sábado, 25 de fevereiro de 2017

O IMPEACHMENT COMPRADO


Alex Solnik, jornalista. Brasil 247

O depoimento de José Yunes à Procuradoria Geral da República no dia 14 último e sua entrevista à “Veja”, que traz a chamada “Fui mula de Padilha”, é o mais contundente e isento testemunho não só de que Padilha recebeu 4 milhões de reais da Odebrecht em forma de propina, mas que ao menos 140 dos 367 votos do impeachment foram comprados.

A palavra não é de nenhum oposicionista, mas de um homem que fez até há pouco parte do governo Temer, ao lado de Padilha.

Segundo Yunes, Padilha lhe telefonou, em 2014, perguntando se ele poderia receber um pacote com documentos em seu escritório; depois uma outra pessoa passaria lá para pegá-lo. Yunes concordou.

Eis o que aconteceu depois, segundo a “Veja”:

“Pouco tempo depois, Yunes estava em seu escritório de advocacia em São Paulo quando, diz ele, a secretária informou que um tal de Lúcio estava ali para deixar um documento. “A pessoa se identificou como Lúcio Funaro. Era um sujeito falante e tal. Ele me disse: ‘Estamos trabalhando com os deputados. Estamos financiando 140 deputados’. Fiquei até assustado. Aí ele continuou: ‘Porque vamos fazer o Eduardo presidente da Casa’. Em seguida, perguntei a ele: ‘Que Eduardo?’. Ele me respondeu: ‘Eduardo Cunha’.

Temer já confirmou ter tido conhecimento do encontro de Funaro com Yunes em São Paulo.

A denúncia ajuda a entender que o impeachment foi resultado de uma conspiração; que a conspiração começou ainda na eleição de Cunha à presidência da Câmara e que os 140 deputados financiados para eleger Cunha também votaram a favor do impeachment.

As questões que se colocam são: 1) se esses 140 votos precisaram ser comprados é porque os deputados não estavam convencidos de que o impeachment se sustentava; 2) sem esses 140 votos não teria havido impeachment; 3) comprovando-se a existência dessa compra não seria o caso de anular o impeachment?

'Dissolução oportuna da OTAN poderia ter virado uma das maiores contribuições para a paz'


A posição agressiva da OTAN no palco intencional coloca em risco a paz no continente europeu, considera analista alemão.

Jakob Reimann expressa a opinião, no seu artigo publicado na revista Der Freitag, de que, desde o fim da Guerra Fria, a Aliança "está passando por uma crise de identidade".

O autor sublinha que, depois da desintegração do Pacto de Varsóvia, o bloco se tornou "um resquício do passado". Na realidade, a dissolução oportuna da OTAN poderia ter virado uma das maiores contribuições para a paz.

"Tivemos a única chance na nossa história de começar o desarmamento total, iniciar a desmilitarização universal", escreve Reimann. Mas a Aliança rejeitou o "caminho pacífico" e isto é confirmado pelos números: os países do bloco são responsáveis por 60% de todos os gastos militares do mundo.

O observador político alemão também toca no assunto da expansão da OTAN para Leste. De acordo com ele, esta expansão "não tem nada a ver com a proteção da democracia ou dos valores liberais", tem, sim, um caráter agressivo. O autor lembra que os políticos ocidentais prometeram às autoridades soviéticas que a OTAN não se expandiria para Leste. No fim dos anos 90 ficou claro que essas promessas deveriam ter sido consolidadas em acordos internacionais.

Reimann acredita que a Aliança busca premeditadamente pretextos para o agravamento das relações com a Rússia. A cooperação militar com a Geórgia e Ucrânia, bem como a inclusão dos países balcânicos na sua esfera da influência provocam uma preocupação natural por parte das autoridades russas. Contudo, frisa o autor, não se trata da "proteção dos direitos humanos" ou "das liberdades civis". No caso dos países dos Bálcãs, em primeiro lugar, se trata da hegemonia do bloco na região mediterrânica, opina o autor.

Em conclusão, o colunista da Der Freitag aponta mais uma vez para a "natureza agressiva" da Aliança. Isso não obstante o documento fundamental do bloco — o Tratado do Atlântico Norte (1949) —estabelecer que os países-membros são obrigados a contribuir por todos os meios para a consolidação da paz e segurança mundiais.

HispanTv

Trump ataca a París: No viajéis a la urbe que peligra vuestra vida


El presidente de EE.UU., Donald Trump, lanza un ataque directo contra París, capital de Francia, al sugerir que no es seguro visitarla.

El presidente de EE.UU. cargó contra la seguridad de la capital francesa porque, debido al terrorismo, ya no es seguro viajar a esta ciudad.

Donald Trump sorprendió a los asistentes a la Conferencia de Acción Política Conservadora (CPAC, por sus siglas en inglés), que se celebra en Maryland del 22 al 25 de febrero, cuando desaconsejó, contando una historia, visitar París, capital gala.

El inquilino de la Casa Blanca les contó que tiene un amigo amante de la capital francesa, la cual visitaba cada verano (boreal) hasta hace unos años. Según él, la ciudad de las luces no se asemeja a lo que era antes y “París, ya no es París”.

De esta forma, el mandatario estadounidense lanzó un ataque directo a la industria del turismo galo, uno de los principales motores del país europeo, pues las palabras de Trump atentan contra el mensaje de tranquilidad y normalidad que trata de enviar el Gobierno francés respecto a la amenaza terrorista.

“A Donald Trump y a su amigo Jim, desde la Torre Eiffel celebramos el atractivo de París con Mickey y Minnie”, así escribió en un tuit la alcaldesa de París, Anne Hidalgo, horas después, en respuesta a las críticas de Trump.

Por el momento, no ha habido ninguna respuesta oficial por parte de Francia, pero claramente estas duras palabras no ayudarán a empezar con buen pié la nueva relación París-Washington. Además, el presidente francés, François Hollande, es muy crítico con su par estadounidense por las declaraciones vertidas por Trump contra la Unión Europea (UE).

En palabras dirigidas a su audiencia, Trump afirmó que la construcción de una “gran América” no pasa por asimilarse a Europa. A su juicio, Suecia, Alemania y Francia ya no son lugares seguros debido a la amenaza terrorista.

La semana pasada, Trump provocó un incidente con Suecia al hablar sobre un atentado terrorista imaginario en su suelo. Por estas declaraciones, Estocolmo ya pidió explicaciones al Departamento de Estado de EE.UU.

krd/anz/hnb/msf/HispanTv

Siria elimina el vínculo principal entre Israel y el Frente Al-Nusra


Miembros del grupo terrorista Frente Al-Nusra luchan contra las fuerzas del Ejército sirio en la ciudad noroccidental de Alepo.

El Ejército de Siria abate al vínculo principal entre el Frente Al-Nusra y el régimen de Israel en suelo sirio.

Según un informe de la cadena rusa de noticias RT, activistas rusos comunicaron, el viernes, la muerte de Imad Kamal, el vínculo más peligroso e importante entre el grupo terrorista Frente Al-Nusra (recientemente autoproclamado Frente Fath Al-Sham) y las autoridades israelíes.

Este gran éxito es fruto de las operaciones antiterroristas del Ejército sirio en la provincia suroccidental de Quneitra, explicaron las fuentes.

Conforme a un sinnúmero de informes, revelaciones y documentos, el régimen de Israel es uno de los principales creadores y patrocinadores del Frente Al-Nusra en Siria, a fin de acabar con el Gobierno del presidente sirio, Bashar al-Asad.

tas/anz/hnb/msf/HispanTv

Avanza el 'Calexit', el proyecto independentista de California


El proceso recobró impulso tras la llegada de Donald Trump a la presidencia y podría ser aprobado en 2019.

Conocido como 'Yes California', comenzó hace cuatro años un proyecto que tiene como último objetivo la escisión de California del resto de EE.UU. Aunque los planes no tuvieron grandes avances en los últimos años, la victoria electoral de Donald Trump dio un nuevo impulso a la iniciativa.

Donald 'Don' Sutton, integrante de la organización, quien está casado con una mexicana, recordó que este movimiento también llamado 'Calexit' ―en alusión al 'Brexit' británico― no es algo nuevo, ya que el estado "tuvo varios movimientos independentistas". "Algunos, unos 10 años atrás, quisieron dividirlo en cinco estados, o sea que esto no es nada nuevo. No es un grupo que está enojado porque Trump ganó las elecciones", explicó.

Según publicó la agencia de noticias Télam, para Sutton California debería ser "un país propio" porque tiene "un sistema de valores diferente", a la vez que detalló que representan "la primera economía" del país. "Tenemos ―continuó― las posibilidades económicas, industria, recursos humanos, una población diversa y podemos subsistir con facilidad por nuestros propios medios".

Motivos económicos

Este proyecto independentista también está sustentado en una realidad económica: California es el estado que más dinero paga en impuestos al Gobierno federal y por cada dólar que entrega, recibe 78 centavos, lo que representa una pérdida anual de entre 60.000 y 70.000 millones de dólares anuales. En ese sentido, Sutton aseguró: "Tenemos los impuestos más altos del país porque el dinero que enviamos no vuelve, entonces debemos compensar eso".

Actualidad RT

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

YUNES: TEMER SABIA DE TUDO E PROPINA DA ODEBRECHT PAGOU 140 DEPUTADOS


Brasil 247 – O empresário José Yunes decidiu disparar um tiro no peito de Michel Temer, seu parceiro e melhor amigo há várias décadas.

Mais do que simplesmente delatar Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil que acaba de pedir licença do cargo, ele afirmou que Temer sabia de tudo.

Em entrevista ao jornalista Lauro Jardim, Yunes afirmou que Temer, seu melhor amigo, tem conhecimento de que ele foi usado como "mula" por Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil – "mula" é um termo do tráfico de drogas que designa a pessoa usada para transportar drogas para terceiros.

Na entrevista, Yunes disse ter recebido Lúcio Funaro em seu escritório, a pedido de Padilha. No encontro, Funaro lhe contou que estava financiando 140 deputados para garantir a eleição de Eduardo Cunha à presidência da Câmara dos Deputados.

"Contei tudo ao presidente em 2014. O meu amigo Temer sabe que é verdade isso. Ele não foi falar com o Padilha. O meu amigo reagiu com aquela serenidade de sempre. Eu decidi contar tudo a ele porque, em 2014, quando aconteceu o episódio e eu entrei no Google e vi quem era o Funaro, fiquei espantado com o 'currículo' dele. Nunca havia conhecido o Funaro", disse Yunes a Jardim.

Segundo Yunes, Funaro afirmou que estava em curso uma estratégia para eleger uma bancada fiel a Cunha, para conduzi-lo à presidência da Câmara. "Ele me disse: 'A gente está fazendo uma bancada de 140 deputados, para o Eduardo ser presidente'. Perguntei: 'Que Eduardo?'. Ele respondeu: 'Eduardo Cunha'".

Yunes decidiu falar depois que apareceu nas delações da Odebrecht. De acordo com o delator Cláudio Melo Filho, da propina de R$ 11 milhões acertada com Temer, R$ 4 milhões foram entregues no escritório de Yunes. Por isso mesmo, ele se antecipou e procurou também o Ministério Público para dar sua versão dos fatos.

Tais recursos foram acertados num jantar entre Michel Temer e Marcelo Odebrecht, no Palácio do Jaburu, em 2014, com a presença de Padilha. O dinheiro saiu do departamento de propinas da empreiteira e ajudou a bancar a eleição de Cunha para a Câmara. Uma vez eleito presidente, Cunha passou a sabotar o governo da presidente eleita Dilma Rousseff e aceitou um pedido de impeachment sem crime de responsabilidade, abrindo espaço para que Temer chegasse ao poder.

Requião ataca a reforma da Previdência e se manifesta contra a ‘ditadura do capital financeiro global’


Em discurso nesta quarta-feira (22), ao qual denominou “Um grito de brasilidade”, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) conclamou a população a resistir e reagir contra a “ditadura do capital financeiro global”. Segundo ele, o governo Temer está comprometido com ideais neoliberais que estariam saturados e em desuso mundo afora.

Requião mencionou diversos acontecimentos recentes que a seu ver indicam que os governantes do país estão na contramão da história ao se negarem a proteger a indústria e os trabalhadores brasileiros. Ele disse que o Brasil está voltando à “trilha do fracassado modelo liberal”.

Para o senador, a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, a saída da Grã-Bretanha da União Europeia, a crise na Espanha, “a lenta agonia da Grécia”, além da ascensão de nacionalistas na França, Alemanha e Itália mostram que as nações estão entendendo que proteger suas próprias indústrias e seus trabalhadores é a saída para enfrentar a “financeirização da vida das nações e da humanidade”.

Requião enumerou o que ele chamou de roteiro da transformação do Brasil em um estado bárbaro e dependente, que estaria em andamento no governo Michel Temer: mão de obra barata e sem direitos trabalhistas, terceirização, reforma da Previdência, venda das reservas do pré-sal, privatização das companhias públicas de energia, água e saneamento, cancelamento de programas sociais, venda de terras a estrangeiros, entre outros.

— O que será depois? Venderemos o quê? Nossa água? Nosso ar? A casa da sogra talvez, o que mais?

Requião comparou a proposta de reforma da Previdência proposta por Temer à chamada Lei dos Sexagenários, de 1885, que dava liberdade aos escravos com mais de 60 anos de idade no Brasil, também conhecida como Lei Saraiva-Cotegipe e Lei da Gargalhada. O senador explicou que, segundo a lei, esses escravos tinham a obrigação de trabalhar por mais três anos a título de indenização ao proprietário, já o escravo de mais de 65 anos estava dispensado desse trabalho extra.

O problema, disse Requião, é que a média de vida dos escravos no Brasil na época era de apenas 30 anos. Para ele, a reforma da Previdência é similar, ou seja, a maioria dos trabalhadores vai morrer antes de conseguir se aposentar.

— O tempo passa, o tempo voa, nossas classes dominantes continuam numa boa. Como são insaciáveis, em sua crueldade, as classes dominantes! Pois não é que, 132 anos depois, produzem uma contrafação, um pastiche da Lei Saraiva-Cotegipe. Que é a reforma da Previdência. Como a Lei da Gargalhada, que não alcançava nenhum beneficiário vivo, a reforma da Previdência vai beneficiar trabalhadores quando eles não existirem mais. Tempos tristes, tempos sombrios, os tempos de hoje — disse Requião, lembrando frase do escritor Raduan Nassar, vencedor do Prêmio Camões.

Requião também afirmou que o nacionalismo econômico que defende não deve ser confundido com xenofobia, mas sim como um movimento de resistência do trabalho e do povo brasileiro.

Agência Senado

PIMENTA DIZ QUE YUNES ENTREGOU A QUADRILHA DE TEMER


Brasil 247 - O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que o advogado José Yunes, sabendo o que vem por aí nas nas delações, resolveu se antecipar eprocurar o Ministério Público Federal para entregar a máfia de Michel Temer: Padilha, Funaro, Geddel; “a delação voluntária de Yunes, amigo íntimo de Temer, vai estragar o carnaval de muitos golpistas que imaginaram um feriado tranquilo", disse o petista no Twitter


DELATADO PELA ODEBRECHT E PELO MELHOR AMIGO DE TEMER, PADILHA SE LICENCIA

Brasil 247 - Após ser delatado por José Yunes, melhor amigo e ex-assessor de Michel Temer, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, tirou licença ontem do governo alegando problemas de saúde. Ele viajou para Porto Alegre (RS), onde tem residência, e deve fazer ainda no fim de semana uma cirurgia para retirada da próstata. Padilha sai no momento em que Yunes afirmou ter recebido, a pedido dele, um "pacote" em seu escritório entregue por Lucio Funaro, tido como operador do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

As informações são da coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

"Em delação premiada, Claudio Melo Filho, ex-executivo da Odebrecht, afirma que enviou dinheiro vivo ao escritório de Yunes também a pedido de Padilha.

Ele não se pronunciou sobre as declarações de Yunes.

O ministro passou mal na segunda-feira (20) e foi internado no hospital do Exército, em Brasília, depois de uma hemorragia causada por obstrução urinária. Exames mostraram aumento da próstata e a necessidade de cirurgia.

Ontem, ele se reuniu com Temer e apresentou pedido de licença médica para se submeter ao procedimento. Já em Porto Alegre, fez exames preparatórios para cirurgia no hospital Moinhos de Vento.

A previsão inicial é de que no dia 6 de março ele volte a despachar em seu gabinete no Palácio do Planalto."

Estados Unidos: A Potência criminosa e os impossíveis sonhos de paz mundial


Silas Correa Leite*

“Há muitos assassinos, acha o nosso país inocente?” - Pato Donald Trump Presidente dos Estados Unidos, de Hollywood-Washington

Eles chegam com véus sagraciais, as cabeças cobertas com turbantes, com barba muito bem tratada por histórico tradicional, uma cultura milenar esplendente; têm um historial de mais de seis mil anos e com vezo muito mais ético-humanitário e mais nobre de fundamentos do que a ideia contemporânea judaico-cristã-católico-luterana, e são tachados de fundamentalistas, terroristas, homens-bombas, perigosos, etc. e tal…

Mas ELES, os outros, chegam armados até as tripas, com metralhadoras potentes, granadas, bombas, alta tecnologia bélica; depois de extinguirem milhões de nativos de nações indígenas, e de explorarem negros na escravidão de sua guerra civil, e até como bucha de canhão usaram afrodescendentes em amorais guerras insanas que bancaram ditaduras inumanas, e são classificados de DEMOCRATAS, e de um país de homens livres? Democratas?

-Eles, os “inimigos”, são invadidos a troco de uma bomba que não há, são tachados de terroristas cidadãos locais que são meros residentes-resistentes e que defendem seu clã e seu território invadido, e quando se descobre que milhões foram mortos, velhos, mulheres, crianças (e uma nação destruída) – inocentes – e não havendo perigo nenhum, nem bomba alguma, erro cirúrgico de suspeita espionagem falha, e então eles COBRAM altos preços para reconstruir o que destruíram a bel prazer, como parasitas do lucro, por mero engano ou jogo politico-eleitoreiro? Que democracia é essa? E o Tribunal de Haia? Ah, e ainda assim em nome de uma paz fake que nunca há, mesmo depois da chamada Guerra Fria, os bandidos mandatários com alta patentes por trás e uma anticristã indústria bélica a reboque, ainda são suspeitamente indicados ou recebem o prêmio Nobel da Paz? Paz, onde? Como? Por quê? América Cloaca das Treze Colônias de Estrelas de Sangue?

-E se deixassem o planeta terra em paz? E se cuidassem mesmo de seus vários e graves problemas internos, de violências, de vícios, de sexismos; racismo, miséria, armamentos clandestinos, negros vitimados, pobres a míngua, gente morando na rua (milhões), furacões, tornados, falha de Santa Andrea, injustiças sociais, crimes impunes, presidentes, políticos e artistas mortos suspeitamente, mais riquezas injustas, riquezas impunes, propriedades roubos, cartéis, máfias e quadrilhas; meritocracia uma piada, lei de oferta e procura uma máfia; e fizessem algo melhor contra a fome no mundo, a guerra suja, a diarreia que mata milhões de crianças, não o seu núcleo sujo de peitos de peru arrotando santidade tipo o papo furado de pátria escolhida por Deus ou de xerifes do mundo?

Sim, e se eles BOMBARDEASSEM os pobres, carentes, e sofridos territórios terceiro-mundista, periférico, em vez de usarem armas atômicas como em Nagasaki e Hiroshima, ou no Canal do Panamá, e em vez de armamentos, helicópteros, torpedeiros, navios-escolas, que milhares de seus paraquedas teleguiados soltassem nesses países carentes o melhor do tal estilo de vida americano? Em vez de gastarem trilhões com armamentos de alta tecnologia destrutiva em países fracos, e mandassem geladeiras, jipes, computadores, satélites, sucrilhos, cereais, toddy, coca cola, freezers, televisores, fogões, trailers, tudo do bem e melhor. Seria tudo muito mais barato do que gastos hediondos com armas; e os povos que recebessem essas cargas do céu, de qualidade, tecnologia e tantas máquinas possantes se sentiriam atraídos, queriam esse padrão de vida também. Não morreriam, seriam consumidores em potencial, simpatizantes, sem mortes, sem resistência, sem medo, sem sangue por óleo, sem perdas de vidas, sem terrorismo de defesa, daí todo país distante, porem, carente, talvez então quisesse finalmente ser uma estrela da américa rica, mas sem derramamento de sangue, e sem bombas, sem invasões, sem impunes derrubadas de presidentes, nem financiamento de torpes ditaduras, sem soldados estuprando crianças; isso não seria muito mais ético, humanitário, transparente, verdadeiramente Cristão? Quem poderia contestar isso? Quem poderia ser terrorista contra isso? Quem iria resistir a isso?


Há ELES & “Eles”. Potências criminosas… e sonhos de uma paz limpa.

Um pouquinho de conhecimento ajuda. Um pouquinho de história escora, reforça ideia. Estudar profundamente também. Opinião sem estudo, sem pesquisa, sem bagagem inteligente de conhecimento, leva ao descrédito da criticazinha sem pé nem cabeça… Pensar pode. Fanáticos mulçumanos? E os fanáticos das Klux-Klux-Klan, o próprio radical e ultraconservador Tea Party, e seus asseclas da fascista direita da América dos cornos; do crime organizado como sua politica externa suja, violenta, vingando podres poderes no exterior, verdadeiro banditismo por baixo de uma podre diplomacia de embuste?

Mas, já pensou, sonhar pode – Evoé John Lennon – nos cafundós adonde o judas perdeu o all-star, países pobres, rançosos, tristes, atrasados, criticando o águia-abutre e sua imunidade no foro internacional de terrorismo do estado norte-americano, e de uma hora pra outra, com medo do grande irmão que de bobo não tem nada, e em vez dos fuzileiros navais, da CIA, do FBI, dos navios-cidades, das naves, satélites, porta-aviões, contratorpedeiros, caçadores de minas, e drones espiões, começar a chover hambúrgueres, salsichas, tvs de ultima geração, notebooks, a produtos tops de linha…

Só não pode chover quadrupedes do Texas. Nem chacais sem alma como Kissinger. Nem antagônicas hienas desbotadas como Hillary. Muito menos bombas teleguiadas, nem operações sigilosas de sujeiras clandestinas, nem mercenários sórdidos, homens bombas com políticas de enganação e fraude, piratas de intimidação e de sangue por óleo. Nem Pateta, João-Bafo-de-Onça; nem empresariado leviano tipo Irmãos Metralhas, nem puteiros como fizeram na antiga ditatorial Cuba, bordel de Frank Sinatra e da máfia italiana.

O New York Time noticiaria em manchetes chaves com letras garrafais:

USA da Paz bombardeia Nigéria, Somália, Afeganistão, Coreia do Norte, Vietnam do Norte e Haiti com toneladas de hambúrgueres, sucos de laranja, maçã, celulares de ponta, computadores de última geração, pendrives, chips free, feito um sonho, um filme.

Um sonho? Imagine… nem fronteiras, nem bandeiras, nem exércitos…

Mas talvez tudo isso não compactuasse com o sentido humanista dos orientais mais unidos e simplistas e agregados, nem cativasse a resistência da nova Rússia de novo poderosa e forte, nem interessasse a China futura potência imbatível, nem a comunidade africana mais solidária e ética, devotos de todos por um, um por todos, não fãs bobos do estilo e modus operandi dos USA de cada um por si e danem-se todos, herança anglo-saxônica da América e seus lucros de operações tenebrosas, doa o que doer, custe o que custar, haja o que houver.

Na paz está a nossa confiança, deveria ser o lema de todos os povos e credos.

De todos livres, sem exploração pelo comercio, pelo narcocontrabando informal, ou pelo cínico estado mínimo, redes podres, cartéis, infovias efêmeras, o Tatcheriano neoliberalismo câncer do próprio capitalhordismo americanalhado.

A quarta guerra mundial que Einstein disse que seria de paus e pedras, poderia ser na verdade uma nova modalidade pacifica de terceira guerra por assim dizer de humanização do planeta, isso se os países carentes fossem providos, de água e de remédio, de comida e roupas, de suprimentos e energia, de tecnologia e humanismo ético-comunitário. Ah se a funesta igreja católica vendesse todo seu ouro sujo e doasse aos pobres da África. E se a poderosa USA devolvesse sua parte roubada do México, de Cuba, de Porto Rico, do Haiti, da França, do Canadá, do Alasca; e devolvesse o que predou aos índios restantes de dez milhões vitimados. E indenizasse todos os descendentes de negros explorados… e se a NASA beneficiasse todas as nações emergentes com suas informações, qualidades técnicas e tecnologia de ponta, e também se a rica América libertasse a sua maior população prisional do mundo, em torno de dois milhões e meio de pessoas, mais, ajudasse – pelo amor de Deus – as dezesseis milhões de crianças que o pais-potência tem na linha da miséria, e assim também indenizasse os mais de 150 países que bombardeou, e explicasse porque 60 % do povo norte-americano acredita no diabo, e não em Deus que ELES dizem que seguem. Por que se sentem em casa?

Mas em paz não se faz potência. A guerra dá lucro.

Há Eles e ha “ELES”, curto e grosso, nosotros, os famélicos da terra, e “outroseles”, os EUA, os xerifes do mundo, potência decadente.

De que lado você está?

Deus puna a América!

-0-

* Silas Correa Leite, blogueiro e ciberpoeta premiado. Conselheiro Diplomado em Direitos Humanos e Democracia

Israel nega permissão de trabalho a Human Rights Watch


O Ministério do Interior israelense recusou dar autorização de trabalho ao presidente da organização de direitos humanos Human Rights Watch (HRW) por ela apoiar a propaganda palestina, diz o comunicado publicado no site da HRW.

Segundo o comunicado, o Ministério do Interior israelense dirigiu uma carta ao chefe da representação da HRW em Israel e Palestina, Omar Shakir, com a recusa de emitir a autorização de trabalho já que, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores israelense, "a atividade pública e relatórios da organização estão ligados a uma política a favor da propaganda palestina", afirmando também que a HRW "não é um verdadeiro grupo defensor de direitos".

O vice-diretor executivo do programa da HRW, Iain Levine, classificou a decisão das autoridades israelenses de "decepcionante". "Tal decisão e explicação duvidosa devem causar inquietação a quem se preocupa com a adesão de Israel aos valores democráticos", disse Levine.
O comunicado destaca que a recusa de visto de trabalho foi inesperada para os ativistas, já que seus colaboradores se reúnem frequentemente com as autoridades israelenses, em particular, com policiais, militares e diplomatas.

HispanTv

Vídeo: Fuerzas iraquíes detienen 1000 miembros de Daesh en Mosul



Las fuerzas iraquíes han detenido a más de 1000 personas sospechosas de pertenecer al grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en las zonas orientales de Mosul.

“Hay muchos barrios que no están controlados por el Ejército, necesitamos más informaciones para poder investigarlos”, ha dicho este jueves uno de los comandantes de las fuerzas de seguridad de Irak a la BBC.

Después de recuperar completamente la parte oriental de la ciudad de Mosul, las tropas iraquíes, apoyadas por fuerzas populares (conocidas como Al-Hashad Al-Shabi), han cosechado grandes victorias, sobre todo, la liberación de distintas zonas en las partes occidentales de esta urbe.

A primeras horas de la jornada del jueves, las tropas iraquíes recuperaron el control total del aeropuerto estratégico de Mosul.

alg/ncl/fdd/rba/HispanTv

Colombia deporta a un israelí que amenazó con explosionar un avión



Bogotá deportará este jueves a un israelí que amenazó la noche de la víspera con hacer estallar una bomba en un vuelo interior de la aerolínea Latam.

El israelí que será enviado de vuelta a los territorios ocupados palestinos había amenazado con hacer estallar una bomba en el vuelo Bogotá-Barranquilla, luego de que este presentara casi 2 horas de retraso.

Las autoridades colombianas han informado de que el sujeto será expulsado del país en la tarde de este jueves por parte de Migración Colombia y no podrá regresar al país suramericano en un periodo de diez años.

El coronel Yesid Ariza, comandante de la Policía del aeropuerto El Dorado de Bogotá ha señalado que no le abrirá un proceso judicial porque no tiene antecedentes ni llevaba consigo ningún artefacto que diera validez a su amenaza, así fuera falsa.

El incidente ocurrió cuando el vuelo LA3134 de la aerolínea Latam presentó un retraso inicial de una hora y 45 minutos aproximadamente para hacer la ruta de la capital a Barranquilla, en el norte del país. Luego, el pasajero amenazó a una auxiliar de vuelo con detonar una bomba si el avión no despegaba.

La policía evacuó a 137 pasajeros e inició una operación que tardó casi dos horas para inspeccionar la aeronave con perros antiexplosivos.

“La Policía Nacional realizó la inspección del avión y durante el proceso no se encontró ninguna amenaza real que pusiera en riesgo la seguridad del vuelo”, ha informado la aerolínea a través de un comunicado. Más tarde, el comandante de vuelo de Latam se disculpó con pasajeros por retraso y supuesta amenaza.

Colombia ha recibido a diversos grupos de inmigrantes a lo largo de su historia, siendo una de las migraciones más numerosas la de los árabes procedentes de El Líbano, Siria y Palestina. La gran mayoría de inmigrantes se estableció en Barranquilla y en ciudades vecinas como Cartagena.

msm/mla/bhr/hnb/HispanTv

Nuevo escándalo: Soldado de EEUU acusado de violar a surcoreana


Soldados de EE.UU. y Corea del Sur realizan ejercicios conjuntos durante los ejercicios militares Foal Eagle.

La Policía de Corea del Sur detuvo a un soldado de EE.UU. por haber violado a una mujer surcoreana-canadiense de 24 años de edad.

Según han informado este jueves fuentes policiales en el país asiático, un soldado norteamericano de 21 años de edad, cuya identidad no ha sido revelada, ejecutó la agresión el pasado 18 de febrero.

En declaraciones a la comisaría de Jungbu, en la ciudad de Busan (sur), donde se produjo el caso, la víctima ha denunciado al soldado, que prestaba servicio en la base estadounidense Camp Humphreys, en la localidad surcoreana de Pyeongtaek.

No obstante, el uniformado estadounidense ha rechazado todas las acusaciones y horas después de su arresto fue entregado a las fuerzas estadounidenses.

Autoridades surcoreanas aseguran que todavía continúan las investigaciones pertinentes a cargo de la Policía Nacional de Corea del Sur y la División de Investigación Criminal del Ejército de EE.UU. en el marco del Acuerdo de Estado de las Fuerzas entre Seúl y Washington, agregan fuentes locales.

Para buena parte de los surcoreanos, los casi 28 500 soldados estadounidenses desplegados en su territorio, so pretexto de mantener la seguridad ante las amenazas de Corea del Norte, suponen un grave peligro para el propio país y sus nacionales.

Al rechazo del pueblo surcoreano a la ampliación de las bases estadounidenses y el aumento del despliegue de fuerzas y equipamientos militares, incluido el sistema antimisiles Defensa Terminal de Área a Gran Altitud (THAAD, por sus siglas en inglés), se suma el descontento local por el sinnúmero de casos de abusos sexuales cometidos por militares del país norteamericano.

En diferentes actos de protesta contra la presencia militar estadounidense en Corea del Sur, los manifestantes han afirmado que tienen más miedo de las fuerzas estadounidenses que de su vecino norteño.

Según recientes datos sacados a la luz, es poco probable que Estados Unidos pueda mantener de forma permanente sus equipamientos militares estratégicos en Corea del Sur.

tas/ncl/fdd/rba/HispanTv

¿Está en marcha una operación de golpe de Estado contra Trump?


El presidente de EE.UU., Donald Trump, durante una visita a la CIA en Langley, Virginia, EE.UU.Carlos Barria Reuters

El aparato de la Inteligencia de Estados Unidos hace "mucho más que alimentar la paranoia sobre el coco ruso" y representa "una amenaza para la democracia", escribe el columnista Patrick Lawrence para la revista norteamericana 'The Nation'.


Según el autor del artículo, los descendientes del exdirector de la CIA, Allen Dulles —considerado por algunos historiadores como posible autor intelectual del asesinato en 1963 de John F.Kennedy (que lo había cesado dos años antes como director de la CIA por el fracaso de Bahía de Cochinos)—, "montan lo que se parece terriblemente a una operación de golpe de Estado contra" el actual presidente.

Mientras tanto, las críticas "sin fundamento" surgidas en campaña electoral para "insinuar sin pruebas" que Donald Trump mantiene "inaceptables lazos" con Rusia son solo "mera política", señala Lawrence.

Recientes filtraciones de las agencias de Inteligencia acabaron con la carrera de Michael Flynn como asesor de seguridad nacional de Trump. "¿Quién o qué será lo siguiente? ¿[el jefe de Gabinete de la Casa Blanca, Reince] Priebus? ¿El propio Trump?". "Puede que el hecho de paralizar la determinación de la Casa Blanca de Trump de forjar una relación más sana con Moscú" contribuirá a "la operación de golpe de Estado", sugiere Lawrence.

"Tenemos un aparato de Inteligencia que ha aumentado su poder autónomo, de tal forma que ningún presidente se atreve a intentar controlarlo", señala el columnista, que subraya cómo el mundo es ahora testigo de cómo este aparato "se opone a un presidente que propone limpiar el más importante pasaje de la narrativa de miedo y animosidad del que depende este aparato".

Entre dos víctimas potenciales de la política del aparato de inteligencia de EE.UU., ambas "peligrosas", el autor del artículo destaca la democracia estadounidense y la posible consolidación del papel "ya distorsionado" de las agencias de Inteligencia en la política exterior si "la política 'détente'" [de distensión] de Trump es "desmontada".

Así las cosas, los estadounidenses estarán "condenados a vivir con miedo rusófobo más o menos indefinidamente", concluye Lawrence, que también cree que "subvertir" la democracia de EE.UU., las elecciones de Francia y de Países Bajos es "típico de la CIA" mientras que el mundo acusa de estos males a Rusia.

Actualidad RT

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Mexicano se suicida minutos después de ser deportado de Estados Unidos


En la frontera entre México y Estados Unidos, un hombre de 45 años se suicidó minutos después de ser deportado por guardias fronterizos de Estados Unidos.

Los testigos afirman que Guadalupe Olivas Valencia estaba desesperado y gritó que no quería volver a México momentos antes de saltar desde un puente en el cruce fronterizo de El Chaparral, en Tijuana.

La familia de Olivas afirmó que era un padre viudo de tres niños y que tenía dificultades para mantenerlos económicamente.

Democracy Now

Temer indica advogado de Eduardo Cunha para o Ministério da Justiça


Michel Temer escolheu nesta quinta-feira, 23, o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) como novo ministro da Justiça, para substituir Alexandre de Moraes, nomeado ao Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada pela agência Reuters, citando uma fonte do Palácio do Planalto.

O anuncio oficial pode ser feito ainda nesta quinta-feira.

Serraglio foi "advogado" de Eduardo Cunha em seu processo de cassação na Câmara dos Deputados. Ele fez a tese de defesa de seu aliado.

Ao blog da jornalista Andreia Sadi, Serraglio afirmou que bancada do PMDB se "uniu" e entendeu que o seu nome atende a um perfil técnico e político para o Ministério da Justiça.

Perguntado sobre a Operação Lava Jato, ele repetiu a frase do ex-ministro do STF Carlos Velloso, que chegou a ser convidado mas recusou o posto. "Ela é intocável. É uma questão judicial", disse Serraglio.

O deputado negou que tenha sido aliado do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB) para ajudá-lo a preservar o seu mandato parlamentar. "Não fui aliado neste sentido. Os mais ferrenhos inimigos de Cunha reconheceram ao final do processo que eu fui imparcial", concluiu.

Plantão Brasil

SERRA TEM DEPRESSÃO E NÃO ESTAVA FELIZ NO ITAMARATY, DIZ ELIANE


Brasil 247 - A demissão de José Serra do Ministério de Relações Exteriores não foi motivada apenas por problemas de saúde. Com depressão, o tucano estava infeliz no cargo, que é muito distante da Fazenda com que sonhou e temia entrar num bolo comum dos ministros e parlamentares da base aliada citados na Lava Jato, diz a colunista Eliane Cantanhêde, ligada ao PSDB.

"Pelo menos desde o final do ano passado, amigos e correligionários do ministro vinham demonstrando preocupação com o desânimo dele no cargo. Considerado muito atuante no Ministério do Planejamento e brilhante no Ministério da Saúde, ambos no governo do amigo Fernando Henrique, Serra dava sinais desconforto no Itamaraty. Sua agenda era vazia, vários dias seguidos resumida a despachos com o secretário geral, embaixador Marcos Galvão.

Mesmo na viagem do presidente Maurício Macris, um importante ponto para a aproximação dos dois governos, do Brasil e da Argentina, o chanceler brasileiro parecia distante, distraído. Entre os diplomatas, havia constrangimento. No Planalto, preocupação. Na bancada do PSDB na Câmara e no Senado, expectativa. Antes de assumir o Itamaraty, ele foi o senador a aprovar o maior número e os mais importantes projetos no Congresso. Um exemplo foi a flexibilização das regras de exploração do Pré-Sal.

Serra – que foi o primeiro grão tucano a aderir à tese do impeachment de Dilma Rousseff e da posse de Temer – volta agora ao Senado numa dobradinha com o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, de quem se reaproximou diante do crescimento político do governador de São Paulo, o também tucano Geraldo Alckmin."

Acordo nuclear em ação: Irã planeja exportar milhões de barris do petróleo para Rússia


Enquanto a União Europeia está "paralisada" à espera que Trump esclareça sua postura quanto ao Irã, Moscou e Teerã começaram a aproveitar as possibilidades que se abrem em consequência da celebração do Plano de Ação Conjunto Global em 14 de julho de 2015 entre os países do P5+1 e Irã, explicou à Sputnik o especialista persa Omid Shokri Kalehsar.

Tanto a Rússia como o Irã buscam construir relações comerciais duradouras apesar da indefinição em respeito ao país persa que reina atualmente entre os países ocidentais, assinalou o ministro do Petróleo iraniano, Bijan Zangeneh, quem se reuniu com seu homólogo russo, Aleksandr Novak.

Em resultado do encontro, o Irã planeja firmar nas próximas duas semanas um acordo para vender à Rússia 100 mil barris do petróleo por dia, comunica a agência iraniana Iranian Students News Agency (ISNA), se referindo ao comunicado do ministro do Petróleo do Irã. O ministro assinalou que em troca do fornecimento diário de "ouro preto", Teerã receberá metade do pagamento em dinheiro e a outra metade em bens e serviços.
Zanganeh frisou que a venda do petróleo iraniano à Rússia ampliaria o potencial das exportações graças ao envolvimento de um vasto leque de clientes. O titular da pasta iraniano também realçou: "Visamos construir relações comerciais duradouras com os russos e minimizar as flutuações que os países ocidentais geram".

Em uma entrevista à Sputnik Persa, o especialista iraniano em assuntos de energia Omid Shokri Kalehsar confirmou:

"Com efeito, enquanto os países do Ocidente estão hesitando, se resguardando e esperando por passos de Donald Trump em relação ao Irã, a Rússia se torna o primeiro 'recetor' do petróleo iraniano após o levantamento das sanções."

Para entender a situação atual, vale relembrar o registro das relações russo-iranianas nos anos anteriores. Nos anos 2011 e 2012, quando a UE impôs sanções ao Irã no setor energético por seu programa nuclear, a imprensa veiculou ativamente a questão do chamado "acordo de troca de petróleo" entre Teerã e Moscou.


Mais que isso, o ministro do Petróleo iraniano confirmou estas informações. "Naquele momento, houve um acordo de que o Irã exportaria à Rússia 500 mil barris de petróleo por dia em troca do dinheiro que o Irã gastaria com a compra dos produtos, tecnologias e equipamentos russos, além dos serviços. Aquele arranjo recebeu o nome de 'acordo de troca'. Porém, após a celebração do acordo nuclear entre o Irã e os países do P5+1 e o início do Plano de Ação Conjunto Global sobre o levantamento das sanções iranianas, a necessidade de tal cooperação entre os nossos países desapareceu", explicou o analista.
Porém, tudo mudou após o recente encontro dos ministros da Energia.

"É evidente que a Rússia e o Irã visam ampliar sua parceria no setor energético. Isso é beneficiado pelo clima geopolítico e pela proximidade das nossas posturas quanto à questão síria e aos assuntos regionais. Por isso, tais gigantes energéticos [russos] como a Lukoil ou a Gazprom estão interessados e dispostos a investir na produção energética iraniana", precisou Omid Shokri Kalehsar.

Isto é vantajoso não só para as empresas russas, mas também para o próprio I, sendo que ele, hoje em dia, está necessitando de investimentos no setor energético no valor de 100-150 bilhões de dólares, detalhou o analista. Deste modo, através dos parceiros russos, o Irã pode aumentar sua produção de hidrocarbonetos, bem como reforçar sua postura no mercado petrolífero global, adiantou.

"É graças à cooperação sólida e benéfica com as empresas petrolíferas russas no passado que a Lukoil e a Gazprom, muito provavelmente, voltarão e se fixarão no setor energético iraniano. Além disso, há uma grande possibilidade de que serão as empresas russas que tomarão parte da mineração das novas jazidas que o Irã partilha com os Estados árabes", prediz o analista.
Afinal das contas, por que a Rússia e não os países do Ocidente? É verdade que após a celebração do acordo nuclear iraniano estes países também manifestaram interesse pelo setor energético iraniano. Mas muitos problemas no setor bancário não foram resolvidos e atrapalham a Europa na prática, explica Omid Shokri Kalehsar.

"Mais um fator de contenção é o fato de Donald Trump ter assumido a presidência nos EUA. É por isso que eles todos estão esperando por próximos passos da Casa Branca em relação ao acordo nuclear iraniano. Porém, esta questão não afeta as empresas russas. Eles têm suas próprias leis, regras e políticas. Por isso elas podem se fixar no mercado petrolífero iraniano mais rapidamente", concluiu.

Sputniknews

Estudio: Colonias israelíes envenenan a palestinos en Cisjordania


Aguas residuales provenientes de un asentamiento ilegal israelí en Cisjordania contaminan las zonas adyacentes.

Una reciente investigación revela que las colonias ilegales israelíes contaminan las tierras palestinas en Cisjordania con peligrosos pesticidas.

Una investigación conjunta llevada a cabo por las organizaciones no gubernamentales Grupo Árabe para la Protección de la Naturaleza y PAN Asia Pacific (APN y PANAP, por sus siglas en inglés, respectivamente) revela que los asentamientos ilegales israelíes en Cisjordania usan pesticidas ilegales, algo que pone en peligro la vida de los palestinos.

Los resultados de la investigación, publicados el lunes, indican que los colonos israelíes adquieren y producen pesticidas y sustancias químicas prohibidas y echan agua contaminada con dichas materias peligrosas en las tierras y granjas palestinas.

Las zonas donde se encuentran dichas colonias están bajo la jurisdicción de la Autoridad Nacional Palestina (ANP) y que el ejército israelí impide que los inspectores palestinos monitoreen los asentamientos ilegales e impidan que usen dichos pesticidas.


“Es inaceptable que la ANP —que cuenta con leyes muy estrictas sobre pesticidas— vea frustradas sus supervisiones por las autoridades israelíes que a sabiendas facilitan la entrada de pesticidas peligrosos prohibidos a la ocupada Cisjordania”, dice la doctora Meriel Watts, investigadora que tomó parte en la investigación.

Los palestinos que viven en las cercanías de las colonias ilegales israelíes son los que más sufren los efectos dañinos de dichos pesticidas de modo que la investigación concluye que los israelíes están, en efecto, “envenenando a los palestinos de manera deliberada“.

Los pesticidas en cuestión causan en la mayoría de los casos problemas respiratorios y enfermedades que afectan a órganos como los riñones ya que hay alta contaminación del agua en las zonas adyacentes a las colonias ilegales israelíes.

En otras ocasiones también ha habido reportes sobre contaminaciones de fuentes de agua usadas por los palestinos en Cisjordania, actos que en su gran mayoría los ejecutan los colonos israelíes bajo la protección de las autoridades y el ejército israelíes.

hgn/rha/nal/HispanTv

Marina de EEUU ve cerca un ‘gran conflicto’ en península coreana


Un avión militar C-130 Hércules del Cuerpo de Infantería de Marina encabeza un grupo de cazas F / A-18C Hornet y A / V-8B Harrier sobre el portaaviones USS George Washington frente a la costa de Corea del Sur, 27 de julio de 2010.

La Marina de EE.UU. vaticina que la escalada de tensiones con Corea del Norte desencadenará en un futuro próximo un gran conflicto en la península de Corea.

“Si esta noche se registran enfrentamientos en alguna parte, lo más probable es que ocurrieran en la península de Corea”, advirtió el martes el vicealmirante de la Armada estadounidense y el comandante de la 7a Flotilla, Joseph Aucoin, en un foro celebrado en San Diego (Estados Unidos).

Esta especulación ha sido compartida asimismo por la comandante de la 3a Flotilla de la Marina, la vicealmirante Nora Tyson, que sostiene que la “probabilidad número uno” sería una escalada de tensiones con el Gobierno de Pyongyang y el comienzo de hostilidades con este país del sudeste asiático.

Si esta noche se registran enfrentamientos en alguna parte, lo más probable es que ocurrieran en la península de Corea”, advirtió el vicealmirante de la Armada estadounidense, Joseph Aucoin.
Ante esta atmósfera de guerra, Estados Unidos y su Marina están preparados para ir a un conflicto, evaluaron oficiales castrenses estadounidenses, según recogió el miércoles el diario Business Insider.

“¿Qué si estamos listos para la lucha? Pueden apostar a que sí”, puntualizó el vicealmirante Jaime Foggo, que tildó de “preocupantes” las últimas escaladas militares por parte del líder norcoreano, Kim Jong-un, en alusión a la última prueba de un misil balístico de medio alcance el pasado 12 de febrero.



Posteriormente, Pyongyang calificó como “exitoso” su último lanzamiento de un misil balístico, Pukguksong-2, capaz de portar una ojiva nuclear. El misil alcanzó unos 550 kilómetros de altura y voló cerca de 500 kilómetros antes de caer en el mar del Este, según la agencia norcoreana KCNA.

“Francamente, fue bastante impresionante. Fue como un misil submarino lanzado desde un tanque. Combustible sólido, la verdad, impresionante”, expresó Foggo sobre el lanzamiento de misil.

El lanzamiento, la primera prueba de este tipo desde que Donald Trump llegara a la Casa Blanca, provocó condenas y amenazas por parte de Washington, que prometió una “respuesta contundente” a Pyongyang.

Corea del Norte insiste en que el desarrollo de armamentos obedece a la necesidad de defenderse ante lo que considera movimientos belicistas estadounidenses, en particular, las maniobras militares conjuntas entre EE.UU. y Corea del Sur.

mjs/rha/nal/HispanTv