quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Putin: o grão-mestre e o ‘ferrolho de ouro’


Dmitry Kalinichenko, Investcafe.ru (trad. ao ing. Kristina Rus) - Vila Vudu

“O que os países BRICS, liderados por Rússia e China, estão fazendo atualmente é alterar realmente o papel e o status do dólar norte-americano no Sistema Monetário Global. De meio de pagamento derradeiro-essencial, e de derradeiro-essencial ativo para acumulação, a moeda nacional dos EUA, por ação conjunta de Moscou e Pequim, está convertida em simples meio de pagamento intermediário. Sua serventia é ‘fazer a ponte’, até ser trocado pelo derradeiro-essencial ativo financeiro: o ouro. É assim que o dólar norte-americano perde seu papel de derradeiro-essencial meio de pagamento e derradeiro-essencial ativo para acumulação – e cede o trono a outro ativo monetário reverenciado, sem pátria ou nação ou aliados ou inimigos: o ouro.”

As acusações mais frequentes que o ocidente tem feito contra Putin têm a ver com ele ter prestado serviços à KGB. Portanto, é pessoa sanguinária e imoral. Tudo é culpa de Putin. Mas ninguém até hoje o declarou burro [como Kerry] ou doido [como o senador McCain].
Tudo que dizem contra o homem só faz enfatizar sua capacidade para pensar analiticamente e com objetividade, e para tomar decisões políticas e econômicas claras e equilibradas.
Seguidamente, a imprensa-empresa ocidental compara a capacidade do presidente Putin à habilidade dos grão-mestres, capazes de jogar várias partidas simultâneas de xadrez em público. Desenvolvimentos recentes na economia dos EUA e do ocidente em geral permitem-nos concluir que nesse ponto, ao avaliar esses específicos traços da personalidade de Putin, a imprensa-empresa ocidental, finalmente, está absolutamente certa.
Por mais que Fox News e CNN, hoje, só façam repetir elogios aos sucessos econômicos do ocidente, a economia ocidental, levando à frente os EUA, está completamente presa na armadilha que Putin montou para ela, e ninguém no ocidente sabe como sair dessa arapuca. Quanto mais o ocidente esperneia tentando escapar, mais o ocidente se enreda na armadilha.
Qual é o destino realmente trágico no qual estão enredados o ocidente e os EUA? E por que a imprensa-empresa ocidental e os ‘especialistas’ ocidentais midiáticos no campo da Economia mantêm o mais impenetrável silêncio sobre a coisa toda? Tentemos compreender no contexto da economia a essência dos eventos econômicos em curso, deixando de lado os fatores de moralismo, ética e geopolítica.
Depois de dar-se conta do fracasso de suas ações na Ucrânia, o ocidente, comandado pelos EUA, decidiu destruir a economia russa, fazendo desabar os preços do petróleo e também do gás, sabidamente itens principais de entradas no orçamento de exportações e fonte de recursos para recompor as reservas russas de ouro.
Deve-se observar que o principal fracasso do ocidente na Ucrânia não é nem militar nem político, mas, isso sim, não ter conseguido de Putin que ele aceitasse financiar o projeto ocidental da Ucrânia, à custa do orçamento da Federação Russa. E essa decisão de Putin tornou inviável o projeto ocidental no futuro próximo e inevitável.
De outra vez, sob o governo do presidente Reagan, esse tipo de movimento, de o ocidente baixar os preços do petróleo, teve ‘sucesso’ e levou ao colapso da URSS. Mas a história não se repete sempre, e nunca do mesmo modo. Dessa vez, as coisas estão diferentes para o ocidente. A resposta de Putin ao ocidente parece mistura de xadrez com judô – quando você usa contra o inimigo a força que o inimigo usa contra você, com mínimo desgaste da força e dos recursos de quem se defenda. As reais políticas de Putin não são objeto de interesse da imprensa-empresa. Por isso, Putin pode manter-se sempre mais focado na eficiência, que em obter efeitos de impacto instantâneo e passageiro.


Poucos são os que compreendem o que Putin está fazendo nesse momento. E quase ninguém compreende o que ele fará na sequência.
Não importa o quanto pareça estranho, fato é que, hoje, a Rússia só está vendendo petróleo e gás a quem aceite pagar em ouro físico.
Putin não está espalhando a notícias aos quatro cantos do mundo. E, claro, ainda aceita dólares norte-americanos como meio de pagamento intermediário. Mas imediatamente converte todos os dólares que receba da venda de petróleo e gás, em ouro físico.
Para compreender, basta observar a dinâmica do crescimento das reservas russas em ouro, e comparar esse dado com o que a Federação Russa recebe da venda de petróleo e gás no mesmo período.
Além do mais, no 3º trimestre, as compras russas de ouro físico alcançaram o ponto máximo histórico, níveis recorde. No 3º trimestre desse ano, a Rússia comprou a incrível quantidade de 55 toneladas de ouro. É mais que todo o ouro que há em todos os bancos centrais de todos os países (segundo dados oficiais) somados.
No total, os bancos centrais de todos os países do mundo compraram 93 toneladas de ouro no 3º trimestre de 2014. Foi o 15º trimestre consecutivo de compras líquidas de ouro, pelos bancos centrais. Das 93 toneladas de ouro que os bancos centrais de todo o mundo compraram nesse período, a ‘fatia’ russa é de 55 toneladas (Gráfico 2)
Não faz muito tempo, cientistas britânicos já haviam chegado a uma conclusão, que foi publicada no relatório U.S. Geological. A saber: a Europa não conseguirá sobreviver sem a energia que compra da Rússia. Traduzido para qualquer idioma do mundo, significa: “O mundo não conseguirá sobreviver, se o petróleo e o gás russos forem excluídos da massa global de oferta de energia”.
Implica pois que o mundo ocidental, construído sobre a hegemonia do petrodólar, está em situação catastrófica. Não sabe sobreviver sem o petróleo e o gás que recebe da Rússia, e agora a Rússia só se interessa por vender petróleo e gás ao ocidente em troca de ouro físico. O ‘truque’, na jogada de Putin, é que o mecanismo para a venda de energia ao ocidente em troca de ouro funciona sempre, mesmo quando, como agora, o ocidente pague pelo gás e petróleo russos com o seu dólar artificialmente desvalorizado.
Porque a Rússia, tendo fluxo regular de dólares da venda de petróleo e gás, em todos os casos, sempre, pode converter os dólares em ouro aos preços atuais, que o ocidente oferece a preços deprimidos. Quer dizer, com o preço do ouro, que foi artificial e meticulosamente rebaixado várias vezes pelo Fed e pelo Fundo de Estabilização do Câmbio, departamento especial do governo dos EUA (Exchange Stabilization Fund, ESF), contra o poder de compra artificialmente inflado do dólar mediante a manipulação dos mercados.
Fato relevante: Desde 2012, a manipulação dos preços do ouro para baixo, pelo Fundo de Estabilização do Câmbio, departamento especial do governo dos EUA – com o objetivo de estabilizar o dólar –, foi convertida em lei nos EUA.
No mundo financeiro aceita-se como dado indiscutível que o ouro é um antidólar.
Em 1971, o presidente Nixon dos EUA fechou a ‘janela ouro’, pondo fim ao livre câmbio de dólares por ouro, garantido pelos EUA em 1944 em Bretton Woods.
Em 2014, o presidente Putin da Rússia reabriu a ‘janela ouro’ – sem pedir licença a Washington.
Atualmente, o ocidente consome muito de seus esforços e recursos para manter deprimidos os preços do ouro e do petróleo. Por um lado, para distorcer a realidade econômica a favor do dólar norte-americano; por outro lado, para destruir a economia russa, que se recusa a fazer o papel de vassalo obediente do Ocidente.
Hoje, ativos como ouro e petróleo parecem proporcionalmente enfraquecidos e excessivamente desvalorizados contra o dólar norte-americano. É efeito do enorme esforço econômico que o ocidente está fazendo.
E agora Putin vende recursos energéticos russos em troca desses dólares artificialmente inflados por esforços do ocidente. Com os dólares inflados, ele imediatamente compra ouro, artificialmente desvalorizado em relação ao dólar dos EUA... por empenho do próprio ocidente!
Há mais um elemento interessante no jogo de Putin. É o urânio russo. 1/6 de todas as lâmpadas que há nos EUA dependem do suprimento russo de urânio. Que a Rússia vende aos EUA em troca de dólares, é claro.
Em troca do óleo, do gás e do urânio russos, o ocidente paga à Rússia em dólares, moeda cujo poder de compra está artificialmente inflado contra o petróleo e o ouro, por efeito de esforços do ocidente. Mas Putin usa os mesmos dólares para tirar ouro do ocidente, pelo preço em dólares norte-americanos que o próprio ocidente baixou tanto!
Assim, nessa dança e contradança brilhantes, Putin põe o ocidente, com os EUA à frente, na posição da cobra que furiosamente, agressivamente e aplicadamente vai devorando o próprio rabo.
A ideia dessa armadilha econômica para ‘segurar’ o ocidente pode, muito provavelmente, ter saído da cabeça do próprio Putin. Mais provavelmente, foi ideia do Dr. Sergey Glazyev, Conselheiro da presidência russa para Questões Econômicas. Se não por isso, por que Glazyev, burocrata sem envolvimento no mundo comercial-empresarial, foi incluído, com vários empresários russos, na lista das sanções de Washington? E a ideia do economista foi brilhantemente aplicada por Putin, completamente apoiada por seu colega chinês – XI Jinping.
Particularmente interessante, nesse contexto, é a declaração feita em novembro, pela primeira vice-presidente do Banco Central da Rússia (BCR), Ksenia Yudaeva, que disse que BCR pode usar o ouro das reservas para pagar por importações, sendo necessário. Claro que, no que tenha a ver com as sanções, a declaração visa aos países BRICS, em primeiro lugar à China. Para a Rússia, a disposição dos russos de servir-se do ouro ocidental para pagar por importações, é altamente conveniente. Eis por quê:
– Recentemente, a China anunciou que deixaria de ampliar suas reservas em ativos denominados em dólares norte-americanos. Considerando o crescente déficit comercial entre EUA e China (a diferença hoje é cinco vezes, favorável à China), essa declaração, traduzida do idioma financeiro, significa: “A China parou de aceitar dólares em pagamento pelo que exporta”.
A imprensa-empresa mundial escolhe não noticiar esse que é o mais importante ‘evento’ de toda a história monetária recente. A questão não é que a China literalmente se recuse a vender seus produtos para receber em dólares norte-americanos. É claro que a China continuará a aceitar dólares norte-americanos como pagamento ‘intermediário’ por seus bens. Mas, recebidos os dólares, a China imediatamente cuidará de livrar-se deles e de substituí-lo por algo com mais ‘substância’ nas suas reservas ouro e moedas.
Se não se assume tudo isso, não há como compreender as recentes declarações das autoridades monetárias chinesas: “Estamos detendo o crescimento de nossas reservas ouro e monetárias denominadas em dólares norte-americanos”. Significa que a China não mais comprará bônus do Tesouro dos EUA em troca de dólares armazenados do comércio com outros países, como fazia.
A China substituirá todos os dólares que receberá pelos bens vendidos, não aos EUA, mas ao mundo todo, com algo que não é denominado em dólares norte-americanos. A pergunta seguinte é interessante: com o que a China substituirá todos os dólares de seus negócios? Com que moeda, com que tipo de ativo? Análises da atual política monetária chinesa mostram que muito provavelmente os dólares que venham do comércio, ou parte considerável deles, a China os substituirá em silêncio – de fato, já estão sendo substituídos – por Ouro.
Nesse aspecto, a parceria solitária de russos e chineses é extremamente bem-sucedida para Moscou e para Pequim. A Rússia compra bens da China pelos quais paga diretamente em ouro, aos preços atuais. E a China compra recursos energéticos russos pelos quais paga diretamente em ouro, aos preços atuais. Nesse festival de celebração da vida entre russos e chineses, há espaço para tudo: bens chineses, recursos energéticos russos e ouro – como meio de pagamento nas duas direções. O dólar norte-americano é a única moeda que não tem lugar nesse festival de celebração da vida e da paz.
De fato, não é surpresa. Afinal, o dólar norte-americano não é nem produto chinês, nem recurso energético russo. Não passa de instrumento financeiro intermediário de quitação – e intermediário desnecessário.
Todos os intermediários desnecessários sempre serão, como sempre foram, excluídos de qualquer interação entre parceiros comerciais independentes.
Deve-se observar à parte que o mercado global para ouro físico é extremamente restrito, se comparado ao mercado mundial para petróleo físico. E o mercado para ouro físico é microscópico, comparado à totalidade dos mercados mundiais para entregas físicas de petróleo, gás, urânio e bens manufaturados.
Repete-se sempre a expressão “ouro físico”, porque, no pagamento em vendas de recursos de energia, a Rússia não recebe recursos energéticos ‘de papel’. A Rússia está extraindo ouro do oriente, sempre em sua forma física, não na forma ‘papel’. É o que a China obtém, ao receber do ocidente o ouro ‘físico’ desvalorizado, como pagamento por entrega física de produtos reais ao ocidente.
As esperanças do ocidente, de que China e Rússia aceitariam, para pagamento por bens e recursos energéticos, as chamadas moedas-merda, ‘merda-coin’ [orig. shitcoin] ou o chamado “papel-ouro” de vários tipos, não se realizaram. À Rússia e à China só interessa o ouro, e como metal físico, como meio final de pagamento.


PARA REFERÊNCIA: O turnover do mercado de papel ouro, só de ouro futuro, é estimado em $360 bilhões/mês. Mas a entrega de ouro físico é de apenas $280 milhões/mês. A proporção entre papel-ouro e ouro físico é de 1.000:1.
Ao servir-se do mecanismo de retirar ativamente do mercado, um ativo financeiro artificialmente desvalorizado pelo ocidente (ouro), em troca de outro ativo financeiro, mas artificialmente sobrevalorizado pelo ocidente (o dólar norte-americano), Putin iniciou a contagem regressiva que leva ao fim da hegemonia mundial do petrodólar. E Putin empurrou o ocidente para um impasse, porque não há nenhuma perspectiva econômica positiva.
O ocidente pode consumir quantos esforços e recursos deseje para engordar artificialmente o poder de compra do dólar, baixar os preços do petróleo e baixar artificialmente o poder de compra do dólar. O problema, para o ocidente, é que os estoques de ouro físico que hoje estão no ocidente não são ilimitados. Assim sendo, quanto mais o ocidente desvalorize o petróleo e o ouro em relação ao dólar norte-americano, mais depressa o ocidente perde, porque desvaloriza o ouro que guarda em suas reservas finitas.
Nessa jogada brilhante de combinação econômica que Putin ativou, o ouro físico que sai das reservas ocidentais está rapidamente fluindo para Rússia, China, Brasil, Cazaquistão e Índia, os países BRICS. Ao ritmo atual de redução de reservas de ouro físico, o ocidente simplesmente não tem tempo para fazer qualquer coisa contra a Rússia de Putin, antes do desabamento e colapso de todo o mundo do petrodólar ocidental. No xadrez contra o relógio, a situação em que Putin meteu o ocidente – com os EUA à frente – chama-se “falta de tempo”, em alemão Zeitnot.
O mundo ocidental jamais antes assistiu aos eventos e fenômenos econômicos aos quais assistem hoje. A URSS vendeu ouro rapidamente quando os preços do petróleo desceram. A Rússia rapidamente compra ouro quando os preços do petróleo descem. Implica que a Rússia impõe hoje ameaça real contra o modelo norte-americano de dominação mundial pelo petrodólar.
O princípio chave do modelo do petrodólar mundial é permitir que os países ocidentais liderados pelos EUA vivessem à custa do sangue, do trabalho e dos recursos de outros países e povos, a partir do papel que tem a moeda norte-americana, dominante no sistema monetário global (SMG). O papel do dólar norte-americano no SMG é que é (ou foi) o meio derradeiro de pagamento. Significa que a moeda nacional dos EUA, na estrutura do SMG, é (ou foi) o derradeiro ativo para acumulação, que não faria jamais sentido cambiar por qualquer outro ativo.
O que os países BRICS, liderados por Rússia e China, estão fazendo atualmente é alterar realmente o papel e o status do dólar norte-americano no Sistema Monetário Global. De meio de pagamento derradeiro-essencial, e de derradeiro-essencial ativo para acumulação, a moeda nacional dos EUA, por ação conjunta de Moscou e Pequim, está convertida em nada além de meio de pagamento intermediário. Sua serventia é ‘fazer a ponte’, até ser trocado pelo derradeiro-essencial ativo financeiro: o ouro. É assim que o dólar norte-americano perde seu papel de derradeiro-essencial meio de pagamento e derradeiro-essencial ativo para acumulação – e cede o trono a outro ativo monetário reverenciado, sem pátria ou nação ou aliados ou inimigos: o ouro.
Tradicionalmente, o ocidente sempre usou dois métodos para eliminar qualquer ameaça contra a hegemonia do modelo do petrodólar no mundo e todos os descabidos privilégios para o ocidente. Um desses métodos: as revoluções ‘coloridas’. O segundo método, comumente aplicado pelo ocidente quando falha o primeiro: agressão militar e bombardeio.
Mas no caso da Rússia esses dois métodos são ou impossíveis ou inaceitáveis no ocidente.
Porque, em primeiro lugar, a população da Rússia, diferente de muitos outros povos, não deseja trocar a própria independência e o futuro dos próprios filhos, pelos sanduichões apodrecidos que o ocidente chama de comida. Vê-se bem claro, pelos índices de aprovação de Putin, que as grandes agências ocidentais não se cansam de ‘pesquisar’ e, depois, têm de publicar.
A descoberta de que Alexei Navalny mantém relações estreitíssimas com o Senador McCain e com Washington derrubou toda a credibilidade que tivesse. A notícia do relacionamento entre eles foi assunto de noticiário.
Na sequência, 98% da população russa passou a ver Navalny [vive de denunciar ‘corrupções’, até agora sem qualquer prova contra Putin, e chegou a ser uma espécie de Aécim russo – embora mais rico, muito mais bonito e muuumuuuuuuuuuuito mais macho que o minerin (NTs)], apenas como sabujo, fantoche e vassalo de Washington e traidor dos interesses nacionais dos russos. E os ‘especialistas’ ocidentais que ainda não enlouqueceram totalmente sabem perfeitamente que ‘revolução colorida’ nunca funcionará no caso da Rússia.


Quanto ao segundo modo tradicional ocidental, da agressão militar direta, evidentemente Rússia não é Iugoslávia, nem Iraque nem Líbia. Em qualquer operação militar não nuclear contra a Rússia, em território russo, o ocidente, com os EUA à frente, estão condenados ao mais fragoroso desastre. E os generais do Pentágono, que são os comandantes de fato das forças da OTAN, já sabem disso.
Ataque nuclear à Rússia também é sem esperanças, inclusive o chamado “ataque nuclear preventivo para desarme”. A OTAN é simplesmente incapaz, em termos técnicos, de lançar qualquer ataque que desarmasse completamente todo o potencial nuclear da Rússia em suas diferentes manifestações. Um ataque massivo nuclear de retaliação contra inimigo ou pool de inimigos atacantes é absolutamente incontornável, se a Rússia for atacada. E a capacidade nuclear total dos russos é suficiente para que os sobreviventes invejem a sorte dos mortos.
Assim se esclarece suficientemente que atacar com armamento nuclear um país como a Rússia não é solução a ser considerada, para resolver o ‘problema’ do colapso do mundo do petrodólar. No melhor dos casos, seria um último acorde no funeral do petrodólar. No pior dos casos, um inverno atômico, o fim da vida no planeta Terra, que ficará entregue a bactérias alteradas pela radiação.
O establishment econômico ocidental sabe e compreende a essência da situação, gravíssima e sem saída, em que o ocidente acabou preso, na armadilha com ferrolho de ouro que Putin urdiu. Afinal de contas, desde os acordos de Bretton Woods todos conhecemos a regra fundamental: “Quem tem mais ouro fixa a regra fundamental.” Mas ninguém, no ocidente, fala sobre a coisa. Não porque o ocidente não saiba onde está metido. Mas porque ninguém no ocidente sabe como o ocidente se safará, se safar-se.
Se se explicar ao público ocidental todos os detalhes do desastre econômico que se aproxima, o povo perguntará aos apoiadores do mundo do petrodólar a mais terrível das perguntas, que se pode formular mais ou menos assim:
– E por quanto tempo o ocidente consegue continuar a comprar petróleo e gás da Rússia e pagar com ouro físico?
E o que acontecerá ao petrodólar norte-americano depois que acabar o ouro físico no ocidente para pagar pelo petróleo, pelo gás e pelo urânio russos, além de outros produtos russos?
Ninguém no ocidente hoje sabe responder essas duas perguntas aparentemente simplíssimas. O nome técnico é xeque-mate, senhoras e senhores. Fim de jogo. A brincadeira acabou.

França não previu atual situação na Líbia, diz ministro de Defesa


A França superestimou em 2011 a capacidade das forças líbias para garantir a transição política após a derrubada de Muamar Kadafi, opinou nesta terça-feira (16) o ministro de Defesa, Jean-Yves Le Drian.

Le Drian reconheceu dessa maneira a desordem existente no país, em que centenas de milícias rivais disputam o controle de bairros e cidades, afirmam meios de comunicação.
O ministro francês opinou que a mediação da comunidade internacional para solucionar o imprevisto não deve ir em direção a uma nova intervenção estrangeira neste país.
O funcionário público assiste no Senegal a um foro sobre paz e segurança na África, onde o governo francês deu as costas ao gerenciamento do espanhol Bernardino León, a cargo da missão do enviado especial das Nações Unidas para Líbia.
No contexto do foro, Le Drian revelou uma proposta do Palácio do Eliseu para criar um escritório de ligação que coordene a luta de Camarões, Nigéria, Níger e Tchade contra a milícia Boko Haram.
"É apoio organizativo, de comando, o que Paris oferece a essas quatro nações, através da criação de um escritório de ligação em N'Djamena", sublinhou.
França e Reino Unido lideraram há três anos uma questionada operação militar na Líbia, conduzida por meio da Organização do Tratado do Atlântico Norte, Otan, que culminou com o assassinato do líder líbio Muamar Kadafi, lembram os meios de comunicação.

Prensa Latina


SARKOZY, O CRIMINOSO, TRAIU A LÍBIA

Acusado de financiar a campanha presidencial de Sarkozy em 2007 com € 50 milhões o líder líbio Muamar Kadafi foi traído por Nicolás Sarkozy.
Diversos políticos da época mas também depois de seu martírio, do Conselho Nacional de Transição da Líbia até um embaixador francês, passando pelo filho de Kadafi, afirmam que Sarkozy recebeu dinheiro de Kadafi para se eleger presidente da França em 2007, com o compromisso de acabar com a política de boicote dos EUA contra a Líbia que perdurava por decadas.
Naquela campanha, Sarkozy declarou € 20 milhões em gastos. A Justiça francesa sabe que ele recebeu mesmo os € 50 milhões da Líbia. Há quem afirme que ele recebeu pagamentos desse país até 2009.
Tudo começou com uma investigação jornalística iniciada em julho de 2011 no jornal digital Mediapart. Em março e abril de 2012 o veículo publicou vários documentos em árabe de ex-dirigentes líbios na clandestinidade.
De dezembro de 2006, um documento afirmava que existia um “princípio de acordo” para ajudar Sarkozy em sua carreira até o Elíseo.
O dossier levava a assinatura de Musa Kusa, que ficou 15 anos à frente dos serviços de inteligência líbios. Sarkozy ficou possesso e tentou censurar o jornal e os jornalistas.
Um memorando confidencial intitulado “Condições de financiação de campanha de NS” detalha uma reunião em outubro de 2005 em que teriam participado altos funcionários do serviço secreto líbio como o Abdalá Sausi; o presidente dos Fundos Líbios de Investimentos Africanos, Bachir Saleh, e, por parte da equipe de Sarkozy: Brice Hortefeux ('BH' nos papeis ) e Ziad Takieddine.
Hortefeux foi ministro do Interior de Sarkozy e sempre negou ter ido a essa reunião. Takieddine é um empresário que introduziu Sarkozy na Líbia.
O político francês manteve, como vários outros líderes europeus, uma ambígua posição em relação a Kadafi. Ia às festas nacionais do país e depois apoiou o bombardeio do país para derrubá-lo.
O filho de Kadaf, Saif el Islam, disse em 2011 ter os dados de políticos franceses que receberam muito dinheiro dos líbios.
A França, por ordem de Sarkozy, foi o primeiro país a bombardear a Líbia em 2011, dando início a uma sangrenta guerra de ocupação liderada pelos EUA e apoiada por governos fantoches do imperialismo e do sionismo. O resultado é hoje um país dividido, fragmentado, enquanto militares norte-americanos e franceses roubam petróleo líbio com a desculpa de "pagar despesas de guerra".


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/dinheiro-de-kadafi-assombra-sarkozy-13170611.html#ixzz3M9RNju28

Reunião de presidentes do Mercosul acontece hoje na Argentina


A presidenta argentina, Cristina Fernández, inaugura nesta quarta-feira (17), a 47ª edição da Cúpula do Mercado Comum do Sul, que busca fortalecer seus mecanismos integradores e abrir-se mais ao mundo por meio de acordos com outros blocos regionais.

O encontro ocorre em um momento de renovação política e de dificuldades econômicas, em que o comércio entre os cinco membros registrou queda de 20%, mas os governos vão reafirmar o compromisso com a integração regional.
Ao chegar na terça (16) à noite na cidade de Paraná, na província de Entre Rios, a mandatária destacou a realização da Cúpula como acontecimento magno e recordou que passará a presidência rotativa do bloco à chefe de Estado brasileira, Dilma Rousseff.
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro , ao chegar a Paraná disse que não se deve “deixar passar estes tempos de ouro que a região vive, tempo que nos podem levar a uma nova história para nossos povos”. O chanceler venezuelano, Rafael Ramírez, propôs que a Declaração Final da Cúpula repudie as sanções comerciais contra seu país aprovadas pelo Senado norte-americano.
Na segunda-feira se realizaram dois encontros – o de chanceleres, que ultimou a declaração final da reunião, e o do Conselho do Mercosul, no qual participaram os ministros da área econômica dos países membros.
A Argentina também preparou uma cartilha para o cidadão comum, explicando o que é preciso fazer para circular livremente pelo bloco econômico, conseguir trabalho, produzir e comercializar sem enfrentar travas.
Apesar dos avanços, ainda falta muito para que, por exemplo, um brasileiro que estudou na Argentina consiga validar facilmente seu diploma no Brasil, ou possa exercer a profissão em todo o Mercosul.
Em coletiva à imprensa, o chanceler argentino, Hector Timerman, afirmou que o Mercosul talvez seja o caso mais exitoso de relacionamento regional e que os críticos do bloco na verdade condenam a união dos povos.
Ele defendeu a incorporação plena da Bolívia como membro pleno do Mercosul, o que em sua opinião, dotará o bloco "de uma força ainda maior do que a que tem”. A entrada da Bolívia no Mercosul enfrenta a resistência do Paraguai. Os governos dos outros países do Mercosul aprovaram o ingresso da Bolívia, quando o Paraguai estava suspenso do bloco - por causa do golpe contra o ex-presidente Fernando Lugo. Agora, o Paraguai quer renegociar os termos de adesão e as delegações diplomáticas estão buscando uma fórmula de consenso.
Se todos os governos estiverem de acordo, falta ainda a ratificação parlamentar. Os congressos da Argentina, do Uruguai e da Venezuela já votaram a favor. O Congresso brasileiro ainda não examinou a questão. Mas o principal será conseguir o apoio do Paraguai.
Uma das medidas de integração a adotar na reunião vai a ser a criação da placa do Mercosul, que todos os veículos novos do Brasil serão obrigados a usar a partir de janeiro de 2016. Também está na agenda de debates a criação do passaporte comum para os cidadãos dos países do Mercosul.
A Cúpula do Mercosul examinará o campo que pode ser aberto aos países do bloco com um potencial convênio comercial com a União Econômica Euro-asiática da qual participam a Rússia, Belarus e o Cazaquistão.

Do Portal Vermelho, com agências

La UE ordenó eliminar Hamás de la lista negra del terrorismo


La UE ha anunciado que Hamás no es una organización terrorista, ya que el tribunal de la Unión ordenó eliminarla de la lista negra de terrorismo.

El Tribunal ha aceptado la apelación de Hamás para ser eliminado de la lista de terroristas de la UE. La organización esgrime falta de pruebas que demuestren que sus acciones deban ser consideradas como terrorismo.

El grupo islámico palestino será eliminado de la lista negra del terrorismo después de 13 años. La inclusión en 2001 de Hamás en la lista no se basó en juicios legales, sino en "imputaciones derivadas de la prensa e Internet", declara el Tribunal General de la Unión Europea en un comunicado.

HispanTv

¿Y las mujeres sospechosas de terrorismo torturadas por la CIA?


Un nuevo informe pone en evidencia la falta de información sobre las mujeres sospechosas de terrorismo en el informe de las torturas de la Agencia Central de Inteligencia de Estados Unidos (CIA, por sus siglas en inglés).

La “omisión de las mujeres” en el informe del Senado de EE.UU. sobre las torturas de CIA, se considera una “decisión calculada”, dice el martes el informe de la revista American journal of international relations Foreign Affairs, citada por el canal de noticias ‘PressTV’
“Sabemos por las fotos tomadas en la prisión de Abu Gharib en Bagdad, capital iraquí, que las mujeres también sufrieron tortura, aunque es posible que el informe haga una lectura selectiva de los documentos revisados por la CIA”, añade.
Aparentemente, el número de mujeres torturadas por la CIA, resalta la revista, fue menor que el de los hombres, pero “nosotros sabemos que hubo mujeres sospechosas bajo la custodia estadounidense”, afirmó.
La revista añade como explicación que, pese a la dificultad de probar la participación directa de EE.UU. en la tortura de mujeres, cualquier reconocimiento de su existencia por parte del Gobierno de Estados Unidos causaría daños irreparables a su imagen a nivel mundial.
Estas revelaciones se producen después de que una Comisión del Senado de EE.UU. emitiera el pasado martes un informe sobre las torturas e interrogatorios inhumanos practicados por los agentes de la Agencia Central de Inteligencia (CIA, por sus siglas en inglés) de EE.UU. contra los sospechosos de terrorismo.

alg/nii/ HispanTv

União Europeia pede ajuda do Irã e da Rússia para resolver a crise na Síria


Hispan TV - Tradução: Valter Xéu

A chefe da política externa da União Europeia (UE), Federica Mogherini disse que o interesse mais amplo da comunidade europeia será envolver o Irã e a Rússia, dois grandes atores regionais, para derrotar o grupo terrorista EIIL e resolver a crise na Síria.

"Vamos trabalhar com todos os países que podem participar na resolução da crise síria, em particular com os principais países do Golfo Pérsico, Irã e Rússia", afirmou nesta segunda-feira a diplomata italiana depois de participar de uma reunião ministerial da União Europeia em Bruxelas capital belga.
A chefe da diplomacia da UE falou da importância do papel do Irã nos conflitos da região, considerando-o como um ator regional chave com a qual se necessita colaborar.
A diplomata afirmou que o bloco europeu vai trabalhar também junto a Rússia sobre a questão síria, deixando claro que todos os países que formam a União Europeia concordam em mudar sua posição sobre estes atores-chave na região.
Nos últimos meses, os membros da UE têm buscado a união para resolver a crise que assola Síria há mais de três anos atrás.
Mogherini disse que os membros do bloco europeu apoiam os esforços do enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Síria, Staffan De Mistura, para chegar a um cessar-fogo entre as tropas do Exército e militantes apoiados por países estrangeiros na cidade de Aleppo.
A iniciativa lançada no último 30 de outubro por De Mistura tem como objetivo promover o campo para facilitar a distribuição de ajuda humanitária na segunda maior cidade da Síria.
O país árabe, esta imerso em uma profunda crise desde março de 2011, devido à violência que desencadearam os grupos terroristas que contam com o apoio de potências ocidentais e países da região que fornecem treinamentos e armas de apoio a grupos extremistas, a fim de derrubar o governo sírio.

Aviões dos Estados Unidos entregam carregamento de armas aos terroristas do EIIL


Do Hispan TV - Tradução: Valter Xéu

EUA forneceram armas para o grupo terrorista EIIL, na cidade iraquiana de Tal Afar, a oeste da capital da província de Nínive, Mosul, que se tornou desde junho último reduto do grupo terrorista, de acordo com um parlamentar árabe.

Três aeronaves US transportando armas avançadas, roupas e alimentos para EIIL, desembarcaram no aeroporto de Tal Afar, relatou neste domingo (14) Nahla Al-Hababi, o representante da província de Nínive no parlamento iraquiano.
Al- Hababi, sem especificar datas exatas, explicou que os desembarques ocorreram em três ocasiões separadas e forneceram aos terroristas uma grande quantidade de armas, que seria suficiente para armar um grande exército.
O parlamentar iraquiano observou que uniformes militares entregues aos membros do Estado Islâmico são muito semelhantes aos usados ​​por peshmerga (forças curdas iraquianas) e, possivelmente, será usadas em ataques contra estes combatentes.
Mais cedo, o presidente da Comissão de Segurança e Defesa do Parlamento iraquiano, Hakem al-Zameli, teve revelou aterrisagem de aviões dos EUA no aeroporto de Tal Afar para fornecer armas para EIIL.
Um vídeo divulgado no dia 21 de outubro mostrou que os membros EIIL assumiram algumas das armas e equipamentos médicos lançadas por aviões norte-americanos. UU. Que seria destinada para as forças curdas que defendem a cidade síria de fronteira Kobani com a Turquia.
Os analistas políticos questionam os verdadeiros objetivos da nova intervenção militar dos EUA no Oriente Médio sob o pretexto de combater o Estado Islâmico, um grupo extremista que de acordo com vários documentos foi criado inicialmente apoiado por Washington e seus aliados ocidentais e regionais.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Assessor de Putin: “O Mossad treina os terroristas do ISIS”


Alexander Prokhanov, analista em assuntos políticos e assessor do presidente russo, Vladimir Putin, acusou o serviço de inteligência israelense, o Mossad, de treinar os terroristas do grupo takfirí EIIL/ISIS (Daesh, em árabe).

“Assessores do exército israelense poderiam estar dando assistência aos terroristas takfiríes”, declarou Prokhanov durante uma entrevista concedida neste domingo ao canal de noticias PressTV.
Também, contemplou a possibilidade de que o Mossad tenha transferido parte de sua experiência em assuntos de espionagem a liderança de Daesh.
Ao mesmo tempo, Prokhanov assegurou que o EIIL/ISIS é um instrumento a disposição dos Estados Unidos para justificar suas intervenções no Oriente Médio.
“ISIS é um instrumento nas mãos dos Estados Unidos. Eles dizem aos europeus que se nós [os norteamericanos] não intervirmos, o ISIS lhes causará danos”, explicou.
Afirmou que os principais objetivos do Daesh/ISIS são o Irã e Rússia. “Eles lançaram seu primeiro ataque terrorista no território russo há 3 dias na Chechênia”, assinalou.
ISIS, com milhares de integrantes europeus, estadunidenses e regionais, está cometendo diversos crimes contra a humanidade tanto na Síria como no Iraque, entre eles execuções sumárias e sequestros em massa.
O ex-analista da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, por suas siglas em inglês) Edward Snowden revelou recentemente que o ISIS foi criado mediante um trabalho conjunto dos serviços de Inteligência dos Estados Unidos, o Reino Unido e o regime de Israel.
Em seu livro de memórias “Hard Choices” (Decisões Difíceis), a ex-secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton confessa que o ISIS foi criado no Oriente Médio pelo país norteamericano com o objetivo de utilizá-lo na materialização de seus objetivos nessa região; enquanto que um informe vazado pela página Web Wikileaks, também, revela o papel de Washington em armar o ISIS em 2010.

HispanTv

Maduro: Llevaremos a EEUU a juicio por crímenes de Guerra


El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, propuso este lunes a los diputados socialistas de la Asamblea Nacional (AN) aprobar la creación de un comité de Derechos Humanos para llevar a juicio internacional a Estados Unidos por crímenes de Guerra.

Durante la conmemoración de los 15 años de la Constitución Bolivariana de Venezuela en Caracas (capital venezolana), el jefe de Estado consideró necesario sumar mayores esfuerzos contra los planes injerencistas que promueve Estados Unidos.
Insisitó al pueblo en la necesidad de continuar la lucha contra la especulación, el acaparamiento y las acciones desestabilizadoras. "La guerra económica es la batalla principal, todas las demás son importantes. La batalla social y seguir consolidando la unión del Gran Polo Patriótico (GGP)". dijo el mandatario
"Me verán en 2015, recorriendo fabricas, en la calle, y fortaleciendo lazos bilaterales hasta derrotar la guerra económica", añadió Maduro.
Vea aquí como el pueblo logró el el poder en Venezuela

LA CIFRA

El 15 de diciembre de 1999, la Carta Magna fue aprobada por mandato del pueblo en ejercicio de su Poder Constituyente con tres millones 301 mil 475 votos a favor del Sí, equivalente al 71,78 por ciento del electorado.

Aporrea

Aumenta número de vítimas de ataque a escola no Paquistão


O número de vítimas do ataque de terroristas contra uma escola no Peshawar paquistanês atingiu as 104, das quais 84 são crianças, mais de cem pessoas foram feridas, informa o canal televisivo Geo-TV.

Por enquanto, os terroristas não avançaram quaisquer exigências, mas um representante seu informou que a ação dos militantes é uma resposta à operação especial do exército paquistanês Zarb-e-Azb (Golpe fulminante) no Waziristão do Norte, que provocou a morte de mais de 1.200 guerrilheiros.

Rádio Voz da Rússia

Decenas de miles de venezolanos marchan contra EEUU


En Venezuela decenas de miles de chavistas marcharon en apoyo al presidente Nicolás Maduro, y contra los Estados Unidos, así como también celebrando los quince años de la Constitución Bolivariana.

Marcharon desde varios puntos de la capital Caracas, también para denunciar la injerencia de los Estados Unidos en Venezuela.
Las movilizaciones convergieron en la avenida Bolívar de la ciudad. El punto de encuentro de las movilizaciones más grandes del chavismo.
El último orador del multitudinario acto fue el presidente Maduro, quien rechazó con dureza las sanciones que el Congreso de los Estados Unidos promueve contra funcionarios y militares venezolanos, a quienes acusa de violar los derechos humanos.
El presidente anunció la creación de un comité de juristas para llevar a las autoridades de Estados Unidos a cortes internacional por los crímenes cometidos en los países invadidos por la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN).
El presidente Nicolás Maduro, también en este acto en la avenida Bolívar de Caracas, anunció que llevarán a la Corte Penal Internacional (CPI), al expresidente del Gobierno español, José María Aznar. Lo acusan por los crímenes de guerra en Irak.

Marcos Salgado, Caracas. aaf/msf - HispanTv

Fuerzas iraquíes confiscan coches saudíes de terroristas de Daesh


El Ministerio de Defensa de Irak divulgó el lunes un video en el que afirmó haber confiscado dos vehículos con patentes saudíes utilizados por el grupo terrorista takfirí EIIL (Daesh, en árabe).

Según la cadena estadounidense de noticias ‘CNN’, este logro es el fruto de las operaciones del Ejército iraquí, junto con las fuerzas de la Policía y unidades de ingeniería militar, en la ciudad de Samarra, en la provincia central de Salah al-Din.
El video también destaca la aniquilación de un sinnúmero de terroristas durante esa operación, así como la neutralización de unas 60 bombas colocadas en diferentes partes de dicha ciudad.

tas/rha/msf -HispanTv

'Inteligencia australiana está involucrada en secuestro de Sídney'


El analista estadounidense Webster Griffin Tarpley acusa a la Inteligencia de Australia de estar detrás del secuestro de 17 personas en un café en el centro de la ciudad australiana de Sídney.

“La Organización Australiana de Inteligencia y Seguridad (ASIO, por sus siglas en inglés) de alguna manera está involucrada en esto” debido a la provocación grosera que había lanzado, ha declarado este martes Tarpley a la cadena iraní 'Press TV.
A juicio del comentarista, tales provocaciones podrían depender también de las "razones políticas internas" del Gobierno australiano que ha mostrado en los últimos meses su preocupación por el regreso de sus ciudadanos desde Siria e Irak, en donde se habían unido a los grupos terroristas.
Tarpley ha añadido también que el secuestrador "desequilibrado mental" fue un asesino en su vida privada, antes de que se involucrara en este acto terrorista; ya que el hombre fue encarcelado por asesinar a su esposa de una manera tremenda.
Pero el asesino, en un acto "muy sospechoso" fue puesto en libertad bajo fianza, aunque la ASIO podía encarcelarlo en cualquier momento que deseaba, ha aseverado el analista norteamericano.
El primer ministro de Australia, Tony Abbott, también admitió que el secuestrador, identificado como Man Haron Monis "tenía un largo historial de delitos violentos, extremismo e inestabilidad mental".
Dos rehenes y el mismo secuestrador murieron el lunes cuando la Policía australiana, después de unas 16 horas, puso fin a la toma de rehenes en el Lindt Chocolat Café en Sídney.
Al parecer, el secuestrador, de 50 años, era un miembro del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) o un integrante del Frente Al-Nusra, afiliado de Al-Qaeda, ya que en las fotos tomadas desde el lugar del incidente se ve a dos rehenes mujeres que han sido obligadas a mostrar por una de las ventanas del café una bandera negra, con la que se identifica uno de estos dos grupos takfiríes.

nas/rha/msf - HispanTv

Gorbachov: EEUU necesita enemigos para poder existir


El expresidente de la antigua Unión Soviética, Mijaíl Gorbachov, aseguró el lunes que Estados Unidos no puede existir sin tener enemigos ya que mediante éstos justifica sus intervenciones militares y “políticas de presión” que le mantienen en pie.

“EE. UU. necesita a un enemigo para emplear la vieja política de presión. No pueden vivir sin ello (un enemigo). Aún están esclavizados por su antigua política”, declaró el expresidente soviético en una entrevista concedida al canal Russia Today.
Esta prominente figura política dio como ejemplo el conflicto de Ucrania, donde Estados Unidos busca un pretexto para intervenir y por esta razón ha demonizado a Rusia mediante el uso de los medios de comunicación.
“Estados Unidos está buscando alguna excusa para intervenir… necesitan una figura enemiga, y otra vez más, lo están haciendo… cada vez que hay mucha tensión, cada vez que hay inestabilidad en algún país o región, es oportunidad para la intervención de [EE.UU.]”, dijo.
Gorbachov explicó que en el siglo XX siempre había dos partes en un conflicto: uno contaba con el apoyo de la Unión Soviética y la otra tenía el respaldo de Estados Unidos.
El exmandatario soviético puso énfasis en la importancia de reestructurar el sistema político y financiero estadounidense, ya que la actual traerá problemas y es insostenible a largo plazo.
Con anterioridad, también, Gorbachov había advertido a los líderes occidentales y rusos sobre el peligro de una nueva Guerra Fría por el conflicto en el este de Ucrania.

hgn/rha/msf - HispanTv

Maduro a EE.UU: Metan sus visas por donde tienen que metérselas


Durante la celebración de los 15 años de la Constitución Bolivariana, Nicolás Maduro instó a EE.UU. a "meterse sus visas por donde tienen que metérselas" a tenor de la aprobación el pasado jueves del proyecto de ley que suspende las visas y congela los activos en EE.UU. a al menos 56 funcionarios venezonanos.

"Es una falta de respeto del senado gringo meternos a todos nosotros en la Ley de Sanciones, yo creo que hay que recoger firmas y mandarle, con la foto de una visa norteamericana, para que ellos agarren su visa y se la metan por donde tienen que meterse la visa de los Estados Unidos", afirmó este lunes el presidente venezolano durante la manifestación en Caracas, citado por Venezolana de Televisión.
"Insolentes yanquis del norte, ya saben por dónde tienen que meterse las sanciones, porque el pueblo de Bolívar no lo sanciona nadie en esta tierra, el pueblo de Bolívar y de Chávez es libre y lo será por siempre", prosiguió el mandatario en el mitin de la marcha.
Durante el acto Nicolás Maduro denunció las violaciones de los derechos humanos cometidas por los países "imperialistas" y propuso la formación de un comité de juristas que evalúe dichos casos.

Actualidad RT

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

A Terceira Guerra é contra a Rússia


por Boaventura de Sousa Santos *

Washington provoca Moscou em três frentes, atiça possível conflito nuclear e ignora opinião da sociedade norte-americana. Em nome da “democracia”?

Tudo leva a crer que está em preparação a terceira guerra mundial. É uma guerra provocada unilateralmente pelos EUA com a cumplicidade ativa da UE. O seu alvo principal é a Rússia e, indiretamente, a China. O pretexto é a Ucrânia. Num raro momento de consenso entre os dois partidos, o Congresso dos EUA aprovou no passado dia 4 a Resolução 758, que autoriza o Presidente a adotar medidas mais agressivas de sanções e de isolamento da Rússia, a fornecer armas e outras ajudas ao governo da Ucrânia e a fortalecer a presença militar dos EUA nos países vizinhos da Rússia. A escalada da provocação da Rússia tem vários componentes que, no conjunto, constituem a segunda guerra fria. Nesta, ao contrário da primeira, assume-se agora a possibilidade de guerra total e, portanto, de guerra nuclear. Várias agências de segurança fazem planos já para o Day After de um confronto nuclear.
Os componentes da provocação ocidental são três: sanções para debilitar a Rússia; instalação de um governo satélite em Kiev; guerra de propaganda. As sanções são conhecidas, sendo a mais insidiosa a redução do preço do petróleo, que afeta de modo decisivo as exportações de petróleo da Rússia, uma das mais importantes fontes de financiamento do país. Esta redução trará o benefício adicional de criar sérias dificuldades a outros países considerados hostis (Venezuela e Irã). A redução é possível graças ao pacto celebrado entre os EUA e a Arábia Saudita, nos termos do qual os EUA protegem a família real (odiada na região) em troca da manutenção da economia dos petrodólares (transações mundiais de petróleo denominadas em dólares), sem os quais o dólar colapsa enquanto reserva internacional e, com ele, a economia dos EUA, o país com a maior e mais obviamente impagável dívida do mundo.

O segundo componente é controle total do governo da Ucrânia de modo a transformar este país num estado satélite. O respeitado jornalista Robert Parry (que denunciou o escândalo do Irã-contra) informa que a nova ministra das finanças da Ucrânia, Natalie Jaresko, é uma ex-funcionária do Departamento de Estado, cidadã dos EUA, que obteve cidadania ucraniana dias antes de assumir o cargo. Foi até agora presidente de várias empresas financiadas pelo governo norte-americano e criadas para atuar na Ucrânia. Agora compreende-se melhor a explosão, em Fevereiro passado, da secretária de estado norte-americana para os assuntos europeus, Victoria Nulland, “Fuck the EU”. O que ela quis dizer foi: “Raios! A Ucrânia é nossa. Pagámos para isso”. O terceiro componente é a guerra de propaganda. Os grandes media e seus jornalistas estão a ser pressionados para difundirem tudo o que legitima a provocação ocidental e ocultarem tudo o que a questione. Os mesmos jornalistas que, depois dos briefings nas embaixadas dos EUA e em Washington, encheram as páginas dos seus jornais com a mentira das armas de destruição massiva de Saddam Hussein, estão agora a enchê-las com a mentira da agressão da Rússia contra a Ucrânia. Peço aos leitores que imaginem o escândalo midiático que ocorreria se se soubesse que o Presidente da Síria acabara de nomear um ministro iraniano a quem dias antes concedera a nacionalidade síria. Ou que comparem o modo como foram noticiados e analisados os protestos em Kiev em Fevereiro passado e os protestos em Hong Kong das últimas semanas. Ou ainda que avaliem o relevo dado à declaração de Henri Kissinger de que é uma temeridade estar a provocar a Rússia. Outro grande jornalista, John Pilger, dizia recentemente que, se os jornalistas tivessem resistido à guerra de propaganda, talvez se tivesse evitado a guerra do Iraque em que morreram até ao fim da semana passada 1.455.590 iraquianos e 4801 soldados norte-americanos. Quantos ucranianos morrerão na guerra que está a ser preparada? E quantos não-ucranianos?

Estamos em democracia quando 67% dos norte-americanos são contra a entrega de armas à Ucrânia e 98% dos seus representantes votam a favor? Estamos em democracia na Europa quando uma discrepância semelhante ou maior separa os cidadãos dos seus governos e da Comissão da UE, ou quando o parlamento europeu segue nas suas rotinas enquanto a Europa está a ser preparada para ser o próximo teatro de guerra, e a Ucrânia, a próxima Líbia?

.oOo.

Boaventura de Sousa Santos é doutor em sociologia do direito pela Universidade de Yale, professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, diretor dos Centro de Estudos Sociais e do Centro de Documentação 25 de Abril, e Coordenador Científico do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa – todos da Universi

domingo, 14 de dezembro de 2014

Os mercenários de EUA e Israel mostrando serviço na Síria




As fotos acima mostram a decapitação de quatro sírios ontem. Os extremistas do Levante Islâmico estão a serviço (recebem financiamento e armas) dos governos dos EUA, Israel, França, Inglaterra, Turquia, Arábia Saudita e Catar, com a missão de desestabilizar os governos da Síria e Iraque, para colocar no lugar dos atuais presidentes alguns fantoches que transformem os citados países em colônias submissas à política terrorista do sionismo e do imperialismo na região.

RPDC: Por que a vista grossa da ONU diante das torturas da CIA e chacina de negros por policiais racistas?


“Por que se faz vista grossa às torturas desumanas da CIA e aos atos de violação de direitos humanos cometidos por policiais brancos que matam negros a tiros e por estrangulamento, fatos sobre quais expressou séria preocupação o comitê anti-torturas da ONU referindo-se ao relatório de seis mil páginas do Comitê de Inteligência do Senado norte-americano? Se o Conselho de Segurança aborda a questão dos direitos humanos na RPDC sem tratar todos os problemas urgentes relacionados com a paz e a segurança internacionais, fazendo vista grossa à crítica situação dos direitos humanos nos EUA, membro permanente do CS, isso comprovará que esse organismo estará sendo usado como ferramenta de coerção pelos EUA, que estará abusando do CS para fazer sua política hostil contra a RPDC”, afirmou o Ministério do Exterior da Coreia Popular conforme a Agência Central de Notícias da Coreia.


“Não se pode debater a questão dos direitos humanos na RPDC sem ver a realidade da RPDC, sem se questionar primeiro os atos de violação dos direitos pelos EUA”, reiterou a nota, que contestou essa recente provocação dos EUA contra o país. “Os EUA tentam mais uma vez envolver o Conselho de Segurança da ONU em sua política hostil à RPDC”.
“No último dia 5 de dezembro os EUA e alguns outros países do CS seguidores dessa política hostil enviaram carta ao CS exigindo que ali se analise oficialmente a resolução sobre os direitos humanos na RPDC”, diz a declaração, e continua: “Por que os EUA se apressam em remeter esse assunto ao CS antes que se concluam os trâmites de aprovação na Assembleia Geral da ONU? Os EUA estão desesperados para transformar em fato consumado a resolução sobre os direitos humanos anti-RPDC inventada junto com seus satélites, usando todos os meios e métodos, com medo de que essa fraude política seja denunciada e repudiada pela humanidade. Essa é mais uma cínica ação que só pode ser cometida por países bandidos que utilizam o cenário da ONU com fins agressivos mediante a coerção, o despotismo e a fraude”.
“Apesar de existir na ONU o Conselho dos Direitos Humanos especializado nesse assunto, os EUA tentam obstinadamente levar essa questão ao CS para ter um pretexto para uma agressão militar. O CS não pode ter uma pauta de dois pesos e duas medidas. Hoje se reproduz o perigoso precedente de onze anos atrás quando o secretário de Estado dos EUA usou como pretexto para sua guerra de agressão contra o Iraque as palavras manipuladas de que o ‘Iraque tem armas de destruição em massa’”, afirmou o MINREX e concluiu: “Discutir essa questão no CS tendo como base o preconceituoso, fraudulento e não provado “informe da comissão de investigação” sobre a situação dos direitos humanos na RPDC significaria que essa instância teria se tornado uma tribuna que aborda documentos falsos”.

PROVOCAÇÃO
Em uma reunião da ONU no dia 18 de novembro, os EUA usaram toda sua “diplomacia” para aprovar uma resolução condenando indevidamente a Coreia Popular por supostas violações dos direitos humanos. Mesmo manobrando e ameaçando vários países com sanções econômicas se não seguissem à risca a cartilha americana na reunião, ao final Washington conseguiu 111 votos, mas quase metade dos países presentes – exatamente 74 – agiram de forma independente e se recusaram a aceitar a chicana contra a RPDC.
O relatório inconsistente e parcial, com informações duvidosas realizado sob encomenda dos EUA e levado à ONU pela cúpula da UE e o Japão, nada provou e as acusações de que na Coreia reina a fome, a tortura, os trabalhos forçados, a escravidão e homicídios em massa foram feitas sem que nenhum membro da comissão que o redigiu tenha visitado uma única vez a Coreia ou conversado com alguma autoridade do governo ou da sociedade civil coreana, e portanto, não convenceu muitos países .
Sul-coreanos membros do serviço secreto do governo sul-coreano foram as “fontes” centrais utilizadas pela comissão de inquérito que escreveu o relatório. Seu objetivo não era chegar à verdade, mas à mentira; era denegrir a imagem da Coreia socialista, incitar a comunidade internacional a ter uma atitude hostil contra a Coreia e abrir espaço para política intervencionista norte-americana na Coreia do Norte, já que o sul já é ocupado por tropas dos EUA que mantêm ali bases militares inclusive com arsenais nucleares; era afirmar o que interessava e o que queriam os EUA.
Não por acaso países como Rússia, China, Vietnã, Cuba, Bielorússia, Síria, Bolívia, Venezuela, Irã, Egito e Equador votaram contra a provocação americana à RPDC. Índia, África do Sul, Indonésia, Malásia, Angola, Moçambique, Argélia, Senegal, Singapura e até a Arábia Saudita, tradicional aliada dos EUA, se abstiveram. Dentre os países BRICS todos votaram contra os EUA, com exceção do Brasil, que desnecessariamente se afastou de seus parceiros mais tradicionais e abriu mão de exercer uma política externa independente.
Com essa votação dividida na ONU esse projeto não tem como ir adiante, sendo que a Comissão da ONU para questões sociais e humanitárias votou contra o projeto de resolução apresentado pela UE e Japão para levar as autoridades da RPDC ao Tribunal Penal Internacional, mas os EUA continuam insistindo em manter a pressão nos organismos da ONU e anunciaram no dia 5 de dezembro que vão encaminhar o relatório para o Conselho de Segurança na ONU descartando a tramitação regulamentar na Assembleia Geral da ONU, atitude que foi condenada e rechaçada pela República Popular Democrática da Coreia.

ROSANITA CAMPOS - HORA DO POVO

sábado, 13 de dezembro de 2014

Governantes da União Europeia não passam de fantoches do sionismo


A decisão dos ministros de exteriores de países da União Europeia de aprovar embargo de combustíveis para a aviação síria é mais uma prova da submissão covarde de seus governantes diante do sionismo e do imperialismo.

O embargo de combustíveis para avião inclui também financiamento e seguro de serviços vinculados à exportação, conforme publicação de hoje no Diário Oficial da União Europeia.
O documento ridículo alega que o governo sírio vem utilizando aviões para bombardear a população civil indefesa. Ora, se até o governo dos Estados Unidos e seus marionetes estão bombardeando posições do Levante Islâmico (Isis) na Síria e Iraque, que moral tem a União Europeia para impedir que a aviação síria faça o mesmo?
Como é possível acreditar nas palavras e promessas dos governos europeus e seu patrão, o presidente Obama, de que estão combatendo o terrorismo do Levante Islâmico, quando países europeus estão comprando petróleo roubado da Síria e do Iraque e pagando aos terroristas do Levante? Não são inimigos. São parceiros comerciais!
E o que dizer das indústrias de Aleppo, transferidas integralmente para a Turquia como propriedades do Levante Islâmico - indústrias roubadas. A Turquia não é membro da OTAN? A OTAN não estaria aparentemente combatendo o Levante Islâmico? Tudo não passa de um teatro sórdido e terrível. É uma cortina de fumaça para enganar a opinião pública mundial. Por trás de toda essa guerra está a decisão do sionismo e do imperialismo em destruir a soberania dos povos que não se submetem, que não se acovardam. A Síria não é covarde e luta por sua soberania, enquanto os governantes europeus são fantoches, cúmplices de terrorismo, cúmplices no assassinato de milhares de inocentes na Síria e no Iraque.


Desde 2011, quando começou a guerra de agressão à Síria (guerra esta financiada por Israel, EUA, Arábia Saudita e Catar) a União Europeia vem obedecendo cegamente as ordens do imperialismo e do sionismo para prejudicar a Síria através de sanções econômicas diversas. A influência nefasta do Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), com sede em Londres, atinge a imprensa ocidental com mentiras diárias. Esta entidade é financiada pela Arábia Saudita e Catar para criminalizar o governo sírio.
As novas sanções da União Europeia revelam que os governos da Europa são dominados pelo sionismo e pelo imperialismo, reféns do sistema financeiro internacional dominado pelo sionismo. Estão a serviço do que há de pior, de mais criminoso e prejudicial à humanidade em todos os tempos. A velha e falida Europa é hoje um exemplo – através de seus governantes – de covardia, submissão e, porque não reconhecer, da mais pura prostituição política.