


Na falta de rebeldes combatentes no leste da Líbia – a maioria está fugindo para o Egito e Europa, clandestinamente – os pequenos grupos de rebeldes criminosos estão arregimentando crianças para lutar contra as forças legais da Líbia. Centenas de crianças estão recebendo armamento pesado, instruções de uso, e são enviadas para as frentes de combate.Trata-se de um crime de lesa-humanidade, apoiado pelos governos que pateticamente chamam os rebeldes de “governo”.
Seria a maior comédia da atualidade (se não fosse trágico), onde Sarkozy, Obama e Brow fazem os papéis de palhaços, tentando enganar a opinião pública mundial para beneficiar a indústria bélica e petroleira, as maiores financiadoras de campanhas eleitorais em seus respectivos países.
Crianças armadas fazendo guerra para gerar lucros no Ocidente, é a nova face dessa guerra de agressão estúpida e injustificável.
A grande hipocrisia diplomática das Nações Unidas, que autorizou a formação de uma zona de exclusão na Líbia para apoiar os rebeldes está desmascarada. Os rebeldes – financiados pela CIA e apoiados pela Al Qaeda – estão batendo em retirada e atualmente subsistem apenas na mídia ocidental. Esses grupos paramilitares foram treinados e armados por potências estrangeiras interessadas em roubar petróleo da Líbia. E para atingir esse objetivo criminoso e terrorista – através da OTAN – bombardearam a população civil na maioria das cidades líbias. Afirmam que tentam criar a zona de exclusão para proteger a população. Esta mesma população que estão matando covardemente, com o aval da ONU?
Em 2000 a Assembleia Geral da ONU aprovou o Protocolo Opcional sobre a participação de crianças em conflitos armados e, em 2005, o Conselho de Segurança da mesma organização aprovou a Resolução 1612, para informar sobre violações aos direitos de menores em conflitos armados.
Em um discurso ao Conselho de Segurança, em abril de 2009, Ban ki-Moon, secretário-geral da ONU, pediu que fosse cumprida a lei internacional humanitária para a proteção de menores e de todos os civis. Ele destacou a necessidade de se imputar responsabilidade aos violadores: “Devemos enviar ao mundo a mensagem incondicional para que aqueles que cometam crimes atrozes contra crianças em situações de conflito sejam levados à justiça”.
Na estimativa da ong britânica Human Rights Watch, algo entre 200 mil e 300 mil crianças participam atualmente de guerras em 21 países em todo o mundo. Estão concentradas na África, onde lutam mais de 100 mil crianças, mas escapam a qualquer estereótipo.
Durante a 64ºAssembléia Geral das Nações Unidas o líder Muamar Kadafi afirmou que “Atualmente o Conselho de Segurança das Nações Unidas é um feudo de segurança, e da política, e dos membros permanentes, garantindo-lhes proteção, permitindo-lhes utilizá-lo contra nós. Por tudo isso não deve se chamar Conselho de Segurança, ma sim Conselho do Terror”. E justificou: “Desde a criação do Conselho de Segurança estalaram 65 guerras, todas elas contra os países do Terceiro Mundo. Muitos países pequenos foram cenário de conflitos armados ou vítimas de agressões das grandes potências. O Conselho de Segurança não evitou esses conflitos abdicando de suas funções segundo a própria Carta das Nações”. Ao finalizar seu discurso, Kadafi rasgou em público a Carta das Nações, demonstrando ao mundo que as Nações Unidas e o Conselho de Segurança não passam de marionetes dos poderosos em suas lutas contra os pequenos povos e nações.

http://cavilaciones-enmerkar.blogspot.com/2011/04/los-terroristas-se-sirven-de-ninos.html
ResponderExcluirHe publicado la noticia en mi blog, es preciso que se sepa. Saludos desde la República Argentina, donde no nos olvidamos de todo lo que hizo Khadafi por su pueblo, por la causa de todos los pueblos del Tercer Mundo.
Saludos socialistas.