quinta-feira, 22 de junho de 2017

Temer pode estar cometendo outro crime


Brasil 247 - Alex Solnik, jornalista.

Essa guerra que Temer está movendo contra a JBS, uma das maiores exportadoras e empregadoras brasileiras, em meio a uma grave crise econômica, além de ser um tiro no pé pode ser facilmente enquadrada no artigo 344 do Decreto Lei 2848 de 7/12/1940 referente a coação de testemunha ou parte e que é punida com pena de prisão:

Art. 344 - Usar de violência ou grave ameaça, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, contra autoridade, parte, ou qualquer outra pessoa que funciona ou é chamada a intervir em processo judicial, policial ou administrativo, ou em juízo arbitral:

Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa, além da pena correspondente à violência.

Não há como não admitir que as medidas tomadas por Temer contra a JBS podem ser definidas como graves ameaças a Joesley, parte do processo, que têm o intuito de coagi-lo a rever suas acusações.

“Se continuar me acusando eu te quebro; se retirar o que disse de mim eu não te quebro”.

Se o acusado está tentando intimidar, coagir ou chantagear seu acusador isso é obstrução de justiça, pois ele pressiona para obter seu silêncio. E o silêncio impede a investigação.

De maio para cá, Temer cometeu várias ameaças e intimidações: julgou suspeita a delação “premiadíssima”; chamou Joesley de falastrão e de bandido; mandou investigar as operações de compra e venda de ações e dólares às vésperas do vazamento; encomendou uma CPI da JBS; soltou todos os fiscais e cobradores pra cima das empresas; entrou com processo contra Joesley por calúnia e injúria e agora a Advocacia Geral da União quer que o TCU declare indisponíveis os bens que a JBS tenta vender para sair do buraco e arrecadar algo entre 6 e 12 bilhões de dólares.

A ordem é clara: quebrar a JBS.

Não me lembro de algo parecido na política brasileira, em qualquer época: o presidente da República patrocina uma luta fratricida contra um dos maiores empresários do país, o que pode afetar tanto o ingresso de divisas quanto aumentar o desemprego.

Em vez de criar mais empregos o governo destrói os que já existem, culpando os empregados pelas trapaças dos patrões.

Joesley sabe que, enquanto o governo Temer durar a JBS estará em perigo, por isso o seu foco número 1 é derrubar Temer o quanto antes.

Temer sabe que, enquanto Joesley não parar de falar seu governo estará em perigo, por isso seu foco número 1 é quebrar a JBS o quanto antes.

O duelo apenas começou.

Ou Joesley acaba com Temer ou Temer acaba com Joesley.

Há realmente ameaça do Daesh na América Latina?


Na sequência do aparecimento de propaganda jihadista no site oficial do Exército Argentino, a Sputnik falou com o analista internacional Andrei Serbin sobre a possibilidade de a região ser vítima de um ataque terrorista do grupo em questão.

As autoridades argentinas estão investigando a possível presença do grupo terrorista Daesh, proibido na Rússia e em vários outros países, na América Latina. O principal motivo foi o ataque hacker em 19 de junho no site oficial do Exército deste país.

"O Daesh está na Argentina", apareceu na página da instituição argentina após o ciberataque. As palavras foram acompanhadas com uma imagem de pessoas encapuzadas e segurando uma bandeira do grupo terrorista.

Andrei Serbin, analista em assuntos internacionais e diretor da Coordenadora Regional de Investigações Econômicas e Sociais, não acredita que esta situação tenha sido um resultado da presença do grupo terrorista.

"Estado Islâmico [Daesh] não demonstrou capacidades sofisticadíssimas em relação ao hackeamento. Quando realizou um, este foi feito muito publicamente. O tipo de imagem que utilizam não é a tradicional, onde aparecem soldados com uma bandeira negra e letras brancas segurando Kalashnikov como neste caso, e aquelas são as verdadeiras imagens do conflito na Síria. Esses elementos fazem pensar que não estamos perante um ataque hacker deste grupo terrorista. É provável que se trate mais de vandalismo cibernético", disse o analista à Sputnik.

Depois do ataque, o Exército Argentino divulgou um comunicado reconhecendo ter recebido "uma agressão de segurança informática". Ao afirmar desconhecer sua origem, explicou que o ciberataque "não afetou nenhum dos sistemas informáticos críticos" e se limitou à sua página web.

Serbin recordou que o papel da América Latina no cenário global de luta contra terrorismo é marginal. Portanto, explicou ele, as possibilidades de um ataque são menores que nas outras regiões. Porém, advertiu que, sendo as fronteiras da região "muito porosas", é sensato assumir que a possibilidade existe.

"Pelas características da nossa região, a possibilidade é remota. A América Latina não está vinculada na luta contra o terrorismo. Não enviamos tropas, o tema não está presente nos discursos dos nossos presidentes, não participamos de forma ativa das coalizões que buscam combater grupos como Daesh. Houve alertas nos últimos anos, mas até agora não houve nenhuma situação concreta de ameaça. Um atentado na região não seria tão lucrativo para o grupo como se fosse efetuado nos países vinculados à luta contra terrorismo internacional", concluiu.

Sputniknews

Morales ve ‘revancha’ en fallo de Chile contra 9 funcionarios


Evo Morales afirma que el fallo judicial de Chile contra 9 funcionarios bolivianos muestra la ‘venganza’ de Santiago por la demanda marítima de La Paz ante La Haya.

La jueza de Pozo Almonte, de la ciudad chilena de Iquique, Isabel Peña, declaró el miércoles culpables a los dos soldados y siete aduaneros bolivianos por delitos de robo con intimidación, contrabando y porte ilegal de armas, y los condenó a tres años de cárcel, aunque sustituyó la medida por su expulsión en el plazo de 30 días, además de fijar una multa pecuniaria.

En reacción, el presidente de Bolivia, Evo Morales, aseguró que el dictamen judicial contra sus compatriotas se dio en “represalia” por la demanda marítima que desarrolla La Paz contra Chile ante el Corte Internacional de Justicia (CIJ) en busca de una salida al océano Pacífico.

De igual manera, el mandatario boliviano acusó al canciller chileno, Heraldo Muñoz, de mantener por “revancha” encarcelados a los bolivianos desde marzo.

“Quedó demostrado que 9 bolivianos luchaban contra el contrabando. El fallo es una represalia porque demandamos a Chile ante La Haya”, escribió Morales en su cuenta de la red social Twitter.

En 2013, Bolivia demandó a Chile ante la CIJ en busca de un diálogo abierto y sincero por una salida soberana al mar. En marzo, ese país presentó su réplica, y Chile tiene plazo hasta el 21 de septiembre para responder con la dúplica a los planteamientos bolivianos.

Al considerar políticamente motivada la sentencia, Morales enfatizó que Chile tuvo que poner fin a esta detención “ilegal” y liberar a los detenidos porque no pudo ocultar que ellos eran “inocentes”.

“Fallo político. Los 9 bolivianos son inocentes; gobierno de Chile no pudo ocultar la verdad y tuvo que poner fin a la detención ilegal”, apuntó el jefe de Estado boliviano.

Sobre las acusaciones de contrabando de armas, Morales recordó que la defensa boliviana probó que los camiones que portaban las armas eran chilenos.

ask/ncl/mrk/HispanTv

Fotos que Arabia Saudí no quiere que veas de su agresión en Yemen


Un padre yemení y su hijo en las zonas rurales de Saná, capital de Yemen.

Medios han difundido imágenes de la agresión saudí en Yemen, en particular, de lo que ha provocado la crisis humanitaria en el país más pobre del mundo árabe.

En las fotos publicadas este jueves por la cadena estadounidense CNN se refleja la dimensión de la destrucción de los centros sanitarios de Yemen, provocada por los bombardeos saudíes.

En una de las imágenes se contempla a la niña yemení Batul Ali, que es una del casi medio millón de menores que sufren malnutrición severa, generada por la agresión saudí que incluye un férreo bloqueo que impide la entrada de alimentos y medicamentos en Yemen desde marzo de 2015.

En otra foto se ve a una menor presa del cólera, una enfermedad que comenzó en Yemen en octubre de 2016 y, a partir del 27 de octubre, ha experimentado un repunte en el número de casos y muertes.


La pequeña Batul Ali sufre de malnutrición severa, provocada por la agresión de Arabia Saudí a Yemen en marzo de 2015.

"Tengo miedo, por supuesto. Tres de mis hijos tienen cólera. Tus hijos son tu mundo, yo he estado ocho meses sin recibir salario (...) el tratamiento de esta enfermedad es caro”, afirmó el padre de la niña.


Saleh, niño de cuatro meses de edad que presenta un cuadro de grave desnutrición.

La agresión saudí, que estalló bajo el prexteto de restaurar en el poder al expresidente fugitivo yemení, Abdu Rabu Mansur Hadi, ha destruido las frágiles infraestructuras de Yemen que afronta una hambruna, lo que aumenta la vulnerabilidad de los enfermos.

Esta guerra ha acabado con la vida de más de 12.000 personas en Yemen, según la Organización de las Naciones Unidas (ONU).

mkh/ncl/mrk/HispanTv




Moscú: "Desgraciadamente, tendremos que reaccionar a las nuevas sanciones de EE.UU."


La portavoz de la Cancillería rusa, María Zajárova, ha anunciado que Moscú ya está trabajando en medidas recíprocas en respuesta a las nuevas sanciones introducidas por Washington.

Moscú se ve obligada a responder a la nueva ronda de sanciones que Washington ha aprobado en su contra, ha afirmado la portavoz de la Cancillería rusa, María Zajárova.

Zajárova ha explicado que "las sanciones se suelen responder con medidas recíprocas", y, tal y como ya había anunciado el viceministro de Asuntos Exteriores de Rusia, Serguéi Riabkov, "esta cuestión ya se encuentra en fase de desarrollo".

"Desgraciadamente, nos veremos obligados a reaccionar", ha agregado la vocera de la diplomacia rusa.

"Oportunidad perdida"

Este martes, el Departamento del Tesoro de EE.UU. aprobó sanciones contra 38 ciudadanos y organizaciones por el conflicto en Ucrania. En concreto, estas han sido introducidas contra 19 personas de Rusia y de la región de Donbass así como contra 19 entidades.

Por su parte, el vicecanciller ruso, Serguéi Riabkov, ha declarado que Moscú ya ha empezado a trabajar en las medidas que se tomarán para responder a la decisión de Washington. El político ha destacado que el país "lamenta" el paso dado por EE.UU., agregando que se trata de una nueva "oportunidad perdida para moverse hacia la mejora de las relaciones bilaterales" entre ambas naciones.

Actualidad RT

Informe confidencial confirma que Pionyang tiene un arsenal nuclear


El informe, obtenido por un medio surcoreano, recoge una visita del líder de Corea del Norte a la Fábrica 92, una instalación donde supuestamente se producen ojivas y misiles nucleares.

El líder norcoreano, Kim Jong-un, dio una orden para guardar el secreto del almacenamiento y la gestión de las armas atómicas, de las que depende "el destino del país", según revela un documento confidencial al que ha tenido acceso el diario surcoreano 'JoongAng Ilbo', y que confirma que Pionyang posee un arsenal nuclear.

El diario explica que el documento del Departamento de Industria de Municiones del Partido de los Trabajadores, que obtuvo este miércoles, fue elaborado después de que Kim visitara la llamada 'Fábrica 92' el pasado 25 de febrero, una inspección que no fue publicada por los medios estatales de Corea del Norte.

Las autoridades militares surcoreanas saben muy poco sobre la Fábrica 92, cuya ubicación exacta es desconocida, pero creen que allí se producen ojivas y misiles nucleares.

"El más importante de nuestros secretos militares"

Durante su inspección de la fábrica, el líder norcoreano declaró que "el desarrollo, la producción, el almacenamiento y la gestión de las armas nucleares son los secretos militares más importantes" de Corea del Norte, los secretos "supremos" que "deciden el destino de nuestro país", según lo cita el informe.

En el 2012, Kim Jong-un anunció que Corea del Norte era una potencia nuclear, pero muchos expertos percibieron su declaración como propaganda. Mientras tanto, este documento secreto confirma que el Pionyang tiene un arsenal nuclear, afirma 'JoongAng Ilbo'.

Según Lee Yun-keol, un desertor norcoreano que dirige actualmente el Centro de Información Estratégica de Corea del Norte en Seúl, el difunto padre del actual líder, Kim Jong-il, visitó la Fábrica 92 en el 2005 y la elogió por construir grandes misiles.

Otro experto surcoreano, el profesor Kim Jin-moo, asegura que las capacidades nucleares del Norte "son completamente diferentes" a las del Acuerdo de Ginebra de 1994 y de las conversaciones a seis bandas del 2007, por lo que Seúl necesita crear una estrategia "bajo la suposición de que el Norte ya posee armas nucleares".

Con todo, un funcionario del Gobierno surcoreano ha subrayado que "no está confirmado si las armas nucleares que mencionó Kim en el documento son productos terminados".

Actualidad RT

quarta-feira, 21 de junho de 2017

MÍDIA RUSSA IGNORA PRESENÇA DE TEMER


Brasil 247 – Michel Temer não foi sequer notado em sua primeira viagem internacional na condição de presidente da República do Brasil.

O canal de notícias RT, que é controlado pelo governo russo, não noticiou a chegada de Temer ao país nem o seminário de investimentos promovido pelo governo brasileiro, que foi também um fracasso.

No evento, o único presidente de empresa confirmado era o representante da filial brasileira da Weg.

Na busca da RT, a notícia mais recente sobre Temer dizia respeito a escândalos de corrupção no Brasil.

Nesta quarta-feira, Temer terá um encontro protocolar com Vladmir Putin.

Filho de Gaddafi é o novo líder da Líbia


O segundo filho de Muammar Gaddafi, Seif Islam, poderia chegar ao poder na Líbia porque tem o apoio necessário, escreve o jornal russo Izvestia, citando figuras políticas importantes da Líbia e fontes militares.

No dia 9 de junho, Seif Islam foi libertado da prisão, onde ele se encontrava desde a Primavera Árabe de 2011. Não se descarta que ele possa se tornar o presidente da Líbia, porque ele é apoiado por uma parte significativa das tribos mais poderosas do país, disse ao jornal Izvestia o porta-voz da Associação de Tribos Líbias, Basem Sol.

“A grande maioria da sociedade líbia anseia que Seif Islam volte à grande política e se torne presidente do país. Ele é uma figura simbólica, capaz de levar o país à reconciliação nacional”, disse Basem Sol.

Apesar disso, vários especialistas assinalam que neste caso se trata de um cargo elevado, de uma posição honorária, ou seja, que não concede poderes reais.

Embora Seif Islam não ocupasse qualquer cargo oficial no governo do seu pai, sua influência na política da Líbia era enorme. Muitos o viram naquela época como o sucessor de Muammar Gaddafi.

No entanto, em novembro de 2011, ele foi preso por um dos grupos armados e, até há pouco tempo, se encontrava na cidade de Zintan. De acordo com o Izvestia, foram os militares da Líbia quem insistiram na libertação de Gaddafi.

“O Exército precisa do apoio das tribos no sul e oeste da Líbia. Eles continuam favoráveis ao regime anterior, por isso Seif Islam foi colocado em liberdade, o que pode unir a sociedade na luta contra os militantes do grupo Irmandade Muçulmana (organização proibida na Rússia e outros países) que controla Trípoli. Agora, o filho de Gaddafi está em uma posição em que pode voltar à política”, disse uma das fontes do exército líbio ao jornal russo.

Sputniknews

Correa: Trump es tan peligroso como ‘un mono con navaja’


El expresidente de Ecuador, Rafael Correa, describió el martes al presidente de EE.UU., Donald Trump, como “un mono con navaja”.

“Es un tipo absolutamente peligroso, es un mono con navaja”, aseguró el exmandatario ecuatoriano durante una entrevista con la emisora estatal boliviana Radio Patria Nueva.

Además, Correa dijo que Trump es un tipo de persona “no preparada y muy elemental”, al añadir, yendo más allá, que la persona que está dirigiendo una potencia mundial como EE.UU. es una “desgracia” y “no entiende nada”.

Para justificar sus comentarios, Correa recordó que durante el poco tiempo que asumió la Casa Blanca, se ha esforzado en construir un muro en la frontera entre EE.UU. y México, retiró a su país del Acuerdo de París contra el cambio climático y retrocedió en los avances para levantar el “bloqueo criminal” contra Cuba.

Asimismo, mostró su satisfacción de que el pueblo estadounidense está reaccionando ante “tanta barbaridad” e “ignominia”, pues refiriéndose al hecho de que Trump fue un inmobiliario, dijo que Donald Trump solo sabe de billetes, “que se jacta de sus vicios”.

A continuación, ha aludido a las posturas antimigratorias del presidente norteamericano, para después subrayar que la migración no es un crimen que combatir, sino que es un derecho que debe ser respetado.

En este sentido, Correa manifestó que los problemas causados por la inmigración no se resuelven con represión o muro, sino que con solidaridad, justicia, prosperidad y paz verdadera para la humanidad.

Trump es constantemente criticado por las medidas y decisiones, tanto internas como externas, que adoptó desde que asumió el poder en Washington. Muchos de sus partidarios defienden su falta de experiencia mientras otros lo describen simplemente como un “loco”.

zss/ktg/msf/HispanTv

Pyongyang: destruimos EEUU si nos ataca por muerte de Warmbier


Corea del Norte aboga por ‘destruir despiadadamente’ a EE.UU. con ataques de represalia si Trump ‘provoca’ una guerra por la muerte de un norteamericano.

“Si los imperialistas se atreven a provocar a la RPDC (República Popular Democrática de Corea), desconociendo adecuadamente nuestro poderío militar, posición estratégica y nuestro Ejército, así como la firme voluntad del pueblo (norcoreano), se enfrentarán a un ataque de represalia devastador y despiadado”, reza un comunicado oficial norcoreano.

El anuncio se produjo en respuesta a las amenazas vertidas por el presidente estadounidense, Donald Trump, quien aseguró que su Administración “hará frente” al líder norcoreano, Kim Jong-un, después de que falleciera el lunes Otto Warmbier, un estudiante que estuvo encarcelado en Corea del Norte durante más de un año y que fue entregado en coma a su familia la semana pasada.

Trump además autorizó el envío a la península coreana de un par de bombarderos supersónicos B1-B, capaces de llevar ojivas nucleares, en una demostración de fuerza.

En la nota, Pyongyang asegura que “las constantes sanciones de Estados Unidos y la presión militar sólo acelerarán su miserable fin”. “La RPDC causará una mayor presión y un sufrimiento aún más amargo”, aseguró.

Corea del Norte se mantendrá en el camino que ha elegido, es decir, encarar el vicioso desafío de EE.UU. “reforzando su potencia nuclear”, señaló el documento, emitido por la agencia oficial norcoreana Rodong Sinmun.

Además aprovechó la ocasión para defender sus recientes pruebas de misiles y escalada militar, explicando que estas medidas se han tomado solo para “asegurar la paz y la seguridad duraderas en la península coreana y en la región”.

Warmbier fue condenado a 15 años de cárcel y a trabajos forzosos en marzo de 2016 por delitos contra el Estado. El estudiante fue detenido en enero de 2016 cuando se disponía a salir del país. En los interrogatorios confesó que había robado un cartel con un lema político.

La muerte de Otto se produce en un momento de alta tensión entre Washington y Pyongyang, desatada por el aumento de la presencia militar estadounidense en la península coreana, las maniobras conjuntas Washington-Seúl y las pruebas de misiles balísticos de Corea del Norte.

mjs/ktg/msf/HispanTv

Irán denuncia "el cínico plan intervencionista" de EE.UU. tras polémicas afirmaciones de Tillerson


El secretario de Estado de EE.UU. aseguró que el objetivo de la política estadounidense respecto a Irán es "una transición pacífica del Gobierno".

Irán ha acusado a EE.UU. de interferir en sus asuntos internos después de que el secretario de Estado norteamericano, Rex Tillerson, instara a apoyar a los "elementos" que garantizarían una "transición pacífica" en el país. Teherán también ha enviado una nota de protesta a la ONU.

En su discurso ante el Comité de Asuntos Exteriores de la Cámara Baja del Congreso estadounidense el 14 de junio, Tillerson indicó que "la política [de EE.UU.] respecto a Irán consiste en disminuir su hegemonía, contener su capacidad de desarrollar armas nucleares y apoyar a los elementos en Irán que llevarían a una transición pacífica del Gobierno".

Reacción de Teherán

Las afirmaciones del secretario de Estado han provocado airadas críticas desde Teherán. El Ministerio de Exteriores iraní convocó —ante la ausencia del embajador— al agregado comercial de la Embajada suiza en Teherán, que representa los intereses estadounidenses en el país desde la ruptura de las relaciones diplomáticas entre ambos países en abril de 1980, "para manifestar la protesta de Irán sobre las afirmaciones de Tillerson", reporta Mehr News.

Gholamali Khoshroo, embajador de Irán ante la ONU, ha enviado una carta de protesta a Antonio Guterres, secretario general del organismo, y al Consejo de Seguridad.


"Es un plan intervencionista y cínico que contradice todas las norma y principios del derecho internacional, así como el texto y el espíritu de la Carta de la ONU, y supone un comportamiento inaceptable en las relaciones internacionales", escribió en la carta.

Teherán también acusó a EE.UU. de violar los acuerdos de Argel de 1981, según los cuales EE.UU. no puede "intervenir, ni directa ni indirectamente, políticamente o militarmente, en los asunto internos de Irán".

Por su parte, el ayatolá Alí Jamenéi, el líder supremo del país, subrayó que la idea de un 'cambio de régimen' siempre fracasará en Irán. "En los pasados 38 años, ¿ha habido algún momento en que no quisieran cambiar el sistema islámico"? ha preguntado Alí Jamenéi, citado por Reuters.

Las relaciones ya tensas entre EE.UU. e Irán empeoraron tras la elección de Donald Trump como presidente. Durante su campaña electoral Trump prometió revisar el acuerdo nuclear con Teherán, y en febrero de 2017 calificó a Irán de "Estado terrorista número uno".

Actualidad RT

Así regresó a escena el conflicto palestino-israelí con el bloqueo a Catar


El emir de Catar, Tamim bin Hamad al-Thani

El apoyo de Israel a la iniciativa liderada por Arabia Saudita complica los planes de la Administración estadounidense.

El general David Petraeus, exjefe del Mando Conjunto Central de EE.UU., encargó en 2010 un informe para evaluar si el apoyo estadounidense a Israel estaba poniendo en riesgo las relaciones con otros países de la región. Las conclusiones, que le sirvieron a Petraeus una avalancha de críticas de todos los sectores, fueron demoledoras: "La intransigencia israelí en el conflicto palestino-israelí estaba poniendo en peligro la posición de EE.UU. en la región".

Han pasado siete años desde entonces, y el eterno problema en Oriente Medio se ha visto eclipsado por importantes crisis regionales, como la Primavera árabe, las guerras en Siria e Irak, la violencia en Yemen o el crecimiento del Estado Islámico. Sin embargo, el conflicto entre palestinos e israelíes ha vuelto a ocupar un lugar importante dentro del complejo escenario en la región, después de que seis países árabes (Emiratos Árabes Unidos, Bahrein, Egipto, Libia y Yemen), liderados por Arabia Saudita, decidiesen romper sus relaciones diplomáticas con Catar a principios de junio.

El plan de Trump contra el terrorismo

Riad justificó esta medida argumentando "graves violaciones" de Catar que "ponen en peligro la soberanía" saudí, así como por su apoyo a "organizaciones terroristas" con el objetivo de "desestabilizar Oriente Medio". Un bloqueo que no tiene precedentes entre los países miembros del Consejo de Cooperación para los Estados Árabes del Golfo (CCEAG), tras el que se esconde la disconformidad de los sauditas con que Catar mantenga relaciones cordiales con Irán, su gran enemigo en la zona.


Esta disputa, sin embargo, ha terminado por agobiar a las autoridades de Washington, a pesar de que han respaldado incondicionalmente la decisión. Según Marc Perry, experto en política internacional y autor del libro 'El Hombre más peligroso de América', esta situación se debe a que la nueva crisis en el Golfo amenaza con destruir el plan de EE.UU. de construir un frente unificado, fuerte y sunita contra el terrorismo, anunciado por el presidente Donald Trump como uno de los grandes triunfos de su reciente viaje a Riad.

Pero lo más importante, según explica el analista en un artículo publicado en 'The National Interest', es que esta crisis ha vuelto a situar el conflicto palestino-israelí en el centro de los problemas de la región. Esto se debe a que, al estigmatizar a Catar, Arabia Saudita se ha alineado indirecta y extraoficialmente con Israel, su gran "socio silencioso", en la búsqueda de aliados para tratar de revertir la influencia iraní en Oriente Medio. Algo, que en un principio, es del agrado de los estadounidenses.

Israel, el gran socio de Arabia Saudita

De hecho, tras conocerse el bloqueo a Catar, las autoridades israelíes no tardaron en aplaudir y respaldar la decisión. "Los países árabes suníes, aparte de Catar, están en gran medida en el mismo barco que nosotros, ya que todos consideramos que un Irán nuclear representa la amenaza número uno para todos", aseguraba el exministro de Defensa israelí Moshe Yaalon.

Y es justo en este punto en el que pueden fracasar las aspiraciones de EE.UU. a la hora de conformar un bloque en Oriente Medio para combatir al Estado Islámico. Según Perry, la Administración estadounidense no ha tenido en cuenta que varios países árabes sunitas, como es el caso de Kuwait, Omán y Turquía, jamás van a sumarse a la iniciativa de Arabia Saudita, porque significaría hacer causa común con Israel, el país que tiene ocupado Jerusalén.

De esta manera, lo que realmente está en juego en Oriente Medio es mucho más importante que una mera disputa regional. Tal y como explica el experto, "La cuestión ya no es si EE.UU. puede conformar una coalición de naciones con ideas afines para combatir el terrorismo, sino su capacidad para frenar la creciente confrontación que confirma la agenda real de Arabia Saudita e Israel: lucharán contra Irán hasta la última gota de sangre estadounidense".

Actualidad RT

terça-feira, 20 de junho de 2017

Maia, grosseiro, ignorante e autoritário por inteiro


A respeito das reclamações sobre a demora na tramitação do pedido de impeachment que o Conselho Federal da OAB deu entrada na Câmara dos Deputados contra o presidente Michel Temer, quando Rodrigo Maia, presidente da Câmara abre a boca e diz ‘Não me cabe comentar as resoluções do Conselho Federal da OAB, não sou comentarista da agenda de advogados. Como também não creio que caiba ao presidente da OAB comentar ritos e procedimentos do processo legislativo’, Maia se mostra grosseiro, ignorante e autoritário por inteiro, o que não é nenhuma novidade.

É verdade que não compete a Maia se imiscuir na administração da Ordem dos Advogados do Brasil. Nem inscrito na OAB ele é. E se tem título universitário, pouca gente ou ninguém sabe. Agora, que cabe, não apenas ao presidente da OAB bem como a todo cidadão brasileiro, comentar ritos e procedimentos do processo legislativo, isso cabe. E como cabe!.

Cabe e é dever de todos nós.

Constitucionalmente, a Câmara Federal é a casa do povo brasileiro. Lá, quem manda é o povo. Seus integrantes são meros e transitórios mandatários. E nós, os mandantes. Tudo o que se passa lá dentro precisa ser às claras. Precisa ser levado ao conhecimento público. Mas a arrogância e o deslumbramento de Rodrigo é de tal ordem, que ele se acha o máximo. Se acha o dono da Câmara dos Deputados. Se considera acima de todos. É um absolutista, um intocável…Um ditador.

Já são muitos os pedidos de impeachment que deram entrada na Câmara dos Deputados contra Michel Temer. Parece que o pedido da OAB é o que mais pesa e ganha repercussão, porque foi também a OAB quem pediu e conseguiu o impeachment do presidente Collor, protocolado na Câmara dos Deputados no dia 1º de Setembro de 1992 e enriquecido com dois impecáveis pareceres: um, de Cármen Lúcia Antunes Rocha, então advogada, professora de Direito e jurista. Outro, de Evandro Lins e Silva, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal e cujos outros atributos e distinções são dispensáveis transcrever aqui e em qualquer outro lugar.

Costuma-se dizer que foi a OAB quem pediu o impeachment de Collor e está pedindo agora o de Temer. É errado dizer assim. Na verdade, não é a OAB a autora dos pedidos. Isto porque somente o cidadão-eleitor é quem pode pedir o impeachment das autoridades, o que é vedado às pessoas jurídicas, às instituições, como é o caso da OAB. No impeachment de Collor, “feito pela OAB”, quem figurou como autores foram Barbosa Lima Sobrinho e Marcello Lavenere Machado, este presidente da OAB nacional.

Acontece que todos os pedidos de impeachment dirigidos ao presidente da Câmara não podem ser engavetados. Nem se admite um dia de demora na sua tramitação. E todos precisam ser lidos no plenário para que seja ou não conhecido e até sujeito a crítica e louvações. Nada mais do que isso. É mera formalidade. Essencial, no entanto. Essa versão de que cabe ao presidente da Câmara dos Deputados, sozinho, monocrática e absolutamente, aceitar ou rejeitar os pedidos, é história que nem faz boi dormir. É conversa fiada da pior qualidade. É um engodo que tomou corpo como se fosse verdade e visa tapear o povão.

Por causa do impeachment de Dilma, a chamada Lei do Impeachment ( Lei nº 1079, de 10.4.1950 ) foi cantada por este Brasil em prosa e verso. Até os “índios não conectados do Amazonas” sabem da existência dessa lei, tanto e tanto que foi comentada, publicada, reproduzida. Até STF interveio para nela introduzir algumas alterações a fim de amoldá-la à Constituição Federal de 1988.

Pois bem. O artigo 19 da referida lei diz “Recebida a denúncia, será lida no expediente da sessão seguinte e despachada a uma comissão….”. Bom, o que interessa aqui é aquele verbo, o receber, que outro significado jurídico não pode ter, a não ser o literal. Eis a correta hermenêutica. O ato é o de receber, ter em mãos, ter sobre a mesa, após ter sido protocolada na Câmara dos Deputados. Com aquele “recebida”, a lei não está outorgando ao presidente da Câmara um poder que nem a lei nem o Regimento Interno da Casa lhe dá, que é o de indeferir, rejeitar, engavetar, negar seguimento e outras ações e omissões que estanquem o que não é para ser entancado.

Cumpre ao presidente da Câmara o dever de ler, no expediente seguinte e para todos os deputados, todos os pedidos de impeachment que vão sendo protocolados na Câmara dos Deputados. É a comissão, à qual o pedido é encaminhado, quem dirá se a denúncia deve ou não ser julgada objeto de deliberação. Em outras palavras mais simples e de fácil entendimento: é a comissão que determina sobre a rejeição ou aceitação da denúncia. Não é o presidente da Câmara quem decide sobre isso. Confira-se:

“Artigo 20 – A comissão a que alude o artigo anterior se reunirá dentro de 48 horas…e emitirá parecer no prazo de 10 dias, sobre se a denúncia deve ser ou não objeto de deliberação….”.

Rodrigo Maia, o senhor, como presidente da Câmara não pode e não deve se intrometer nos assuntos internos da OAB. Mas a OAB, bem como todas as instituições nacionais e todo o povo brasileiro podem e devem interferir no que o senhor faz, como presidente da Câmara ou como deputado federal. A casa que o senhor, transitoriamente preside é de todos nós brasileiros. Quem nela manda somos nós. O senhor passará. O senhor morrerá. Todos nós passaremos e morreremos. Mas a Câmara dos Deputados, não. Ela se eterniza nas Democracias. Ela pertenceu às gerações passadas, pertence à geração presente e sempre pertencerá às gerações futuras. E trate logo de dar prosseguimento a todos os pedidos de impeachment do presidente Temer. Siga a lei. Caso contrário o senhor é quem fica alvo fácil de um pedido de impeachment, ou de cassação de mandato.

Jorge Béja - Advogado no Rio de Janeiro e especialista em Responsabilidade Civil, Pública e Privada (UFRJ e Universidade de Paris, Sorbonne). Membro Efetivo do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB)

POLÍCIA FEDERAL CONCLUI: MICHEL TEMER É CORRUPTO


Brasil 247 - De acordo com uma prévia do relatório enviado pela Polícia Federal para ao Supremo Tribunal Federal, houve corrupção passiva na ação entre Michel Temer e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

No diálogo gravado entre Temer e Joesley Batista, da JBS, de acordo com a Procuradoria-Geral da República, Temer teria dado aval a Batista para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha e também indicado seu ex-assessor e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) como intermediário dos interesses do grupo empresarial junto ao governo.

Loures está preso após ser alvo de ação controlada da PF na qual foi filmado carregando uma mala com R$ 500 mil entregues por Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais da J&F.

A Polícia Federal não se manifestou ainda sobre o crime de obstrução à Justiça, pois aguarda a conclusão da perícia do áudio entre Temer e Joesley.

A PF devolveu parte do inquérito contra Temer ao Supremo e pediu ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na corte, mais prazo para concluir a investigação. Leia mais na Reuters:

PF devolve parte de inquérito contra Temer ao STF e pede mais prazo para conclusão

SÃO PAULO (Reuters) - A Polícia Federal devolveu parte do inquérito contra o presidente Michel Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF), e pediu ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na corte, mais prazo para concluir a investigação.

Fachin havia dado prazo até o domingo para a PF concluir o inquérito em que Temer é investigado por suspeita de corrupção passiva, participação em organização criminosa e obstrução da Justiça. O caso é um desdobramento da delação premiada de executivos da J&F, holding que controla a JBS.

Esse prazo havia sido dado pelo ministro na semana passada. Uma das principais peças da investigação é uma perícia em um áudio entregue pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da J&F, no qual gravou uma conversa com Temer.

No diálogo, de acordo com a Procuradoria-Geral da República, Temer teria dado aval a Joesley Batista para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha e também indicado seu ex-assessor e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) como intermediário dos interesses do grupo empresarial junto ao governo.

Loures está preso após ser alvo de ação controlada da PF na qual foi filmado carregando uma mala com 500 mil reais entregues por Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais da J&F.

Caberá a Fachin decidir se prorroga o prazo para que a PF conclua o inquérito.

(Reportagem de Eduardo Simões)

Alckmin gastou R$ 30 milhões em 6 mil metralhadoras estragadas enquanto a PM está sucateada e sem armas


Armas estragadas estão há 5 anos num galpão, abandonadas

Cerca de 6.000 submetralhadoras Taurus compradas pela Polícia Militar de São Paulo por cerca de R$ 30 milhões (valores corrigidos) continuam dentro das caixas, sem uso, há mais de cinco anos.

O armamento, que deveria aparelhar a tropa no combate ao crime pelo Estado, teve seu emprego vetado por apresentar problemas considerados insolúveis, "como fissuras e rompimento de canos".

As informações são de reportagem de Rogério Pagnan na Folha de S.Paulo.

Esse tipo de falha pode, segundo especialistas, levar à explosão da arma e provocar ferimentos no atirador.

"As armas estão estocadas em um galpão da PM na capital paulista para devolução ao fabricante. A Taurus, por sua vez, tenta um acordo com a gestão Geraldo Alckmin (PSDB) para não ter que ressarcir a polícia em dinheiro –mas com novas armas.

Procurada, a empresa não comentou as falhas das armas vendidas por ela. Informou, apenas, que ’valoriza a relação com a Polícia Militar do Estado de São Paulo’.

Em razão de problemas nesses contratos, firmados entre 2010 e 2011, o governo paulista decidiu impor uma sanção à Taurus, a impedindo de contratar com o Estado até outubro do ano que vem.

Esse veto levou a PM de São Paulo a conseguir autorização do Exército para abrir uma inédita licitação internacional para comprar 5.000 pistolas.40 –para emprego no policiamento do Batalhão de Choque (que inclui Rota)."

Plantão Brasil

'Com o Irã não se brinca': uma mensagem clara a Israel, EUA e Arábia Saudita


O ataque do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica contra os terroristas na província síria de Deir ez-Zor é um aviso direto não apenas aos jihadistas, mas também a seus patrocinadores: Israel, EUA e Arábia Saudita, afirmou à Sputnik Persa Husein Sheijoleslam, conselheiro do ministro das Relações Exteriores do Irã.

"Está claro que é uma mensagem não apenas para os terroristas, mas também para seus patrocinadores: Israel, EUA e a monarquia governante da Arábia saudita, que, de facto, [através dos terroristas] realizaram uma série de massacres na região. O Irã, em qualquer caso, tem a liberdade de exibir seu poderio e levar a cabo um ataque em qualquer lugar onde os terroristas se escondam. É um aviso a todos aqueles que criaram e continuam criando o mal na região", assinalou Husein Sheijoleslam.

O diplomata iraniano advertiu que, caso seja necessário, o Irã está disposto a repetir o ataque com mísseis contra os jihadistas, coordenando-o com os países da coalizão (Síria, Líbano, Iraque, Rússia).
Outro interlocutor da Sputnik Persa, próximo ao Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, Shemshadi Hasan, sublinhou que o ataque foi cuidadosamente coordenado e bem pensado.

"Isso demonstra a coerência e alto nível da inteligência. É um aviso aos terroristas: onde quer que estejam, localizá-los-emos", declarou Shemshadi Hasan.


Segundo o especialista, Deir ez-Zor é uma região onde os terroristas do Daesh (proibido na Rússia) se concentraram após terem sido derrotados em outras frentes. Assentaram nesta província com todas suas armas e equipamento, acrescentou.

Ao mesmo tempo, Shemshadi Hasan frisou que o ataque realizado pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica é uma mensagem para todos aqueles que apelam ao conflito com o Irã.
"É uma mensagem para todos os ‘amigos' estrangeiros dos terroristas. Com o Irã não se brinca", sublinhou.

Shemshadi Hasan recordou que "depois da primeira viagem de Trump à Arábia saudita, foram firmados vários acordos de bilhões de dólares para o fornecimento de armas norte-americanas, e Riad declarou que se aproximaria das fronteiras do Irã para, supostamente, castigar o país por todas as coisas que fez na região".

"Mas este ataque é uma ligeira bofetada aos terroristas e, caso não parem suas ações destrutivas…vamos dar-lhes uma bofetada ainda mais forte", avisou.

Sputniknews

Venezuela se retira de Asamblea de OEA y no avala resoluciones


Delcy Rodríguez, canciller de Venezuela, abandona la reunión de ministros de los países miembros de la OEA, México,19 de junio de 2017.

La canciller de Venezuela abandona la Asamblea de la OEA en protesta por las injerencias del organismo y de ciertos miembros en los asuntos internos del país.

“Mucho se ha hablado de que hay una crisis humanitaria, pero es solo una excusa más para una intervención en Venezuela. Y no volveré a esta Asamblea mientras seamos un país libre y soberano”, señaló el lunes la jefa de la Diplomacia venezolana, Delcy Rodríguez, antes de que comenzara formalmente la 47ª Asamblea de la Organización de Estados Americanos (OEA).

Al margen del evento, los cancilleres de los países miembros del organismo regional se habían congregado ese mismo día en la ciudad mexicana de Cancún (este) para abordar la situación de Venezuela y sancionar la nueva Constitución convocada por el Gobierno del país bolivariano.

Los participantes pusieron a votación un texto, propuesto por México, que denunciaba las condiciones de la democracia en Venezuela y llamaba a las autoridades venezolanas a respetar a la Asamblea Nacional (AN), elaborar un calendario electoral, excarcelar a presos políticos y frenar el proceso Constituyente para entablar un diálogo entre el Gobierno y la oposición.

Sin embargo, la propuesta no logró reunir los 23 votos requeridos (de 34 delegaciones): hubo 20 votos a favor, ocho abstenciones y cinco votos en contra, según la transmisión en directo.

Rodríguez rechazó el texto y calificó de “infantil” la diplomacia mexicana, además de criticar una vez más la conducta del secretario general de la OEA, Luis Almagro, a quien llamó “instigador de la violencia”.

“Así que, aunque el tono sea alto, medio o bajo, desconocemos cualquier resolución y el mecanismo tramposo que se ha seguido hasta llegar aquí”, agregó antes de pedir a otros países que abandonaran también ellos la OEA, al igual que Venezuela.

Rodríguez presentó ante la OEA 10 proyectos de resoluciones a favor de los pueblos, uno de ellos en solidaridad con los 43 desaparecidos de Ayotzinapa (México) y la responsabilidad del Gobierno mexicano en las desapariciones forzadas.

La diplomática venezolana había viajado a México para participar en la 47ª Asamblea General de la OEA y “defender” a su país de lo que considera un “plan intervencionista” dirigido por EE.UU. y ejecutado en la OEA por Gobiernos “de la derecha”.

msm/mla/nal/HispanTv

Efecto ruso: Australia suspende su operación en coalición de EEUU


Un caza Super Hornet de la La Real Fuerza Aérea Australiana (RAAF, por sus siglas en inglés) se despega para realizar operaciones.

Australia anuncia la suspensión de su participación en los bombardeos de la llamada coalición contra EIIL liderada por EE.UU. contra Siria.

“Como medida de precaución, las operaciones de bombardeo de la Fuerza de Defensa Australiana (ADF, por sus siglas en inglés) en Siria han sido interrumpidas temporalmente”, ha comunicado este martes el Departamento de Defensa de Australia.

La ADF, ha añadido la cartera, seguirá de cerca la situación aérea en Siria y tomará a su debido tiempo la decisión sobre la reanudación de las operaciones aéreas.

Este anuncio de la Defensa australiana tiene lugar un día después de que Rusia advirtiera a EE.UU. de que atacaría desde tierra y aire a cualquier aparato aéreo, incluidos los aviones y drones de la coalición internacional.

tas/mla/nal/HispanTv

Víctimas del nuevo jefe del EI en Afganistán culpan a EE.UU. de su reciente salida de prisión



Azizullah Yuldashev, hijo del líder del Movimiento Islámico de Uzbekistán, que en 2014 juró lealtad al EI, fue liberado el año pasado de una prisión bajo control estadounidense.

El cabecilla de una célula de la organización terrorista Estado Islámico (EI) ha sembrado de pánico y muerte el norte de Afganistán después de que fuera "inesperadamente" liberado de una prisión militar bajo control estadounidense, lamentaron los habitantes de la localidad afgana de Mazar-e Sarif en declaraciones a un equipo de RT.

Azizullah Yuldashev, hijo del líder del llamado Movimiento Islámico de Uzbekistán, que en 2014 juró lealtad al EI, salió en libertad el año pasado de la prisión de Bagram, cerca de Kabul, bajo "extrañas circunstancias", denunció recientemente el Ministerio de Exteriores de Rusia.

Residentes y refugiados en la localidad de Mazar-e Sarif, en el norte de Afganistán, quienes han sido testigos y víctimas de las atrocidades de Azizullah, han hablado por primera vez sobre la carnicería que se vive en sus tierras. "Es el hombre más malvado del mundo. Es por culpa de él que nos morimos de hambre en la pobreza. Trajo a sus terroristas a nuestras casas y asesinó a todos", dijo una mujer.

EE.UU. "lo dejó ir, y ahora ha venido por nuestras tierras"

"Ha asesinado a mucha gente, y asediado a muchos más. No hay fin para sus asesinatos", agregó otra vecina que ha perdido a 25 miembros de su familia, incluido su hijo. "Cortaron las cabezas de la gente, sus piernas, brazos y dedos. A algunas víctimas no pude reconocerlas debido a las barbaridades que les hicieron en la cara", relató otro residente local.

Los afganos que hablaron con RT culparon a EE.UU. de la actual situación por la que atraviesa esa región, afirmando que fueron los estadounidenses quienes liberaron a Azizullah de la prisión "inesperadamente, por alguna razón".

"Ellos lo dejaron ir, y ahora ha venido por nuestras tierras", dijo un vecino, mientras otro agregó que "si quisieran, podrían atraparlo muy rápido".

En la actualidad, la prisión de Bagram es administrada oficialmente por el Gobierno afgano, pero los locales afirman que todavía "pertenece a EE.UU.". "Bagram pertenece a los estadounidenses, el Gobierno afgano no tiene recursos para su administración. Fueron los estadounidenses quienes liberaron a Azizullah", dijo uno de los líderes de una pequeña milicia local creada para combatir la tiranía de Azizullah.

"Es el hombre más rico que conozco"

Debido al caos y la corrupción que imperan en Afganistán, Azizullah ha reclutado a cientos de combatientes y cuenta con un gran arsenal de armas. Los residentes de Mazar-e Sarif también acusan a las tropas afganas de vender armamento a esta célula del EI.

"Es el hombre más rico que conozco. Tiene apoyo del extranjero, y mucho dinero. Paga a sus combatientes casi 1.000 dólares, por eso tantos se unen a él", dijo otro miembro de la milicia local, agregando que este 'señor de la guerra' paga a sus terroristas cinco veces más que el Gobierno afgano a sus soldados. "El Gobierno afgano y EE.UU. no ayudan. Nos financiamos vendiendo nuestras casas y tierras para comprar armas y municiones", lamentaron.

RT se dirigió al Pentágono para saber si estaba al tanto de la liberación de Azizullah, que ahora dirige la nueva rama regional de Estado Islámico en Afganistán, pero aún no ha recibido contestación del Departamento de Defensa estadounidense.

Actualidad RT

Al menos 50 terroristas muertos tras el ataque iraní al Estado Islámico en Siria


El embajador de Irán en Rusia, Mehdi Sanai, ha afirmado que las acciones de su ejército pueden considerarse "respuesta a los actos terroristas perpetrados en Teherán" el pasado 7 de junio.

Al menos 50 miembros del Estado Islámico han muerto de baja como resultado de los ataques con misiles efectuados por Irán en la localidad siria de Deir ez Zor el pasado 18 de junio. Se trata del primer uso operacional de misiles de medio alcance efectuado por Teherán desde la guerra con Irak, que terminó en 1988.



Según informó el canal iraní IRINN, entre los yihadistas muertos hay seis comandantes conocidos de la organización en esa región. De acuerdo con información conocida anteriormente, Teherán lanzó seis proyectiles desde la base aérea de Kermanshah dirigidos a un puesto de mando y un centro logístico de los terroristas. Fueron destruidos además equipos y armamento.

El embajador de Irán en Rusia, Mehdi Sanai, aseguró este martes que estas acciones militares pueden ser consideradas una "respuesta a los actos terroristas llevados a cabo en Teherán" en referencia al doble ataque perpetrado en el Parlamento iraní y el mausoleo del ayatolá Jomeini, que dejaron al menos 13 personas muertos y 43 heridos.

Sanai señaló que la Guardia Revolucionaria Islámica (IRGC) había prometido responder a los atentados y "mantuvo su promesa". A su juicio, el resultado obtenido "demostró la fuerza y capacidad militar de Irán". Por otro lado, el diplomático reiteró el compromiso de Teherán en la lucha antiterrorista y la solución del conflicto en Siria y calificó el ataque de "advertencia" para aquellos que apoyan a los extremistas violentos.

Actualidad RT