domingo, 31 de janeiro de 2016

Europa é exemplo para o Brasil. Negativo!


Vamos reconhecer: o nosso país passa por um mau momento. Já a Europa está ameaçada por uma regressão estrutural de grande monta.

Por Flavio Aguiar

No filme 1492 - A conquista do Paraíso, de Ridley Scott, já bem perto do final, diante de tantas notícias negativas (cidade destruída por tufão, conflito com os nativos, rebelião de aristocratas obrigado ao trabalho) a rainha Isabel de Castela (Sigourney Weaver) afirma a um exausto Cristóvão Colombo (Gérard Depardieu) que tem diante de si: "Your New World is a catastrophe" (O seu Novo Mundo é uma catástrofe). Ao que Colombo retruca com uma pergunta: "Is the Old one an achievement"? (Será o Velho um sucesso?). Estou citando de memória, mas o sentido é este mesmo.

Ressalvadas as proporções e ressalvados os séculos de distância, a situação permanece neste século 21, nas relações entre a mídia europeia, em grande parte, e o Brasil, o Novo Mundo que hoje, para aquela, é imperioso desconstruir.

Há uma renitente (e irritante) narrativa em curso de montagem, por todos os lados: o Brasil é um fracasso, o Brasil será sempre um fracasso, é necessário que o Brasil e os brasileiros saibam o seu lugar. Que não é nem nunca será no Pantheon dos povos e países bem sucedidos. O pregão repete: é um país infecto por moléstias altamente contagiosas, corrupto até a alma, enfrenta a pior crise econômica de sua história, o país que se auto-destrói cotidianamente, e assim por diante. E ponha diante nisto.

Vamos reconhecer: o nosso país passa por um mau momento. Difícil. Obtuso politicamente, ou agudo, se quiserem. Mas dá para ter a noção de que é um mau momento, tudo isto, mas apenas isto. Não sou eu quem diz. É gente que vai de Stiglitz a Bill Clinton. Vamos sair desta. Bom, o governo precisa acordar. Mas vai acordar. O instinto de sobrevivência acaba falando mais alto.

Já a Europa…

Vai mal. Muito mal. Os sinais de "recuperação econômica" são débeis, embora continue o pregão de que tudo vai bem. Mas não vai. O desemprego continua alto. A pobreza aumenta. A queda das importações chinesas ameaça. Os planos de austeridade pisam no duto que vai para a tenda de oxigênio, mais sufocando do que ajudando os pacientes.

Veja-se o caso dos refugiados. O caso está trazendo de volta os piores espectros que ainda assombram os armários, os porões e os sótãos europeus. O racismo está de volta, e galopante, agora disfarçado sob o codinome de "diferenças culturais".

A extrema-direita baba e navega, de vela solta. Mandatários exibem-se perante seus mandados, dizendo bobagens como "só vamos receber refugiados cristãos" (judeu, então, não tem vez?), caso da Eslovênia, República Tcheca, Polônia, Hungria.

Reunidos em Amsterdã os ministros do Interior da UE anunciam que prevêem a possibilidade de suspender o acordo de Schengen, que possibilita a livre circulação de pessoas entre os 26 países signatários, por dois anos. Seriam restabelecidos os controles nacionais aduaneiros e policiais.

Falam em fechar as fronteiras nos Bálcãs e, os mais radicais, em até expulsar a Grécia do acordo. Isto, além de ser um absurdo, sugere uma retaliação diante do fato de Atenas ter um governo de esquerda que ousou contrariar (é verdade que ficou na retórica) a sacrossanta "austeridade".

Para completar este quadro já complexo, o Parlamento Nacional da Dinamarca acaba de aprovar uma lei que autoriza a polícia a revistar refugiados e confiscar seus bens e valores que excedam a quantia de 10 mil coroas (um pouco menos de 1.500 dólares), para que paguem por sua manutenção. O argumento que mais se brande a favor desta temeridade é o de que isto os "igualaria" aos cidadãos do país, que têm de pagar pelos serviços sociais de que usufruem.

Mas debaixo deste argumento medra a suposta "igualdade" que consiste em tratar situações desiguais com o mesmo padrão, a mesma régua. Argumentam associações de defesa dos diretos humanos: o cidadão que foge de seu país por causa de uma guerra civil tende a levar tudo o que tem. E agora será duplamente punido: além de ser forçado a abandonar sua terra, vai perder quase tudo o que tem (de maneira um tanto hipócrita a lei isenta bens que tenham "valor afetivo", por exemplo, alianças de casamento).

Mais um agravante: o governo sueco anunciou nesta quinta-feira que vai deportar de 60 a 80 mil dos 160 mil refugiados que buscaram o país em 2015 .

Se fosse um navio, diria que a Europa está entrando em águas perigosas, se avião, em zona de turbulência.

Depois de tantos males que as desavenças europeias (para não falar das conquistas) causaram ao mundo, a União Europeia deve der considerada como um patrimônio da humanidade, não apenas dos europeus. É verdade que ela foi estabelecida um tanto atabalhoadamente, criando uma união monetária artificial antes de uma união política efetiva, o que potenciou a crise de 2007/2008 e aprofundou a desigualdade.

Até na Alemanha a desigualdade aumenta: desde 2013 os 10% mais ricos detém 51% da riqueza nacional. Por pior que ela esteja, será ainda muito pior sem ela.

No seu mau momento, o Brasil está melhor do que em outros maus momentos: o desemprego aumentou, mas não é tão grande como já foi, e não faz muito. As reservas internacionais são grandes e estáveis. Não corremos (ainda, pelo menos) o risco de reeditarmos o que aconteceu durante o governo Dutra, que queimou em importações, muitas vezes de supérfluos, as reservas acumuladas durante a Segunda Guerra.

Não temos perspectiva de golpe militar à vista, embora permaneça a ameaça do golpe jurídico/congressual/midiático. A estigmatização do governo federal, da prefeitura de São Paulo, do PT e do ex-presidente Lula continuam sendo uma obsessão midiática e de várias instâncias de investigação e judiciárias que beira ao mesmo tempo o insano e o ridículo.

Já por aqui a Europa está ameaçada por uma regressão estrutural de grande monta.

Bom, houve gente que acordou, na Grécia, Espanha, Portugal… Vejamos. E torçamos. Mas dá vontade de glosar Fernando Pessoa: "Europa, hoje és nevoeiro"...

Rede Brasil Atual

Saiba por que a Rússia está um passo à frente dos EUA na Síria


Os esforços antiterroristas da Rússia na Síria são frequentemente avaliados como bem sucedidos, o que leva muitos americanos a questionar-se qual é o segredo de Moscou. O professor de relações internacionais Henri J. Barkey apresentou recentemente uma explicação satisfatória.

“Um amigo que trabalha na administração de Obama lamentou recentemente que os russos estejam sempre um passo à frente de nós quando se trata da Síria e do Oriente Médio. Se nos perguntarmos por que isso acontece, a resposta é simples: Moscou sabe exatamente o que quer na Síria e nós não”, escreveu Barkey para a edição American Interest.

Será que é verdade que a Rússia tem sido consistente em perseguir o seu objetivo principal – assistir o exército da Síria na sua luta contra os grupos radicais que tentam derrubar o presidente do país Bashar Assad? A operação de Moscou foi lançada após um pedido formal por parte de Damasco quanto os sírios estavam engajados em confrontos violentos com os insurgentes.

Para Assad, a situação na Síria era muito pior há seis meses atrás. Durante os primeiros oito meses de 2015, as forças governamentais perderam 18 por cento do território, mas, graças ao envolvimento da Rússia, o exército sírio lançou ofensivas em todas as direções, forçando o Daesh e outras organizações terroristas a recuar.

Além disso, a Rússia tem estado determinada a lançar um processo pacífico viável no país sacudido pela guerra, que já levou as vidas de mais de 250 mil pessoas. Estes esforços foram vitais para a aprovação da resolução 2254 do Conselho da Segurança da ONU. O documento oferece um quadro de referência para resolver o conflito interno na Síria, que já dura por cinco anos, através de negociações multilaterais, uma trégua a nível nacional e eleições.

“Pelo contrário, a posição dos EUA é uma completa confusão”, observou o especialista.

A visão de Washington esteve durante muito tempo centrada no postulado de que Assad deve renunciar antes de quaisquer negociações válidas de paz. Porém, nos últimos meses, a Casa Branca abandonou, talvez temporariamente, esta política.

Os oficiais dos EUA disseram que a prioridade-chave neste momento é a luta contra o Daesh. Washington lançou a sua campanha anti-Daesh no Iraque e na Síria em setembro de 2014, mas não fez muitos avanços no seu objetivo de destruir o grupo terrorista.

Em geral, a administração de Obama “foi mais um espectador de que uma parte ativa”, sublinhou Barkey.

A Síria está em estado de guerra civil desde 2011. O governo do país luta contra um número de fações de oposição e contra grupos islamistas radicais como o Daesh (também conhecido como “Estado Islâmico”) e a Frente al-Nusra.

Sputniknews

Narcoturismo’ ganha mercado do México à Argentina


Na Argentina, como no México e Na Colômbia, o “narcoturismo” virou mania para promover atrações locais.

“Cayastá, un pueblo que te atrapa” ou, em português, “Cayastá, um povoado que lhe prende” é o novo lema turístico de uma cidade na província de Santa Fe, na Argentina. O aprazível lar de 4.500 habitantes às margens do Rio San Javier, ganhou fama mundial quando a polícia local prendeu os perigosos assassinos Víctor Schillaci e os irmãos Christian e Martín Lanatta, que fugiram duas semanas antes de uma prisão na província de Buenos Aires e eram procurados em todo o país.

Após a prisão, a secretaria de Turismo de Cayastá aproveitou para atrair visitantes. “A ideia saiu das redes sociais”, disse à Sputnik Viviana Agusto, secretária de Governo da região. “Houve uma votação por Twitter e esse lema ganhou. Logo criaram um circuito turístico pelo percurso dos fugitivos, mas isso não foi incentivado por nós porque Cayastá tem outros atrativos para promover”, completa.

Os fugitivos foram condenados em 2014 pelo crime de três empresários farmacêuticos que comercializavam efedrina e outras substâncias químicas com os cartéis mexicanos. Na fuga, percorreram mais de 500 quilômetros sem serem descobertos até que se perderam em Cayastá.

No México, onde Chapo Guzmán foi preso pela primeira vez, em 2014, foram organizados narcopasseios pelos lugares mais famosos. “Naquela época, os taxistas organizaram um passeio que incluía o Hotel Miramar, onde Chapo foi preso, e outros lugares conhecidos de sua vida”, conta à Sputnik Ami Guerrero, jornalista de “El Sol de Mazatlán”.

El Chapo esteve aqui

O passeio promovido pelos taxistas incluía também o Santuário de Jesús Malverde, o patrono dos narcotraficantes, a ponte onde penduravam os corpos dos inimigos de Guzmán, e o cemitério Jardines de Humaya, onde estão sepultados muitos narcotraficantes.

Os narcopasseios nasceram em Medellín, na Colômbia, onde várias agências realizam roteiros pelos lugares onde viveu Pablo Escobar, poderoso narcotraficante morto em 1993. A Fazenda Nápoles é parada obrigatória para os que viajam de carro de Bogotá até Medellín. “Quando chega à entrada da Fazenda Nápoles, que foi reconhecida como símbolo do sucesso do Cartel de Medellín e de Escobar, você se emociona. A fazenda foi convertida em um destino turístico muito empolgante, dando uma mudança radical a um lugar que no passado foi símbolo do narcotráfico e hoje é um lugar dedicado ao lazer. É muito bonito e recomendo visitar”, diz um viajante no site Tripadvisor.

A Despegar, uma das maiores agências de viagem da América Latina (que no Brasil tem o nome de Decolar), oferecia em 2015 um passeio de quatro horas por US$ 51 que incluía visitas à Fazenda Nápoles, ao Edifício Dallas e à tumba de Escobar com guias em inglês, espanhol e português. O site, contudo, tirou do ar a oferta após receber queixas por fazer propaganda negativa de Medellín.

Segundo o anúncio, o passeio terminava com toque familiar, já que terminava na casa de Roberto, irmão de Pablo Escobar, “que pessoalmente contará histórias sobre sua vida e abrirá a casa para que s=os turistas possam aprender a história da família”, dizia a descrição do passeio antes de este ser removido do site.

Sputniknews

Líder ultraconservador alemana: Disparen a refugiados que tratan de cruzar frontera


Frauke Petry, la líder del partido ultraconservador AfD (siglas alemanas de Alternativa para Alemania).

Los guardias fronterizos alemanes deben disparar a los refugiados que tratan de cruzar la frontera y entrar a Alemania, opina Frauke Petry, la líder del partido ultraconservador AfD.

“Los agentes deben usar armas de fuego si es necesario para impedir que refugiados crucen las fronteras de forma ilegal”, dijo Petry en una entrevista publicada el sábado en el rotativo alemán Mannheimer Morgen.

La líder de AfD (siglas alemanas de Alternativa para Alemania), la tercera formación más popular de Alemania, trató de defender sus declaraciones asegurando que el uso de armas de fuego contra los refugiados debe ser permitido solamente como un último recurso en este caso.

También llamó a aumentar las medidas de seguridad en las fronteras orientales y sureñas de Alemania para disminuir el flujo de los refugiados que huyen de zonas de conflicto como Irak, Siria y Sudán para buscar asilo en los países desarrollados.

Sus declaraciones han atraído críticas de varias personalidades políticas y hasta del jefe del principal sindicato de la Policía de Alemania (GdP), Joerg Radek, quien ha calificado las afirmaciones de Petry como acusaciones para movilizar a la población en contra de los refugiados.

“El último político alemán que elogió disparar a los refugiados era Erich Honecker”, ha dicho, haciendo referencia al líder comunista alemán que planificó el Muro de Berlín, que separaba a Alemania Oriental de Alemania Occidental, en la que guardias de la Alemania Oriental, de ideología comunista, disparaban a los que trataban de cruzar la frontera y llegar a al oeste del Muro de Berlín.

Más de 600 personas murieron por disparos de guardias fronterizos de Alemania Oriental desde 1961 hasta 1989, cuando fue demolido.

La gran afluencia de solicitantes de asilo hacia el norte de Europa en los últimos meses a causa de los efectos del terrorismo tanto sobre la inseguridad como en la disponibilidad de alimentos, ha provocado en la Unión Europea (UE) un aumento de la xenofobia y las tensiones políticas.

hgn/ktg/nal - HispanTv

Virus del Zika: ¿Es un mosquito modificado genéticamente el causante de la epidemia?


Los críticos de Oxitec hacen énfasis en que la zona en la que fueron liberados en 2012 mosquitos modificados genéticamente es la misma donde se inició la propagación del virus.

La dramática propagación del virus del Zika que mantiene en vilo a todo el mundo, especialmente a las mujeres, debido a los posibles daños que ocasiona en el feto durante el embarazo, podría haber sido causada por la presencia en Brasil de mosquitos modificados genéticamente (MMG).

Mientras expertos internacionales en salud han sido convocados a Ginebra para discutir el estallido y las posibles curas del virus zika, surgen preguntas sobre si los MMG estarían detrás de una epidemia que en Colombia ya ha contagiado a 20.000 personas.

A mediados de 2012, la compañía de biotecnología británica Oxitec liberó insectos modificados con el objetivo de reducir la población general del mosquito que propaga el dengue, el virus zika y el chikungunya en el noreste de Brasil.


En aquel momento surgieron preocupaciones sobre la liberación de estos mosquitos modificados genéticamente sin haber realizado más estudios sobre posibles efectos secundarios.

"Es un enfoque muy experimental que aún no ha tenido éxito y puede causar más daño que bien", advirtió en 2012 la doctora Helen Wallace, directora del instituto GeneWatch, en declaraciones a 'The Guardian'.

Los primeros casos de Zika en humanos fueron documentados en Brasil el pasado mes de mayo, estimando que a día de hoy 1,5 millones de personas estarían infectadas.

Los críticos de Oxitec recuerdan que la zona en la que fueron liberados los MMG es la misma donde se inició la propagación del virus.

Desde el inicio del brote, se han registrado en Brasil más de 4.000 casos de bebés que nacen con microcefalia.

El objetivo del programa de modificación genética de Oxitec era liberar sólo los mosquitos macho de la subespecie Aedes aegypti, conocida por ser los portadores del dengue y el zika, para que al reproducirse con la hembras portadoras de los virus, producirían crías modificadas que morirían antes de alcanzar la edad de reproducción.

Pero las voces en contra de las prácticas de Oxitec señalan que está comprobado que si los mosquitos tienen acceso al antibiótico tetraciclina, que se puede encontrar en los suelos, las aguas superficiales, y alguno alimentos, la tasa de supervivencia de los mosquitos potencialmente podría aumentar hasta un 15%, ayudando a la propagación del virus.

Actualidad RT

Policía Nacional de Colombia se tirotea con la Marina de Venezuela en la frontera


Soldado venezolano / Jose Gomez / Reuters / Reuters

De acuerdo con un comunicado de la cancillería colombiana, publicado en su página oficial, la noche del sábado 30 de enero una patrulla fluvial de la Fuerza Armada Nacional de Bolivia persiguió en la localidad de Arauquita a un grupo canoeros hasta la orilla colombiana del río Arauca, "generando un intercambio de disparos con la Policía que no dejó heridos".

El Ministerio de Relaciones Exteriores de Colombia ha destacado que el Gobierno de ese país realiza las investigaciones del caso y se ha puesto en contacto las autoridades venezolanas "a efectos de esclarecer las circunstancias en que dichos acontecimientos sucedieron y tomar las acciones a las que haya lugar". La cancillería bolivariana, por su parte, aún no ha emitido ningún comunicado al respecto.


Actualidad RT

Al menos 45 muertos y más de 100 heridos por explosiones en Damasco


El incidente se ha producido cerca de un santuario chiita situado en AlSayyid Zeinab, un suburbio de la capital siria.

Al menos 45 personas han muerto y más de cien han resultado heridas con resultado de dos explosiones en el sur de la capital siria, Damasco. Entre los heridos se encuentran muchos niños y mujeres. Según una fuente de la Media Luna Roja citada por RIA Novosti, el número de víctimas ha alcanzado las 59 personas.

Las explosiones, una de las cuales fue causada por un coche bomba, se han registrado cerca de un santuario chiita situado en AlSayyid Zeinab, un suburbio de Damasco. Según SANA, dos atacantes suicidas se inmolaron con cinturones explosivos cuando en el área apareció más gente para ayudar a los heridos poco después de la primera explosión del coche bomba. El atentado ha sido reivindicado por el Estado Islámico, informa Al Jazeera.

No es la primera vez que el santuario AlSayyid Zeinab se convierte en objeto de ataques terroristas. En ese sentido, en febrero de 2015 dos explosiones suicidas en un puesto de control cercano se cobraron la vida de cuatro personas, dejando un saldo de 13 heridos. El mismo mes, nueve personas murieron tras un ataque terrorista adjudicado por el Frente Al Nusra, en un autobús que trasladaba chiitas libaneses a AlSayyid Zeinab.

Mirar: https://youtu.be/Iax2TWH5Qtc

Actrualidad RT

Un llamado urgente en defensa del periodista palestino que está al borde de la muerte


La esposa y el hijo de Muhammad Al-Qiq se manifiestan por su libertad

Por Carlos Aznárez - Director de Resumen Latinoamericano

Por favor recuerde su nombre. Se llama Muhammad al-Qiq, tiene 33 años y se está muriendo en la cárcel cumpliendo una huelga de hambre. Es periodista y ejerce la profesión en Palestina, un territorio ocupado y horadado por la violencia del invasor israelí desde 1948. Una nación que ha sufrido todo tipo de atropellos década tras década, y que por estos días asiste a una nueva vuelta de tuerca de la represión sionista contra quienes se rebelan a su dominio. En Gaza y en Cisjordania, miles de jóvenes protestan de diversas formas, y muchos de ellos son asesinados vilmente. Otros son detenidos. Todo ello frente al silencio de la mal llamada "comunidad internacional" o la manipulación de los medios corporativos, que no es lo mismo pero es igual.

Sin embargo, no todos callan. Muhammad Al-Qiq, como haría cualquier reportero que se respete a sí mismo, venía informando día a día para el canal "Al Majd", sobre lo que veían sus ojos y sentía su cuerpo, con sólo dar un recorrido por las calles de Ramalah o de Jerusalén: niños golpeados y detenidos por arrojar piedras contra tanques, mujeres jóvenes asesinadas a las que se les “planta" un cuchillo para justificar el crimen, campos con cultivos de olivos arrasados, casas demolidas por pura venganza, ciudades como Hebrón o campos de refugiadas como Jenín, bloqueados militarmente y su población sufriendo todo tipo de humillaciones.

Precisamente, el informar con objetividad sobre la barbarie israelí, es el “ delito” por el que fue detenido y torturado Al-Qiq hace tres meses en su casa de Ramallah. Numerosas denuncias de organismos de derechos humanos palestinos e internacionales advirtieron que el periodista fue colocado en una posición conocida como la banana -con la espalda sobre una silla y atado de pies y manos por debajo de la misma--, permaneciendo en una posición forzada durante 15 horas en las que sufrió violencia sexual por parte de los interrogadores. Luego de sufrir esas sevicias lo enviaron a una de las tantas cárceles-tumbas que Israel posee para martirizar aún más a un pueblo que no está dispuesto a bajar la cabeza ante su prepotencia.

Pero hay algo más, Al-Qiq, como tantos otros palestinos y palestinas sufre un tipo de detención que se denomina “administrativa", una figura que permite a las autoridades israelíes mantener bajo custodia indefinidamente a miles de “ ospechosos" sin presentar cargos ni iniciar un proceso judicial, como hacen habitualmente las dictaduras militares. Frente a esta injusticia y convencido de que si no luchaba por su libertad su suerte estaba prácticamente echada, este joven periodista decidió ponerse en huelga de hambre el pasado 25 de noviembre, para denunciar al mundo su situación. A partir de ese momento se intensificaron las medidas represivas y de presión contra el detenido. En dos oportunidades, el 30 de diciembre y el 17 de enero, jueces sionistas prorrogaron su encarcelamiento y rechazaron la apelación presentada por los abogados del Al-Qiq. Su situación de salud comenzó a agrietarse, y en un momento las autoridades israelíes decidieron trasladarlo al centro médico de la ciudad israelí de Afula, donde el colega detenido ratificó su voluntad de continuar la huelga de hambre “hasta conseguir mi libertad”. Si esto no sucediera "estoy dispuesto a morir”, expresó.

Muhammad Al-Qiq ya lleva 64 días peleando por su dignidad, negándose a recibir vitaminas ni tratamiento médico. Quizás evocando el martirio por el que pasó hace décadas otro luchador como él, pero irlandés, llamado Bobby Sands, ha planteado claramente que no quiere que se lo alimente contra su voluntad. Pero estar preso en Israel significa bordear la orilla del infierno en la tierra, y es por eso, que le fue impuesto a Al-Qiq otra forma de tortura. Permaneció cuatro días atado de pies y manos a una cama, consciente, mientras enfermeros militares le inyectaban líquidos a la fuerza. Ahora directamente lo han amenazado con empezar alimentarlo aplicando esta metodología, algo que él y sus defensores han repudiado enfáticamente.

Desde Argentina, la tierra que vio nacer y caer en combate a otro periodista ejemplar como Rodolfo Walsh (ejemplo entre otras cosas, de solidaridad con Palestina) va este mensaje de urgencia para que en Latinoamérica y el mundo, allí donde haya personas que crean que los derechos humanos son una propuesta de autodefensa frente a la barbarie, nos movilicemos por la vida y la libertad de Muhammad Al-Qiq. Él, con su actitud valiente pone sobre la superficie un escenario en el cual miles de presos y presas palestinas, muchos de ellos niños niñas, se encuentran como rehenes de las tropas de ocupación de su pueblo.

No, no es una nota más la que estoy escribiendo, sino la expresión epistolar de un grito de impotencia frente a lo que no debería ser irreversible: SALVEMOS LA VIDA DE MUHAMMAD AL-QIQ y la de tantos hombres y mujeres palestinas que viven en estado de excepción.

Suman su firma:

Mariano Pacheco, periodista, Argentina
Leandro Albani, periodista, Argentina
Jorge Lewinger, periodista, Argentina
Nilo Cayuqueo, Argentina
Sergio Nicanoff, periodista, Argentina
María Torrellas, documentalista, periodista, Argentina
Graciela Rosemblum, presidenta de la Liga Argentina por los Derechos del Hombre, Argentina
Atilio Boron, politólogo, Argentina
Herman Schiller, periodista, Argentina
Graciela Masetti, Argentina
Luis Morado, Argentina
Graciela Ramírez, periodista, Cuba
Javier Salado, periodista, Cuba
Valeria Fariña, periodista, Venezuela
Juan Contreras, diputado y referente de la Coordinadora Simón Bolívar, Venezuela
Amílcar Figueroa, escritor, editor, Venezuela
Fernando Bossi, periodista, Venezuela
Neirlay Andrade, periodista, Venezuela
Ana Laura Pereira, documentalista gallega
Thais Rodríguez, periodista y documentalista, Venezuela

enviar adhesiones: resumen@nodo50.org

sábado, 30 de janeiro de 2016

Pentágono prepara uma nova guerra na Líbia


Há pouco menos de cinco anos depois de lançar uma guerra contra a Líbia, sob o pretexto “humanitária” de impedir um massacre supostamente iminente, os Estados Unidos e seus aliados europeus estão preparando um novo ataque militar contra o país norte Africano, rico em petróleo sob a bandeira ensanguentada da “guerra contra o terrorismo”.

No Pentágono, o secretário de imprensa Peter Cook confirmou na quarta-feira que Washington está “olhando para as opções militares” em relação à Líbia e reconheceu que as tropas de Operações Especiais dos EUA, operam numa tentativa de “ter uma noção de quem são os jogadores, que possa estar digno de apoio dos EUA e apoio de alguns dos nossos parceiros à medida que avançamos.

As declarações do porta-voz do Pentágono ecoou comentários anteriores de alto comandante militar dos EUA. “É justo dizer que nós estamos olhando para tomar uma ação militar decisiva contra ISIL [o Estado Islâmico do Iraque e da Síria], em conjugação com o processo político” na Líbia, disse o general Joseph Dunford Jr., o presidente da Junta de Chefes de Staff, disse sexta-feira passada. “O presidente deixou claro que temos a autoridade para usar a força militar”.

Quanto à presença de tropas de operações especiais, que história também não era nenhum segredo, embora em grande parte escurecida pela mídia corporativa. Uma fotografia postada na página de Facebook da força aérea da Líbia no mês passado mostrou cerca de 20 comandos americanos vestidos em roupas civis e portando armas automáticas. De acordo com a legenda, da fotografia, as forças líbias responsáveis ​​pela base aérea “recusou-se intervenção, desarmou-os e forçou a saírem da Líbia.”


Autoridades do Pentágono confirmou o incidente, ao dizer NBC News que as unidades similares nos Estados Unidos têm sido “dentro e fora da Líbia” por “algum tempo agora.”
O pretexto “direitos humanos” imposta ao público em 2011 e o pretexto de “terror” sendo empregada hoje são igualmente fraudulenta. Ambos são projetados para esconder os objetivos predatórios de intervenções militares levadas a cabo com o objetivo de impor a hegemonia dos EUA semi-colonial, sobre os países e regiões que sentam-se em cima de vastos recursos energéticos, caso da Líbia as maiores reservas de petróleo em todo o continente Africano.

É, no entanto, uma medida do crescimento ininterrupto do militarismo americano e a degradação correspondente da democracia americana que, enquanto em 2011 Obama fez um discurso televisionado à nação fornecendo suas justificativas falsas para a guerra e, em seguida, garantiu uma resolução do Conselho de Segurança da ONU como uma folha de figueira legal para a agressão, em 2016 um general Marine Corps comentou casualmente que ele tem a autoridade para lançar uma nova guerra sempre que lhe aprouver.

Em 2011, a história foi posto para fora que de longa data governante da Líbia, Muammar Gaddafi, estava à beira de realizar um massacre indiscriminado de “manifestantes políticos pacíficos” na cidade líbia de Benghazi oriental. Só a intervenção ocidental poderia salvar vidas, Obama e seus aliados da OTAN insistiu, e não havia tempo a perder.
Estas afirmações foram repetidos e amplificados por um círculo inteiro de pseudo-esquerdistas. Alguns deles, como o Partido Francês New Anti-capitalista (NPA) embelezado sobre os argumentos das potências imperialistas, insistindo que a defesa da “revolução líbia” foi a questão primordial. Nas palavras do porta-voz proeminente do NPA, Gilbert Achcar acadêmico, “Você não pode, em nome de princípios anti-imperialistas opor uma ação que irá impedir o massacre de civis.”

Da mesma forma, o professor da Universidade de Michigan Juan Cole, cujas credenciais “esquerda” resultou da sua oposição, em vez qualificado para a guerra do Iraque, declarou: “Para fazer trunfo” anti-imperialismo “todos os outros valores de uma forma irracional leva a posições francamente absurdas. “Para ênfase, ele acrescentou:” Se a NATO precisa de mim, eu estou lá".

Com esse apoio, o imperialismo dos EUA e seus aliados europeus, invocando a doutrina neocolonialista de “R2P” (responsabilidade de proteger), virou resolução da ONU que autoriza uma zona de exclusão aérea para evitar o bombardeio de Benghazi em uma carta branca para uma guerra pelo regime mudança que viu maciços bombardeios dos EUA-NATO, a morte de cerca de 30.000 líbios e assassinato de Gaddafi, em outubro de 2011.


Depois que tudo acabou, ONGs e grupos de direitos humanos, como o International Crisis Group e a Anistia Internacional, reconheceu que não havia fundamentos de fato para alegar que Benghazi tinha sido ameaçada com um “massacre”.

Nos cinco anos que se seguiram, porém, o povo líbio foi mergulhados em uma catástrofe humanitária real e infernal.Tal como muitos como dois milhões de líbios, cerca de um terço da população pré-guerra, foram forçados ao exílio na vizinha Tunísia e no Egito. Aqueles que permanecem condições catastróficas de face, com centenas de milhares deslocadas pelos combates que se desencadeou entre milícias rivais desde a derrubada de Gaddafi.

Human Rights Watch, que apoiou a guerra EUA-OTAN de 2011, informou este mês que as milícias que governam o país tem “indiscriminadamente bombardeado áreas civis, arbitrariamente, apreendidos pessoas, torturados e saqueiam, queimaram, e de outra forma destruídos bens civis em ataques que, em alguns casos, constituem crimes de guerra “. Ele acrescenta que essas forças” ataque, sequestre e desaparecem, e com força deslocar pessoas das suas casas “, enquanto” [t] ele doméstico sistema de justiça penal entrou em colapso em muitas partes do país, exacerbando o humano crise de direitos. “Milhares de líbios, bem como os estrangeiros, estão presos sem acusações ou julgamentos, muitos desde 2011, em um sistema de prisões de gerência da milícia onde a tortura é endêmica.

Ninguém, é claro, está invocando “R2P”, hoje, em condições que são indescritivelmente pior do que o que existia em Março de 2011. Pelo contrário, o pretexto para a guerra agora está sendo preparado é a luta contra o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS ), que estabeleceu uma fortaleza na cidade costeira de Sirte, a cidade natal de Gaddafi, que foi em grande parte demolida em um cerco prolongado em 2011.
Aqueles dentro do establishment político e os meios de comunicação que se preocupar que liga o crescimento do ISIS na Líbia para a intervenção dos EUA-OTAN de 2011, habitualmente apresentam o assunto como um pecado de omissão: Washington e seus aliados não conseguiram acompanhar a campanha de bombardeio com uma “nação -Construção “ocupação.

Este é, naturalmente, um deliberado disfarce para crimes muito reais que foram cometidos. ISIS não é um beneficiário acidental do caos na Líbia. Seu próprio crescimento e desenvolvimento foram intimamente ligado com a guerra dos EUA-NATO, em que milícias islamitas ligados à Al Qaeda semelhantes foram ricamente armada e financiada para servir como tropas terrestres.

Após a derrubada e assassinato de Gaddafi, esses mesmos elementos, juntamente com vastas quantidades de armas roubadas de arsenais do governo líbio, foram canalizados para a Síria como parte de um esforço orquestrado pela CIA, para alimentar uma guerra pela mudança de regime no país. Esta operação fortaleceu grandemente ISIS e roupas semelhantes, enquanto os líbios que tinham sido enviados para lutar na Síria voltou para casa, resultando em expansão do grupo islâmico ao longo da costa norte da Líbia.

Assim, a origem da suposta ameaça do terrorismo ISIS na Líbia, que é o pretexto para mais uma guerra é a sucessão interminável e crescente de intervenções militares pelo imperialismo norte-americano em si, que têm mergulhado toda a região em derramamento de sangue e caos, enquanto ameaçando acender uma conflagração global.

Bill Van Auken

Tropas europeias acusadas de abuso sexual na República Centro-Africana


O alto comissário das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, afirmou que menores sofreram supostos abusos sexuais na República Centro-Africana por soldados estrangeiros. Ele disse estar “muito alarmado” com essas acusações.

Os supostos crimes, segundo comunicado divulgado em Genebra, ocorreram principalmente em 2014, mas foram descobertos nas últimas semanas.

Uma equipe da ONU na República Centro-Africana entrevistou várias jovens que declararam ter sofrido abuso sexual pelos soldados estrangeiros.

De acordo com quatro jovens, com idade entre 14 e 16 anos no momento dos abusos, os agressores pertenciam aos contingentes da força da União Europeia (Eurofor-RCA). Três delas acreditam que os homens fazem parte do contingente da Georgia na Eufor.

A equipe da ONU também entrevistou dois irmãos, um menino e uma menina, com 7 e 9 anos, que teriam sido abusados em 2014 por membros das tropas francesas Sangaris.

A menina disse que manteve relações sexuais com soldados franceses em troca de uma garrafa de água e um pacote de bolachas. Acrescentou que assim como seu irmão, de 9 anos, outras crianças tinham sido abusadas da mesma forma e citou soldados franceses.

Essas acusações, que envolvem forças militares estrangeiras que não pertencem à ONU, tiveram lugar nos arredores e dentro do campo de deslocados internos de M’Poko, situado perto do aeroporto de Bangui.

No início de janeiro, a ONU anunciou que havia aberto investigação sobre novas acusações de abuso sexual contra soldados de três países que participam da Missão das Nações Unidas na República Centro-Africana (Minusca). As supostas vítimas são quatro meninas.

Agência Brasil

Brasil e Venezuela reforçam cooperação econômica e comercial


O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, recebeu nesta sexta-feira (29) a chanceler da Venezuela, Delcy Rodríguez, em primeira visita ao Brasil. Após encontro no Palácio Itamaraty, os chanceleres anunciaram medidas para fortalecer a cooperação econômica e comercial entre os países.

“A Venezuela é um importante parceiro econômico e comercial do Brasil. A reunião foi para avaliar os diferentes mecanismos que já existem e outros que vão ser criados para podermos aumentar os níveis de comércio”, disse Vieira.

O chanceler brasileiro anunciou a criação de um grupo de trabalho para promover a expansão e a diversificação dos fluxos de comércio e investimento, além de estimular empresas a investir nos dois países. Segundo Vieira, Brasil e Venezuela estão negociando um acordo de cooperação e facilitação de investimentos, nos moldes dos que já foram assinados com o México e com países africanos.

“E queremos concluir as negociações do memorando de entendimento para a promoção de comércio entre os dois países. Isso vai permitir a incorporação da Venezuela ao Programa brasileiro de Substituição Competitiva das Exportações e fará com que o Brasil tenha com todos os países da América do Sul esse mesmo tipo de acordo”, afirmou o chanceler brasileiro.

A ministra venezuelana também destacou o fortalecimento dos investimentos e do comércio entre os países. Delcy Rodríguez disse que o presidente Nicolás Maduro tem atuado junto ao setor produtivo para retirar travas econômicas e permitir o avanço da economia da Venezuela. “E que permita fortalecer a plataforma produtiva e, nesse sentido, sabemos que Brasil tem papel estratégico.”

Em 2015, a corrente de comércio entre Brasil e Venezuela foi de US$ 3,7 bilhões. O Brasil exporta mais do que importa, tendo registrado no ano passado saldo positivo de US$ 2,3 bilhões.

Mercosul

Mauro Vieira disse que o Brasil tem acompanhado com grande interesse o processo de adesão da Venezuela ao Mercosul, que, segundo ele, agregará contribuições energéticas e geográficas, “estendendo o Mercosul do Caribe à Terra do Fogo”.

Vieira disse ainda que o governo brasileiro está à disposição para continuar contribuindo com o fortalecimento da democracia na Venezuela e citou as eleições legislativas que ocorreram no país em dezembro do ano passado, quando os “resultados [foram] imediatamente reconhecidos pelo governo e, pessoalmente, pelo presidente Maduro”. A oposição a Maduro saiu vencedora e obteve maioria no Parlamento.

Agência Brasil

Forças terroristas sofrem baixas importantes enquanto exército avança na Síria


O Exército Árabe Sírio (forças governamentais) e forças populares da Síria retomaram uma série de montanhas estratégicas na província de Latakia (Noroeste do país) na sexta-feira.

As forças governamentais conseguiram retomar a maior parte da região Jabal al-Turkmen, matando e ferindo centenas de militantes terroristas. Há baixas sigificantes entre os terroristas também em outras regiões, informa a agência de notícias iraniana Fars.

As forças do grupo terrorista Frente al-Nusra recuaram, libertando a área para evitar mais baixas.

Na província de Deir ez-Zor, o exército sírio conseguiu repelir um ataque perpetrado por militantes. A aviação russa e síria ajudavam os militares do ar. Um hotel e a universidade local foram os alvos de outro ataque, que não ficou sem resposta decidida.

No entanto, houve na quinta-feira combates importantes entre as forças governamentais e terroristas na província de Hama (centro-oeste do país), no resultado do qual pelo menos 11 terroristas morreram e a sua sede, com os armazéns de armas e munições, foi destruída.

Uma fonte no norte de Hama informou que o exército destruíu as posições dos terroristas em Morek e perto da cidade de al-Sayyad.

Mais cedo, as tropas sírias tinham conseguido, junto com unidades de autodefesa popular, retomar a cidade de Bluzah, na província de Aleppo (norte do país).

Sputniknews

La radio de Daesh emite desde una base militar de Afganistán


Un miembro del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) anuncia la sentencia de muerte de dos civiles en la provincia iraquí de Nínive (norte).

La emisora de radio del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) emite desde una base militar extranjera de la ciudad afgana de Yalalabad, en la provincia de Nangarhar (este).

Según ha informado este sábado la agencia local de noticias Jomhornews, que cita a lugareños, la radio de los takfiríes difunde su señal desde una base extranjera situada en el aeropuerto de Nangarhar, ya que en otro caso las autoridades de Afganistán podrían evitar su transmisión.

De acuerdo con el informe, la emisora comenzó el jueves a transmitir noticias en persa y árabe, cuando al principio solamente emitía en pashtu.

La facilidad que encuentra la radio takfirí para emitir en el país asiático podría considerarse como la confirmación de las acusaciones presentadas por un miembro del Parlamento contra el Gobierno y la Inteligencia de Afganistán, observa la agencia.

Hace casi un mes, el vicepresidente primero del Parlamento afgano, Zahir Qadir, acusó a Kabul de apoyar a los extremistas de Daesh en lugar de combatir a la banda terrorista, aunque no sustentó sus afirmaciones.

El pasado mes de diciembre, la agencia afgana de noticias IRCA informó de que algunos diputados del Parlamento de Afganistán aseguran que la emisora de radio de Daesh, bautizada como “La Voz del Califato”, emite sus programas desde el Aeropuerto de Yalalabad (este), cuyas instalaciones usan de forma exclusiva la Fuerza Aérea y contratistas de Estados Unidos.

Los parlamentarios responsabilizan a Washington de la presencia de Daesh en el suelo afgano y piden al Gobierno de Afganistán que investigue el caso de la emisora de radio de los takfiríes.

bhr/mla/msf - HispanTv

EEUU reconoce el sobrevuelo de su portaaviones por un dron iraní en el Golfo Pérsico


Estados Unidos reconoce el sobrevuelo de un portaaviones estadounidense por un avión no tripulado (dron) de reconocimiento iraní en aguas internacionales del Golfo Pérsico.

Un avión no tripulado de reconocimiento táctico de Irán pudo efectuar el viernes un vuelo de reconocimiento sobre un portaaviones de EE.UU. durante la gran maniobra naval bautizada “Velayat 94”.

La Armada de Estados Unidos ha informado de que un dron iraní no armado voló a comienzos del mes en las inmediaciones de un portaaviones francés y otro estadounidense, pero no ha confirmado que se tratara del mismo incidente.

“El dron iraní estaba desarmado y no presentaba ninguna amenaza para las operaciones aéreas del portaaviones estadunidense desplegado en la zona. De hecho, no abrimos fuego contra él”, dijo el viernes la portavoz de la Armada estadounidense, Nicole Schwegman, a través de un comunicado.

Según Schwegman, el dron iraní voló cerca del portaaviones francés Charles de Gaulle y "directamente por encima" del USS Harry S. Truman el 12 de enero, estando ambos buques en aguas internacionales del Golfo Pérsico.

La portavoz estadounidense recalcó que el día del sobrevuelo iraní fue el mismo en que Irán detuvo dos embarcaciones de la Marina estadounidense y a 10 de sus miembros que habían entrado por error en aguas territoriales iraníes.

Según se puede apreciar en las imágenes captadas, el portaaviones estadounidense, con una tripulación de cinco mil personas, se percató de la presencia del dron iraní, ya que, los sistemas instalados en el navío no reaccionaron.

La televisión iraní anunció el viernes que un avión no tripulado de vigilancia había sobrevolado un portaviones estadounidense en el Golfo Pérsico y tomado fotos “precisas”, el viernes, durante el simulacro naval iraní.

“Es un signo de la valentía, experiencia y capacidades científicas de nuestros operadores de aviones no tripulados, que permitieron a nuestros hombres llegar tan cerca del barco de guerra y capturar tan bellas y precisas imágenes de las unidades de combate de las fuerzas extranjeras”, declaró el comandante de la Fuerza Naval del Ejército iraní, el contralmirante Habibolá Sayari.

En la maniobra naval Velayat 94, empezada el miércoles, está previsto que las fuerzas iraníes empleen tácticas de guerra diseñadas para defender las costas de Irán a lo largo del Golfo Pérsico y el mar de Omán de posibles enemigos, con la asistencia de aeronaves y helicópteros de la Fuerza Naval iraní dando cobertura aérea a las unidades desplegadas en el mar, a la vez que unidades lanzamisiles prueban nuevos misiles tierra-mar.

mep/mla/msf - HispanTv

Opio y coca convierten a CIA en la mayor trasnacional de la droga


Tras tres décadas de guerras, Afganistán sería un estado fallido y corrupto que apenas rebasa los límites de su capital, Kabul.

En este país, la inseguridad generalizada ha dado alas al negocio de la seguridad privada que emplearía a unos 43.000 hombres (casi 9.000 civiles habrían muerto entre el 2007 y el 2010 según refleja el informe anual de la Misión de Asistencia de las Naciones Unidas en Afganistán, (Unama).

Además, de los más de 60.000 millones de euros de ayuda económica llegados del exterior desde 2002, sólo un 12 % se habría invertido en mejorar la vida de una población (con un 42% por debajo del umbral de la pobreza y un 33% en serio riesgo de hambruna), sirviendo el resto para alimentar la corrupción o financiar los ejércitos privados (según una información de The Wall Street Journal que cita como fuente a funcionarios afganos y estadounidenses anónimos, “funcionarios afganos de alta jerarquía habrían evadido desde 2006 más de 3.000 millones de dólares a refugios financieros en el exterior").

Respecto al cultivo del opio, según el Bureau de Drogas y Crímenes de la ONU, con la llegada de EEUU se habría incrementado de forma considerable el cultivo de la adormidera, pues en el 2007, el 93% de los opiáceos del mercado mundial procedían de Afganistán y en la actualidad, la superficie de tierra dedicada a la producción de opio en territorio afgano superaría al del cultivo de la coca en América Latina, siendo el opio y la coca las principales fuentes de financiación de una CIA convertida en la mayor trasnacional de la droga. Así, desde 2004 un billón de dólares del tráfico de opio habría sido utilizado para financiar la guerra en todos los frentes, aunque hay que resaltar que los ingresos por opio de los talibanes sólo representan el 5% del montante total que genera el negocio, siendo en su mayoría blanqueado en Wall Street por organizaciones pantalla vinculadas a la CIA y al expresidente afgano Karzai, devenido en “Capo del opio”. Sin embargo, tras el final de la era Karzai luego de las elecciones presidenciales afganas del 2014, asistiremos a la formación de un Gobierno de Coalición entre pastunes y talibanes que contaría con la tutela y supervisión de EEUU para así asegurar su presencia en un país considerado por el Alto Mando de EEUU "como pieza geoestratégica vital en el rompecabezas del Oriente Medio”, (reconvertida ahora en misión de entrenamiento y asesoramiento de las Fuerzas de Seguridad afganas y adelgazada hasta los 12.000 integrantes), dentro de la estrategia de EEUU de implementar la teoría del “caos constructivo” en Oriente Medio y terminar por desestabilizar el gobierno paquistaní de Hussain.

¿Golpe de mano contra Hussain?

Aunque los talibanes han sido expulsados de algunas zonas de su bastión del sur de Afganistán, los combatientes del grupo insurgente afgano Haqqani (afín a los talibán), siguen cometiendo ataques transfronterizos desde sus bases paquistaníes situadas en la frontera oriental con Afganistán. Así, según un.org, Sirajuddin Jallaloudine Haqqani sería uno de los líderes más prominentes e influyentes, de la red Haqqani, (grupo de combatientes con estrecha cooperación tanto con los talibanes como con Al-Qaida) y habría sido uno de los principales comandantes de la red desde 2004, heredero natural del carisma y la autoridad de su padre, Jalaluddin Haqqani, comandante militar de los talibanes y ministro del régimen talibán.

Por su parte, el actual Presidente de Paquistán, Mamnoon Hussain habría sido acusado por EEUU de “tibieza en la lucha contra Al-Qaeda para lograr desbaratar las redes terroristas en Pakistán y para degradar cualquier habilidad que tengan para planear y lanzar ataques terroristas internacionales", lo que aunado con su escaso entusiasmo por “fortalecer las capacidades de contrainsurgencia de Islamabad” y su peligroso acercamiento a China hacen predecir un incierto futuro para él, por lo que no sería descartable un golpe de mano auspiciado por la CIA para lograr la balcanización de Paquistán, su debilitamiento como Estado y posterior sumisión a China, para lo que la CIA recurrirá al endémico contencioso de Cachemira que será un nuevo episodio local entre un Paquistán aliado de China y una India apoyada por Rusia, con el agravante de disponer ambos países de misiles balísticos nucleares.

El cóctel explosivo de Cahemira

Cachemira sería el paradigma perfecto de la implementación de la teoría brzezinskiniana del “caos constructivo” en la región, concepto que se basaría en la máxima atribuida al emperador romano Julio César “divide et impera”, para lograr la instauración de un campo de inestabilidad y violencia (balcanización) y originar un caos que se extendería desde Líbano, Palestina y Siria a Irak y desde Irán y Afganistán hasta Pakistán , Cachemira y Anatolia (Asia Menor) y según Fundació Solidaritat UB, Cachemira se habría convertido “en un cóctel explosivo al aunar ingredientes tan inestables como el contencioso religioso hindú-musulmán, el contencioso territorial y la guinda de los independentistas cachemires, tradicionalmente oprimidos por un Ejército Indio que tendría desplegados cerca de 300.000 soldados en Cachemira (1 soldado por cada 10 habitantes) y apoyados por ex-combatientes terroristas de Sudán, Paquistán y Afganistán, que serán liderados por el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe).


Cachemira ha supuesto un enfrentamiento endémico entre Paquistán e India que la han reclamado como suya desde la independencia de los dos Estados en 1947, (los británicos prefirieron la integración de Cachemira en la India porque les ofrecía más garantías que Pakistán para salvaguardar la frontera norte de posibles ataques soviéticos o chinos), pues la región es un punto estratégico para el control de los ríos y de los pasos fronterizos además de suponer un símbolo para la construcción de las identidades nacionales de cada Estado. Por otra parte, en 1962 estalló un enfrentamiento entre India y China por el desacuerdo chino con la línea fronteriza establecida en 1914 (Línea McMahon), tras el cual China consiguió el control de la meseta de Aksai Chin amén del Glaciar de Siachen, (territorios que la India sigue reclamando como suyos), por lo que la India mantiene desde hace años una carrera armamentística con su rival y vecino Pakistán con el objetivo inequívoco de prepararse para un nuevo enfrentamiento armado.

Así, India dispondría del misil nuclear de última generación Agni V que puede transportar una ojiva nuclear a una distancia de 5.000 kilómetros mientras Paquistán contaría con el misil balístico Hatf IV, desarrollado con la ayuda de China y capaz de transportar una ojiva nuclear y alcanzar los 900 Kilómetros , con lo que en el supuesto de un nuevo enfrentamiento armado asistiríamos al primer pulso militar Rusia-China en forma de colisión nuclear restringida al aérea geográfica indio-paquistaní, no siendo descartable la posterior extensión del “caos constructivo” al territorio chino, pues el objetivo final de EEUU sería la confrontación con la Organización de Cooperación de Shanghai (OCS), (fundada en 2001 por los Cinco de Shanghai (China, Rusia, Kazajistán, Kirgistán, Tajikistán) más Uzbekistán) y convertida junto con los países del ALBA e Irán en el núcleo duro de la resistencia a la hegemonía mundial de Estados Unidos y Gran Bretaña, teniendo a Xinjiang como escenario para sus operaciones desestabilizadoras.

El Turquestán oriental o Xinjiang (“Nueva Frontera”), fue incorporado al imperio chino en el siglo XVIII y representa el 17% de la superficie terrestre del país y el 2% de su población) y la etnia uigur de Xinjiang (de origen turco-mongol y con un total de 8.5 millones de habitantes), conserva características étnicas e islámicas que les situarían muy próxima a sus parientes de Asia central y Turquía, por lo que sería el caldo de cultivo ideal para implementar la estrategia brzezinskiniana del “choque de civilizaciones”, consistente en lograr la balcanización de China y su confrontación con el Islam (cerca de 1.500 millones de seguidores) así como secar sus fuentes de petróleo de los países islámicos del Asia Central, pues varios de los más importantes gasoductos de China pasan por Xinjiang en procedencia de Kazajstán, Turkmenistán, Uzbekistán y Rusia, lo que explicaría la importancia estratégica de dicha provincia dentro de la estrategia brzezinskiniana de lograr la total rusodependencia energética china para en una fase posterior acabar enfrentándolas entre sí y finalmente someterlas e implementar el nuevo orden mundial bajo la égida anglo-judío-estadounidense.

Escrito por Germán Gorraiz López – Analista - HispanTv

¿Por qué el Estado Islámico odia a los talibanes?


Los dos grupos terroristas no mantienen buenas relaciones, lo que, probablemente, contribuya a detener su expansión.

¿Está el Estado Islámico obsesionado con los talibanes? Y, en caso de que así sea, ¿por qué lo está? Una nueva edición de Dabiq, la revista del grupo terrorista del Estado Islámico, ofrece algunas pistas en sus páginas, repletas de muestras de rechazo hacia la ideología de los talibanes, informa 'The Diplomat'.

Thomas Joscelyn describe en Long War Journal cómo la hostilidad que el Estado Islámico muestra hacia el movimiento Talibán se deriva del hecho de que los talibanes basan su legitimidad en un estricta base étnica y nacionalista y no en un credo islámico universal.

En otras palabras, mientras el EI lucha por implantar un califato, el objetivo de los talibanes se limita a establecer un Estado afgano que sea gobernado por la ley islámica.

Sin embargo, no todos están de acuerdo con esta visión. Un terrorista entrevistado por Dabiq en la provincia de Khorasan, Afganistán, niega que los talibanes gobiernen bajo la ley islámica. "Más bien, ellos gobiernan por las costumbres tribales y juzgan de acuerdo con los deseos y las tradiciones de los pueblos. Tradiciones opuestas a la Sharia islámica", explica. Asimismo, sostiene que "el movimiento talibán nacionalista solo ejerce el control sobre algunas regiones de Afganistán".

La revista Dabiq utiliza con frecuencia el adjetivo "nacionalista" para describir a los talibanes, utilizándolo como una suerte de insulto. La lista de agravios que el Estado islámico acumula contra los talibanes "nacionalistas" es larga, y la mayor parte pasa por criticar sus alianzas con los grupos que el EI aborrece, como los chiítas y la Dirección de Inteligencia Inter-Services, una de las tres ramas principales de las agencias de Inteligencia de Pakistán.

Según 'The Diplomat', no deja de ser positivo que los grupos terroristas de gran parte de la región oriental del mundo islámico permanezcan en conflicto entre sí, ya que esto evita el fortalecimiento y la consolidación de la ideología extremista en Afganistán y Pakistán.

Asimismo, el EI tendrá dificultades para avanzar en Khorasan y, posteriormente, en otras partes de Asia Central y del Sur. De forma extraña, grupos y naciones tan dispares como Estados Unidos, Irán y los talibanes comparten la lucha contra de ellos.

Actualidad RT

¿A qué se debe el pánico del mando militar estadounidense?


Especialista observando un misil de crucero estadounidense / Wikimedia.org

La administración Obama prevé asignar un billón de dólares en los próximos 30 años para modernizar sus armas.

El Gobierno de Barack Obama, que comenzó su mandato con planes para librarse de armas nucleares, está dispuesto a gastar un billón de dólares —unos 150 % del ya abultado presupuesto anual de defensa de Estados Unidos— en los próximos 30 años para modernizar el arsenal de armas nucleares del país, escribe 'The Economist'.

El motivo de esa decisión es el que el arsenal de misiles de crucero de EE.UU. ha quedado desfasado, como ha demostrado el funcionamiento de los Kalibr rusos contra los objetivos terroristas en Siria, que ha terminado con el mito de la hegemonía de Estados Unidos en este tipo de armas de alta precisión.

El almirante William Gortney, el jefe del Comando de Defensa Aeroespacial de Norteamérica (NORAD, por sus siglas en inglés) y del Comando Norte (NORTHCOM) considera que "Rusia está avanzando hacia su objetivo, que consiste en instalar misiles de crucero de largo alcance equipados con ojivas convencionales en bombarderos pesados, submarinos y buques de guerra".

Este alto mando militar norteamericano aseguró ante el Congreso de EE.UU. que "si esta tendencia continúa, con el tiempo nos enfrentaremos a más riesgos para defendernos contra la amenaza de los misiles de crucero rusos con base en aire y mar".

Por su parte, el subdirector del centro de estudios de la potencia naval estadounidense de Hudson, Bryan McGrath, señaló que "ninguno de nuestros buques puede destruir una nave enemiga con armas convencionales si se encuentra a una distancia superior a 100 kilómetros [el alcance del misil antibuque estadounidense Harpoon]".

El único misil de crucero de la principal potencia militar del mundo es el veterano Tomahawk. Diseñado con ojiva nuclear en el apogeo de la guerra fría y, posteriormente, armado con una ojiva convencional, este modelo ha protagonizado la mayoría de las campañas aéreas estadounidenses desde la primera guerra del Golfo.

El plan para desarrollar el sucesor de largo alcance del Tomahawk es el elemento clave del plan de la administración Obama. La razón es que este misil subsónico tarda alrededor de tres horas en volar a su rango máximo y, en función de la capacidad de las naves enemigas y de los avances tecnológicos, ha quedado algo obsoleto. Las opciones para mejorar esta arma son aumentar drásticamente su velocidad y dotarla de un nuevo sistema de guiado, según explica el portal de defensa ruso Novosti VPK (Noticias del complejo militar-industrial).

Actualidad RT

¿Libertad de navegación o acción ofensiva? EE.UU. sigue desafiando a China en aguas en disputa


"Vamos a seguir hasta navegar libremente en el mar de la China Meridional como lo hacemos en todo el mundo", afirma el jefe del Comando del Pacífico de EE.UU.

Washington seguirá desafiando las reivindicaciones territoriales de Pekín en las aguas en disputa del Mar de la China Meridional, según aseveró este miércoles el jefe del Comando del Pacífico de EE.UU., el almirante Harry Harris, reporta el portal Breaking Defense.

Harris se mostró firme y aseguró que la Marina de su país continuará realizando operaciones marítimas en una región cargada de tensión al igual que hizo en octubre. Entonces un destructor estadounidense navegó cerca de islas artificiales que China está construyendo en las aguas en disputa.

EE.UU. apela a la "libertad de operaciones de navegación" para justificar sus acciones. "En general, vamos a seguir hasta navegar libremente en el mar de la China Meridional como lo hacemos en todas las partes del mundo", señaló Harris. El representante militar estadounidense aseguró que en el mar de la China Meridional habrá más presencia de buques de "cada vez mayor complejidad y alcance".

Además, el alto representante militar insistió que la presencia militar estadounidense ha ayudado al derecho internacional. "Creo que la operación Lassen impugnó algunos aspectos de las alegaciones de China", afirmó. "Por ejemplo, la obligación de dar aviso previo antes de dar un paso inofensivo", precisó.

A finales de octubre la Armada de EE.UU. envió el destructor USS Lassen a las aguas del mar de la China Meridional. El buque de guerra permaneció a unos 22 kilómetros de los arrecifes de Subi y Mischief, que forman parte de las disputadas islas Spratly.

Como respuesta, las autoridades del país asiático convocaron al embajador de EE.UU. por el paso de su destructor, subrayando que las acciones de EE.UU. eran una amenaza para "la soberanía e intereses de la seguridad de China" y dañaban "la paz y la estabilidad regionales".

Actualidad RT

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Latino-americanos querem substituir OEA pela CELAC


A Quarta Reunião de Cúpula da CELAC (Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos), realizada em Quito na quarta-feira, 27 de janeiro de 2016, foi marcada pela apresentação de diversas propostas de integração regional. Uma das propostas de maior repercussão foi apresentada pelo anfitrião do encontro, o Presidente Rafael Correa, do Equador.

Correa propôs a seus colegas chefes de governo e estado que a CELAC substitua a OEA (Organização dos Estados Americanos) como órgão representativo dos interesses dos países latino-americanos e caribenhos. Rafael Correa foi além, afirmando que a OEA representa os objetivos dos Estados Unidos e, assim, este país deve ficar de fora da nova estrutura. A proposta de Rafael Correa foi analisada pelo Professor de Relações Internacionais Jonuel Gonçalves, da Universidade Federal Fluminense.

Para o especialista, a abordagem desta questão já era esperada:
“A exclusão dos Estados Unidos da representação dos países das Américas já estava subentendida desde que a CELAC foi criada em 2010. É uma tentativa de sair um pouco daquele círculo vicioso da OEA que, de fato, era um instrumento de política exterior dos Estados Unidos e, embora tenha se democratizado, ficou com muitas marcas anteriores, ou seja, o governo americano tem muita dificuldade em desmentir sua política anterior. A CELAC foi criada para libertar os demais países das Américas da influência dos Estados Unidos sobre a Organização dos Estados Americanos. Isso, no entender de alguns dos fundadores, não excluía a possibilidade de a OEA continuar funcionando, de que as Américas, incluindo Estados Unidos e Canadá, continuassem a ter um órgão representativo e que a CELAC funcionasse mais como elemento de defesa da América Latina e do Caribe, como força de pressão para democratizar e atualizar a OEA. Tornou-se evidente que todo o sistema pan-americano deve ser revisto, reexaminado, e os Estados Unidos têm de pensar seriamente não só na revisão de sua política internacional mas, sobretudo, nos seus vizinhos. É uma tarefa que já não vai incumbir ao Presidente Barack Obama mas a quem vier a substituí-lo.”

Na opinião do Professor Jonuel Gonçalves, a possível exclusão dos Estados Unidos deste órgão representativo poderá afetar um outro país da América do Norte:
“Geralmente só se fala no afastamento dos Estados Unidos mas este processo acabaria envolvendo também o Canadá. O Presidente da Bolívia, Evo Morales, é favorável à mesma tese e o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, também. O governo anterior da Argentina, da Presidente Cristina Kirchner, também era favorável a um grande reforço da CELAC ainda que em prejuízo da OEA, o que se acentuou quando começou o litígio entre Buenos Aires e Washington sobre o congelamento de bens da Argentina. O governo argentino considerava que a diplomacia norte-americana estava muito agressiva em relação aos demais países das Américas. Com a mudança de governo na Argentina, eu não sei qual será a posição do atual Presidente, Maurício Macri, que procura manter boas relações com Washington.”

Para o Professor Jonuel Gonçalves, a OEA se tornou anacrônica:
“A entidade parou no tempo, e está mais atrasada e do que diversas organizações que têm sido criadas na Ásia, todas dotadas de muita atualidade, e muita capacidade de atuação. Não é de se excluir a hipótese que, no quadro de uma grande negociação do sistema pan-americano, chegue-se à conclusão de que a OEA já faz parte da história e nada mais.”

Sputniknews

Galeria de bandidos do FMI: vigaristas, violadores e trapaceiros


por James Petras

O FMI é a principal organização monetária internacional cujo objetivo público é manter a estabilidade do sistema financeiro global através de empréstimos relacionados com propostas a promover a recuperação econômica e o crescimento.
Na realidade, o FMI tem estado sob o controlo dos EUA e dos estados da Europa Ocidental e as suas políticas têm sido concebidas para aumentar a expansão, o domínio e os lucros das suas principais empresas multinacionais e instituições financeiras.
Os EUA e os estados europeus praticam uma divisão de poderes: os diretores executivos do FMI são europeus; os seus homólogos no Banco Mundial (BM) são norte-americanos.
Os diretores executivos do FMI e do BM funcionam em estreita ligação com os seus governos e, em especial, com os departamentos do Tesouro, para decidir prioridades, para decidir quais os países que vão receber empréstimos, quais as suas condições e quanto.
Os empréstimos e condições estabelecidos pelo FMI são estreitamente coordenados com o sistema bancário privado. Quando o FMI assina um acordo com um país devedor, isso é um sinal para que os grandes bancos privados emprestem, invistam e avancem com uma série de transações financeiras favoráveis. Pelo acima exposto, pode-se deduzir que o FMI desempenha o papel de comando geral para o sistema financeiro global.
O FMI abre o caminho para os principais bancos conquistarem os sistemas financeiros dos estados vulneráveis em todo o mundo.
O FMI assume o fardo de fazer todo o trabalho sujo através da sua intervenção. Isto inclui a usurpação da soberania, a exigência de privatizações e a redução das despesas sociais, dos salários e das pensões, assim como a garantia da prioridade do pagamento da dívida. O FMI atua como uma ‘cortina’ dos grandes bancos, desviando a crítica política e o desassossego social.
Diretores executivos como capangas
Que espécie de pessoas têm os bancos como diretores executivos do FMI? A quem confiam a tarefa de violar os direitos de soberania dum país, de empobrecer o seu povo e de corroer as suas instituições democráticas?
A lista inclui um vigarista financeiro condenado; a atual diretora, que está a ser julgada por acusações de má utilização de fundos públicos, enquanto ministra das Finanças; um violador; um defensor da diplomacia da canhoneira e o promotor do maior colapso financeiro na história de um país.

Diretores executivos do FMI em tribunal

A atual diretora executiva do FMI (julho 2011-2015), Christine Lagarde, está a ser julgada em França, por negligência quanto a um pagamento de 400 milhões de dólares ao magnata Bernard Tapie, quando era ministra das Finanças no governo do presidente Sarkozy.
O anterior diretor executivo (novembro 2007-maio 2011), Dominique Strauss-Kahn, foi forçado a demitir-se depois de ser acusado de violar uma empregada de quartos num hotel de Nova Iorque e foi posteriormente preso e julgado por proxenetismo na cidade de Lille, em França.
O seu antecessor, Rodrigo Rato (junho 2004-outubro 2007), era um banqueiro espanhol que foi preso e acusado de evasão fiscal, escondendo ?27 milhões de euros em 70 bancos ultramarinos e defraudando milhares de pequenos investidores a quem convenceu a pôr dinheiro num banco espanhol, o Bankia, que foi à falência.
O seu antecessor, alemão, Horst Kohler, demitiu-se depois de ter afirmado uma verdade inadmissível – nomeadamente, que a intervenção militar ultramarina era necessária para defender os interesses económicos alemães, como vias de comércio livre. Uma coisa é o FMI agir como instrumento dos interesses imperialistas, outra coisa é um executivo do FMI falar sobre isso publicamente!
Michel Camdessus (janeiro 1987-fevereiro 2000) foi o autor do “Consenso de Washington”, a doutrina subjacente à contra-revolução neoliberal global. O seu mandato assistiu ao apoio e financiamento de alguns dos piores ditadores da época, incluindo as suas fotos com o general Suharto, o homem forte e o assassino de massas da Indonésia.
Com Camdessus, o FMI colaborou com o presidente da Argentina, Carlos Menem, na liberalização da economia, na desregulamentação dos mercados financeiros e na privatização de mais de mil empresas. As crises, que se seguiram, levaram à pior depressão da história da Argentina, com mais de 20 mil falências, 25% de desemprego e taxas de pobreza acima dos 50% em bairros da classe trabalhadora… Camdessus, posteriormente, lamentou os seus “erros políticos” em relação ao colapso da Argentina. Nunca foi preso ou acusado de crimes contra a humanidade.

Conclusão

O comportamento criminoso dos executivos do FMI não é uma anomalia nem obstáculo para a sua seleção. Pelo contrário, foram escolhidos porque refletem os valores, os interesses e o comportamento da elite financeira global: vigarices, evasão fiscal, suborno, transferências em grande escala de riqueza pública para contas privadas, são a norma para a instituição financeira. Estas qualidades adequam-se à necessidade que os banqueiros têm de confiar nos seus homólogos “sósias” no FMI.
A elite financeira internacional precisa de executivos no FMI que não hesitem em usar padrões duplos e que passem por alto as grosseiras violações dos procedimentos usuais. Por exemplo, a atual diretora executiva, Christine Lagarde, empresta 30 mil milhões de dólares ao regime fantoche na Ucrânia, apesar de a imprensa financeira descrever com grande pormenor como os oligarcas corruptos roubaram milhares de milhões, com a cumplicidade da classe política ( Financial Times, 12/21/15, pg. 7). A mesma Lagarde muda de regras quanto ao reembolso da dívida [NR] , permitindo que a Ucrânia não cumpra o pagamento da sua dívida soberana à Rússia. A mesma Lagarde insiste que o governo grego de centro-direita reduza ainda mais as pensões na Grécia, abaixo do nível de pobreza, levando a que o regime acomodatício de Alexis Tsipras apele ao FMI para se manter fora do resgate ( Financial Times, 12/21/15, pg.1).
Evidentemente, o corte selvagem dos padrões de vida, que os executivos do FMI decretam por toda a parte, não deixa de estar ligado à sua história pessoal criminosa. Violadores, vigaristas, militaristas, são as pessoas certas para dirigirem uma instituição que empobrece 99% e enriquece 1% dos super-ricos.

Resistir

Líbia: violência imperialista é item que nunca falta


Violência imperial é item que nunca falta.

Depois que os EUA mentiram ao Conselho de Segurança da ONU sobre ameaças que Ghaddafi teria feito contra “manifestantes” em Benghazi, o CS-ONU permitiu o uso da força para proteger os tais “manifestantes” Rússia e China abstiveram-se de votar, em vez de vetar a resolução.

Os EUA e seus aliados da OTAN deram uso criminoso à resolução da CS-ONU. Armaram os tais “manifestantes”, bombardearam o país até reduzir a Líbia a um monte de escombros e assassinaram as principais figuras do estado líbio, inclusive o coronel Muhammar Ghaddafi.

Foi quando a secretária de Estado, o monstro La Clinton, zombou desavergonhadamente (vídeo): “Fomos, vimos, ele morreu”.
Aquela resolução do CS-ONU é a razão pela qual o presidente Medvedev da Rússia não pôde concorrer a um segundo mandato. E Putin assumiu.
Putin, hoje presidente – naquele momento era primeiro-ministro e só cuidava de política interna – disse que, lendo aquela Resolução do CS-ONU, encontrou tais buracos no modo como o texto foi redigido, que por eles podia passar um exército inteiro. Medvedev cometeu erro gravíssimo, ao deixar que passasse. Medvedev sair e Putin entrar no comando da política exterior da Rússia foi o único resultado positivo do ataque da OTAN contra a Líbia.

Agora, os EUA querem outra vez atacar a Líbia:
O general Joseph Dunford Jr., comandante do Estado-maior das Forças Armadas dos EUA, disse a jornalistas na 6ª-feira, que funcionários militares estavam “considerando empreender ação militar decisiva” contra o Estado Islâmico, ou ISIS, na Líbia, onde funcionários ocidentais estimam que o grupo terrorista mal chegue a 3 mil homens.
Funcionários do governo Obama dizem que a campanha na Líbia pode começar em semanas. Adiantam que será conduzida com o auxílio luxuoso de um punhado de aliados europeus, dentre os quais Grã-Bretanha, França e Itália.

Será como sempre: bombardeio, forças especiais dos EUA em solo, combatentes alugados no local e treinados pelos militares dos EUA ou por empresas privadas, os quais imediatamente depois se converterão em esquadrões (locais) da morte e aterrorizarão a população (local).
O caos é total na Líbia, como era previsível e foi previsto aqui , quando começou o ataque contra a Líbia. Há incontáveis grupos armados e dois parlamentos, e dois semigovernos, um do leste, outro no oeste. A ONU bem que tentou criar um terceiro, de unidade, mas falhou:
O parlamento líbio internacionalmente reconhecido votou na 2ª-feira e rejeitou um governo de unidade proposto sob um plano apoiado pela ONU para resolver a crise política e o conflito armado. (…) Desde 2014, a Líbia têm dois parlamentos e dois governos, um com sede em Trípoli e o outro no leste. Ambos são apoiados por alianças pouco estáveis de grupos armados e ex-rebeldes que ajudaram a derrubar Muanmar Gaddafi in 2011.

Muitos dos “rebeldes” que foram pagos pelo Qatar e outros para derrubar o governo da Líbia são islamistas. Muitos partiram da Líbia para a Síria para combater contra o governo sírio e os EUA ajudaram a fornecer armas da Líbia para aqueles terroristas estrangeiros na Síria.
É improvável que o real interesse dos EUA seja agora combater contra os poucos combatentes do Estado Islâmico que restam na Líbia. A maioria dos seguidores do Estado Islâmico na Líbia são locais que não participaram dessa ou de daquela gangue islamista. Os EUA querem todo o país sob seu controle, mas só conseguiram até agora, no máximo metade do ‘projeto’:
As forças armadas aliadas do governo ocidental são lideradas pelo general Khalifa Haftar, ex-aliado de Gaddafi. Também combateu contra militantes islamistas na cidade oriental de Benghazi e converteu-se em uma das figuras mais controversas da Líbia, com forte apoio do ocidente, mas desprezado por forças aliadas do governo em Trípoli.

Haftar esteve ao lado de Ghaddafi mas foi ostracizado depois de um fracasso na guerra com o Chade. Por volta de 1990, tentou derrubar Ghaddafi, mas o golpe fracassou. Haftar mudou-se então para os EUA, ganhou cidadania norte-americana e trabalhou para aCIA. Em 2011 estava de volta à Líbia, outra vez tentando derrubar Ghaddafi.
Em 2011, os EUA fracassaram na tentativa de impor um governo-fantoche na Líbia. E agora volta a fazer outra tentativa para controlar todo o país e todos os seus muitos recursos. Implantado na Líbia os EUA podem subjugar vários países no norte da África.
É fácil ver que aí está o projeto de mais e mais guerras, mais terror e mais refugiados que terão de abandonar a própria terra e a própria casa. Violência imperial é item que nunca falta.*****
Moon of Alabama

Nota da Redação:
Se ninguém se lembra ou a imprensa marrom fingiu que não entendeu, no dia que Obama autorizou que a Otan bombardeasse a Líbia, ele estava no Brasil, (a convite não sabe-se de quem, com promoção da Rede Esgoto de Televisão), dentro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 20 de março de 2011, quando no intervalo do discurso, atendeu uma ligação e ao vivo, autorizou o ataque da Otan àquele país africano.

Mas o que Bobama queria, deu errado! Ele presumia que Lula o receberia no Rio e estaria no teatro com ele e que, a forma de autorizar a invasão da Líbia em nome da’ democracia’, ao lado de Lula, (uma liderança política da América do Sul na época), daria maior legitimidade ao ato criminoso!
Todavia, Lula um vacinado de esquerda e anti-imperialista, manteve-se bem distante, preferindo afazeres com a família em São Paulo, do que reunir-se com um espertinho.

Naval Brasil

Macri vai incendiar a Argentina


Em seu arrivismo neoliberal, o presidente Mauricio Macri está brincando com fogo e pode incendiar a Argentina em curto espaço de tempo. A cada dia, nestes quase dois meses de governo, o empresário mafioso adota uma medida antipopular e provoca a conhecida rebeldia dos argentinos. Nesta quarta-feira (27), ele anunciou o fim dos subsídios para a energia elétrica, o que aumentará a conta de luz em até 350%. A decisão foi anunciada com arrogância como mais um passo para enterrar o "populismo" da ex-presidenta Cristina Kirchner e para garantir a "austeridade fiscal", tão ao gosto dos banqueiros e dos ricaços que financiaram a sua apertada vitória eleitoral em novembro do ano passado.

Segundo o novo governo, o corte reduzirá o déficit público e viabilizará o pagamento dos títulos da dívida aos rentistas. O Ministério da Fazenda, controlado por banqueiros, argumenta que os subsídios "kirchneristas" abocanham cerca de 4% do PIB. A meta é reduzir esse índice para 1,5% ainda neste ano. O aumento da conta de luz, porém, vai pressionar a inflação, sabotando a principal bandeira de campanha de Mauricio Macri. Até os chamados "analistas do mercado", porta-vozes dos banqueiros, já avaliam que com a medida a inflação passará dos 30% neste ano. As maiores vítimas desta alta inflacionária serão os trabalhadores, que já prometem greves pela reposição salarial a partir de março.

Conhecido por seu autoritarismo, o novo presidente tende a rechaçar as pressões com mais violência. Após 12 anos sem cenas de repressão, a Argentina voltou a ser palco de bombas de gás, cassetetes e tiros da polícia. Servidores públicos demitidos - mais de 15 mil - foram baleados e críticos das medidas antipopulares já foram presos - como a líder camponesa Milagro Sala, deputada do movimento Tupac Amaru. Centenas de decretos de "urgência" também foram baixados de forma autoritária, como o que impôs dois ministros para a Suprema Corte de Justiça e extinguiu as duas agências de regulação dos meios de comunicação. O império midiático do Clarín aplaudiu as medidas ditatoriais, mas a rejeição popular nas ruas já se fez sentir, com enormes manifestações de protestos.

Em entrevista ao site espanhol 'Rebelión', o economista Cláudio Katz avalia que Mauricio Macri terá dificuldades para encerrar seu mandato. "Em seu primeiro mês, Macri confirmou que encabeça um típico governo de direita, que funciona com ajustes e repressão. Terminada a campanha eleitoral, os chamados à concórdia sumiram e a cada dia despertamos com um novo pesadelo. O mais grave são as demissões, que já somam mais de 15 mil servidores públicos. Com a alta da inflação nestas primeiras semanas do ano, a situação vai se agravar... Há uma campanha oficial para facilitar demissões porque o governo sabe que estrategicamente somente com um desemprego maior ele poderá lograr uma forte recomposição dos lucros dos empresários".

"Há um cenário de repressão que explica porque Macri governa por decreto. O homem que falava em concertação, diálogo e consenso, não para de baixar decretos. Demissões e repressão necessitam de um governo autoritário... Este é um governo das classes capitalistas de forma descarada. Os que hoje remarcam os preços são gerentes que estavam no setor privado e que hoje controlam a administração pública... É um governo da classe dominante de forma explícita e descarada". No cenário desenhado pelo economista Cláudio Katz, fica a pergunta: quanto tempo vai durar o reinado do mafioso Mauricio Macri? A conferir!

Altamiro Borges em seu blog

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Macri retira subsídios de Cristina, e conta de luz subirá 350% na Argentina

O presidente argentino, Mauricio Macri, começou a retirar os subsídios que foram implementados na economia do país por sua antecessora, Cristina Kirchner.
A medida vinha sendo tratada desde a campanha eleitoral, no ano passado. O primeiro corte se dará na energia, com um aumento de cerca de 350% na conta de luz a partir de fevereiro.
A medida deverá pressionar a inflação, um dos grandes problemas de Macri.
Em 2015, os preços avançaram 26,9% apenas em Buenos Aires. Para este ano, o governo projeta que subam entre 20% e 25%. Economistas, porém, preveem que, com a redução dos subsídios, a inflação passará dos 30%.

Maduro critica “injerencia” de Argentina en los asuntos internos de Venezuela


El presidente venezolano, Nicolás Maduro, vuelve a rechazar la injerencia de Buenos Aires en los asuntos internos de su país, esta vez, en voz de la vicepresidente argentina.

Después de que Mauricio Macri, como nuevo presidente de Argentina, diera un cambio significativo a las anteriores fuertes relaciones con Venezuela, ambos países se han enzarzado en un nuevo cruce de críticas y tensiones bilaterales.

El más reciente ocurrió el miércoles en la ciudad de Quito (capital de Ecuador), donde la vicepresidenta de Argentina, Gabriela Michetti, en un un encuentro a puerta cerrada, cuestionara a Maduro por la situación de los derechos humanos en el país bolivariano.

De hecho, la critica de Michetti se enmarca en la postura de la Administración de Macri, que aboga por varios presos políticos venezolanos, en particular por el líder opositor Leopoldo López. “Es necesario superar algunas prácticas del Gobierno (venezolano) contrarias a la defensa de los derechos humanos”, opinó Michetti en ese encuentro previo a la IV Cumbre de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac).

Según informan medios locales, ante las afirmaciones de la vicepresidenta argentina, Maduro igual que otros funcionarios de su Gobierno que ya se habían pronunciado en contra de la “ilegitima injerencia macrista", urgió a Argentina a “no involucrarse en los asuntos internos del Estado venezolano”.

En tono subido, el mandatario venezolano rechazó y denunció además las anteriores declaraciones de su par argentino a favor de la liberación de los presos políticos en Venezuela, en particular el dirigente opositor López, condenado a casi 14 años de prisión por incitar a la violencia y infligir daños a la propiedad en las marchas de febrero de 2014, en las que murieron decenas de personas.

El caso del líder opositor venezolano así como otros políticos encarcelados por su vinculación con las violentas manifestaciones antigubernamentales, ha sido objeto de críticas por parte de las autoridades argentinas desde que se instalaron en diciembre en la Casa Rosada.

El mandatario venezolano había anticipado que pedirá en IV Cumbre de Celac cese de injerencia contra Gobiernos de América Latina, en clara alusión a las posturas del nuevo Gobierno argentino y las declaraciones del presidente del Gobierno español en funciones, Mariano Rajoy, quien hace poco criticó a Venezuela en la misma línea que el conservador Macri.

mpv/ncl/hnb - HispanTv

Gran mufti saudí reconoce que leyes de EIIL y Arabia Saudí son similares


El gran mufti saudí Adel al-Kalbani (segundo desde izquierda).

Un gran muftí saudí reconoce que Arabia Saudí y el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) tienen una ideología idéntica y siguen la misma línea de pensamiento salafista.

“Seguimos la misma ideología de EIIL pero la aplicamos de una manera más refinada (…) ellos sacan sus ideas de lo que está escrito en nuestros propios libros, de nuestros propios principios”, afirmó el sheij Adel al-Kalbani durante una entrevista con el canal emiratí MBC, según informó el miércoles el instituto de ideas Integrity, con sede en el Reino Unido.

Al-Kalbani aseguró que las atrocidades que comete Daesh están totalmente permitidas y en consonancia con las practicas salafistas y recordó que la ideología de dicho grupo extremista tiene sus raíces en Arabia Saudí.

Por ello, afirmó el muftí, Arabia Saudí no critica la ideología salafista, en la que se basa Daesh para justificar sus crímenes.

A su juicio, la decapitación y ejecución de periodistas y ciudadanos occidentales por parte de Daesh es totalmente admisible dado que estos actos forman parte de las órdenes religiosas (fatwa) salafistas.


Ejecución de una mujer en Arabia Saudí


“Su sangre fue derramada según fatwas de las enseñanzas salafistas”, dijo Al-Kalbani, en alusión a la decapitación del periodista estadounidense James Foley a manos de un verdugo de Daesh.

Mencionó también que las agencias de inteligencia de otros países, sin nombrar ninguna, proveen apoyo armamentístico y de logística a Daesh y alegó que algunas de estas ayudaron a dicha banda takfirí desde sus inicios cuando necesitaba respaldo financiero.

Desde el primer momento que el grupo takfirí consiguió atraer la atención mundial por sus atrocidades y rápidos avances en Irak y Siria, un gran número de personajes políticos, analistas y funcionarios, entre otros, han señalado las muchas similitudes entre el régimen de Riad y Daesh.

Uno de los más recientes ha sido una publicación del diario estadounidense The New York Times que consideró a Arabia Saudí como la versión “blanca” de la banda extremista EIIL dado que los saudíes igual que Daesh, decapitan, asesinan, lapidan y cortan las manos a la gente.

hgn/ncl/hnb - HispanTv

Caza ruso intercepta avión espía de EEUU sobre mar Negro


Caza Sujoi Su-27 de la Fuerza Aérea del Ejército ruso.

Un avión de combate de Rusia interceptó un avión espía de EE.UU. que sobrevolaba el mar Negro, según el Departamento de Defensa estadounidense.

La teniente Michelle L. Baldanza, portavoz del Departamento de Defensa de EE.UU., dijo el jueves a la cadena local Fox News que el avión estadounidense estaba en su ruta de vuelo regular en el espacio aéreo internacional sobre el mar Negro, cuando el caza ruso Su-27 lo interceptó de “una manera insegura y poco profesional”.

Añadió que todos los detalles del incidente serán estudiados e investigados profundamente para aclarar el evento a fin de evitar el aumento de posibles tensiones.

De acuerdo con Fox News, el Pentágono mantuvo en la misma jornada una videoconferencia con los funcionarios militares rusos para discutir la seguridad del vuelo sobre Siria “para evitar (posibles) accidentes y confrontaciones no deseados entre la coalición anti-Daesh y las fuerzas rusas (…)”, indicó el portavoz del Pentágono, Peter Cook.

En este contexto, Baldanza aseveró que las partes no abordaron la intercepción “amateur” durante la videoconferencia.

Por su parte, el portal Washington Free Beacon informó que el caza ruso se acercó a 6 metros del avión de reconocimiento estadounidense RC-135 que sobrevolaba el lunes el mar Negro.

Un funcionario familiarizado con los detalles del incidente, citado por la fuente, añadió que el empujón provocado por el Su-27 interrumpió la controlabilidad de la RC-135.

El pasado mes de junio, la Armada norteamericana reveló un video en el que un caza ruso tipo SU-24 forzó al destructor USS Ross a retirarse hasta las aguas neutrales en el este del mar Negro por su comportamiento “provocador”.

Desde el aumento de tensiones entre Washington y Moscú debido a la crisis de Ucrania, EE.UU. y sus aliados en la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) han reforzado sus actividades cerca de las fronteras marítimas rusas.

alg/ctl/rba - HispanTv