quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Qual é o projeto para Israel na Argentina ?


Proprietário de 175 sociedades, entre as quais cadeias de restaurantes e o clube de futebol Tottenham —auto-proclamado «Exército de Yid»—, o muitíssimo discreto bilionário Joe Lewis especula no mercado de divisas em parceria com o seu amigo George Soros.

Thierry Meyssan

As autoridades argentinas interrogam-se sobre a compra maciça de terras por um bilionário britânico na Patagónia e as «férias» que dezenas de milhares de soldados israelitas passam nas suas propriedades.

Rede Voltaire

No século XIX, o governo britânico hesitara em instalar Israel no Uganda actual, na Argentina ou na Palestina. Com efeito, a Argentina era então controlada pelo Reino Unido e, por iniciativa do barão francês Maurice de Hirsch, tinha-se tornado uma terra de acolhimento para os judeus fugindo dos pogroms da Europa Central.

No século XX, após o golpe de Estado militar contra o General Juan Perón, presidente democraticamente eleito do país, uma corrente anti-semita desenvolveu-se no seio das Forças Armadas. Ela difundiu um folheto acusando o novo Estado de Israel de preparar uma invasão da Patagónia, o «Plano Andinia».

Parece, hoje em dia, que se a extrema-direita argentina tinha exagerado os factos nos anos 70, havia, afinal, um projecto de implantação (e não invasão) na Patagónia.

Tudo mudou com a guerra das Malvinas em 1982. À época, a Junta Militar argentina tenta recuperar as ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul, ocupadas do seu ponto de vista, desde há um século e meio, pelos Britânicos. A ONU reconhecia a legitimidade da reivindicação argentina, mas o Conselho de Segurança condena o recurso à força para recuperar esses territórios. A parada é alta porque as águas territoriais desses arquipélagos dão acesso a todas as riquezas do continente antárctico.


No fim desta guerra, que causou mais de um milhar de mortos (os números oficiais britânicos são largamente sonegados), Londres impõe um Tratado de paz particularmente duro a Buenos Aires. As suas Forças Armadas são limitadas à expressão mais simples. Acima de tudo, o contrôlo do espaço aéreo do Sul do seu território e da Antárctica são-lhe retirados em benefício da Royal Air Force, e elas devem informar o Reino Unido de todas as suas operações.

Em 1992 e 1994, dois misteriosos atentados, particularmente mortíferos e devastadores, destroem sucessivamente a embaixada de Israel e a sede da associação israelita AMIA. O primeiro sucede quando os chefes de antena da Inteligência israelita na América Latina acabavam de sair do edifício. O segundo dá-se no contexto das pesquisas conjuntas egípcio-argentinas para os mísseis balísticos Condor. Na mesma altura, a principal fábrica dos Condor explode, enquanto os filhos dos Presidentes Carlos Menem e Hafez al-Assad morrem acidentalmente. As diversas investigações darão lugar a uma sucessão de manipulações.

Depois de ter citado a Síria, o Procurador Alberto Nisman volta-se contra o Irão que ele acusa de ter comanditado os dois atentados e contra o Hezbolla que os teria executado. A antiga Presidente peronista Cristina Kirchner é acusada de ter negociado o fim das acusações contra o Irão em troca de preços vantajosos no petróleo. O Procurador Nisman é encontrado morto no seu domicílio e a Presidente Kirchner é inculpada por alta traição. No entanto, na passada semana um golpe de teatro destrói tudo o que se julgava saber : o FBI norte-americano revela análises de ADN que atestam a ausência entre as vítimas do presumível terrorista e a presença de um corpo nunca identificado. Ao fim de 25 anos, não se sabe nada sobre estes atentados.

No século XX, aproveitando as vantagens que lhes confere o Tratado da guerra das Malvinas, o Reino Unido e Israel montam um novo projecto na Patagónia.

O bilionário britânico Joe Lewis adquire imensos territórios no Sul argentino e mesmo no Chile vizinho. As suas propriedades cobrem várias vezes o tamanho do Estado de Israel. Elas estão situadas na Terra do Fogo, no extremo Sul do continente. Elas rodeiam nomeadamente o Lago [1] impedindo agora o seu acesso ao lago, apesar de uma decisão judicial em contrário.

Um aeroporto privado, tendo uma pista de aterragem (aterrissagem-br) de 2 quilómetros, foi preparado pelo bilionário para receber aviões de transporte civis e militares.

Desde a guerra das Malvinas, o exército israelita organiza «campos de férias» (sic) para os seus soldados na Patagónia. Anualmente, são agora de 8 à 10. 000, de entre eles, os que vêm passar duas semanas nas terras de Joe Lewis.

Se nos anos 70, o exército argentino tinha vigiado a construção de 25. 000 alojamentos (vazios) que deram origem ao mito do plano Andinia, hoje em dia teriam sido construídos centenas de milhar.

É impossível verificar o estado de andamento das obras, sendo estas terras privadas e neutralizando o Google Earth as fotografias de satélite da zona, tal como faz com as instalações militares da Aliança Atlântica.

O vizinho Chile cedeu uma base de submarina a Israel. Aí foram escavados túneis para permitir sobreviver ao inverno polar.

Os Índios Mapuche que povoam a Patagónia, tanto argentina como chilena, tiveram a surpresa de ficar a saber da reactivação, em Londres, da Resistencia Ancestral Mapuche (R. A. M.), uma misteriosa organização reivindicando a independência. Primeiro acusada de ser uma antiga associação recuperada pelos Serviços Secretos Argentinos, a RAM é hoje em dia considerada pela esquerda como um legítimo movimento secessionista, mas pelos líderes Mapuche como uma iniciativa financiada por George Soros.

A 15 de Novembro de 2017, a Marinha (Argentina-ndT) perdeu todo o contacto com o submarino ARA San Juan, que finalmente foi declarado afundado no mar. É um dos dois submarinos diesel-elétricos TR 1700 que constituíam o orgulho do pequeno Exército argentino. A Comissão Preparatória da Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBTO) anunciou ter registado um fenómeno acústico inabitual no Atlântico, na proximidade da zona de onde o San Juan tinha enviado o seu último sinal. O governo finalmente admitiu que o submarino efectuava uma «missão secreta» não especificada, da qual Londres havia sido informada. Enquanto o exército dos EUA lançava buscas, a Marinha russa despachou um drone capaz de explorar o fundo marinho a 6.000 metros de profundidade que nada encontrou. O San Juan provavelmente explodiu. A imprensa argentina está convencida que colidiu com uma mina, ou foi destruído por um torpedo inimigo.

É, nesta altura, impossível determinar se Israel embarcou num programa de exploração da Antárctica ou se está a construir uma base de retaguarda em caso de derrota na Palestina.

Thierry Meyssan
Tradução: Alva


Brasil: É chocante mas o jogo não acaba em 24 de janeiro


Tereza Cruvinel - Brasil 247

A corrida do TRF-4 para condenar Lula é chocante porque explicita um alinhamento despudorado do Judiciário com as forças politicas, econômicas e midiáticas empenhadas em barrar sua candidatura. Porque escancara a estratégia do tapetão, de garantir a eleição de um preposto do golpe pela exclusão de Lula, hoje líder isolado nas pesquisas, com o dobro das intenções de voto do segundo colocado.

Passaram-se apenas 42 dias entre a condenação de Sergio Moro e a emissão do voto do relator no tribunal de apelação . E pouco mais de uma semana depois, a data do julgamento é marcada. Mas surpreendente não é a decisão do TRF-4, de antecipar para 24 de janeiro o julgamento de seu recurso contra a sentença de Moro, furando a fila de processos e atropelando o recesso. Os que deram o golpe não iriam mesmo conformar-se com um retorno de Lula à Presidência depois de tudo o que fizeram para encerrar o ciclo dos governos petistas. Mas o jogo vai além de Lula e não termina em 24 de janeiro.

Haverá ainda jogo jurídico, pois mesmo com Lula condenado e esgotados os recursos na segunda instância antes de agosto , ele pode reabrir a batalha judicial, nos tribunais superiores, quando tentar registrar sua candidatura e ela for indeferida. Poderá concorrer sub judice, como fizeram muitos prefeitos em 2016, com toda a carga de incerteza que isso traria para a disputa.

E haverá jogo político-eleitoral, pois a disputa real não será entre Lula e os outros, mas entre as forças golpistas e as que se opuseram ao golpe. Se Lula for impedido de encarnar, para o eleitorado, a repulsa ao golpe, ao governo desastroso de Temer, a suas reformas e a seu entreguismo, a seu fisiologismo, outro nome do PT ou da centro-esquerda cumprirá este papel, tendo Lula como cabo eleitoral. E não será difícil derrotar o candidato do retrocesso que a população já decifrou, sofre na pele e rejeita, embora não proteste por uma série de razões. Entre elas, a inibição que paralisa todos aqueles que se deixaram enganar, bateram panelas e pediram o impeachment de Dilma. Estão todos se guardando para quando a eleição chegar.

O que não sabemos é se ela chegará, pois se tiver havido o golpe do impedimento de Lula, outras patranhas poderão ser cometidas para garantir o resultado desejado. Ninguém deve se iludir. Depois de terem se apossado do Estado e do governo sem o voto e o consentimento popular, eles não terão limites na escaramuça para conservá-lo. Se for preciso, mandam as aparências que ainda restam às favas e escancaram o Estado de Exceção.

Líder do Hezbollah pede foco contra Israel e fim do processo de paz


O líder do grupo xiita libanês Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, disse nesta segunda-feira que o grupo e seus aliados na região renovariam seu foco na causa palestina após o que ele chamou de vitórias em outros lugares da região.

Nasrallah pediu aos aliados do Hezbollah que criem uma estratégia unida "no campo" para enfrentar Israel. O grupo apoiado pelo Irã tem lutado contra o Daesh na Síria ao lado de aliados regionais e o grupo terrorista foi em grande parte derrotado.


Nasrallah falou por meio de um link de vídeo para um grande protesto em Beirute sobre a decisão dos Estados Unidos de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e mover sua embaixada para lá.

Ele repetiu um apelo que ele fez na semana passada para um novo levante palestino contra Israel e pediu aos Estados árabes que abandonem o processo de paz, descrevendo as negociações com os Estados Unidos como inúteis.

"Hoje, o eixo de resistência, incluindo o Hezbollah, retornará como sua prioridade mais importante […] Jerusalém e Palestina e o povo palestino e a resistência palestina em todas as suas facções", afirmou.

Sputnik Brasil

Irán advierte: EEUU intenta volver a sumir a Irak y Siria en caos


Ali Akbar Velayati, asesor del Líder de la Revolución Islámica de Irán para Asuntos Internacionales.

Un destacado asesor del Líder de la Revolución Islámica de Irán advierte sobre los intentos de EE.UU. para volver a sumir a Irak y a Siria en el caos.

“Los Estados Unidos buscan volver a generar conflictos y caos tanto en Irak como en Siria, en particular en la ciudad de Al-Raqa (en el norte de Siria)”, dijo el martes Ali Akbar Velayati, asesor del Líder de la Revolución Islámica de Irán para Asuntos Internacionales en una entrevista con la agencia iraní de noticias Tasnim.

Aseguró, asimismo, que los “expansionistas” estadounidenses que se desplegaron en Irak y Siria sin ningún permiso “serán expulsados de la región del oeste de Asia”.

“Los estadounidenses quieran o no tienen que abandonar esa región, ya que no hay ninguna razón para su presencia. Sin duda, el Gobierno y la nación sirios, apoyados por el frente de Resistencia expulsarán a las fuerzas estadounidenses de las regiones que han ocupado en Siria”, sostuvo.

Anteriormente, Velayati había advertido sobre los planes de Washington para hacerse con el control de Al-Raqa y reveló que los estadounidenses buscan construir 12 bases militares en esta región y quieren elevar a 10.000 el número de sus fuerzas en Siria.

En octubre, las llamadas Fuerzas Democráticas Sirias (FDS), respaldadas por Washington, alegaron haber derrotado al grupo terrorista EIIL (Daesh en árabe) en Al-Raqa, el antiguo cuartel general de esta banda takfirí en Siria, tras el inicio de una operación militar en julio pasado sin la aprobación de Damasco.

El Gobierno sirio, no obstante, no reconoció tal victoria y dijo que Al-Raqa será considerada “una urbe ocupada” mientras en ella no entren las fuerzas del Ejército sirio.

En otro momento de la entrevista, Velayati arremetió contra la decisión del presidente de EE.UU., Donald Trump, de reconocer la ciudad palestina de Al-Quds (Jerusalén) como la capital de Israel.

“La medida de Trump es una mecha que encenderá el polvorín en el mundo islámico. Trump no podría haber tomado una decisión peor que ésta como presidente de un país, pero él suele actuar sin razonamiento”, agregó.

No obstante, aseguró que la nación palestina y sus aliados no dejarían que el régimen de Israel y EE.UU. vean un día calmo en Al-Quds.

El Movimiento de la Resistencia Islámica de Palestina (HAMAS) ha convocado una Intifada (levantamiento) mundial para dar cara a la infame medida proisraelí de Trump.

ftm/ktg/krd/msf/hispanTv

Ben Salman planea entregar Al-Quds y Cisjordania a Israel


La decisión de Donald Trump sobre Al-Quds podría ser parte de un complot mayor para dejar ‘definitivamente’ el control de toda Cisjordania en manos de Israel.

Según nuevas revelaciones recogidas este martes por el portal estadounidense The American Conservative, el reconocimiento de la ciudad palestina de Al-Quds (Jerusalén) como capital de Israel por el presidente de Estados Unidos, Donald Trump, tiene como objetivo ayudar al régimen de Tel Aviv a “arrebatar definitivamente” a los palestinos el control de esta ciudad y de toda Cisjordania, con lo que la presencia árabe se limitaría a la Franja de Gaza.

El informe recuerda que el príncipe heredero saudí, Mohamad bin Salman, de 32 años, convocó el pasado 6 de noviembre al presidente palestino, Mahmud Abás, y le comunicó en Riad, capital saudí, que los esfuerzos para crear un Estado palestino en Cisjordania y en el enclave costero y establecer la paz con Israel han llegado a un punto muerto y que es tiempo de implementar su plan B.

El plan B de Bin Salman para crear un Estado palestino solo en la Franja de Gaza, es, en realidad, un plan israelí.

Cuando el “sorprendido” líder palestino le preguntó sobre el destino de Cisjordania, Al-Quds este y los asentamientos ilegales israelíes en las zonas B y C de Cisjordania, el príncipe saudí se limitó a decirle que “podemos seguir negociando sobre el asunto”.

“Estos serán los temas de las negociaciones, pero entre dos estados, y nosotros te ayudaremos”, dijo Bin Salman, quien ofreció 10 mil millones de dólares a Abás en un intento por “endulzar la amarga medicina que acababa de prescribir”, agrega la publicación.

Una fuente citada por el portal estadounidense ha matizado que Abás, ante los esfuerzos de Riad que, de hecho, “favorecen” los intereses de los israelíes, no puede decir No ni Sí.

La fuente destaca que los esfuerzos de Riad al respecto pueden ser interpretados por Israel como “una muestra práctica” de que Arabia Saudí está preparada para “relacionarse” con el régimen de Tel Aviv sin el quid pro quo que requeriría un Estado palestino en Gaza, Al-Quds o en cualquier otro lugar.

Fuentes diplomáticas aseguran que Riad ve necesario un pacto entre los palestinos y los israelíes para, después, establecer de manera oficial relaciones diplomáticas con el régimen de Tel Aviv.

ask/hnb/nii/HispanTv

Erdogan llama a Israel un régimen ‘ocupador y terrorista’


El presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, califica a Israel de “terrorista”, y repudia la decisión de EE.UU. de declarar Jerusalén como capital de este régimen.

El jefe de Estado turco ha hecho estas declaraciones en la apertura de una cumbre extraordinaria de la Organización para la Cooperación Islámica (OCI) celebrada este miércoles en Estambul (oeste de Turquía).

El mandatario turco ha llamado a que Jerusalén sea reconocida como la capital de Palestina.

Durante la cumbre de la Organización para la Cooperación Islámica que se celebra este miércoles en Estambul el presidente de Turquía ha afirmado que la decisión de EE.UU. de reconocer Jerusalén como la capital de Israel es "nula e inválida", informa la agencia Anadolu.

Asimismo, el mandatario turco ha llamado a que Al Quds, que es el nombre árabe para la ciudad de Jerusalén, sea reconocida como la capital de Palestina y ha expresado su respeto hacia los países que se negaron a apoyar la iniciativa estadounidense.

"Es una ocupación"

"Reconocemos a Jerusalén como la capital de la Palestina ocupada y hacemos un llamado al mundo entero para que haga lo mismo", ha afirmado Erdogan.

"Cualquier persona que pasee por las calles de esta ciudad santa comprenderá que está bajo ocupación [israelí]. La paz global y regional no se puede lograr hasta que el asunto de Palestina no se resuelva de manera justa", ha añadido el líder turco.

Además, Erdogan, como actual presidente de la Organización para la Cooperación Islámica, ha instado a EE.UU. a que retire su decisión de reconocer Jerusalén como capital de Israel.

Según informa The Jerusalem Post, el líder turco condenó la "violencia que demostró Israel" y mostró sus condolencias a los familiares de los "mártires fallecidos protegiendo al Estado de Palestina".

"El mayor crimen"

También este 13 de diciembre el líder de Palestina Mahmud Abbás ha sostenido que, tras reconocer Jerusalén como la capital israelí, Washington "no tiene ningún papel" en el proceso de paz de Oriente Medio y que la decisión de Trump ha sido un "regalo al movimiento sionista" y "el mayor crimen".

Según afirmó este 13 de diciembre el portavoz del presidente ruso, Dmitri Peskov, Rusia conoce la posición del presidente turco Recep Tayyip Erdogan sobre el conflicto palestino-israelí, que en este caso "no coincide con la de Moscú", la cual es "bien conocida".

La tensión en Oriente Próximo se ha agudizado en los últimos días a raíz de la decisión de Donald Trump de reconocer la ciudad de Jerusalén como capital de Israel, lo que ha desatado una ola de protestas en Palestina. El movimiento Hamás incluso acaba de proclamar el inicio de la tercera intifada en respuesta a la decisión del presidente de EE.UU.

Actualidad RT y HispanTv

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Hamas anuncia o início da terceira 'Intifada' contra a decisão dos EUA sobre Jerusalém


O movimento palestino Hamas anunciou nesta terça-feira o início da terceira 'Intifada', seis dias depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a controversa decisão de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

De acordo com a organização fundamentalista islâmica palestina, são esperados protestos do "dia de ira" contra a decisão estadunidense, como as manifestações da última sexta-feira, que deixaram um saldo de dois mortos e mais de 1.000 feridos.

"Os protestos continuarão na Cisjordânia, na Faixa de Gaza e em Jerusalém. Porque protestamos contra o reconhecimento dos EUA de Jerusalém como a capital de Israel, como a consideramos a capital da Palestina. Esperamos que os protestos se desenvolvam cada vez mais", disse o secretário de imprensa do movimento à Sputnik.

Um dia após o anúncio de Trump, que foi condenado por Estados e países muçulmanos que apoiam uma solução de dois Estados para a crise israelense-palestina, o líder do gabinete político do Hamas pediu uma terceira 'Intifada' "contra os EUA e sionistas planos para judaizar Jerusalém".


As Intifadas anteriores em 1987-1993 e 2000-2005 deixaram centenas de israelenses e milhares de palestinos mortos. A primeira Intifada palestina (1987-1991) foi a luta dos palestinos contra a ocupação israelense dos territórios conquistados durante a Guerra dos Seis Dias de 1967, enquanto o segundo levante começou em 2000. Este foi provocado pela visita do primeiro-ministro israelense Ariel Sharon e um grupo de apoiadores ao Monte do Templo.

Enquanto a segunda Intifada perdeu força, a situação ainda permaneceu tensa. Mais recentemente, um membro da Organização de Libertação da Palestina (OLP), Wasel Abu Yousef, disse à Sputnik que os movimentos palestinos rivais — Hamas e Fatah, este o partido político palestino dominante — estão unidos contra a decisão de Trump sobre Jerusalém.

Na sequência de uma nova rodada de conversações de reconciliação sob a mediação das autoridades egípcias realizada em outubro, o Hamas e o Fatah assinaram um acordo, prometendo que inaugurariam uma nova era de unidade palestina.

Sputnik Brasil

Universal é investigada em Portugal por tráfico internacional de crianças


Jornal GGN - A Igreja Universal do Reino de Deus virou objeto de investigação do Ministério Público de Portugal, graças a uma série de reportagens da TVI - Líder de audiência no país europeu - sobre uma suposta rede de tráfico internacional de crianças.

De acordo com a primeira reportagem, que foi ao ar na segunda-feira (11), a Universal, de 1994 a 2001, uma casa de assistência a crianças carentes em Lisboa de maneira irregular.

Os pais sem condições financeiras entregavam suas crianças ao estabelecimento, que só veio a fechar em 2011, usando a crise econômica do País como desculpa.

A reportagem indica que muitas das crianças foram adotadas, inclusive por estrangeiros, sem que a Justiça acompanhasse os procedimentos.

Há relatos de que dentro da própria Universal, membros eram incitados a adotar as crianças, que também chegavam ao Brasil e outros países clandestinamente. A emissora portuguesa diz que um dos fundadores da Igreja teria 2 netos que foram adotados por meio desse esquema.

O escândalo, de acordo com a Folha desta terça (12), é o objeto de inquérito a cargo do Diap (Departamento de Investigação e Ação Penal) de Lisboa.

A Universal chegou a Portugal em 1989 e, hoje, segundo dados da própria Igreja, há possui mais de 120 prédios no país.

Em nota, a Igreja negou as acusações.

"As crianças foram encaminhadas pela Segurança Social e pela Santa Casa de Misericórdia de Lisboa para um Lar –que evidentemente à época não era ilegal–, e vários pais adotivos se candidataram a adotá-las. Contam-se pelos dedos de uma mão as crianças que foram adotadas por essa via –com decisão judicial, sublinhe-se– por casais ligados à Universal", diz o texto.

Além disso, a Igreja sustenta que as reportagens foram feitas com ajuda de um antigo colaborador que foi expulso por conduta imoral. "Ressalvamos que os bispos e pastores têm de manter um comportamento moral irrepreensível, o que não foi o caso de Alfredo Paulo Filho."


Após reforma trabalhista, ex-funcionária do Itaú é condenada a pagar 67 mil reais ao banco


O Juiz Thiago Rabelo da Costa, da 2ª Vara do Trabalho de Volta Redonda, condenou bancária a pagar R$ 67.500, depois de subir o valor da causa, beneficiando os banqueiros após a “reforma” trabalhista.

A decisão comprova que a “reforma” trabalhista aprovada pela direita golpista nada mais visa do que beneficiar os capitalistas e banqueiros nacionais e internacionais à custa dos ataques aos trabalhadores.

No caso dos bancos – e não foi por acaso que os banqueiros são financiadores diretos do golpe – um dos objetivos do apoio à “reforma” é eliminar um imenso passivo gerado pelo descumprimento das leis trabalhista (CLT) em relação à jornada de trabalho dos bancários de 30 horas semanais. De 2008 a 2016 os quatros maiores bancos do País – Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil – tiveram que pagar cerca de R$ 35 bilhões em condenações em ações trabalhistas.

Conforme este Diário já vinha denunciando, o golpe dos banqueiros com o fim da CLT, em relação aos processos, visava liquidar com várias demandas dos bancários e ainda impor à eles o pagamento dos custos processuais, obrigando o empregado a arcar com os elevados honorários dos advogados dos bancos. Essa medida já é uma realidade.

Na 2ª Vara do Trabalho de Volta Redonda o juiz Thiago Rabelo elevou de ofício o valor de uma causa de R$ 40 mil para R$ 500 mil e condenou uma bancária ao pagamento de honorários sucumbenciais no importe de R$ 67.500 por ter sido sucumbente em pedidos no valor de R$ 450 mil.

Além disso, para o juiz golpista as horas extras da não concessão do intervalo de quinze minutos entre a jornada normal e sua prorrogação, conforme artigo 384 da CLT não fazia sentido e fixou a condenação ao Banco Itaú em R$ 50 mil. Achou, também, improcedentes os pedidos de horas extras, acúmulo de função, de gratificação de caixa, do intervalo de digitador, da integração da ajuda alimentação, de danos moral por assédio moral e de indenização materiais decorrente do pagamento dos honorários advocatícios contratuais.

A decisão da Vara do Trabalho de Volta Redonda revela, mais uma vez, o que está por trás do processo golpista em curso no País que envolve todas as instituições: judiciário, legislativo e executivo. Aprofundar os ataques aos trabalhadores e toda população para beneficiar os capitalistas em crise. Somente a luta contra o golpe pode barrar a ofensiva dos banqueiros e seus governos. Para isso é necessário exigir o anulação do impeachment e todas as suas medidas.

Plantão Brasil


Maduro llama ‘declaración de guerra’ al plan de Trump para Al-Quds


El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, sale en defensa del pueblo palestino ‎ante ‘agresión del gobierno imperialista’ de Trump y su decisión sobre Al-Quds.‎

En un acto en Caracas, capital venezolana, ayer lunes, y horas antes de que partiera hacia Turquía para participar en una cumbre de la Organización para la Cooperación Islámica (OCI) sobre Al-Quds, Maduro anunció que en su viaje expresará la “solidaridad con el pueblo árabe palestino”.

“En la madrugada de hoy anuncio voy saliendo para Estambul, Turquía, (....) ya que he sido invitado por el presidente (Recep Tayyip) Erdogan a una reunión conjunta de la Organización de la Comunidad Islámica, 58 jefes de Estado y de Gobierno del mundo islámico con el Movimiento de Países No Alineados (MNOAL), el cual presido”, dijo el mandatario venezolano.

A juicio de Maduro, la decisión del presidente estadounidense, Donald Trump, de reconocer la ciudad palestina ocupada de Al-Quds (Jerusalén) como la “capital de Israel” significa una “declaración de guerra al pueblo árabe musulmán”.

“Una verdadera provocación, una declaración de guerra al pueblo árabe musulmán, a los pueblos del mundo, a los pueblos buenos (...) una más en estas décadas de agresión contra nuestro amado histórico pueblo de Palestina”, declaró.

Asimismo, en otro momento de sus declaraciones, tachó de “ilegal” e “irracional” la ruptura por parte de Trump del consenso internacional sobre Al-Quds, al anunciar su intención de trasladar la embajada estadounidense de Tel Aviv a Al-Quds y de reconocerla como capital del régimen de Israel.

La decisión de Trump, que ha provocado una ola de críticas y condenas en el mundo entero, también entre los aliados de Washington, además ha dado pie al comienzo de una nueva Intifada (levantamiento) palestina, que las fuerzas de guerra israelíes (IDF, por sus siglas en inglés) están reprimiendo de manera violenta.

tqi/nii/HispanTv

EEUU no retirará sus tropas para influir en la Siria poscrisis


EE.UU. conservará sus efectivos en suelo sirio, tras la retirada de las tropas rusas, ‎para intentar influir en el escenario posconflicto en el país árabe.‎

“Estados Unidos quiere estar en la mesa de las negociaciones sobre los acuerdos posconflicto sirios y por eso mantiene a los asesores, aliados y terroristas activos en la región para asegurar la legitimidad de su presencia”, declaró el director ejecutivo del Consejo estadounidense para el Interés Nacional, Philip Giraldi, y exempleado de la Agencia Central de Inteligencia (CIA, por sus siglas en inglés), en una entrevista con la agencia rusa de noticias Sputnik publicada este martes.

Tras advertir también de que Washington continuará fantaseando con que puede sacar del poder al presidente sirio, Bashar al-Asad, Giraldi aseguró que Moscú probablemente tenga en mente un escenario más real de lo que los estadounidenses pretenden para Siria.

De acuerdo con sus palabras, el presidente ruso, Vladimir Putin, parte de que el Ejército sirio puede controlar los acontecimientos a partir de ahora, pues la inteligencia rusa está mejor informada que su contraparte estadounidense.

El lunes, Putin, en una visita sorpresa a la base aérea Hmeimim, en el oeste de Siria, anunció ante los militares rusos desplegados allí que ordenaba la retirada de la mayor parte del contingente ruso.

Rusia lanzó en septiembre de 2015 una ofensiva aérea en Siria a solicitud del presidente Al-Asad para detener el avance de los grupos extremistas en el territorio sirio.

Washington, liderando una coalición internacional aliada, desplegó sus fuerzas en Siria —sin autorización del Gobierno de Damasco—, con pretexto de luchar contra presencia de los radicales y terroristas.

krd/nii/Hispantv

Pionyang: "EE.UU. perdió el enfrentamiento político y militar contra Corea del Norte"


En el Consejo de Seguridad de la ONU se celebró, a pesar de las objeciones por parte de Rusia y China, una reunión sobre las violaciones de derechos humanos en Corea del Norte.

Pionyang ha declarado una victoria política y militar sobre EE.UU. y ha acusado a Washington de tratar de desviar la atención de sus fracasos al tratar en la ONU el tema de los "inexistentes" abusos contra los derechos humanos en Corea del Norte, informa The Washington Post.

El Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas discutió este lunes la situación de los derechos humanos en Corea del Norte a solicitud de EE.UU., el Reino Unido y Francia, junto con otros seis Estados miembros no permanentes.

El embajador adjunto de China ante la ONU, Wu Haitao, advirtió que dicha reunión sería "contraproducente" en este momento de tensiones crecientes en la región. Rusia, que aboga por la llamada iniciativa de doble congelación del conflicto en la península coreana, también se opuso a la sesión.

Sin embargo, la reunión siguió adelante, pese a la oposición de Pekín y Moscú, después de que diez miembros del organismo votaran "sí" durante la llamada votación de procedimiento, que supone que ninguno de los miembros permanentes del Consejo de Seguridad puede ejercer su derecho a veto.

"Un acto desesperado"

Por ello la misión permanente de Corea del Norte ante la ONU declaró que Occidente usa el tema de los derechos humanos como pretexto para disminuir sus derrotas militares y políticas. "Es un acto desesperado de las fuerzas hostiles que perdieron la confrontación política y militar contra Corea del Norte, que se ha elevado abiertamente a la posición de Estado de armas nucleares", anunciaron desde la misión norcoreana y agregaron que el país no cederá a la presión.

"Si EE.UU. y otras fuerzas hostiles piensan en intimidar a Corea del Norte mediante la discusión de 'cuestiones de derechos humanos' en el Consejo de Seguridad, no es más que un sueño que no se realizará jamás", afirmaron.


Las sanciones internacionales

Por su parte, el Alto Comisionado de la ONU para los Derechos Humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein, instó al Consejo de Seguridad a tener en cuenta el efecto adverso que las sanciones internacionales han tenido sobre los norcoreanos comunes. Al Hussein señaló que las sanciones económicas impuestas por la ONU impiden sus propias entregas de ayuda humanitaria. En ese sentido, pidió al Consejo que evaluara y minimizara su impacto.

Además, el funcionario apuntó el fuerte aumento de las tensiones "parece haber profundizado las violaciones extremadamente graves de los derechos humanos de los 25 millones" de habitantes de Corea del Norte, señalando que la ayuda humanitaria proporcionada por la ONU y otras agencias es "literalmente un salvavidas para unos 13 millones" de personas en el país.

Al Hussein también abordó el tema de los presuntos abusos contra los derechos humanos en centros de detención y campos de trabajo e informó sobre la existencia de instalaciones penitenciarias clandestinas en Corea del Norte.

Actualidad RT

Moscú: "La operación en Siria ha terminado, no se necesita allí una gran fuerza militar"



El presidente de Rusia, Vladímir Putin, realizó este lunes una visita a la base aérea siria de Jmeimim, donde ordenó la salida de "una parte considerable" de las tropas rusas del país árabe.

La operación rusa para liberar a Siria de los terroristas se ha completado, por lo que ya no es necesario tener allí grandes capacidades militares, ha afirmado este martes el portavoz presidencial ruso, Dmitri Peskov.

"La operación para salvar Siria y liberar el territorio de Siria de los terroristas de hecho se ha completado, y ya no es necesario utilizar un potencial de combate a gran escala", ha declarado el vocero presidencial, detallando que es por eso por lo que "el comandante supremo tomó la decisión sobre la retirada" de las tropas.

Al mismo tiempo, Peskov ha recordado que se mantendrán las bases rusas situadas en Jmeimim (gobernación de Latakia) y Tartus (una ciudad portuaria, capital de la gobernación homónima).

"El presidente enfatizó que en Siria los terroristas pueden tratar de levantar la cabeza, pero en si se diera el caso, se enfrentarán a ataques aplastantes de un alcance y una fuerza como no han visto antes", ha recordado Peskov las palabras del presidente ruso.

Los primeros aviones rusos vuelven desde Siria

Entretanto, los primeros aviones rusos están volviendo a territorio nacional desde Siria después de completar con éxito sus tareas en el país árabe:

Dos aviones con la Policía militar rusa han aterrizado en Majachkalá (capital de la república de Daguestán);



Los bombarderos Tu-22M3, que participaron en los ataques contra los terroristas en Siria, han llegado a la región de Kaluga;

El avión ruso de alerta temprana y control aerotransportado A-50 ha regresado al aeródromo en la región de Ivánovo.

El presidente de Rusia, Vladímir Putin, realizó este lunes una visita a la base aérea siria de Jmeimim, donde ordenó la salida de "una parte considerable" de las tropas rusas del país árabe. Allí se reunió en la instalación con su homólogo sirio, Bashar al Assad, el ministro ruso de Defensa ruso, Serguéi Shoigú, y el comandante de las Fuerzas rusas en el país árabe, el coronel general Serguéi

Surovikin. Tras la reunión, Putin partió rumbo a Egipto.



Actualidad RT

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

STOP OCCUPATION EN LYBIE



Trump, "o energúmeno", pede para a China punir a Coreia do Norte


Diante do total fracasso dos EUA em todas as frentes para deter a Coreia do Norte em sua trajetória para se consolidar como potência nuclear e de mísseis, a embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley, voltou a ameaçar o governo da China para que ele puna a Coreia do Norte. As ameaças de Haley não passam blefes para ocupar espaço na imprensa, uma vez que a China jamais ser curvará aos interesses criminosos dos EUA.

Segundo a embaixadora os EUA ameaçam tomar a crise coreana "em suas próprias mãos" e vai impor sanções secundárias a Pyongyang. O desespero da diplomacia norte-americana acontece diante do fracasso de suas medidas, mesmo utilizando as Nações Unidas como fantoche de seus projetos terroristas e imperialistas.


O marechal Kim Jong Un manifestou reiteradas vezes que desistirá do programa nuclear se os EUA fizerem o mesmo. Ele destruirá suas ogivas nucleares, desde que os EUA destruam suas bombas atômicas, hoje depositadas em diversas bases norte-americanas espalhadas pelo mundo, incluindo na Coreia do Sul.

Os exercícios militares dos EUA e Coreia do Sul (os maiores da história, envolvendo 2 porta-aviões e aviões com ogivas nucleares) não amedrontaram a Coreia do Norte que, ao contrário, continuou - e continua - realizando com sucesso seus testes balísticos com foguetes de longo alcance.

Apelação sem limites: agora, Lula “recebeu dinheiro” de Khadafi


Fernando Brito - Tijolaço

Não há mais limites para o que a mídia brasileira está disposta a fazer – e a incentivar que se faça – contra Lula.

A Veja, agora, dá uma capa que parece saída das histórias das “Mil e Uma Noites”, com que Sherazade (que não era a Raquel, mas a rainha persa) entretinha o malvado rei Shariar para evitar, a cada manhã, a sua própria execução.

Agora, sai-se com uma suposta declaração de Antonio Palocci, cuja delação premiada empacou de que Lula teria recebido, na campanha de 2002 (2002!) um milhão de dólares de Muammar Kadafi, o líder líbio assassinado pelo que viria a ser, hoje, o grupo que estabeleceu no país, até, os leilões de escravos.

É dose para elefante! O teatral não parou no “pacto de sangue”, agora tem o “pacto do petróleo”.

A menos que se enxergue a oportunidade de algo mais delirante como, além de cassar Lula, cassar o registro eleitoral do Partido dos Trabalhadores, a história, tal como a edição da Veja que a traz, deve ir para a cesta de paeís inservíveis logo, logo.

As histórias da Sherazade-Palocci podem deixar encantados os sultões da Veja.

Mas todo mundo vê que são contos do vigário, de quem só se preocupa em escapar da cimitarra do sultão Moro.

Jerusalém nunca foi capital do "povo" judeu


Uma decisão ignorante de um presidente energúmeno.
A decisão do presidente americano de reconhecer Jerusalém ocupada como capital de Israel não vai mudar a realidade na Palestina. Todo o território palestino, inclusive Jerusalém, é um território ocupado por invasores colonialistas europeus.
Os palestinos, há muito tentam uma solução pacífica para o conflito, aceitando menos do que o mínimo dos seus direitos históricos na sua pátria histórica.
Os palestinos aceitaram criar seu Estado em apenas 22% do todo de 100% que lhes pertencia. Os governos de Israel ignoraram a oferta Palestina, exigindo a submissão total e incondicional do povo palestino.
Israel pretende que os Palestinos vivam em cantões isolados, em pequena parte dos 22% e sob controle total de Israel , já que Israel quer o controle do movimento dos palestinos e suas mercadorias de uma cidade a outra, o controle total sobre as fronteiras, recursos hídricos, espaço aéreo, subsolo. Essas ambições sionistas aguardam a oportunidade histórica, na qual Israel pretende completar o processo de limpeza étnica da Palestina.
Hoje, como ontem, os palestinos enfrentam grandes desafios que exigem novos meios de luta e novo programa político. Voltaremos às raízes do conflito: uma invasão colonialista no século XX, que pretendia, desde o início, a expulsão/erradicação da sua população nativa a fim de transformar a Palestina em um Estado exclusivamente judaico (goyim rein)
Os colonialistas não tinham, nem podem ter qualquer tipo de compromisso com os nativos da terra. A ambição sionista sempre foi a solução final: sumir com os palestinos.
Desde a criação de Israel em 1948, os sionistas declaram que Jerusalém é a capital do povo judeu há três mil anos e capital de Israel há 70 anos.
Os fatos históricos desmentem a falácia sionista.
Vejamos:
O conceito de “povo” judeu é um conceito recente. Os judeus de hoje, em esmagadora maioria askhenazi, khazares europeus convertidos ao Judaísmo, não são os descendentes dos judeus bíblicos. Vários historiadores isralenses, por exemplo, Shlomo Sand, provaram que “povo” judeu é uma invenção sionista para justificar o roubo do território palestino.
Ademais, durante três mil anos, os judeus, apesar de não impedidos, não tentaram retornar à Palestina e jamais demonstraram qualquer ligação política com Jerusalém ou Palestina.
O slogan religioso “Próximo ano em Jerusalém” indicava a ligação espiritual e não política.
Os muçulmanos visitam Meca e Jerusalém, os Cristãos visitam Belém, Nazaré e Jerusalém e os judeus visitam Jerusalém, e tais visitas têm caráter puramente religioso.
Os cristãos têm ligação com Jerusalém. Lá Jesus, que nunca foi racista, nunca falou em povo eleito e pregou irmandade entre todos, caminhou seus últimos passos. Lá expulsou cambistas e mercadores que transformavam o templo em comércio/lucro/dinheiro. Em Jerusalém, Jesus enfrentou a liderança religiosa hipócrita, chamou-os de filhos do demônio e pregou “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.. Em Jerusalém, enfrentou sua via dolorosa, sob determinação e perseguição da cúpula religiosa judaica (Caifás e o Sinédrio). Lá Jesus retornou à vida para nos mostrar que a Verdade nunca morrerá.
Por que então Jerusalém é capital só do Estado judeu, que exclui os goyim?
De Jerusalém, o profeta Mohamad partiu em viagem espiritual sui generis, na qual houve o encontro entre o terreno e o Divino. Nessa viagem, o profeta encontrou os outros profetas, de um Deus único.
Mais de dois bilhões de cristãos acreditam no caráter sacro dessa cidade. Um bilhão e trezentos milhões de muçulmanos acreditam na santidade dessa cidade. E por que então Jerusalém é capital exclusiva para os judeus?
Historicamente, Jerusalém nunca foi capital dos judeus e nem de qualquer grupo. Certamente, lá viviam uma comunidade judaica dentre outras comunidades.
Os estudos mostram que Jerusalém nunca foi capital. O principal arqueólogo israelense, Prof Israel Finkelstein, da Universidade de Tel Aviv, no seu livro “Início de Israel”, escreveu que Jerusalém, na época de Davi, mil anos antes de Cristo, não passou de uma pequena cidade entre muitas outras na Palestina antiga. Segundo ele, as escavações em Jerusalém falharam em achar qualquer sinal, objeto ou prova que poderiam mostrar a existência de uma grande cidade no século X AC (época de Davi) em Jerusalém. O arqueólogo israelense relata que encontraram vários achados de séculos anteriores, até mesmo da idade do bronze, do ferro, mas nada foi achado da época alegada na Bíblia.
O professor Finkelstein não tem dúvida sobre os mitos bíblicos em relação a Jerusalém e Palestina. Segundo ele, a presença judaica era limitada, os judeus nunca formaram um grupo único e viviam entre outros grupos como cananeus e jebuseus e a Bíblia não é livro de História.
Acrescenta-se ainda que a base legal, sempre usada por sionistas para justificar a criação do Estado na Palestina, é a resolução da ONU de número 181, de 29/11/1947. Essa resolução destinou 56% do território palestino ao Estado Judeu, ou seja, a ONU multiplicou a propriedade judaica em 1947 na Palestina (5,6%) por dez, definindo 56% do território para a criação de Israel, mas com a vedação de que Israel confiscasse as propriedades/imóveis dos palestinos que estivessem dentro das fronteiras daquele Estado, bem como proibindo sua expulsão.
Para os palestinos, nativos da terra e detentores da propriedade de 92% daquelas terras, a ONU destinou 43%, que seria o território destinado à criação do Estado Palestino.
O status de Jerusalém, conforme a resolução 181, era claramente definido: uma cidade aberta, administrada pela ONU, já que é patrimônio das crenças e religiões monoteístas.
Em 1948, Israel não apenas ocupou metade do território destinado ao Estado Palestino, mas ocupou também Jerusalém ocidental, expulsando a população palestina e confiscando seus bens, inclusive imóveis (Plano Dalet).
Em 1967, Israel ocupou Jerusalém oriental e o restante do território palestino e declarou Jerusalém sua exclusiva capital, indivisível, goyim rein.
Nenhum país do mundo reconhece a soberania israelense sobre Jerusalém.
Jerusalém é território ocupado.
Há quase um século, o povo palestino está dolorosamente resistindo à ocupação sionista.
Os palestinos perderam várias batalhas, mas nunca perderam a esperança e não perderão a guerra.
Palestina e palestinos já conheceram dezenas de invasões e invasores daquela terra sagrada. Todos se foram, o destino dos sionistas não será diferente. A luta pode durar anos, mas os palestinos, pedras vivas daquela terra, não desistirão: sua luta continuará até a derrota total de um projeto racista e colonialistas, que ameaça não só os palestinos, mas os próprios judeus.
A luta dos palestinos nunca foi e nunca será contra os judeus, mas contra o sionismo, racismo e apartheid.
Nossa obrigação como palestinos é devolver a Jerusalém o seu caráter do que sempre foi – universal: o caminho mais perto entre a terra e o Céu, a porta para o paraíso divino. Cumprir sua vocação universal para paz, ser uma cidade de todos , crentes ou não, mas que acreditam e lutam para um futuro de paz, fraternidade, justiça, igualdade e harmonia entre todos.
Nenhuma decisão arrogante ou ignorante pode transformar a Cidade da Paz em capital de ódio e racismo.
Abdel Latif Hasan, medico palestino

Maduro felicita el triunfo del chavismo en elecciones municipales



Tras el anuncio del primer boletín de los resultados de los comicios ediles, el presidente venezolano, Nicolás Maduro, ha festejado el triunfo del ‘chavismo’.

Desde la Plaza Bolívar de Caracas, el mandatario venezolano ha destacado este domingo los resultados de esta jornada electoral como una “gran victoria popular”, marcada con el triunfo de su fuerza política en “más de 300 alcaldías del país, de las 335”, ha agregado.

“Es la victoria del pueblo venezolano contra el imperialismo de Donald Trump”, ha enfatizado Maduro al tiempo que ha felicitado a todos los candidatos que participaron en estas municipales, así como la labor de todos los poderes públicos que permitieron garantizar el desarrollo de las votaciones “en paz”.

Celebrando la victoria de Omar Prieto, el candidato del Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) a la Gobernación del estado occidental Zulia y Erika Farías como la nueva alcaldesa de Caracas (capital), ha subrayado el triunfo de la formación oficialista en las 19 Gobernaciones y en las principales ciudades y municipios del país suramericano, como Maracaibo, Barquisimeto, Valencia, Maturín, Barcelona, Puerto la Cruz y Ciudad Bolívar.

“Han votado 9 millones 340.000 votantes. Récord en una elección municipal, por encima de los llamados a la abstención. Más del 47 % de participación. Nueve millones por el buche a la oligarquía nacional, la oligarquía que tuvo miedo de medirse, porque estoy seguro que de tú a tú íbamos a obtener igualmente una gran victoria”, ha aseverado.

Maduro ha llamado a la “unión nacional” y a evitar “divisionismo” con el fin de “construir un nuevo país”, mientras ha convocado a los 335 alcaldes elegidos a una reunión el próximo 16 de diciembre para diseñar “un solo plan de trabajo para atender los problemas” que sufre el pueblo.

Más de 19 millones de venezolanos aptos para votar fueron llamados a participar en los comicios municipales para los que el órgano electoral dispuso 32.775 mesas de votación distribuidas en 14.384 centros.

En estos comicios no participaron varios partidos de la oposición, agrupada en la Mesa de la Unidad Democrática de Venezuela (MUD), según alegan sus miembros, por falta de garantías para un proceso limpio y libre y, según declaraciones del presidente venezolano, Nicolás Maduro, los partidos que no han participado en las municipales quedan fuera de las presidenciales.

msm/ktg/tas/HispanTv

General iraní: Israel será borrado en nueva guerra con Hezbolá


El subcomandante del Cuerpo de Guardianes de la Revolución Islámica (CGRI), general de brigada Husein Salami, en un foro en Teherán.

Un alto general iraní dice que la balanza de poder en la región se ha decantado hacia Hezbolá y que cualquier guerra podría acabar con la existencia de Israel.

“En caso de desatarse una nueva guerra en la región entre Israel y otra identidad como Hezbolá (Movimiento de la Resistencia Islámica de El Líbano), su existencia correría peligro”, ha indicado el subcomandante del Cuerpo de Guardianes de la Revolución Islámica (CGRI), general de brigada Husein Salami.

En un discurso ofrecido este lunes en la Conferencia Nacional sobre Grandes Poderes y la Seguridad de la Región de Asia Occidental, celebrada en Teherán (capital de Irán), Salami ha asegurado que EE.UU. se ha debilitado considerablemente “en preservar la existencia del régimen sionista (de Israel)”.

A su juicio, en los últimos años, el equilibrio de poder en la región se ha alterado a favor de la Resistencia libanesa, la cual en la actualidad lleva la delantera ante sus enemigos israelíes.

En esta misma línea, se ha referido al conflicto en Siria, donde “los estadounidenses desplegaron todas sus capacidades y abrieron todas las fronteras” para derrocar a Damasco, pero “este enfrentamiento acabó a favor del eje de la Resistencia y llevó a brillantes victorias”.

Tras describir al régimen de Tel Aviv como “parte inseparable de la identidad estadounidense y de arrogancia” mundial, el alto mando castrense ha tachado de “fracasada” la nueva política de Washington de reconocer a la ciudad palestina de Al-Quds (Jerusalén) como la capital de Israel.

“Los fracasos de EE.UU. se deben a la adopción de políticas erróneas que de nuevo aliaron a todo el mundo musulmán y aislaron a EE.UU., de tal manera que hasta los aliados (europeos) de Washington se opusieron al reconocimiento de Jerusalén como capital de Israel”, ha recalcado.

Este gesto unilateral ha desencadenado masivas protestas en distintas ciudades del mundo. La polémica decisión de Trump ya ha sido condenada por casi todos los países árabes y también aliados de Washington, así como organismos internacionales, que sostienen que destruye cualquier posibilidad de paz entre los palestinos e israelíes.

mjs/ktg/tas/HispanTv

Moscú: "Hay riesgo de que la situación en la península coreana entre en una fase caliente"



Rusia, India y China están en contra de la escalada de la tensión en la península coreana, ha afirmado el canciller ruso, Serguéi Lavrov.

Moscú considera inadmisible la escalada de tensión militar y la confrontación en la península coreana, ha declarado este lunes el canciller ruso, Serguéi Lavrov.

Rusia, India y China están en contra de la escalada de la tensión en la península coreana, donde la situación corre el riesgo de pasar "a una fase caliente", ha aseverado Lavrov tras una reunión de los cancilleres de los tres países.

La situación en la región sigue siendo "extremadamente tensa" y solo puede resolverse "por medios políticos y diplomáticos en el marco de la hoja de ruta ruso-china", ha destacado el ministro.

Asimismo, Lavrov indicó durante una conferencia en Nueva Delhi este lunes que Rusia e India están negociando la posibilidad de expandir la cooperación en desarrollo de armas, así como su promoción en otros países, informa TASS. El canciller mencionó también el "éxito" del proyecto conjunto indio-ruso para la producción del misil de crucero más rápido del mundo en su clase, el BrahMos.

Nuevos ejercicios en medio de la tensión

Este lunes Estados Unidos, Japón y Corea del Sur han iniciado unas maniobras navales conjuntas, la primera operación trilateral realizada desde que Corea del Norte lanzó el misil balístico intercontinental Hwasong-15 a finales del pasado noviembre.

En los ejercicios, que se realizan en aguas cercanas a la península coreana y a la costa de Japón, participarán cuatro destructores de los tres países: los estadounidenses USS Stethem y USS Decatur, junto con el surcoreano Seong Ryong y el japonés Chokai, todos ellos equipados con complejos de defensa antimisiles Aegis que pueden rastrear misiles.

Durante las maniobras, las naves "simularán la detección y el rastreo de posibles misiles balísticos desde el Norte y el intercambio de información", explica el comunicado oficial del Ministerio de Defensa de Corea del Sur, recogido por The Korea Times.

Los ejercicios se llevan a cabo tras la aparición de informes periodísticos que señalaban que Corea del Norte podría haber avanzado en el desarrollo de un misil balístico diseñado para lanzarse desde un submarino.

"EE.UU. actuó como si quisiera provocar una nueva aventura de Pionyang, y lo hizo"

La semana pasada, el ministro ruso de Exteriores no excluyó que Washington podría haber provocado el último lanzamiento del misil por parte de Pionyang con sus ejercicios militares en la península coreana.

El canciller reveló que en septiembre EE.UU. "dejó en claro" que no se planeaban ejercicios militares en la península coreana hasta la primavera, algo que Rusia tomó como disposición para el diálogo, y transfirió "esta señal a Pionyang", que "no dijo que no". Sin embargo, "dos días después se anunciaron ejercicios extraordinarios no programados a gran escala en octubre, que nadie esperaba", recordó Lavrov.

Incluso después de estos ejercicios, Pionyang "no hizo movimientos bruscos", pero luego "se anunció a fines de noviembre un ejercicio más para diciembre". Fue tras ese anuncio que se produjo un nuevo lanzamiento del misil por parte de Corea del Norte "que, aparentemente, tiene características intercontinentales", subrayó Lavrov.

El ministro enfatizó que no está tratando de justificar este lanzamiento, pero "EE.UU. actuó como si quisiera provocar una nueva aventura de Pionyang", y "lo hizo".

Actualidad RT

Vladímir Putin llega a Siria y autoriza la retirada de parte de las tropas rusas del país árabe


Rumbo a Egipto, el presidente ruso ha visitado la base aérea de Jmeimim, ubicada en Siria.

El presidente de Rusia, Vladímir Putin, ha realizado este lunes una visita a la base aérea siria de Jmeimim, de donde partirá después a Egipto, informa la agencia TASS. El mandatario se ha reunido en la instalación con su homólogo sirio, Bashar al Assad, el ministro ruso de Defensa, Serguéi Shoigú, y el comandante de las Fuerzas rusas en el país árabe, el coronel general Serguéi Surovikin.

A su llegada a la base aérea, Putin ha ordenado la salida de "una parte considerable" de las tropas rusas de Siria, y se ha felicitado por la derrota del Estado Islámico, que calificó como el "grupo terrorista internacional más combativo", a manos de las fuerzas conjuntas de ambos países. Putin ha elogiado el coraje, el heroísmo y la profesionalidad de los militares de su país, a los que ha felicitado por su "victoria deslumbrante" sobre los yihadistas.



Por su parte, el jefe del Comité de Defensa del Consejo de la Federación de Rusia, Víctor Ózerov, ha estimado que la retirada de las tropas rusas de Siria, probablemente, no durará más de "algunas semanas".

"La situación en Siria está cambiando gradualmente"


El pasado lunes 4 de octubre, Vladímir Putin, declaró que "varias iglesias y monasterios cristianos habían sido saqueados y destruidos", si bien precisó que la situación en este país "está cambiando gradualmente", ya que el Ejército sirio, con el apoyo de las fuerzas rusas, ya han liberado "prácticamente todo el territorio de Siria", incluidos "los lugares que históricamente eran habitados por la comunidad cristiana".

El jefe del principal del mando operativo del Estado Mayor de las Fuerzas Armadas de Rusia, Serguéi Rudskói, anunció la semana pasada la derrota completa del Estado Islámico en Siria. "El territorio sirio está completamente liberado de los miembros de esta organización terrorista", subrayó.

Mientras, el primer ministro de Irak, Haider al Abadi, afirmó el pasado sábado que su país había alcanzado una victoria total sobre los yihadistas del EI. "Nuestras Fuerzas Armadas han establecido un control total sobre la frontera iraquí-siria y por ello declaramos el final de la guerra contra el Estado Islámico", dijo.

El operativo antiterrorista de Moscú en territorio sirio



Rusia puso en marcha su operativo antiterrorista en Siria en septiembre del 2015, cuando el presidente Putin ordenó el despliegue de la Fuerza Aérea rusa en este país de Oriente Medio a solicitud de Damasco. En aquel entonces las autoridades legítimas de la República Árabe controlaban aproximadamente una tercera parte del territorio nacional.

En un primer momento, el grupo militar ruso contaba con alrededor de 50 aviones y helicópteros, cifra que posteriormente aumentó. En concreto, los militares tenían disponibles vehículos como el bombarderos Su-24M y Su-34, así como cazas Su-30SM y Su-35S, cazabombarderos Su-25 y bombarderos estratégicos Tu-160, complejos de misiles teledirigidos y naves militares de Rusia, recuerda la revista RBK.

En el curso del operativo antiterrorista, han perdido la vida 40 soldados rusos, informa RBK. Además, Moscú perdió al menos cuatro aviones militares y tres helicópteros.

Actualidad RT

sábado, 9 de dezembro de 2017

Ação policial nas universidades objetiva manter o povo ignorante


Ribamar Fonseca, jornalista e escritor

Brasil 247 - A ação da Polícia Federal na Universidade Federal de Minas Gerais, uma repetição da violência praticada também contra a Universidade Federal de Santa Catarina – que culminou com a morte do reitor Carlos Cancellier – parece indicar efetivamente, como denunciou o senador Roberto Requião, uma operação planejada para abrir caminho à privatização das universidades públicas. O governo Temer, que tem o controle de instituições como o Ministério Público e a Polícia Federal e vem promovendo o desmonte de todas as conquistas sociais alcançadas ao longo dos anos, decidiu ampliar o leque de ataques privatizacionistas às escolas públicas de nível superior. Não basta a gradativa privatização fatiada da Petrobrás, com a entrega do pré-sal para as empresas estrangeiras, nem a operação para privatizar a Eletrobrás, pois é preciso matar na fonte, ou seja, nas escolas, a pretensão de brasileiros que amam este país de torna-lo uma grande Nação. Dificultando o acesso do povo pobre ao ensino superior, mantendo-o ignorante, é mais fácil controlá-lo. Se depender desse governo, portanto, o Brasil voltará à humilhante condição de colônia dos Estados Unidos.

Parece não haver dúvidas de que as operações policiais nas universidades contemplam interesses econômicos de grupos, nacionais e internacionais, que investem no ensino privado. Com a participação de parcela do Ministério Público e do Judiciário, além da cumplicidade da mídia, a Policia Federal certamente vem atuando com o devido conhecimento e autorização dos Ministros da Justiça e da Educação, Torquato Jardim e Mendonça Filho, respectivamente, pois se não soubessem e não tivessem autorizado ambos estariam sem autoridade e desmoralizados. Por sua vez eles devem cumprir determinação do presidente golpista que, obviamente, não seria pego de surpresa com uma ação que agravará a sua imagem, já tão desgastada, diante do povo. Temer, na verdade, que não recebeu um voto sequer para Presidente, ao atacar os diversos setores da vida do país, destruindo as conquistas da sociedade para atender interesses de grupos econômicos, está cumprindo compromissos assumidos com as forças que promoveram o golpe e o colocaram no Palácio do Planalto. Entre essas forças está o PSDB, que já declarou publicamente, através dos seus principais líderes, que a agenda do governo Temer é a mesma dos tucanos.

Na verdade, essa agenda seria cumprida pelo senador Aécio Neves, se fosse eleito em 2014, mas o povo decidiu mudar os planos tucanos reelegendo Dilma. Convencidos de que não chegariam ao poder tão cedo através das urnas, os tucanos decidiram, então, arquitetar o golpe com a ascensão de Temer, mas condicionaram seu apoio ao cumprimento da sua agenda, que tem como base a privatização, se possível, até do ar que respiramos. O tucano-mor, o ex-presidente FHC, que abraçou a candidatura Aécio com um discurso anti-corrupção que foi obrigado a mudar diante das trapalhadas do senador mineiro, já mudou de candidato várias vezes na tentativa de encontrar aquele que tenha condições de eleger-se: primeiro foi Aécio, depois Dória, em seguida Luciano Huck e agora ele terá de engolir Alckmin. Com esse discurso de desembarque do governo Temer, mas com a manutenção do apoio à sua agenda reformista, no entanto, o PSDB não conseguirá sequer chegar ao terceiro lugar na corrida sucessória. Os tucanos terão de conformar-se com mais uma derrota nas urnas, a não ser que consigam mudar as regras do jogo e conquistem o poder mediante um segundo golpe, o que já vem sendo tramado nos subterrâneos da política.


Como sabem que não impedirão Lula de voltar ao poder através das manobras de magistrados golpistas, que podem ser anuladas pelas instâncias superiores, independente do levante popular – em última hipótese ele indicaria um candidato com a certeza de vitória nas eleições de 2018 – os tucanos já tramam, junto com peemedebistas, a implantação de novo sistema de governo cujo poder não dependa inteiramente do voto popular. O semi-presidencialismo e o parlamentarismo estão entre os sistemas em discussão, o que daria ao PSDB a possibilidade de fazer o primeiro ministro. Ninguém sabe, porém, até quando o povo, massacrado pelo governo Temer com o apoio dos tucanos e a participação da Lava-Jato, vai continuar assistindo apático às suas medidas destruidoras sem sair às ruas. O caldeirão, que já está em ebulição, ampliada com as ações policialescas contra as universidades, poderá explodir com a eventual aprovação da reforma da Previdência, cuja votação já foi marcada para o próximo dia 18. Essa votação pode ser o pingo dágua que falta para esgotar a paciência da população, sobretudo a classe pobre, que está voltando ao fogão a lenha por não mais poder comprar o gás.

Na realidade, não se consegue entender como um presidente sem voto, como Temer, promove no país a destruição que nem a ditadura militar ousou fazer, com a cumplicidade da parte podre do Congresso e da mídia, além da conivência disfarçada do Judiciário e do Ministério Público. E mais estranho ainda é que o ex-presidente Fernando Henrique, que chegou a sugerir a renúncia a uma Presidenta eleita por mais de 54 milhões de brasileiros, não faça a mesma sugestão a Temer, que ocupa a Presidência sem um único voto. Para alguns brasileiros mais indignados com essa situação em que mergulharam o país, onde a Constituição é afrontada e as garantias individuais são suprimidas, somente com um presidente como Erdogan, da Turquia, seria possível colocar toda essa camarilha na cadeia e recuperar efetivamente o país: o presidente turco prendeu todos os que conspiraram contra o seu governo, inclusive magistrados. Isso não acontecerá no Brasil, no entanto, porque Lula, que vencerá as próximas eleições, é um conciliador. Ele já acenou até para os batedores de panela, que hoje estão escondidos, envergonhados e sofrendo as consequências das ações deletérias de um governo golpista que ajudaram a colocar no poder.

'Causa contra Cristina Kirchner é um disparate jurídico'


A ex-presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner (2007-2015) está sendo processada por crime de traição à Pátria e encobrimento agravado do atentado à AMIA. A Sputnik Mundo contatou o advogado Eduardo Barcesat, defensor de Angelina Abbona, ex-procuradora do Tesouro, também imputada no processo, para conhecer os detalhes do caso.

Segundo o juiz Cláudio Bonadio, Cristina Fernández deu ordens para dotar de impunidade os terroristas que causaram 85 mortos e mais de 150 feridos no atentado contra a Associação Mutual Israelita Argentina em julho de 1994.

O juiz federal processou a ex-presidente e prendeu vários acusados porque entendeu que haviam posto em marcha um pacto secreto com o Irã para desvincular sua conivência ao crime em troca do restabelecimento das relações comerciais.

"A causa é um disparate do ponto de vista jurídico. Trata-se de um crime inexistente. O acordo de entendimento com o Irã não foi posto em prática porque a República Islâmica não o ratificou através do Congresso. Trata-se de um ato inexistente e não pode haver encobrimento de algo dessa natureza", disse à Sputnik Mundo Eduardo Barcesat.

Em 2013, durante a presidência de Cristina Fernández de Kirchner, e com a aprovação do Congresso Nacional, a Argentina assinou um Memorando de Entendimento com a República Islâmica do Irã para permitir a declaração dos acusados no seu próprio país. Teerã não ratificou o tratado e este nunca entrou em vigor.

Para o advogado, foi "inventada uma causa ficcional" para poder perseguir a ex-presidente e seus funcionários, por uma "vocação do atual executivo de Mauricio Macri". Além da validade jurídica do caso, espera-se que o Senado não aprove a destituição da legisladora. De acordo com Barcesat, se os senadores, muitos dos quais votaram a favor do acordo com o Irã, o vissem agora como um ato ilícito, passariam a ser "participantes necessários" do caso.

"Enquanto isso [a causa] serve como uma tela em frente à opinião pública para desierarquizar à gestão anterior", opinou Barcesat, e acrescentou que, quando chegar ao Tribunal de segunda instância, o caso será anulado porque "este mesmo tribunal já tinha afirmado que não justificava a investigação".

A causa esteve parada durante dois anos porque outro juiz federal, Daniel Rafecas, não encontrou evidências de crime na denúncia do anterior procurador do caso, Alberto Nisman, que foi encontrado morto em sua casa em 18 de janeiro de 2015, horas antes de se apresentar à Comissão de Legislação Penal da Câmara dos Deputados, onde ele iria ser interrogado sobre os fundamentos da sua denúncia. No entanto, a Sala IV da Câmara de Cassação reativou o caso.
"Esta administração usa a causa para esconder o descontentamento social crescente e a responsabilidade deste governo na morte dos 44 tripulantes do submarino San Juan", disse Barcesat.

A senadora Kirchner denunciou que se trata de uma perseguição política. Em 7 de novembro, foi realizada uma mobilização na Praça de Maio para protestar contra a decisão judicial. "Estamos atravessando um momento muito grave na Argentina, o atual governo atropelou a divisão de poderes, porque precisa de juízes que lhes obedeçam a eles e a seus interesses", concluiu o advogado.

Sputnik Brasil

Mahmud Abás no recibirá al vicepresidente de EEUU en Palestina


El presidente palestino, Mahmud Abás, no va a recibir al vicepresidente estadounidense, Mike Pence, por la reciente medida de Trump contra Al-Quds.

“No habrá encuentro con el vicepresidente estadounidense en Palestina”, ha confirmado este sábado Maydi al-Yalidi, asesor diplomático del presidente palestino, para después señalar que “EE.UU. ha cruzado todas las líneas rojas”.

Ese anuncio se ha realizado en el marco de una reunión convocada por el mandatario palestino en la ciudad de Ramalá para concretar las medidas que adoptará sobre la decisión del presidente de EE.UU., Donald Trump. Este reconoció el miércoles la ciudad de Al-Quds (Jerusalén) como capital del régimen de Israel.

Además del tajante rechazo de los palestinos, gran número de Estados y organizaciones en el mundo han denunciado, criticado o alertado sobre las consecuencias perniciosas de la decisión de Trump.

myd/rba/nii/HispanTv

Muere bebé de 6 meses tras ataques de Israel contra Gaza



Un bebé palestino de solo seis meses pierde la vida como consecuencia de los ataques aéreos israelíes contra la bloqueada Franja de Gaza.

Según han informado medios locales, el niño, identificado como Imad Ashqian, se encontraba en un hospital en el norte de Gaza donde había ingresado para recibir atención médica.

El menor, han comentado las fuentes, resultó herido en los bombardeos de Israel y perdió la vida por la gravedad de su estado.

Un vídeo publicado en las redes sociales muestra los últimos respiros de Imad en el hospital.


El régimen israelí lanzó la noche del viernes dos cohetes contra Gaza, causando decenas de heridos, incluidos menores de edad.

Los ataques israelíes responden a las manifestaciones palestinas contra la decisión de EE.UU. de declarar Al-Quds (Jerusalén) como capital del régimen de Israel.

tas/rha/hnb/HispanTv

Irak completa su dominio en toda la frontera común con Siria


Las fuerzas militares de Irak informan de su éxito total en expandir su dominio en toda la frontera iraquí-siria.

Según ha informado este sábado la agencia iraquí de noticias Alsumaria News, el Ejército y las fuerzas populares iraquíes, conocidas como Al-Hashad Al-Shabi, han logrado culminar sus operaciones en la zona fronteriza.

Como fruto de sus operaciones, las fuerzas iraquíes han podido liberar un área de más de 11.000 kilómetros cuadrados.

Actualmente, según ha detallado la fuente, las fuerzas iraquíes tienen pleno control de la frontera, desde el norte de la ciudad de Al-Qaim en la provincia occidental de Al-Anbar hasta el sur de la ciudad de Sinyar en la provincia norteña de Nínive.

El siguiente paso, ha añadido, es limpiar la zona del resto de elementos terroristas, sus posiciones, sus equipamientos militares y las posibles minas colocadas a lo largo de la frontera.

tas/rha/hnb/HispanTv

Experto: Trump necesita el escándalo en torno a Jerusalén para combatir la influencia de Putin


¿Por qué Donald Trump proclamó Jerusalén la capital de Israel? El que se plantea esta pregunta es el analista ruso Piotr Akópov, quien se muestra insatisfecho con las respuestas que proponen gran parte de los medios europeos, los cuales tachan de loco al presidente de EE.UU. o la atribuyen a una afección desmesurada por Israel o a la influencia de la comunidad judía del país norteamericano.

Después de que bloquearan o intentaran bloquear en el Congreso y en los tribunales casi todas sus iniciativas, Trump recurrió a una estrategia que solía utilizar en el mundo de los negocios: "jugar a lo grande, farolear, presionar al socio-rival". De esta manera es cómo enfoca ahora el conflicto palestino-israelí, afirma Akópov en un artículo publicado el periódico digital Vzgliad, y de igual forma actúa con respecto a Corea del Norte: llevando la tensión al máximo.


La declaración del mandatario en torno a Jerusalén ha hecho que lo "estén maldiciendo 1.500 millones de musulmanes", admite el columnista. La prensa se está expresando mayoritariamente en el mismo sentido, con indignación, condena y acusaciones de "ignorancia". Sin embargo, a Akópov la decisión de Trump le parece muy racional y se origina en la necesidad de ganar el 'terreno perdido' ante el líder de otra potencia mundial con gran influencia en la región: Rusia.

Moscú también otorga gran importancia a la elevación de la Ciudad Sagrada a capital: para los palestinos en Jerusalén Oriental, y para Israel en la parte oeste, recuerda el columnista. Sin embargo, la palabra 'occidental' desapareció del discurso de Trump.

Akópov mantiene que esto no equivale a que proclamara la indivisibilidad de la ciudad, sino que lo hizo porque quiso "atraer la atención pública, provocar un escándalo". El propio discurso presidencial contenía una sugerencia de deslindar los barrios urbanos por medio de negociaciones, señala.

Por medio de su declaración sobre la capitalidad de Israel, Donald Trump "revienta la situación y redirige hacia su lado la atención que atraía Putin, quien ha blindado últimamente sus posiciones en Oriente Medio". A continuación, el analista explica que "no se trata de una mera competición con el presidente de Rusia; es el deseo de recuperar para EE.UU. la condición de principal moderador en la región".

Akópov considera que sin este escándalo, Washington no habría tenido ninguna oportunidad para recuperar este papel de moderador. La ocasión aparecerá, pero dentro de algún tiempo, cuando se calme la indignación de la comunidad musulmana e Israel acepte las negociaciones, pronostica el experto.

El analista admite que si Trump hubiera anunciado solo el traslado de la Embajada, pero a Jerusalén Occidental, eso habría provocado una indignación popular en las tierras palestinas de grado inferior a la que ha creado ahora al no mencionar la zona exacta de la ciudad. Entre otros efectos de su movimiento, Trump "ha atrapado en el anzuelo a Netanyahu, a quien ahora le será difícil decir 'no' a un 'gran defensor de Israel' como el mandatario estadounidense".



Actualidad RT

Corea del Norte califica de "viejo reloco" a Trump tras su decisión sobre Jerusalén


"El mundo podrá conocer bien quién es el perturbador de la paz y seguridad del mundo", resalta un documento del Ministerio de Exteriores norcoreano.


Pionyang ha condenado la decisión del Gobierno de EE.UU. de reconocer a Jerusalén como la capital oficial de Israel y calificó al presidente Donald Trump de "viejo reloco".

En un comunicado dado a conocer por la agencia norcoreana KCNA este sábado, el Ministerio de Relaciones Exteriores de ese país aseguró que las acciones de Washington son un "insulto a la legitimidad internacional y a la voluntad unánime de la sociedad" y merecen el "rechazo y la condena global".

"Esta decisión de los EE.UU. no es tan sorprendente, ya que proviene de un viejo reloco [Trump] que habló de la destrucción total de un Estado soberano [Corea del Norte] en la sagrada arena de la ONU", subraya la declaración.

El Ministerio recalcó la necesidad de una solución "justa" e "integral" a esta situación, teniendo en cuenta los derechos y los intereses del pueblo palestino. Asimismo, considera que Trump debe "asumir la plena responsabilidad" por la tensión y la inestabilidad en Oriente Medio a consecuencia de su "acto imprudente y despiadado".

"El mundo podrá conocer bien quién es el perturbador de la paz y seguridad del mundo y el bribón de la sociedad internacional", resalta el documento.

Este sábado cinco distritos de Cisjordania y algunos barrios de Jerusalén han sido escenario de enfrentamientos de los manifestantes palestinos con las Fuerzas de Defensa de Israel.

Los desturbios en Palestina comenzaron después de que el presidente de EE.UU., Donald Trump, proclamara este miércoles su reconocimiento de Jerusalén como capital del Estado de Israel.

Se han registrado 1.100 heridos durante las protestas registradas este viernes en distintas zonas de Cisjordania y también en la Franja de Gaza y la propia ciudad de Jerusalén.

Actualidad RT

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Cristina Kirchner sobre caso AMIA: "Es una causa inventada de hechos que nunca existieron"



Un tribunal ha pedido prisión preventiva para la expresidenta de Argentina por presunto encubrimiento del atentado al centro judío en 1994.

Cristina Fernández de Kirchner comparece ante el Senado sobre las acusaciones en su contra de supuesto encubrimiento del atentado a la AMIA, la Asociación Mutual Israelita Argentina, en 1994. El pronunciamiento se da luego de que un tribunal pidiera prisión preventiva para la expresidenta de Argentina en el marco de la causa que investiga el pacto de entendimiento con Irán.

"Es una causa inventada sobre hechos que nunca existieron", aseveró Kirchner, agregando que "esto es un verdadero exceso". El propósito de tal investigación "sin motivo" es "provocar daño personal y político" a la oposición, afirma la expresidenta.

La exmandataria argentina informa además que "posiblemente" recurrirá a un tribunal internacional tras ser procesada por el caso de la AMIA.



"Macri es el director de la orquesta"

"Estas medidas degradan aún más a la Justicia argentina, y señalan al presidente Macri como el máximo y verdadero responsable de una organización política y judicial para perseguir a la oposición", afirmó. "Mauricio Macri es el director de la orquesta", agregó.

En cuanto a la presunta persecución a la oposición, la expresidenta aseguró que el Gobierno "no quiere nuestra voz en el Senado, denunciando cómo destruye las conquistas del pueblo y de los trabajadores".

Supuestos actos de guerra

Kirchner señala que las acusaciones en su contra se basan en el supuesto jurídico de que los atentados de la AMIA no equivalen a terrorismo, sino a "actos de guerra", y que esto permitió a la fiscalía aferrarse a la figura de traición a la patria en su contra. La exmandataria indica que este supuesto solo es válido en caso de que el país efectivamente se encuentre en guerra.



El memorándum de entendimiento con Irán


La causa judicial gira en torno a la denuncia que hizo el fiscal Alberto Nisman en enero del 2015, donde acusaba a altos funcionarios estatales —incluida Kirchner— de haber negociado el memorándum de entendimiento con Irán de forma secreta.

Según los argumentos gubernamentales, el acuerdo bilateral pretendía acelerar las investigaciones sobre la presunta vinculación de ciudadanos iraníes en el atentado a la AMIA de Buenos Aires, que se produjo el 18 de julio de 1994 y causó 85 muertos.

La medida contra la exmandataria y actual senadora responde a que por sus contactos puede entorpecer la causa, según la información disponible. Además se la acusa de encubrimiento agravado y de haber participado de un plan criminal orquestado. Todo en el marco del supuesto delito de traición a la patria.

Actualidad RT

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Nota da Redação: No ano 2000 foi formada uma comissão de deputados argentinos para investigar o Caso AMIA. A comissão concluiu, com base em estudos técnicos, que a explosão partiu de dentro do prédio da embaixada israelense, isto é, o que explodiu foi o arsenal da embaixada. De resto, tudo não passa de encenação para subjugar e dominar o povo argentino. O sionismo e o imperialismo querem submeter a Argentina a sua política terrorista, e para isso conta com aliados e traidores da pátria.

Moscú acusa a EE.UU. de violar el tratado sobre misiles


Washington justifica con una supuesta amenaza rusa su intención de desarrollar un sistema de misiles de mediano alcance, que violaría el Tratado INF firmado hace 30 años y con vigencia indefinida.

El despliegue de los complejos misilísticos estadounidenses Aegis Ashore en Polonia, previsto para el próximo año, viola gravemente el Tratado sobre Misiles de Alcance Medio y Corto (el Tratado INF), manifestó el vicecanciller ruso, Serguéi Riabkov, en una entrevista a un diario ruso.

"Por supuesto, la situación en torno al despliegue –ya efectuado en Rumania y planeado para el próximo año en Polonia– de complejos universales Aegis Ashore, capaces de lanzar no solo misiles antibalísticos, sino también misiles de crucero de largo alcance, supone en nuestra opinión una violación grave del Tratado. Lo hemos dicho y seguiremos diciéndolo a los estadounidenses", indicó Riabkov.

Por su parte, representantes de la Casa Blanca acusan a Rusia de violar el tratado a través de "la creación de misiles prohibidos". Por esa razón, afirman, Washington está estudiando la posibilidad de crear un sistema de misiles terrestres de mediano alcance, para contrarrestar el presunto potencial militar ruso.

"Aunque seguimos comprometidos con una solución diplomática al problema de violaciones de las disposiciones del Tratado por parte de Rusia, EE.UU. está también comenzando a estudiar las posibles soluciones militares, referentes a la creación de un sistema de misiles de medio alcance y con base en tierra que (…) proporcionaría protección a EE.UU. y a nuestros aliados", dijo el subsecretario de Estado, Thomas Shannon.

Moscú niega todas las acusaciones estadounidenses. Según Riabkov, Rusia defiende el cumplimiento del Tratado, cosa que "requiere un enfoque más responsable por parte de EE.UU." El ministro de Asuntos Exteriores de Rusia, Serguéi Lavrov, ha afirmado en repetidas ocasiones que todas las acusaciones que voceros estadounidenses han formulado contra Moscú en torno al INF carecen de fundamento.

El Tratado INF fue firmado por la Unión Soviética y EE.UU. en 1987 y prohíbe a ambos países poseer misiles balísticos y de crucero, nucleares o convencionales, con alcances de entre 500 y 5.500 kilómetros.

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