quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Siria acusa a EE.UU. y al Reino Unido de suministrar sustancias tóxicas a los terroristas


"Podemos afirmar con seguridad que EE.UU. y el Reino Unido proporcionan apoyo a las organizaciones terroristas que operan en nuestro territorio", ha denunciado el vicecanciller sirio Faisal Mekdad.

En los almacenes de los combatientes en Alepo y las zonas liberadas en los suburbios del este de Damasco se han encontrado sustancias tóxicas provenientes de EE.UU. y el Reino Unido, ha declarado el vicecanciller de Siria, Faisal Mekdad, en rueda de prensa.

Según el viceministro, se han encontrado "granadas de mano y municiones para lanzagranadas" equipadas con sustancias tóxicas irritantes CS y CN. Las municiones químicas halladas fueron fabricadas por la compañía Federal Laboratories en EE.UU., mientras que los agentes tóxicos fueron producidos por las empresas Cherming Defence UK (Reino Unido) y NonLethal Technologies (EE.UU.), ha detallado Mekdad.

El viceministro sirio de Exteriores ha subrayado que, de conformidad con el artículo 5 de la Convención sobre la Prohibición de las Armas Químicas, el uso de agentes tóxicos irritantes solo se permite para fines de control de disturbios, quedando prohibido su uso como medio de guerra.

"Por lo tanto, podemos afirmar con seguridad que EE.UU. y el Reino Unido, así como sus aliados en la región, en violación de la Convención sobre la Prohibición de las Armas Químicas proporcionan apoyo a las organizaciones terroristas que operan en el territorio de Siria", ha denunciado Mekdad. El vicecanciller sirio ha añadido que "suministran a milicianos no solo armas convencionales, sino también agentes tóxicos prohibidos".

Por su parte, el Pentágono ha declarado que "nunca ha suministrado armas químicas a la oposición siria".

"Más allá de la comprensión"

El Ministerio de Asuntos Exteriores de Rusia se ha pronunciado sobre una posible participación de EE.UU. y el Reino Unido en la entrega de las sustancias químicas a los terroristas.

"Aquí tienen todo el compromiso con el derecho internacional y el triunfo de la democracia", ha escrito en su página de Facebook la portavoz de la Cancillería, María Zajárova. Esta ha agregado que "suministrar a los terroristas sustancias tóxicas es incomprensible".

Actualidad RT

Brasileiros não acreditam mais nos políticos e nem na democracia


Marcello Casal/Agência Brasil/Fotos Públicas

“O modelo da democracia representativa não está sendo questionado só no Brasil como no resto do mundo.” A análise é de Mauri Cruz, membro da diretoria executiva da Associação Brasileira das Entidades Não-Governmantais (Abong) que, em entrevista exclusiva à Sputink Brasil, comentou a última pesquisa do Insituto Ipsos sobre política brasileira.

O levantamento apontou que só 6% das 1.200 pessoas entrevistadas, entre 1º e 14 de juho, acreditam que se sentem representadas pelos políticos nos quais já votaram. E pior: hoje apenas 50% defendem o regime democrático. A enquete, feita em 72 municípios, traz ainda outros números preocupantes: 74% são contra o voto obrigatório; 81% afirmam que o problema do Brasil não são os partidos, mas o sistema político; e que a corrupção é um entrave para que o país alcance um nível avançado de desenvolvimento; e que apenas 15% consideram que a lei é igual para todos.

Cruz diz que esse questionamento mundial sobre a democracia representativa repousa em duas questões básicas. A primeira é a própria ideia de participar de processos democráticos, em que a eleição de um representante delega para ele todas as responsabilidades. A segunda, e talvez a mais importante segundo ele, é o sequestro dos processos democráticos pelo poder econômico.

O especialista cita o exemplo o caso recente da Grécia, onde consulta popular determinou que o governo não deveria ceder às exigências dos credores internacionais para liberar financiamentos que evitassem a bancarrota do país. Mesmo assim, pressões do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional, Banco Cental Europeu, entre outros, fizeram o governo ignorar os resultados do plebiscito que ele mesmo organizou.

“Isso a gente vê no dia-a-dia da política brasileira. As pessoas estão vivenciando um modelo de democracia que não está sendo efetiva do ponto de vista da garantia da conquista de direitos. A Abong representa um grande número de ONGs em todo o território nacional e vê que essa descrença com a política é palpável. Essa descrença é perigosa porque abre portas e janelas para alternativas autoritárias, salvadores da pátria, visões totalitárias e que serão piores que uma democracia perneta. Essa pesquisa aumenta o sinal de alerta para os políticos brasileiros. A gente tem que reinventar a forma da democracia, onde a cidadania seja chamada para tomada de decisões concretas. A prática de uma democracia verdadeira vai reacender a esperança das pessoas”, diz Cruz.

No bojo da tão discutida reforma política, o membro da Abong afirma que a proposta do Distritão é um retrocesso, porque não altera o peso do poder econômico no Congresso, diz Cruz, lembrando que em Porto Alegre o prefeito Nélson Marchezan Jr. (PSDB), é um exemplo dessa nova geração de políticos, jovens, empreendedores e que adotam o discurso do livre mercado para fazer política.

“A gente vê como é falacioso esse discurso. O capitalismo brasileiro não é um capitalismo de concorrência, só existe porque é sustentado por políticas públicas, é um capitalismo sem risco. O risco é inerente à ideia do capital, do investidor. O capitalismo brasileiro é o capitalismo do risco zero. Aí esses pseudo-empresários de sucesso querem apresentar que seu modelo de gestão é o modelo eficaz. Na verdade, é um balcão de negócios para os interesses de seus segmentos”, dispara Cruz. “Todo esse discurso de déficit fiscal é porque eles querem enxugar a máquina e sobrar recursos para fazerem as políticas de seu interesse. A pessoa se apresenta como empresário e não como político. Como se o empresário que concorre a uma eleição não fosse um político”, finaliza o membro da diretoria executiva da Abong.

Sputnik Brasil

Defesa da Venezuela: nenhuma potência nos roubará o direito de ser livres e soberanos


Sputnik

A Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) reafirmou nesta segunda-feira o seu apoio ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e disse estar pronta para defender a pátria de uma possível invasão dos Estados Unidos, que, na última semana, afirmaram não descartar uma ação militar contra o país sul-americano.

“Nenhuma potência ou império estrangeiro nos roubará o direito de ser livres, soberanos e independentes. Nesta batalha, nos ilumina o fogo imortal de nossos libertadores, de Bolívar, de Zamora e de Chávez, cujo exemplo de luta e dignidade é o estandarte que mostra o caminho para a grande vitória”, declarou o ministro da Defesa, general Vladimir Padrino López.

“Sem dúvida alguma, essa infeliz afirmação ficará registrada como uma das ameaças mais graves já lançadas contra nossa amada nação. Não apenas porque vem do governo da maior potência militar do mundo, mas também porque se constitui no corolário de um plano intervencionista preconcebido”, destacou López, acrescentando que essa ameaça teria como objetivo final a apropriação indevida de recursos naturais para atender a ambições econômicas desmedidas dos Estados Unidos.


“É insólito que o mandatário norte-americano se refira à Venezuela como ‘um desastre muito perigoso’, quando seu governo não encontra solução para problemas complexos como o consumo maciço de diversos tipos de drogas, discriminação racial, consumismo e desigualdade, assim como sua política belicista, que tantos danos causou e segue causando à humanidade.”

Ainda de acordo com o general, a Venezuela, que se encontra em uma profunda crise econômica, social e política há vários meses, é vítima de uma perversa aliança internacional formada por vários governos, corporações e setores da oposição interna, que, inconformados com os avanços da revolução bolivariana, ativaram seus mecanismos de dominação para destruir um processo fundamentado na justiça social, na igualdade e no humanismo.

Vão criar na Venezuela “um conflito armado” como fizeram no Iraque e no Afeganistão, denuncia Dilma Rousseff


Caracas, AVN.- A ex-presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, assegurou que os Estados Unidos vão criar um conflito armado na América Latina como já fizeram no Iraque e Afeganistão.

“Você lembra o que fizeram com Saddam Hussein? Mataram-no da forma mais bestial possível. Quando fizeram isso, destamparam a caixa de Pandora e saíram todos os monstros possíveis. De onde saiu o Estado Islâmico? Saiu do fato de que os Estados Unidos pensaram que tinha uma posição democrática ali. E não era assim”, explicou durante entrevista para a BBC.

Dilma assegurou que a visão do Ocidente sobre o tema da Venezuela “é irresponsável” e que o presidente Nicolás Maduro está governando em circunstâncias extremas. “O que precisamos é de uma maneira de sair em frente sem derramamento de sangue”, disse.

Sobre a postura ingerencista do governo do presidente de fato, Michel Temer, considerou que ele não tem direito de falar sobre a cláusula democrática do Mercosul. “A situação no Brasil não é a mesma que na Venezuela. Houve um golpe de Estado. Pelo menos, na Venezuela, eles chegaram ao poder através do voto”, explicou.

Abás alaba ‘libertad y dignidad’ de Norcorea en un mensaje a Kim


El presidente palestino, Mahmud Abás (izda), y el líder de Corea del Norte, Kim Jong-un.

En medio de las amenazas intercambiadas entre Washington y Pyongyang, Palestina envía un mensaje de felicitación a Corea del Norte.

De hecho, el presidente palestino, Mahmud Abás, el martes felicitó en un mensaje al líder norcoreano, Kim Jong-un, el Día de la Liberación de Corea y alabó “los sacrificios preciosos” de la nación norcoreana por su “libertad y dignidad”.

“El presidente deseó al líder Jong-un toda la salud y felicidad; el pueblo coreano continuó por la senda de la estabilidad y la prosperidad. Las relaciones amistosas históricas entre Palestina y Corea del Norte y sus dos pueblos seguirán desarrollándose y creciendo”, reza el mensaje de Abás citado por la agencia de noticias palestina Wafa.

El mandatario palestino también expresó su aprecio por las posiciones “estables” de Pyongyang respecto al caso palestino y la “justa lucha” de este pueblo para poner fin a la ocupación del régimen israelí.

Además de referirse a los esfuerzos de los palestinos para establecer un Estado independiente con Jerusalén (Al-Quds) como su capital, consideró esa medida como la garantía “más segura” para lograr una paz duradera para todos los pueblos de la región.

Sin embargo, Abás en su mensaje no hizo alusión alguna a la escalada de tensión en la península coreana y los mensajes de amenaza intercambiadas recientemente entre Estados Unidos y Corea del Norte.

Corea del Norte ha criticado una y otra vez al régimen de Tel Aviv por la ampliación de sus ilegales colonias en la ocupada Cisjordania, sus crímenes contra los civiles durante la guerra contra Gaza en 2014, y los ataques aéreos contra objetivos gubernamentales en Siria.

ftn/ktg/ftm/hnb/HispanTv

Venezuela desactiva un complot terrorista contra Maduro


Símbolo trazado en una pared de Caracas, la capital, que podría ser un mensaje para asaltar sede del Gobierno venezolano, el Palacio de Miraflores.

Los cuerpos de seguridad venezolanos detectan y neutralizan un plan de asalto terrorista a la sede del Gobierno, el Palacio de Miraflores en Caracas.

El Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (Sebin) impidió el martes que se materializara un ataque a la sede gubernamental, luego de que descifrara unos mensajes aparecidos pintados en las paredes de las calles de Caracas (capital de Venezuela).

El plan, que formaba parte de la Operación David, consistía en una serie de símbolos trazados en las calles del centro capitalino, que marcaban la ruta del ataque planeado, según informa este miércoles la cadena estatal Telesur.

La Operación David contemplaba cuatro fases que se iba a urdirse en toda Venezuela: el ataque aéreo al Tribunal Supremo de Justicia (TSJ), en el norte de Caracas; el asalto terrestre al Fuerte Paramacay, en Valencia; el rescate del General Isaías Baduel –quien actualmente cumple condena por conspiración– y, finalmente, la toma del Palacio de Miraflores.

El informe señala que los conspiradores pretendían atentar contra la seguridad del presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, y de otros funcionarios gubernamentales, si hubieran tenido éxito en su empresa.

Esta operación ha sido reivindicada por la llamada “resistencia”, que está conformada por civiles, exfuncionarios policiales y militares que han ejecutado acciones terroristas en el suelo venezolano, precisó el texto.

En el marco de dicha operación, el Sebin ha capturado a 18 personas, como también ha lanzado una orden internacional de captura para otras nueve.

Por su parte, el Gobierno venezolano no descarta que agentes secretos extranjeros estén operando en el país de manera parecida a como ocurre en Siria, al emplear un sistema de simbologías similares a los empleados en este país árabe.

Desde que el Gobierno venezolano convocara la celebración de la Asamblea Nacional Constituyente a fin de hallar una salida a la crisis que sufre el país y su posterior instalación, los sectores de la derecha no han parado de protestar contra este mecanismo contemplado en la Carta Magna de Venezuela, según afirman las autoridades locales.

Maduro ha denunciado, en repetidas ocasiones, que la oposición venezolana busca desestabilizar al país con la ayuda extranjera, en concreto, con el apoyo prestado desde EE.UU.

krd/ktg/ftm/hnb/HispanTv

Rusia tilda de “inaceptables” las amenazas contra Venezuela



El ministro de Asuntos Exteriores de Rusia, Serguéi Lavrov, tacha de ‘inaceptables’ las amenazas estadounidenses de intervención militar en Venezuela.

En declaraciones al término de una reunión hoy miércoles en Moscú (capital rusa) con su homólogo boliviano, Fernando Huanacuni Mamani, Lavrov ha puesto de relieve que la crisis de Venezuela debe resolverse por vía pacífica y sin intervención desde el exterior.

“Estamos de acuerdo en la necesidad de superar rápidamente las desavenencias existentes en ese país [Venezuela] exclusivamente a través de un diálogo pacífico, un diálogo nacional sin ninguna presión externa”, ha declarado Lavrov.

El ministro de Exteriores de Rusia reaccionaba así a declaraciones del viernes del presidente de EE.UU., Donald Trump, quien no descartó una “opción militar” respecto a la situación que atraviesa Venezuela.

Lavrov ha recordado además que la evocación de una intervención militar por parte de EE.UU. en Venezuela ha sido “duramente condenada” por “la abrumadora mayoría de los Estados latinoamericanos”.

Huanacuni Mamani, por su parte, ha reiterado la postura del Gobierno boliviano en defensa del presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, frente a lo que el presidente de Bolivia, Evo Morales, llamó el sábado “complots” de Washington.

“Venezuela está en la búsqueda también de su propio proceso democrático y eso es importante para poder generar los diálogos y poder coadyuvar los procesos, pero con respeto a la soberanía, rechazando cualquier intervención o cualquier intención de intervención al país, en este caso a Venezuela”, ha aseverado Mamani.

La retórica antivenezolana del Gobierno de EE.UU. se ha acentuado esta semana, si se tienen en cuenta las amenazas militares de Trump y las posteriores de su vicepresidente, Mike Pence, quien consideró a Caracas una “amenaza para la seguridad y la prosperidad” estadounidenses.

tqi/mla/bhr/rba/HispanTv

¿A quién quiere complacer Trump con la amenaza militar contra Venezuela?


Un profesor de la Universidad de Binghamton, en Nueva York, considera que es la situación interna de Estados Unidos la que ocupa toda la atención de la Casa Blanca.

La amenaza de intervención militar que Donald Trump lanzó contra Venezuela ocurre en medio de señales diplomáticas contradictorias.

Días antes del polémico anuncio del mandatario estadounidense, voceros de la Casa Blanca calificaron a Nicolás Maduro como "dictador". Inmediatamente después anunciaron tener intenciones de dialogar con Caracas, al tiempo que pedían anular la elección de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC).

La pregunta de fondo es a quién va dirigida esa declaración sobre una posible opción militar. ¿Intenta el presidente de EE.UU. cambiar el rumbo de la política venezolana, o más bien calmar los ánimos de las fuerzas políticas internas, en especial del complejo industrial militar?

Pentágono

En abril pasado, a propósito de un ataque con misiles que EE.UU. dirigió contra la base de Shayrat, situada en la provincia siria de Homs, un conocido diputado venezolano, Adel El Zabayar, presidente además de la Federación de Asociaciones y Entidades Árabes de Venezuela (FEARAB), destacaba contradicciones similares.

Recordó entonces que el 30 de marzo la embajadora estadounidense ante la ONU, Nikki Haley, aseguraba que a su Gobierno ya no le interesaba la destitución del presidente de Siria, Bashar al Assad.

Pocos días después, el 6 de abril, y tras un rápido giro diplomático, Trump amenazó a Siria y horas más tarde se produjo el ataque con misiles. Un ataque que, sin embargo, no tuvo mayores consecuencias.

El Zabayar consideró entonces que las primeras declaraciones del nuevo presidente hacia Siria fueron "rápidamente neutralizadas por el Pentágono, debido a las presiones de grupos de poder internos de Estados Unidos". Aseveró que "el poder real está en manos del Pentágono", y que es la industria guerrerista "la que decide cuál es la verdadera política que ejecuta ese Gobierno".

Una fuente militar venezolana explicó a RT que ese ataque a Siria estaba decidido desde antes de la elección de Trump, y éste debió autorizarlo "para calmar a los halcones del Pentágono".

El militar consultado consideró "extraño"que se tratase de un ataque "sin consecuencias".

"¿Cómo es que unos misiles de alta precisión impactan una base y no logran sacarla de operaciones? Al día siguiente, desde esa base militar, en Shayrat, despegaron aviones de combate", aseguró.

Sin subestimar

Por ese poder que ostenta el Pentágono, señala James Petras, profesor emérito de la Universidad de Binghamton, Nueva York, "siempre existe la posibilidad real de una intervención militar".

En su opinión, no puede tomarse a la ligera una amenaza militar que EE.UU. lance contra otra nación.

No obstante, Petras considera que "en este momento no hay ambiente favorable para intervenir en un país, y mucho menos con los problemas internos de Estados Unidos".

Los complacidos

El intelectual estadounidense está seguro de que Trump habló sobre el posible uso de la fuerza militar en un intento por "fortalecer a los enemigos que Venezuela tiene dentro de sus fronteras, es decir, la Mesa de la Unidad Democrática (MUD) y los otros grupos violentos que están aterrorizando a la población".

Igualmente, estima Petras, es una forma de apoyar "a los países que en América Latina muestran una oposición a Venezuela".

Consultado sobre la reacción de los países de la región que condenaron la amenaza, el académico cree que esa fue una señal contundente, por lo que deduce que una invasión a Venezuela "no está en la agenda inmediata de Trump".

Temores internos

Por el contrario, asegura, es en el frente interno donde están los problemas que ocupan la atención del mandatario.

"Ahora mismo Trump teme por los incidentes que provocan los fascistas, que han movilizado una gran oposición en su contra. Teme por un 'impeachment', que podría perjudicar la continuación de su presidencia. Y hacia el exterior, no existe ningún país que esté preparado para respaldar un posible ataque de Estados Unidos contra Corea del Norte. Esas son sus principales preocupaciones", enumeró Petras.


Ernesto J. Navarro - Actualidad RT

Trump: Kim Jong-un ha tomado "una decisión muy sabia"


Las palabras del mandatario estadounidense llegan tras los informes de 'The Wall Street Journal', que reseñaban que Pionyang había desistido de su plan de atacar con misiles la isla estadounidense de Guam.

Donald Trump ha acudido a Twitter, su instrumento favorito a la hora de hacer públicas sus declaraciones, para afirmar que el líder de Corea del Norte, Kim Jong-un, ha tomado "una decisión muy sabia". Las palabras del mandatario estadounidense llegan tras los informes que reseñaban que Pionyang había desistido de su plan de atacar con misiles la isla estadounidense de Guam, ubicada en el océano Pacífico.

"Kim Jong-un de Corea del Norte tomó una decisión muy sabia y bien razonada. ¡La alternativa habría sido catastrófica e inaceptable!", reza el tuit lanzado desde la cuenta personal del inquilino de la Casa Blanca.

Según los informes, el líder de Corea del Norte desistió de su propósito de atacar la isla estadounidense después de visitar este lunes un centro de mando militar y revisar el plan diseñado por sus principales comandantes.

La escalada de tensión entre Washington y Pionyang se intensificó la semana pasada, cuando el presidente estadounidense, Donald Trump, aseguró que si Corea del Norte agravaba la amenaza nuclear, la respuesta de EE.UU. sería "un fuego y una furia que el mundo nunca ha visto". Ante este ultimátum, Pionyang respondió que elaboraría un plan para atacar con misiles la isla de Guam.

El pasado 5 de agosto el Consejo de Seguridad de la ONU acordó unánimemente ampliar la lista de sanciones contra Pionyang y de la reducción de sus exportaciones, en un intento por detener las pruebas de misiles de la nación asiática.

Acualidad RT

terça-feira, 15 de agosto de 2017

15 de agosto: Lava Jato completa 4 anos e nenhum membro do PSDB foi preso


Uma das principais críticas à operação Lava Jato é a seletividade. Ou seja, a ideia de que os juízes e procuradores interpretam os indícios de maneira diferente, conforme o nome do réu ou o partido político envolvido nas denúncias.

PT, PSDB e PMDB foram os que mais receberam dinheiro de empresas citadas na Lava Jato. Os partidos se defendem dizendo que as doações foram feitas conforme a lei. Entre os três mais citados, apenas o PSDB não teve nenhum dos membros preso.

O senador Aécio Neves é o único político tucano com abertura de inquérito solicitada pela Procuradoria Geral da República. E os indícios contra ele não são poucos.

O dono da empresa JBS, Joesley Batista, disse em delação premiada que Aécio recebeu 60 milhões de reais ilegalmente em 2014. Essa acusação ainda não tem provas.

Acontece que Joesley entregou à Justiça uma gravação deste ano, em que Aécio Neves aparece pedindo a ele dois milhões de reais para pagar sua defesa na Lava Jato. Na sequência do telefonema, o senador tucano afirma que um primo dele iria receber o dinheiro. A entrega desses valores foi filmada pela Polícia Federal.

Parecia que não tinha escapatória. Mas teve. Em junho, o Supremo Tribunal Federal negou o pedido de prisão e mandou o tucano de volta ao Senado. Na decisão, o ministro Marco Aurélio Mello descreveu o PSDB como um dos maiores partidos do Brasil e disse que Aécio tem uma carreira política "elogiável".

Se comparado ao caso José Dirceu, parece piada de mau gosto. O ex-ministro chefe da Casa Civil, do PT, ficou preso por quase dois anos sem uma sentença condenatória em última instância.

A falta de pressa e de rigor nos processos que envolvem o PSDB, em relação a outros partidos, é questionada desde o início da Lava Jato. O chefe da força-tarefa em Curitiba, Deltan Dallagnol, foi perguntado sobre isso ao vivo na rádio Band News, em março. A explicação, segundo ele, é que o PSDB não fazia parte da base aliada do governo federal nos últimos anos.

Essa desculpa não cola. Na delação da empreiteira Odebrecht, por exemplo, são várias citações a políticos tucanos: quatro senadores e ex-senadores, 15 deputados e ex-deputados, três governadores e uma série de vereadores não identificados.

O patriarca da empreiteira, Emílio Odebrecht, admitiu ao Ministério Público que recebeu vantagens indevidas durante as campanhas presidenciais de Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998. Mas nada disso foi adiante.

Se Aécio escapou da prisão e retornou ao mandato, mesmo com tantos indícios, é difícil imaginar que um tucano será preso tão cedo.

Todos têm amplo direito de defesa. Mas, na Lava Jato, parece que esse princípio vale mais para uns do que para outros.

Plantão Brasil

COM CARAVANA, LULA SE BLINDA CONTRA PERSEGUIÇÃO


Brasil 247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, líder em todas as pesquisas de intenção de voto para o Planalto em 2018, prepara-se para uma nova caravana pelo Nordeste do País.

Para o repórter especial e colunista do Valor Raymundo Costa, a viagem de Lula pelos rincões do Brasil, entrando em contato direto com o povo e ouvindo seus problemas, pode ajudar o petista a se blindar contra as perseguições judiciais.

Nessa primeira fase, o "Projeto Lula pelo Brasil" deve ter a duração de 20 dias, começa pela Bahia e termina no Maranhão. Em 1994, Lula e o PT subestimaram o Plano Real e não se deram conta a tempo do enorme apoio popular a um projeto que acabou com o flagelo da superinflação e levou Fernando Henrique para o Palácio do Planalto, logo no primeiro turno. Desta vez o PT e Lula sabem muito bem com o que estão lidando. Tanto que a nova caravana de Lula tem por objetivos "reforçar a popularidade" do ex-presidente no Nordeste - região que assegurou as sucessivas reeleições do PT -, mas também, nas palavras de um dirigente, "criar uma base social para blindar a candidatura Lula".

O que ameaça a candidatura Lula são os seis processos. O ex-presidente foi condenado na ação que diz respeito ao tríplex do Guarujá. Em princípio, basta que a segunda instância da Justiça Federal confirme a decisão do juiz Sergio Moro para Lula ficar inelegível, nos termos da Lei da Ficha Limpa. Mas sempre haverá algum expediente - como o efeito suspensivo da sentença - capaz de devolver Lula à disputa. É para isso que serve a tal "base social para blindar a candidatura". No mínimo o PT terá criado um grande constrangimento: Lula não seria candidato por ser culpado da prática de crimes, mas por uma manobra dos adversários que temem a sua eleição.

(...)

Mas não é um Lula fiscalista que deve emergir da caravana. A ideia é dizer que o povo voltará a ter crédito para consumir. Ele tem sido aconselhado e avalia dizer que uma de suas primeiras providências no governo será derrubar a PEC do teto dos gastos, pois ela impediria qualquer programa de recuperação social, do ponto de vista petista. Somente assim seria possível investir mais em saúde e educação. O ex-presidente também pode modular o discurso sobre a regulamentação da mídia, falar a mesma coisa de maneira mais facilmente perceptível pela população. Aliás, até Rui Falcão, ex-presidente do PT e um dos principais defensores da medida, acha que Lula pode ser mais suave ao falar da regulação.

Como acontecia em 1994, agora Lula está novamente preocupado em não assustar a classe média."

Kim Jong Un vai "observar o comportamento estúpido dos ianques"


O líder norte-coreano, Kim Jong-un declarou que "durante algum pode ficar a ver o comportamento estúpido dos ianques", mas recomenda-lhes "ponderar com a cabeça fria todas as vantagens e desvantagens" e entender que a confrontação é nociva para ambas as partes.

Ele disse que "os imperialistas norte-americanos puseram eles mesmos uma corda ao pescoço devido à sua idiota confrontação militar", e que durante algum tempo vai observar o "comportamento estúpido dos ianques".

O líder da Coreia do Norte deu um conselho aos EUA quanto à situação atual, desfavorável para ambos os países. Para reduzir o nível de tensões e "para evitar o conflito militar, os EUA… devem pôr fim às suas provocações e deixar-nos em paz", informa a KCNA.

Se os EUA não seguirem esse conselho, "chegará o notável momento histórico em que os artilheiros do míssil Hwasong os irão agarrar pelo pescoço". Ele ordenou a seus generais que preparassem os militares para um ataque se ele decidir que é necessário.

Recentemente, Trump fez uma nova ameaça à Coreia do Norte, dizendo que os militares dos EUA estavam prontos a atacar. Anteriormente, o presidente norte-americano havia declarado que a Coreia do Norte iria receber "fogo e fúria" caso as ameaças de Pyongyang continuassem.

A Coreia do Norte, por sua vez, acusou os EUA de colocar a península Coreana à beira da guerra nuclear, deixando as potências mundiais alarmadas com a escalada da tensão.

Sputnik Brasil

Ejército sirio libera 7 aldeas en Homs, rodea focos de Daesh



El Ejército sirio recuperó el lunes otras siete localidades en la provincia de Homs, amenazando con rodear las fortificaciones de Daesh en el centro del país.

Según informaron medios locales, las unidades militares sirias, apoyadas por fuerzas aliadas, lanzaron el domingo una gran ofensiva en las áreas orientales de Homs, en una maniobra que pronto podría cercar los focos de resistencia que mantiene el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe).

En estas operaciones, los militares sirios se hicieron con el pleno control de las aldeas de Al-Kawm, Waha al-Koum, Yora al-Yamal, Al-Osmania, Ain Sabja, Om Qabiba y Nayran, reportó la agencia oficial SANA.

Un gran número de terroristas resultaron muertos o heridos en los combates, además fueron destruidos dos tanques y cuatro vehículos armados con ametralladoras de Daesh.

El avance reduce a 25 kilómetros la zona bajo control de la banda ultrarradical entre Al-Koum y Al-Sujna hacia el sur, que fue recuperada el pasado sábado por las tropas gubernamentales.

Según explica a su vez el opositor Observatorio Sirio para los Derechos Humanos (OSDH), de poder cerrar esa área, los remanentes de Daesh estarían rodeados en una zona de 8000 kilómetros cuadrados hacia el oeste, quedando casi en el centro de la mencionada provincia.

El pasado sábado, las unidades élite del Ejército sirio, las llamadas Fuerzas Tigre, efectuaron un desembarco aéreo detrás de las trincheras de Daesh en Homs (la primera operación aérea de este tipo desde el inicio del conflicto en 2011), facilitando la liberación de Al-Kawm y Al-Kadir.

Estos logros se dan en el marco de una masiva operación que el Ejército sirio, apoyado por las fuerzas del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) y la aviación militar rusa, han estado desarrollando en las últimas semanas con miras a avanzar hacia la oriental provincia de Deir al-Zur y romper con el cerco impuesto por Daesh a su capital homónima, controlada en partes por las autoridades del país.

mjs/rha/tas/HispanTv

Líder opositor: Un ataque de EEUU a Venezuela sería ‘inevitable’



Una intervención militar de EE.UU. en Venezuela podría ser inevitable, dijo Ramón Muchacho, exalcalde opositor del municipio caraqueño de Chacao.

Entrevistado por la cadena de televisión CNN en Estados Unidos donde está exiliado, Chacao dijo que el presidente de EE.UU., Donald Trump, al considerar el viernes la “opción militar” para solucionar la crisis política en Venezuela, comprometió a los gobiernos de la región a ofrecer una mejor alternativa que esa.

Sin embargo, a juicio del líder opositor basta con tener en cuenta las “opiniones” de la Agencia Central de Inteligencia (CIA) o el Departamento de Estado para asumir que en Estados Unidos la situación en Venezuela se ha convertido en un peligro, por eso, “puede que no haya más alternativas” que la intervención militar.

“Cuando encuentras que no hay opción, entonces encuentras que la alternativa militar, digamos lo que digamos, la condenemos o la respaldemos, puede terminar siendo inevitable para el Gobierno de Estados Unidos”, expresó el exalcalde.

El exalcalde se fue de Venezuela luego de que el 8 de agosto el Tribunal Supremo de Justicia (TSJ) lo destituyera y lo condenara a 15 meses de cárcel. El dirigente integra un grupo de alcaldes opositores a los que el máximo tribunal condenó a prisión por no impedir bloqueos de vías durante las violentas protestas opositoras que enfrenta el presidente Nicolás Maduro, con saldo de 125 muertos en los últimos cuatro meses.

Ante esta amenaza belicista de Washington, por su parte el presidente venezolano ordenó el lunes a la Fuerza Armada Nacional Bolivariana (FANB) realizar ejercicios militares de defensa en todo el país.

En este contexto, el ministro de Defensa venezolano, Vladimir Padrino López, a su vez reafirmó en nombre de la FANB el apoyo de los militares a Maduro ante las “graves amenazas” proferidas por Trump. En esta línea, reitero que las fuerzas armadas están dispuestas a “defender la patria y sus instituciones hasta perder la vida si fuese necesario”.

aaf/rha/tas/hispanTv

EEUU ‘tiene 2800 aviadores listos para’ atacar a Corea del Norte


Dos aviones de combate estadounidenses F-22 Raptor vuelan cerca de la base aérea de EE.UU. en Guam.

EE.UU. ‘tiene 2800 aviadores listos’ para volar desde las bases militares de este país en Guam y atacar a Corea del Norte, advierte un piloto de la Fuerza Aérea.

“Estamos sentados a 150 millas del malo (Corea del Norte) con 2800 aviadores listos para luchar”, dijo un piloto de la Aviación estadounidense estacionado en la isla de Guam, ubicado en el océano Pacífico occidental, citado el lunes por la cadena norteamericana CBS News.

“Todos nosotros aquí queremos paz en la Península de Corea”, afirmó el piloto asegurando que si las fuerzas armadas estadounidenses en Guam reciben una orden para atacar a Corea del Norte, solo Dios podría salvar al país asiático.

La advertencia se produjo en medio de una escalada de tensiones entre Washington y Pyongyang. La semana pasada, el presidente de EE.UU., Donald Trump, aseguró que si Corea del Norte agravaba la amenaza nuclear la respuesta de Washington sería “un fuego y una furia jamás vistos”. Ante estas amenazas, Pyongyang respondió que elabora un plan para atacar con misiles bases estadounidenses en Guam.

Trump ha sido acusado por muchos países extranjeros y oficiales dentro de EE.UU. de inflamar las tensiones con Pyongyang con su beligerante retórica.

Corea del Sur, a su vez, trató de apaciguar a ambas partes, diciendo que ninguna acción militar debe tomarse sin el consentimiento de Seúl. Su presidente, ha asegurado hoy martes que Seúl evitará una guerra en la península coreana a toda costa, y tratará de impulsar el diálogo.

Ante tal circunstancia, el líder norcoreano suspendió temporalmente su decisión para atacar Guam, diciendo que esperaba un poco más para observar “la conducta estúpida de los yanquis”.

“Si los yanquis persisten en sus acciones extremadamente peligrosas en la península coreana y en sus alrededores, probando el autocontrol de la República Popular Democrática de Corea, este último (país) tomará una decisión importante como ya lo declaró”, según un artículo escrito en la Agencia Central de Noticias de Corea (KCNA) el martes.

Las autoridades norcoreanas insisten en que no tienen más remedio que recurrir al incremento de su poderío balístico y nuclear para defenderse ante una posible acción militar de Washington y sus aliados regionales.

ftm/rha/tas/HispanTv

Tanque ruso T-72M1 resiste en Siria el impacto de un misil antitanque estadounidense


Un video aparecido en Internet vuelve a dar fe de la resistencia a los impactos de los carros de combate de fabricación rusa. Esta vez se trata de una versión modificada del T-72 un veterano de la Guerra Fría.

Un tanque ruso T-72 del Ejército de Siria resistió el impacto de un misil antitanque estadounidense TOW y mantuvo su capacidad de combate, según demuestra una grabación publicada en Youtube presuntamente por uno de los tanquistas sirios, informa el diario 'Rossíiskaya Gazeta'.

La descripción del video dice que el incidente ocurrió en la localidad de Ain Tarma, un suburbio al este de Damasco.

En las imágenes, un tanquista del Ejército sirio muestra las consecuencias del ataque enemigo. Al parecer, un misil estadounidense golpeó la parte frontal derecha de la torre del T-72M1, que está reforzado con placas inclinadas que sirven como pantallas para activar los proyectiles de carga hueca antes de que impacten la coraza principal del carro de combate.

Como resultado del ataque, los escudos protectores de acero instalados en aquella parte de la torreta del tanque resultaron destruidos, así como el reflector de infrarrojos.

Sin embargo, a juzgar por el video, el tanque no fue perforado y todavía está listo para seguir combatiendo.



Véstnik Mordovii escribe que esta versión modernizada de los tanques T-72M1 está en servicio en la 105.ª Brigada de la Guardia Republicana. Según la publicación, en el último medio año de combates en Siria, los terroristas ha logrado destruir tan solo uno de estos blindados.

Actualidad RT

Moscú: "La península coreana está al borde de una guerra que provocará un colapso mundial"


En los últimos días, tanto Washington como Pionyang han protagonizado un intercambio de amenazas que ha agravado la situación en la península coreana.

Estados Unidos y Corea del Norte están cada más cerca de un conflicto armado gracias a su perseverante retórica, y prestan poca atención a las posibles consecuencias de dicho enfrentamiento, dijo la portavoz del Ministerio de Exteriores de Rusia, María Zajárova, en una entrevista a la emisora letona Baltkom.

"Nosotros (Rusia) ya hemos dicho que la situación ha llegado al límite. Pero a pesar de todo esto, solo escuchamos la misma retórica tanto por parte de Pionyang como de Washington", criticó Sajárova. Según la funcionaria, EE.UU. cuenta con todos los instrumentos para resolver las crisis internacionales por medios diplomáticos, "pero todo esto ha quedado en el olvido" y pone en riesgo la vida de miles de civiles, en caso de que estalle un conflicto armado.

Para Zajárova, una guerra no afectaría únicamente a los países implicados, sino que "ocurrirá un colapso de escala mundial". "Es como si ambas partes olvidaran los graves riesgos que provocaría una guerra nuclear o los ataques contra objetivos nucleares. La catástrofe se agravaría por el hecho de que la península coreana está rodeada por un océano, lo que haría más difícil contener cualquier posible fuga nuclear. Así que la amenaza va más allá de lo regional", aseguró la portavoz del Ministerio de Exteriores.

Una llave para salir de la crisis

Asimismo recordó que el derecho internacional ha sido algo que "tanto ha preocupado" a Washington en los últimos años, pero "paradójicamente" también es algo que ha violado constantemente, "desencadenando una guerra de sanciones" contra otros países.

Actualidad RT

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Governo dos EUA volta atrás nas ameaças à Venezuela - mas continua conspirando contra


Houve uma mudança no discurso do governo dos EUA em relação à Venezuela. Após receber duras críticas até mesmo de aliados (ou seriam fantoches?) na América Latina, Donald Trump decidiu recuar nas ameaças ao povo venezuelano. O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, disse neste domingo, ser possível uma solução pacífica para a crise na Venezuela, após um encontro com o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, em Cartagena. A afirmação é mais uma mentira deslavada porque é justamente o governo norte-americano quem financia as ONGs que atuam na Venezuela fomentando revoltas contra o governo, e o presidente Juan Manuel Santos é um fantoche nas mãos dos norte-americanos, que possuem bases militares dentro do país capazes de tomar o poder em questão de minutos.

A declaração é feita dois dias após o presidente americano, Donald Trump, dizer que não descarta a "opção militar" no país caribenho. A frase foi repudiada pelo chavismo, pela oposição e pelos países latino-americanos soberanos.

Em entrevista coletiva, o republicano afirma que os americanos estarão juntos com "todas as nações livres do nosso hemisfério (ocidental) até que a democracia seja restaurada para o povo venezuelano". Mais uma afirmação mentirosa, afinal, todos sabem que os EUA financiam os grupos terroristas em diversas partes do mundo para derrubar governos legítimos, para substituí-los por fantoches e traidores.

"Nós temos muitas opções para a Venezuela, mas o presidente ainda continua confiante que, trabalhando com todos os nossos aliados na América Latina, nós possamos chegar a uma solução pacífica", afirmou Pence. "Nós simplesmente não vamos aceitar o aparecimento de uma ditadura no nosso hemisfério."

Quando se refere a "aliados", Pence incentiva os governantes fajutos e subservientes a pressionarem o governo da Venezuela, inclusive militarmente, para evitar o envolvimento direto dos EUA em uma guerra suja, afinal, os lacaios servem para fazer o serviço sujo do patrão, no caso, os EUA.

No mesmo encontro, Santos respondeu a Trump ao dizer que uma intervenção militar não deveria ter sido sequer cogitada. "O fantasma das intervenções militares na América Latina sumiu há muito tempo e não queremos que ele volte." Mas a Colômbia é um país militarmente ocupado por tropas norte-americanas. Será que o presidente Santos não consegue ver esta realidade?

Além de Pence, outros membros do governo dos EUA tentaram amenizar a declaração de Trump. O diretor da CIA, Mike Pompeo, disse que a intenção do presidente foi dar aos venezuelanos "esperança e oportunidade de criar uma situação em que a democracia possa ser restaurada", isto é, foi dado um aviso aos terroristas que explodem bombas em prédios públicos na Venezuela de que eles contam com o apoio - não apenas financeiro - do governo dos EUA.

O senador republicano Lindsey Graham disse não ter ideia de como se pode usar os militares na Venezuela. "Nossos militares devem ser enviados a lugares onde haja um interesse de segurança nacional relacionado ao povo americano." Isto é, para que mandar tropas à Venezuela se podem mandar tropas para o Iraque, Afeganistão, Síria, Somália, Sudão, e Golfo da Coreia?

A imprensa ocidental continua sua campanha contra o governo de Nicolás Maduro, criando ódios irracionais para favorecer os projetos imperialistas norte-americanos. Um ator de filmes pornográficos no Brasil, constantemente recebido por autoridades do governo federal, publicou uma nota em sua conta no facebook afirmando que seria voluntário numa guerra contra a Venezuela. Com esse tipo de apoiador, o governo dos EUA vai de mal à pior junto à opinião pública brasileira.

Fernando Marques
Movimento Marcha Verde - Brasil

Ex-senador boliviano golpista sofre grave acidente em Goiás


O ex-senador boliviano Roger Pinto Molina, golpista refugiado no Brasil, sofreu um acidente de ultraleve em Goiás. Segundo informações do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (Cecomsaer), a aeronave Excel, de matrícula PUMON, caiu na cabeceira do aeródromo de Luziânia por volta das 17h. Ele foi levado com vida ao Hospital de Base de Brasília. Segue o hospital, seu estado é grave.

Após ingressar no Hospital de Base, o ex-senador foi atendido no centro de traumas e passou por exames de raio X, tomografia e exames laboratoriais para definir a conduta médica indicada. De acordo com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, o primeiro atendimento foi feito no local do acidente pela corporação de Goiás, mas, como Luziânia é próxima ao DF e é nele que haveria estrutura melhor de atendimento, um helicóptero foi enviado de Brasília para a remoção.

Molina, de 57 anos, sofreu traumatismo craniano grave, trauma de face e abdômem. Ainda no local do acidente, sofreu uma parada cardiorespiratória, mas os bombeiros conseguiram revertê-la e realizar o transportaram até Brasília. Ele chegou ao hospital inconsciente e em estado grave. O ultraleve ficou bastante danificado.

Em 2012, Molina recebeu asilo na Embaixada brasileira na Bolívia, onde passou mais de um ano, alegando ser perseguido político, por ter feito denúncias contra o governo de Evo Morales. Molina, então senador de oposição ao governo boliviano, na verdade foi um dos organizadores do levante de mercenários apoiados pelos EUA em Santa Cruz de La Sierra, para tentar derrubar Moralez. Ele foi condenado à prisão pela Justiça boliviana mas fugiu para o Brasil em 2013, com o apoio do diplomata brasileiro Eduardo Saboia, que agiu sem autorização do Itamaraty.

Com a ajuda de Saboia, Molina percorreu mais de 1.600 km em um carro da Embaixada rumo ao Brasil. Saboia, que assumiu ter comandado a operação de fuga sem o aval do Itamaraty, foi punido com 20 dias de suspensão.

Na época da fuga do ex-senador, o governo boliviano acusou o Brasil de descumprir normas de direito internacional. Em agosto de 2015, O Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) aprovou a concessão de refúgio a Molina. Assim, conseguiu o registro nacional de estrangeiro, podendo permanecer no país. Em janeiro do ano passado, a coluna de Lauro Jardim noticiou que o ex-senador passou a trabalhar como piloto de helicóptero.

Caso o ex-senador boliviano escape com vida desse acidente, é muito provável que sofra graves sequelas no cérebro.

APÓS COMPRAR DEPUTADOS, TEMER DEIXA FORÇAS ARMADAS À MÍNGUA


Brasil 247 - Sob o comando de Michel Temer, as Forças Armadas do Brasil vivem seu pior momento.

Segundo o comando das Forças, neste ano, houve um contingenciamento de 40%, e o recurso só é suficiente para cobrir os gastos até setembro. Se não houver liberação de mais verba, o plano é reduzir expediente e antecipar a baixa dos recrutas. Atualmente, já há substituição do quadro de efetivos por temporários para reduzir o custo previdenciário. Integrantes do Alto Comando do Exército, Marinha e Aeronáutica avaliam que há um risco de “colapso”.

A Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Exército, responsável por monitorar o uso de explosivos, está sendo atingida. Perdeu parte da capacidade operacional para impedir o acesso a dinamites por facções como Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho, que roubam bancos e caixas eletrônicos.

O Comando do Exército confirmou que o contingenciamento reduz “drasticamente” a fiscalização do uso de explosivos, abrindo caminho para o aumento de explosões de caixas. A DFPC é um dos órgãos das Forças Armadas de apoio ao sistema de segurança pública atingidos pela falta de recursos.

A diretoria está tendo dificuldades de manter operações e combater desvios de explosivos para o crime organizado. No mês passado, a Federação Nacional dos Bancos (Febraban) esteve na Comissão de Segurança Pública da Câmara para pedir maior combate ao crime organizado. Há 23 mil agências e 170 mil terminais de autoatendimentos no País. Só neste mês, quadrilhas destruíram com dinamites agências em Lindoia (SP), em Indaiatuba (SP) e em Capelinha (MG). Em junho, os bandidos agiram em Brasília – são 22 ações desde 2016 no Distrito Federal.

As informações são de reportagem de Tania Monteiro e Leonencio Nossa no Estado de S.Paulo.

Temer quer o fim das eleições para Presidente da República já em 2018


Temer concedeu entrevista ao jornalista Reinaldo Azevedo para falar sobre a reforma política e surpreendeu a todos ao defender a implantação do parlamentarismo já em 2018:

“Vou me atrever um pouco aqui, […] acho que nós poderíamos pensar, mera hipótese, no parlamentarismo para [as eleições de] 2018, né? Eu acho que não seria despropositado”, declarou Temer.

A ideia também é defendida pelos tucanos, que perderam quatro eleições presidenciais seguidas. Um dos principais defensores é o senador José Serra (PSDB-SP)


Plantão Brasil

O que há por trás do alarmismo de algumas mídias quanto a uma possível guerra mundial?


Por trás das publicações alarmistas em várias mídias ocidentais, na sequência das ameaças trocadas pelos EUA e Coreia do Norte, podem estar interesses comerciais, opina o especialista em assuntos internacionais Nikolai Topornin.

Há poucos dias, o jornal britânico The Sun publicou instruções para sobreviver caso comece uma Terceira Guerra Mundial.

"É possível que por trás das publicações em tabloides sobre este tema estejam alguns interesses comerciais. Já ouvimos dizer que a demanda por instalações subterrâneas como bunkers cresceu notavelmente. E está claro a que se deve: os líderes dos EUA e da Coreia do Norte veem trocando declarações muito duras", disse à Sputnik Nikolai Topornin, professor do Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscou (MGIMO).

Ao mesmo tempo, continua o especialista, "há um certo fundamento para tais publicações alarmistas".

"Há pouco, na imprensa apareceu a informação de que o exército dos EUA tem um plano de efetuar ataques pontuais contra instalações de produção nuclear e relacionadas às tecnologias de mísseis na Coreia do Norte", explicou.

O especialista sublinhou que, por enquanto, "não se trata de um conflito nuclear em grande escala".

"Mas, ao mesmo tempo, não se pode excluir a possibilidade de um conflito com uso de armas convencionais. Além disso, os líderes dos dois países fazem declarações muito duras. Podemos constatar que os EUA e a Coreia do Norte estão atravessando agora uma fase muito 'quente'", advertiu.

A situação na Península da Coreia tem se agravado nos últimos meses após uma série de lançamentos de mísseis e testes nucleares, realizados por Pyongyang, que foram interpretados como uma violação das resoluções do Conselho de Segurança da ONU.
O líder norte-coreano, Kim Jong-un ameaçou tomar "ações físicas" contra os Estados Unidos depois do Conselho de Segurança ter aprovado novas sanções econômicas contra Pyongyang.

O presidente norte-americano, Donald Trump, por sua parte, respondeu que a Coreia do Norte receberá "fogo e fúria" sem precedentes caso continue ameaçando os EUA.

Sputnik Brasil

John Pilger: "Si Venezuela cae, la humanidad cae"


En entrevista para teleSUR, Noam Chomsky y John Pilger definieron el trato del Gobierno estadounidense hacia Venezuela como "irrespetuoso".

En entrevista exclusiva para teleSUR, los intelectuales progresistas Noam Chomksy y John Pilger califican el trato del presidente Donald Trump, hacia Venezuela como "irresponsable", pero "típico" según el comportamiento de los anteriores presidentes de EE.UU.

El lingüista e intelectual Noam Chomsky definió las pasadas declaraciones de Trump como "chocantes y peligrosas". Agregó que vale la pena recordar que problablemente -siguiendo su práctica habitual- estaba hablándole a su base (de votos) y tratando de asegurarse de permanecer en el centro de atención, no preocupándose mucho de las consecuencias en el mundo real, (excepto en su bolsillo e imagen).

"La mejor esperanza es que algunos de los generales a su alrededor, que presumiblemente entiendan las consecuencias, logren controlarlo", dijo.

Por su parte, el periodista John Pilger comentó que la sugerencia de Trump de un curso de acción agresiva coincide con la historia de EE.UU. en el siglo pasado. "La amenaza de una invasión militar a Venezuela por Donald Trump es típica de las amenazas estadounidenses al mundo en los últimos 70 años", afirmó.

"Estados Unidos ya ha invadido Venezuela con grupos subversivos como la NED, que respaldan a una denominada 'oposición', que busca derrocar por la fuerza a un gobierno electo: un alto crimen bajo el derecho internacional", añadió Pilger.

"Es improbable que EE.UU invada Venezuela. Washington solo invade países indefensos, y Venezuela no está indefensa. Pero al menos, el mundo decente debe apoyar a Venezuela, ahora sometida a una propaganda virulenta que es la guerra a través lo medios de comunicación. Si Venezuela cae, la humanidad cae", declaró el periodista.

Telesur


Más de 600.000 sirios retornan a sus casas, en su mayoría en Alepo


Más de 600.000 sirios volvieron a sus hogares en los primeros siete meses del año, en su mayoría a la provincia norteña de Alepo.

Según cifras dadas a conocer el viernes por la Organización Internacional para las Migraciones (OIM), unas 602.759 personas, de las que un 84 % eran desplazados internos, han regresado a sus casas entre enero y julio de 2017. El 16 % restante corresponde a regresos desde El Líbano, Jordania, Irak y Turquía.

El informe indicó que Alepo (cuya capital homónima está en manos de las autoridades) ha sido el lugar al que más personas han retornado en ese periodo, en concreto, dos de cada tres retornados. Cerca de 75.000 volvieron a la provincia central de Hama, mientras que otras 45.000 regresaron al punto de la provincia de Al-Raqa (norte) que habían huido.

Un 27 % de los retornados afirmaron que fueron para proteger sus propiedades, teniendo en cuenta que un 97 % que abogaron por regresar a sus ciudades de origen tenían una casa donde vivir.

De acuerdo a la OIM, los entrevistados aclararon que el motivo del regreso ha sido la mejora del contexto económico en sus lugares de origen (25 %), el empeoramiento de la situación económica en la zona donde habían buscado refugio (14 %), los problemas de integración (11 %) y la mejora de la seguridad en las áreas de origen (11 %).

No obstante, el organismo recalcó que el retorno no puede ser definitivo, ya que, recordó, de las 685.000 personas que regresaron en 2016 a las zonas de las que habían huido, alrededor de 21.000 volvieron a escapar. En este sentido, estimó que uno de cada diez retornos termina en un nuevo desplazamiento.

De igual modo, el estudio advirtió de que las condiciones de vivienda a las que retornaron los sirios no son perfectas, pues el acceso a los servicios de salud, agua limpia y alimentos sigue siendo un problema en muchas áreas.

Desde 2011, Siria vive sumida en un conflicto desencadenado por grupos armados y terroristas, alimentados desde el extranjero, que ha dejado más de 465.000 muertos y desaparecidos, según ha calculado el opositor Observatorio Sirio de Derechos Humanos (OSDH).

mjs/ktg/zss/mkh/HispanTv

Corea del Norte convoca a sus embajadores de los países principales para una reunión conjunta


El país asiático ha instado a sus embajadores en esos lugares a regresar a Pionyang para mantener un encuentro.

Este lunes, Corea del Norte ha instado a sus embajadores en Rusia, China y ONU a regresar a Pionyang para mantener una reunión conjunta, informa la agencia Yonhap.

De esta manera, en ese encuentro participarían Kim Hyong-jun, Ji Jae-ryong y Ja Song-nam, los embajadores de Corea del Norte en Rusia, China y las Naciones Unidas, respectivamente.

Sin embargo, en ese encuentro también podrían participar embajadores norcoreanos en otros países, aunque se desconoce su número exacto.

Aunque esta medida se ha producido en mitad de la escalada de tensiones en la península coreana, el portavoz del Ministerio de la Unificación de Corea del Sur, Baik Tae-hyun, ha indicado que ese evento podría ser una reunión regular de diplomáticos de su país vecino.

Ese vocero surcoreano ha recordado que Corea del Norte reunió a "43 embajadores en julio de 2015" y ha estimado que este nuevo encuentro podría "estar en consonancia", aunque pionyang podría haber tomado esa medida para que sus diplomáticos aborden el aislamiento internacional en el que se encuentra su país debido a las dos últimas pruebas de misiles balísticos que efectuó los pasados 4 y 28 de julio.

Actualidad RT

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

"Brasil é outro mundo", diz ex-ministra da Justiça alemã


Em entrevista à DW, jurista e ex-deputada Herta Däubler-Gmelin afirma que nunca aconteceria na Alemanha de um presidente sob suspeita de corrupção e alvo de denúncia não renunciar imediatamente ao cargo.

Para Herta Däubler-Gmelin, que ocupou o cargo de ministra da Justiça na Alemanha entre 1998 e 2002, é inconcebível manter um político na liderança do país quando suspeitas de corrupção são apontadas pela Procuradoria-Geral. Mas isso é na Alemanha. O Brasil, segundo ela, "é outro mundo".
A advogada, deputada federal por mais de 30 anos pelo Partido Social-Democrata (SPD), é professora na Universidade Livre de Berlim e veio ao Brasil participar de um debate público sobre democracia. Na visão de Däubler-Gmelin, magistrados não devem se intrometer nos conflitos políticos cotidianos. "Isso compromete a neutralidade e a independência do juiz", afirma, em entrevista à DW.

DW Brasil: A senhora veio ao Brasil participar de um debate ao lado do ex-ministro Tarso Genro que, pelo título – "Política x Justiça: Qual o futuro da democracia?" –, coloca Justiça e política em lados opostos.
Herta Däubler-Gmelin: A intenção é refletir sobre a democracia que queremos. É uma democracia em que as decisões são tomadas de cima para baixo, em que algumas pessoas não são consideradas cidadãs, em que o sistema judiciário é usado apenas para privilegiar ricos e poderosos, para preservar privilégios? Ou queremos uma democracia participativa? Quais elementos precisam pertencer a essa democracia? Há bons exemplos, mas há exemplos muito ruins nesse sentido.

DW: Dentro dessas reflexões, qual é a tendência do Brasil?
Eu ouço que existem muitos acontecimentos preocupantes. Sob a perspectiva alemã, devo dizer que não é comum ver juízes interferirem nas disputas políticas cotidianas na Alemanha. Esse comportamento é, absolutamente, um "no go". Isso não pode acontecer de forma alguma. Isso compromete a neutralidade do juiz, sua independência e até jurisdição. Isso coloca também a confiança da população na instituição em xeque.
Por outro lado, nunca aconteceria na Alemanha de um presidente sob suspeita de corrupção, com denúncia apresentada pela própria Procuradoria-Geral da República, não renunciar imediatamente ao cargo.
Tivemos um caso notório na Alemanha [renúncia do presidente Christian Wulff, em fevereiro de 2012]. Tratava-se de 700 Euros. Mas, obviamente, assim que o procurador-geral apresentou a denúncia, estava claro para a opinião pública que o presidente tinha que renunciar. E foi o que ele fez.
Aqui é outro mundo. Então eu posso entender a certa descrença que há aqui no atual desempenho do Judiciário, de alguns juízes e juízas – mas é claro que não estamos falando de todos, também há tendências completamente diferente, como sabemos.

DW: Como a senhora acompanha e avalia a atual crise política no Brasil?
Os acontecimentos políticos no Brasil estão sendo noticiados pela imprensa alemã e internacional. E depois de tudo o que vi e li nestes últimos dias, temo que esteja havendo um retrocesso cruel com impactos para a população mais pobre. É lamentável.

DW: O Brasil tem um sistema presidencialista, e, atualmente, boa parte do Congresso está sendo investigada. Como a senhora avalia o desempenho do Judiciário em garantir o bom funcionamento da democracia?
Quando o objetivo é garantir uma democracia participativa, os elementos que pude observar na Justiça daqui nem sempre são favoráveis. Existem muitas possibilidades de que alguns atores influenciem e conduzam processos de maneira parcial. E nessa interação, quando também se considera o papel do presidente, vemos uma estranha parcialidade entre Judiciário e Legislativo, ou até uma cegueira em relação às suspeitas de corrupção envolvendo políticos que precisam ser investigadas. Isso é muito preocupante e não é de se admirar a queda extraordinária da confiança nas instituições.
DW: Quão importante é investigar suspeitas de corrupção para manter a democracia fortalecida?
A corrupção parece ser um problema muito grave no Brasil. Por isso eu apoio muito o combate a corrupção. Mas é necessária uma luta ampla, em todas as direções, independentemente do partido. Se um presidente governa pelos interesses de poucos poderosos e recebe um tratamento diferente, mesmo anteriormente tendo se posicionado a favor de uma democracia participativa e da inclusão dos mais pobres, então é uma catástrofe.

DW: O autoritarismo e extremismo político parecem estar se espalhando pelo mundo. Como a senhora avalia essa tendência?
Há diferentes ameaças à democracia. As correntes mais autoritárias e conservadoras estão mais fortes não apenas na América Latina, mas também na Europa. Lá também vemos uma queda significativa da confiança na democracia, por motivos diferentes. Também há a questão do autoritarismo, como alguns partidos na Polônia ou na Hungria, que pregam de maneira muito forte elementos antidemocráticos e que tentam, dessa forma, se estabilizar como um poder. Pessoalmente, não acho que isso possa se concretizar em médio prazo.
Por outro lado, naturalmente há também problemas relacionados à globalização que têm um efeito muito negativo sobre a democracia. Pois muitas pessoas têm a impressão de que as decisões não acontecem mais na política, mas no campo da economia. Então elas ficam inquietas quando têm a sensação de que os políticos não cuidam mais de seus interesses ou de suas necessidades.

DW Brasil

Em visita ao Rio, Michel Temer recebe bênção do pastor Marcos Pereira que estuprou menina de 15 anos


Aline Macedo -Extra

No Rio de Janeiro para o Enaex (Encontro Nacional de Comércio Exterior), Michel Temer (PMDB), recebeu uma bênção que mais parecia um check-up completo.

O pastor Marcos Pereira da Silva, líder da Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias, pediu para Deus "visitar o coração, a coluna, o rim, o intestino, o fígado", entre outros órgãos do presidente.

O polêmico pastor chegou a ser preso pelo crime de estupro em 2013, condenado pela 2ª Vara Criminal de São João de Meriti, em primeira instância, a 15 anos de reclusão pelo crime de atentado violento ao pudor.

Em dezembro de 2014, após 19 meses encarcerado, ele obteve liberdade após habeas corpus concedido pelo STF.

E o presidente não foi o primeiro político abençoado pelo líder religioso. Em 2016, ele aproveitou também para orar pelo vice-governador, Francisco Dornelles (PP).

Rousseff: EEUU convertirá Venezuela en Irak suramericano


La expresidenta de Brasil, Dilma Rousseff, asegura que EE.UU. está creando un conflicto armado en Venezuela para convertirlo en un Irak en América Latina.

“Van a crear aquí en América Latina, después de 140 años de paz, lo que ya crearon en Irak y Afganistán. Pueden crear un gran conflicto armado”, ha asegurado Rousseff al conglomerado mediático británico BBC sobre la situación de Venezuela.

La exmandataria ha considerado “irresponsable” la actitud del Occidente respecto a la coyuntura de Venezuela, y como “absurdo” el tratamiento que da la prensa internacional a este país.

En este sentido, Rousseff ha recordado lo ocurrido con el antiguo dictador iraquí Saddam Husein y su brutal muerte, y ha responsabilizado a EE.UU. de la crisis de Irak aseverando que las acciones de EE.UU. llevaron al surgimiento del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en ese país.

Asimismo, la política brasileña ha arremetido contra el injerencismo del Gobierno del presidente Michel Temer —quien ha pedido suspender a Venezuela del Mercado Común del Sur (Mercosur)— considerando que no tiene derecho a hablar de la cláusula democrática del Mercosur.

“En Brasil la situación no es la misma que en Venezuela. Hubo un golpe de Estado. Al menos, en Venezuela, (los actuales dirigentes) llegaron al poder mediante el voto”, ha señalado Rousseff.

El presidente de Venezulea, Nicolás Maduro, está gobernando en circunstancias extremas y lo que necesita su país es acabar con los enfrentamientos y conflictos “sin derramamiento de sangre”, ha señalado la expresidenta brasileña en referencia a las más de cien muertes ocurridas en las protestas violentas de la oposición durante los últimos cuatro meses.

tmv/mla/zss/tas/hispanTv

EEUU erige barreras en torno a sus bases por amenazas norcoreanas


EE.UU. erige kilómetros de barreras alrededor de sus bases militares de Corea del Sur, poco después del aumento de las tensiones entre Washington y Pyongyang.

Las barreras protectoras se colocaron el miércoles, ha informado hoy viernes la agencia rusa de noticias Sputnik, por lo que parece ser la seria preocupación del Pentágono ante las amenazas formuladas por Corea del Norte respecto a un posible uso de misiles contra las bases militares estadounidenses de la isla de Guam, de acuerdo con el experto ruso Vladimir Ardayev.

Guam, un pequeño territorio del océano Pacífico que alberga varias bases militares estadounidenses, se ha convertido en el centro de las amenazas de Pyongyang. Las autoridades del país asiático presentan su política militar como una respuesta al aventurerismo de EE.UU. en Asia oriental.

Las barreras consisten en contenedores metálicos llenos de tierra, grava o arena con capacidad de proteger frente a proyectiles de artillería, incluso en el caso de impactos directos de gran potencia.

Aunque Corea del Norte posee más de 10.000 piezas de artillería y varios lanzadores de cohetes alineados a lo largo de la zona desmilitarizada que separa al país de su vecino sureño, EE.UU. tiene poco de qué preocuparse (a diferencia de Corea del Sur), sostiene Ardayev.

Situada a sólo 24 kilómetros de la frontera, la principal base militar de EE.UU. está ubicada en el corazón de Seúl (la capital de Corea del Sur), al alcance de los lanzadores de cohetes del Ejército norcoreano.

Conscientes de la amenaza, los cuarteles generales del 8º Cuerpo de Ejército de EE.UU. han sido trasladados a la base militar de Camp Humphreys, una guarnición estadounidense convertida hoy en una gigantesca base, tres veces mayor de lo que fue anteriormente.

La instalación, que se extiende por 14 kilómetros cuadrados, cuenta con helicópteros CH-47 Chinook y AH-64D Apache y dispone de una pista de aterrizaje de dos kilómetros para aviones C-130 y otros vehículos (sin incluir aviones de combate).

Estados Unidos mantiene fuerzas en Corea del Sur de manera rotativa con el pretexto de proveer de protección al país frente a la amenaza norcoreana.

Aunque la preocupación reciente por Corea del Norte se ha centrado en su capacidad balística, Pyongyang posee gran cantidad de artillería que podría infligir daños significativos tanto a Seúl como a otros aliados de Washington en la región.

alg/mla/zss/tas/HispanTv

Pekín no permitirá que Washington y Seúl ataquen Pionyang primero



China permanecerá neutral si Corea del Norte ataca antes, pero no permitirá que Estados Unidos y Corea del Sur 'golpeen' primero, informa el periódico estatal chino 'The Global Times'.

En su texto, ese diario ha destacado que su país "debería dejar claro" que, si Corea del Norte lanza misiles que amenazan territorio norteamericano y EE.UU. responde, "China se mantendrá neutral".

Sin embargo, "si EE.UU. y Corea del Sur llevan a cabo un ataque e intentan derrocar el régimen norcoreano o cambiar el esquema político en la peninsula coreana, China no se lo permitirá", detalla el periódico chino.

Tras admitir que Pekín no puede persuadir a Washington o Pionyang para que cedan en sus posiciones, ese medio ha subrayado que las autoridades chinas "necesitan dejar clara su postura a todas las partes" para "hacerlas entender que, cuando sus acciones pongan en peligro los intereses de China, responderán con mano dura".

Para finalizar, el rotativo ha aseverado que Pekín "se opondrá firmemente" a cualquier país que quiera cambiar el 'statu quo' en zonas relevantes para China, incluida la península coreana, una región "donde convergen los intereses estratégicos de todas las partes y ninguna debe tratar de dominar de manera absoluta".

Con estas palabras, el socio comercial más importante de Corea del Norte ha reiterado sus llamamientos a la calma durante esta escalada de tensión, debido a que China desaprueba tanto los lanzamientos de misiles y el programa nuclear de Corea del Norte y condena las acciones de EE.UU. y Corea del Sur.

Dos de las mayores preocupaciones de Pekín son la posible ola de refugiados que llegaría al nordeste de su territorio si comenzara un conflicto bélico y compartir frontera con una posible Corea reunificada y aliada de EE.UU.

Actualidad RT

Coreia do Norte diz que usará 4 mísseis para atacar Guam, ilha dos EUA no oceano Pacífico


Plano 'será finalizado em meados de agosto e será reportado ao comandante-em-chefe', Kim Jong-un; Donald Trump é 'desprovido de razão, e apenas a força bruta pode funcionar com ele', diz Pyongyang

A Coreia do Norte reiterou nesta quinta-feira (10/08) sua ameaça de atacar a ilha de Guam e disse ter quatro mísseis de alcance médio preparados e apontados na direção do território no oceano Pacífico para serem lançados após a ordem do líder norte-coreano, Kim Jong-un.

Pyongyang manteve assim sua queda de braço dialética com Washington, depois que na véspera a tensão entre os dois países aumentou com a ameaça por parte da Coreia do Norte de atacar Guam após a advertência lançada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, na terça-feira (08/08).

Trump disse que o país asiático "vai se deparar com um fogo e uma fúria nunca vistos" se continuar ameaçando os EUA.

“É melhor que a Coreia do Norte não faça mais ameaças aos EUA. Eles vão se deparar com um fogo e uma fúria nunca vistos no mundo”, disse Trump em declarações a jornalistas feitas depois de a imprensa dos EUA ter afirmado que a Coreia do Norte teria conseguido miniaturizar uma ogiva nuclear, que poderia ser colocada em um dos seus mísseis balísticos intercontinentais.

“Ele está fazendo muitas ameaças, mais do que o normal”, disse Trump, em uma aparente referência ao líder norte-coreano, Kim Jong-un. “E, como eu disse, eles vão se deparar com fogo e fúria e, francamente, com um poder que este mundo nunca viu antes”, completou o presidente norte-americano.

Após a resposta norte-coreana, o Pentágono decidiu enviar dois bombardeiros estratégicos B-1B (estacionados em Guam) para as proximidades da península coreana.

Opera Mundi

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

AGU ADVOGA PARA HOMEM DA MALA DE TEMER


Brasil 247 - A Advocacia-Geral da União se somou à defesa do ex-deputado Rodrigo da Rocha Loures, flagrado recebendo uma mala com R$ 500 mil em propina da JBS, para defender o ato da Câmara dos Deputados que determinou que ele recebesse salário mesmo depois que teve o mandato suspenso pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Uma ação popular pede que Loures devolva os valores.

De acordo com a AGU, a simples suspensão do exercício do mandato não equivale à perda do cargo. "Por este motivo, devem ser mantidos os direitos funcionais não afastados expressamente pela decisão do STF", diz.

Depois da suspensão, em maio, Loures seguiu recebendo, até junho, salário de R$ 33,7 mil e plano de saúde.

No período em que esteve suspenso, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) também manteve a remuneração, com descontos dos dias em que não compareceu às sessões deliberativas.

As informações são da coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

Japoneses e americanos viram 'loucos' com compra de bunkers perante ameaça norte-coreana


A empresa norte-americana Rising S, especializada na construção de abrigos subterrâneos, comunicou sobre a aumento de 90% nas vendas ao longo das últimas duas semanas, no contexto do agravamento das tensões entre Pyongyang e Washington, revela a mídia dos EUA.

De acordo com o gerente da empresa, Harry Lynch, o aumento foi especialmente grande no Japão.

"O Japão enfrenta uma ameaça bastante séria por parte da Coreia do Norte, pois as pessoas estão preocupadas", explicou ele ao canal Fox News.
De acordo com o empresário, as vendas também cresceram no mercado norte-americano, após terem saído as notícias sobre os mísseis balísticos intercontinentais norte-coreanos.

O site da empresa apresenta um vasto leque de bunkers para "todos os gostos" que variam de tamanho — desde os "mini bunkers" de 8 a 12 metros quadrados com uma assoalhada (um quarto, uma cozinha e banheiro) no valor de US$ 39,5 mil (cerca de R$ 125 mil), até grandes apartamentos com várias assoalhadas e mesmo verdadeiros condomínios, cujo preço pode superar US$ 8 milhões (mais de R$ 26 milhões).

Por exemplo, um complexo de bunkers denominado "Aristocrata" com capacidade para mais de 50 pessoas, incorpora, além de uma cozinha separada e uma sala principal, uma garagem, um campo de tiro, uma sala de boliche, uma piscina, uma sauna, uma academia, uma sala de cinema, bem como um pequeno quintal. Todo este complexo é abastecido de energia com a ajuda de uma sala especial de geradores.

Contudo, o gerente da empresa não revelou que tipo de bunkers é o mais popular entre os clientes.

As relações entre a Coreia do Norte e os EUA se agravaram consideravelmente ao longo dos últimos dias — assim, a agência norte-coreana KCNA comunicou que Pyongyang estava considerando um ataque de mísseis contra a base militar americana em Guam. Em resposta, o presidente americano Donald Trump ameaçou a Coreia do Norte com "fogo e fúria".

Em julho passado, a Coreia do Norte efetuou dois lançamentos de mísseis balísticos Hwasong-12. De acordo com os militares americanos, sul-coreanos e japoneses, estes mísseis são intercontinentais. Já segundo as entidades militares russas, os Hwasong-12 são de médio alcance. A Coreia do Norte, por sua vez, tem repetidas vezes assegurado que seus mísseis são intercontinentais.

No sábado passado (5), o Conselho de Segurança da ONU aprovou por unanimidade uma nova resolução que reforça as sanções contra a Coreia do Norte, particularmente, proíbe os países membros da ONU de importarem ferro, minérios, chumbo, carvão e mariscos da Coreia do Norte. Ademais, serão congeladas as contas do Banco de Comércio Exterior da Coreia do Norte, enquanto os navios norte-coreanos que violarem as resoluções da ONU serão proibidos de entrar em quaisquer portos do mundo. Para além disso, são aplicadas novas sanções contra pessoas físicas relacionadas com o programa nuclear e de mísseis norte-coreanos.

Sputnik Brasil

Siria abate a 80 terroristas de EIIL y avanza en este de Homs



El Ejército sirio responde con mano dura a un ataque del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en Homs y mata a decenas de terroristas.

La banda ultraviolenta Daesh lanzó el miércoles una ofensiva de gran envergadura contra las posiciones del Ejército sirio en el campo oriental de la provincia central de Homs, cerca de la estratégica estación de bombeo T-2.

Según ha informado el portal web local Al-Masdar News, Daesh comenzó el asalto atacando las posiciones del Ejército en el área de Hamima, dando lugar a una feroz batalla que duró varias horas.

A pesar de la intensidad del ataque, los extremistas de EIIL no pudieron capturar ningún territorio y fueron obligados a huir de la zona por temor a ser rodeados por las fuerzas sirias.

Según una fuente militar, durante los enfrentamientos el Ejército sirio abatió a más de 80 terroristas, incluido cierto número de miembros extranjeros de la banda.

Ante las recientes conquistas del Ejército sirio, una fuente militar siria afirmó también ayer miércoles a Al-Masdar News que Daesh ha comenzado a retirar sus fuerzas del centro de Siria ante el avance gubernamental en el este de Homs, con logros como la recuperación de Al-Sujna.

El reciente éxito del Ejército sirio en esa localidad, último bastión de Daesh en la provincia, ha llevado a la banda a llevar sus fuerzas hacia el norte, hacia la provincia de Al-Raqa, en lugar de hacerlo hacia Deir al-Zur.

En las últimas semanas, el Ejército sirio y las fuerzas aliadas han intensificado sus ofensivas en el este de Homs con miras a avanzar hacia la vecina provincia de Deir al-Zur y romper el cerco impuesto desde hace años por Daesh sobre su capital, en su mayoría controlada por fuerzas sirias.

ftn/mla/tas/HispanTv

Chávez: Embargos de EEUU impulsan nuestra lucha contra su imperio


Adán Chávez, hermano del fallecido presidente Hugo Chávez, durante un acto político en Caracas, capital de Venezuela.

El hermano del fallecido líder bolivariano Hugo Chávez desbarata los embargos de EE.UU. contra él y otros siete venezolanos, y asegura que no podrán intimidarlos.

El constituyente Adán Chávez dice en una entrevista concedida este miércoles a la cadena rusa RT que su aparición en la lista de sancionados por el Departamento del Tesoro de EE.UU. no va a intimidarlo, sino que fortalece su lealtad en la lucha contra el imperio norteamericano.

"Estas últimas arremetidas del imperio norteamericano sólo fortalecen nuestro compromiso con la libertad, la soberanía de nuestros pueblos y nuestra lealtad con el legado de Hugo Chávez", detalla el constituyente.

Aun así, Chávez destaca que no se debe subestimar “ese tipo de agresiones”, si bien consideró “muy difícil” mantener “por medio de una guerra mediática un mundo al revés” y estimó que “los que gobiernan EE.UU. hablan de democracia, pero actúan como fascistas”.

Por el contrario, en Venezuela se practica lo que reza la Constitución, señala Chávez: “una verdadera democracia participativa y protagónica” materializada en la Asamblea Nacional Constituyente (ANC), para cuya instalación salieron a votar más de 8 millones de venezolanos y que por lo tanto tiene “un origen soberano” y es absolutamente constitucional.

Adán Chávez declara también que Washington no tiene que inmiscuirse en los asuntos de Venezuela. "Les digo lo mismo que grita nuestro pueblo por las calles: Yankee, go home!", exclama.

En la misma jornada del miércoles, el Departamento del Tesoro de Estados Unidos ha impulsado una nueva ronda de sanciones a ocho funcionarios venezolanos, entre ellos Adán Coromoto Chávez Frías, por su participación en la recién inaugurada ANC.

La Administración del presidente estadounidense Donald Trump y la oposición venezolana consideran que la Constituyente es un intento del presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, por perpetuarse en el poder después de meses de protestas callejeras, que en ocasiones incluso se tornaron violentas.

snz/mla/tas/HispanTv

Corea del Norte revela detalles sobre cómo atacaría la base de EE.UU. en Guam



Pionyang podría lanzar cuatro misiles balísticos de alcance intermedio Hwasong-12 contra la base militar estadounidense, según la agencia norcoreana KCNA.

Corea del Norte ha revelado detalles del ataque que podría realizar contra la base militar que Estados Unidos posee en Guam a través de la agencia de noticias norcoreana KCNA, informa Reuters.

La información oficial norcoreana indica que Pionyang podría lanzar cuatro misiles balísticos de alcance intermedio Hwasong-12 contra la instalación estadounidense en esa isla del océano Pacífico.

Asimismo, Corea del Norte ha precisado que completará su plan ofensivo a las aguas próximas a Guam a mediados de agosto y, cuando eso suceda, se limitará a esperar una orden de ataque del líder norcoreano, Kim Jong-un.

El comandante de las Tropas Estratégicas de Cohetes de Corea del Norte, el general Kim Rak-gyom, precisó que los misiles Hwasong-12 "cruzarán el cielo sobre las prefecturas japonesas de Shimane, Hiroshima y Koichi" y "volarán 3.356 kilómetros" durante poco más de un segundo, para caer en aguas ubicadas "a entre 30 y 40 kilómetros de Guam".

En su declaración, Corea del Norte destacó que la acción militar que su Ejército está a punto de realizar permitiría restringir "los movimientos frenéticos" de EE.UU. en la península coreana y al sur de ese lugar, subraya 'Político'. Asimismo, Pionyang añadió que su posible ataque provocaría "un fuego envolvente histórico" en Guam.

Este miércoles, Corea del Norte aseguró que "examina cuidadosamente" una iniciativa para lanzar un misil contra la base aérea de EE.UU. en Guam y que, si Washington realiza alguna acción provocadora, Pionyang podría llevar a cabo una operación preventiva. Además, un vocero oficial precisó que el país asiático pondría en práctica ese plan de ataque "en cualquier momento" una vez que Kim Jong-un tomara esa decisión.

https://www.facebook.com/esRTmedia/videos/1971229286493366/

Esta amenaza vino horas después de que el presidente de EE.UU., Donald Trump, afirmara que si Corea del Norte presenta nuevas amenazas contra su país, la respuesta a esas actividades será "el fuego y una furia que el mundo nunca ha visto".

Sin embargo, este jueves las autoridades militares norcoreanas definieron las amenazas de Trump como "un montón de tonterías" y aseguraron que el mandatario norteamericano "carece de raciocinio".

Por su parte, las Fuerzas Armadas de Corea del Sur aseguraron que están preparadas para llevar a cabo una acción inmediata ante cualquier provocación de Pionyang, informa Reuters.

No obstante, Santiago Castillo, periodista especializado en Asia, aseguró a RT que ni Pionyang ni Washington van a dar "pasos reales" porque, en el ámbito militar, Corea del Norte "es inferior a EE.UU." y no tiene medios para mantener "un conflicto bélico".

Asimismo, ese analista destacó que "las conversaciones a seis bandas" son "la mejor fórmula para poner fin al tema nuclear", pero requieren que Corea del Norte asista a las negociaciones, algo que podría suceder con la presión de Rusia y China.

Actualidad RT