quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Rusia refuerza defensa de Crimea con 14 cazas Su-27 y Su-30


La Fuerza Aérea de Rusia ha trasladado varios de sus más sofisticados aviones de combate a la base militar de Belbek, cerca de Sebastopol (capital de la República de Crimea) y de la frontera con Ucrania.

“Diez de los aviones tienen experiencia de vuelo, están bien mantenidos y realizarán ahora sus funciones en el espacio aéreo crimeo”, comunicó el miércoles a la agencia de noticias RIA Novosti el capitán de primera clase Vyacheslav Trukhachev, portavoz de la flota rusa del Mar Negro.
“Su llegada”, añadió, “se inscribe en el programa de despliegue de un destacamento completo de las Fuerzas Armadas rusas”.
Los aparatos incluyen 10 cazas de cuarta generación Sujói Su-27SM mejorados, capaces de realizar casi todas las misiones de combate, y 4 cazas Sujói Su-30, especializados en misiones aire-aire y de interdicción aire-superficie, también de cuarta generación según el informe del servicio de noticias ruso Sputnik.
Trukhaev observó que la mayoría de los habitantes locales no ha visto nunca antes aviones de este tipo, por lo que sin duda llamarán la atención de los sebastopolitanos.
Está prevista una renovación de la base de Belbek para adaptarla al mantenimiento de los nuevos aparatos.
El comandante en jefe en Europa de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN), Philip Breedlove, dijo el miércoles en una rueda de prensa en Kiev (capital de Ucrania) sentirse “muy inquieto” por lo que denominó “militarización” de Crimea.
La península de Crimea, conquistada por el Imperio ruso en 1784, fue transferida a Ucrania en 1954 por el dirigente soviético Nikita Jruschov. Tras la caída de la Unión Soviética, Crimea recuperó en 1991 el estatus jurídico de República Autónoma.
El 11 de marzo de 2014, tras el derrocamiento del presidente ucraniano Víctor Yanukóvich y la toma del poder en Kiev por sectores proccidentales, el parlamento local declaró la independencia de la República de Crimea. 5 días más tarde, el 96,8 % de los crimeos aprobó en referéndum adherirse a la Federación Rusa.

mla/ncl/msf - HispanTv

Masiva protesta en Londres contra decisión del fiscal de EEUU sobre caso Brown


Más de medio millar de personas celebraron el miércoles manifestaciones en Londres, capital del Reino Unido, para condenar la decisión del gran jurado de la ciudad de San Luis (estado de Misuri, EE.UU.) de no procesar al policía blanco que mató al joven afroamericano Michael Brown el pasado mes de agosto.

Los manifestantes se reunieron frente a la embajada estadounidenses en Londres, portando pancartas en las que se leía: “Encarcelen a los policías racistas” o “La vida de los negros cuenta”.
Además gritaban consignas como: “Policías asesinos, fuera de nuestras calles”. También, se guardó un minuto de silencio en homenaje a todos los muertos por la policía en el mundo.
Entre los manifestantes se encontraba Carol Duggan, tía de Mark Duggan, un británico muerto en agosto de 2011 en Londres a manos de agentes de policía en circunstancias poco claras; hecho que es recordado como el punto de ignición para los disturbios que sacudieron Londres y otras ciudades del país en la fecha señalada.
“Debemos enviarle un mensaje a la familia de Mike Brown. Sentimos su dolor, conocemos el dolor de perder a alguien a manos de la policía”, expresó Duggan a los congregados.
Mientras crecen los disturbios en Ferguson, en el estado estadounidense de Misuri (centro-este), por la decisión del gran jurado, el gobernador de ese estado, Jay Nixon, ordenó el martes el despliegue de más de 2200 miembros de la Guardia Nacional para impedir los disturbios.
La familia de Brown rechazó el veredicto del gran jurado y denunció que el proceso judicial fue “injusto”.
El oficial de policía Darren Wilson mató el pasado 9 de agosto a Brown, de 18 años, disparándole seis tiros, pese a que el joven iba desarmado y se estaba entregando, pero la justicia estadounidense lo ha dejado en libertad.
Tras la controvertida decisión del fiscal de Estados Unidos, pronunciada a últimas horas del lunes, la ciudad natal de Brown, Ferguson, se convirtió en escenario de violentos enfrentamientos entre los indignados ciudadanos y la Policía, y más de 80 personas fueron arrestadas.

haj/anz - HispanTv

Drones dos EUA mataram 28 civis para cada execução de militante


Por Patrícia Dichtchekenian, do Opera Mundi

De acordo com o relatório, o método de eliminar terroristas a partir de múltiplos disparos provenientes de veículos aéreos não tripulados apresenta mais efeitos colaterais graves para os direitos humanos do que soluções em longo prazo: de 2004 para cá, 1.147 civis foram mortos na tentativa de assassinar 41 lideranças de organizações como Al Qaeda e Talibã.

“Bombardeios de drones têm sido vendidos para o público norte-americano sob a justificativa de que esses ataques são ‘precisos’. Mas não há nada rigoroso quando isso resulta na morte de centenas de desconhecidos – homens, mulheres e crianças”, critica a advogada Jennifer Gibson, responsável pelo estudo.
Uma das principais armas de guerra na gestão do presidente dos EUA, Barack Obama, os drones suscitam questões acerca da capacidade de precisão da inteligência norte-americana. Nos últimos oito anos, por exemplo, inúmeras foram as tentativas de eliminar Ayman Zawahiri, líder da Al Qaeda no Paquistão: em duas investidas em 2006, pelo menos 76 crianças e 29 adultos foram mortos pelos drones, comprovando a ineficiência da ferramenta.
O Paquistão, aliás, é um dos principais alvos dos aviões não tripulados norte-americanos: no país, drones assassinaram 24 lideranças terroristas, mas isso veio concomitantemente à morte de ao menos 874 civis, dentre os quais 142 crianças.
No entanto, há muitas mortes de terroristas que não conseguem realmente ser confirmadas. Há ocasiões, por exemplo, que algumas baixas são registradas e contabilizadas duas vezes. Em outras, a identidade do alvo também se revela errônea.
Além disso, há casos em que líderes são encontrados mortos em circunstâncias diferentes de ataques aéreos. Paralelamente, existem sérios problemas com a análise de dados de ataques de drones dos EUA, já que muitas ofensivas ocorrem embaixo do pano oficial.
“O presidente Obama precisa ser direto e franco com o povo norte-americano sobre o custo humano deste programa”, afirma Gibson ao jornal The Guardian. “Se até mesmo o seu governo não sabe quem está dentro dos sacos de corpos a cada vez que uma ofensiva dá errado, as alegações de que este é um programa com rigor de precisão me parece um absurdo”, acrescenta.
No ano passado, um levantamento que pode ser visto no gráfico interativo “Out of Sight, Out of Mind” mostra que, dos mais de 3 mil mortos contabilizados pelo projeto desde 2004, apenas em 1,5% dos casos houve confirmação de ligações com atividades terroristas.
Como esses bombardeios acontecem em zonas de guerra perigosas e com pouca cobertura midiática, é difícil contar com apenas dados de militares norte-americanos que são muitas vezes as únicas fontes no local e podem manipular o número real de baixas, distorcendo o impacto dos drones nesses países.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Putin disse "Não" novamente aos sauditas sobre a Síria


A recente visita do ministro das Relações Exteriores saudita, Saud al Faisal, para Moscou, onde se reuniu com seu colega russo, Sergei Lavrov, teve poucos resultados além de um acordo para estabelecer um grupo de trabalho dirigido à cooperação contra o terrorismo.

No entanto, várias fontes indicam que os dois lados não conseguiram chegar a um consenso sobre vários temas importantes, e em particular na crise síria e os esforços da Rússia para a celebração de uma conferência de paz sobre a questão no início do próximo ano.
Faisal não alcançou o objetivo principal de sua visita, que era tentar mais uma vez que os russos abandonem o presidente Bashar al Assad.
A Rússia também está irritada com manobras sauditas para manter o petróleo a um preço baixo, o que significa danos à sua economia. Esta manobra saudita foi vista por alguns analistas como uma tentativa de pressionar e prejudicar o Irã e a Rússia por seu apoio à Síria.
Segundo relatos, estava planejado uma reunião entre Faisal e o presidente russo, Vladimir Putin, mas a reunião foi cancelada e não ocorreu devido à falta de acordo nas negociações entre o ministro saudita e Lavrov. A declaração final da visita é simplesmente que ambas as partes trataram de questões regionais e internacionais de interesse comum.


Rússia sempre resistiuàs tentativas sauditas de criar uma divisão entre Moscou e seus aliados, especialmente a Síria. Uma reunião anterior entre o príncipe Bandar bin Sultan e Putin, feita há dois anos, terminou desastrosamente quando Bandar ameaçou o presidente russo com o uso de terrorismo checheno contra os últimos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi.
Os sauditas sentem agora um isolamento internacional crescente por causa de suas políticas extremistas em questões como a Síria, o programas nuclear ir está no seu melhor momento. Também enfrenta conflitos com a Turquia e Qatar, e até mesmo com a Irmandade Muçulmana, que deram a entender quão ridículas são as tentativas de Riadde estabelecer-se como representante do "mundo sunita". Na verdade, o regime saudita é extremamente impopular no mundo árabe.
A Rússia, por sua vez, colocou várias vezes a Arábia Saudita em uma posição desconfortável por pedir decisões internacionais destinadas a acabar com o financiamento do terrorismo e o apoio político, midiático e religioso aos grupos Takfiris terroristas que operam em Síria e Iraque. Os russos querem que a Arábia Saudita assine tratados e convenções que proíbem o auxílio ao extremismo.

Frente Brasileira de Solidariedade com a Síria

Após declarações de José Mujica, presidente do México enfrenta crise


O governo mexicano parece ter perdoado o presidente do Uruguai, José Mujica, pelas declarações fortes que ele fez na sexta-feira passada à revista Foreign Affairs Latinoamérica. Naquela publicação, Mujica chamou o México de “Estado falido” por causa de uma série de problemas comuns a vários países da região. Agora, as críticas internas ao presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, soam ainda mais fortes.

No domingo passado, as autoridades mexicanas convocaram o embaixador uruguaio, Jorge Alberto Delgado, para uma conversa. A Secretaria das Relações Exteriores daquele país também emitiu um comunicado afirmando estar “surpreendida” e “rejeitando categoricamente” certas declarações de Mujica.
O site mexicano Sipse atribui a aspereza da entrevista à “franqueza” de Mujica, “presidente humilde” que passou anos no cárcere durante a época da ditadura.
Já o próprio presidente uruguaio fez no domingo uma tentativa de retificar, afirmando que “frente ao narcotráfico estamos falindo todos” e que “o que passa com ele, amanhã pode se passar comigo”. A “Suíça latino-americana ” tem índices menores de crime organizado, tráfico de drogas e sequestros do que vários países do continente.
Várias fontes citadas pela mídia confirmam que o incidente “já passou”. Mas, de qualquer modo, o presidente uruguaio atingiu uma parte doente no corpo político e social da América Latina.

Tensões no México

Mesmo não sendo as palavras de Mujica acusações mas, sim, uma opinião pessoal, o país não pode fazer como se nada acontecesse. A comunidade internacional e a população nacional já têm a sua atenção posta nas ações do governo mexicano. E Enrique Peña Nieto já presencia uma avalanche crescente de críticas.
Os internautas criaram um apelo no Twitter, dizendo #RenunciaEPN (EPN é Enrique Peña Nieto). A cada minuto, aparecem novas postagens com este lema. A mídia local já especula sobre um futuro próximo sem Peña Nieto.
Uma renúncia do presidente antes do fim do mandato (em 2018) é possível se o Congresso aceitar os motivos do presidente. Ainda não houve reações oficiais do governo a esse respeito.
O empresariado também expressou a sua preocupação com a insegurança no México. Na segunda-feira, o presidente do Conselho Coordenador Empresarial (CCE) nacional, Gerardo Gutiérrez Candiani, disse em um vídeo publicado no site que os empresários manifestam “a sua solidariedade com todas as vítimas e as famílias afetadas pela insegurança pública”.
O vídeo, chamado “Renovação sem violência”, é um “apelo” à sociedade e às autoridades mexicanas para contribuir para um país seguro, inclusive na área empresarial.
O governo já começa a reagir às exigências sociais cada vez mais insistentes. Hoje, na terça-feira, o presidente do México reuniu-se com o presidente da Comissão Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), Luis Raúl González Pérez. O encontro terminou com a afirmação de que o país deve ter um ombudsman (defensor dos direitos humanos) forte.


A entrevista

O motivo da matéria na Foreign Affairs foi o desaparecimento de 43 estudantes na localidade mexicana de Ayotzinapa, que fez parte de uma obscura operação policial contra o narcotráfico. Mujica respondeu o seguinte: “Dá-se a sensação, visto à distância, que se trata de uma espécie de Estado falido, que os poderes públicos perderam totalmente o controle, estão carcomidos. É muito doloroso o /que se passa/no México. Eu apelo a que o México reaja na sua ética e na sua moral”.
Esta última frase teve continuação, com o presidente uruguaio explicando que “isto foi possível por uma gigantesca corrupção”, que se tornou “um tácito costume social”.
O particular é que a entrevista publicada no site da revista é um extrato. Segundo a nota da redação, a versão completa irá aparecer em janeiro do ano que vem, dentro de dois meses. Então, José Mujica irá ter um mês até o fim do seu mandato presidencial, em 15 de fevereiro.

Voz da Rússia

¿Quién lucha realmente contra EIIL, EEUU o fuerzas de Resistencia?


Escrito por: Pablo Jofré Leal

Las acciones del grupo terrorista takfirí EIIL (Daesh en árabe) continúa con su orgía de muerte, destrucción y generación de inestabilidad en Oriente Medio.

Tras cinco meses de acciones militares en Irak, desde que Daesh instaurara su denominado califato en junio de este año 2014 y con ello ampliara su campo de acción desde el noreste Sirio al norte y centro de Irak, el número de muertos a manos de esta organización terrorista llega a 5 mil, principalmente kurdos, izadíes, chiíes y miembros del Ejército. Con el control de las regiones tanto en Siria como en Irak, este grupo terrorista maneja importantes centros de producción de petróleo, que le han generado ganancias estimadas en dos millones de dólares diarios, convirtiéndolo, en la mayor organización terrorista en materia de recursos financieros.
En las zonas donde opera Daesh, ricas en reservas de petróleo, con mayoritarias comunidades kurdas y una posición estratégica con respecto a Turquía, Jordania e Irán, las milicias takfirí desarrollan un plan de acción digitado allende Oriente Próximo, que refleja el modelo de desintegración que las grandes potencias occidentales, encabezadas por Estados Unidos han diseñado para la zona: desestabilizar el Gobierno sirio de Bashar al-Asad, dividir Irak en tres zonas étnicas y religiosas (Kurda, Suní y Chií) y al mismo tiempo dar los pasos necesarios para cercar al gobierno de Teherán, en esta escalada global de objetivos geoestratégicos, que suma también a Rusia como blanco de ataque.

LA LÓGICA IRRACIONALIDAD

En un análisis más fino, EIIL, se entiende en la lógica de los objetivos estratégicos de Washington y sus socios occidentales, junto a la labor desempeñada por sus Estados clientes en la zona: Arabia Saudí, Turquía, Jordania, el régimen de Israel y las monarquías árabes del Golfo Pérsico, con el objeto declarado de debilitar o definitivamente eliminar al eje de países y movimientos que ofrecen resistencia a estos afanes de dominio encabezados por Washington en la región. Nos referimos a Siria, HAMAS en Palestina, Hezbolá en El Líbano, la República Islámica de Irán, las fuerzas chiíes resistentes a los regímenes de Yemen, Irak, Baréin y Arabia Saudí. Todo ello en un marco regional más amplio que implica quitar protagonismo y/o frenar los avances de Rusia en la zona y el papel que cumple con China en el Consejo de Cooperación de Shanghái, además del papel desempeñado como miembros e los países del BRIC. En Siria, en Irán, en el combate a Daesh se juega algo más que el combate a las acciones criminales de este grupo.
La estrategia de Estados Unidos, aparentemente dotado de cierta irracionalidad, según ciertos análisis, carecen de la visión sobre el fondo de la presencia y los planes de Estados Unidos en Oriente Próximo. Como prueba de esa “irracionalidad” algunos analistas se preguntan el cómo entender que se conforme una organización, como Daesh, se le financie y apoye, para luego transformarla en enemigo. Eso, más allá de las dudas o acusaciones de manejar criterios de teorías conspirativas, tiene una lógica implacable: es parte del ajedrez regional. Para el analista Ismael Husein Zade “Los observadores geopolíticos de la turbulencia de Oriente Próximo tienden a culpar del caos que asola a la zona al presunto fracaso de las políticas “contradictorias", “incoherentes” e “ilógicas” de los Estados Unidos. Sin embargo ese caos, en realidad, representa el éxito, no el fracaso de esas políticas que han sido diseñadas por los beneficiarios de la guerra y las aventuras militares en la región y más allá. Mientras que las políticas estadounidenses en la región son ciertamente irracionales y contradictorias desde el punto de vista de la paz internacional, o incluso desde el punto de vista de los intereses nacionales de Estados Unidos en su conjunto, son bastante lógicas desde el punto de vista de los beneficiarios económicos y geopolíticos de la guerra y de las hostilidades internacionales, es decir, para el complejo militar-industrial y los defensores sionistas militantes del "gran Israel".
En ese plano, el movimiento salafista es combatido, no por Occidente, los muertos no los pone Estados Unidos, ni sus socios regionales. Daesh es combatido abiertamente sólo por el Ejército Sirio, Voluntarios de Hezbolá, las Milicias Peshmerga Kurdas y el Ejército Iraquí. Son ellos los que llevan el peso de las acciones militares. A pesar de la intensa campaña comunicacional occidental, que pretende hacer creer que Washington y sus socios son los que encabezan la lucha contra Daesh. Los ataques aéreos de la coalición internacional, que no pasa de ser un nombre ampuloso, no ha generado daño alguno a Daesh, quien con su estrategia de movilidad suele ofrecer blancos carentes de valor para los bombardeos aliados. Operaciones aliadas, cuantificadas a un costo de 7.5 millones de dólares y que más que destruir a las milicias takfiríes, han significado beneficiar a las empresas de armamentos estadounidenses, que encontraron en esta guerra impuesta, el mercado que había mermado por el fin de las operaciones a gran escala en el teatro de guerra en Irak y Afganistán.
Siria ha sido escenario, desde marzo del año 2011, de una constante agresión, enmarcada en principio en lo que los medios de comunicación occidentales denominaron “Primavera Árabe” que poco a poco fue develando que tras esta idea se encontraba la estrategia militar de Washington del Leading From Behind, es decir no involucrarse directamente, sino que usar testaferros que realizaran el trabajo sucio. Por ello, movimientos terroristas como el Frente Al- Nusra, Daesh, ramas de Al-Qaeda y el denominado Ejército Libre Sirio (ELS), fueron armados y financiados por Estados Unidos y sus aliados saudíes, principalmente, para derrocar al Gobierno de Damasco. Y, tal como había sucedido tanto en Afganistán, como en Irak, el hijo putativo terminó convirtiéndose en un monstruo.
Prueba de la injerencia de Estados Unidos y aliados de este en la agresión contra Siria, Damasco a través del representante permanente de Siria ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU), Bashar al-Yafari, reveló el pasado miércoles 18 de noviembre un documento, firmado por el Ministerio saudí del Interior, donde se ordena al director de Prisiones de la monarquía saudí que ponga en libertad a los presos y criminales condenados a penas máximas, a fin de que luchen contra el Gobierno sirio de Bashar al-Asad a cambio de su libertad. El Gobierno francés, por su parte reconoció que medio centenar de ciudadanos de ese país, pertenecientes a las filas terroristas de Daesh, han muerto desde el año 2001 a la fecha.
El primer ministro francés, Manuel Valls señaló, además que “existen un millar de franceses que se han unido a los grupos terroristas como Daesh, que combaten en Siria. Declaraciones efectuadas tras el reconocimiento de París, que uno de los verdugos que decapitaron a 18 soldados sirios es un ciudadano francés. Además de estos ciudadanos galos la Unión Europea (UE) ha reconocido que unos 500 británicos, 400 alemanes y 200 belgas forman parte de estas bandas terroristas. En el plano de evitar nuevas incorporaciones de ciudadanos extranjeros a las filas takfirí las Naciones Unidas que cifra este número en 15 mil combatientes de 80 países ha señalado que “hay que dotarse de una estrategia que contrarreste el reclutamiento y la globalización del horror de los actos terroristas del grupo salafista”. Pero, al mismo tiempo la ONU reconoció que esta explosión de incorporaciones se fundamenta en “la marginalidad y la discriminación que sufren los jóvenes musulmanes en los países europeos abusos que según el alto funcionario internacional, no sólo son inmorales, sino también contraproducentes".


EL FACTOR KURDO

Una de las zonas donde el teatro de operaciones contra Daesh ha tenido mayor difusión es la ciudad de Kobani en Siria, donde los ataques sostenidos contra las fuerzas de Daesh por parte de los peshmerga, las unidades de defensa Popular (conformada por kurdo-sirios) el Ejército sirio y combatientes de Hezbolá y unidades, incluso de la oposición siria han logrado ir, poco a poco haciendo replegar a las fuerzas salafistas de los distintos barrios de la ciudad. Estas acciones se unen a los combates en Mosul, la segunda ciudad en importancia de Irak donde las fuerzas conformadas por los peshmerga y milicias suní, han logrado ir recuperando localidades como Zumar y la localidad cristiana de Bafuka, que han ido consolidando un lento pero sostenido avance que mantiene esperanzada a las autoridades iraquíes respecto a recuperar prontamente este vital centro de producción de petróleo del país levantino.
El tema kurdo preocupa a uno de los aliados de Estados Unidos en la zona y que explica también su negativa a intervenir en el combate a Daesh, nos referimos al régimen de Ankara. Para el analista Ismael Husein Zade “El interés fundamental de Turquía en Siria no tiene tanto que ver con la lucha contra el EIIL sino contra los kurdos sirios y el presidente sirio Bashar al-Asad; esto es así porque el fanático régimen anti-kurdo de Ankara teme que el debilitado gobierno de Al-Asad no sea capaz de acabar con los kurdos que se autogobiernan en Kobani y las áreas kurdas aledañas. Al régimen turco le preocupa que si los kurdos de Kobani logran repeler a las fuerzas del EIIL, su éxito y su experiencia de autogobierno en la región de Kobani resulten tentadores para los 15 millones de kurdos en Turquía. Los turcos también están preocupados porque el éxito de los sirios kurdos contra el EIIL frustraría sus viejas ambiciones de ocupar y/o anexionarse la región kurda rica en petróleo al norte de Siria, de ahí su insistencia en una zona neutral o de exclusión aérea en esa región”.
Es en esa lógica donde Ankara, interesadamente, insiste en derrocar al Gobierno sirio, más allá de combatir a Daesh. Explica también su política de negar apoyo a los kurdos sirios ya sea impidiendo el paso de refugiados a territorio turco o permitir que kurdos que habitan en Turquía ingresen a Siria a combatir el terrorismo de Daesh. Para Husein Zade “la inacción o acción vacilante de EE. UU. frente a la evitable matanza de kurdos sirios, que le hace cómplice de la carnicería, puede explicarse por el tira y afloja que mantiene con Turquía a cambio de la colaboración turca en pro de sus intereses imperialistas en la región”.
Daesh ha resucitado la venta de aviones, drones, municiones, no sólo para abastecer a las decenas de aviones que diariamente realizan sus labores de bombardeos estériles, sino también hacer florecer la venta de armas para toda la región de Oriente Próximo. Ya las autoridades militares de Washington han informado que esta campaña contra el movimiento terrorista takfirí puede durar años, lo que ha significado que el complejo militar industrial se frote las manos por la facturación multimillonaria que hará de esta guerra cuyo objetivo no es acabar con Daesh, sino que derrocar al Gobierno de Damasco, debilitar a las autoridades palestinas tanto de la Franja de Gaza como la Autoridad Nacional Palestina (ANP) con sede en Ramalá e ir posteriormente por la República Islámica de Irán y al mismo tiempo dar señales potentes al Gobierno de Moscú y al de Beijing, que Occidente no está dispuesto acceder en materia de influencia regional. La mesa de la disputa por la hegemonía de Oriente Próximo está servida y donde el crimen y le negocio ligado a la guerra continua generando muerte y destrucción.

PABLO JOFRÈ LEAL es periodista y escritor chileno. Analista internacional, Master en Relaciones Internacionales de la Universidad Complutense de Madrid. Especialista en temas principalmente de Latinoamericanos y Oriente Medio. Es colaborador de varias cadenas de noticias internacionales.

Escândalos de corrupção das forças armadas americanas


Segundo relatório de investigação, mais de 30 bilhões de dólares foram desviados durante a vigência das invasões e ocupações do Iraque e do Afeganistão

por Eduardo Graça —Carta Capital - TORU YAMANAKA/AFP

O montante desviado e a sequência de casos revelam a falta de preparo dos EUA para monitorar a administração públicaPagamento de propina para a concessão de contratos, pedidos de material faturados e jamais entregues, esquema de corrupção com alcance internacional que chega, por vias indiretas, ao quintal do governo federal dos EUA. De novembro de 2005 a setembro de 2014, o Departamento de Justiça americano, equivalente ao Ministério da Justiça no Brasil, iniciou 237 processos de corrupção relacionados exclusivamente, para se usar o termo imortalizado pelo presidente Dwight Eisenhower, ao complexo militar-industrial da maior economia do planeta.
A comissão criada no Capitólio em 2008 para investigar os contratos realizados por Washington por conta das invasões e ocupações do Iraque e do Afeganistão estima que pelo menos 31 bilhões de dólares foram desviados em operações fraudulentas e malversações do dinheiro público no mesmo período. Em entrevista à agência de notícias Associated Press, a comandante da divisão criminal da Procuradoria-Geral da República americana, Leslie Caldwell, afirmou que os esquemas vão de pequenas quantias pagas a atravessadores no Afeganistão a centenas de milhares de dólares lucrados por grupos privados em contratos garantidos por meio de propina, e afirmou que a única maneira de combater o problema é a tolerância zero com a corrupção.
Um outro diretor da Procuradoria-Geral, Jack Smith, cujo departamento é focado no combate a casos de corrupção envolvendo políticos, afirmou à AP que há paralelos claros entre o que acontece no mundo dos representantes eleitos pela população e o universo militar americano. Nos EUA, os deputados federais e estaduais disputam eleições a cada dois anos, transformando a permanência no cargo em uma tarefa de tempo integral.
O financiamento privado de candidaturas (especialmente depois de duas decisões da Suprema Corte, de maioria conservadora, em janeiro de 2010 e em abril de 2014), jogaram por terra limites impostos em 1974 depois do escândalo de Watergate e ajudaram a aumentar o poder de fogo de corporações e milionários interessados em ajudar a eleger candidatos afinados com seus interesses. O lobby no âmbito militar lida com uma hierarquia muito mais rígida, cujo funcionamento pouco se alterou, de acordo com os processos citados pelos procuradores, na Washington dominada pelos republicanos até 2008 e pelos democratas a partir de janeiro de 2009. “Nos dois casos, o assaltado, obviamente, é o contribuinte. Não creio que ninguém se sentirá ofendido com essa comparação”, afirmou Smith.
Os casos de corrupção envolvendo as Forças Armadas americanas são, de acordo com os procuradores, desgraçadamente recorrentes. No mês passado, o capitão reformado Fabian Barrera foi condenado a três anos de confinamento depois de levar dos cofres públicos 181 mil dólares pelo recrutamento de mais de uma centena de cidadãos que jamais se integraram ao setor militar. O escândalo foi um dos responsáveis pela suspensão, há dois anos, do Programa de Assistência de Alistamento (G-RAP, na sigla em inglês), criado no governo Bush, que previa bônus de até 7,5 mil dólares para cada novo soldado alistado para a Guarda Nacional. Cerca de 200 oficiais e outros 1.200 civis foram implicados no esquema.
Em outubro, um oficial e outros quatro reformados da Guarda Nacional, incluindo um coronel, foram presos depois da descoberta de um esquema de propina para a contratação de material de propaganda no valor de 188 milhões de dólares. Nem o esquadrão de helicópteros que serve a Casa Branca escapou da onda de corrupção, com dois ex-fuzileiros navais e um civil acusados de fraudar a concorrência para a manutenção das unidades dedicadas a transportar o presidente Barack Obama, o vice Joe Biden e suas respectivas famílias.
Há um ano, um fornecedor destacado do sistema de defesa militar americano, o executivo Leonard Glenn Francis, do Glenn Marine Group, cuja sede é em Singapura, foi acusado de aumentar o valor de serviços prestados à Marinha americana em 10 milhões de dólares com a complacência de oficiais do próprio serviço de investigação criminal da força militar. De acordo com os procuradores, a corrupção não se deu apenas com a caixinha assegurada pelos militares. O agradecimento foi pago com a contratação de prostitutas e viagens em primeira classe para hotéis de luxo.
O montante desviado dos cofres públicos – em malversações realizadas tanto no exterior quanto no núcleo da burocracia militar americana – e a impressionante sequência de casos revelam, para a professora Laura Dickinson, da Universidade George Washington, especializada em legislação de segurança nacional, a falta de preparo dos EUA para monitorar a administração pública. Ao mesmo tempo, ela afirmou à AP, há uma clara ausência de mecanismos de punição severos o suficiente para coibir a corrupção nos mais variados setores da administração pública.
Reproduzida com destaque esta semana nos principais órgãos de imprensa dos EUA, a reportagem da AP também ofereceu combustível aos grupos à direita que pregam a diminuição do tamanho do Estado. Um dos nomes que se posicionam para a sucessão de Obama em 2016 no flanco republicano, o senador Rand Paul, favorito da ala autodenominada "libertária" da oposição, é um dos maiores defensores de cortes radicais no orçamento das Forças Armadas americanas como antídoto para a diminuição da corrupção no setor. O Departamento de Defesa informou que na última década tomou ciência da multiplicação de casos de corrupção nas Forças Armadas mais poderosas do planeta e investiu em mais treinamento de pessoal e no acompanhamento mais detalhado dos contratos firmados com prestadores de serviço.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Kim Jong-un afirma que los estadounidenses no dejarán de ser 'caníbales y homicidas'


El líder norcoreano Kim Jong-un visitó un museo en el condado de Sinchon dedicado a las atrocidades cometidas por los estadounidenses durante la Guerra de Corea, según la agencia norcoreana KCNA.

"Las masacres cometidas por los agresores imperialistas estadounidenses en Sinchon evidentemente demostraron que son caníbales y homicidas que buscan el placer en la masacre", señaló el líder norcoreano durante su visita.

Según Kim Jong-un, con el paso del tiempo los estadounidenses no harán sino volverse más agresivos y traicioneros.

Actualidad RT

Equador confirma asilo ilimitado para Assange


O ministro de Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, reafirmou a "vigência plena" do asilo concedido ao fundador do site Wikileaks, Julian Assange, após a Justiça sueca ratificar o mandado de prisão contra o australiano.

“O governo do Equador declara a vigência plena do asilo concedido a Julian Assange e reafirma sua intenção de manter esta proteção pelo tempo que for necessário, até que chegue a um lugar seguro”, disse Patiño em coletiva de imprensa.
A Corte de Apelação de Estocolmo confirmou na quinta-feira (21) o mandado de prisão contra Assange por abuso sexual. A medida reafirma a decisão da Justiça sueca do dia 16 de julho.
Seus advogados tentavam anular o mandado, mas a Corte afirmou que caso isso fosse feito, ele poderia "fugir" sem responder ao processo. Histórico - Assange encontra-se asilado na Embaixada do Equador em Londres desde 19 de junho de 2012, temendo que a execução por parte da Grã-Bretanha do mandando de prisão emitido pela Suécia possa concretizar a sua extradição para os Estados Unidos, onde corre o risco de ser condenado por espionagem.
O mandado de prisão foi emitido em 2010, após duas mulheres suecas terem o processado por assédio. O australiano nega as acusações.

El terrorismo procedente de Libia en el futuro, podría llegar a ser más peligroso que el del Daesh (Estado Islámico)


Abderrahim Manar Slimi es uno de los grandes expertos en terrorismo, presidente del Centro Magrebí de Estudios de Seguridad y Análisis Político, es profesor de estudios políticos y estratégicos de la Universidad de Rabat. En esta brillante entrevista realizada por su compatriota Khalid Mellouk realiza un análisis vivo de la realidad del grupo terrorista autodenominado Estado Islámico o Daesh y analiza cómo puede ser el futuro de la amenaza terrorista.

Las fuerzas de seguridad españolas, cada poco tiempo, detienen marroquíes que se ofrecen para luchar en las filas del grupo islamista 'Daesh', la última detención se ha producido en la provincia de Murcia por parte de la Guardia Civil ¿Cómo se puede explicar eso?
Mira, no se trata solo de marroquíes, 'Daesh' es una organización terrorista internacional ya que está integrada por 'grupos' de diferentes partes del mundo. En su estructura se habla de grupos tales como el 'grupo alemán', que ha ejecutado en los últimos dos meses atentados con coches bomba; pero el 'Daesh' incluye grupos magrebís, europeos, estadounidenses, rusos, chinos y los del Oriente Medio. El 'Daesh' de Irak es diferente al de de Siria, aunque coincidan el liderazgo y la organización. Hay que señalar que muchos de los componentes humanos en Irak son del periodo de "Saddam Hussein". Esto puede darnos razón de su gran capacidad militar sobre el terreno. Las cifras que se manejan ponen de manifiesto que están operando unos veinte mil soldados y cinco mil ex oficiales, además 16 extranjeros de diversas nacionalidades, la mayoría localizados en Siria, situados en estructuras de mando. El liderazgo de Daesh en Irak está ejercidio por irakíes, mientras que los líderes de la misma organización en Siria son extranjeros, eso sí, todos ellos bajo el mando de "Abu Bakr al-Baghdadi"; pero no podemos perder de perspectiva que, en gran medida, el liderazgo es colectivo, y eso indica una diferencia fundamental con respecto al antiguo grupo de "Bin Laden".

Unos 3000 marroquíes se han unido al 'Daesh', incluyendo los que han partido desde Europa. El origen de estos marroquíes se sitúa en ciudades del norte del país. Esto tiene tres explicaciones esenciales, la primera consiste en que mucha gente en la zona del norte no se ha incorporado a tiempo a las políticas del Estado, se han mantenido alejados y sin beneficiarse de los procesos de socialización y educativos, o no lo han hecho al ritmo que lo han hecho en otras zonas del país. En segundo lugar, en determinadas provincias las familias son conservadoras y se nota una cierta debilidad de las familias, en esta zona norteña, en su papel de dirigir y de mantener ciertos equilibrios, comparación con lo que sucede en otras regiones de Marruecos; la tercera interpretación, son ciertas actividades fuera de la Ley que facilitan la vinculación a grupos terroristas, como es el contrabando. Esta actividad se considera, incluso, como un acto de rebelión contra el estado y es una manera de captar a personas que ya están entrenadas para ocultar su actividad y dedicación a trabajos ilegales.

Marruecos sí puede hacer una estimación en cuanto al número de individuos conocidos que se han ofrecido o incorporado al 'Daesh', pero otros países tienen dificultades para determinar cuántos de sus ciudadanos han hecho lo mismo. Nadie esperaba que el Daesh fuera lo que es hoy, solo parece que al-Qaeda haya estado informada de la estrategia de este grupo terrorista que se desarrolla desde 2000 y llegará hasta 2020.

La mayoría de estos individuos utilizan las redes de Internet para comunicar y difundir sus ideas. ¿Se trata estrategia para expandir el terror o de un encubrimiento y temor a los servicios de seguridad?

Las organizaciones terroristas evolucionan y tienen un gran interés en el uso de la tecnología y las redes sociales, Al-Qaeda era muy potente en la comunicación entre sus miembros, pero tiene gran capacidad comunicarse individualmente con el entorno y cada uno tiene su propio método y contenido en sus discursos comunicativos para atraer, utilizando discursos religiosos, el atractivo del dinero, el matrimonio, el sexo, las relaciones románticas y el amor; muchos de estos 'deshíes' se han incorporado al grupo mediante el discurso amoroso de forma primaria y no religioso. Además otros buscan la 'competición' o lucha, como es el caso de los dos boxeadores australianos que se unieron al Daesh.

El Daesh y Al Qaeda, sus integrantes, se incorporaron originalmente para derrocar a Bachar al Assad pero se convirtieron en un "avispero"; se reunieron los terroristas en un solo campo y finalmente se enfrentaron entre ellos, lo que provocó una situación difícil de controlar. Finalmente se dieron las condiciones adecuadas para que la relación entre al-Qaeda y Daesh termine siendo como la relación entre la “madre” y su “hija”, el conflicto se produjo a causa de una infiltración de Al Qaeda por parte de elementos del Daesh y cabe esperar que finalmente "al-Baghdadi" termine liderando tanto la organización de Daesh como Al Qaeda y sus franquicias.


¿Cómo evalúa el nivel de conocimientos de estos jóvenes?

Los componentes humanos del Daesh y Al Qaeda presentan algunas diferencias entre sí. Al-Qaeda ha estado reuniendo a mucha gente,no importaba su educación o que su nivel de enseñanza fuese débil o mediano. La organización Daesh es distinta, si tenemos en cuenta su forma de actuar en el terreno, los métodos de su comunicación y parte de su estrategia, merece la pena reflexionar sobre lo que ha supuesto generar el contacto entre Turquía y Assad en relación con Kobani. Toda la estrategia del Daesh demuestra que la organización cuenta con capacidades de inteligencia muy fuertes, lo que se evidencia hasta en detalles como la forma de rodar la última película, en la que se ve la decapitación de algunos miembros del ejército sirio. todos los indicadores muestran que la organización, además, se ha beneficiado de una generación de militares iraquíes y de elementos especialmente preparados en Europa, así como de un importante número de elementos vinculados al crimen organizado. Esta combinación de todos estos factores y otros, ha dado a esta organización una gran capacidad, una fortaleza muy significativa que se caracteriza tanto por su simbología como por su capacidad material. Estamos ante una organización que utiliza la psicología como nunca antes la habían empleado otras organizaciones. Pero, el punto más fuerte de esta organización es que ha declarado la creación de "estado", aunque se trata de un "estado ficticio" en áreas geográficas, pero esta es la gran diferencia con respecto a al-Qaeda.

España ha valorado enormemente los esfuerzos de Marruecos en materia de seguridad. ¿Este reconocimiento tiene algún valor estratégico?

La situación de España es difícil, y no hay que olvidar que fue objetivo de uno de los mayores ataques terroristas en Europa por parte del conglomerado vinculado a al-Qaida. Los datos indican que el origen de este atentado (del 11-M) fue de Irak y que de alguna manera jugó un cierto papel "Abu Musab al-Zarqawi,". Las fuerzas de seguridad españolas tienen una gran experiencia y saben muy bien que el peligro no está muy lejos, su coordinación con Marruecos reduce los riesgos de actividad terrorista tanto en el norte de Marruecos como en España. El índice del Terrorismo Internacional, publicado hace unos días pone de manifiesto que Marruecos y España están menos amenazados por el riesgo del terrorismo, ocupando el puesto num. 21, otros países aparecen más señalados como Argelia, Libia o Egipto que están en los trece primeros puestos. La situación geoestratégica de España y Marruecos hace necesaria intensificar la colaboración en materia de seguridad, sobre todo teniendo en cuenta el eje formado por las ciudades de Ceuta , Tetuán y Fnideq (Castillejos).

La operación “precaucion” llevada a cabo por Marruecos, ¿Presagia algún peligro real?

Los informes internacionales, especialmente los de la ONU, hacen hincapié en la capacidad de los servicios de seguridad marroquíes para desmantelar las células terroristas. Marruecos se incorporó con fuerza a las dinámicas de cooperación internacional, especialmente con motivo de los atentados del 16 de mayo en Casablanca; y ha desarrollado métodos para afrontar el fenómeno terrorista. La operación "precaución" es una puerba de ello . La operación fue lanzada en consonancia con la política pública de seguridad que combina todos los componentes de seguridad marroquí, incluyendo el ejército. La presencia de éste significa que existe algún peligro proveniente del exterior, tanto de los grupos extremistas en Libia o como de la organización Daesh de Siria e Irak. El análisis estratégico hoy se basa en la siguiente ecuación: "la mariposa que aletea sobre Beijing puede influir en el clima de Nueva York o Washington", en este sentido el peligro que existe en tierras lejanas afecta nuestras calles. En definitiva, en el análisis de seguridad no existe el llamado peligro lejano.

¿Cómo ve el futuro de este grupo terrorista?

La situación internacional pone de manifiesto que hay debilidades en el sistema de seguridad colectiva, se han manifestado debilidades en la administración demócrata que afecta a Estados Unidos y que se pone de manifiesto en que no toma decisiones. El incremento del grado de tensión sectaria en Oriente Medio, impulsada por Irán, es otro factor a tener en cuenta, la evolución del terrorismo en cuanto a su expansión y el uso de tácticas de terror masivo, superior al que habíamos conocido con Al-Qaeda, son muchos los factores que me hacen pensar que el Daesh es un fenómeno que irá incrementando su peligrosidad durante los próximos tres años. La vuelta de los combatientes de Daesh a sus países va a trasmitir la violencia a Europa. Pero lo más peligroso viene de Libia que puede desestabilizar la zona mediterránea en su conjunto. Otros grupos terroristas están pensando en su expansión, como el terrorismo de etiología chií con vistas en al Bab el Mandeb, en el Mar Rojo o Daash de libia, con el punto de mira puesto en el Mediterráneo. Libia puede ser el escenario de generación de organizaciones terroristas que podrían superar, incluso, al actual Daesh en términos de riesgo.

Khalid Mellouk - Luxsed

Fallo del caso Ferguson desata fuertes protestas en EE.UU.


Después de conocerse que el policía Darren Wilson no será procesado por matar al joven afroamericano Michael Brown, miles de personas en EE.UU. han salido a las calles para protestar contra un veredicto que consideran injusto.

El cadáver de un hombre fue hallado dentro de un automóvil en Ferguson este martes alrededor de las 9.00 (hora local), ha informado el portavoz del Departamento de Policía del Condado de San Luis, Rick Eckhard. "Este incidente está clasificado actualmente como una muerte sospechosa y lo seguirá siendo hasta que las pruebas permitan una clasificación diferente", señaló el policía citado por el portal mashable.com.

La productora de Ruptly Lorena de la Cuesta figura entre las víctimas de este martes de los acontecimientos de Ferguson. Según informa en su cuenta en Twitter, este martes recibió el impacto de un bote de gas lacrimógeno.


Manifestantes marcharon por las calles de la ciudad de Nueva York, Estados Unidos, y lanzaron sangre de mentira sobre los policías para protestar contra el veredicto del gran jurado de San Luis sobre el crimen del oficial de Policía Darren Wilson.

Al menos una docena de edificios están ardiendo en la ciudad de Ferguson y sus alrededores, ha informado un representante de la Policía.

La Administración Federal de Aviación (FAA, por sus siglas en inglés) ha impuesto una zona de exclusión aérea temporal sobre Ferguson. El organismo también ha impuesto restricciones a los vuelos entrantes al aeropuerto Internacional de Lambert, en el condado de San Luis, debido a las protestas, informa RIA Novosti.


El pasado mes de agosto las autoridades también ordenaron el cierre del espacio aéreo de Ferguson. La medida, tomada para evitar que los helicópteros de los medios de comunicación emitieran imágenes que habrían revelado la magnitud de los disturbios, según reveló posteriormente AP, se prolongó en aquella ocasión durante 12 días.

06:06 GMT. En la ciudad de University City (situada al oeste de San Luis), un agente de Policía ha sido herido de bala en el brazo durante las violentas protestas relacionadas con el caso Ferguson. El policía ha sido ingresado en un hospital local, informa el portal breaking911.com.

Las protestas relacionadas con el caso Ferguson se están llevando a cabo en cerca de 120 ciudades de EE.UU., entre ellas Nueva York, Chicago, Seattle, Filadelfia, Denver y Oakland.

Actualidad RT

'Hacker' Guccifer: "Dos ciudades de EE.UU. pueden sufrir un ataque nuclear en 2015"


Al menos dos ciudades estadounidenses podrían convertirse en el objetivo de ataques nucleares en el año 2015, cree el pirata informático rumano conocido como 'Guccifer'.

Marcel Lazar Lehel, Guccifer, el 'hacker' que se hizo famoso tras subir a Internet los autorretratos al desnudo del expresidente de EE.UU. George W. Bush, ha contado al diario 'The New York Times' que existe un plan de ataque nuclear contra la ciudad de Chicago y una ciudad del estado de Pensilvania, cuyo nombre se desconoce.
Según los datos que el pirata informático ha obtenido tras 'hackear' los correos electrónicos privados de numerosos altos mandos militares, políticos y de inteligencia, los ataques están planeados para el año que viene.
Además, Guccifer reveló que tiene un amplio archivo de correos electrónicos 'hackeados' de varias figuras públicas que todavía no han sido divulgados en el sitio cryptome.org, donde durante años ha subido los resultados de sus actividades.
Asimismo, el ciberdelincuente, que actualmente cumple una condena de siete años en una prisión de alta seguridad de Rumanía por sus actividades ilegales en la Red, ha presentado al rotativo un abanico de teorías conspirativas relacionadas con los Illuminati, un grupo secreto que, según Guccifer, está gobernando el mundo.
El 'hacker' se presenta a sí mismo como un guerrero de la lucha contra el secretismo y asegura estar en el mismo bando que el fundador de WikiLeaks Julian Assange y el excolaborador de la NSA Edward Snowden, señala el diario. Entre los 'logros' de Guccifer está el 'hackeo' de la correspondencia de los exsecretarios de Estado de EE.UU. Colin Powell y Hillary Clinton, del director de los servicios secretos de Rumanía, George Maior, así como de numerosos diplomáticos, financieros y militares.

Actualiad RT

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Putin: “Os EUA que não se intrometam nos negócios da Rússia”


Peter Koenig,* Vineyard of the Saker - Tradução: Vila Vudu

O presidente Putin, falando num fórum da Frente de Povos de Toda a Rússia, em Moscou, disse que “Eles [os EUA] querem nos submeter, querem resolver os problemas deles, à nossa custa. Ninguém, na história, jamais conseguiu submeter a Rússia e ninguém jamais conseguirá.”

Não há aí qualquer exagero. A Rússia não tem só uma sólida aliança monetária e comercial com a China, que já deixou para trás o sistema ocidental dominado pelo dólar ocidental; a Rússia é também um dos países chaves dos BRICS e da Organização de Cooperação de Xangai [orig. Shanghai Cooperation Organization (SCO)] que se reuniu em setembro passado em Dushanbe, Tadjiquistão, para ampliar o número de membros (China, Rússia, Cazaquistão, Tadjiquistão e Uzbequistão) e incluir Índia, Paquistão, Irã e muito provavelmente também a Mongólia. A Turquia, que abriga uma base crucialmente estratégica da OTAN e vacila entre o ocidente e o oriente, aspirou durante algum tempo a também se integrar à OCX. Países falantes de turco e que já são membros da OCX apoiariam provavelmente a demanda da Turquia, o que criaria vasto conflito e seria rude golpe contra as potências ocidentais, especialmente Washington – e dificilmente passariam sem ‘receber castigo’.
Essa OCX expandida controlaria cerca de 20% do petróleo do mundo e metade das reservas globais de gás. Além do mais, o bloco reuniria cerca de metade da população mundial. A OCX e os BRICS juntos cobrem mais de metade da população mundial e controlam 1/3 do PIB total mundial.
O lançamento de uma nova moeda global comum por esses países, seja imediatamente, de uma só vez, seja passo a passo, já é certeza. A questão é quando. Dado o curso desastroso das economias ocidentais, essa nova moeda e respectivo novo sistema monetário não podem ser providências muito demoradas. A nova moeda substituirá gradualmente o (petro)dólar no comércio mundial, e também como moeda de reserva. Esse último processo já começou. Há uma década, cerca de 90% das reservas mundiais eram securities denominadas em dólar. Hoje, essa proporção já encolheu para 60% e – apesar de a maioria dos seres humanos não terem nem ideia disso –, continua consistentemente a encolher.
Segundo o FMI, as reservas em outras moedas nos mercados emergentes encolheram para cerca de ¼ do que eram em 2003. De agosto de 2013 até fevereiro de 2014, a Coreia do Sul multiplicou por 25 suas reservas em yuan.
Significa que as palavras aparentemente ‘duras’ do presidente Putin encontram sólida base em fatos. O sistema ocidental predatório está se desmontando rapidamente. Rússia e China já estão, hoje, preparadas com um sistema alternativo. Trabalham ativamente com os outros países BRICS e da OCX para construir sistema monetário alternativo, em sólida maior escala, livre do FED, de Wall Street, do FMI e do Banco Internacional de Compensações [orig. Bank for International Settlements, BIS).
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Epidemias e pandemias

Em outro campo, aparentemente sem relação com o que se discutiu acima, está emergindo fenômeno novo. Desde o início parece nada ter a ver com a disputa ente leste e oeste pelo poder econômico. Mas absolutamente não é fenômeno não conectado à fracassada economia ocidental.
Fala aqui da ameaça de pandemias mortais que parecem emergir todas ao mesmo tempo – e todas sob o controle da ONU e de seu braço especializado, a Organização Mundial da Saúde (OMS), constituída, assistida e aconselhada por várias empresas fabricantes de medicamentos, cuja atividade dentro da OMS é também ignorada pela opinião pública mundial. Quase todas as epidemias, potencialmente pandêmicas, começaram na África, onde estão hoje cerca de 60% dos recursos naturais não renováveis do planeta – recursos que são empenhadamente buscados, para o próprio conforto e bem-estar, pelas elites que governam os hemisférios ocidental e norte.
O ebola reapareceu há alguns meses na África Ocidental – Libéria, Sierra Leone, Guiné e, na sequência, disseminou-se para o Mali e a Nigéria. Ebola não é doença nova. Desde os anos setenta há casos observados e registrados na África Central, ex-Zaire. A OMS conhece antídotos e vacinas. Mas o Departamento de Defesa dos EUA – o qual, por falar dele, mantém um programa de pesquisas de armas para guerra biológica – contratou um laboratório canadense há dois anos, para testar e desenvolver uma vacina contra o ebola, em hospitais especialmente construídos para esse fim na Libéria e em Sierra Leone. Desde o início do novo surto de ebola em julho de 2014, já teriam morrido mais de 5 mil pessoas, segundo a OMS.
Há alguns dias, circulou a notícia, distribuída pela OMS, de uma outra epidemia, em Madagascar, que já provocara 40 mortes desde agosto de 2014. – A peste bubônica, também chamada Peste Negra, era considerada extinta, depois de ter dizimado 1/3 da população da Europa no século 14, embora haja notícia de uma forma menos virulenta da doença, que continuaria a existir até hoje. A última notícia de epidemia é de 1904, quando morreram cerca de 3% da população de Bombaim, em momento em que ainda não havia antídotos. A versão que se encontra hoje pode, ao que se sabe, ser combatida bem facilmente com antibióticos e pesticidas. Assim sendo, por que continuaria a matar pessoas em Madagascar? E por que as notícias só apareceram agora?
Há algumas semanas, o vírus da febre aviária, o mortal H5N1, foi novamente encontrado nos Países Baixos, na Alemanha e no Reino Unido. De sete casos recentemente notificados dessa febre aviária no Egito, dois doentes morreram. Em 2009, graças a um falso alarme distribuído pela OMS, a Europa comprou centenas de milhares de doses de vacina anti-H5N1 – o que foi como ganhar na loteria para as gigantes da indústria farmacêutica –, escândalo que maculou profundamente a imagem da OMS. Em alguns países, dentre os quais a Suíça, pessoas que não manifestavam qualquer sintoma de resfriado foram praticamente forçadas a vacinar-se.[1]
A epidemia de AIDS (em português SIDA, Síndrome Da Imunodeficiência Adquirida), doença causada pelo vírus HIV – também criado como experimento do Pentágono para a guerra biológica –, eclodiu nos anos 1980s, também na África, de onde se teria disseminado para o Haiti, de onde teria sido ‘importada’ para os EUA e para o resto do mundo. Hoje, embora permaneça incurável, a doença já pode ser controlada. Mas uma nova cepa do mesmo vírus sempre poderá ser facilmente criada, para tornar impotentes as drogas que se usam hoje.
Tudo isso obriga a pensar em esforço organizado e concentrado, pela elite do poder, para (i) manter paralisadas as populações; e justificar a aplicação de leis marciais (e na maioria das vezes de lei-zero) para sufocar quaisquer levantes potenciais, por exemplo contra uma nova onda de assalto/roubo organizado pela ganância da predatória elite econômica ocidental; e (ii) para ajudar a gradualmente reduzir a população mundial – alvo que a elite ocidental busca alcançar desde o final da 2ª Guerra Mundial – e também um dos objetivos chaves do Grupo Bilderberg, como já se ouviu anunciado por várias figuras do poder como, dentre outras, Bill Gates e, várias vezes, também por Henry Kissinger, muito provavelmente o pior criminoso de guerra ainda vivo no mundo.
Alguns doentes podem ser facilmente postos sob quarentena por Ordem Executiva assinada pelo presidente, sob o pretexto de que a quarentena dos doentes protegeria a população em geral – e aquelas pessoas podem receber vacinas e antídotos desenvolvidos clandestinamente como parte do programa de guerra biológica – para protegerem a elite –, com outros medicamentos destinados ao público em grande escala, provavelmente já distribuídos junto com a própria doença que se supõem que devessem evitar. Uma vez que Washington dê a ordem, por exemplo, de vacinação obrigatória, ou de lei marcial, – os lacaios europeus simplesmente obedecerão; é modo fácil para manter as populações sob controle, ao mesmo tempo que o sistema financeiro ocidental corre para o seu objetivo final: depredar, pôr abaixo, reduzir a ruínas o que reste das redes de proteção social, de saúde pública e as poupanças públicas.
Mais uma vez – no cenário da economia ocidental em cacos e das ameaças das pandemias construídas contra os pobres do mundo –, as palavras duras do presidente Putin contra os EUA, aquele seu grito de ‘não se metam com a Rússia’ – são sinal bem claro para que Washington não se atreva, para que reconsidere seus ‘planos’ contra uma Rússia (e uma China) já vigilantes, no momento em que a única realidade que se vê no horizonte é o iminente colapso do sistema monetário ocidental; e já atentos, também, ao jogo sujíssimo das ameaças massivas de guerra militar e biológica no qual o ocidente ainda insiste.
É ideia que merece um segundo de atenção? Claro que merece. Como também merece divulgação massiva, para que as pessoas tenham os meios para ligar todos os pontos. *****


* Peter Koenig é economista e analista de geopolítica. Trabalhou no Banco Mundial e por todo o mundo, em pesquisas sobre ambiente e recursos hídricos. Escreve regularmente para Global Research, Information Clearing House, Voice of Russia (hoje Ria Novosti), The Vineyard of The Saker Blog, e para outras páginas de internet. É autor de Implosion – Thriller econômico sobre guerra, destruição do meio ambiente e ganância das corporações, ficção baseada em fatos dos quais teve conhecimento nos seus 30 anos de trabalho no Banco Mundial. (Há excelente entrevista com Peter Koenig, em Voice of Russia , em http://sputniknews.com/voiceofrussia/2013_07_02/New-World-Order-would-be-led-by-an-elite-served-by-serfs-Koenig-2860/ [NTs]).
[1] Escândalo semelhante verificou-se no Brasil, onde uma colunista da Folha de S.Paulo, Eliane Cantanhêde disseminou o mais absoluto pânico, sobre uma fantasiada epidemia de febre amarela que estaria fora de controle no Brasil. O mais desavergonhado movimento dessa campanha criminosa foi uma coluna pressuposta ‘jornalística’, assinada por aquela colunista, que a FSP publicou dia 09/01/2008, sob o título “Alerta Amarelo”. Por causa do pânico gerado por essa coluna, as pessoas, mal informadas, puseram-se alucinadamente a vacinar-se contra a febre amarela e houve várias mortes por efeito de vacinação excessiva (detalhes em “Surto que não houve e mortes por vacinação desnecessária”) [NTs].

Israel estudia iniciar una guerra contra Irán a la luz de nuevo acuerdo nuclear


El acuerdo entre Irán y el sexteto de mediadores internacionales sobre el programa nuclear de la República Islámica, puede "obligar a Israel a una acción militar" contra Teherán, según ha revelado un funcionario israelí que tuvo acceso al documento.

En referencia al posible nuevo acuerdo nuclear, un funcionario israelí a través del diario 'The Jerusalem Post' ha emitido una dura advertencia pública a sus aliados con un argumento claro: "Las propuestas actuales garantizan la perpetuación de una crisis que arrincona a Israel a usar la fuerza militar contra Irán como la única salida lógica".
Según el funcionario, el grupo "no le pide a Irán desmantelar la infraestructura nuclear. En este momento lo que están hablando es algo muy diferente". "Van a poner restricciones a Irán por un número determinado de años, después de lo cual no habrá restricciones ni sanciones. […] Y después de este periodo de tiempo, Irán es básicamente libre de hacer lo que quiera", cita el rotativo al funcionario. Además, si los negociadores logran ponerse de acuerdo, esto "deja a Irán en el umbral de convertirse en una potencia nuclear en este momento, y […] en una potencia nuclear militar en el futuro", declaró el funcionario.
No es la primera vez que Israel amenaza con desatar una guerra contra Irán. El primer ministro israelí, Benjamín Netanyahu, lo expresó en varias ocasiones desde 2009, incluso buscando en 2011 la autorización de su gabinete para llevar a cabo la acción.
Este lunes acaba el período fijado para alcanzar el acuerdo entre los representantes del llamado 'Grupo 5 +1' (Rusia, China, EE.UU., Francia, Alemania, el Reino Unido) y de Irán en el marco de las conversaciones de Viena, que se desarrollan desde el 18 de noviembre. El grupo de mediadores internacionales e Irán negocian desarrollar un sistema de garantías de naturaleza exclusivamente pacífica sobre el programa nuclear de Irán, a cambio de la eliminación gradual completa de las sanciones internacionales contra la República Islámica.

Actualidad RT

O caçador e sua "caça"


Arquivos secretos do governo de apartheid na África do Sul estão sendo abertos pelo novo governo e revelam atrocidades cometidas por soldados britânicos naquele país há 20 anos.

Na foto ao lado vemos um soldado britânico posando ao lado de sua vítima, uma criança sul-africana, como se fosse uma simples "caçada".
Este era o espírito dos mercenários ingleses e israelenses (protetores das minas de diamantes, de propriedade - até hoje - de judeus sionistas) nos governos racistas que contavam nas Nações Unidas com o apoio apenas dos EUA e Israel.

E que fim levaram os ‘humanitários’ que iam salvar os líbios com bombas e drones?!


Gleen Greenwald e Murtaza Hussain, The Intercept – Tradução: Vila Vudu

Apenas três anos depois da intervenção militar pela OTAN contra a Líbia e com a intervenção elogiada pelos interventores como se tivesse sido retumbante sucesso, a Líbia é país em colapso total. A violência e a anarquia são de tal modo disseminadas, que “praticamente nenhum líbio consegue viver vida normal” – escreveu Stephen Kinzer, da Brown University, no Boston Globe, semana passada.

Mês passado, o Parlamento líbio, sem exército funcional que lhe garanta proteção contra milícias fortemente armadas, foi obrigado a fugir de Trípoli e abrigar-se num barco grego.
O New York Times noticiou em setembro que “o governo da Líbia declarou (...) que perdeu o controle de seus ministérios para uma coalizão de milícias que tomou a capital, Trípoli, em mais um sinal claro do esfacelamento do estado.”
A luta sectária e atraso nos pagamentos destruíram quaisquer tentativas que EUA e Grã-Bretanha tenham feito para treinar soldados líbios, o que levou os dois países, semana passada, a abandonar completamente programas futuros: “nenhum único soldado foi treinado pelos EUA, porque o governo líbio não compareceu com o dinheiro prometido.” A Agência Associated Press noticia hoje que uma cidade inteira, Darna, rendeu-se e jurou fidelidade ao Estado Islâmico no Iraque e Levante [ing. ISIS], “tornando-se a primeira cidade fora do Iraque e da Síria a unir-se ao ‘califado’ anunciado pelo grupo extremista.”
Relatório distribuído pela ONG Anistia Internacional há duas semanas, documentava que “milícias foras-da-lei e grupos ilegalmente armados de todos os lados do conflito na Líbia ocidental, cometem cada vez mais e maiores crimes de abusos de direitos humanos, inclusive crimes de guerra.” Em suma, é quase impossível exagerar os horrores que os líbios são obrigados a enfrentar diariamente, e a miséria tomou conta do país.
Tudo isso leva a uma pergunta óbvia: que fim levaram todos os ‘humanitários’ que tanto insistiram que seriam movidos por profunda e nobre preocupação pelo bem-estar do povo líbio, quando clamavam a favor da intervenção pela OTAN? Quase sem exceção, os que advogavam a favor de ação militar da OTAN em campo na Líbia sempre disseram que a ação seria motivada, não por objetivos primariamente estratégicos, ou pelos recursos naturais líbios, mas por puro altruísmo.
Nicholas Kristof, do New York Times, escreveu: “A Líbia nos faz lembrar que às vezes é possível usar ferramentas militares para fazer avançar causas humanitárias.” Anne-Marie Slaughter, ex-assessora do governo Obama, clamava que a intervenção tinha a ver com manter “valores universais” os quais, por sua vez, encaminhariam na direção de alcançar os objetivos estratégicos dos EUA. Ao justificar a guerra ante os norte-americanos (mais de uma semana depois de os ataques já terem começado), o presidente Obama decretou: “Há nações capazes de fingir que não veem atrocidades em outros países. Os EUA, não. Os Estados Unidos da América são diferentes.”
O caso é que “fingir que não veem” as atrocidades atuais – e atualmente ainda muito piores que antes – na Líbia é, precisamente, o que fazem hoje os EUA, seus aliados e a grande maioria dos ‘humanitários’ que tanto pregaram guerras e mais guerras. De fato, depois que o bombardeio foi suspenso, os pró-guerra só se mantiveram interessados na sorte do povo líbio por tempo suficiente para se vangloriarem da própria ‘clarividência’ e para vingar-se dos que haviam discordado deles.
Slaughter teve sua ‘volta da vitória’ com uma coluna assinada no Financial Times do dia 24/8/2011, sob o título “Por que se comprovou que os céticos quanto à ajuda humanitária à Líbia sempre estiveram errados” [orig. Why Líbia sceptics were proved badly wrong]. Nessa coluna ela desqualifica todos que diziam que “ainda é cedo para avaliar” e que “em um ano, ou numa década, a Líbia corre o risco de desintegrar-se em conflitos tribais ou em insurgências islamistas, ou racha ao meio, ou apenas passa, de um ditador, para outro”. E insiste que nada jamais poderia ser pior que deixar Gaddafi no poder. Assim sendo, então, “a Líbia é a prova de que o ocidente, afinal, é capaz de fazer escolhas com sabedoria.”
Assim também Kristof aproveitou seu momento de fama para celebrar o quanto sempre acertara em suas avaliações e previsões e balanços, para visitar Trípoli no mesmo mês de agosto, e de lá anunciou que os norte-americanos eram vistos como heróis pelos líbios agradecidos. Embora toda sua coluna fosse carregada de ressalvas, sobre inúmeras coisas que ainda poderiam acabar terrivelmente mal, o colunista mesmo assim não se envergonhou de escrever que “essa foi das raras forças de intervenção militar movidas por razões humanitárias, e teve sucesso” e que “só em raros momentos há forças militares capazes de promover direitos humanos. A Líbia até aqui é modelo para esse tipo de intervenção.”


Quando a derrota de Gaddafi já era iminente, o blog Think Progress que apoia a Casa Branca explorou as emoções resultantes (exatamente como os Republicanos fizeram quando Saddam foi capturado), para provocar os Republicanos: “Será que John Boehner ainda acha que as operações militares dos EUA na Líbia são ilegais?” – Como se assassinar Gaddafi pudesse justificar aquela guerra, mesmo depois de o Congresso ter negado autorização para os ataques, ou, então, como se o assassinato de Gaddafi pudesse, só ele, assegurar resultado que favorecesse os líbios.
A mesma cena de patética autocongratulação repetiu-se também em outros países que participam da guerra. “No momento em que o Canadá encenava um espantoso desfile militar comemorativo da vitória na Líbia, com exibição de aviões da Força Aérea sobre o Parlamento em Ottawa, a Líbia mergulhava rapidamente na mais absoluta anarquia”, noticiou The Chronicle Herald.
Em setembro de 2011, o Christian Science Monitor narrou como “líderes ocidentais voam para Trípoli para celebrar a vitória dos rebeldes e oferecer apoio à nova Líbia, cujo sucesso eles veem como modelo para outras revoluções árabes. O presidente francês Nicolas Sarkozy e o primeiro-ministro britânico David Cameron (na foto) mergulharam com prazer nos agradecimentos dos líderes favoritos da OTAN para a transição líbia, por terem combatido uma guerra “por razões exclusivamente humanitárias”. Manchete da revista alemã Der Spiegel do dia 15/9/2011, anunciava: “Sarkozy e Cameron na Líbia: Heróis por um Dia.” Finalmente, o ocidente encontrara sua Boa Guerra, após a qual podia sentir-se puro e orgulhoso.
O mais espantoso aqui não é o quanto, ou como, tudo na Líbia saiu tão terrivelmente, tão tragicamente errado. Que sairia muito errado sempre foi dolorosamente previsível: qualquer um que preste atenção superficial que seja, hoje, sabe que matar ‘O’ ditador-do-mal-do-momento (quase sempre algum ditador que os EUA apoiaram com muito empenho durante muito tempo) nada absolutamente gera, de bom, para o povo diretamente envolvido, a menos que, depois do fim da ditadura, venham anos e anos de apoio sustentado, para reconstruir as instituições civis. E mesmo assim, é difícil alcançar os melhores resultados. Esse, é claro, foi um dos principais argumentos de todos que se opuseram à intervenção Líbia: que nada se obteria de bom para o povo líbio, ao mesmo tempo em que a guerra custaria a vida de muitos líbios e geraria caos inenarrável.
O mais espantoso é o descaramento, a temeridade desses advogados pró-guerra, que absolutamente apagaram a Líbia do seu horizonte, no instante em que acabaram os mais excitantes bombardeios aéreos e tiveram fim as suas gloriosas danças de vitória na guerra. Com raras notáveis exceções – como Juan Cole, que visitou a Líbia – praticamente todos os destacados advogados pró-intervenção na Líbia, tanto no governo quanto no ‘colunato-comentariato’ midiático, esqueceram completamente a Líbia e o povo líbio – cujo bem-estar tanto os havia emocionado e comovido no plano humanitário: foi como se já não existissem! Com o país mergulhado em caos, violência, as ruas tomadas por milícias armadas, anarquia generalizada, resultado direto da intervenção pela OTAN, passaram a manifestar o mais total desinteresse: não buscaram, sequer, algo a fazer, alguma providência, alguma medida para conter ou para tentar reverter aquele colapso. O que aconteceu ao tal ‘humanitarismo’ tão profundamente sentido?! Onde se meteram todos aqueles ‘humanitários’?!
Há todos os tipos de motivos para opor-se às chamadas “intervenções humanitárias”. Para começar, porque virtualmente todas as guerras, até as mais visível e declaradamente agressivas guerras de conquista (como a Guerra do Iraque) sempre são mostradas em embalagem ‘humanitária’.
Além do mais, seria de esperar que surgissem dúvidas imensas quanto à capacidade do ocidente para usar bombas e força militar – em terras tão distantes, com culturas complexas e radicalmente diferentes –, de tal modo que, no fim, o ocidente ainda tivesse meios para manipular os desdobramentos políticos e sociais da guerra (exceto quando o objetivo das bombas é, precisamente, gerar o mais desgraçado caos, caso em que, sim, sempre se pode esperar que o ocidente seja bem-sucedido). Além disso, os custos da devastação e os custos humanos de pôr os poderosos militares norte-americanos a bombardear países distantes são imensos, e jamais seriam ‘compensados’ por supostos “benefícios”.
Mas a razão de mais peso pela qual se opor a essas guerras é que o ‘humanitarismo’ não é o que motiva os EUA ou a maioria dos governos a enviar soldados armados para outros países. Se você duvida, basta ver como aquela suposta preocupação humanitária pelos líbios sumiu instantaneamente, no momento em que acabou a diversão, a sensação de glória, a autossatisfação pelas bombas disparadas.
Se houvesse alguma autenticidade naquele ostentoso humanitarismo, não teríamos visto tanto grande empenho em consumir enormes quantidades de dinheiro para destruir a Líbia. Por que não se viu empenho algum em estabilizar e reconstruir a Líbia, nem antes, nem durante, nem hoje, nem nunca? Por que, afinal, ante todo o horror do sofrimento dos líbios, não se ouve falar de programas de ajuda, e tudo o que se vê e ouve é envio de mais e mais drones, mais prédios e pessoas que voam pelos ares e aquela risadinha pervertida, doentia, sociopática, do “nós” vimos, conquistamos e O Vilão morreu?
(...) No desfile privado da vitória que promoveu para si mesmo, Kristof, do New York Times, escreveu que “a questão da intervenção humanitária voltará a aparecer aos olhos do mundo e, quando isso acontecer, nos lembremos da lição da Líbia.” Nisso, pelo menos, está absolutamente certo...

"El banco BRICS es el primer paso en la desdolarización de la economía mundial"


Los BRICS pueden llegar a reemplazar el sistema económico actual dominado de forma hegemónica por EE.UU., cree el economista Peter Koenig. El Banco de Desarrollo de los BRICS es el primer paso.

El Banco de Desarrollo del BRICS constituye el primer paso en el proceso de desdolarización del sistema económico mundial, asegura el economista y exempleado del Banco Mundial Peter Koenig en un artículo publicado por 'Global Research'."Este banco podría actuar, de forma temporal, como entidad financiera central de los BRICS y, llegado el momento, estos podrían crear moneda propia", estima Koenig.
El Banco de Desarrollo concentrará sus esfuerzos en la modernización de la infraestructura social y del transporte, sistemas de distribución de energía y telecomunicaciones. También en la prospección, extracción y elaboración de recursos energéticos, incluidos alternativos procedentes de fuentes renovables, explica el experto.
En conjunto, los BRICS representan el 30% del PIB mundial y aproximadamente el 45% de la población total. Y constituyen una amenaza real para los intereses de EE.UU., atisba Koenig. Por ello, Washington se está empleando a fondo para desestabilizar la situación en estos países. Por ejemplo, EE.UU. acusaba recientemente al Gobierno de Dilma Rousseff de corrupto después de su victoria en la primera vuelta electoral, señala el economista.
"De hecho, ha llegado el momento de que nuevos sistemas económicos y monetarios sustituyan al Banco Mundial actual (Banco Mundial de Reconstrucción y Fomento), que es un esquema de casino rapaz de Wall Street denominado en dólares, que solo en los últimos 100 años ha contribuido en gran parte y se ha beneficiado, de dos guerras mundiales, el empobrecimiento del planeta, tanto en términos sociales como medioambientales". Este sistema está a punto de caer a un abismo aún más grande que la depresión de los años 30", asegura Koenig, que recuerda que actualmente seis bancos estadounidenses gestionan las dos terceras partes de todos los activos bancarios del mundo.
Según el economista, el sistema del BRICS puede ofrecer una alternativa más sana al del dólar, que imprime dinero cuando le conviene. Como uno de los ejemplos de este sistema viciado, Koenig ha mencionado la caída del rublo. Koenig considera que "no existe ninguna razón económica al margen de la propaganda antirrusa y la manipulación monetaria" que la justifique, ya que la economía rusa, a pesar de las sanciones, tiene fundamentos mucho más sólidos que la de EE.UU.

Actualidad RT

Viena: Negociación contrarreloj sobre el programa nuclear iraní


Irán y el sexteto de mediadores internacionales se emplean a fondo para alcanzar un acuerdo sobre el programa nuclear de la república islámica en las conversaciones en Viena. La fecha límite estipulada para alcanzar el acuerdo es este lunes.

El futuro del programa nuclear iraní, su viabilidad y también la posibilidad de levantar las sanciones económicas que pesan desde hace años sobre la República Islámica de Irán pasan por la ronda de negociaciones que celebran en Viena desde el pasado 18 de noviembre representantes del llamado 'Grupo 5 +1' (Rusia, China, EE.UU., Francia, Alemania, el Reino Unido) y de Irán.
A lo largo de este fin de semana han tenido lugar varios encuentros, aunque, de momento, no se ha logrado llegar a ningún acuerdo político definitivo. Se espera que los diálogos más trascendentes se celebren a partir de la madrugada del lunes 24 de noviembre, fecha en que concluye el plazo estimado hace un año en Ginebra.
La llegada de los representantes de Rusia y China permite albergar esperanzas de alcanzar pronto un acuerdo sobre la cuestión. En particular, la delegación iraní considera clave la presencia del canciller ruso, Serguéi Lavrov, en estas conversaciones.
"Sin duda, la llegada de Lavrov a las conversaciones de Viena contribuirá positivamente al trabajo sobre la elaboración del acuerdo. Lo estamos esperando", declaró un miembro de la delegación iraní.
Además, en una reunión con su homólogo iraní, Mohammad Yavad Zarif, el canciller ruso informó de que el presidente Vladímir Putin y el máximo mandatario iraní, Hassan Rouhani, mantendrán una conversación telefónica este lunes.

Actualidad RT

El virus "más sofisticado del mundo", dirigido contra Rusia y Arabia Saudita


Aparece en Internet un virus espía dirigido principalmente contra Rusia y Arabia Saudita, detrás del cual, probablemente, se encuentren los servicios de inteligencia occidentales.

Regin, que ya ha sido calificado como el "programa informático malicioso más sofisticado del mundo", es un nuevo virus espía surgido en Internet y dirigido principalmente contra compañías de telecomunicaciones de Rusia y Arabia Saudita, informa 'Financial Times'.
La empresa de seguridad cibernética Symantec ha comunicado que detrás de Regin probablemente se hallen agencias de inteligencia occidentales, añadiendo que en algunos aspectos es incluso más avanzado que Stuxnet, que fue creado por piratas informáticos gubernamentales de EE.UU. e Israel en 2010 para atacar el programa nuclear iraní.
El descubrimiento del nuevo virus ha ocurrido después de que la compañía rusa Kaspersky Labs anunciara que los piratas 'hackeaban' sistemas de control industrial para obtener beneficios financieros.
Aún se desconoce cómo consiguió Regin infectar los sistemas, pero el virus ya ha sido utilizado contra proveedores de Internet y compañías de telecomunicaciones principalmente en Rusia y Arabia Saudita, pero también en México, Irlanda e Irán.
"Probablemente se trate de algún tipo de agencia occidental", ha anunciado Orla Cox, directora de Symantec. "A veces literalmente no queda nada detrás, ninguna clave. A veces la infección puede desaparecer por completo casi tan pronto como aparece. Esto muestra de qué se trata".

Actualidad RT

URGENTE: Se teme por la vida de estudiante chileno detenido en México por caso de los 43


Lawrence Maxwell fue dirigente estudiantil en Chile durante la década de los años 80 y participó activamente en la Comité Pro-Federación de Estudiantes Secundarios, agrupación de jóvenes que organizó de manera protagónica la lucha estudiantil contra la tiranía pinochetista.

El pasado jueves 20 de noviembre de 2014, durante las movilizaciones realizadas por los padres de los 43 desaparecidos de Ayotzinapa, fueron detenidas 11 personas en la inmediaciones del zócalo de la Ciudad de México, entre las que se encuentra Laurence Maxwell Ilabaca, de nacionalidad chilena, quien cursa el Doctorado en Letras de la Universidad Nacional Autónoma de México.
En estos momentos, Maxwell se encuentra recluido e incomunicado en la Subprocuraduría especializada en investigación de delincuencia organizada (SEIDO), en la unidad de delitos terroristas de competencia federal, acusado de terrorismo, tentativa de homicidio, motín y asociación ilícita. Semejantes cargos son parte de los montajes armados inscritos en la oleada represiva que están sufriendo tanto los luchadores/as por los derechos humanos, como la población en general, en uno de los episodios más críticos que atraviesa México en el siglo XXI.
El Estado mexicano, denominado popularmente narco-Estado, por sus vínculos probados con el tráfico de drogas a escala superlativa, y la corrupción odiosa y cotidiana de las autoridades en el país azteca, en los últimos días ha desplegado su dentadura política y militar contra “todo lo que se mueva”, en un intento desesperado por apagar con combustible la indignación masificada de la sociedad. El Estado de México y la mayoría de su clase política, con más ferocidad que ayer, aplica a rajatabla las conocidas políticas promovidas por el Pentágono en materia de guerra y represión abierta contra la disidencia ampliada de su propio pueblo.
Lawrence Maxwell fue dirigente estudiantil en Chile durante la década de los años 80 y participó activamente en la Comité Pro-Federación de Estudiantes Secundarios, agrupación de jóvenes que organizó de manera protagónica la lucha estudiantil contra la tiranía pinochetista.
El chileno, además, ha sido reconocido por la realización y participación en documentales como “Actores Secundarios” y “El Montaje del caso Bombas”, y como autor de varios libros, entre ellos “Los hijos de Pinochet”.
En tanto en Chile y Estados Unidos, su familia, amigos, agrupaciones sociales, políticas y de derechos humanos, entre otras personas, personalidades públicas y movimientos de todo cuño y color, temen por la vida de Maxwell ante el pavoroso clima de incertidumbre y violencia estatal que sufre la población en México.
El caso del estudiante chileno se suma a una serie de detenciones arbitrarias que han ocurrido y ocurren ahora mismo, a raíz de las movilizaciones sociales en torno a la desaparición de los 43 normalistas.

Por Andrés Figueroa Cornejo