quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Palestinos sofrem com a falta de água que é roubada por Israel


Baby Siqueira Abrão*

A hásbara – a propaganda sionista que tem como objetivo engrandecer Israel e justificar os crimes cometidos por suas autoridades – é incansável na tarefa de jogar na internet vídeos produzidos por seu pessoal de marketing e relações públicas. Em cada um deles é abordado um aspecto do país sionista, como pontos turísticos, locais religiosos, computação, prêmios Nobel conquistados por judeus etc.

A bola da vez é a tecnologia usada para dessalinizar a água do mar e para irrigar as plantações naquela região arenosa e pedregosa. O vídeo mostra campos verdejantes e especialistas explicando como foram criados os métodos utilizados para o florescimento de folhas, leguminosas e frutas numa área semidesértica. Mas, como toda peça de propaganda, omite os problemas que permitiram a existência do produto anunciado.

Penso que o público brasileiro merece ser informado sobre a questão da água em Israel. Conheço um pouco sobre o assunto por pesquisar o tema há cerca de oito anos e por ter vivido na Palestina como correspondente do jornal Brasil de Fato. Vou falar rapidamente do que sei e do que vivi lá, sem recorrer a meus arquivos de dados técnicos.

Começo explicando que os palestinos, muito antes de o movimento sionista ter decidido estabelecer-se na Palestina, tinham uma agricultura rica e variada, usada para subsistência e para exportação, caso do óleo de oliva (o melhor que já experimentei) e das laranjas. E isso sem usar nenhuma técnica dita moderna — eles sempre se basearam no conhecimento transmitido de pai para filho e melhorado ao longo dos anos.

O drama palestino começou com a chegada dos primeiros colonizadores sionistas, em fins do século XIX. Com o passar dos anos, a maior parte das plantações da Palestina, suas terras mais férteis e suas nascentes de água, foram confiscadas pelos sionistas para servir ao país que eles fundariam ali, à custa, literalmente, do sangue palestino: Israel.

Isso o vídeo não diz, claro. A verdadeira história da criação de Israel, baseada em atos de terror, destruição de vilas e cidades, massacres e expulsão de mais de 700 mil palestinos somente em 1948 é bem conhecida no Oriente Médio, mas não no mundo ocidental. No Ocidente, mais de 90% da mídia pertence a sionistas ou a seus aliados, e isso impede que a verdade dos fatos seja publicamente conhecida.

Para quem conhece a história, é revoltante observar, no vídeo, o que Israel faz com a água que rouba da Palestina. Desde 1967, com a Guerra dos Seis Dias, Israel apossou-se de praticamente todas as nascentes da Palestinas. As que restaram foram confiscadas depois que o Muro do Apartheid e do Confisco passou a ser construído — lembremos que a maior parte do Muro está em terras palestinas, para incorporá-las a Israel. Hoje, 85% da água palestina é usada em Israel, ao passo que a Palestina fica com apenas 15% dela.

Vivi o problema na pele quando morei na Palestina. No verão, em especial, a água vinha de madrugada, durante 2 ou 4 horas, dia sim, dia não. Não é suficiente para encher caixas d’água usadas por várias famílias (Israel não permite que palestinos construam casas, e por isso famílias inteiras utilizam as que já existem). Por mais que economizemos, a torneira acaba secando; não há água para cozinhar, tomar banho, lavar a louça; é preciso esperar que Israel libere a água novamente, de 2 a 4 horas, nas madrugadas.

Mas, nas colônias exclusivamente judaicas construídas de modo ilegal — segundo decisão de 2004 da Corte Internacional de Justiça — em terras palestinas, a população se refresca do calor de mais de 40 graus em piscinas cheias, lava seus carros e suas casas, gasta sem nenhuma preocupação a água que falta nas torneiras da Palestina.

Essa água era acessada gratuitamente pelos palestinos antes que os sionistas resolvessem inventar um país e roubassem, para isso, o território palestino. Hoje, os 15% da água reservada à Palestina custam caro. Dá indignação observar, no vídeo, os verdes campos das plantações israelenses quando se viu com os próprios olhos, como aconteceu comigo, plantações palestinas ressecadas por falta de irrigação ou incendiadas pelos mesmos colonos que queimam casas, famílias e bebês na Palestina. Oliveiras milenares — das quais depende a sobrevivência de milhões de palestinos — também são incendiadas ou arrancadas com máquinas específicas para isso, e replantadas nos kibutzim e nas colônias exclusivamente judaicas ilegais.

Os palestinos, tempos atrás, construíam cisternas para armazenar a água da época das chuvas, a fim de irrigar suas plantações. Mas Israel destruiu todas, alegando não haver dado licença para a construção. Essas licenças nunca são dadas, mesmo que se as peça. O objetivo de Israel é dificultar ao máximo a vida dos palestinos, esperando que com isso eles saiam do país. Em vão, porque a maioria jamais deixará sua terra.


O vídeo cita o aquífero salobro sob o deserto do Naqab — o nome correto, árabe, para Negev — sem dizer que Israel o confiscou, assim como se apossou da água do aquífero sob a Cisjordânia, além de poluí-la. Quanto à Jordânia e à Síria, igualmente citadas no vídeo: a) Israel invadiu e se estabeleceu nas colinas de Golã, na Síria, porque lá estão as nascentes do rio Jordão, hoje controladas pelos sionistas; b) eles também controlam o próprio rio, que corta a Jordânia e proporciona uma paisagem bem diferente da desértica e pedregosa Palestina; perto do Jordão o cenário é naturalmente verdejante.

O vídeo tampouco fala que, quando os primeiros judeus sionistas se estabeleceram nos kibutzim — construídos em terras roubadas à Palestina —, aprenderam com os palestinos as técnicas de como plantar naquela região difícil. Também não diz que as melhores terras para a agricultura ficaram para Israel, na maldita partilha — que foi apenas RECOMENDADA, e nunca APROVADA, na ONU; isso significa que a ONU NÃO CRIOU ISRAEL, até porque não lhe compete criar países; quem for pesquisar, como eu fui, nos arquivos da ONU, verá que o Conselho de Segurança (CS) jamais se reuniu para deliberar sobre a recomendação da Assembleia Geral (AG) de 1947.

Abre parêntese: o CS é a única instância à qual é permitida a tomada de decisões. A Assembleia Geral só pode fazer recomendações, depois aprovadas ou não pelo Conselho de Segurança. A AG só pode tomar decisões em um único caso: quando o CS não consegue resolver alguma questão envolvendo a paz no mundo. Foi nessa brecha que a Palestina conseguiu ser reconhecida na ONU como ESTADO, embora não membro, em 2012; em 2011, quando o pedido para ser reconhecida como Estado não vingou no CS, conversei com o pessoal da OLP e da ANP sobre a tal brecha, e eles me asseguraram que iriam usá-la, como de fato aconteceu. Fecha parêntese.

A verdade é que os sionistas roubaram a Palestina para ali construir seu bunker, de onde operam a expansão do imperialismo, do colonialismo e o crime organizado (tráfico de drogas, armas, órgãos, crianças, escravas/os sexuais etc.). Os sionistas manipularam a fé judaica, levando para lá os judeus a fim de conseguir que o bunker Israel tivesse a aparência de um país. Enganam os desinformados e os que nunca percorreram a região de norte a sul e de leste a oeste, conversando com as pessoas e observando tudo com muita atenção, mas não iludem os que procuram informações em documentos históricos.

Ali você se sente participante de um filme de guerra, porque é esse mesmo o cenário: muros de oito metros e mais de altura; cercas eletrificadas que parecem saídas das fotos dos campos de concentração nazistas; soldadas/os armada/os por toda parte, incluindo ruas, cinemas, ônibus; postos militares de controle por onde só passam os poucos quem obtêm licença para isso, e só consegue licença quem tem emprego em Israel; torres altíssimas, espalhadas por toda a Palestina, que mais lembram as de castelos medievais, onde soldados montam guarda dia e noite; câmeras de alta definição e visão noturna por todos os lugares, operando uma vigilância de 24 horas por dia em terras palestinas, submetendo sua população a esse controle infame; buffer-areas, ou áreas de “amortecimento”, de até 500 metros de largura, em torno de cada cidade e vila palestina, onde soldados armados montam guarda dia e noite; incursões militares em vilas palestinas de madrugada, acordando moradores e aterrorizando as crianças — nessas incursões, os soldados têm ordens escritas de dar buscas nas moradias e de prender quem bem entenderem, principalmente meninos de 4 a 17 anos; não importa que não haja motivos para as prisões, porque os soldados os inventam: acusar os garotos de atirar pedras é a mentira mais comum, e testemunhei isso lá.

Enfim, para cada campo verdejante mostrado no vídeo de propaganda sionista há milhões de pessoas sofrendo com a seca e com a dificuldade de plantar e de criar cabras e ovelhas (também regularmente queimadas e mortas pelos colonos judeus). Sem contar, claro, a demolição de casas — os palestinos, além de perderem seu lar, ainda são obrigados a pagar pela destruição dele.

Essa realidade o vídeo não mostra, é evidente. Israel se orgulha de sua tecnologia, obtida com base em sua indústria bélica, cujos produtos são testados num povo desarmado e oprimido. Um povo que, em consequência da ganância sionista, perdeu o direito a seu país, sua cultura, sua história, sua vida.

* Baby Siqueira Abrão, jornalista, pesquisa o sionismo e a história da Palestina, país onde trabalhou como correspondente do jornal Brasil de Fato.

Argentina nomeia cidadão dos EUA para secretaria da presidência


O Boletim Oficial da República Argentina publicou, na quarta-feira (30), uma Decisão Administrativa que oficializa a nomeação de um cidadão dos EUA para um cargo na Secretaria Legal e Técnica da Presidência.

Trata-se de Marcos Molina Viamonte, de nacionalidade estadunidense.

O documento tem o subtítulo de “Exceção”. E é, de fato, uma exceção. A legislação nacional exige que os cargos públicos do Estado sejam ocupados por pessoas nascidas na Argentina.

“Se excetuará D. Marcos Molina Viamonte <…>, de nacionalidade estadunidense, do requisito de nacionalidade estabelecido para a ingressão à Administração Pública Nacional pelo artículo 4º, parágrafo a) do Anexo à Lei Marco de Regulação de Emprego Público Nacional N.º 25.164”, diz-se no documento, datado de 22 de dezembro.

Estas palavras correspondem à parte final do documento, atribuída ao chef do Gabinete de Ministros. Um dos argumentos é o seguinte: “[Considerando que] o titular da Secretaria Legal e Técnica da Presidência da Nação solicita excetuar das mencionadas previsões legais a D. Marcos Molina Viamonte <…>, como passo prévio à sua designação em um cargo vacante dessa jurisdição”.


Marci e Marcos Molina Viamonte, de nacionalidade estadunidense.

Segundo uma fonte não oficial, o cargo que Molina Viamonte pretende assumir é o de diretor de Informática.

Ucrânia

A Argentina não é o único país a aceitar oficialmente estrangeiros no seu governo. Em meados do ano que está terminando, a Ucrânia nomeou a também estadunidense Natalie Jaresko para o cargo de Ministra das Finanças. Em meados de dezembro, Jaresko não descartou a possibilidade de default soberano no país, por causa da impossibilidade e Kiev de pagar a totalidade da sua dívida à Rússia.

Outra personalidade estrangeira entre os funcionários públicos ucranianos é mais conhecida. É Mikheil Saakashvili, ex-presidente da Geórgia. Agora ele é governador da região de Odessa. Em uma recente briga com o ministro do Interior ucraniano, Arsen Avakov, Saakashvili manifestou ser ucraniano, pelo que até chegou a ser ridicularizado.

Macri

O neoliberal Mauricio Macri foi eleito presidente da Argentina em 23 de novembro, acirrando a tensão política no país. Nesta semana também, ele assinou um decreto que dissolve o organismo regulador da mídia, AFSCA, considerado como principal organismo antimonopólio no país.

Sputniknews

Presidente Maduro: 2016 es el año del reimpulso del Bolivarianismo


Resumen Latinoamericano/AVN – El presidente de la República, Nicolás Maduro, expresó este martes que el 2016 será el año del renacimiento del bolivarianismo para encarar nuevos retos ante el asedio de las bajas de los precios del petróleo, el sabotaje de la derecha y los constantes ataques del imperialismo.

Durante su programa semanal En Contacto Con Maduro, el Mandatario confió en que el próximo año surgirá “una verdadera epopeya de renacimiento, de recuperación, de trabajo, de esperanza, de amor”, que permita a las fuerzas revolucionarias crecerse tras las dificultades afrontadas durante el año 2015.

Señaló que en los últimos días, junto a su equipo y con los aportes de los sectores del poder popular, ha diseñado “un nuevo esquema necesario, de trabajo, de profunda reflexión, de estudio” con valoraciones y propuestas para afrontar un escenario político, económico y social complejo para el país.

Asimismo, instó a la unidad entre las fuerzas revolucionarias y el Poder Popular, fundamentados en las bases del socialismo y tomando en cuenta las tres R: Rectificación, Rebelión y Renacimiento.

“La gran R de las tres erres al cuadrado es la Rectificación, la segunda es la rebelión frente a las amenazas imperiales (…), el derecho a la rebelión del pueblo con la Constitución en la mano”, señaló Maduro en transmisión de Venezolana de Televisión.

La tercera de las erres planteadas por el mandatario es el renacimiento de la Revolución: “Año 2016 es el año del Renacimiento de la patria, del bolivarianismo, del chavismo (…) Frente al oscurantismo, un renacimiento del espíritu, del amor, de la fe en nosotros mismos, del trabajo con base a la rectificación”, dijo.

En este sentido, el Mandatario Nacional convocó a un gran congreso de la Patria para la segunda quincena del mes de enero para el que están llamados los movimientos sociales del país: “Vamos a unirnos, vamos a un gran reimpulso revolucionario”.

“Este congreso nos permitirá elaborar las líneas maestras de la contraofensiva revolucionaria y del renacimiento del bolivarianismo. Permitirá la expansión de las fuerzas revolucionarias para visualizar los escenarios para el año 2016”, expresó.

Maduro consideró que tras el revés electoral del pasado 6 de diciembre —cuando la oposición se hizo con la mayoría calificada de la Asamblea Nacional (AN)— el pueblo chavista ha despertado con más fuerza y está destinado a establecer nuevos líneas de acción, dentro del marco de la Constitución, para defender las conquistas populares de la Revolución.

“Es tiempo de perseverar en el proceso revolucionario, es tiempo de rectificar, y es tiempo de buscar el renacimiento profundo del espíritu original de la Revolución Bolivariana para construirlo y reconstruirlo moral, espiritual y políticamente”, enfatizó durante su alocución.

Planes de acción a favor del pueblo

Durante el programa, el presidente Maduro anunció este martes la activación de diversas leyes Habilitantes que promoverán el desarrollo económico, productivo y social del país, al tiempo que permitirán proteger los derechos del pueblo.

En primer lugar accionó la Ley de Inamovilidad y Estabilidad Laboral, instrumento que funcionará para la protección de los trabajadores y para el impulso de la economía productiva en Venezuela. En esta línea, indicó que desde la visión socialista, lo importante es proteger al trabajador y a partir de allí impulsar la recuperación económica; por ello esta nueva ley se convierte en herramienta para la consolidación de la economía diversificada y productiva.

De igual forma, el jefe de Estado promulgó la Ley de Consejos Presidenciales del Poder Popular, con el propósito de consolidar esa instancia ideada para fortalecer al gobierno desde las bases.

“Vamos por la consolidación de la democracia popular. Vamos a proceder a aprobar, firmar, mandar a la Gaceta Oficial para que sea ley, la ley que crea y establece funcionalmente a los Consejos Presidenciales del Poder Popular”, dijo durante la transmisión.

Los consejos presidenciales, creados como espacios estratégicos para la participación del pueblo en el aporte y toma de decisiones en el gobierno, ahora tendrán funciones establecidas por un instrumento jurídico que regirán su funcionamiento.

“El pueblo tiene que ser el presidente por cien, por doscientos, por trescientos años. No debe gobernar nunca ningún grupúsculo de estos, ninguna oligarquía”, recalcó el Primer Mandatario, quien consideró que las instancias tienen que ser tan eficientes como el nivel de crítica que puedan hacer a la gestión de gobierno.

Por otro lado, destacó que la Ley de Semillas —aprobada el pasado 23 de diciembre por la AN— marca el inicio de un profundo proceso de transformación hacia un modelo productivo agro ecológico y agro socialista.

“Ahora es que empieza el trabajo”, expresó en referencia a los movimientos sociales que promovieron este instrumento legal, y a quienes llamó a garantizar que se dicten políticas de acuerdo con su concepción y se “dicten los reglamentos necesarios para que Venezuela sea ejemplo de que sí se puede producir alimentos sanos y naturales”.

Igualmente, indicó que esta nueva Ley que contempla la protección de la semilla indígena, afrodescendiente, campesina y local, así como la prohibición absoluta de la importación, producción o comercialización de semillas transgénicas, brinda las condiciones para producir alimentos “bajo un modelo agro ecológico que respete la pacha mama y el derecho de nuestros niños a crecer sano, comiendo sano”.

También el Presidente firmó la Ley Orgánica de Seguridad Social Gran Misión Negro Primero, con el fin de fortalecer las políticas de protección social a los integrantes de la Fuerza Armada Nacional Bolivariana (FANB).

Este instrumento legal “recoge un conjunto de políticas de protección social de la familia militar venezolana, elementos claves de la salud, educación, seguridad social, estabilidad, ingreso, ahorros, vivienda y todo lo que tiene que ver con el concepto del siglo XXI de la Gran Misión Negro Primero”, dijo.

Vivienda un millón se entregará este miércoles

En la transmisión, El Jefe de Estado anunció que este miércoles será entregada a casa un millón de la Gran Misión Vivienda Venezuela, cumpliendo la promesa de lograr esta meta antes de que finalizara el 2015, a pesar de la baja de los precios del petróleo.

“Este es uno de los grandes logros del 2015. Yo dije que llueva truene o relampagueé voy a entregar la vivienda un millón, mientras que la derecha esta inventando una oferta engañosa para cambiar la Ley de la Gran Misión Vivienda Venezuela, y privatizar el proceso (de construcción y adjudicación de los hogares)”, dijo.

Al comenzar este año, la GMVV había entregado más de 600.000 viviendas, pero en cuatro meses —de enero a abril— el programa social entregó la vivienda 700.000 en el sector Playa Grande del estado Vargas.

Casi siete meses más tarde, específicamente el 13 de noviembre, el presidente de la República, Nicolás Maduro, entregó las llaves de la vivienda 800.000 en Maracaibo, estado Zulia, a la familia de Zulay Estrada. En esa oportunidad ratificó el compromiso del Gobierno nacional de adelantar la construcción de obras para entregar la vivienda un millón.

El 4 de diciembre, 22 días después de haberse entregado el hogar 800.000, el jefe de Estado develó el hito de la vivienda 900.000 en Ciudad Guayana. El 18 de diciembre se entregó el hogar 950.000 en la comunidad Ojo de Agua, en el municipio Guacara del estado Carabobo.

Para la culminación de las viviendas, el Estado venezolano ha invertido 471.000 millones de bolívares y 73.000 millones de dólares en esta política. Sólo la cifra en dólares invertida por Venezuela en su programa de vivienda equivale a más de cuatro veces las reservas internacionales del país.

EEUU prepara sanciones contra Irán por su programa de misiles


El Gobierno de Washington está preparando un nuevo paquete de sanciones contra 11 individuos y compañías en Irán, Hong Kong y Emiratos Árabe Unidos (EAU), a las que acusa de una supuesta participación en el programa de misiles balísticos iraníes.

“Las sanciones que está preparando el Departamento del Tesoro de EE.UU. afectan a dos redes involucradas en el desarrollo del programa de misiles e incluyen a muchos individuos”, informa el diario estadounidense The Wall Street Journal, en un artículo publicado este miércoles.

Según explica el informe, esas sanciones, las primeras sanciones antiraníes tras el logro del Plan Integral de Acción Conjunta (JCPOA, por sus siglas en inglés) alcanzado el 14 de julio entre Irán y el Grupo 5+1 (EE.UU., el Reino Unido, Francia, Rusia y China, más Alemania), impedirán a cualquier ciudadano estadounidense o de otro país hacer negocios con las empresas que aparezcan en la “lista negra” contemplada en el nuevo paquete sancionador.

Asimismo, continúa, los bancos estadounidenses están obligados a congelar todos los activos de las empresas o individuos involucrados, en el sistema financiero estadounidense.

Los embargos incluyen a compañías en Irán, Hong Kong (China) y EAU, por haber facilitado, según alega el Departamento del Tesoro de EE.UU., materiales necesarios para las actividades misilísticas de Irán, como la fibra de carbono.

En el marco del JCPOA, las sanciones financieras, económicas y petroleras, entre otras, impuestas contra el país persa en el sector de la energía nuclear, tienen que ser levantadas por la contraparte.

El 18 de octubre, los presidentes de Irán y Estados Unidos, Hasan Rohani y Barack Obama, respectivamente, ordenaron la implementación del JCPOA.

Tres días después, el Líder de la Revolución Islámica de Irán, el ayatolá Seyed Ali Jamenei, envió una misiva a Rohani en la que advirtió que todo intento por conservar la estructura de las sanciones antiraníes o mantenerlas constituye una “violación del JCPOA”.

El pasado 3 de diciembre, el secretario de Energía de Estados Unidos, Ernest Moniz, comunicó la aplicación del JCPOA a partir del próximo mes de enero, después de que la Agencia Internacional de Energía Atómica (AIEA) corroborara la ausencia de desvíos en las actividades nucleares de Irán.

No obstante, las autoridades estadounidenses alegan que estas sanciones responden a los amplios avances registrados por Irán en el sector de la defensa, y como ejemplo mencionan la exitosa prueba del misil balístico de largo alcance ‘Emad’ el pasado mes de octubre.


El Ministerio de Defensa de Irán prueba con éxito el misil balístico de largo alcance “Emad”, diseñado y producido por expertos iraníes. 11 de octubre de 2015.


Todos estos hechos tienen lugar pese a que en reiteradas ocasiones, Teherán ha insistido en que su poder militar y su autosuficiencia a la hora de producir equipos y sistemas militares esenciales para el sistema defensivo del país persa, alcanzados pese a las sanciones en su contra, no representan ninguna amenaza para otros países, ya que la doctrina defensiva de la República Islámica de Irán es únicamente disuasiva.

Desde el inicio de los diálogos nucleares Irán-Grupo 5+1, las autoridades iraníes han afirmado que el programa de los misiles de Irán es un tema “innegociable”.

tas/anz/rba - HispanTv

‘HAMAS amenaza con destruir a Israel desde corazón de Tel Aviv, en caso de nueva guerra’


Combatientes de las Brigadas Ezzedin al-Qassam, brazo militar del movimiento propalestino HAMAS.

Un alto responsable de HAMAS advirtió al régimen de Israel de que en caso de haber una nueva guerra, lo destruirá desde el corazón de la ciudad de Tel Aviv.

“Cualquier futura batalla de las Brigadas Ezzedin al-Qassam tendrá lugar en el corazón de Tel Aviv, Haifa y Jaffa, y esa guerra desestabilizará al régimen sionista”, aseveró el miércoles Mushir al-Masri, un alto funcionario del Movimiento de Resistencia Islámica Palestina (HAMAS), en alusión al brazo militar de esta formación.

Según el responsable de HAMAS, decenas de miles de combatientes palestinos están recibiendo entrenamiento todo el día a fin de fortalecer su “disposición militar” en caso de que haya una guerra, en el futuro, con el enemigo israelí.

Advirtió asimismo al régimen israelí de no poner a prueba la paciencia de las Brigadas Ezzedin al-Qassam, en momentos en que la resistencia armada se encuentra en una buena situación.

En otra parte de sus declaraciones, Al-Masri se refirió al caso de los cautivos palestinos e israelíes. En esta línea, recalcó que su movimiento da prioridad a la liberación de todos los palestinos encarcelados por Israel.

Al-Masri prometió que el brazo militar de HAMAS obligará al primer ministro israelí, Benyamin Netanyahu, a poner en libertad a los presos palestinos.

El mismo miércoles, HAMAS publicó un video en el que mostraba al miembro de las fuerzas de guerra del régimen de Tel Aviv (IDF) Gilad Shalit, durante sus cinco años de cautiverio en la Franja de Gaza.

Shalit cayó cautivo del brazo militar de HAMAS en 2006 en una localidad cerca de la frontera de Gaza con los territorios ocupados palestinos, y estuvo retenido hasta octubre de 2011, cuando el régimen de Tel Aviv puso en libertad a 1027 prisioneros palestinos a cambio de su liberación.

mjs/anz/rba - HispanTv

Falta de expertos sobre Rusia enciende alarmas en EEUU


La falta de especialistas sobre asuntos de Rusia pone en riesgo la seguridad de EE.UU., según miembros del Congreso y exfuncionarios de inteligencia estadounidense, señala un informe.

"Los expertos consideran (...) que EE.UU. se verá en una posición estratégicamente desventajosa mientras no recupere el tiempo perdido y no cree una nueva hornada de expertos sobre Rusia", cita el artículo del diario estadounidense Washington Post publicado el miércoles.

El periódico considera que la razón principal de la carencia de expertos en temas rusos radica en la falta de financiamiento de investigaciones sobre Rusia en las instituciones estatales, universidades y laboratorios de ideas (think-tank) y también el desinterés hacia el idioma ruso entre los estudiantes estadounidenses.

Así mismo, menciona la reducción dramática en el número de tropas y expertos estacionados en Europa, que tenía la misión de comprender y responder a "las amenazas provenientes de Moscú".

La limitada comprensión de Rusia por parte de Washington ha hecho que sea más difícil de predecir los movimientos de los rusos en áreas como Ucrania y Siria, a pesar de que las pistas estaban disponibles, según el reporte.

El informe periodístico también cita a Michael McFaul, exembajador en Rusia y exasesor del presidente Barack Obama en asuntos rusos y euroasiáticos, quien afirmaba que la calidad de los análisis sobre Eurasia es "superficial". A su juicio, tras los ataques del 11 de septiembre de 2001 en Nueva York, las autoridades de EE.UU. prefirieron "centrarse en Oriente Medio y esto ha tenido sus consecuencias".

Además, McFaul indicó que si Moscú no fuese una potencia, se entendería la desatención a conocerlo, pero Rusia está entre las 5 o 10 principales economías del mundo y cuenta con un gran poder nuclear.

El presidente del Comité de Servicios Armados del Senado, John McCain, citado por el diario, suscribió: "Hemos estado sorprendidos a cada paso. Nos sorprendió cuando entraron en Crimea; nos sorprendió cuando entraron en Siria".

Por su parte, Matthew Rojanski, director del Instituto Kennan, centro especializado en Rusia, dijo que existen departamentos enteros de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) que no disponen siquiera de una sola persona que fuese capaz de leer la prensa rusa.

krd/ncl/mrk - HispanTv

Pekín podría unirse a la coalición contra el Estado Islámico


Las autoridades de China, que ya han aportado esfuerzos en la lucha global contra el terrorismo, estudian la posibilidad de formar parte de la coalición que lucha contra el Estado Islámico.


El Gobierno de China estudia la posibilidad de unirse a la amplia coalición que está luchando contra el Estado Islámico, de acuerdo con las normas del derecho internacional, informa la agencia TASS.

Pekín tiene claro que "para luchar contra la creciente amenaza del terrorismo es importante fortalecer constantemente la colaboración bilateral principalmente en la ONU, conseguir una coordinación máxima y apoyo mutuo en cuestiones clave de la agenda antiterrorista actual", afirmó el vicecanciller ruso, Oleg Syromólotov.

Por su parte, Rusia apoya la creación de una amplia coalición basada en las normas del derecho internacional. "En otras palabras, las puertas están abiertas prácticamente para todos los que quieran unirse a la lucha contra el Estado Islámico y otros grupos terroristas en Siria", señaló el político y añadió que "cada país debe decidir por sí mismo qué podría aportar, uniéndose a la coalición".

Asimismo, el vicecanciller ruso indicó que en el curso de su reciente visita a China, las partes acordaron fortalecer la colaboración en cuestiones de lucha antiterrorista en el marco de OCS, BRICS, APEC y otras organizaciones internacionales.

"Los socios chinos han apoyado las iniciativas rusas referentes a la creación de nuevos mecanismos especializados, un grupo para la lucha contra la financiación de actividades terroristas proveniente de drogas en el marco de la OCS y un grupo del BRICS dedicado a la lucha contra el terrorismo", declaró Syromólotov. "Hemos decidido cómo vamos a promoverlos conjuntamente", añadió.

Actualidad RT

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

NEM TUDO É TRAGÉDIA NO BRASIL


Por Tarso Genro

A agressividade da direita fascista e as tentativas de golpe paraguaio no país não são propriamente originais nem se originam, principalmente, das dificuldades econômicas que atravessamos ou das dificuldades políticas graves da coalizão governista. Nem se origina – embora seja estimulada – basicamente pelas manipulações da grande mídia ou pela exorbitância da taxa de juros. Não tem suas bases na insegurança pública do país, cuja responsabilidade primária é dos Estados, ou mesmo nas “pedaladas fiscais”, de uso histórico na nossa administração pública. Tudo isso pode colaborar, mas as razões de fundo, da tentativa de golpe ao modo paraguaio, e da agressividade dos setores radicais da direita são bem mais complexas. Dizem respeito à própria maturidade democrática, que vamos processualmente conquistando.

A maturidade a que me refiro está lastreada, hoje, tanto nos partidos políticos que estão sobrevivendo ao mais formidável processo de destruição da esfera da política, ocorrida na história do país (como sujeitos que podem e devem ser recuperados numa reforma política), como nas próprias instituições da Constituição de 88. O funcionamento dos poderes da República e o grau de distanciamento formal, que as nossas Forças Armadas estão mantendo dos partidos políticos, em geral, de uma parte, e do extremismo de direita, de outra, conforta esta maturidade democrática. A destruição da política e dos partidos, porém, permanece uma necessidade da dominação oligopólica da mídia, para que ela continue tutelando a formação da opinião, de fora do espaço dos partidos que ela, ao fim e ao cabo, visa orientar.

A formação da soberania popular – isso vem da Revolução Francesa, segundo Habermas – permite distinguir entre o “poder engendrado comunicativamente” que forma a opinião e o “poder aplicado administrativamente” pelas autoridades constituídas, num contraste instável – agrego eu – no qual a soberania popular, tanto pode sair vencendo como pode ser dissolvida pelo domínio do discurso do interesse privado, transformado artificalmente em interesse geral. Não é esse o discurso do “ajuste”, que a mídia vem fazendo transitar, como uma verdadeira lavagem cerebral na opinião pública?

O Ministro da Defesa do Brasil é um integrante da cúpula do PCdoB e não está lá para implementar uma revolução nem para “aparelhar” as Forças Armadas, para uma posição política determinada. As Forças Armadas do país portam-se como Forças Armadas de qualquer país de democracia política consolidada, cujo parâmetro é a Constituição da República, o profissionalismo e a defesa da Soberania Nacional. Estes fatos históricos não são menores, para avaliarmos o desespero de certos setores da direita radical, hoje alinhados com a oposição, que sempre viu em Eduardo Cunha um que “nos representa”. A direita constatou que as nossas Forças Armadas não estão disponíveis para aventuras golpistas – um certo tipo de “chavismo” neoliberal em termos econômicos – ou para afrontar o poder constituinte do povo. Daí esta tentativa de golpe, fora do esquema militar e a sua agressividade desbocada, que pretende deteriorar o ambiente político democrático do país.


O livro “Alma em Fogo”, do dirigente do PCdoB Aldo Arantes, que documenta o testemunho e a ação deste grande quadro da esquerda brasileira (que participou dos mais importantes acontecimentos políticos nacionais da segunda metade do século XX), lembra um episódio importante das “preliminares”, que criaram as bases da vitória do Presidente Lula, em 2002. Como decorrência da ampla frente política, já conseguida em 1998, eu e Aldo Arantes secretariamos e organizamos -cumprindo mandato dos nossos respectivos partidos – a continuidade orgânica do que fora uma coalizão eleitoral, com o “Manifesto Em Defesa do Brasil da Democracia e do Trabalho”.

Sua redação teve a participação do PT, PCdoB, PCB, PSB e PDT e personalidades da sociedade civil, de todas as extrações sociais. Recentemente o Fórum 21 promoveu uma sequência de debates e publicou um documento, com o mesmo nome, retomando e aprofundando muitas das questões levantadas naquele documento do ano 2000, desafiando a que façamos uma reflexão mais complexa sobre o futuro.
No início de 2000 este Manifesto é lançado e dá forma ao “Movimento Em Defesa do Brasil, da Democracia e do Trabalho”, em cuja “mesa executiva” estávamos eu e Aldo, acompanhados dos principais dirigentes dos partidos da esquerda brasileira de então. O nome de Aldo fora sugerido por Brizola, então vice de Lula na chapa de 98, e o meu nome fora indicado por Lula. Na linha de frente da foto, que está na página 321, do livro “Alma em Fogo”, estão Zuleide Faria (PCB), João Amazonas (PCdoB), Aldo Arantes (PC do B), Tarso Genro (PT), Herman Baeta (representando a “sociedade civil”, presidente do Conselho Federal da OAB), Lula (PT) e Miguel Arraes (PSB) e na segunda fila, da referida foto, está um conjunto de líderes sindicais e intelectuais, signatários do Manifesto.

O pragmatismo da governabilidade – necessário dentro das circunstâncias históricas que vivíamos em 2002 com a eleição do Presidente Lula – veio paulatinamente transformando as forças de esquerda, que chegaram ao Governo, em reféns das formas políticas mais tradicionais, que se alastraram como modo de governar em todo o aparato estatal. Nele, maiorias e minorias se formaram da mesma forma que nos governos anteriores, comprometimento que abalou o republicanismo do projeto da esquerda, embora envolvesse na ilegalidade (ou nas margens da legalidade) poucos membros do PT, comparativamente às demais forças políticas. Como força de esquerda majoritária no Governo, porém, o dano sofrido pelo petismo, não foi pequeno.

Neste momento em que o pessimismo, de certa forma justificado, se abate sobre uma parte do campo popular, como se o nosso ciclo democrático estivesse em estado terminal, é bom lembrar dois elementos políticos importantes: primeiro, a tentativa de ruptura do projeto democrático, hoje, no país, não vem do estamento militar, mas do próprio mundo civil, através de lideranças políticas (portanto pode e deve ser combatido no plano da política e não nas “vias de fato”); segundo, independentemente de que esta seja uma posição permanente, o fato é que, no meio da crise, as corporações armadas estão apostando no futuro democrático do país, de onde recolherão a afirmação do seu próprio prestígio e não em aventuras golpistas “revolucionárias”, seja de natureza nacional-autoritária, seja numa visão de alinhamento imperial.

Iniciativas de várias origens, no campo da esquerda e no campo democrático e progressista, têm proposto um novo alinhamento das forças de esquerda e democráticas do país, para retirar a nação do impasse que ela se encontra: de um lado, a necessidade de não permitir a interrupção do mandato legítimo da Presidenta de Dilma e, de outro, a urgência de estruturar um programa de esquerda, com base na defesa da soberania nacional e no combate às desigualdades sociais, de modo a não permitir a submissão aos ajustes neoliberais, que só vão aprofundar a crise e aumentar o fosso social entre ricos e pobres do país. O que está em jogo não é se vamos trilhar um caminho socialista democrático ou capitalista, mas se vamos implementar um projeto de nação com soberania, seja ele de que natureza for. O que está em jogo é se vamos ficar amarrados na lógica do rentismo financeiro, que vem sufocando a soberania popular, tanto na ação política e administrativa da autoridade constituida como na formação da opinião, controlada pela mídia oligopolizada.

Diversos manifestos estão sendo lançados no país, não só em defesa do mandato da Presidenta, ameaçado pela liderança e o fascínio que Eduardo Cunha exercia, até há poucas semanas, sobre a oposição neoliberal, mas também em defesa de um novo projeto de desenvolvimento econômico e social, cujo sentido estratégico teria três dimensões: uma dimensão política imediata, para reorganizar o sistema político no país, qualificar a vida dos partidos e o sistema eleitoral; uma dimensão econômica, a partir da perspectiva de que não há solução para crise fora do crescimento e da geração-distribuição de renda; uma dimensão “social”, no sentido de que soberania e justiça social compõem a mesma totalidade, ou seja, a partir da constatação que um país desigual é um país dividido, cuja soberania será apenas retórica, porque não gera no seu povo o sentido de pertencimento à nação.

Estes manifestos, originários de quadros políticos, movimentos sociais e sindicais, intelectuais, cientistas, acadêmicos de todas as origens, lideranças da sociedade civil – de baixo para cima e de cima para baixo – apontam para uma retomada daquele movimento do ano 2000. E o fazem, agora, já num novo patamar, dadas as mudanças que o país sofreu no último decênio, que tanto fizeram emergir novos problemas, como melhoraram a vida de pelo menos um terço da nossa população. É um novo momento do Estado Social de Direito, no qual, ou ele avança para novos níveis de redução das desigualdades ou retrocede para a sociedade dos três terços, que estava sendo encaminhada antes dos Governos Lula: 1\3 excluído e caso de polícia, 1\3 no limite da sobrevivência; e 1\3 de incluídos plenamente no consumo e no andar superior do “apartheid” social.

A partir das eleições municipais do próximo ano já teremos uma nova configuração nas forças políticas do país, que serão reorganizadas, tanto forçados pelos ensaios golpistas da direita, como pelo envolvimento de todas as forças políticas com vocação majoritária, nos episódios da Petrobrás. É o ano em que será feita uma filtragem – na esquerda e no campo democrático progressista – por cujos condutos pelos quais passarão as forças, tanto renovadoras como as conservadoras, mas que certamente estarão separadas em direção a 2018. Talvez esta eleição seja definidora dos caminhos do país, nos próximos quinze ou vinte anos, num mundo cada vez mais conturbado pelo “rentismo”, pelas guerras, pelas migrações forçadas pela fome e pela violência imperial.

As eleições municipais em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, dentre outras – não os seus resultados quantitativos exclusivamente, mas como se apresentarão as forças de esquerda e democráticas que defendem a soberania nacional e a justiça social – serão extremamente importantes para o desenho deste futuro. Para ele, insista-se, nosso país só terá suas chances sempre com mais democracia, sem atalhos conspirativos e sem golpismos paraguaios.

Aviação russa elimina 6 infraestruturas petrolíferas dos terroristas nos últimos 2 dias


No total aviões militares russos realizaram 121 missões alvejando 424 instalações dos terroristas na Síria no últimos dois dias, disse o representante oficial do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov na quarta-feira (29).

"Nos últimos dois dias desde 28 de dezembro os aviões da Força Aeroespacial da Rússia na República Árabe da Síria realizaram 121 missões contra 424 objetos em províncias de Aleppo, Idlib, Lataquia, Hama, Homs, Damasco, Daraa, Raqqa e Deir ez-Zor", afirmou Konashenkov.

A Força Aeroespacial da Rússia eliminou 6 objetos de extração de petróleo ilícita dos terroristas em províncias de Deir ez-Zor e Aleppo na Síria, infromou o Ministério da Defesa da Rússia na quarta-feira (29).

Segundo o Ministério da Defesa russo, aviões militares russos eliminaram na província síria de Idlib 20 caminhões-tanque que foram usados pelo Daesh para contrabandear petróleo para a Turquia.

Segundo o Ministério da Defesa russo, a aviação da Rússia atacou uma grande base do Daesh nos arredores da cidade de Mhinna província de Homs e eliminou um armazém com equipamentos militares dos terroristas. Também foi destruido um armazém de munições da Frente al-Nusra perto de povoação síria de Zerba.

Nos arredores de Damasco foi eliminado um veículo blindado de defesa antiaérea Osa (Vespa) que foi capturado pelos terroristas na batalha com as tropas sírias. Os seus coordenados foram prestados pelo Centro de coordenação situado em Bagdá.

"O meios de reconhecimento detectaram um abrigo de comento armado camuflado onde ficava o sistema Osa. Para eliminá-lo foi usado um Su-34. Em resultado de ataques diretos com o uso de bomas aéreas BETAB-500 o edifício com tudo que ficava dentro foi destruido", destacou Konashenkov.

Além disso, segundo as informações do ministério russo, um Su-25 eliminou um posto de comando dos terroristas na província síria de Aleppo, um tanque e veículos equipados com armas pesadas.
As declarações mal-funadadas sobre ataques aéreos contra os civis na Síria parecem mais e mais como um espetáculo de hipnotistas dum circo Chapitô, afirmou o Ministério da Defesa russo.


Comentando as palavras do representante do Deparamento de Estado norte-americano, Mark Toner, sobre que desde o início da operação russa o número de vítimas entre os civis aumentou significativamente, Konashenkov disse que aviões norte-americanos realizam 6-20 missões todos os dias mas a comunidade internacional conhece os resultados de tais ações somente quando levam a vítimas numerosas entre os civis.

Um Su-34 russo bombardeou um local de reunião de comandantes do Daesh perto da capital dos terroristas Raqqa, em resultado disso o edifício foi completamente destruido. Segundo Konashenkov, o comando do grupo de aviação russa continua obter informações sobre instalações do Daesh da oposição síria.

"Depois de os dados sobre a chegada de cabeças dos militantes para o local de reunião ter sido confirmados um Su-34 realizou um taque contra o edifício onde se realizava um conselho", disse o representante do Minsitério da Defesa russo.

Desde 30 de setembro após o pedido do presidente sírio Bashar Assad começou a realizar ataques aéreos localizados contra as instalações do Daesh e Frente al-Nusra (ambos os grupos terroristas são proibidos na Rússia). Durante o tempo percorrido a Força Aeroespacial russa com a participação dos navios da Frota do mar Cáspio e um submarino da Forta do mar Negro Rostov-na-Donu eliminaram algumas centenas de militantes e milhares de instalações dos terroristas.

Ao mesmo tempo a coalizão realiza ataques contra o Daesh na Síria, sob a liderança dos EUA, que não têm autorização do governo sírio. A Rússia troca informações sobre missões com a coalizão mas a cooperação mais estreita ainda está em desenvolvimento. O Ocidente acusa a Rússia de bombardear não somente instalações dos terroristas mas também posições da chamada oposição moderada. O Ministério da Defesa russo chama estas declarações infundadas.

Após o incidente do bombardeiro russo Su-24 que foi abatido pelo caça turco F-16 na fronteira entre a Síria e a Turquia (Moscou afirma que o incidente teve lugar em território sírio e Ancara diz o contrário), a Rússia deslocou para a Síria sistemas mais novos S-400 e o cruzador Moskvá e o submarino Rostov-na-Donu atingiram o litoral da República Árabe da Síria.

Sputniknews

Impasse diplomático: Brasil continua sem aceitar (e não deve mesmo) embaixador de Israel


Entreouvido na redação do Pátria Latina
O governo israelense ameaça o Brasil com medidas “duras” em represália a não aceitação do embaixador indicado. Que medidas poderiam ser? Vai mandar o Mossad praticar algum ato terrorista contra alvo brasileiros em solo pátrio ou no exterior e colocar a culpa nos seus amigos do EI? Agora é que o Brasil não deve aceitar mesmo em nenhuma hipótese e ficar de olho nos acontecimentos. (Valter Xéu)

Desde agosto, o Governo de Israel aguarda que o Ministério das Relações Exteriores e a Presidenta Dilma Rousseff anunciem a acreditação e recebam as credenciais de Dani Dayan como novo embaixador de Israel no Brasil. Enquanto isso, persiste o impasse diplomático.

“O Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu designou Dayan para representar o Governo de Israel no Brasil por considerá-lo pessoa de sua inteira confiança política e pessoal”, diz a jornalista Daniela Kresch à Sputnik Brasil. Correspondente em Israel da TV Globo News e do jornal Folha de São Paulo, Daniela Kresch informa que Netanyahu utilizou a cota a que tem direito para preencher as chefias de missões diplomáticas no exterior.

Opinião: possível embaixador de Israel no Brasil ‘cometeu crimes militares’

Dani Dayan, criticado por vários setores por ser apontado como favorável à política de assentamentos na Cisjordânia, foi designado para substituir Reda Mansour, diplomata israelense de origem drusa. No início deste ano, Mansour pediu permissão ao Governo israelense para deixar o cargo, alegando a necessidade de resolver questões pessoais em Israel.Para Daniela Kresch, o grande erro cometido pelo Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu foi a forma escolhida para anunciar o nome do novo embaixador para o Brasil:

“Ao invés de fazer o comunicado pelos canais competentes, um ofício formal ao Ministério das Relações Exteriores, Netanyahu utilizou a sua conta pessoal no Twitter para fazer este anúncio. Logicamente, este procedimento deixou muito irritadas as autoridades brasileiras, independentemente de qualquer conotação ideológica com a qual Dani Dayan possa estar envolvido.”

Próximo embaixador de Israel no Brasil poderá fazer lembrar questão do “anão diplomático”

Além de todas as críticas que recebeu por ter designado Dayan como sucessor de Reda Mansour, Netanyahu ainda teve de enfrentar diversos descontentamentos internos como, por exemplo, de um dos seus mais recentes inimigos, o ex-Ministro do Exterior Avigdor Liebermann, destituído do cargo pelo próprio Netanyahu, como conta a jornalista Daniela Kresche:“Desde a sua exoneração e a substituição no cargo pelo próprio primeiro-ministro, Avigdor Liebermann não poupa críticas a Benjamin Netanyahu. Uma delas diz respeito a este episódio em que Liebermann criticou o primeiro-ministro por não ter sondado previamente o Governo brasileiro sobre a sua intenção de indicar Dani Dayan como próximo embaixador para o Brasil. Nas palavras de Liebermann, Dayan seria aceito em vários países, mas nunca no Brasil governado por Dilma Rousseff.”

Ainda de acordo com Daniela Kresch, outra forte carga que Netanyahu enfrentou foi a de opositores internos, como a de três ex-embaixadores israelenses que procuraram o Embaixador Henrique Sardinha, chefe da missão diplomática do Brasil em Israel, para que ele recomendasse ao seu Governo o não recebimento das credenciais de Dani Dayan ou mesmo vetasse a sua indicação:

“Estes três embaixadores, muito respeitados em Israel e hoje afinados com setores da oposição, não aceitam o papel de Dani Dayan em Israel, apesar de ele dizer a todo momento que não é um criminoso e que apenas expõe seus pontos de vista para defender a segurança e a população do país. Mas o fato é que a situação neste momento vai permanecer como está. Inclusive, a vice-ministra do Exterior de Israel, Tzipi Hotovely, disse que logo após as comemorações da passagem de ano convocará o Embaixador Henrique Sardinha para lhe dizer que Israel não designará um substituto para Dani Dayan e que, por enquanto, o diplomata Lior Ben Dor (um segundo homem na Embaixada em Brasília) responderá pela representação israelense junto ao Governo brasileiro.”

Pátria Latina


O presidente Evo Moralez da Bolívia é hoje o presidente latino-americano com maior coragem em todo o continente para enfrentar a política terrorista do Estado artificial de Israel. Ele apoia o povo palestino de forma concreta. Além de chamar diversas vezes o embaixador de Israel em La Paz para dar explicações sobre os constantes assassinatos de palestinos pelo governo sionista de Israel, Evo Moralez agora passou a exigir visto de entrada de judeus sionistas que visitam ou trabalham na Bolívia.

Damasco denuncia ante ONU: Ejército turco opera directamente en Siria en apoyo a Daesh


Soldados turcos cerca de la frontera siria a unos kilómetros de la ciudad siria de Kobani.

Siria ha acusado a Turquía ante la ONU de respaldar a los grupos terroristas incluso con sus tropas y advirtió de que el presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, trata de restablecer el Imperio Otomano.

“Desde el 2011, se ha desatado una guerra terrorista sin precedentes contra la República Árabe Siria por parte de los grupos terroristas cuyos miembros proceden de más de 100 países”, afirmó el embajador permanente de Siria ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU), Bashar al-Yafari, mediante una carta enviada al ente internacional.

Estos grupos, agregó Al-Yafari citado el martes por la agencia rusa de noticias TASS, han recibido apoyos financieros, militares y de inteligencia por parte de “Estados y regímenes de la región y más allá de ella”.

El actor más clave, a juicio del enviado sirio ante Naciones Unidas, “es el régimen de Erdogan que gobierna Turquía” y que además de secundar a los grupos terroristas, en especial al EIIL (Daesh, en árabe), ha empleado a sus “fuerzas armadas en operaciones militares” para apoyarlos de forma directa.

“Estas fuerzas también han proporcionado fuego de cobertura a los movimientos terroristas dentro del territorio sirio o a lo largo de la frontera turco-siria con el fin de facilitar la infiltración de los mercenarios terroristas desde el suelo turco al sirio”, reza la misiva dirigida al secretario general de la ONU, Ban Ki-Moon.

Al-Yafari, además ha sostenido que Erdogan sueña con el restablecimiento del “legado colonial Otomano” y como prueba de ello mencionó la propuesta del mandatario que desde hace años habla de proteger a las personas de origen turco sin tener en cuenta que éstos podrían ser ciudadanos de otras naciones soberanas.

El diplomático sirio asimismo se refirió en su nota al derribo del avión ruso por Turquía describiéndolo como “una puñalada por la espalda a los héroes que combaten al terrorismo del EIIL” y aseguró que las acusaciones de Ankara sobre la violación del espacio aéreo turco por Rusia forma parte de los intentos por “encubrir” su involucración en el contrabando del crudo sirio robado por Daesh.

El Ejército turco derribó el pasado 24 de noviembre el caza ruso Su-24 cerca de la frontera sirio-turca cuando la aeronave regresaba de atacar posiciones terroristas en Siria. Turquía sostiene que violó su espacio aéreo mientras Rusia lo rechaza.

mrk/ktg/msf - HispanTv

Putin a Kerry: ‘Al-Asad participará en las elecciones y ganará’


El presidente ruso, Vladimir Putin (dcha.), estrecha la mano del secretario de Estado estadounidense, John Kerry, durante un encuentro en Moscú, 15 de diciembre de 2015.

El presidente ruso, Vladimir Putin, dejó claro a las autoridades de EE.UU. que el presidente sirio, Bashar al-Asad, no podrá ser apartado de las elecciones y aseguró que sería reelegido en futuros comicios, revela un informe.

Así lo indica un reporte del martes del portal estadounidense Bloomberg que cita a dos fuentes familiarizadas con el tema que hablaron bajo la condición de anonimato. Esta posición de Putin habría sido anunciada el pasado 15 de diciembre durante una reunión con el secretario de Estado estadounidense, John Kerry, en Moscú, capital de Rusia.

La postura, agrega, chocó con la de Kerry ya que Estados Unidos está presionando para establecer una fecha dentro del 2017 para las futuras elecciones sirias donde reduciría las opciones de Al-Asad para una nueva victoria.

El enfoque estadounidense consiste en que “Al-Asad debe irse” porque ha perdido la credibilidad moral para gobernar su país, sostuvo el portavoz del Departamento de Estado, Patrick Ventrell, cuando fue preguntado sobre si la Casa Blanca podría contemplar al líder sirio dentro de una competición electoral.

“Dicho esto, no nos hacemos ilusión acerca de los obstáculos que existen. Las decisiones sobre cómo esto tendría lugar deben ser tomadas en el contexto de las negociaciones políticas”, explicó Ventrell a continuación.


El presidente sirio, Bashar al-Asad (izda.) y su homólogo ruso, Vladimir Putin, en un encuentro en Kremlin, Moscú (capital de Rusia).


En este sentido, la publicación—que menciona a funcionarios rusos y occidentales— subraya que la oposición en Washington está perdiendo fuerza ante las insistencias de Moscú sobre que Al-Asad debe tomar parte de una carrera electoral en Siria que se celebraría una vez transcurrido el periodo transitorio de 18 meses que comenzará el próximo mes.

mrk/ktg/msf - HispanTv

Irán lanza misiles cerca de un portaaviones de EE.UU.


EE.UU. califica de "innecesariamente provocadoras y peligrosas" las maniobras iraníes cerca de su buque.

Un misil iraní fue lanzado a unos 1.300 metros del portaaviones estadounidense USS Harry S. Truman cuando este cruzó la semana pasada el estrecho de Ormuz, informa NBC citando a dos oficiales militares.

La organización militar de élite Cuerpos de la Guardia Revolucionaria Islámica realizó lanzamientos de entrenamiento de misiles en el estrecho que conecta el mar de Omán y el Golfo Pérsico cuando, además del portaaviones, se encontraban en la zona una fragata francesa, el destructor de escolta USS Buckley y buques comerciales, según la cadena estadounidense.

Un oficial militar declaró a NBC que los barcos estadounidenses estaban en un "carril de tráfico marítimo internacionalmente reconocido", cuando la armada iraní anunció por la radio marítima que estaba a punto de realizar las maniobras.

Los misiles no fueron lanzados contra Truman ni otros buques, pero sí cerca de ellos, escribe NBC. No obstante, la acción fue tachada por los oficiales de "innecesariamente provocadora y peligrosa".

Nuevo misil iraní de 500 kilómetros del alcance

En agosto de este año Irán presentó su nuevo misil tierra-tierra Fateh 313 que, según las autoridades, será capaz de eliminar con precisión objetivos situados a una distancia de hasta 500 kilómetros.

Según la letra del histórico acuerdo nuclear entre Teherán y el Grupo 5+1, durante los próximos ocho años cualquier entrega de tecnología de misiles balísticos a Irán debe ser aprobada por el Consejo de Seguridad de la ONU. En este sentido, Washington ya ha prometido vetar solicitudes de este tipo.

Irán garantiza la seguridad del estrecho de Ormuz

El pasado mes de mayo el contraalmirante Habibollah Sayyari, comandante de la Armada iraní, comentaba la presencia de buques estadounidenses en el área, afirmando que la Marina de Irán garantiza la seguridad en el golfo Pérsico y el estrecho de Ormuz, por lo que la presencia allí de buques de EE.UU. era innecesaria.

"La zona del golfo Pérsico y del estrecho de Ormuz, gracias al monitoreo y el control de la situación por la Armada de Irán, es absolutamente segura y no hay necesidad de que Estados Unidos acompañe aquí a sus naves", declaró.

Actualidad RT

Su-34 ruso elimina en Siria a varios líderes terroristas durante una reunión


Varios líderes terroristas han sido eliminados en Siria como resultado de un ataque lanzado por un avión ruso Su-34 contra el edificio donde estaban reunidos, ha comunicado el Ministerio de Defensa ruso.

En el marco del operativo antiterrorista ruso en Siria, un avión Su-34 ha lanzado un ataque contra un edificio donde se habían reunido varios líderes terroristas y lo ha destruido por completo, ha comunicado el portavoz del Ministerio de Defensa de Rusia, Ígor Konashénkov, informa TASS.

Konashénkov ha precisado que los datos sobre el lugar de esta reunión fueron proporcionados por representantes de las fuerzas opositoras patróticas.

"Tras confirmar la información sobre la llegada de los líderes terroristas al lugar de la reunión, el avión Su-34 ha realizado un ataque aéreo contra el edificio donde se celebraba la reunión. Como resultado del impacto directo de una bomba inteligente el edificio con todo su contenido ha sido destruido", ha anunciado el portavoz.

Aviones rusos destruyen 20 nuevos camiones cisterna de contrabando de crudo a Turquía


Como resultado de los ataques del bombardero Su-34 en la provincia de Idlib, más de 20 camiones cisterna que el Estado Islámico usaba para el contrabando de petróleo a Turquía han quedado destruidos. Además, han sido eliminadas seis instalaciones para la extracción ilegal de crudo en las provincias de Deir Ez Zor y Alepo.

Además, en el curso de 120 misiones y 420 ataques realizados en los dos últimos días contra objetivos terroristas en Siria, los bombarderos rusos han destruido un hangar con equipo militar y almacenes con armas en una gran base terrorista en la provincia de Homs, según Igor Konashénkov.

Las acusaciones sobre Siria son "actuaciones de hipnotizadores de circo"

"Todas estas declaraciones impersonales y sin fundamento sobre el presunto uso de aviones rusos contra objetivos civiles en Siria recuerdan cada vez más a las actuaciones de los hipnotizadores de un circo ambulante", ha declarado Konashenkov.

El portavoz añadió: "Llega hasta el absurdo: se expresan acusaciones serias con referencia a 'organizaciones no gubernamentales autoritarias'. Pero qué son estas organizaciones y para quién son autoritarias es una pregunta que queda en el aire". Es más, Konashenkov ha subrayado que todo esto se hace en un contexto de "silencio absoluto" sobre las acciones y resultados de los bombardeos estadounidenses en la región, "aunque los aviones y drones de ataque de la Fuerza Aérea de EE.UU. realizan de seis a veinte vuelos diarios con ataques de bombas y misiles contra objetivos terrestres".

Actualidad RT

Argentina: Primera huelga nacional del gremio estatal en la era macrista: marcha multitudinaria al ministerio de Trabajo


Resumen Latinoamericano - Varios miles de trabajadores de la Asociación de Trabajadores del Estado (ATE) marcharon por el centro de la ciudad para terminar concentrándose frente al Ministerio de Trabajo donde entregaron una carta dirigida al presidente Mauricio Macri donde se exponen las principales y urgente reivindicaciones del gremio. Todo esto se dio en el marco de un paro nacional y las administraciones provinciales y municipales exigiendo un bono de 5000 pesos y la reapertura de paritarias.

Coreando consignas críticas contra el gobierno macrista, los trabajadores estatales fueron acompañados por el agitar de banderas y el sonar de docenas de bombos y redoblantes. Entre los concurrentes se destacaron una delegación del Sindicato de Municipales de Jujuy, encabezada por el dirigente Carlos “Perro” Santillán, también integrantes de la Confederación de Trabajadores de la Economía Popular (CTEP), la Coordinadora Sindical 1º de Mayo y otros movimientos sociales. Encabezando la marcha pudo verse a los dirigentes históricos de ATE, Víctor de Gennaro y Carlos Custer, a Ricardo Peidró, de la Asociación de Agentes de Propaganda Médica, a Estéban “Gringo" Castro (de la CTEP).

Una vez frente al Ministerio, con un palco colmado de dirigentes, el secretario general de ATE, Hugo Godoy y el referente de la provincia de Buenos Aires, Oscar de Isasi, exigieron la continuidad laboral y el pase a planta permanente de los más de 600 mil trabajadores contratados en el Estado. Godoy insistió en la reapertura de las paritarias para enfrentar la pérdida de poder adquisitivo del salario. “Nuestra unidad es la garantía de que podamos lograr un Estado al servicio de las mayorías populares de Argentina”, expresó Godoy, mientras la multitud coreaba: “No se jode, con ATE no se jode”, apuntando con el dedo al ministerio presidido por Jorge Triaca, hijo de quien fuera uno de los máximos dirigentes colaboracionistas con la dictadura.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Talibã pode ser reconhecido como legítimo


O movimento radical afegão Talibã pode ser reconhecido como legítimo caso se torne uma parte do processo de paz no país, disse em entrevista à RIA Novosti o representante especial do secretário-geral da ONU, chefe da missão diplomática da ONU no Afeganistão, Nicholas Haysom.

“A condição mais importante do processo político é que as duas partes reconheçam que não há solução militar. No momento atual, é importante convencer o Talibã de que não há solução militar”, disse Haysom.

Segundo ele, os talibãs entendem que uma solução política do conflito no país será estável.

“Falei com um representante do Talibã e estou a ver que há grande entendimento de que, em primeiro lugar, qualquer resolução política será estável. No segundo lugar, o fato de que o Talibã não pode dirigir o país por si próprio, mesmo ao nível que existiu nos anos 90”, destacou o representante especial da ONU no país.

Frisou também que o Afeganistão precisará do apoio da comunidade internacional, bem como o Talibã se os seus representantes entrarem no governo.
“O único meio [para o Talibã] de atingir a legitimidade é ser uma parte do processo de paz internacionalmente reconhecido. Esperamos que o Talibã perceba a lógica da situação”, sublinhou Haysom.


O Daesh também está ampliando a sua atividade no Afeganistão. Segundo informou a chancelaria russa, por exemplo, a ameaça de criação de uma praça-forte do Daesh no Afeganistão, para desestabilizar a região, torna-se cada vez mais real.

Segundo o representante da ONU, agora o Talibã e o Daesh estão em confrontação mas a situação pode se alterar. Haysom destaca divergências significativas entre os dois grupos. O Talibã visa criar um califado no Afeganistão. O Daesh não está interessado somente no Afeganistão mas tem o objetivo de jihad global.

A situação no Afeganistão piorou visivelmente nos últimos meses. O movimento terrorista Talibã, que anteriormente conquistou grandes territórios nas áreas rurais do país, agora iniciou uma ofensiva contra as grandes cidades. No fim de setembro, os talibãs conquistaram a cidade de Kunduz, que em tempos de paz tinha uma população de mais de 300 mil habitantes, e agora realiza ataques contra a cidade de Gazni, centro administrativo da província homônima, situada no sudoeste da capital do país, Cabul.

Sputniknews

Navios militares russos treinam no oceano Índico


Um grupo de navios da Frota do Pacífico está regressando ao porto de origem no Extremo Oriente da Rússia depois de realizar exercícios de defesa antiaérea no oceano Índico, disse o Ministério da Defesa russo nesta terça-feira (29).

Os navios da Frota do Pacífico que participaram das manobras russo-indianas visitaram ainda portos da Indonésia e Omã, diz o serviço de imprensa naval.

“Um destacamento de navios da Frota do Pacífico, sob comando do contra-almirante Aleksandr Yuldasev, composto pelo destróier Bystry, o navio-tanque Boris Butoma e o navio-rebocador de resgate Alatau, entrou no oceano Pacífico e, depois de ter visitado o porto indonésio de Tanjung Priok, tomou rumo ao porto de origem (Vladivostok)”, diz-se no comunicado.

No quadro de uma missão no oceano Índico, o cruzador de mísseis Varyag efetuou o reabastecimento de água e víveres no porto de Salalah, em Omã, entre 24 e 26 de dezembro.
Durante a missão, os navios efetuaram treinamentos de defesa antiaérea, dos grupos antiterroristas, manobras de combate. As tripulações treinaram ainda ações de sobrevivência e reabastecimento em alto mar.

Anteriormente havia sido divulgado que o destacamento de navios da Frota do Pacífico tinha saído da cidade de Vladivostok em 2 de novembro 2015 e tomado rumo ao porto de Vishakhapatnam (Índia) onde entre 6 e 12 de dezembro tomaria parte das manobras navais Indra Navy-2015, junto com a Marinha da Índia.

Sputniknews

Dos EUA e UE para seus capachos: “Façam o que dissermos, não o que fazemos."


Blog do Santayana

Para os energúmenos que dizem que nos EUA o Estado não interfere na economia, uma notícia: só na semana passada foi aprovado pelo Congresso, em Washington, o fim da proibição da exportação de petróleo norte-americano, que perdurou por longos 40 anos.

Por lá, existe uma lei de conteúdo local, o Buy American Act – que, como ocorre no caso da Petrobras, aqui seria tachada de “comunista” e “atrasada” pelos entreguistas – que, desde 1933, exige que o governo dê preferência à compra de produtos norte-americanos, e que foi complementada por outra, com o mesmo nome e objetivo, em 1983.

Na área de defesa, nem um parafuso pode ser comprado pelas forças armadas norte-americanas, se não for fabricado no país.

E se a tecnologia ou o desenho pertencer a uma empresa estrangeira, ela é obrigada a se associar, minoritariamente, a um “sócio” norte-americano, para produzir, in loco, o produto.

Quem estiver duvidando, que pergunte à EMBRAER, que, para fornecer caças leves Super Tucano à Força Aérea dos EUA, teve que se associar à companhia norte-americana Sierra Nevada Corporation e montar uma fábrica na Flórida.

No Brasil, a nova direita antinacionalista, grita, nas redes sociais, o mantra da privatização de tudo a qualquer preço. Citando, automaticamente, fora de qualquer contexto, os Estados Unidos, os hitlernautas tupiniquins não admitem que estatais existam nem que dêem eventuais prejuízos, ignorando que nos EUA – a que eles se referem, abjeta apaixonadamente, como se não vivêssemos no mesmo continente, como America – a presença do estado vai muito além de setores estratégicos como a defesa.

No nosso vizinho do Norte o transporte ferroviário de passageiros, por exemplo, é majoritariamente atendido por uma empresa estatal, a AMTRAK, que – sem ser incomodada ou atacada por isso – dá um prejuízo de cerca de um bilhão de dólares por ano, porque, nesse caso, o primeiro objetivo não pode ser o lucro, e, sim, o atendimento às necessidades da população, incluídas as camadas menos favorecidas.

A União Européia, que posa de liberal no comércio internacional, e cujos jornais econômicos – assim como o Wall Street Journal, dos EUA – adoram ficar (a palavra que queríamos usar é outra) – ditando regras para o governo brasileiro, acaba de postergar, até segunda ordem, o acordo de livre comércio com o Mercosul, mesmo depois da eleição de Fernando Macri, adversário de Cristina Kirchner, na Argentina.

Apesar da propaganda contrária por parte da imprensa brasileira, a culpa não foi do Brasil ou do Mercosul.

Como previmos no post “o porrete e o vira-lata” os europeus roeram a corda porque, protecionistas como são, não querem eliminar seus subsídios ao campo nem abrir o mercado do Velho Continente aos nossos produtos agrícolas, nem mesmo em troca da assinatura de um acordo que pretendem cada vez mais leonino - para eles é claro - com a maioria dos países da América do Sul.

Se no plano econômico é assim, no contexto político a estória também não é muito diferente.

Os bajuladores dos EUA entre nós acusam a Venezuela e a Argentina – onde a oposição venceu democraticamente as respectivas eleições há alguns dias – de ditaduras “bolivarianas”.

Mas não emitem um pio com relação a “democracias” apoiadas pelos EUA, como a Arábia Saudita - governada e controlada por uma família real com algumas centenas de membros.

Um reino que detêm um fundo, estatal e bilionário, que acaba de comprar 10% da terceira maior empresa de carnes brasileira, a Minerva Foods.

E uma monarquia fundamentalista na qual as mulheres votaram pela primeira vez, apenas na semana passada.

EUA planejavam evacuar líderes jihadistas de Ramadi


Um plano dos EUA para evacuar os líderes do Daesh (terroristas do Estado Islâmico) da cidade estratégica de Ramadi no centro do Iraque foi divulgado por um comandante das forças voluntárias.

A divulgação vem no momento em que o exército iraquiano e as tropas populares estão a tentar alcançar a vitória sobre o grupo jihadista Daesh, também conhecido como Estado Islâmico, em Ramadi.

A agência de notícias iraniana FARS citou Imam Khamenei, comandante do Batalhão Haidar al-Hosseini al-Ardavi, dizendo que "o atraso nas operações para libertar as cidades de Ramadi e Fallujah, na província de Anbar foi resultado da interferência dos EUA."

"Parece que os EUA pretendem evacuar os líderes infames do grupo terrorista Daesh secretamente (por meio de helicópteros) de Ramadi para lugares desconhecidos", disse, citado pela FARS.

Na quarta-feira foi relatado que as tropas iraquianas haviam conseguido fazer avanços significativos em Ramadi depois de alcançarem o rio Tigre e começarem a entrar no centro da cidade e após cruzarem a ponte Al-Khor.

Num outro desenvolvimento, as forças especiais do exército atacaram os esconderijos do Daesh no bairro de al-Zubat da cidade, e começaram a libertar edifícios do governo no distrito de al-Hoz de Ramadi.

No início desta semana, o chefe do Estado-Maior do Exército iraquiano, tenente-general Othman al-Ghanimi, disse que suas tropas precisavam apenas de alguns dias para expulsar completamente o Daesh fora de Ramadi, cidade que tem estado sob controle dos islamistas desde maio de 2015.

Sputniknews

Nueva canciller argentina opta por no tener posición “muy dura” sobre Malvinas


La canciller argentina, Susana Malcorra, ha tachado de “muy dura” la postura de los gobiernos de Néstor Kirchner y Cristina Fernández (2003-2015) sobre el caso de las Islas Malvinas.


“El Gobierno de Cristina Kirchner hizo que la cuestión de Malvinas se transformara en un tema absoluta y totalmente preponderante, con una posición muy dura al respecto”, ha declarado Malcorra en una entrevista con el diario argentino, Perfil.

Además advierte de que no siempre se logra lo máximo endureciendo totalmente las posiciones, pero deja claro que esto no significa que se vaya a ceder en los principios.

La ministra de Exteriores argentina ha considerado que la defensa de la soberanía de Argentina en las islas Malvinas supone un tema constitucional y no opcional y ha recordado que la Carta Magna del país establece que esta cuestión es prioritaria.

Asimismo ha afirmado que el Gobierno de Maurio Macri pondrá mucho énfasis en analizar el tema de las Malvinas y, para ello, probablemente creará una subsecretaría del Atlántico Sur que se encargaría de este asunto.

De momento, ha agregado, no ha logrado hacer una revisión de todas las últimas decisiones tomadas sobre el caso. Sin embargo ha anunciado que el nuevo Gobierno argentino dará una mirada un poco más amplia al litigio de las Malvinas pero ha aclarado que las nuevas decisiones serán “evolucionarias, no revolucionarias”.

Finalmente ha puesto énfasis en la responsabilidad del nuevo Ejecutivo para distinguir la posición exacta de su país a fin de evitar cualquier duda en la defensa de los intereses de Argentina.

El 18 de diciembre, la canciller argentina aseguró que mantendrá el reclamo de la soberanía de las islas Malvinas ante el Reino Unido.

Durante el Gobierno de Fernández, la tensión entre Buenos Aires y Londres se intensificó por la decisión argentina de ordenar embargos contra bienes y activos de firmas petroleras británicas y estadounidenses que iniciaron operaciones en las Malvinas.


Una plataforma petrolera del Reino Unido cerca de las Islas Malvinas, Argentina.


El Reino Unido ocupó las islas Malvinas en 1833 y, desde entonces, mantiene este archipiélago, rico en petróleo, como colonia.

El litigio sobre la soberanía de las islas Malvinas motivó una confrontación bélica entre ambos países entre el 2 de abril y el 14 de junio de 1982, que acabó con la vida de 649 militares argentinos, 255 británicos y tres civiles isleños, no obstante Buenos Aires ha pedido en reiteradas ocasiones a Londres sentarse a la mesa de negociaciones para resolver la disputa de soberanía.

tqi/ncl/hnb/msf - HispanTv

‘Arsenal militar de Hezbolá mucho más equipado que el de Israel’


Un desfile militar del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá).

Hezbolá cuenta con armamentos más sofisticados que los del régimen de Israel, asegura un alto miembro del movimiento libanés.

“Comparando con el año 2006, el Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) está equipado con armamentos más sofisticados y poderosos que todos los que Israel tiene en su poder actualmente”, aseguró el vicesecretario general de Hezbolá, el sheij Naim Qasem.

El funcionario, que hablaba la noche del lunes en el programa Debate Especial transmitido por el canal 2 de la televisión nacional iraní, advirtió de que una supuesta agresión israelí a El Líbano —incluso en dimensiones muy inferiores a las que lanzó en 2006 contra el territorio libanés— le costará muy caro al régimen de Tel Aviv.


El vicesecretario general de Hezbolá, el sheij Naim Qasem.

“Israel debería saber que ya ha terminado la era de las intimidaciones y que Hezbolá responderá con misiles cualquier disparo de bala o misiles", subrayó.

Denunció que Occidente alega defender la democracia y los derechos humanos, sin embargo, es el principal patrocinador de grupos terroristas como EIIL (Daesh, en árabe), e instó a las potencias occidentales a destruir todo lo que han diseñado para tergiversar la verdadera imagen del Islam.

Sobre los intentos del Occidente para debilitar y luego derrocar el Gobierno sirio, el sheij Qasem aseguró que la nación consciente de Siria resistirá ante dichos complots occidentales, encabezados por EE.UU., y enfatizó que, en ese camino, siempre contará con el apoyo de Hezbolá.

Siria desde mediados de marzo de 2011 lucha contra varios grupos armados como EIIL (Daesh en árabe) que cuentan, según Damasco, con el apoyo de ciertos países regionales y occidentales entre ellos Arabia Saudí, Catar, Turquía y EE.UU.

Según cifras del opositor Observatorio Sirio de Derechos Humanos (OSDH), la violencia provocada por los grupos terroristas ha provocado desde el 2011 la muerte de 250.000 personas en Siria.

ftm/ncl/hnb - HispanTv

Chile abrirá oficina diplomática en Irán


El canciller de Chile, Heraldo Muñoz Valenzuela, anunció el lunes que este país sudamericano va abrir en breve una oficina de representación diplomática en Irán.

Irán "es un mercado importante de 80 millones de habitantes y un país indispensable para mirar a Oriente Medio y Asia central", afirmó el titular chileno en una rueda de prensa.

El diplomático que enviará el Gobierno chileno a Teherán, capital iraní, detalló, tendrá su oficina en la embajada brasileña durante los primeros meses de su misión.

También, el ministro destacó que en la actualidad Chile está reforzando su presencia internacional y dentro de pocos días van a tener un conjunto de apertura de misiones.

En este contexto, añadió que Chile además tendrá aperturas de las legaciones diplomáticas en Guyana y Etiopía.

Según Valenzuela, se ha establecido una embajada residente en Guyana que es considerada importante debido a que ese país acoge la sede de la Comunidad del Caribe (Caricom) y es miembro de la Unión de Naciones Sudamericanas (Unasur).

Chile reforzará también su presencia en África con la apertura de una embajada en Etiopía, donde se encuentra la sede de la Unión Africana (UA), y que en este caso se alojará en la sede diplomática de México, socio del país suramericano en la Alianza del Pacífico.

krd/rha/mrk - HispanTv

‘Misiles yemeníes matan a dos saudíes y un mercenario de Blackwater’


Al menos dos militares saudíes y un desconocido mercenario de la empresa privada de seguridad estadounidense ‘Blackwater’ murieron en un ataque de las fuerzas populares en Yemen.

Según la televisión local Al-Masirah, las fuerzas del movimiento popular Ansarolá lanzaron el lunes una lluvia de misiles contra las posiciones militares en la región de Asir, ubicada en el suroeste del reino árabe.

Este ataque causó la muerte de al menos dos soldados saudíes, así como la destrucción de sus vehículos blindados.

Indicó también que las fortificaciones militares del Ejército saudí en la región fronteriza de Jizan (en el suroeste) fueron objeto de fuego de artillería de fuerzas yemeníes, que destruyeron un tanque Abrams M1, de fabricación estadounidense.

Por otro lado, Ansarolá y sus aliados dispararon cohetes contra posiciones de las tropas saudíes en el distrito de Dhubab, ubicado en la provincia suroccidental yemení de Taiz, matando a un número no determinado de mercenarios extranjeros, incluido el agente de Blackwater, empresa que ahora se conoce como Academi.

La ofensiva de fuerzas yemeníes son una respuesta a los bombardeos realizados por la aviación saudí, en el cual murió un conductor de un camión mientras circulaba en una carretera que conecta la provincia central de Marib con la capital Saná.

Ansarolá y el Ejército yemení atacan con mayor frecuencia las regiones fronterizas saudíes en el marco del cumplimiento de las opciones estratégicas ofensivas para hacer frente a la agresión saudí, adoptadas por el líder del movimiento yemení, Abdulmalik al-Houthi.

En marzo, Arabia Saudí lanzó una ofensiva militar contra Yemen, prescindiendo del permiso de la ONU, en un intento por eliminar de la ecuación política al movimiento Ansarolá y restaurar en el poder al fugitivo expresidente Abdu Rabu Mansur Hadi, un cercano aliado de Riad.

Según las últimas estadísticas de las Naciones Unidas, esta guerra ya ha dejado más de 32.000 víctimas, entre muertos y heridos, en su mayoría civiles.

mjs/rha/mrk - HispanTv

¿Por qué Oriente Medio no volverá a ser como fue?


Kurdos iraquíes llevan antorchas de fuego a una montaña por cuya ladera se extiende una bandera gigante de la región del Kurdistán autónomo de Irak, cerca de Dahuk, el 20 de marzo de 2014. / Reuters / Azad Lashkari

Objeto de un reparto inicial entre Francia y Reino Unido y escenario de brutales intervenciones, Oriente Medio ya no tiene la más mínima posibilidad de renacer.

La situación en Oriente Medio está plagada de puntos de fricción entre naciones, cuyas raíces se remontan muy atrás en la historia, explica el periodista e historiador Maksim Artémiev en la revista 'Slon'. Según él, desde hace varios años el mapa político no se corresponde con la realidad, pues no existen ni una Siria ni un Irak unidos, mientras que han aparecido formaciones y cuasi-estados que no están marcados en el mapa, pero que existen en realidad. Por lo tanto, Oriente Medio ya nunca volverá a ser como antes, zanja.

Desgarrada por contradicciones y deseos del colonialismo

El mapa del Oriente Medio en su forma actual (con la excepción de Israel) se originó en los años veinte del siglo pasado, después de la Primera Guerra Mundial. Hace casi cien años sir Mark Sykes, diputado conservador de Yorkshire, firmó un acuerdo secreto con el diplomático francés François Georges-Picot para repartir los territorios de Oriente Próximo entre Reino Unido y Francia en caso de victoria en la guerra contra la coalición formada por los imperios alemán y austrohúngaro durante la Primera Guerra Mundial.

Según estipulaba la letra del acuerdo, el territorio que se corresponde actualmente con Jordania, Irak y las áreas en torno a las ciudades de Haifa y Acre quedaría bajo control de Reino Unido; mientras que Francia controlaría el sudeste de Turquía, el norte de Irak, Siria y Líbano. A continuación veremos qué tristes concecuencias tendría este acuerdo secreto, que aún sigue determinando la situación en la región.

Siria, dividida por voluntad de Francia

Una parte del territorio controlado por París se convirtió en 1926 en Siria en 1926, de la que separaron el Líbano, ya que querían mantener allí el predominio de los cristianos. Por esta razón, Damasco sigue considerando el Líbano como un territorio sirio que le fue arrebatado ilegalmente.

Aparte del aislamiento artificial de Líbano, Francia entregó Alejandreta a Turquía, donde la provincia se hizo conocida como Hatay, lo que empeoró a priori las relaciones entre Damasco y Ankara. Los franceses incluyeron a Latakia en el territorio sirio, lo que dio a la joven nación acceso al mar. Sin embargo, como en Latakia vivían sobre todo alauíes y desde la década de los 1960 empezaron a dominar la política de Siria, esto desató la animosidad de los sunitas. Asimismo, en el norte de Siria vivían kurdos y turcomanos, mientras que los sirios cristianos se quedaron sin influencia en el Estado, explica el periodista.

El invento británico de Irak y la tragedia de los kurdos

Irak fue un invento del Reino Unido, ya que a las tierras árabes de Mesopotamia, los británicos añadieron Mosul, gran centro comercial y productor de petróleo. Esto dio lugar a un conflicto en la frontera entre Irak y Turquía, que hasta 1925 se negó a reconocer la pérdida de la ciudad y el terreno circundante. Irak era un país compuesto por dos terceras partes de chiitas y una tercera parte de sunitas. Por otra parte, en el norte del país vivían los kurdos.

Los kurdos resultaron ser el grupo étnico que más perdió después del reparto colonial de Oriente Medio. El pueblo kurdo que, según determinadas estadísticas, cuenta con 45 millones de personas, se quedó sin su propio estado, lo que les llevó a luchar por la autodeterminación.

Injerencias e invasiones que siembran el caos y extienden el terrorismo

Como se ha visto, los Estados árabes de Oriente Medio fueron creados artificialmente por un sistema colonial, al igual que ocurrió en África. Mientras hubo jugadores fuertes interesados en preservar las antiguas fronteras, aquellos Estados existían, escribe Artémiev. Sin embargo, según explica, la situación se deterioró gravemente después de que los estadounidenses invadieran Irak en 2003 y estallara la primavera árabe en 2011. A continuación, el derrumbe de regímenes autoritarios dio paso al caos y a la anarquía.

Asimismo, "el derrocamiento de los 'regímenes dictatoriales' significaba la destrucción de la antigua diversidad étnica y religiosa por la que se hizo conocida la región", opina el periodista.

Según el autor, el peor resultado de estas interferencias se tradujo en el fortalecimiento de los terroristas. El Estado Islámico ocupó vastos territorios de Siria e Irak, incluido Mosul, haciéndose además con el control de los yacimientos de petróleo y los recursos hídricos, sin dejar de cometer atrocidades en ningún momento.

Fin a la existencia de un Irak unido

El Kurdistán iraquí dejó de estar bajo el control del Gobierno en Bagdad, mientras que los combatientes kurdos pershmega arrebataron Kirkuk al Estado Islámico en 2014. El hecho de que Bagdad nunca cederá Kirkuk a los kurdos, que a su vez nunca lo devolverán voluntariamente "separa a los árabes de los kurdos y, de hecho, pone fin a la existencia de un Irak unido", cree Artémiev.

El periodista subraya que cuando el Estado Islámico sea derrotado, probablemente los kurdos controlen Mosul, ya que "solo ellos tienen unidades armadas fuertes en esta zona". Mientras tanto, podría producirse en este caso una invasión a gran escala de los turcos a fin de capturar la ciudad, lo que lo colocaría al borde de una guerra con Irak.

Siria no podrá renacer

"Sea quien sea el que sustituya a Al Assad en Damasco y Alepo, no va a ser capaz de retomar el curso de tolerancia anterior, en el cual convivían en paz cristianos y musulmanes", cree Artémiev. "Dado que el núcleo de la oposición son los fundamentalistas sunitas de distintas franjas, como, por ejemplo, el Frente Al Nusra, es inevitable un régimen rígido sharia en el país", explica.

Tampoco se puede excluir la posibilidad de que el Frente Al Nusra se una al Estado Islámico. Asimismo, los kurdos sirios, opina el periodista, ya no querrán estar bajo control de Damasco. "Por lo tanto, incluso en el caso de la caída del Estado Islámico, Siria no volverá a ser como antes", concluye.

Actualidad RT