg/mrk - HispanTv

Moscú advierte del aumento de presencia de OTAN cerca de Rusia


En reacción a un informe sobre la apertura de cinco nuevas bases de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) en el Este de Europa, a fin de estar más cerca de las fronteras rusas, Moscú advierte que esta medida solo “atiza las contradicciones” entre Rusia y la Alianza Atlántica.

Así lo trasmitió el jefe de la administración del Kremlin, Serguéi Ivanov, en un encuentro con la prensa en Novosibirsk, ciudad más grande de Siberia y el municipio más extenso de Rusia, según notificó el domingo el diario ‘Rossiyskaya Gazeta’.
Según Ivanov, la apertura de cinco nuevas bases de la OTAN en Letonia, Lituania, Estonia, Romania y Polonia no tiene relación con el blindaje de la seguridad europea, sino es un mero “truco psicológico para aproximar la infraestructura militar” de la Alianza Atlántica a la zona limítrofe con Rusia.
“¿Acaso la seguridad internacional crecerá bruscamente? ¿O alguien supone en serio que Rusia se prepara para la agresión?”, cuestionó el funcionario ruso para luego recalcar que el plan de la OTAN no tiene absolutamente “sentido militar” sino es simple “politiquería”.
Alegando que Rusia constituye una amenaza, la OTAN quiere establecer dichas bases y, en cada una, desplegar entre 300 y 600 militares, así como material bélico, informó el periódico alemán ‘Frankfurter Allgemeine Zeitung’, citando el ‘Readiness Action Plan’ (Plan de Acción de Preparación) de esta organización militar.
El jueves, la OTAN denunció la supuesta presencia de más de mil fuerzas rusas en la zona oriental de Ucrania; una alegación desmentida por Moscú.

ncl/ktg/mrk - HispanTv

'The Washington Post': ¿Tenía Putin razón en cuanto a Siria?


Combatir contra el presidente sirio Bashar al Assad "puede desencadenar una nueva ola de terrorismo", insistió el mandatario ruso Vladímir Putin hace un año. Parece ser que tenía razón, admite el analista estadounidense Ishaan Tharoor.

"Los defensores de la democracia en Siria no son muchos. Pero sí que son más que suficientes los combatientes de Al Qaeda y extremistas de todas las tendencias en el campo opositor", escribió el presidente de Rusia en septiembre del 2013, dirigiéndose al pueblo estadounidense a través del diario 'The New York Times'.
"Este conflicto interno, alimentado por las armas extranjeras suministradas a la oposición es uno de los más sangrientos del mundo. Los mercenarios de los países árabes que luchan allí y cientos de milicianos de países occidentales e incluso de Rusia son para nosotros un motivo de profunda preocupación. ¿Quién puede garantizar que esos delincuentes no volverán a nuestros países con la experiencia adquirida en Siria, tal como ocurrió en Mali después de los combates en Libia? Esto supone una amenaza para todos (…). Inevitablemente (…) desencadenaría una nueva ola de terrorismo", puntualizó Putin en aquel entonces.
"Eso es una preocupación que los funcionarios de EE.UU. y Europa comparten ahora muy públicamente, estando alarmados por la considerable presencia de los nacionales europeos entre las fuerzas del Estado Islámico", destaca el reportero del diario 'The Washington Post', Ishaan Tharoor. El yihadista que habría ejecutado al periodista estadounidense James Foley, mantenido en cautiverio en el norte de Siria desde noviembre del 2012, es un británico que habla con un acento londinense, subraya Tharoor.
"Que la atención de Occidente se haya desplazado tan drásticamente de las matanzas cometidas por el régimen de Bashar al Assad a los asesinatos perpetrados por la milicia que lucha contra él es una señal de la inmensa complejidad de la guerra que viola fronteras y estremece las políticas en los países de todo Oriente Medio", concluye el periodista.
El Estado Islámico (EI) se formó como una rama de Al Qaeda en Irak. A mediados del 2011 uno de sus miembros fundó el Frente al-Nusra, que pasó a ser el principal actor yihadista de la guerra civil en Siria. El violento levantamiento de la milicia del EI ha sumido al vecino Irak en una nueva situación de guerra que amenaza a toda la región. La milicia yihadista ya controla una zona que se extiende desde la ciudad de Alepo en Siria, hasta las ciudades de Faluya, Mosul y Tal Afar en Irak.
Se estima que hoy en día bajo las órdenes del Estado Islámico luchan aproximadamente 2.000 europeos. 700 de estos combatientes son franceses, entre 400 y 500 británicos y unos 30 serían españoles. Washington ya lanzó en Irak una operación masiva contra los yihadistas y, según filtra el diario británico 'The Independent', está cooperando en secreto con el Gobierno de Bashar al Assad para compartirle datos de inteligencia sobre el paradero de líderes islamistas. El general Martin Dempsey, jefe del Estado Mayor Conjunto, ya insistió en que EE.UU. ataque militarmente el bastión sirio del EI, asegurando que sin ello resultará imposible derrotar a los extremistas.

Actualidad RT

domingo, 31 de agosto de 2014

Putin: “A Rússia não será arrastada para grandes conflitos”


ITAR-TASS, Moscou - Tradução: Vila Vudu

“A Rússia não será arrastada para grandes conflitos. Nossos parceiros devem cuidar de compreender que é melhor não tentar armar confusões que envolvam a Rússia” – disse o presidente Vladimir Putin, da Rússia, na 6ª-feira.

“Quero esclarecer imediatamente, que a Rússia está muito longe de se deixar envolver em qualquer tipo de conflito em grande escala. Não queremos e não temos qualquer intenção de fazer tal coisa” – disse Putin, falando num encontro de jovens na Rússia central.

A Rússia é nação nuclear das mais poderosas do mundo

“A Rússia tem capacidade nuclear para preservar nossa própria segurança. E o país continuará a ampliar esse potencial nuclear, não para intimidar quem seja, mas para preservar nossa própria segurança” – o presidente continuou.
“Quero lembrá-los de que a Rússia é uma das nações nucleares mais poderosas do mundo. É a realidade, não são só palavras” – disse Putin.
“Estamos reforçando nossas forças nucleares de contenção e nossas forças armadas. Estão sendo compactadas e tornadas, simultaneamente, mais eficientes. Estão sendo modernizadas, no sentido de que estão sendo supridas com o armamento mais moderno. Continuamos a construir esse potencial, e assim continuaremos, no futuro próximo” – prosseguiu o presidente russo. – A Rússia não empreende esses esforços “para ameaçar quem quer que seja, mas exclusivamente para que o país sinta-se seguro e calmo e tenha os meios para implementar nossos próprios planos, para desenvolver a economia e a esfera social”, Putin continuou.
O presidente da Rússia alertou que “Temos de estar sempre prontos a repelir qualquer agressão contra a Rússia; e nossos parceiros devem ter sempre em mente que, não importa em que condições estejam seus governos, ou que conceito de política externa adotem, será sempre melhor que não se voltem contra a Rússia, se consideram um possível conflito armado.” E disse que, no momento, “a ninguém ocorreu ainda a ideia de tentar envolver a Rússia em conflito de grande escala.”

As autoridades em Kiev são incapazes de estabelecer a ordem na Ucrânia

“O ocidente tem de se dar conta de que as autoridade ucranianas são incapazes de estabelecer a ordem no próprio país; e deve forçar Kiev a iniciar negociações substanciais com as áreas do sudeste do país” – disse Putin na 6ª-feira.
Segundo o presidente russo, as autoridades de Kiev insistem em dizer que as conversações são necessárias, mas, ao mesmo tempo, mantêm seus militares em luta, na esperança de que consigam “impor alguma ordem lá, rapidamente”.
“Não aconteceu nem está acontecendo assim, e é importante que o ocidente dê-se conta desse fracasso, para que force as autoridades ucranianas a iniciar negociações realmente sérias, não só sobre os itens técnicos, que com certeza são muito importantes, mas também sobre itens de fundo, mais substantivos” – Putin continuou.

Na avaliação do presidente da Rússia, é necessário discutir que tipo de direitos terão as Repúblicas Populares de Donetsk e de Luhansk e o sudeste da Ucrânia, como um todo; depois disso, será preciso pôr em forma de lei, tudo o que ficar acertado.

“Isso é o que precisa ser discutido” – disse Putin. – “É importante discutir e acertar o cerne dessas questões; mas eles recusam-se a discutir e a decidir sobre a essência da questão; o problema é esse.”

O que significa a “federalização” da Ucrânia

A Rússia não interferirá na escolha de um modelo para o desenvolvimento do estado na Ucrânia, disse Putin. Acrescentou que não entende por que as autoridades em Kiev opõem-se à federalização da Ucrânia. – “Por alguma razão que não compreendo, nossos parceiros ucranianos tremem de medo só de ouvir falar em federação. Mas... Cabe a eles escolher e não nos intrometeremos nessa questão, de modo algum” – Putin continuou.

Ainda sobre esse assunto, Putin disse que tem confiança na consolidação do federalismo na Rússia. “A federação é elemento muito importante e significativo de nosso sistema de estado, porque nos permite cuidar melhor dos interesses de nossos cidadãos, com suas especificidades étnicas, históricas, religiosas e culturais, independente do ponto onde vivam” – disse Putin.

O presidente russo lembrou que há grande número de países que têm estrutura de federação: a Rússia, os EUA, o Brasil, a Alemanha, dentre outros.

El rey saudí advierte que el Estado Islámico lanzará ataques contra Occidente en un mes


El Rey Abdalá de Arabia Saudita advierte que el movimiento radical Estado Islámico atacará a países occidentales dentro de un mes, si no se impide con alguna acción "rápida".

El rey saudí urge a los países occidentales a actuar contra el Estado Islámico (EI), ya que, según él, Occidente es, precisamente, el siguiente objetivo del grupo, que está avanzando por Irak y Siria, informa AFP. Las matanzas y ejecuciones violentas del EI no pueden dejar indiferente a nadie, afirma.
La falta de acciones será "inaceptable" ante del peligro que representa el EI, subraya el monarca, que urgió a los líderes occidentales a "luchar contra el terrorismo con fuerza, razón y la rapidez necesaria". "Si lo ignoramos, estoy seguro de que alcanzarán Europa en un mes, y EE.UU. en un mes más", recoge sus palabras la agencia.
A pesar de que EE.UU. ha bombardeado las posiciones del EI en el norte de Irak, aún no ha resuelto emprender una acción terrestre militar, necesaria para derrotar a la organización. Irán, que ha anunciado que combatiría al EI si le levantan las sanciones nucleares, se ha negado a cooperar con EE.UU. en esta cuestión. Varios países abastecen armas a los kurdos en Irak que luchan contra el EI.

Actualidad RT

sábado, 30 de agosto de 2014

Ex-Contratado da CIA denuncia: ISIL é um inimigo completamente fabricado pelos EUA


Tradução e adaptação: E.M.Pinto

O ex-empreiteiro que trabalhou para CIA, Steven Kelley diz que o grupo terrorista ISIL é um inimigo completamente fabricado, criado e financiado pelos Estados Unidos.

“Este é um inimigo completamente fabricado”, disse ele em uma entrevista por telefone ao Press TV de Anaheim, Califórnia, nesta quinta-feira.
“O financiamento é integralmente feito pelos Estados Unidos e seus aliados e para as pessoas que pensam que este inimigo é algo que precisa ser atacado na Síria ou no Iraque é uma farsa porque, obviamente, isso é algo que nós o criamos, nós controlamos e só agora tornou-se inconveniente para nós atacar este grupo como um inimigo legítimo “, acrescentou Kelley.
Ele ainda declarou que o presidente dos EUA, Barack Obama está sob pressão para buscar a aprovação do Congresso antes de expandir a campanha aérea militar de Washington contra alvos do ISIL no Iraque e na vizinha Síria.
O Pentágono já lançou pelo menos 100 ataques aéreos contra posições do ISIL no norte do Iraque desde que Obama autorizou o uso da força contra o grupo terrorista no início deste mês.
A Casa Branca insiste que não precisa de autorização do Congresso explícito para essas operações porque elas se destinam a proteger o pessoal e os interesses norte-americanos no país árabe.
O secretário de imprensa da Casa Branca Josh Earnest, informou nesta segunda-feira que Obama “não hesitará em usar a sua autoridade” para manter os americanos seguros, mas acrescentou que o presidente estava “comprometido com a coordenação e consulta ao Congresso” sobre a decisão de atingir alvos do ISIL na Síria. ” Se você quiser chegar à raiz do problema e remover esta organização, a primeira coisa que precisa fazer é remover o financiamento e cuidar de entidades responsáveis ​​pela criação deste grupo “, disse Kelley.
“Eu acredito que este grupo ISIS provavelmente iria embora, seria facilmente derrotado pelos exércitos do [presidente sírio] Bashar Assad”, disse ele.

Tudo sugere ação da CIA e assassinato de candidato à presidência, no Brasil


Wayne Madsen, Strategic Culture – Tradução: Vila Vudu

A queda do avião que matou o candidato à presidência do Brasil Eduardo Campos, que estava em segundo, na disputa eleitoral, atrás só da atual presidenta, abalou fortemente as chances de reeleição de Dilma Rousseff. Sucessora de Campos na corrida presidencial, ex-líder do Partido Verde, Marina Silva – ‘homem’ de George Soros, está agora com alguma chance de vir a derrotar Rousseff, no caso de a eleição chegar a um segundo turno. O fim do governo de Rousseff sinalizaria vitória para as atividades clandestinas do governo Obama para eliminar de cena vários governos progressistas em toda a América Latina.

Revisão do período pós-2ª Guerra Mundial revela que, de todos os meios que os serviços de inteligência usaram para eliminar pessoas que viam como ameaças econômicas e políticas, o assassinato por derrubada de avião está em segundo lugar; antes, só assassinatos por armas de fogo; depois, vêm acidentes de automóvel e envenenamento, como modus operandi preferencial da Agência Central de Inteligência dos EUA, CIA, para seus assassinatos políticos.
Os seguintes casos são os principais sobre os quais pesam muitas suspeitas de terem sido resultado de ação de uma ou mais agências de inteligência dos EUA, para pôr fim a carreiras políticas que ameaçavam o avanço dos EUA como potência imperial:
– a morte do secretário-geral da ONU Dag Hammarskjold;
– do presidente de Ruanda Juvenal Habyarimana;
– do presidente do Burundi Cyprien Ntaryamira;
– do primeiro-ministro português Francisco Sá Carneiro;
– do presidente do Paquistão Muhammad Zia Ul-Haq;
– de Sanjay Gandhi, pouco antes de ser oficializado no posto de primeiro-ministro da Índia;
– do presidente do Sindicato Norte-americano Unido dos Trabalhadores da Indústria Automobilística Walter Reuther;
– do ex-senador pelo Texas John Tower; e
– do senador por Minnesota Paul Wellstone.
A América Latina, em particular, tem sido atacada pela praga de desastres de aviões que mataram líderes que ameaçavam afastar o continente da influência política dos EUA: os presidentes Jaime Roldós Aguilera do Equador e Omar Torrijos do Panamá. Esses dois presidentes morreram em 1981; Roldós morreu apenas uns poucos meses antes de Torrijos. John Perkins, autor de Confissões de um Assassino Econômico e ex-membro da comunidade de inteligência dos EUA, apontou os EUA como ativos nesses dois assassinatos por derrubada de avião.
Esse histórico do envolvimento dos EUA e assassinatos aéreos torna ainda mais suspeito o que aconteceu dia 13 de agosto com o Cessna 560XLS Citation em Santos, Brasil, incidente no qual morreram Eduardo Campos, do Partido Socialista Brasileiro, mas homem pró-business, assessores seus e a tripulação do avião. O momento em que aconteceu, em plena campanha eleitoral, que então indicava vitória fácil para a atual presidenta, levantou questões significativas entre investigadores no Brasil e no público em geral.
Desde a introdução do modelo em 1996, o modelo Cessna 560XLS Citation mantém currículo de aeronave perfeitamente segura. A morte repentina de Campos mudou o rumo da campanha presidencial no Brasil, para uma direção que pode ser benéfica para os EUA e a agenda de longo curso da CIA na América Latina.
Até aqui, já surgiram questões sobre a legalidade da documentação e da propriedade da aeronave (prefixo PR-AFA). O histórico da propriedade e dos registros da aeronave é extremamente ‘anormal’; e, além disso, não há nenhuma gravação de conversas acontecidas na cabine, aparentemente por mau funcionamento do gravador de vozes da cabina. Muitos brasileiros já começam a perguntar-se se o avião teria sido sabotado: em vez de mostrar gravações da conversa da tripulação que levava o candidato Campos, o gravador só conservou gravações de voz de um voo anterior. O avião voava uma rota Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, para a cidade de Guarujá, no estado de São Paulo, quando caiu sobre um quarteirão residencial na cidade de Santos.
O avião era operado pela empresa Af Andrade Empreendimentos & Participações Ltda., que tem sede em Ribeirão Preto, estado de São Paulo, mas cedido, em operação de leasing, pela Cessna Finance Export Corporation, uma divisão da Textron, dos maiores fornecedores para o Departamento de Defesa dos EUA. A empresa Cessna é divisão da Textron. O gravador de vozes que não funcionou na cabine foi fabricado por outro fornecedor contratado da Defesa e Inteligência dos EUA, L-3 Communications. Os negócios da AF Andrade são centrados na propriedade de uma destilaria. Porta-voz da AF Andrade disse que a aeronave, de $9 milhões, não havia passado por qualquer inspeção recente, mas assegurou que a manutenção era feita regularmente.
O porta-voz da AF Andrade não soube especificar quem é, afinal, o proprietário da aeronave, só falou do leasing; disse que a aeronave estivera à venda e fora comprada por um grupo de “empresários e importadores” de Pernambuco, estado do qual Campos foi governador.
Acabou-se por descobrir que o avião fora comprado por um consórcio que incluía Bandeirantes de Pneus Ltda de Pernambuco. Essa empresa disse que havia negociações em andamento para transferir a propriedade do avião, quando aconteceu o acidente; e que a Cessna Finance Export Corporation ainda não aprovara os direitos finais de leasing. Observadores brasileiros creem que o Cessna sinistrado seria um “avião fantasma”, com propriedade ‘confusa’, precisamente para ser usado em operações clandestinas que envolveriam a CIA. Aviões cuja situação de propriedade e dos documentos de registro era também quase inextrincável eram usados pela CIA no processo de ‘entregas especiais’ de muçulmanos sequestrados para serem interrogados e ‘desaparecidos’ nos “pontos negros” de prisões norte-americanas por todo o mundo.
A Comissão Nacional de Segurança de Transportes dos EUA [orig. U.S. National Transportation Safety Board (NTSB)] enviou uma equipe ao Brasil para investigar a queda do avião. Mas, se o trabalho da NTSB em acidentes como dos voos TWA 800 e American Airlines 587 indica alguma coisa, a agência só tem fama por encobrir ações criminosas.
Campos foi substituído na chapa eleitoral por Marina Silva, do movimento financiado e dirigido por George Soros e suas “sociedade civil” e “globalização”. Silva, que milita no movimento religioso pentecostal “Assembleia de Deus”, é militante pró-Israel e muito mais pró-business e pró-EUA que Rousseff, do Partido dos Trabalhadores do Brasil que se posiciona bem à esquerda da Assembleia de Deus. Recentemente, Rousseff, com os demais presidentes dos países BRICS (Rússia, Índia, China e África do Sul) criaram um novo banco de desenvolvimento que desafia a supremacia do Banco Mundial, controlado pelos EUA. A criação desse banco enfureceu Washington e Wall Street. (...)
Pesquisas recentes têm apontado avanço de Marina Silva. Evidentemente, essas pesquisas de ‘intenção de voto’ nada têm nem de científicas nem de independentes, e são ferramentas que as agências de inteligência e as empresas comerciais sempre usam para influenciar a opinião pública e gerar “programação preditiva” em populações inteiras. (...)
Marina Silva está sendo apresentada como candidata da “Terceira Via” (chamada, agora, em 2014, “Nova Política”) no Brasil.
“Terceira Via”/”Nova Política” é movimento internacional que tem sido usado por políticos associados a grandes empresas, muitos dos quais financiados por Soros, para infiltrar-se e assumir o controle de partidos historicamente trabalhistas, socialistas e progressistas. Alguns dos nomes mais notáveis da “Terceira Via” são Bill Clinton, Tony Blair, Gerhard Schroeder da Alemanha, Justin Trudeau do Canadá, presidente François Hollande da França, primeiro-ministro francês Manuel Valls, primeiro-ministro Matteo Renzi e ex-primeiro-ministro Romeo Prodi da Itália, José Sócrates de Portugal, Ehud Barak de Israel, e inúmeros nomes do Partido Verde (PV), do Partido Socialista (PSB) e do Partido da Social-Democracia no Brasil (PSDB), dentre os quais Marina Silva, Aécio Neves, o falecido Eduardo Campos e o ex-presidente [e atual NADA] Fernando Henrique Cardoso.
Mas, quando se mostra mais vantajoso do ponto de vista eleitoral assassinar um “Novo Político” para promover o avanço de outro, não parece haver problema algum nessa “Nova Política”, em eliminar alguém como Campos, para fazer avançar político mais populista (e mais controlável), como Marina Silva, sobretudo se estão em jogo interesses de Israel e de Wall Street.
O Cessna no qual viajava e no qual morreu o primeiro-ministro de Portugal Sá Carneiro voava para um comício eleitoral, em campanha de reeleição, no Porto. Esse desastre de avião destruiu as possibilidades futuras de uma Aliança Democrática de esquerda, porque os seguidores de Sá Carneiro que o sucederam não tinham, nem de perto, o carisma do primeiro candidato.
Na sequência, um Mario Soares pró-OTAN e “socialista-só-no-nome” tornou-se primeiro-ministro e empurrou Portugal pela tal “Terceira Via”, subserviente à União Europeia e à globalização. À época da morte de Sá Carneiro, o embaixador dos EUA em Portugal era Frank Carlucci, funcionário da CIA, cujas impressões digitais foram encontradas, em 1961, no assassinato do ex-primeiro-ministro Patrice Lumumba no Congo. No governo Reagan, Carlucci foi nomeado vice-diretor da CIA, Conselheiro de Segurança Nacional e Secretário da Defesa. Carlucci é também presidente emérito do Carlyle Grupo, conhecido pelas ligações com a CIA.
A suspeita morte de Campos no Brasil-2014 parece ser cópia-carbono do assassinato e descarte rápido de Sá Carneiro, com Rousseff como alvo final da ação e Marina Silva e seus financiadores globais como principais beneficiários.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A "democracia" norte-americana para a Síria e Iraque

Exército sírio elimina série de comandantes do Estado Islâmico


Vários comandantes do grupo terrorista Estado Islâmico foram eliminados na sequência de um ataque aéreo do exército do governo sírio, na província de Deir ez-Zor, relatou esta quinta-feira a agência Reuters.

Entre os mortos há vários sírios, naturais de outros países árabes e estrangeiros. De acordo com o centro, as aeronaves sírias atacaram um edifício do Estado Islâmico onde decorria uma reunião dos líderes do grupo.

A televisão síria informou, por sua vez, sobre a eliminação de mais de dez terroristas durante o ataque contra uma área a leste do aeroporto de Deir ez-Zor, incluindo dois líderes do Estado Islâmico, bem como 14 veículos blindados.

Fonte: Voz da Rússia

Equador rejeita retomar relações diplomáticas com Israel


Equador rejeitou, nesta quarta-feira o pedido de um grupo de senadores norte-americanos para que sejam restabelecidas as relações diplomáticas com o regime israelense. O governo de Quito retirou seu embaixador dos territórios ocupados como forma de protesto contra a ofensiva militar na Faixa de Gaza.

"Nosso país não conselho desta natureza, muito menos com uma carga política por trás", disse o chanceler equatoriano, Ricardo Patiño. Segundo ele, “a era do colonialismo acabou, não aceitaremos que ninguém venha nos dizer o que devemos ou não fazer”.
O chanceler considera que a decisão do governo equatoriano de retirar seu embaixador em Israel, Guilhermo Bassante, está correta e reiterou a oposição do país latino-americano em enviá-lo de volta ao território israelense.
As declarações do chanceler ocorreram poucos dias depois de quatro senadores dos EUA escreverem cartas aos presidentes de Peru, Chile, Equador, El Salvador e Brasil para persuadi-los a retomar relações diplomáticas com o regime israelense.
No texto, os senadores Bob Mendéndez, Marco Rubio, Mark Kirk e James Risch, afirmam estar "profundamente decepcionados com a decisão desses estados em retirar seus embaixadores” por conta daquilo que eles chamaram de “ações legítimas" do governo de Israel.
Muitos governos latino-americanos demonstraram sua contrariedade com a ofensiva militar de Israel contra o povo palestino na Faixa de Gaza retirando seus representantes diplomáticos.
Depois de 51 dias de ataques israelenses contra a região pelo menos 2.143 pessoas morreram, sendo a maioria de civis.
O acordo de paz firmado entre palestinos e israelenses, que foi intermediado pelo Egito, inclui o fim parcial do bloqueio imposto na Faixa de Gaza. Dentro de um mês haverá um novo encontro para a discussão de outros assuntos, tais como a reabertura do porto e do aeroporto, a libertação de prisioneiros e o retorno dos corpos dos soldados.

Da redação do Vermelho, com informações da Hispan TV

Irán denuncia ante ONU violación de su espacio aéreo por Israel


La representación de la República Islámica de Irán ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU), denunció el jueves la reciente violación del espacio aéreo del país persa por el régimen israelí, al mismo tiempo que advirtió de las posibles consecuencias de este acto agresivo.

Así expresó el representante adjunto de Irán ante la ONU, Qolam Husein Dehqani, en una carta dirigida al secretario general de ese organismo, Ban Ki-moon; al presidente del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU); al embajador británico, Mark Lyall Grant; y al presidente de la Asamblea General de la ONU, el antiguano, John W.Ashe.
En la misiva, Irán denuncia la violación de su espacio aéreo, el pasado 23 de agosto, por la aeronave teledirigida israelí modelo ‘Hermes’, con la misión de espiar las instalaciones nucleares del país en Natanz, centro.
Tras destacar el derribo de ese aparato por las Fuerzas Armadas, la carta apunta que “este acto, que prosigue las incesantes amenazas del régimen contra Irán, es una clara violación de la integridad territorial y la soberanía nacional de Irán, y contradice los principios del derecho internacional y el contenido de la Carta Magna de la ONU”.
Este acto agresivo del régimen de Tel Aviv, continúa, constituye una amenaza para la paz y la estabilidad de toda la región, así que resulta imprescindible que la comunidad internacional, y en especial el CSNU, condene este hecho de la forma más contundente posible.
Asimismo, la carta recuerda el derecho de la República Islámica de Irán a adoptar cualquier medida defensiva para proteger su territorio; a la vez que avisa de las graves consecuencias de tales actos provocativos para los agresores.
Al final, el representante iraní solicitó a las altas autoridades de las Naciones Unidas que publicara esta carta como un documento del CSNU.
El pasado domingo, el Cuerpo de Guardianes de la Revolución Islámica de Irán (CGRI) emitió un comunicado informando del derribo de un drone espía israelí antes de que llegara a la planta de enriquecimiento de uranio de Natanz.
Según el comandante de la Fuerza Aeroespacial del CGRI, el general de brigada Amir Ali Hayizade, la aeronave derribada era de fabricación israelí modelo ‘Hermes’, con un radio de operación de 800 kilómetros, capaz de volar 1600 kilómetros seguidos.

tas/ybm/nal - HispanTv

Rusia se mofa de las "pruebas" de la OTAN sobre la entrada de tropas rusas en Ucrania


No tiene sentido comentar en detalle las imágenes de satélite presentadas por la OTAN como "prueba" de la presencia militar rusa en Ucrania, dijo el portavoz del Ministerio de Defensa, Ígor Konashénkov.

"Saben, ya no es divertido. Parece que en un futuro próximo el nuevo secretario general de la OTAN tendrá que esforzarse mucho en restablecer la dañada imagen de la alianza como organización internacional con estatus", dijo
"Me gustaría subrayar que si antes bajo imágenes similares al menos alguien ponía sus firmas, el general Breedlove o Rassmusen o, al menos, Lungescu, ahora incluso a ellos les da vergüenza hacerlo", dijo.
"La frase 'La OTAN ha publicado imágenes por satélite de la presencia de tropas rusas en Ucrania' ha llegado a ser en los últimos meses tan común como aquella famosa ' Los científicos británicos han descubierto que…', dijo Konashenkov refiriéndose a un cliché de los medios que a menudo se ridiculiza en Rusia. "A menudo, después de estas palabras va algún nuevo estudio que no tiene ningún sentido práctico", explicó.
Este jueves representantes de EE.UU. en la OTAN publicaron imágenes obtenidas por un satélite civil que, supuestamente, demostraban la presencia de militares rusos en Ucrania. Por su parte, la portavoz de EE.UU., Jen Psaki, declaró que EE.UU. no ha podido confirmar de manera independiente los datos sobre los supuestos mil soldados rusos en Ucrania. Tampoco la ONU ha podido confirmar la información sobre la entrada de tropas rusas en Ucrania, según reconoció el representante del secretario general de la organización, Stéphane Dujarric, citado por la agencia Itar-Tass.

Atualidad RT

Cancillería denuncia secuestro de soldados de la UNDOF por terroristas en el Golán sirio…Naciones Unidas confirma retención de 43 de sus cascos azules por grupo terrorista


Una fuente en la Cancillería siria señaló que grupos terroristas han secuestrado este jueves a 43 soldados de la Fuerza de las Naciones Unidas de Observación de la Separación (UNDOF por sus siglas en inglés) en el Golán sirio ocupado.

“Siria carga a los grupos terroristas y las partes que les apoyan con la plena responsabilidad de la seguridad de los soldados raptados y exige su liberación inmediatamente”, acotó la Cancillería.
La Cancillería denunció que los grupos terroristas habían cometidos anteriormente dos semejantes actos de secuestro contra las fuerzas de la UNDOF.
Naciones Unidas confirma retención de 43 de sus cascos azules por grupo terrorista
Por su parte, Naciones Unidas confirmó que “un grupo armado” retuvo a 43 de sus cascos azules que forman parte de la Fuerza de las Naciones Unidas de Observación de la Separación en los Altos del Golán (UNDOF).
En una nota oficial, la ONU dijo que otros 81 veían impedidos sus movimientos en las áreas que rodean a los poblados de Rwiehineh y Breqa.
“Naciones Unidas está haciendo todos los esfuerzos para garantizar la puesta en libertad de los cascos azules detenidos y restablecer la total libertad de movimientos de la fuerza en su área de operaciones”, aseguró la ONU en una nota oficial.
A su vez el Consejo de Seguridad Internacional condenó enérgicamente la retención de 43 cascos azules y el cerco de otros sitios que están bajo la protección de 81 miembros de las fuerzas de observación de la separación (UNDOF) por grupos terroristas.
El Consejo en una nota exigió la inmediata e incondicional liberación de todos los soldados, llamando al mismo tiempo los países que tiene influencia sobre dichos grupos a participar en el rescate de los mismos.
Lynn A.-Yamil K. - SANA

Rússia adverte EUA sobre um ataque sem permissão na Síria


Rússia alerta norte-americanos sobre a quebra de soberania nacional na Síria.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, alertou os Estados Unidos que um ataque aéreo contra o grupo terrorista Estado Islâmico dentro do território sírio, sem a permissão do governo de Damasco, é uma “flagrante violação” do direito internacional.
“Os americanos anunciam que vão bombardear os terroristas na Síria sem a aprovação (governo sírio), dissemos que esta é uma violação flagrante do direito internacional”, disse Lavrov’.
Segundo ele, os Estados Unidos finalmente admitiu que os terroristas estão na linha de frente da luta contra o governo sírio.
“A luta contra o terrorismo é uma obrigação (…), mas, a fim de isolar os terroristas, EUA tem que coordenar com as autoridades sírias”, disse o ministro das Relações Exteriores russo.
Ele também criticou o duplo padrão que caracteriza a política norte-americana, denunciando que Washington se opôs à entrada dos comboios de ajuda humanitária da Rússia na Ucrânia e afirmando que isso seria uma violação da soberania dos ucranianos.
No entanto, Lavrov acrescentou, os Estados Unidos forneceram vários tipos de apoio a grupos na Síria, sem o consentimento de Damasco, mas isso não é considerado uma violação da soberania do país árabe.
Enquanto algumas autoridades americanas levantaram a possibilidade de realizar um bombardeio nas regiões dominadas pelo Estado Islâmico na Síria, o governo de Damasco alertou que qualquer esforço para combater o terrorismo no território sírio deve ser feito com a sua permissão e consentimento.

Da redação do Vermelho, com informações da Hispan TV

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Balé da Energia 2: Síria, Ucrânia e o Oleogasodutostão


Pepe Escobar, RT -Tradução: Vila Vudu

Assim como Irã, Rússia, EUA e União Europeia estão envolvidos num sofisticado balé nuclear-de-energia, Síria e Ucrânia são também dois vetores chaves nos jogos de energia, com peso suficiente para determinar grande parte do que acontece a seguir no Novo Grande Jogo na Eurásia.

E essas duas guerras, na Síria e na Ucrânia, também são guerras de energia.


O plano master do governo Obama para a Síria era “Assad tem de sair”; a mudança de regime geraria uma entidade da Fraternidade Muçulmana apoiada pelos EUA, e uma perna chave do Oleogasodutostão – o gasoduto Irã-Iraque-Síria, de $10 bilhões – estaria amputada para sempre.
O próprio emir do Qatar em pessoa tomou a estrada de Damasco em 2009 para negociar um gasoduto Qatar-Síria-Turquia. Mas Bashar al-Assad disse que não; explicou que não tinha interesse algum em pôr em risco os negócios de energia entre Síria e Rússia.
Mesmo assim, prosseguiram as conversas e, em 2001, aconteceu um entendimento para um projeto rival Irã-Iraque-Síria. Significa que já aparecia escrito na parede – ou nas tubulações (de aço) que chegariam, mais dia menos dia, ao Mediterrâneo Leste. O gás para consumidores europeus potenciais viria, de fato, do campo Pars Sul, no Irã, contíguo ao campo Cúpula Norte, do Qatar; juntos, os dois campos formam o maior campo de gás de todo o planeta.
Não só para o Qatar e para a Turquia, mas especialmente para a Voz do Patrão, era negócio inaceitável; a política oficial dos EUA de ‘isolar o Irã’ estaria em cacos. Pior: a possibilidade estaria aberta para que a União Europeia em seguida se convertesse em consumidora privilegiada de ambos, Rússia e Irã, dos quais passaria a receber nada menos que 45% de seu suprimento de gás. A plena integração energia/comércio da Eurásia – nesse caso envolvendo grande parte da União Europeia, Rússia e Irã – é anátema absoluto para o Império do Caos.
Eis aí o contexto argumentacional que ‘explica’ o desastre intitulado “Assad tem de sair”; uma guerra DE terror, financiada em grande parte por Qatar e Arábia Saudita, com apoio logístico da Turquia, com Ancara, a CIA e a gangue do CCG (Conselho de Cooperação do Golfo) criando uma ponte aérea ‘secreta’ para armar os chamados jihadistas ‘do bem’, usando para isso aviões cargueiros militares sauditas, qataris e jordanianos, desde 2012.
O mínimo que se pode dizer, é que a volta do chicote no lombo do chicoteador foi espetacular. “Assad tem de sair” deu em nada. E nada menos que o Estado Islâmico (IS), antes conhecido como ISIL, liderado pelo Califa Ibrahim, ergueu a própria cabeçorra. Até as Forças Especiais dos EUA estão embasbacadas ante o poder de luta deles.
O Califato, que engloba partes da Síria e do Iraque está ganhando rios de dinheiro vendendo – ironia mãe de todas as ironias – petróleo e gás a preço de liquidação no mercado negro. São pelo menos $38 milhões de dólares/mês: $8 milhões de um campo de gás capturado na Síria e $30 milhões de, no mínimo, seis campos de petróleo capturados no Iraque.
As Casas de Saud e Thani mostram-se hoje ostensivamente horrorizadas com o Califa e seus degoladores, inclusive os já chamados jihadistas-Beatles. Mas mesmo assim os doadores sauditas e qataris privados, além de outros notáveis do CCG, continuam a fazer chover dinheiro e armas sobre o Califato. O presidente Erdogan na Turquia está hoje também oficialmente horrorizado. Mas a fronteira turco-síria continua escancarada para o ir e vir de todos os jihadistas viajantes.

No pé em que estão as coisas no Oleogasodutostão, a possibilidade de o projeto do gasoduto Qatar-Síria-Turquia decolar é zero. E as coisas não estão mais bem paradas no que tenha a ver com Irã-Iraque-Síria, considerando que dois desses três países estão em guerra civil sem final à vista.

Deem-nos Grad, que a gente frack

No cenário da Ucrânia, o ‘vilão’ é a Rússia, em vez do Irã. E a implicação é muito mais direta sobre interesses dos EUA.

O que realmente interessa no leste da Ucrânia é limpar uma vasta área para o fracking – mediante uma ofensiva com mísseis Grad, o que levou a êxodo em massa de refugiados.

Michael Hudson resumiu muito bem: “Agora, imaginem se aqui nos EUA o presidente Obama e o vice-presidente Biden mandassem tropas para o interior do estado de New York, que se opõe à perfuração para extração de petróleo/gás, e bombardeassem as cidades de Rochester, Buffalo, e se pusessem a bombardear as cidades e a matar todos os que se opõem ao fracking. Pois isso, exatamente, é o que está acontecendo na Ucrânia. E estão fazendo isso com o apoio do Banco Mundial.”

A empresa Royal Dutch Shell é a principal interessada em perfurar/extrair xisto betuminoso no leste da Ucrânia; em janeiro, assinou negócio de $10 bilhões.

E há também a Exxon, além da conexão Burisma Holdings. O governador nomeado de Dnepropetrovsk, cidadão israelense-ucraniano e tenebroso bilionário Igor Kolomoisky – que também mantém sua própria milícia privada –, está na cama com ninguém menos que o vice-presidente dos EUA Joe Biden. O filho de Joe Biden foi contratado como diretor para negócios de petróleo e gás da Burisma Holdings – exatamente a maior empresa de extração/refino de xisto betuminoso [fracking] na Ucrânia.

Além disso tudo, o Parlamento em Kiev aprovou lei que permitirá que investidores dos EUA e da União Europeia participem – em termos de joint venture – de até 49% da propriedade da tubulação enterrada no trecho ucraniano e das instalações subterrâneas de armazenamento de gás.

A conversa dos ‘especialistas’ de Kiev é previsível: a joint venture trará o tão necessário ‘investimento’. E porá na prateleira para sempre o gasoduto Ramo Sul, de 2.446 km, planejado para levar o ouro azul da Gazprom pelo subsolo do Mar Negro e entrar na União Europeia na Bulgária, absolutamente sem passar pela Ucrânia. Tradução: o já periclitante orçamento de Kiev encolherá ainda mais, com a redução nas taxas cobradas pela ‘passagem’ do gás.

A União Europeia importa da Rússia quase 30% do gás de que precisa. Metade disso transita hoje pela Ucrânia. Mas em futuro próximo o gasoduto Ramo Norte, pelo subsolo do Mar Báltico entrará em operação, e o Ramo Sul é praticamente certo, tão logo a confusão na Ucrânia seja resolvida. Contornar a Ucrânia é opção mais firme a cada dia.

Compare-se isso ao sonho molhado de Kiev, inflado por Washington, de vir a ‘controlar’ todo o fluxo de gás da Gazprom para a União Europeia e, além do mais, de controlar todo o comércio em dólares norte-americanos. Mais uma vez, voltamos à política básica do Império do Caos – impedir maior integração econômica/de-energia entre Rússia e União Europeia.

Assim sendo, a prioridade de Washington no curto prazo é sabotar o Ramo Sul; não surpreende que o gasoduto esteja suspenso, com a Comissão Europeia obedecendo caninamente a Voz do Patrão. Mas a obediência nesse caso também significa que, por hora, largas porções da União Europeia permanecem reféns da Ucrânia.

É sob essa luz que se tem de examinar a recente intervenção, pelo vice-ministro do Petróleo do Irã, Ali Mejidi, quando declarou entusiasticamente que o eternamente conturbado Nabucco, a ópera do Oleogasodutostão, se algum dia houve tal coisa, estaria outra vez ‘em cena’.

A ideia do gasoduto Nabucco é levar gás para a União Europeia via Turquia, Bulgária, Romênia, Hungria e Áustria. Sim, mas, gás vindo de onde? O Turcomenistão e o Cazaquistão ficaram, afinal, excluídos. Poderia ser gás do Azerbaijão, mas essa via exige uma fortuna extra em investimentos. A indústria iraquiana não estará, tão cedo, em operação. E o Irã só estará no jogo se se assinar algum acordo nuclear até o final de 2014 e as sanções forem levantas em 2015 (e todos esses “se” são gigantes).

Assim sendo, na Ucrânia, como na Síria, estamos de volta ao começo do jogo, em termos de energia. O país é uma arca de recursos econômicos, que está sendo sugado para dentro do poço do capitalismo de desastre. No fim, é provável que a Gazprom surja como vencedora.

Não está entendendo Síria e Ucrânia? Calma: basta seguir a trilha das guerras da energia.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Sobre a cooperação internacional da Síria no combate ao terrorismo


DECLARAÇÃO DO VICE PRIMEIRO MINISTRO E MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES E EXPATRIADOS DA REPÚBLICA ÁRABE DA SÍRIA

O Vice Primeiro Ministro e Ministro das Relações Exteriores e Expatriados da República Árabe da Síria, Walid Al Moallem, anunciou a disposição da Síria em cooperar e coordenar, em níveis regional e internacional, na área de combate ao terrorismo, em cumprimento à resolução No. 2170 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, no âmbito do respeito à sua soberania, sua unidade e sua segurança territorial. O Ministro assinalou, durante uma coletiva de imprensa realizada na última segunda feira, que esta cooperação deve ocorrer através do Governo sírio, que é o símbolo da soberania nacional, em conformidade com o artigo introdutório da resolução supracitada, que prevê a não permissão da atuação individual contra qualquer país. O Ministro confirmou a disposição da Síria para uma cooperação regional ou internacional, seja ela através de uma aliança internacional ou regional ou até mesmo bilateral com aqueles que a desejarem, desde que sejam honestos e sérios. O Ministro ressaltou que qualquer atuação diferente desta será considerada uma ofensiva. O Ministro destacou, ainda, que os bombardeios aéreos não acabarão com o ISIS e com a Jabhat Al Nusra, pois para que se acabe com eles seria necessário, primeiramente, acabar com as fontes do terrorismo, além do comprometimento dos países vizinhos com o controle de suas fronteiras, a troca de informações sobre a segurança com o Governo sírio e dar um basta ao financiamento, treinamento, armamento, abrigo e tráfico de terroristas através das fronteiras vizinhas, acrescentando que a Síria alertou sobre a gravidade do terrorismo, que representa uma ameaça à segurança e à paz regional e internacional.
O Ministro assinalou que a Síria não observou, até o presente momento, nenhum compromisso sério por parte dos países vizinhos para o cumprimento desta resolução. Quanto ao ocidente, este está convidado a transformar sua visão sobre a realidade do terrorismo na Síria, com ações e não com palavras.
As declarações do Ministro das Relações Exteriores somente vem reforçar a firme posição da Síria no combate ao terrorismo, partindo de sua posição nacional e de sua responsabilidade internacional, considerando que o terrorismo, em suas mais diferentes formas e nomenclaturas, representa uma ameaça à estabilidade, à paz e à segurança internacionais.
A Síria convidou, a mais de trinta anos, para a realização de uma conferência internacional, com o objetivo de criar uma frente internacional contra o terrorismo e chamou a atenção, desde o início dos acontecimentos no país, para a verdade sobre os ataques que a Síria vem enfrentando por parte dos grupos terroristas armados. Os atuais acontecimentos só vem a confirmar a correta e acreditada visão da Síria.
O enfrentamento das ameaças terroristas takfiristas, de modo efetivo, deve ocorrer através do entrelaçamento dos esforços regionais e internacionais. A Síria está disposta a se unir a estes esforços, no âmbito da resolução No. 2170 do Conselho de Segurança, que afirma com veemência a necessidade do respeito à soberania nacional. As análises políticas e midiáticas, especialmente as ocidentais, afirmaram que as estratégias propostas para o combate ao terrorismo na região não terão qualquer valia sem uma coordenação com o Governo sírio, mas os governos ocidentais continuam se recusando a reconhecer este fato.
As potências regionais e internacionais estão convidadas a provar sua seriedade no combate ao terrorismo e a mudar a orientação que vinham adotando para garantir todas as formas de apoio político, financeiro e militar aos grupos terroristas armados. Este apoio carrega consigo a responsabilidade pelo prolongamento da crise na Síria e pela criação de um terreno fértil para o surgimento dos grupos terroristas e se alastramento pelos países da região. Caso não haja mudança nesta orientação, isso significa que estas potências contradizem o direito internacional e violam , de forma flagrante, todas as resoluções relativas ao combate ao terrorismo, sendo a mais recente a resolução No. 2170.

Fonte: Embaixada da República Árabe da Síria no Brasil