domingo, 22 de outubro de 2017

CLIPE “MATEI O PRESIDENTE 2”, DE GABRIEL O PENSADOR, BOMBA NAS REDES



Por Esmael Moraes, em seu blog

O clipe da música protesto “Tô Feliz, Matei o Presidente 2”, de Gabriel O Pensador, lançado ontem, já virou hit nas redes sociais.

Acompanhe a letra do Rap Tô Feliz (Matei o Presidente):

Todo mundo bateu palma quando o corpo caiu
Eu acabava de matar o presidente do Brasil
A criminalidade toma conta da minha mente
Achei que não teria que fazê-lo novamente
Mas tenho pesadelos recorrentes, o Temer na minha frente
E eu cantando: Tô feliz, matei o presidente
Fantasmas do passado, dos meus tempos de assassino
Quando eu matei o outro, eu era apenas um menino

Agora, palestrante, autor de livro infantil
Não fica bem matar o presidente do Brasil
Mas a vontade é grande, tá difícil segurar
Já sei, vamo pra DP, vou me entregar
Chama o delegado, por favor
Sou Gabriel O Pensador
O homem que eles amam odiar
Cantei FDP, Pega Ladrão, Nunca Serão
Agora Chega! Até Quando a gente vai ter que apanhar?
Porrada da esquerda e da direita
Derrubaram algumas peças, mas a mesa tá difícil de virar
Anota o meu depoimento e me prende aqui dentro
Que eu não quero ir pra Brasília dar um tiro no Michel
Aí, que maravilha! Mata mesmo esse vampiro
Mas um tiro é muito pouco, Gabriel
Mata e canta assim
Hoje eu tô feliz, hoje eu tô feliz
Hoje eu tô feliz, matei o presidente
Hoje eu tô feliz, matei o presidente
Matei o presidente, matei o presidente
Hoje eu tô feliz, hoje eu tô feliz
Hoje eu tô feliz, matei o presidente
Hoje eu tô feliz, matei o presidente
Matei o presidente, matei o presidente
Fiquei até surpreso quando correu a notícia
E a polícia ofereceu apoio pra minha missão
Ninguém vai te prender, policial também é povo
Já matamo presidente, irmão, vai lá e faz de novo
Que é isso?! Eu sou da paz, detesto arma de fogo
Deve ter outro jeito de o Brasil virar o jogo
Que nada, Pensador! Vai lá e não deixa ninguém vivo
Se é contra arma de fogo, vai no estilo dos nativos
Invade a Câmara e pega os sacanas distraídos
Com veneno na zarabatana, bem no pé do ouvido
Em nome da Amazônia desmatada
Leva um arco e muitas flechas e finca uma no coração de cada
Cambada de demônio; demorou, manda pro inferno
Já tão todos de terno, e pro enterro vai facilitar
Envia pro capeta com as maletas de dinheiro sujo
De sangue de tantos brasileiros e vamos cantar
Hoje eu tô feliz, hoje eu tô feliz
Hoje eu tô feliz, matei o presidente
Hoje eu tô feliz, matei o presidente
Matei o presidente, matei o presidente
Hoje eu tô feliz, hoje eu tô feliz
Hoje eu tô feliz, matei o presidente
Hoje eu tô feliz, matei o presidente
Matei o presidente, matei o presidente
Áudio e vídeo divulgados, crime escancarado
Mas nem é julgado
Já tinha comprado vários deputados
Fora o foro privilegiado
Então mata o desgraçado
Na comemoração tem a decapitação
Cabeça vira bola e a pelada vai rolar (Chuta!)
Corta a cabeça dele sem perdão
Que essa cabeça rolando vale mais do que o Neymar
(É Pensador, é Pensador, é Gabriel O Pensador
É Pensador, é Pensador, é Gabriel O Pensador)
Fácil, um tiro só, bem no olho do safado
E não me arrependo nem um pouco do que eu fiz
Tomei uma providência que me fez muito feliz
Hoje eu tô feliz, hoje eu tô feliz
Hoje eu tô feliz, matei o presidente
Hoje eu tô feliz, matei o presidente
Matei o presidente, matei o presidente
Matei o presidente
(Matei o presidente, matei o presidente, matei o presidente)
Eu não matei nem vou matar literalmente um presidente
Mas se todos corruptos morressem de repente
Ia ser tudo diferente, ia sobrar tanto dinheiro
Que andaríamos nas ruas sem temer o tempo inteiro
Seu pai não ia ser assaltado, seu filho não ia virar ladrão
Sua mãe não ia morrer na fila do hospital
E seu primo não ia se matar no Natal
Seu professor não ia lecionar sem esperança
Você não ia querer fazer uma mudança de país?
Sua filha ia poder brincar com outras crianças
E ninguém teria que matar ninguém pra ser feliz
Hoje, estar feliz é uma ilusão
E é o povo desunido que se mata por partido
Sem razão e sem noção
Chamando políticos ridículos de mito
E às vezes nem acredito num futuro mais bonito
Quando o grito é sufocado pelo crime organizado instituído
Que censura, tortura e fatura em cima da desgraça
Mas, no fundo, ainda creio no poder da massa
Nossa voz tomando as praças, encurtando as diferenças
Recompondo essa bagaça, quero é recompensa
O Pensador é contra violência
Mas aqui a gente peca por excesso de paciência
Com o rouba, mas faz dos verdadeiros marginais
São chamados de Doutor e Vossa Excelência

EUA quer abafar vestígios de bombardeios 'bárbaros' em Raqqa


O Ministério da Defesa da Rússia comparou os bombardeios da coalizão internacional liderada pelos EUA na cidade de Raqqa com os que ocorreram em Dresden em 1945, provocando a morte de inúmeros civis.

O Ministério da Defesa russo trata com suspeita a intenção urgente dos membros da coalizão liderada pelos EUA de alocar ajuda financeira a Raqqa em meio a repetidas recusas de entregar ajuda humanitária aos sírios afetados pela guerra civil, disse neste domingo (22) o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov.

Na sexta-feira (20), a aliança apoiada pelos EUA das Forças Democráticas Sírias (SDF) com as milícias curdas e árabes, anunciou a libertação total de Raqqa do grupo terrorista Daesh, proibido na Rússia e em vários outros países.

"Enquanto Raqqa ainda não conseguiu esfriar após os bombardeios da coalizão internacional, já os altos funcionários de Washington, Paris e Berlim começaram a fazer declarações sobre a alocação urgente de dezenas de milhões de dólares e euros para Raqqa. Esses milhões deveriam alegadamente ajudar a restaurar a vida pacífica na cidade. Deveríamos saudar tal generosidade, mas temos dúvidas", disse Konashenkov.

De acordo com o alto responsável militar, nos últimos dois anos a Rússia tem pedido aos Estados Unidos e às nações europeias para enviarem ajuda humanitária aos sírios afetados pela guerra e também preparou uma lista de assentamentos onde essa assistência é mais necessária, sem dividir os sírios em "ruins" e "bons". No entanto, a resposta foi sempre negativa, acrescentou Konashenkov.

"[A única explicação disso] é a intenção de abafar rapidamente as evidências dos bombardeios bárbaros dos aviões dos Estados Unidos e da coalizão que enterraram milhares de civis libertados do Daesh sob as ruínas de Raqqa", acrescentou Konashenkov.

Sputnik News

Turquía instalará 8 bases militares en el norte de Siria


Vehículo militar turco circula por una base militar en el lado turco de la frontera con Siria en la provincia de Idlib

Turquía tiene planeado establecer ocho bases militares en la provincia siria de Idlib (noroeste), según el rotativo local Yeni Safak.

Según informó el sábado el diario turco Yeni Safak, afín al Gobierno de Ankara, el Ejército ya ha determinado la ubicación de cuatro de las ocho bases que pretende construir en dicha provincia siria.

Las referidas instalaciones militares, de acuerdo con el informe, estarán en la localidad de Taftanaz (situada a 17 kilómetros al noreste de la capital provincial de Idlib), la base aérea de Al-Duhur, la región de Deif y la cima de Sheij Barakat.

La presencia de las fuerzas turcas en Idlib se produce luego de que Rusia, Irán y Turquía hayan anunciado el pasado 15 de septiembre un acuerdo para monitorear la situación de paz en esta provincia, una de las cuatro zonas de distensión creada por los tres países durante las negociaciones en Astaná, Kazajistán.

“La operación lanzada por las Fuerzas Armadas turcas para proteger a los millones de civiles sirios (en Idlib) está actualmente en curso. Las tropas turcas que ingresaron a la ciudad en línea con el acuerdo de Astaná entre Ankara, Moscú y Teherán formarán 14 puntos de observación”, se lee en el reporte de Yeni Safak.

De acuerdo con la fuente, el primer puesto de observación turca se estableció el 13 de octubre y uno de ellos será colocado en la localidad de Reyhanli, sita en la provincia sureña turca de Hatay.

El Ministerio de Exteriores de Siria, a su vez, advirtió de que la presencia de las tropas turcas en su territorio nacional es un crimen y una agresión flagrante y ante ella, Damasco se reserva el derecho a responder.

Turquía también tiene fuerzas desplegadas en las cercanías de la ciudad de Afrin (Idlib), ocupada por el Partido de los Trabajadores del Kurdistán (PKK, por sus siglas en kurdo) y el Partido de la Unión Democrática (PYD, por sus siglas en kurdo) en la frontera turco-siria.

Entre Ankara y los kurdos hay tensiones debido a décadas de una intensa campaña del PKK para lograr la separación del sureste de Turquía.

tqi/ctl/msf/HispanTv

Jimmy Carter advierte de ataque preventivo de Corea del Norte


El expresidente de EE.UU. Jimmy Carter alerta que Kim Jong-un quiere salvar su ‘régimen’ como sea, incluso con un ataque preventivo.

En un fragmento de una entrevista publicada el sábado en el diario estadounidense The New York Times, Carter hace alusión al líder de Corea del Norte, Kim Jong-un, y lo cataloga como alguien "impredecible", mientras expresa su preocupación ante la posibilidad de que Kim haga algo "preventivo", si llega a convencerse de que el mandatario estadounidense, Donald Trump, actuará en su contra.

El expresidente estadounidense reflexiona que Corea del Norte ahora posee armas nucleares avanzadas que podrían destruir la península de Corea, Japón y algunos territorios en el Pacífico, “tal vez incluso nuestro territorio continental”, valora Carter.

También, pone de relieve que EE.UU. ha exagerado sobre la influencia de China en Corea del Norte, especialmente en Kim Jong-un.

“Por lo que sé, Kim nunca ha estado en China. Kim Jong Il, el exlíder y padre del actual líder de Corea del Norte, fue a China y estuvo muy cerca de los chinos”, agrega.

Carter, que desempeñó el cargo de presidente de EE.UU. entre 1977 y 1981, también dice estar dispuesto a ir a Corea del Norte en una misión diplomática para la Administración de Trump en medio de la escalada de las tensiones en la península de Corea.

Es más dice que había hablado con el consejero presidencial de Seguridad Nacional, Herbert Raymond McMaster, pero que hasta el momento no ha recibido respuesta alguna.

La tensión ha escalado de forma inusual en la península de Corea, a raíz de las pruebas nucleares de Pyongyang, y las medidas militares de EE.UU. y sus aliados, entre ellos Corea del Sur, en la región.

Corea del Norte insiste en que su escalada militar es una respuesta a las amenazas militares de Washington y de sus aliados. El primero, según los analistas, pretende provocar un cambio de Gobierno en el país asiático, una vez sorteado el peligro que suponen sus armas nucleares. Por su parte, Pyongyang ha amenazado con llevar a cabo un ataque ‘inimaginable’ contra Estados Unidos.

snz/ctl/msf/HispanTv

Informe secreto: La OTAN no sería capaz de protegerse de Rusia


La revista alemana 'Der Spiegel' cita un supuesto informe secreto que presenta una imagen de la alianza con una capacidad de resistencia muy limitada.

La OTAN no sería capaz de desplegar y transferir fuerzas para dar una respuesta necesaria en caso de un ataque de Rusia contra la alianza en Europa Oriental, informa 'Der Spiegel', en referencia a un informe secreto. La disminución de la capacidad de la organización se debería al hecho de que "las estructuras de mando se han atrofiado desde la finalización de la Guerra Fría", reporta la revista alemana.

El documento, denominado 'Informe sobre la evolución de las fuerzas de contención y defensa de la alianza' afirmaría: "No se puede confiar en la Fuerza de Respuesta Rápida (NRF)", añadiendo que "no existe una garantía adecuada de que incluso la fuerza de intervención de la OTAN pueda responder rápidamente y, si es necesario, de forma sostenida", cita 'Der Spiegel'.

El informe también indicaría que el sistema de transporte de los países europeos de la OTAN no es suficiente para garantizar un traslado rápido de fuerzas militares por el territorio de la alianza en caso de un conflicto bélico. Cabe mencionar que el sistema de transporte europeo es el más denso del mundo, según Eurostat.

¿Una "campaña mediática" para un 'Schengen militar'?

La filtración del supuesto documento oficial de la OTAN se produjo en la semana previa a la Cumbre de los ministros de Defensa de la organización prevista para el 9 de noviembre. Según indicó una fuente de Bruselas a TASS, es muy probable que "esta publicación sea una parte de la compaña mediática en apoyo a los planes para aumentar los gastos militares de los países de la OTAN".

Se indica también desde fuentes no oficiales que varios países de la OTAN, incluyendo los de Europa Oriental han lanzado una campaña de agitación para simplificar los trámites aduaneros que obstaculizan el traslado de material bélico a través de las fronteras de Europa, creando un denominado sistema 'Schengen militar', según TASS.

Soldados alemanes durante unos ejercicios de la OTAN en Letonia, el 4 de octubre de 2015. / Ints Kalnins / Reuters

La OTAN, "más dispuesta que nunca"

Mientras tanto, la portavoz de la OTAN, Oana Lungescu, rechazó las acusaciones del medio alemán, afirmando que las "fuerzas de la OTAN están ahora más dispuestas y son capaces de desplegarse más rápidamente que nunca durante la última década", informa TASS.

"La OTAN tiene actualmente el incremento más significativo de su defensa colectiva desde el final de la Guerra Fría", declaró la representante oficial de la alianza refiriéndose a los cuatro grupos de combate multinacionales desplegados en los países bálticos y Polonia, en plena función desde agosto. "Además, la OTAN ha triplicado el número de su Fuerza de Respuesta Rápida, y se basa en un contingente de respuesta rápida formado por 5000 soldados", remarcó Lungescu.

Tras el estadillo del conflicto en Ucrania, en 2015 la OTAN anunció el mayor refuerzo de su defensa colectiva desde la Guerra Fría.

En 2016 la cumbre de la OTAN en Vilna tomó la decisión de desplegar batallones en tres países bálticos (Letonia, Lituania y Estonia) y en Polonia, cerca de las fronteras rusas. En ese sentido, el ministro de defensa ruso Serguéi Shoigú indicó que en los últimos 10 años el grupo militar de la OTAN cerca de las fronteras occidentales de Rusia se incrementó 8 veces.

En vísperas de los ejercicios militares entre Rusia y Bielorrusia 'Zapad 2017' de septiembre pasado, la OTAN inició sus propias maniobras, 'Aurora-2017' en Suecia, los mayores en 20 años en esa nación escandinava. Además, en medio de una histeria sin precedentes de los medios de comunicación europeos, que criticaban las maniobras de Rusia y Bielorrusia por falta de transparencia, EE.UU. desplegó una división mecanizada de su Ejército en Polonia.

Por su parte, el jueves pasado el presidente de Rusia, Vladímir Putin, abordó el tema del aumento de la presencia militar de la OTAN cerca de las fronteras rusas. "Sabemos y comprendemos cada paso, esto no nos preocupa. Que se entrenen, todo está bajo control", señaló el mandatario.

Una "actividad rentable"

Los gastos militares de los países miembros de la alianza están creciendo en los últimos tres años, y en 2017 aumentarán un 4,3 %, según informó en junio el secretario general de la OTAN, Jens Stoltenberg. En la cumbre de Bruselas en mayo de este año, los países de la OTAN decidieron publicar informes anuales sobre el cumplimiento de sus planes para incrementar sus gastos militares hasta la meta de 2 % del PIB, acordada en 2014. La primera serie de los informes será presentada en febrero de 2018.

En relación a este tema, el presidente ruso afirmó hace un año que en Occidente "constantemente se multiplican amenazas ficticias y míticas, como la supuesta amenaza militar rusa", añadiendo que se trata de una "actividad rentable: se pueden aprobar nuevos presupuestos militares en cada país, doblegar a los aliados ante los intereses de una superpotencia y acercar infraestructura, unidades militares y equipos de la OTAN a nuestras fronteras".

Actualidad RT

sábado, 21 de outubro de 2017

PETROBRAS VENDE PRÉ-SAL A PREÇO DE BANANA, APONTA ESPECIALISTA


Brasil 247 - Mais uma vergonha internacional para o Brasil. Uma reportagem wspecial da BNAmericas, plataforma de relatórios e reportagens especiais para investidores, denuncia que Michel Temer e Pedro Parente estão entregando o pré-sal a preço de banana para os estrangeiros.

Confira abaixo trechos traduzidos da reportagem:

"A empresa de energia estatal brasileira, Petrobras, cometeu um erro grave ao passar seu direito de prioridade para a área de Carcará Norte, que é rica em petróleo, de acordo com um dos mais importantes geólogos do país.

Carcará Norte é uma das oito acumulações de pré-sal disponíveis para os licitantes em dois leilões para direitos de exploração e produção em 27 de outubro.

Em maio, a Petrobras disse que exercerá seu direito de preferência para operar três áreas: Sapinhoá, Peroba e Alto de Cabo Frio Central, deixando a área adjacente ao venerado campo de Carcará.

'[A Petrobras] criou um tremendo dilema', disse à BNamericas Luciano Seixas Chagas, coordenador de petróleo e gás da associação brasileira de geólogos, Febrageo.

'Se decidir licitar, tornará evidente a sua estupidez ao considerar a venda da Carcará pelo preço de uma banana. Se não, isso desperdiçará os ativos da Petrobras'.

A Petrobras recusou-se a responder aos comentários de Chagas quando contactados na sexta-feira.

(...)

Chagas, ex-funcionário da Petrobras e veterano de 43 anos da indústria petrolífera do Brasil, estima as reservas combinadas do Carcará e do Carcará Norte no 15Bboe.

"As áreas unificadas irão atrair a licitação mais agressiva", disse ele sobre os leilões pré-sal. "Eu diria que Carcará Norte se destaca.

"A Petrobras foi estúpida em vender a acumulação, porque tem a mais alta qualidade em termos de ausência de contaminantes, as maiores pressões do reservatório e conseqüentemente terá a o maior fluxo de óleo pré-sal ", acrescentou.

Pyongyang: 'Nossas armas nucleares estão apontadas aos EUA'


A Coreia do Norte possui armas nucleares e mísseis balísticos mas só irá usá-los no caso de ameaça, comunicou o Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte.

O desenvolvimento da situação em torno da península da Coreia "fortalece" a posição de Pyongyang de que "precisa de armas nucleares para repelir possíveis ataques", comunicou a diretora do departamento norte-coreano do Ministério das Relações Exteriores do país, Choe Son-hui, durante uma conferência sobre não proliferação de armamentos em Moscou.

A diplomata norte-coreana disse que seu país "quase alcançou um equilíbrio estratégico com os EUA" e possui armas e mísseis balísticos, mas apenas irá usá-los no caso de ameaça, informa o RT.
Além disso, Choe afirmou que "as armas nucleares da Coreia do Norte estão apontadas aos EUA" e que Pyongyang "não tenciona usá-las contra outros países".

Ela precisou que a Coreia do Norte exige que os EUA aceitem o estatuto nuclear da Coreia do Norte, porque o país não desistirá das armas nucleares, que "se destinam a proteger a nossa Pátria da constante ameaça nuclear dos EUA".

Ela sublinhou também que cada "ação provoca reação" falando sobre a promessa do líder norte-coreano Kim Jong-un de "responder com fogo ao fogo", ou seja, às ameaças de Washington.

Sputnik News

Advierten de colapso de montaña por ensayos nucleares norcoreanos


Una imagen satelital de la montaña Mantap, situada en el noreste de Corea del Norte.

Las seis pruebas nucleares que ha llevado a cabo Corea del Norte podrían causar un colapso de la montaña Mantap de 2205 metros, advierten los expertos.

El último ensayo que realizó Pyongyang el pasado 3 de septiembre movió a Mantap, al noreste del país asiático, de una manera parecida a como lo haría un terremoto de magnitud 6,3 y desde entonces el área ha vivido tres terremotos más, según informó el viernes el diario The Washington Post.

“Lo que vemos en Corea del Norte es un tipo de estrés en el terreno”, remarcó Paul G. Richards, un sismólogo de la Universidad de Columbia, para luego precisar que “en esa parte del mundo, había estrés en el terreno pero las explosiones los han exacerbado”.

Desde el año 2006, el Gobierno del líder norcoreano, Kim Jong-un, ha realizado seis pruebas nucleares, todas a través de excavar túneles bajo Mantap, en una reacción, según Pyongyang, a las provocaciones de EE.UU. y Corea del Sur en la península.

The Washington Post citó también a científicos chinos, quienes advirtieron que futuras pruebas nucleares podrían causar que la montaña colapse y que expulse la radiación de la detonación que provocan los ensayos.

Además, subrayó que Mantap está sufriendo de un síndrome de cansancio (“tired mountain síndrome”), según los analistas Frank V. Pabian y Jack Liu, quienes habían advertido en 2001 de los sitios de pruebas atómicas de la Unión de Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

Los terremotos también ocurrieron en el sitio de pruebas nucleares de Estados Unidos en Nevada después de las detonaciones allí, recordó el informe del rotativo estadounidense.

“La experiencia que tuvimos en el sitio de pruebas de Nevada y las décadas de monitoreo de los principales sitios de prueba de la URSS en Kazajistán mostraron que después de una gran explosión nuclear, pueden suceder muchas otras cosas importantes”, culminó el sismólogo Richards.

bhr/ktg/hnb/HispanTv

Polémico hallazgo de ‘criatura’ con rasgos humanos en Malasia


Hallazgo de criatura con rasgos humanos en Malasia crea polémica.

La polémica desatada por el hallazgo de una extraña ‘criatura’ con rasgos humanos en un bosque en Malasia ha obligado la intervención de la policía.

La Policía malasia tuvo que aclarar los hechos en torno al supuesto hallazgo, en los bosques del estado de Pahang, de una extraña criatura con rasgos humanos, luego de que imágenes aterradoras se propagaran rápidamente en redes sociales y llamaran la atención mucho más allá de este país de sureste asiático.

El jefe de la Policía de Pahang, Datuk Rosli Abdul Rahman, aseguró la semana pasada que las fotos de la “criatura” son falsas y que con toda probabilidad el origen de esas imágenes está en el propio Internet. Los medios locales difundieron su aseveración el pasado 13 de octubre.


“Los chequeos revelaron que las imágenes fueron descargadas de Internet y luego compartidas en redes sociales, donde se afirmó que habían sido tomadas en Pahang”, indicó Abdul Rahman, citado por el diario local New Straits Times.

Al fin y al cabo, el espeluznante animal de las fotos resultó ser un hombre lobo de silicona, un juguete que se vende en una tienda 'online', y no la extraña criatura supuestamente hallada con vida en Malasia y preservada en laboratorios de un lugar desconocido.

ask/ktg/hnb/HispanTv

Rajoy anuncia el cese del Gobierno catalán y convocará elecciones autonómicas antes de 6 meses



El presidente del Gobierno de España anuncia las medidas en que consistirá la aplicación del artículo 155 en Cataluña.

En la rueda de prensa posterior a la reunión extraordinaria del Consejo de Ministros de este sábado, el presidente del Gobierno de España, Mariano Rajoy, ha manifestado su intención de proceder al cese del Presidente, del Vicepresidente y de los consejeros de la Generalitat de Cataluña, por lo cual considera necesario convocar elecciones "tan pronto como se recupere la normalidad institucional". Su intención es que se celebren esos comicios en el plazo de 6 meses. Una de las condiciones más importantes para el desarrollo de esas elecciones es que el recién cesado Carles Puigdemont no podrá proponer candidato.

En este sentido, ha querido dejar claro que no se suspende el autogobierno ni la autonomía de Cataluña, sino que se procede al cese de las personas responsables de la desobediencia a la Constitución. También ha señalado que serán los diferentes ministerios del Ejecutivo español los que asuman las responsabilidades que hasta ahora tenían asignadas los miembros de la Generalitat.

Rajoy ha estimado en su intervención que la situación actual responde a las consecuencias del proceso independentista, al que ha calificado de "unilateral" y "contrario a la ley". Lo más "llamativo y antidemocrático" de todo el proceso, según el presidente, es lo sucedido en los días 6 y 7 de Septiembre [durante los plenos en los que se aprobó la Ley del referéndum y la ley de Transitoriedad Jurídica, respectivamente], cuando "se vulneraron los derechos de los diputados de la oposición y el debate que allí se produjo fue impropio de un sistema democrático". Recordó también que todas esas decisiones fueron suspendidas por el Tribunal Constitucional.

Mariano Rajoy también se refirió en este repaso al referéndum celebrado el día 1 de Octubre "sin garantías democráticas".

"Aplicamos el artículo 155 porque ningún gobierno democrático puede permitir que se viole la ley", puntualizó el presidente. Albert Rivera, líder de Ciudadanos, ya ha mostrado su apoyo a las medidas anunciadas y en la misma línea que el presidente ha dicho que "es importante aplicar el 155 para preservar la convivencia y la estabilidaddemocrática".

Por su parte, Carles Puigdemont ya ha anunciado una declaración institucional para la noche de este sábado, a las 21:00, en la que explicará su reacción al anuncio de Mariano Rajoy.

Primera vez en la historia

Es la primera vez que se recurre efectivamente al artículo 155 en la historia de la democracia española.

La decisión concreta de aplicarlo esta vez tiene su raíz la ambigua declaración de independencia que hizo Carles Puigdemont el pasado 10 de octubre, que motivó, por parte del Gobierno de España, un requerimiento formal para que aclarase si se había declarado la independencia o no.

El Gobierno estableció entonces un plazo para Puigdemont respondiera y, en caso de que su respuesta fuese afirmativa, para que rectificara y volviera a la legalidad. La respuesta definitiva del presidente de la Generalitat, sin embargo, contuvo una amenaza explícita: si el gobierno central aplicara el artículo 155, el Parlament catalán procedería a votar la declaración de independencia.

Al considerar que Puigdemont no ha atendido el requerimiento, el Gobierno de España ha dado curso a los siguientes pasos que constituyen la aplicación efectiva del artículo 155; el Consejo de Ministros que ha tenido lugar en la mañana de este sábado es el primero de ellos, y su función es terminar de perfilar el paquete de medidas con las que se materializará este mandato constitucional.

Ahora todo depende del Senado

La entrada en vigor del artículo podría prolongarse hasta tres semanas, pues el proceso legal implica algunos pasos de obligado cumplimiento. Tras el Consejo de Ministros de este sábado, el Gobierno enviará al Senado un escrito en el que debe detallar las medidas concretas que desea adoptar.

La Mesa del Senado remitiría su escrito y la documentación a una comisión que más tarde requeriría al presidente autonómico Carles Puigdemont que remitiera los datos y las alegaciones que considerase oportunas. Teniendo en cuenta esa documentación, la Comisión admitiría o rechazaría las medidas solicitadas por el Gobierno, pudiendo condicionarlas o limitarlas. Su dictamen pasará después al Pleno de la Cámara para su debate. La aprobación definitiva requiere la mayoría absoluta, que en este caso está garantizada siempre que PSOE y Ciudadanos mantengan el apoyo que ya han dado a las medidas propuestas.

Por último, hay que tener en cuenta que la autorización del Senado no implica que el Gobierno tenga que actuar, ya que puede dar marcha atrás en cualquier momento.

Actualidad RT

Anonymous bloquea el sitio del Tribunal Constitucional "en defensa de una Cataluña libre"



El funcionamiento de la web del Tribunal Constitucional se vio interrumpido este sábado por un ataque del grupo Anonymous, según TV3.

El sitio oficial del Tribunal Constitucional de España quedó bloqueado este sábado, poco antes de que se reuniera el Consejo de Ministros para decidir la fórmula de aplicación del artículo 155 de la Constitución en respuesta al desafío secenionista en Cataluña.

El bloqueo del sitio y la paralización general de los servicios de Internet de la institución se produjeron a consecuencia de un ataque lanzado por el grupo de 'hackers' denominado Anonymous, entre cuyos objetivos también figuran otros organismos estatales españoles.

Los 'hackers' publicaron un video en Youtube donde explican en inglés que con sus acciones buscan defender una "Cataluña libre" y el derecho de "la sociedad organizada catalana" a decidir su futuro, que "ha expresado a través del referéndum y varias manifestaciones".

El departamento de Seguridad Nacional confirmó el pasado viernes en su sitio oficial que en las últimas semanas páginas estatales han sido objeto de diferentes ciberataques bajo los lemas de "#OpCatalunya" y "#FreeCatalunya" difundidos en las redes sociales.

Actualidad RT

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

PF anuncia que encontrou anotações de valores de propina na casa de Aécio


A Polícia Federal encontrou na casa do senador Aécio Neves, durante buscas e apreensões no âmbito da Operação Patmos, anotações com valores de 200 mil e 510 mil relacionados à Odebrecht e à Braskem. No papel manuscrito, ao lado da anotação ‘CNO’ (COnstrutora Norberto Odebrecht), consta os nomes ‘Pimenta’ e ‘Direção Estadual’. Ao lado de ‘Braskem, o tucano anotou ‘Direção Estadual’. Para os investigadores, os valores ‘provavelmente’ são ‘monetários’ e são ‘possivelmente fruto de atividade ilícita’.

As buscas e apreensões na casa de Aécio Neves se deram em maio, quando o senador foi afastado do cargo por decisão do ministro Luiz Edson Fachin, à época em que foi deflagrada a Patmos. No âmbito da Operação, o tucano foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista, acionista da JBS. Os valores teriam sido repassados ao primo do senador, Frederico Pacheco, o Fred, e as primeiras tratativas teriam sido realizadas pela irmã do senador, Andrea Neves, ambos flagrados em ação controlada da Polícia Federal. Aécio foi denunciado por corrupção passiva por supostas propinas de R$ 2 milhões dos delatores.

A Polícia Federal enviou ao Supremo relatório sobre cada item encontrado na casa do senador e dos demais investigados na Patmos. Segundo o documento, um dos itens é uma ‘folha manuscrita é composta de três anotações com nomes e números podendo ser valores em moeda nacional’.

Plantão Brasil

Aécio ligou para Gilmar horas antes de o ministro do STF conceder decisão favorável ao senador

Por Fernando Brito, do Tijolaço - Achou-se um número de ligações digno de casais recém-enamorados, via WhatsApp, entre Aécio Neves e Gilmar Mendes, depois que o primeiro se viu em apuros em processos que o misterioso "algoritmo" da máquina de sortear relatores do Supremo Tribunal Federal, tal qual roleta viciada, escolhia o segundo para investigar as acusações ao mineiro.

46 chamadas, em menos de 60 dias, é demais para que alguém acredite que, como explicou o advogado do recém-liberado senador, Alberto Toron, as conversas teriam sobre a reforma política. Poxa, Dr. Torom, inclua aí umas receitas de comida mineira e umas dicas de bala, que ficará mais crível.

É um festival de desmoralização, embora pareça impossível ainda falar em desmoralização do senador e do ministro.

Mas é inacreditável que, depois desta evidência, o Supremo, como instituição. não decida afastar Mendes da condução dos inquéritos de Aécio.

Se não o fizer, estará passando um atestado de que é, mesmo, uma casa do faz-de-conta.


Chefe da CIA: "Preparem-se para chuvas de mísseis norte-coreanos".


Washington deve estar preparada para possível ataque norte-coreano com mísseis aos EUA, declarou o diretor da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), Mike Pompeo, ao portal Washington Examiner.

Segundo o chefe da agência central de inteligência, só tem aumentado a possibilidade de ataque com mísseis e, no futuro, vai crescer ainda mais devido à "ausência da pressão internacional em Pyongyang".

"Só resta pensar como prevenir o último passo", anunciou Pompeo.

O diretor da CIA também salientou que o presidente norte-americano, Donald Trump, procura usar forças militares para prevenir o ataque, contudo, é difícil entender quando será necessário aplicar tal medida.


A oposição entre Pyongyang e Washington vem aumentando ainda mais nos últimos tempos após as manobras militares conjuntas dos EUA e da Coreia do Sul para treinar ataque contra a Coreia do Norte em caso de guerra, por receio, o país fechado continua aumentando seu potencial nuclear e de mísseis.

Vale ressaltar que não há um tempo, a Rússia e a China pediram para Coreia do Norte interromper seus testes nucleares e lançamentos de mísseis, ao mesmo tempo, para Coreia do Sul e EUA darem um basta em seus exercícios conjuntos na região a fim da estabilização da situação na península, mas em Washington esta iniciativa foi ignorada.

Sputnik Brasil

Siria envía unidad de élite cerca de tierras ocupadas por Israel


Siria ha enviado una unidad de élite para finalmente acabar con el Frente Al-Nusra cerca de los territorios ocupados por Israel.

El portal de noticias Al Masdar News ha citado este jueves ciertos informes que indican que la unidad de la oficina de seguridad de la 4ª División Acorazada está siendo desplegada en la provincia occidental de la Campiña de Damasco para apoyar a otras fuerzas del Ejército sirio, que se encuentran actualmente enzarzadas en una gran batalla con los milicianos del Frente Al-Nusra en la región de Beit Jinn, cerca de los ocupados altos de Golán.

El alto mando del Ejército sirio ha tomado la decisión como parte de un esfuerzo continuo para acabar con la presencia de los terroristas de la alianza Hayat Tahrir al-Sham (Junta de Liberación del Levante), liderada por el Frente Fath al-Sham, anteriormente conocido como el Frente Al-Nusra, vinculado a Al-Qaeda.

Según fuentes militares, las fuerzas de la oficina de seguridad de la 4ª División Acorazada están especialmente capacitadas en el ámbito de guerra urbana y combate cuerpo a cuerpo.

Para este fin, se espera que la unidad desempeñe un papel importante en las operaciones para la liberación de las ciudades ocupadas por la alianza terrorista en los alrededores de Beit Jinn, incluida esta misma ciudad estratégica, un importante bastión del grupo terrorista.

Este desarrollo se produce un día después de que las fuerzas progubernamentales hayan logrado un gran avance contra los extremistas en las afueras de Beit Jinn, que resultó en la liberación de una colina estratégica en esta región.

El Ejército sirio continúará sus operaciones en los altos de Golán sirios hasta acabar con la presencia de los grupos armados y extremistas, que cuentan con el apoyo de Israel.

Ese régimen, que ocupa regiones en los altos de Golán, ha reconocido en varias ocasiones su apoyo a los “rebeldes sirios”, entre ellos Al-Nusra. Además, se especula que sus ataques contra las fuerzas sirias buscan impedir que estas expulsen a los miembros de la alianza extremista de Beit Jinn.

snr/ctl/myd/rba/HispanTv

Vídeo: Ejército sirio halla armas israelíes en escondites de Daesh



Las fuerzas sirias hallan un gran escondite de armas israelíes en la ciudad de Al-Mayadin (Siria), tras retomar esta urbe del grupo terrorista EIIL.

El Ejército sirio ha encontrado un gran escondite de armas israelíes después de haber liberado la estratégica ciudad de Al-Mayadin, perteneciente a la provincia oriental de Deir Ezzor, de las manos del grupo extremista EIIL (Daesh, en árabe), informa este jueves la agencia de noticias siria SANA, citando a un comandante de campo.

Según la mencionada fuente, entre lo que se ha hallado hay varios tipos de armas pesadas, medianas y ligeras, algunas de ellas fabricadas por el régimen de Israel, mientras otras provienen de ciertos países europeos y de los miembros de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN).

“Además encontraron morteros, equipos de artillería, proyectiles antiarmadura y un cañón de 155 mm fabricado por la OTAN con un alcance de hasta 40 km (aproximadamente 25 millas)”, ha señalado el comandante sirio.

Del mismo modo, ha precisado que las fuerzas sirias descubrieron un montón de piezas de repuesto de tanques y artillería, lo que, a su juicio, demuestra “claramente” que los terroristas obtuvieron los equipos de un Ejército organizado. “Esto es otra prueba de que algunos países regionales e internaciones han apoyado desde el comienzo de la crisis en Siria al grupo terrorista Daesh”, ha añadido.

El Ejército sirio, que cuenta con el apoyo de las Fuerzas Aeroespaciales de Rusia, liberó totalmente la ciudad de Al-Mayadin el pasado sábado, uno de los últimos bastiones de los extremistas takfiríes.

No es la primera vez que las fuerzas sirias incautan grandes cantidades de armas y municiones de los terroristas que presuntamente han sido proporcionadas por el régimen de Tel Aviv y Estados Unidos, firmes opositores al Gobierno sirio.

En más de una ocasión, Damasco ha denunciado que el régimen de Tel Aviv y Washington envían armas y brindan otros apoyos a los terroristas.

fmk/ctl/myd/rba/HispanTv

Rusia: "Las armas nucleares de EE.UU. ubicadas en Europa deben volver a su propio territorio"


La base aérea de Malmstrom, EE.UU.

El canciller ruso, Serguéi Lavrov, se ha pronunciado este viernes sobre distintos asuntos vinculados con las relaciones de su país con Washington y la OTAN.

El ministro ruso de Exteriores, Serguéi Lavrov, ha asegurado este viernes que su país aboga por el regreso a EE.UU. de las armas nucleares que este país tiene ubicadas en Europa, así como por que se ponga fin a las así llamadas "misiones conjuntas de la OTAN" que, según afirmó, "prevén, en contra del tratado de la no proliferación, la incorporación de los miembros no nucleares de la Alianza a la planificación y los ejercicios de uso de las armas nucleares".

En este sentido, Lavrov también ha recalcado que Moscú mira "con preocupación" los esfuerzos de los países miembro de la OTAN para modernizar "las aeronaves de doble uso diseñadas para llevar a cabo tareas tanto convencionales como nucleares". Todas estas actividades aumentan el riesgo de que las armas nucleares puedan llegar a usarse, advirtió.

Asimismo, el canciller ha recalcado que Moscú "no recibe ninguna respuesta" de Washington ni de sus aliados en lo referente a mitigar los riesgos relacionados con la creación de un sistema global antimisiles. En este sentido, lamentó que Washington trate de "presentar a Rusia como un serio infractor" del Tratado sobre Misiles de Alcance Medio y Más Corto (INF), que fue firmado por ambos países en 1987 para eliminar los misiles balísticos y de crucero nucleares o convencionales con un rango de entre 500 y 5.500 kilómetros.

Lavrov considera que la propia actitud de Washington hacia el documento "no contribuye en que se resuelva la situación" y opina que si diálogo entre ambas naciones ha empeorado "no ha sido por culpa de Moscú".

"Moscú y Washington tienen una gran responsabilidad ante el mundo entero"

En el marco de la sesión final del XIV foro anual del Club Internacional de Debates Valdái celebrada este jueves, el presidente de Rusia, Vladímir Putin, aseguró que Moscú y Washington "tienen una enorme responsabilidad ante el mundo entero" en su papel de "principales potencias nucleares". Asimismo, estimó que la total desnuclearización del mundo es posible, un objetivo que su país "quiere" y que seguirá persiguiendo con insistencia.


Una lanzadera rusa Yars de misiles balísticos intercontinentales. / Eugeniy Biyatov / Sputnik

En relación a la crisis en la península coreana, el mandatario ruso dijo que su país rechaza los ensayos nucleares de Pionyang, y abogó por poner fin a las tensiones en la zona "a través del diálogo" y no con "peleas e insultos". Según advirtió, la situación con Corea del Norte es "extremadamente peligrosa" y no está claro que "se pueda detener a Pionyang con un solo ataque de decapitación". Asimismo, criticó a Washington por haber introducido nuevas sanciones contra el país asiático "pese a los acuerdos cerrados" por ambas partes.

El presidente también se refirió a las relaciones entre su país y EE.UU. y consideró que el mayor error de su país en relación a Washington de los últimos 15 años ha sido el exceso de confianza. "Nos mostramos demasiado confiados, mientras que su error fue considerar esta confianza como debilidad y abusar de ella", dijo el presidente, que abogó por "pasar página y trabajar como socios iguales".

Actualidad RT

Propaganda de precios: ¿Por qué la economía de EE.UU. está sin pulso?


En este episodio de 'Keiser Report' desde Chicago, Max y Stacy comentan el mínimo histórico alcanzado por el índice de volatilidad VIX mientras se dispara el número de muertes por sobredosis en EE.UU. En la segunda parte Max prosigue su entrevista al periodista financiero Mark Malin sobre la ausencia de justicia en lo que concierne a los grandes delitos financieros.

En un nuevo episodio del programa 'Keiser Report' el presentador Max Keiser explica que el índice de volatilidad se encuentra a un nivel bajo y el mercado bursátil de EE.UU. ha estado tan tranquilo debido a "la propaganda de los precios". Es decir, utilizar estos para "darle la gente una falsa sensación de seguridad".

"Si la volatilidad es baja, es por culpa de las grandes empresas, que recompran sus propias acciones con el dinero gratuito que les regala la Reserva Federal mediante su planificación central, por lo que si una empresa comete un error, no sufre ningún castigo por ello", señala Max.

De ahí que el presentador llegue a la conclusión de que la economía estadounidense "está muerta, igual que la competencia y el libre mercado" por culpa del "dinero gratuito que se les regala a los oligarcas y señores feudales". Mientras tanto, las pequeñas y medianas empresas no prosperan en el país y no generan puestos de trabajo remunerados con salarios reales que hagan crecer el PBI.


"Los actos delictivos se han apoderado de Wall Street"

En la segunda parte del programa, el anfitrión habla con el periodista financiero Mark Malin sobre la ausencia de justicia cuando se refiere a las grandes compañías que cometen delitos financieros.

Aunque, según señala el invitado, hay dueños de fondos de cobertura que están denunciando "las desigualdades de riqueza y los actos delictivos que se han apoderado de Wall Street" hay muchos que no se atreven a denunciarlo por su posición influyente.

"Si se atreve a alzar la voz, puede quedarse sin trabajo, perjudicando gravemente sus expectativas laborales si cuenta la verdad de lo que sucede", indica Malin.

Por último, Max apunta que "los informantes son los que acaban siendo castigados, los que terminan en la cárcel".

Actualidad RT

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Rusia duda en que un ataque de EEUU destruya arsenal de Pyongyang


El presidente ruso, Vladimir Putin da un discurso en el marco de la 14ª reunión anual del Club Internacional de Debates Valdái

El presidente ruso, Vladimir Putin, ha dudado en que un presunto ataque de Estados Unidos contra Corea del Norte pueda destruir todas las armas de Pyongyang.

“Hay dudas de que se pueda detener a Pyongyang con un solo ataque de decapitación”, ha argumentado el jefe ruso de Estado, en un discurso ofrecido este jueves en el marco de la 14ª reunión anual del Club Internacional de Debates Valdái, en la ciudad rusa de Sochi.

De igual modo, ha criticado a Washington por haber introducido nuevas sanciones contra el país asiático “pese a los acuerdos cerrados” por ambas partes respecto a las pruebas que realiza el Gobierno del líder norcoreano, Kim Jong-un.


La situación de la península coreana es “extremadamente peligrosa”, ha advertido Putin, para luego destacar la necesidad de poner fin a las tensiones en la zona “a través del diálogo” en vez de con “peleas e insultos”.

Putin ha reiterado que su país condena las pruebas nucleares norcoreanas y que cumple también con todas las resoluciones del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU) sobre Corea del Norte, pero rechaza cualquier otra medida no diplomática.

“Sin duda, hay que solucionar este problema a través del diálogo, sin acorralar a Corea del Norte, sin amenazar con el uso de la fuerza y sin rebajarse a una grosería abierta”, ha apuntado el mandatario ruso.

Así, ha rechazado el ataque verbal entre el líder norcoreano y el presidente estadounidense, Donald Trump, que ha agravado en las recientes semanas las tensiones en la península coreana.

Se parece a un círculo vicioso en el que están inmersas las partes involucradas. Pyongyang avanza en sus programas nuclear y balístico ante las provocaciones de Estados Unidos y Corea del Sur, estos países, a su vez, endurecen sus medidas ante las pruebas de Corea del Norte.

bhr/ktg/ask/hnb/HispanTv

Fuerzas rusas liberan un campo de gas de aliados de EEUU en Siria


Las Fuerzas Terrestres rusas recuperan el control de un pozo gasífero clave en poder de las Fuerzas Democráticas Sirias (FDS), en la provincia de Deir Ezzor.

Un informe, divulgado este jueves por fuentes militares y todavía no confirmado por Damasco, afirma que se ha negociado un acuerdo entre Rusia y las FDS, apoyadas por EE.UU., a través del cual se permitirá al Gobierno sirio asumir el control del campo de gas de Koneko, situado en el este de la provincia oriental de Deir Ezzor.

De ser cierto, el alcance de cualquier “acuerdo clandestino” alcanzado entre Moscú y Washington con respecto a la transferencia de cualquier recurso energético, controlado por las FDS, a la propiedad legítima de Damasco podría abarcar dimensiones más amplias –aunque no hay absolutamente ninguna evidencia de este tipo de colaboraciones, ha afirmado el portal web Al-Masdar News.

Deir Ezzor se ha convertido durante los últimos meses en el centro de las ofensivas antiterroristas del Ejército sirio y sus aliados, es decir el Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá), los asesores iraníes y las fuerzas rusas.

El Ejército sirio ha hecho grandes avances a lo largo de la orilla occidental del río Éufrates y las Fuerzas Democráticas Sirias llevan a cabo ataques desde la orilla oriental del río.

La interferencia de las FDS en las operaciones antiterroristas de las fuerzas sirias ha aumentado las tensiones en Deir Ezzor. El portavoz del Ministerio de Defensa de Rusia, el general mayor Igor Konashenkov, ha cuestionado recientemente la naturaleza existente de la cooperación entre las FDS, apoyadas por Washington, con el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe).

“Los drones rusos no detectaron ningún enfrentamiento entre los dos grupos cuando los combatientes del FDS se acercaron a Deir Ezzor”, ha resaltado el general mayor ruso.

El Gobierno sirio tacha de ‘ilegal’ la presencia de las fuerzas títeres de EE.UU., asegurando que tales efectivos, respaldados financiera y logísticamente por Washington, no solo han complicado la situación en el país, sino que han obstaculizado el logro de cualquier solución a la crisis a través de reforzar una guerra subsidiaria.

alg/ktg/ask/hnb/HispanTv

VOLTA DA ESCRAVIDÃO DEVE BARRAR EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS


Brasil 247 - As mudanças em torno da definição de trabalho escravo no Brasil podem ter impactos sobre as exportações, segundo sinalizaram representantes da União Europeia (UE) e do setor empresarial brasileiro.

Na segunda-feira (16), uma portaria alterou a definição de trabalho escravo, os critérios de autuação e a forma de divulgação da chamada "lista suja" com o nome dos envolvidos nesse tipo de crime.

"Não podemos aceitar a importação de produtos feitos sob condições de escravidão", disse à finlandesa Heidi Hautala, deputada no Parlamento Europeu, braço Legislativo da UE. Ela é ligada ao Partido Verde.

Para Hautala, a decisão do governo brasileiro ainda pode criar "obstáculo" às negociações do acordo de livre comercio entre UE e o Mercosul.

Rascunhos do acordo que circulam –em discussões conduzidas há anos, sem consenso– mencionam o fim do trabalho escravo.

Outros tratados de comércio com a UE foram congelados no passado por esse tipo de preocupação. Por exemplo, houve resistência à indústria têxtil do Uzbequistão.

O Parlamento Europeu tem se preocupado com essa questão. Em outubro de 2016, pediu o endurecimento das regras para a identificação de trabalho escravo. Exportações precisariam de uma certificação de que respeitam determinados parâmetros, incluindo a ausência de trabalho escravo.

As informações são de reportagem de Diogo Bercito na Folha de S.Paulo.

Confira o apelo de Wagner Moura contra a volta da escravidão:

https://www.youtube.com/watch?v=twDXRhP88Q4

Venezuela a España: Maduro no comete falta al hablar de Cataluña


El canciller venezolano, Jorge Arreaza, ofrece una rueda de prensa en Caracas

Venezuela dice que el Gobierno español carece de capacidad moral para reclamar a Maduro por sus críticas a la represión de independentistas catalanes.

El ministro venezolano de Relaciones Exteriores, Jorge Arreaza, criticó el miércoles a la Cancillería española por haber convocado al embajador del país bolivariano en Madrid, Mario Isea, para transmitirle el rechazo del Gobierno de Mariano Rajoy por las declaraciones del presidente Nicolás Maduro sobre Cataluña.

“Qué poca moral tienen para señalar o reclamar que Maduro comete una falta (al hablar de Cataluña) cuando han sido ellos que —al lado de EE.UU.— han pedido sanciones contra Venezuela, han señalado de represor a Maduro y se atreven a hablar de presos políticos (en Venezuela). Es por lo menos un descaro”, fustigó Arreaza.

El máximo diplomático venezolano pidió a los líderes españoles que respeten al pueblo venezolano que “acaba de dar una gran lección con las elecciones (regionales) del pasado domingo”.

El martes, Maduro criticó con dureza al Gobierno de Madrid por reprimir al pueblo de Cataluña, apresar a varios los líderes catalanes tras el referéndum del 1 de octubre y perseguir a esta población.

El jefe de Estado bolivariano lamentó que, en tal circunstancia, el ministro de Exteriores español, Alfonso Dastis, hable de la necesidad de mantener las sanciones contra el Gobierno venezolano. “No tiene moral la oligarquía española para referirse a nosotros, tomen las sanciones que les dé la gana. A Venezuela no la para nadie”, exclamó.

El Gobierno venezolano ha denunciado en múltiples ocasiones la actitud injerencista de España y acusa a sus autoridades de apoyar a los “violentos” y “extremistas” opositores en el país suramericano.

ftm/ncl/mkh/HispanTv

Cataluña declarará la independencia si Madrid aplica el 155


El presidente de la Generalitat amenaza con declarar la independencia si no hay diálogo con el Gobierno central y sigue ‘la represión’.

“Si el Gobierno del Estado persiste en impedir el diálogo y continuar la represión, el Parlament de Catalunya podrá proceder, si lo estima oportuno, a votar la declaración formal de la independencia que no votó el día 10 de octubre”, indica el presidente del Gobierno autónomo de Cataluña, Carles Puigdemont, en una carta enviada este jueves al presidente del Gobierno español, Mariano Rajoy.

Con esta misiva, Puigdemont ha respondido al segundo y último plazo dado por la Moncloa (que expiró hoy a las 10.00 horas) para que aclare si declaró o no la independencia de Cataluña el pasado 10 de octubre.

Conforme al ultimátum, en caso de que la respuesta sea “sí” o sea ambigua, el Gobierno central podrá aplicar la segunda fase del artículo 155 de la Constitución para impulsar medidas concretas con el objetivo de “recuperar la autonomía de Cataluña”.

En su carta, Puigdemont recuerda la jornada del pasado 1 de octubre en la que “el pueblo de Cataluña decidió la independencia en un referéndum con el aval de un elevado porcentaje de los electores. Un porcentaje superior al que ha permitido al Reino Unido iniciar el proceso del Brexit y con un número de catalanes mayor del que votó el Estatut d’Autonomia de Catalunya”.

La respuesta de Puigdemont significa que si Rajoy decide aplicar el artículo 155 de la Constitución española, el Govern levantará la suspensión con que mantiene paralizada la declaración de independencia desde hace 9 días.

Mientras tanto, el Gobierno de Rajoy, que esperaba que Cataluña diera marcha atrás a sus ambiciones independentistas, ha contestado la carta de Puigdemont, considerando que el líder secesionista no ha respondido de manera clara a si proclamó o no la independencia.

“El Gobierno continuará con los trámites previstos en el artículo 155 de la Constitución para restaurar la legalidad”, reza en el comunicado de la Moncloa, en el que además se afirma que este sábado habrá un Consejo de Ministros extraordinario para abordar la crisis catalana.

Puigdemont ha recalcado que pese a nuestros esfuerzos y voluntad de diálogo, “que la única respuesta” de Madrid sea la suspensión de la autonomía pone de relieve que no se es consciente del problema y es obvio que no desea dialogar.

España vive en las últimas semanas una crisis política ocasionada por los pasos de los separatistas catalanes para lograr la soberanía de esta región autónoma, entre ellos, la celebración del referéndum, considerado ilegal por Madrid y que no obtuvo el reconocimiento de la comunidad internacional.

mjs/ncl/mkh/HispanTv

EE.UU. cree que los terroristas preparan un "nuevo 11-S"


La secretaria interina de Seguridad Nacional de EE.UU. afirma que los últimos atentados son un preámbulo para una "gran explosión".

Los terroristas del Estado Islámico y de otros grupos terroristas planean nuevo gran atentado equiparable a los ataques contra las Torres Gemelas del 11 de septiembre de 2001, según lo anunció este miércoles Elaine Duke, secretaría interina del Departamento de Seguridad Nacional de EE.UU., informa Daily Mail.

"Las organizaciones terroristas, ya sea el Estado Islámico u otras, quieren organizar una gran explosión como la del 11-S. Quieren derribar un avión, la Inteligencia lo tiene claro", declaró Duke, durante un acto en la embajada estadounidense de Londres.

Según la secretaría interina de Seguridad Nacional, los últimos atentados con cuchillos y camiones habrían sido un preámbulo y una manera de mantener ocupados a los milicianos de grupos yihadistas durante un periodo de transición. Para ello los los terroristas tratan de tener "sus finanzas en circulación" y de hacerse notar en los medios, explicó.

"Su objetivo es crear terror y un atropello, un atentado con arma blanca provoca miedo y siguen perturbando al mundo, pero no quiere decir que ellos hayan renunciado un complot mayor con aviones", añadió la alta cargo estadounidense.

El jefe del servicio de inteligencia del MI5, Andrew Parker, declaró la víspera que la amenaza terrorista que afronta actualmente Reino Unido es de "una escala y un ritmo" inéditos.

Actualidad RT

Madrid responde a Puigdemont: La suspensión de la autonomía de Cataluña se activará el sábado



El Gobierno español ha difundido un comunicado en respuesta a la carta enviada este jueves por Carles Puigdemont al jefe del Ejecutivo, Mariano Rajoy.

"El Gobierno de España continuará con los trámites previstos en el artículo 155 de la Constitución", que contempla la suspensión de la autonomía de Cataluña, reza el comunicado gubernamental difundido este jueves en respuesta a una carta del presidente de la Generalidad, Carles Puigdemont, en la que amenaza con una votación formal de la independencia en el Parlamento si no hay diálogo.

Madrid justifica la medida ante "la negativa" de Puigdemont a atender al requierimiento del Gobierno nacional, que le había solicitado "que informara de forma clara y precisa si alguna autoridad de Cataluña había procedido a declarar la independencia" de la comunidad autónoma y se le instó a "restituir el orden constitucional alterado".

El Consejo de Ministros de España mantendrá este sábado una reunión extraordinaria para aprobar "las medidas que elevará al Senado a fin de proteger el interes general de los españoles, entre ellos los ciudadanos de Cataluña, y restaurar el orden constitucional" en la comunidad autónoma, reza el texto.

Por su parte, el portavoz del Gobierno español, Íñigo Méndez de Vigo, ha comparecido este jueves ante la prensa para confirmar que el Ejecutivo seguirá adelante con la activación del artículo 155 para restaurar "la legalidad" y el "orden constitucional" en Cataluña, ya que la carta de Puigdemont no responde de forma clara al requerimiento del Gobierno. En este sentido, Méndez de Vigo lamentó la actitud de las autoridades catalanes de "buscar enfrentamiento".

Minutos antes de que fuera difundido el comunicado del Gobierno español, Carles Puigdemont envió una carta al jefe del Ejecutivo, Mariano Rajoy, la que amenaza con una eventual votación en el Parlamento catalán si el Gobierno de España "persiste en impedir el diálogo y continuar la represión", confirmando que la suspensión de la independencia "continua vigente".

Actualidad RT

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Chega ao Brasil o livro sobre a vida de Pablo Escobar


Está fazendo sucesso o livro publicado pela editora Planeta, "Pablo Escobar, Meu Pai", escrito pelo filho do maior traficante de drogas do mundo, Juan Pablo Escobar, ou, Juan Sebastián Marroquín Santos - nome adotado para evitar perseguições.

Após a morte de Pablo Escobar em confronto com a polícia colombiana, o filho e a família se refugiaram na Argentina, onde o filho de Pablo Escobar se transformou em um arquiteto de sucesso internacional, deixando de lado qualquer pensamento de vingança ou continuidade na carreira do pai.

O livro revela os bastidores do trabalho sujo da DEA e CIA, sempre tentando se meter onde não são chamados para obter lucros políticos. O papel dos norte-americanos na caçada a Pablo Escobar foi nulo, apesar dos filmes e séries onde os norte-americanos são sempre os mocinhos e os povos nativos são ingênuos e idiotas - segundo a visão de Hollywood.

A violência extremada de Pablo Escobar no final de sua vida foi uma reação à política terrorista do Estado colombiano, que chegou a colocar uma bomba no edifício onde a família de Escobar residia, muito tempo antes do acirramento da guerra ao narcotráfico naquele país.

O livro é importante para compreender o tráfico de drogas em nosso continente, onde países governados por políticos ligados ao narcotráfico - como Colômbia e México - dominam parte do comércio e da economia.

O livro não inocenta Pablo Escobar de seus crimes, mas revela fatos que provam que o maior narcotraficante do mundo era muito inteligente e destemido.

Alguns movimentos revolucionários na América Latina, nas decadas de 70 e 80, chegaram a admirar Pablo Escobar, afirmando que o trabalho de envenenar com drogas parte da população norte-americana era benéfico para a luta contra o imperialismo.

Abel Kaheler

Em vez dos 'planos de países estrangeiros': filho de Kadhafi volta para a política


O advogado da família Kadhafi, Khalid al Zaidi, informou em uma entrevista à Sputnik Árabe que o filho do ex-líder líbio, Saif al-Islam Kadhafi, voltará para a política.

"A condição atual do país, ausência de diálogo, incompreensão do cenário real — tudo isso torna necessário a volta de Saif al-Islam para chegar a um acordo político", explica o advogado.

"Às vezes surgem notícias que Saif al-Islam saiu da Líbia, mas não é verdade. Ele está em contanto com os líderes líbios e representantes de tribos para encontrar a solução política e estabelecer paz entre as partes em conflito…", declarou o advogado à Sputnik Árabe.

"Ele não abandonou o país e não irá abandoná-lo", assegurou.

Ao mesmo tempo, o advogado da família acrescentou que "seu trabalho não é parecido com as negociações realizadas na Tunísia. Os participantes das negociações não têm interesse na estabilidade [da região] e, sim, em fechar acordos uns com os outros, protegendo interesses privados que não têm nada a ver com as necessidades dos líbios comuns", destacou.

"Tais negociações correspondem aos planos de países estrangeiros que beneficiam a longa crise líbia", enfatizou.

Além disso, Khalid al Zaidi adicionou que "os líbios não esperam nada dessas negociações, porque já faz 7 anos que elas acontecem sem nenhum resultado. Apenas trazem sofrimentos, guerra, destruições e fome".
Neste mesmo contexto, o advogado ressaltou que Saif al-Islam Kadhafi é apoiado pelo povo comum do país. Por esta razão, vai basear sua política em "tentativas dos líbios comuns de participar na luta contra o terrorismo e estabilizar a situação na região", acrescentando que "hoje ele é a única esperança para os residentes do país".

A Líbia vive em uma crise profunda desde 2011, ano no qual foi derrubado e assassinado o legendário líder do país, Muammar Kadhafi. Desde então, se criou um vácuo institucional que contribuiu para o crescimento da violência, proliferação de grupos jihadistas e dualidade de poder.

Atualmente, em Trípoli funciona o Governo de Unidade Nacional, reconhecido como legítimo pelo Conselho de Segurança da ONU e presidido por Fayez Sarraj. As autoridades da parte oriental do país, por sua vez, atuam de forma independente e cooperam com o Exército Nacional da Líbia, sob a chefia de Khalifa Haftar, que está travando uma guerra contra os jihadistas.

Sputnik Brasil

IMPEACHMENT COMPRADO TEM QUE SER ANULADO


Muita gente sabia, muita gente denunciou, mas na época ficou por isso mesmo. Hoje, todo mundo sabe e ninguém tem mais motivo para ignorar: o impeachment da presidenta eleita e reeleita Dilma Rousseff foi resultado de propina e compra de parlamentares.

Lúcio Funaro, o gerente financeiro do esquema de corrupção que derrubou um governo legítimo, confessou, agora, em sua delação premiada, que Eduardo Cunha subornou deputados federais para que eles votassem no impeachment de Dilma.

A presidenta da República foi derrubada por um criminoso, que está preso, e que extorquiu dinheiro de empresários para comprar deputados que votassem num impeachment fraudulento.

Impeachment comprado tem que ser anulado.

O que o STF tem a dizer sobre isto?

A partir de hoje reproduziremos textos e trechos de reportagens que mostram de maneira indesmentível a ilegalidade do impeachment de Dilma Rousseff.

Começamos pela nota emitida pelo advogado da presidenta eleita, José Eduardo Cardozo.

“Desde o início do processo de impeachment, a defesa da presidenta eleita Dilma Rousseff tem sustentado que o processo de impeachment que a afastou da Presidência da República é nulo, em razão de decisões ilegais e imorais tomadas pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e por todos os parlamentares que queriam evitar “a sangria da classe política brasileira”.

“Agora, na delação premiada do senhor Lúcio Funaro, ficou demonstrado que o ex-deputado Eduardo Cunha comprou votos de parlamentares em favor do impeachment.

“A defesa de Dilma Rousseff irá requerer, nesta terça-feira, 17 de outubro, a juntada dessa prova nos autos do mandado de segurança, ainda não julgado pelo STF, em que se pede a anulação da decisão que cassou o mandato de uma presidenta legitimamente eleita.

“Entendemos que na defesa da Constituição e do Estado Democrático de direito, o Poder Judiciário não poderá deixar de se pronunciar a respeito, determinando a anulação do impeachment de Dilma Rousseff, por notório desvio de poder e pela ausência de qualquer prova de que tenha praticado crimes de responsabilidade.

José Eduardo Cardozo
Advogado da Presidenta Eleita Dilma Rousseff”

Asesinan a legendario comandante sirio defensor de Deir Ezzor


El mayor general Issam Zahreddine, que comandaba las fuerzas sirias en la ciudad de Deir Ezzor.

El general del Ejército sirio que defendió por más de tres años Deir Ezzor frente a Daesh murió en la explosión de una mina.

Según informa hoy miércoles la agencia británica de noticias Reuters, citando a medios progubernamentales sirios, el mayor general Issam Zahreddine perdió la vida ayer martes después de que el convoy en que iba pisara una mina terrestre colocada por el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en la ciudad de Deir Ezzor, en este de Siria.


Esta tragedia ocurrió cuando Zahreddine se dirigía en un convoy para realizar una operación especial en Saqr, zona situada en el este de Deir Ezzor y en la que aún se encuentran integrantes de Daesh.

El fallecido mayor general (a quien se le conocía también como el León de la Guardia Republicana) se destacaba por su papel en la defensa de más de tres años de Deir Ezzor, consiguiendo mantener gran parte de la ciudad y la base aérea frente a frecuentes y fuertes ofensivas de los terroristas.

hgn/ncl/ask/mkh/HispanTv

Temer comprou salvação de Aécio com R$ 200 milhões em emendas a senadores


Michel Temer liberou R$ 200 milhões em emendas para salvar o mandato de Aécio Neves (PSDB-MG), na sessão de ontem do Senado Federal. Os dois, como todos sabem, são cúmplices no golpe contra a democracia brasileira, comprado pelo ex-deputado Eduardo Cunha.

A denúncia da compra de senadores foi feita pelo jornalista Josias de Souza, colunista do Uol. "Unido a Aécio Neves por solidariedade política e penal, Michel Temer mobilizou-se para devolver ao senador tucano o mandato, a liberdade noturna e o passaporte. Para virar votos no plenário do Senado, Temer autorizou seus operadores políticos a acenar com a liberação de R$ 200 milhões em emendas orçamentárias", diz ele.

"Não basta a Aécio dizer ’muito obrigado’. Temer espera receber sua retribuição na Câmara, onde tramita a segunda denúncia da Procuradoria contra ele. Aécio já ajudara a organizar o enterro da primeira denúncia. O Planalto espera que auxilie muito mais no segundo velório. Uma mão lava a outra. Mas o resto permanece sujo. O ruído que se ouve ao fundo é o eco do diálogo vadio que Aécio manteve com o delator Joesley Batista", afirma o jornalista. Na conversa, Aécio negocia R$ 2 milhões em propinas, que foram entregues a seu primo Fred Pacheco, hoje em prisão domiciliar.

Agora, Temer tenta fechar a compra da bancada ruralista liberando a volta do trabalho escravo nas fazendas, com o fim da fiscalização – decisão contestada pela OIT e pela própria secretária de direitos humanos do governo Temer.

Para comprar apoio de Maia, Temer mudará comando do BNDES e emprestará bilhões a seus amigos

O governo avalia mudar o comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), atualmente presidido por Paulo Rabello de Castro, como uma forma de tentar agradar ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Nos dias que antecederam a votação da segunda denúncia contra Michel Temer na Casa, por obstrução da Justiça e organização criminosa, Maia demonstrou mal-estar com o Palácio do Planalto e buscou se descolar do governo, com foco na disputa eleitoral de 2018.

Ao mesmo tempo, o presidente da Câmara tem usado o discurso de que é preciso uma nova agenda para o País e, com isso, almeja maior protagonismo na condução das decisões econômicas. Esse é, de acordo com aliados do deputado, um dos motivos dos recentes atritos com o Planalto, que tiveram seu ápice no fim de semana, após a divulgação de vídeos da delação do operador financeiro Lúcio Funaro no site da Câmara. O episódio levou a um bate-boca público entre Maia e o advogado de Temer, Eduardo Carnelós.

Amigo de Temer, Rabello de Castro assumiu o BNDES em junho, após a saída de Maria Silvia Bastos Marques. À época, Maia tentou emplacar Luciano Snel, da Icatu Seguros, e ficou contrariado por não ter sido consultado sobre a escolha. Segundo auxiliares de Temer, a mudança no BNDES pode ser feita após a votação da denúncia, prevista para o fim deste mês no plenário da Câmara. Caso não haja acordo sobre o nome, a troca deve ser feita no início de 2018.

O presidente da Câmara nega que esteja pressionando o governo a trocar o presidente do BNDES. “Se o Palácio quiser trocar, que troque. Não queira colocar na minha conta”, afirmou Maia. “Se não fui consultado na primeira vez, não é agora que vou ser consultado”, disse. Em relação aos atritos com o Planalto, ele afirmou nesta terça-feira que “esse tema está superado”.

Plantão Brasil

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Vídeo: Al-Qaeda dispara a quemarropa a 4 miembros del EIIL



Miembros de una rama siria de Al-Qaeda atacan una posición de los terroristas del EIIL en el noroeste de Siria y matan a varios miembros de esta banda.

El lunes, unidades del grupo extremista Junta de Liberación del Levante (Hayat Tahrir Al Sham) se apoderaron de una aldea controlada por el EIIL (Daesh, en árabe) en el noroeste de la provincia central de Hama para evitar las amenazas contra sus posiciones en la vecina provincia de Idlib.

Tal y como se aprecia en el vídeo publicado por Hayat Tahrir Al Sham, las fuerzas de esta banda, filial local de Al-Qaeda, obligaron a cuatro miembros de Daesh a rendirse a punta de pistola y, tras su rendición, les dispararon a quemarropa.

Recientemente han aumentado las luchas intestinas entre los grupos terroristas y extremistas en el norte de Siria. El domingo, de hecho, medios locales informaron de decenas de muertos en conflictos armados entre los grupos rivales de Sultan Murad y el Frente Shamiya en la región de Al-Homran, en la provincia septentrional de Alepo.

mjs/nii/HispanTv

O preço do impeachment e o valor do STF


Jeferson Miola - Brasil 247

Lúcio Funaro adicionou novas informações sobre o preço que Cunha, Temer, Padilha, Geddel e outros golpistas peemedebistas e tucanos pagaram para a aprovação do impeachment fraudulento.

O operador da organização criminosa revelou que Eduardo Cunha lhe pediu R$ 1 milhão para comprar o voto de alguns deputados a favor da fraude, quando o processo já tramitava na Câmara.

Além deste valor, e antes disso, outras dezenas de milhões de dólares foram investidas na conspiração que derrubou a Presidente Dilma – sabe-se hoje, uma cifra bastante superior àquela "sobra"/"troco" de R$ 51 milhões guardados num apartamento pelo ex-ministro Geddel:

- na eleição de 2014, boa quantia de dinheiro arrecadado [legalmente, via caixa 2 ou propina] pelo banco de corrupção de políticos foi apostado na compra da eleição de uma numerosa bancada anti-Dilma na Câmara.

- outra montanha de dinheiro foi investida na compra dos votos de deputados para elegerem Eduardo Cunha à presidência da Câmara – passo que se demonstrou essencial na evolução da trama conspirativa e no funcionamento da engrenagem golpista.

Qualquer que seja o ângulo de observação da realidade chega-se à conclusão que o impeachment foi uma das mais burlescas farsas políticas da história do Brasil: [1] faltou-lhe fundamentação fática, legal e constitucional; porque não existiu e nunca foi demonstrado crime de responsabilidade, e [2] a maioria composta por 367 deputados que aprovaram a farsa em 17 de abril de 2016 foi comprada.

É notório que o impeachment só prosperou porque a Suprema Corte foi condescendente com esta farsa – ou cúmplice, na visão de alguns analistas.

Sobraram motivos, alegações e pedidos para que o STF interrompesse aquela violência perpetrada contra o Estado de Direito, porém os 11 juízes simplesmente lavaram as mãos, permitindo que o mandato conferido a Dilma por 54.501.318 votos fosse usurpado pela cleptocracia que tomou de assalto o poder.

Com obscurantismo jurídico, o STF se recusou a analisar o mérito do impeachment; optou por não se pronunciar quanto à absoluta inexistência de fundamentos jurídicos para o pedido acolhido pelo então presidente da Câmara em dissonância com a Constituição e as Leis do país.

Hoje sobram razões para se anular o golpe de 2016. Ao que tudo indica, todavia, mesmo com o robustecimento das provas, evidências e indícios da compra da maioria parlamentar que aprovou a fraude do impeachment, a Suprema Corte continuará onde sempre esteve: condescendente – ou cúmplice – com o golpe.

O preço do impeachment é conhecido, assim como é sabido o valor desprezível do STF na preservação da democracia e do Estado de Direito.

O sistema político-jurídico está inteiramente apodrecido. Além de eleições limpas para restaurar a democracia, é urgente uma Assembléia Nacional Constituinte com prioridade nas reformas política, tributária, do judiciário e para a democratização da comunicação e da informação pública.

Lugares mais seguros em caso de guerra entre EUA e Coreia do Norte ficam na América Latina


Caso o presidente Trump decida cumprir sua promessa feita nas Nações Unidas de “destruir totalmente a Coreia do Norte”, o país deverá lançar mísseis com bombas nucleares e de hidrogênio (muito mais potentes que as atômicas) contra os EUA, em retaliação, o que ameaça contaminar por nuvens radioativas a maioria dos países vizinhos e próximos aos EUA.

A emissora australiana ABC News criou um mapa interativo para calcular que partes do mundo correm risco no caso de um ataque por parte da Coreia do Norte.

No âmbito das ameaças recentes da Coreia do Norte de que a Austrália enfrentará uma “catástrofe” se continuar apoiando as políticas dos Estados Unidos, a emissora ABC News revisou no seu site o alcance dos mísseis norte-coreanos e fez um infográfico interativo.

Qual seria o lugar mais seguro do mundo se a Coreia do Norte lançasse um ataque potente? De acordo com as estimativas da ABC News, “o único continente que seria em grande parte seguro seria a América do Sul”.


Em um hipotético ataque realizado através de veículos de lançamento espacial, os mísseis norte-coreanos poderiam cobrir uma distância de 15 mil quilômetros em sua configuração de três etapas, informou o canal. Nessas circunstâncias, o ponto mais distante de Pyongyang seriam Mar del Plata, na Argentina, Paraguai e Uruguai, região sul do Chile, além dos estados das regiões central e sul do Brasil.

Recentemente militares norte-americanos estacionados na Península Coreana afirmaram que “rezam a Deus para que a Coreia do Norte não dispare seus mísseis nucleares, porque os EUA não teriam como impedir a chegada de alguns deles aos EUA”.

Basta apenas um míssil com ogiva nuclear ser detonado na Península Coreana, no espaço, para destruir todos os meios de comunicação das frotas militares dos EUA, Coreia do Sul, Austrália e Japão, incluindo a internet da região, o que tornaria as bases militares dos EUA na Coreia do Sul – no total 23 – vulneráveis à artilharia norte-coreana, uma das mais potentes do mundo.

Ataque da Coreia do Norte com EMP pode matar 90% da população dos EUA

Militares e estudiosos norte-americanos informaram através de matéria publicada no jornal The Independent que um ataque de Pulso Eletromagnético – EMP – da Coreia do Norte aos EUA poderá causar a destruição total da rede elétrica dos Estados Unidos, e em consequencia provocar a morte de 90% de sua população em 12 meses, por volta de 290 milhões de pessoas.

“Um ataque deste tipo deixaria fora de serviço todo o sistema elétrico dos EUA por um período indefinido, o que no curso de um ano provocaria a morte de 90% da população”, afirma William Graham, ex-congressista norte-americano e presidente da antiga Comissão EMP do Congresso dos EUA.

Cabello: la oposición manipula a sus seguidores con sus mentiras


El vicepresidente del Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), Diosdado Cabello (izda.), en un programa televisivo.

La oposición de Venezuela, presa de amplias contradicciones, manipula a sus seguidores con mentiras, por lo que se debe crear una nueva oposición.

Durante el programa aniversario de ‘La Política en el Diván’ transmitido el lunes por la cadena local de Televisión (VTV), el vicepresidente del Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), Diosdado Cabello, hizo hincapié en la necesidad de crear una nueva oposición en el país bolivariano.

“Ojalá que esta derrota de la oposición sirva para que surja algo distinto, figuras, nombres, movimientos de la derecha que le sirvan al país y no que el país les sirva a ellos”, manifestó el dirigente político venezolano. También acusó a la oposición de mentir: “Quien no posea una compañía que podía iniciar con el negocio de las encuestas, yo recomiendo que trate de crear una empresa encuestadora ya que les pagan por mentir”.

En este contexto recalcó que la oposición, agrupada en la Mesa de la Unidad Democrática (MUD) y apoyada por el secretario general de la Organización de Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, se niega a reconocer los resultados de los comicios que se llevaron a cabo el domingo para designar por cuatro años a los gobernadores de 23 estados, ya que se saldaron con la victoria del chavismo.

“No reconocen al árbitro, si lo reconocen es cuando ganan, si pierden no les gusta”, afirmó. Asimismo manifestó que, de ser la situación al contrario, el Gobierno hubiese reconocido su derrota, como ha hecho en otras ocasiones.

El Consejo Nacional Electoral (CNE), a su vez, aseguró el lunes en un comunicado que los representantes de las diferentes formaciones políticas, así como los técnicos del CNE y de la compañía de teléfono CANTV, han certificado que no se produjo fraude alguno al tramitar los datos recogidos por las máquinas de votación habilitadas para los comicios.

Confirmó, asimismo, que “se realizó la captura de las configuraciones de los RAS (sistema criptográfico de claves públicas, válido para cifrar y firmar digitalmente) y los routers del CNE, cuya función principal es enviar o encaminar paquetes de datos de una red a otra”.

fmk/nii/HispanTv

Pyongyang renunciará a su programa nuclear cuando EEUU lo haga


El embajador adjunto de Corea del Norte ante las Naciones Unidas, Kim In-ryong (dcha.), ofrece una rueda de prensa.

Corea del Norte apoyará la total prohibición de las armas nucleares y la eliminación de su arsenal siempre y cuando EE.UU. haga lo mismo.

“Corea del Norte apoya consecuentemente la aniquilación total de las armas nucleares y los esfuerzos encaminados a la desnuclearización de todo el mundo”, afirmó el lunes el embajador adjunto de Corea del Norte ante la Organización de las Naciones Unidas (ONU), Kim In-ryong.

Pero especificó que, hasta que EE.UU. amenace y chantajee obstinadamente a Pyongyang con armas nucleares y obvie el Tratado sobre la Prohibición de las Armas Nucleares, su país no se sumará al acuerdo, ni abandonará sus actividades al respecto.

En consecuencia, añade que Pyongyang descarta cualquier posibilidad de diálogo sobre el tema de la desnuclearización de la península coreana mientras Washington siga con sus políticas nucleares.

El programa de armas nucleares y de misiles balísticos de Corea del Norte “es una medida justificada de autodefensa (…) Ningún país del mundo jamás se vio tan amenazado directamente con armas nucleares por parte de EE.UU. durante tanto tiempo”, comentó el diplomático.

Pyongyang justifica el desarrollo de sus actividades militares y nucleares en su “derecho a la autodefensa” ante la abierta “hostilidad” de EE.UU. De hecho, los frecuentes ejercicios militares conjuntos de EE.UU. y Corea del Sur en la península coreana han obligado a Pyongyang a adoptar las medidas preventivas necesarias ante una eventual agresión.

tas/nii/HispanTv