quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Qual é o projeto para Israel na Argentina ?


Proprietário de 175 sociedades, entre as quais cadeias de restaurantes e o clube de futebol Tottenham —auto-proclamado «Exército de Yid»—, o muitíssimo discreto bilionário Joe Lewis especula no mercado de divisas em parceria com o seu amigo George Soros.

Thierry Meyssan

As autoridades argentinas interrogam-se sobre a compra maciça de terras por um bilionário britânico na Patagónia e as «férias» que dezenas de milhares de soldados israelitas passam nas suas propriedades.

Rede Voltaire

No século XIX, o governo britânico hesitara em instalar Israel no Uganda actual, na Argentina ou na Palestina. Com efeito, a Argentina era então controlada pelo Reino Unido e, por iniciativa do barão francês Maurice de Hirsch, tinha-se tornado uma terra de acolhimento para os judeus fugindo dos pogroms da Europa Central.

No século XX, após o golpe de Estado militar contra o General Juan Perón, presidente democraticamente eleito do país, uma corrente anti-semita desenvolveu-se no seio das Forças Armadas. Ela difundiu um folheto acusando o novo Estado de Israel de preparar uma invasão da Patagónia, o «Plano Andinia».

Parece, hoje em dia, que se a extrema-direita argentina tinha exagerado os factos nos anos 70, havia, afinal, um projecto de implantação (e não invasão) na Patagónia.

Tudo mudou com a guerra das Malvinas em 1982. À época, a Junta Militar argentina tenta recuperar as ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul, ocupadas do seu ponto de vista, desde há um século e meio, pelos Britânicos. A ONU reconhecia a legitimidade da reivindicação argentina, mas o Conselho de Segurança condena o recurso à força para recuperar esses territórios. A parada é alta porque as águas territoriais desses arquipélagos dão acesso a todas as riquezas do continente antárctico.


No fim desta guerra, que causou mais de um milhar de mortos (os números oficiais britânicos são largamente sonegados), Londres impõe um Tratado de paz particularmente duro a Buenos Aires. As suas Forças Armadas são limitadas à expressão mais simples. Acima de tudo, o contrôlo do espaço aéreo do Sul do seu território e da Antárctica são-lhe retirados em benefício da Royal Air Force, e elas devem informar o Reino Unido de todas as suas operações.

Em 1992 e 1994, dois misteriosos atentados, particularmente mortíferos e devastadores, destroem sucessivamente a embaixada de Israel e a sede da associação israelita AMIA. O primeiro sucede quando os chefes de antena da Inteligência israelita na América Latina acabavam de sair do edifício. O segundo dá-se no contexto das pesquisas conjuntas egípcio-argentinas para os mísseis balísticos Condor. Na mesma altura, a principal fábrica dos Condor explode, enquanto os filhos dos Presidentes Carlos Menem e Hafez al-Assad morrem acidentalmente. As diversas investigações darão lugar a uma sucessão de manipulações.

Depois de ter citado a Síria, o Procurador Alberto Nisman volta-se contra o Irão que ele acusa de ter comanditado os dois atentados e contra o Hezbolla que os teria executado. A antiga Presidente peronista Cristina Kirchner é acusada de ter negociado o fim das acusações contra o Irão em troca de preços vantajosos no petróleo. O Procurador Nisman é encontrado morto no seu domicílio e a Presidente Kirchner é inculpada por alta traição. No entanto, na passada semana um golpe de teatro destrói tudo o que se julgava saber : o FBI norte-americano revela análises de ADN que atestam a ausência entre as vítimas do presumível terrorista e a presença de um corpo nunca identificado. Ao fim de 25 anos, não se sabe nada sobre estes atentados.

No século XX, aproveitando as vantagens que lhes confere o Tratado da guerra das Malvinas, o Reino Unido e Israel montam um novo projecto na Patagónia.

O bilionário britânico Joe Lewis adquire imensos territórios no Sul argentino e mesmo no Chile vizinho. As suas propriedades cobrem várias vezes o tamanho do Estado de Israel. Elas estão situadas na Terra do Fogo, no extremo Sul do continente. Elas rodeiam nomeadamente o Lago [1] impedindo agora o seu acesso ao lago, apesar de uma decisão judicial em contrário.

Um aeroporto privado, tendo uma pista de aterragem (aterrissagem-br) de 2 quilómetros, foi preparado pelo bilionário para receber aviões de transporte civis e militares.

Desde a guerra das Malvinas, o exército israelita organiza «campos de férias» (sic) para os seus soldados na Patagónia. Anualmente, são agora de 8 à 10. 000, de entre eles, os que vêm passar duas semanas nas terras de Joe Lewis.

Se nos anos 70, o exército argentino tinha vigiado a construção de 25. 000 alojamentos (vazios) que deram origem ao mito do plano Andinia, hoje em dia teriam sido construídos centenas de milhar.

É impossível verificar o estado de andamento das obras, sendo estas terras privadas e neutralizando o Google Earth as fotografias de satélite da zona, tal como faz com as instalações militares da Aliança Atlântica.

O vizinho Chile cedeu uma base de submarina a Israel. Aí foram escavados túneis para permitir sobreviver ao inverno polar.

Os Índios Mapuche que povoam a Patagónia, tanto argentina como chilena, tiveram a surpresa de ficar a saber da reactivação, em Londres, da Resistencia Ancestral Mapuche (R. A. M.), uma misteriosa organização reivindicando a independência. Primeiro acusada de ser uma antiga associação recuperada pelos Serviços Secretos Argentinos, a RAM é hoje em dia considerada pela esquerda como um legítimo movimento secessionista, mas pelos líderes Mapuche como uma iniciativa financiada por George Soros.

A 15 de Novembro de 2017, a Marinha (Argentina-ndT) perdeu todo o contacto com o submarino ARA San Juan, que finalmente foi declarado afundado no mar. É um dos dois submarinos diesel-elétricos TR 1700 que constituíam o orgulho do pequeno Exército argentino. A Comissão Preparatória da Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBTO) anunciou ter registado um fenómeno acústico inabitual no Atlântico, na proximidade da zona de onde o San Juan tinha enviado o seu último sinal. O governo finalmente admitiu que o submarino efectuava uma «missão secreta» não especificada, da qual Londres havia sido informada. Enquanto o exército dos EUA lançava buscas, a Marinha russa despachou um drone capaz de explorar o fundo marinho a 6.000 metros de profundidade que nada encontrou. O San Juan provavelmente explodiu. A imprensa argentina está convencida que colidiu com uma mina, ou foi destruído por um torpedo inimigo.

É, nesta altura, impossível determinar se Israel embarcou num programa de exploração da Antárctica ou se está a construir uma base de retaguarda em caso de derrota na Palestina.

Thierry Meyssan
Tradução: Alva


Brasil: É chocante mas o jogo não acaba em 24 de janeiro


Tereza Cruvinel - Brasil 247

A corrida do TRF-4 para condenar Lula é chocante porque explicita um alinhamento despudorado do Judiciário com as forças politicas, econômicas e midiáticas empenhadas em barrar sua candidatura. Porque escancara a estratégia do tapetão, de garantir a eleição de um preposto do golpe pela exclusão de Lula, hoje líder isolado nas pesquisas, com o dobro das intenções de voto do segundo colocado.

Passaram-se apenas 42 dias entre a condenação de Sergio Moro e a emissão do voto do relator no tribunal de apelação . E pouco mais de uma semana depois, a data do julgamento é marcada. Mas surpreendente não é a decisão do TRF-4, de antecipar para 24 de janeiro o julgamento de seu recurso contra a sentença de Moro, furando a fila de processos e atropelando o recesso. Os que deram o golpe não iriam mesmo conformar-se com um retorno de Lula à Presidência depois de tudo o que fizeram para encerrar o ciclo dos governos petistas. Mas o jogo vai além de Lula e não termina em 24 de janeiro.

Haverá ainda jogo jurídico, pois mesmo com Lula condenado e esgotados os recursos na segunda instância antes de agosto , ele pode reabrir a batalha judicial, nos tribunais superiores, quando tentar registrar sua candidatura e ela for indeferida. Poderá concorrer sub judice, como fizeram muitos prefeitos em 2016, com toda a carga de incerteza que isso traria para a disputa.

E haverá jogo político-eleitoral, pois a disputa real não será entre Lula e os outros, mas entre as forças golpistas e as que se opuseram ao golpe. Se Lula for impedido de encarnar, para o eleitorado, a repulsa ao golpe, ao governo desastroso de Temer, a suas reformas e a seu entreguismo, a seu fisiologismo, outro nome do PT ou da centro-esquerda cumprirá este papel, tendo Lula como cabo eleitoral. E não será difícil derrotar o candidato do retrocesso que a população já decifrou, sofre na pele e rejeita, embora não proteste por uma série de razões. Entre elas, a inibição que paralisa todos aqueles que se deixaram enganar, bateram panelas e pediram o impeachment de Dilma. Estão todos se guardando para quando a eleição chegar.

O que não sabemos é se ela chegará, pois se tiver havido o golpe do impedimento de Lula, outras patranhas poderão ser cometidas para garantir o resultado desejado. Ninguém deve se iludir. Depois de terem se apossado do Estado e do governo sem o voto e o consentimento popular, eles não terão limites na escaramuça para conservá-lo. Se for preciso, mandam as aparências que ainda restam às favas e escancaram o Estado de Exceção.

Líder do Hezbollah pede foco contra Israel e fim do processo de paz


O líder do grupo xiita libanês Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, disse nesta segunda-feira que o grupo e seus aliados na região renovariam seu foco na causa palestina após o que ele chamou de vitórias em outros lugares da região.

Nasrallah pediu aos aliados do Hezbollah que criem uma estratégia unida "no campo" para enfrentar Israel. O grupo apoiado pelo Irã tem lutado contra o Daesh na Síria ao lado de aliados regionais e o grupo terrorista foi em grande parte derrotado.


Nasrallah falou por meio de um link de vídeo para um grande protesto em Beirute sobre a decisão dos Estados Unidos de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e mover sua embaixada para lá.

Ele repetiu um apelo que ele fez na semana passada para um novo levante palestino contra Israel e pediu aos Estados árabes que abandonem o processo de paz, descrevendo as negociações com os Estados Unidos como inúteis.

"Hoje, o eixo de resistência, incluindo o Hezbollah, retornará como sua prioridade mais importante […] Jerusalém e Palestina e o povo palestino e a resistência palestina em todas as suas facções", afirmou.

Sputnik Brasil

Irán advierte: EEUU intenta volver a sumir a Irak y Siria en caos


Ali Akbar Velayati, asesor del Líder de la Revolución Islámica de Irán para Asuntos Internacionales.

Un destacado asesor del Líder de la Revolución Islámica de Irán advierte sobre los intentos de EE.UU. para volver a sumir a Irak y a Siria en el caos.

“Los Estados Unidos buscan volver a generar conflictos y caos tanto en Irak como en Siria, en particular en la ciudad de Al-Raqa (en el norte de Siria)”, dijo el martes Ali Akbar Velayati, asesor del Líder de la Revolución Islámica de Irán para Asuntos Internacionales en una entrevista con la agencia iraní de noticias Tasnim.

Aseguró, asimismo, que los “expansionistas” estadounidenses que se desplegaron en Irak y Siria sin ningún permiso “serán expulsados de la región del oeste de Asia”.

“Los estadounidenses quieran o no tienen que abandonar esa región, ya que no hay ninguna razón para su presencia. Sin duda, el Gobierno y la nación sirios, apoyados por el frente de Resistencia expulsarán a las fuerzas estadounidenses de las regiones que han ocupado en Siria”, sostuvo.

Anteriormente, Velayati había advertido sobre los planes de Washington para hacerse con el control de Al-Raqa y reveló que los estadounidenses buscan construir 12 bases militares en esta región y quieren elevar a 10.000 el número de sus fuerzas en Siria.

En octubre, las llamadas Fuerzas Democráticas Sirias (FDS), respaldadas por Washington, alegaron haber derrotado al grupo terrorista EIIL (Daesh en árabe) en Al-Raqa, el antiguo cuartel general de esta banda takfirí en Siria, tras el inicio de una operación militar en julio pasado sin la aprobación de Damasco.

El Gobierno sirio, no obstante, no reconoció tal victoria y dijo que Al-Raqa será considerada “una urbe ocupada” mientras en ella no entren las fuerzas del Ejército sirio.

En otro momento de la entrevista, Velayati arremetió contra la decisión del presidente de EE.UU., Donald Trump, de reconocer la ciudad palestina de Al-Quds (Jerusalén) como la capital de Israel.

“La medida de Trump es una mecha que encenderá el polvorín en el mundo islámico. Trump no podría haber tomado una decisión peor que ésta como presidente de un país, pero él suele actuar sin razonamiento”, agregó.

No obstante, aseguró que la nación palestina y sus aliados no dejarían que el régimen de Israel y EE.UU. vean un día calmo en Al-Quds.

El Movimiento de la Resistencia Islámica de Palestina (HAMAS) ha convocado una Intifada (levantamiento) mundial para dar cara a la infame medida proisraelí de Trump.

ftm/ktg/krd/msf/hispanTv

Ben Salman planea entregar Al-Quds y Cisjordania a Israel


La decisión de Donald Trump sobre Al-Quds podría ser parte de un complot mayor para dejar ‘definitivamente’ el control de toda Cisjordania en manos de Israel.

Según nuevas revelaciones recogidas este martes por el portal estadounidense The American Conservative, el reconocimiento de la ciudad palestina de Al-Quds (Jerusalén) como capital de Israel por el presidente de Estados Unidos, Donald Trump, tiene como objetivo ayudar al régimen de Tel Aviv a “arrebatar definitivamente” a los palestinos el control de esta ciudad y de toda Cisjordania, con lo que la presencia árabe se limitaría a la Franja de Gaza.

El informe recuerda que el príncipe heredero saudí, Mohamad bin Salman, de 32 años, convocó el pasado 6 de noviembre al presidente palestino, Mahmud Abás, y le comunicó en Riad, capital saudí, que los esfuerzos para crear un Estado palestino en Cisjordania y en el enclave costero y establecer la paz con Israel han llegado a un punto muerto y que es tiempo de implementar su plan B.

El plan B de Bin Salman para crear un Estado palestino solo en la Franja de Gaza, es, en realidad, un plan israelí.

Cuando el “sorprendido” líder palestino le preguntó sobre el destino de Cisjordania, Al-Quds este y los asentamientos ilegales israelíes en las zonas B y C de Cisjordania, el príncipe saudí se limitó a decirle que “podemos seguir negociando sobre el asunto”.

“Estos serán los temas de las negociaciones, pero entre dos estados, y nosotros te ayudaremos”, dijo Bin Salman, quien ofreció 10 mil millones de dólares a Abás en un intento por “endulzar la amarga medicina que acababa de prescribir”, agrega la publicación.

Una fuente citada por el portal estadounidense ha matizado que Abás, ante los esfuerzos de Riad que, de hecho, “favorecen” los intereses de los israelíes, no puede decir No ni Sí.

La fuente destaca que los esfuerzos de Riad al respecto pueden ser interpretados por Israel como “una muestra práctica” de que Arabia Saudí está preparada para “relacionarse” con el régimen de Tel Aviv sin el quid pro quo que requeriría un Estado palestino en Gaza, Al-Quds o en cualquier otro lugar.

Fuentes diplomáticas aseguran que Riad ve necesario un pacto entre los palestinos y los israelíes para, después, establecer de manera oficial relaciones diplomáticas con el régimen de Tel Aviv.

ask/hnb/nii/HispanTv

Erdogan llama a Israel un régimen ‘ocupador y terrorista’


El presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, califica a Israel de “terrorista”, y repudia la decisión de EE.UU. de declarar Jerusalén como capital de este régimen.

El jefe de Estado turco ha hecho estas declaraciones en la apertura de una cumbre extraordinaria de la Organización para la Cooperación Islámica (OCI) celebrada este miércoles en Estambul (oeste de Turquía).

El mandatario turco ha llamado a que Jerusalén sea reconocida como la capital de Palestina.

Durante la cumbre de la Organización para la Cooperación Islámica que se celebra este miércoles en Estambul el presidente de Turquía ha afirmado que la decisión de EE.UU. de reconocer Jerusalén como la capital de Israel es "nula e inválida", informa la agencia Anadolu.

Asimismo, el mandatario turco ha llamado a que Al Quds, que es el nombre árabe para la ciudad de Jerusalén, sea reconocida como la capital de Palestina y ha expresado su respeto hacia los países que se negaron a apoyar la iniciativa estadounidense.

"Es una ocupación"

"Reconocemos a Jerusalén como la capital de la Palestina ocupada y hacemos un llamado al mundo entero para que haga lo mismo", ha afirmado Erdogan.

"Cualquier persona que pasee por las calles de esta ciudad santa comprenderá que está bajo ocupación [israelí]. La paz global y regional no se puede lograr hasta que el asunto de Palestina no se resuelva de manera justa", ha añadido el líder turco.

Además, Erdogan, como actual presidente de la Organización para la Cooperación Islámica, ha instado a EE.UU. a que retire su decisión de reconocer Jerusalén como capital de Israel.

Según informa The Jerusalem Post, el líder turco condenó la "violencia que demostró Israel" y mostró sus condolencias a los familiares de los "mártires fallecidos protegiendo al Estado de Palestina".

"El mayor crimen"

También este 13 de diciembre el líder de Palestina Mahmud Abbás ha sostenido que, tras reconocer Jerusalén como la capital israelí, Washington "no tiene ningún papel" en el proceso de paz de Oriente Medio y que la decisión de Trump ha sido un "regalo al movimiento sionista" y "el mayor crimen".

Según afirmó este 13 de diciembre el portavoz del presidente ruso, Dmitri Peskov, Rusia conoce la posición del presidente turco Recep Tayyip Erdogan sobre el conflicto palestino-israelí, que en este caso "no coincide con la de Moscú", la cual es "bien conocida".

La tensión en Oriente Próximo se ha agudizado en los últimos días a raíz de la decisión de Donald Trump de reconocer la ciudad de Jerusalén como capital de Israel, lo que ha desatado una ola de protestas en Palestina. El movimiento Hamás incluso acaba de proclamar el inicio de la tercera intifada en respuesta a la decisión del presidente de EE.UU.

Actualidad RT y HispanTv

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Hamas anuncia o início da terceira 'Intifada' contra a decisão dos EUA sobre Jerusalém


O movimento palestino Hamas anunciou nesta terça-feira o início da terceira 'Intifada', seis dias depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a controversa decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

De acordo com a organização fundamentalista islâmica palestina, são esperados protestos do "dia de ira" contra a decisão estadunidense, como as manifestações da última sexta-feira, que deixaram um saldo de dois mortos e mais de 1.000 feridos.

"Os protestos continuarão na Cisjordânia, na Faixa de Gaza e em Jerusalém. Porque protestamos contra o reconhecimento dos EUA de Jerusalém como a capital de Israel, como a consideramos a capital da Palestina. Esperamos que os protestos se desenvolvam cada vez mais", disse o secretário de imprensa do movimento à Sputnik.

Um dia após o anúncio de Trump, que foi condenado por Estados e países muçulmanos que apoiam uma solução de dois Estados para a crise israelense-palestina, o líder do gabinete político do Hamas pediu uma terceira 'Intifada' "contra os EUA e sionistas planos para judaizar Jerusalém".


As Intifadas anteriores em 1987-1993 e 2000-2005 deixaram centenas de israelenses e milhares de palestinos mortos. A primeira Intifada palestina (1987-1991) foi a luta dos palestinos contra a ocupação israelense dos territórios conquistados durante a Guerra dos Seis Dias de 1967, enquanto o segundo levante começou em 2000. Este foi provocado pela visita do primeiro-ministro israelense Ariel Sharon e um grupo de apoiadores ao Monte do Templo.

Enquanto a segunda Intifada perdeu força, a situação ainda permaneceu tensa. Mais recentemente, um membro da Organização de Libertação da Palestina (OLP), Wasel Abu Yousef, disse à Sputnik que os movimentos palestinos rivais — Hamas e Fatah, este o partido político palestino dominante — estão unidos contra a decisão de Trump sobre Jerusalém.

Na sequência de uma nova rodada de conversações de reconciliação sob a mediação das autoridades egípcias realizada em outubro, o Hamas e o Fatah assinaram um acordo, prometendo que inaugurariam uma nova era de unidade palestina.

Sputnik Brasil

Universal é investigada em Portugal por tráfico internacional de crianças


Jornal GGN - A Igreja Universal do Reino de Deus virou objeto de investigação do Ministério Público de Portugal, graças a uma série de reportagens da TVI - Líder de audiência no país europeu - sobre uma suposta rede de tráfico internacional de crianças.

De acordo com a primeira reportagem, que foi ao ar na segunda-feira (11), a Universal, de 1994 a 2001, uma casa de assistência a crianças carentes em Lisboa de maneira irregular.

Os pais sem condições financeiras entregavam suas crianças ao estabelecimento, que só veio a fechar em 2011, usando a crise econômica do País como desculpa.

A reportagem indica que muitas das crianças foram adotadas, inclusive por estrangeiros, sem que a Justiça acompanhasse os procedimentos.

Há relatos de que dentro da própria Universal, membros eram incitados a adotar as crianças, que também chegavam ao Brasil e outros países clandestinamente. A emissora portuguesa diz que um dos fundadores da Igreja teria 2 netos que foram adotados por meio desse esquema.

O escândalo, de acordo com a Folha desta terça (12), é o objeto de inquérito a cargo do Diap (Departamento de Investigação e Ação Penal) de Lisboa.

A Universal chegou a Portugal em 1989 e, hoje, segundo dados da própria Igreja, há possui mais de 120 prédios no país.

Em nota, a Igreja negou as acusações.

"As crianças foram encaminhadas pela Segurança Social e pela Santa Casa de Misericórdia de Lisboa para um Lar –que evidentemente à época não era ilegal–, e vários pais adotivos se candidataram a adotá-las. Contam-se pelos dedos de uma mão as crianças que foram adotadas por essa via –com decisão judicial, sublinhe-se– por casais ligados à Universal", diz o texto.

Além disso, a Igreja sustenta que as reportagens foram feitas com ajuda de um antigo colaborador que foi expulso por conduta imoral. "Ressalvamos que os bispos e pastores têm de manter um comportamento moral irrepreensível, o que não foi o caso de Alfredo Paulo Filho."


Após reforma trabalhista, ex-funcionária do Itaú é condenada a pagar 67 mil reais ao banco


O Juiz Thiago Rabelo da Costa, da 2ª Vara do Trabalho de Volta Redonda, condenou bancária a pagar R$ 67.500, depois de subir o valor da causa, beneficiando os banqueiros após a “reforma” trabalhista.

A decisão comprova que a “reforma” trabalhista aprovada pela direita golpista nada mais visa do que beneficiar os capitalistas e banqueiros nacionais e internacionais à custa dos ataques aos trabalhadores.

No caso dos bancos – e não foi por acaso que os banqueiros são financiadores diretos do golpe – um dos objetivos do apoio à “reforma” é eliminar um imenso passivo gerado pelo descumprimento das leis trabalhista (CLT) em relação à jornada de trabalho dos bancários de 30 horas semanais. De 2008 a 2016 os quatros maiores bancos do País – Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil – tiveram que pagar cerca de R$ 35 bilhões em condenações em ações trabalhistas.

Conforme este Diário já vinha denunciando, o golpe dos banqueiros com o fim da CLT, em relação aos processos, visava liquidar com várias demandas dos bancários e ainda impor à eles o pagamento dos custos processuais, obrigando o empregado a arcar com os elevados honorários dos advogados dos bancos. Essa medida já é uma realidade.

Na 2ª Vara do Trabalho de Volta Redonda o juiz Thiago Rabelo elevou de ofício o valor de uma causa de R$ 40 mil para R$ 500 mil e condenou uma bancária ao pagamento de honorários sucumbenciais no importe de R$ 67.500 por ter sido sucumbente em pedidos no valor de R$ 450 mil.

Além disso, para o juiz golpista as horas extras da não concessão do intervalo de quinze minutos entre a jornada normal e sua prorrogação, conforme artigo 384 da CLT não fazia sentido e fixou a condenação ao Banco Itaú em R$ 50 mil. Achou, também, improcedentes os pedidos de horas extras, acúmulo de função, de gratificação de caixa, do intervalo de digitador, da integração da ajuda alimentação, de danos moral por assédio moral e de indenização materiais decorrente do pagamento dos honorários advocatícios contratuais.

A decisão da Vara do Trabalho de Volta Redonda revela, mais uma vez, o que está por trás do processo golpista em curso no País que envolve todas as instituições: judiciário, legislativo e executivo. Aprofundar os ataques aos trabalhadores e toda população para beneficiar os capitalistas em crise. Somente a luta contra o golpe pode barrar a ofensiva dos banqueiros e seus governos. Para isso é necessário exigir o anulação do impeachment e todas as suas medidas.

Plantão Brasil


Maduro llama ‘declaración de guerra’ al plan de Trump para Al-Quds


El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, sale en defensa del pueblo palestino ‎ante ‘agresión del gobierno imperialista’ de Trump y su decisión sobre Al-Quds.‎

En un acto en Caracas, capital venezolana, ayer lunes, y horas antes de que partiera hacia Turquía para participar en una cumbre de la Organización para la Cooperación Islámica (OCI) sobre Al-Quds, Maduro anunció que en su viaje expresará la “solidaridad con el pueblo árabe palestino”.

“En la madrugada de hoy anuncio voy saliendo para Estambul, Turquía, (....) ya que he sido invitado por el presidente (Recep Tayyip) Erdogan a una reunión conjunta de la Organización de la Comunidad Islámica, 58 jefes de Estado y de Gobierno del mundo islámico con el Movimiento de Países No Alineados (MNOAL), el cual presido”, dijo el mandatario venezolano.

A juicio de Maduro, la decisión del presidente estadounidense, Donald Trump, de reconocer la ciudad palestina ocupada de Al-Quds (Jerusalén) como la “capital de Israel” significa una “declaración de guerra al pueblo árabe musulmán”.

“Una verdadera provocación, una declaración de guerra al pueblo árabe musulmán, a los pueblos del mundo, a los pueblos buenos (...) una más en estas décadas de agresión contra nuestro amado histórico pueblo de Palestina”, declaró.

Asimismo, en otro momento de sus declaraciones, tachó de “ilegal” e “irracional” la ruptura por parte de Trump del consenso internacional sobre Al-Quds, al anunciar su intención de trasladar la embajada estadounidense de Tel Aviv a Al-Quds y de reconocerla como capital del régimen de Israel.

La decisión de Trump, que ha provocado una ola de críticas y condenas en el mundo entero, también entre los aliados de Washington, además ha dado pie al comienzo de una nueva Intifada (levantamiento) palestina, que las fuerzas de guerra israelíes (IDF, por sus siglas en inglés) están reprimiendo de manera violenta.

tqi/nii/HispanTv

EEUU no retirará sus tropas para influir en la Siria poscrisis


EE.UU. conservará sus efectivos en suelo sirio, tras la retirada de las tropas rusas, ‎para intentar influir en el escenario posconflicto en el país árabe.‎

“Estados Unidos quiere estar en la mesa de las negociaciones sobre los acuerdos posconflicto sirios y por eso mantiene a los asesores, aliados y terroristas activos en la región para asegurar la legitimidad de su presencia”, declaró el director ejecutivo del Consejo estadounidense para el Interés Nacional, Philip Giraldi, y exempleado de la Agencia Central de Inteligencia (CIA, por sus siglas en inglés), en una entrevista con la agencia rusa de noticias Sputnik publicada este martes.

Tras advertir también de que Washington continuará fantaseando con que puede sacar del poder al presidente sirio, Bashar al-Asad, Giraldi aseguró que Moscú probablemente tenga en mente un escenario más real de lo que los estadounidenses pretenden para Siria.

De acuerdo con sus palabras, el presidente ruso, Vladimir Putin, parte de que el Ejército sirio puede controlar los acontecimientos a partir de ahora, pues la inteligencia rusa está mejor informada que su contraparte estadounidense.

El lunes, Putin, en una visita sorpresa a la base aérea Hmeimim, en el oeste de Siria, anunció ante los militares rusos desplegados allí que ordenaba la retirada de la mayor parte del contingente ruso.

Rusia lanzó en septiembre de 2015 una ofensiva aérea en Siria a solicitud del presidente Al-Asad para detener el avance de los grupos extremistas en el territorio sirio.

Washington, liderando una coalición internacional aliada, desplegó sus fuerzas en Siria —sin autorización del Gobierno de Damasco—, con pretexto de luchar contra presencia de los radicales y terroristas.

krd/nii/Hispantv

Pionyang: "EE.UU. perdió el enfrentamiento político y militar contra Corea del Norte"


En el Consejo de Seguridad de la ONU se celebró, a pesar de las objeciones por parte de Rusia y China, una reunión sobre las violaciones de derechos humanos en Corea del Norte.

Pionyang ha declarado una victoria política y militar sobre EE.UU. y ha acusado a Washington de tratar de desviar la atención de sus fracasos al tratar en la ONU el tema de los "inexistentes" abusos contra los derechos humanos en Corea del Norte, informa The Washington Post.

El Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas discutió este lunes la situación de los derechos humanos en Corea del Norte a solicitud de EE.UU., el Reino Unido y Francia, junto con otros seis Estados miembros no permanentes.

El embajador adjunto de China ante la ONU, Wu Haitao, advirtió que dicha reunión sería "contraproducente" en este momento de tensiones crecientes en la región. Rusia, que aboga por la llamada iniciativa de doble congelación del conflicto en la península coreana, también se opuso a la sesión.

Sin embargo, la reunión siguió adelante, pese a la oposición de Pekín y Moscú, después de que diez miembros del organismo votaran "sí" durante la llamada votación de procedimiento, que supone que ninguno de los miembros permanentes del Consejo de Seguridad puede ejercer su derecho a veto.

"Un acto desesperado"

Por ello la misión permanente de Corea del Norte ante la ONU declaró que Occidente usa el tema de los derechos humanos como pretexto para disminuir sus derrotas militares y políticas. "Es un acto desesperado de las fuerzas hostiles que perdieron la confrontación política y militar contra Corea del Norte, que se ha elevado abiertamente a la posición de Estado de armas nucleares", anunciaron desde la misión norcoreana y agregaron que el país no cederá a la presión.

"Si EE.UU. y otras fuerzas hostiles piensan en intimidar a Corea del Norte mediante la discusión de 'cuestiones de derechos humanos' en el Consejo de Seguridad, no es más que un sueño que no se realizará jamás", afirmaron.


Las sanciones internacionales

Por su parte, el Alto Comisionado de la ONU para los Derechos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, instó al Consejo de Seguridad a tener en cuenta el efecto adverso que las sanciones internacionales han tenido sobre los norcoreanos comunes. Al Hussein señaló que las sanciones económicas impuestas por la ONU impiden sus propias entregas de ayuda humanitaria. En ese sentido, pidió al Consejo que evaluara y minimizara su impacto.

Además, el funcionario apuntó el fuerte aumento de las tensiones "parece haber profundizado las violaciones extremadamente graves de los derechos humanos de los 25 millones" de habitantes de Corea del Norte, señalando que la ayuda humanitaria proporcionada por la ONU y otras agencias es "literalmente un salvavidas para unos 13 millones" de personas en el país.

Al Hussein también abordó el tema de los presuntos abusos contra los derechos humanos en centros de detención y campos de trabajo e informó sobre la existencia de instalaciones penitenciarias clandestinas en Corea del Norte.

Actualidad RT

Moscú: "La operación en Siria ha terminado, no se necesita allí una gran fuerza militar"



El presidente de Rusia, Vladímir Putin, realizó este lunes una visita a la base aérea siria de Jmeimim, donde ordenó la salida de "una parte considerable" de las tropas rusas del país árabe.

La operación rusa para liberar a Siria de los terroristas se ha completado, por lo que ya no es necesario tener allí grandes capacidades militares, ha afirmado este martes el portavoz presidencial ruso, Dmitri Peskov.

"La operación para salvar Siria y liberar el territorio de Siria de los terroristas de hecho se ha completado, y ya no es necesario utilizar un potencial de combate a gran escala", ha declarado el vocero presidencial, detallando que es por eso por lo que "el comandante supremo tomó la decisión sobre la retirada" de las tropas.

Al mismo tiempo, Peskov ha recordado que se mantendrán las bases rusas situadas en Jmeimim (gobernación de Latakia) y Tartus (una ciudad portuaria, capital de la gobernación homónima).

"El presidente enfatizó que en Siria los terroristas pueden tratar de levantar la cabeza, pero en si se diera el caso, se enfrentarán a ataques aplastantes de un alcance y una fuerza como no han visto antes", ha recordado Peskov las palabras del presidente ruso.

Los primeros aviones rusos vuelven desde Siria

Entretanto, los primeros aviones rusos están volviendo a territorio nacional desde Siria después de completar con éxito sus tareas en el país árabe:

Dos aviones con la Policía militar rusa han aterrizado en Majachkalá (capital de la república de Daguestán);



Los bombarderos Tu-22M3, que participaron en los ataques contra los terroristas en Siria, han llegado a la región de Kaluga;

El avión ruso de alerta temprana y control aerotransportado A-50 ha regresado al aeródromo en la región de Ivánovo.

El presidente de Rusia, Vladímir Putin, realizó este lunes una visita a la base aérea siria de Jmeimim, donde ordenó la salida de "una parte considerable" de las tropas rusas del país árabe. Allí se reunió en la instalación con su homólogo sirio, Bashar al Assad, el ministro ruso de Defensa ruso, Serguéi Shoigú, y el comandante de las Fuerzas rusas en el país árabe, el coronel general Serguéi

Surovikin. Tras la reunión, Putin partió rumbo a Egipto.



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