terça-feira, 31 de janeiro de 2017

'Brasil não deveria ter entrado na briga de Trump com o México'


O Ministério das Relações Exteriores do Brasil emitiu nota oficial sobre a questão surgida entre Estados Unidos e México a propósito da construção do muro entre os dois países. A propriedade da ação brasileira é contestada.

Provocou intensa repercussão internacional o anúncio feito pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, da construção de um muro com mais de 2 mil quilômetros de extensão na fronteira com o México, com os custos da obra atribuídos ao Governo mexicano.

O Presidente Enrique Peña Nieto se nega terminantemente a pagar a conta, enquanto Donald Trump insiste em dizer que, "de alguma forma, os mexicanos arcarão com esses custos". Irritado, Peña Nieto cancelou a viagem que faria aos Estados Unidos na terça-feira, 31, e Trump, por sua vez, respondeu que, se a conversa entre os dois líderes não girar em torno do pagamento do muro pelo Governo mexicano, Nieto pode ficar em seu país.

A propósito deste antagonismo, surgido durante a campanha eleitoral e ratificado por Donald Trump na sua primeira semana como presidente dos Estados Unidos, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil emitiu nota oficial, dizendo esperar por uma solução de diálogo entre Estados Unidos e México.

Diz a nota do Itamaraty, emitida nesta sexta-feira:

"A grande maioria dos países da América Latina mantém estreitos laços de amizade com o povo dos Estados Unidos. Por isso, o Governo brasileiro recebeu com preocupação a ideia da construção de um muro para separar nações irmãs do nosso continente sem que haja consenso entre ambas. O Brasil sempre se conduziu com base na firme crença de que as questões entre povos amigos – como é o caso de Estados Unidos e México – devem ser solucionadas pelo diálogo e pela construção de espaços de entendimento."


José Serra, ministro de Relações Exteriores do Brasil

Sobre a questão surgida entre Estados Unidos e México e o posicionamento do Governo brasileiro a respeito do assunto, Sputnik Brasil ouviu Roberto Abdenur, que foi embaixador brasileiro na Áustria, China, Alemanha, Equador e EUA. O diplomata criticou a nota oficial e disse que o Brasil não precisaria ter se envolvido nessa questão que, a seu ver, é estritamente bilateral:

"Eu acho essa ideia do muro estapafúrdia. É uma ideia que, realmente, não faz sentido para a maior parte dos observadores. Ela não é necessária. Agora, temos de reconhecer que está no direito soberano do Governo americano fazer o muro. Além disso, é estapafúrdia a ideia de que uma medida tão negativa para os interesses do México seja financiada, seja paga, pelo próprio México. Isso é uma coisa que vai longe demais."

O Embaixador Roberto Abdenur acrescenta sobre a nota do Itamaraty:

"Eu diria que não a considero oportuna, porque, com isso, nós entramos numa disputa, num desentendimento estritamente bilateral entre os Estados Unidos e o México. Eu entendo que tenhamos um certo impulso de solidariedade com um outro país latino-americano quando ele se vê humilhado por essas posturas do Governo Trump, mas, ao fazer política externa, nós precisamos ser muito frios, muito cuidadosos, muito comedidos, muito objetivos, e separar a avaliação objetiva dos interesses nacionais de impulsos digamos emocionais, que tendem a nos levar a fazer coisas que, no final das contas, não resultam positivas para o Brasil. Esse é um problema estritamente bilateral entre Estados Unidos e México, e que não nos afeta."

Em relação à possibilidade de Donald Trump tomar medidas de retaliação à posição tomada com a nota do Itamaraty, o Embaixador Abdenur comenta:

"O Brasil não é um país que esteja na mira do Governo Trump. A área comercial, por exemplo, é uma das duas grandes áreas de desentendimento entre Estados Unidos e México. A primeira área é a da imigração ilegal. O Brasil é hoje um dos poucos países com os quais os Estados Unidos têm superávit, pouco menos de 700 milhões de dólares. Portanto, não há razões maiores para que o Governo Trump acesse sua mira contra o Brasil. Ao soltar essa nota oficial, nós corremos o risco, sim, de causar irritação a um governo imprevisível e emocional, e isso pode provocar alguma atitude prejudicial aos nossos interesses com os Estados Unidos."

Já para a professora de Relações Internacionais Denilde Holzhacker, da Escola Superior de Propaganda e Marketing, em São Paulo, a nota oficial emitida pelo Governo brasileiro tem méritos. Especialista em políticas das 3 Américas, Denilde Holzhacker sustenta que há vários aspectos a considerar, inclusive o temperamento do novo presidente dos Estados Unidos:

"Trump é imprevisível. Nós sabemos que ele tem um grande problema em receber críticas. Então, essa nota oficial do Governo brasileiro, que é bem ponderada, é uma nota que mostra que a preocupação não é só do Brasil mas de todos os países da América Latina pela forma como Trump vem tratando o México. Trump demonstra um alto grau de conflito, que pode afetar todos os demais países. Mas Trump, a cada crítica que recebe, tende a apresentar reações agressivas e defensivas. De modo que é preciso acompanhar [a situação] para saber qual vai ser a reação dele. Por outro lado, acredito que a nota teve um papel importante para o Brasil poder demonstrar não só a importância da América Latina nas suas relações internacionais, na sua política externa, como também é uma [demonstração de] solidariedade com os países latino-americanos, o que é uma tradição da política externa brasileira."

Sputniknews

Efeito Lava Jato: EUA assumem controle da Embraer sem pagar nada


Miguel do Rosário - Tijolaço

Confira a notícia abaixo. Ela é boa para os coxinhas que defendem a privatização da Petrobrás achando que, assim, não haverá corrupção.

A Embraer foi privatizada há muitos anos e está sendo acusada, nos EUA, de corrupção. Coisa bem pesada.

Mas até aí tudo bem. A empresa foi acusada de corrupção e tenta hoje se corrigir.

O bizarro é a solução encontrada.

A empresa, outrora uma orgulhosa estatal brasileira, a partir de agora será vigiada, por dentro, por um executivo de um escritório de advocacia norte-americano.

O Estadão fala ainda que Petrobras e Braskem “se espelham” no modelo da Embraer.

Os EUA, que fazem as guerras mais corruptas do mundo, nas quais matam milhões de pessoas, destroem toda a infra-estrutura dos países, apenas para que suas empreiteiras e outras empresas possam arrancar, do contribuinte americano, algumas centenas de bilhões de dólares para a reconstrução, ensinarão às empresas brasileiras como se manter longe da corrupção…

EUA, o país mais corrupto do mundo, é o novo guardião anticorrupção das empresas brasileiras.

Naturalmente, esse monitoramento implica interferência nos negócios e prejuízo à soberania da empresa e do país.

É importante observar que a Embraer representa a ponta mais avançada da indústria brasileira. Através de fartos financiamentos do BNDES e outras linhas públicas, a Embraer conseguiu se firmar como uma das maiores exportadoras mundiais de aviões de pequeno e médio porte.

Apesar de privada, a Embraer é um patrimônio nacional, assim como é a Petrobrás, assim como era Odebrecht. E agora será “vigiada” de dentro por americanos.

Esse golpe, que contou com ajuda da Lava Jato, sacrificando nossas empresas no altar do departamento de justiça do governo americano, está cada vez mais parecendo uma operação de domínio colonial.

Com essa intervenção, pode-se afirmar que os EUA assumiram o controle da nossa maior empresa de aviação, sem investir um centavo do próprio bolso.

***

No Estadão

Embraer será vigiada por americano

Alexandre Rene, do escritório Ropes&Gray, passará três anos monitorando a empresa

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) definiu na terça-feira, 24, que o advogado Alex Rene, do escritório americano Ropes&Gray, será o monitor externo da Embraer. Rene vai vigiar a fabricante de aviões pelos próximos três anos, fiscalizando as regras de compliance que serão implantadas na companhia. Sua função também é reportar qualquer novo indício de corrupção que encontre.

A empresa brasileira fechou em meados do ano passado um acordo com as autoridades americana e brasileira para evitar ser processada por casos de pagamentos de propina para obter contratos de venda de aviões em países da América Central e Ásia, entre 2007 e 2011. O caso foi descoberto há seis anos e somente no ano passado teve um desfecho. A multa estipulada foi de US$ 206 milhões, cerca de R$ 680 milhões.

A exigência de um vigilante foi feita pela Justiça americana, que quer ter certeza de que a companhia vai mudar suas práticas e ter regras fortes para evitar novos casos de corrupção. O monitor é pago pela própria companhia e terá acesso total a qualquer documento, qualquer equipamento ou a qualquer pessoa da companhia ou prestador de serviços, sem precisar de aviso prévio.

Funcionários de empresas que já tiveram um monitor externo relatam que a vigilância é acirrada, até com um certo clima de terror, e deixa toda a companhia apreensiva. A Embraer é a primeira companhia brasileira a ter esse tipo de vigilância por determinação da Justiça americana, mas não será a única. A Odebrecht e a Braskem que recentemente fecharam acordo com o Departamento de Justiça também terão que contratar monitores.

Todas elas terão que ser vigiadas por três anos, que é uma espécie de “pena máxima” imposta pelo Departamento americano. Algumas empresas precisam de apenas 18 meses e outras sequer têm monitor, porque conseguem provar que já se adaptaram à lei anticorrupção, segundo contam advogados. Depois de três anos, ainda é possível que o prazo seja prorrogado por mais um tempo.

Pelo procedimento usual adotado pelo DoJ, são as próprias empresas que apresentem uma lista com três nomes, que passam então pelo crivo das autoridades americanas. O monitor escolhido para o caso Embraer trabalha em um escritório privado mas já foi procurador na divisão criminal no DoJ, apurando casos de lavagem de dinheiro e violações das regras anticorrupção.

Procurada, a Embraer não quis comentar o assunto.

Líderes sociales asesinados, ¿regresa ‘guerra sucia’ a Colombia?


Un hombre observa un graffiti que dice: "La paz está en nuestro corazón, las FARC", en una zona rural de Policarpa, departamento de Narino, Colombia, 17 de enero de 2017.

En sólo dos meses, un total de 17 líderes sociales fueron asesinados en Colombia, país que atraviesa un momento histórico de transición hacia la paz.

"Ya son 17 los líderes sociales asesinados desde el pasado 1 de diciembre, fecha en la que el Congreso de Colombia refrendó el Acuerdo de Paz" firmado entre el Gobierno de Colombia y la guerrilla de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), según un comunicado emitido el lunes por la Unidad estatal para las Víctimas.

"Estamos sumamente preocupados por la ocurrencia de estos hechos, porque están masacrando a los líderes sociales, el trabajo de ellos es completamente legal", dijo Alan Jara, director de esa entidad, citado en el texto. Urgió además, la necesidad de que el Estado les brinde “protección para sus vidas”.

La ola de asesinatos incluso ha generado gran inquietud en el Comité Internacional de la Cruz Roja. "Estamos preocupados siempre que las personas son asesinadas por la violencia", indicó el lunes Peter Maurer, presidente de dicha ente.

Las FARC que sostiene un acuerdo del cese al fuego bilateral con el Gobierno desde fines de agosto, ha denunciado con insistencia los homicidios.

Tanto las FARC como organizaciones sociales atribuyen los ataques a grupos paramilitares de extrema derecha, una versión desestimada por el gobierno, que responsabiliza de esas muertes a bandas criminales dedicadas al narcotráfico, formadas tras la desmovilización de milicias irregulares de extrema derecha en 2006.

La Oficina del Alto Comisionado de las Naciones Unidades para los Derechos Humanos (ACNUDH) contabilizó también, 64 homicidios en 2016.

Ante la continuación de asesinatos de líderes sociales y guerrilleros en el país andino, las FARC alertó en múltiples ocasiones sobre el retorno de la ‘guerra sucia’ en Colombia y un ‘nuevo genocidio’ en marcha contra líderes campesinos.

ftm/ktg/nal/HispanTv

Vídeo: Ejército frustra intentos de un suicida de Daesh en Alepo



Las fuerzas sirias pararon un coche bomba de Daesh que se dirigía hacia sus posiciones en el campo oriental de la ciudad de Alepo (noroeste).

El vehículo, perteneciente al grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe), fue detectado y alcanzado por fuego de un sistema antiaéreo del Ejército antes de llegar a sus posiciones en Tel Maksour, norte de la base aérea de Kuwiries, según ha afirmado este martes el portal Web local Al-Masdar News.

Las tropas sirias han confiscado el auto, cuyo conductor suicida logró escapar de la zona, al ver frustrado sus intentos para alcanzar su objetivo, añade la fuente.

Los extremistas takfiríes de Daesh utilizan toda clase de tácticas, que incluye el uso de coches bomba, para hacer frente a los avances de las fuerzas sirias en los territorios bajo su control.

ask/ktg/nal/HispanTv

Revelan sádicos rituales sexuales en una base militar alemana de élite


El Ejército alemán investiga examinaciones médicas y rituales de iniciación de carácter sexual. Siete militares han sido suspendidos de sus cargos tras las indagaciones.

Reclutas y personal de servicio han sido víctimas de humillaciones, violentos rituales y abusos sexuales en una base militar de élite en el sur de Alemania, según un comunicado oficial del Ejército del país europeo.

Los actos que tenían lugar en el centro de entrenamiento de operaciones especiales en Pfullendorf corresponderían a examinaciones médicas con connotación sexual y rituales de iniciación. Según reporta el diario 'Der Spiegel', la investigación comenzó en octubre de 2016 cuando una oficial se dirigió a altos cargos del Parlamento y del Ministerio de Defensa alemanes con una queja.

La oficial denunció que algunos reclutas eran sometidos a absurdos ejercicios médicos sexualmente motivados, como desnudarse por completo mientras sus instructores los grababan, además de ser forzados a insertarse objetos por el ano. Tales actos, cuyas víctimas eran tanto hombres como mujeres, eran también fotografiados por los perpetradores.

Como resultado de las investigaciones iniciales, siete soldados fueron separados de sus puestos. El Ejército alemán confirmó en el comunicado que "un número significativo de incidentes" habría ocurrido, y admitió que tales actos fueron "vergonzosos" y "no cumplían con los estándares de respeto a la dignidad humana y la autodeterminación sexual".

La ministra de Defensa, Ursula von der Leyen, calificó los abusos de "abominables" y "repugnantes", y se comprometió a efectuar una investigación completa para llevar a todos los responsables ante la justicia. No obstante, admitió que "nadie sabe lo que está pasando" detrás de estas revelaciones.

Actualidad RT

Ford, Airbnb y Silicon Valley se rebelan contra el decreto migratorio de Trump


Un creciente número de multinacionales desobedece la orden del nuevo presidente de EE.UU. sobre los refugiados e inmigrantes en el país.

Varias compañías internacionales han alzado su voz para manifestar su oposición al decreto firmado por el presidente de EE.UU. Donald Trump con el que aspira a regular el flujo de entrada de inmigrantes en el país e institucionalizar la norma de la "investigación extrema" sobre ciudadanos procedentes de Oriente Medio. La orden también contempla la restricción del acceso a EE.UU. de refugiados de varios países musulmanes, incluidos Irak, Irán, Libia, Somalia, Sudán, Siria y Yemen.

Ford

El segundo mayor fabricante de automóviles estadounidense ha rechazado el veto al afirmar que "están orgullosos de la rica diversidad" de la compañía. Ford ha enfatizado que sus valores centrales son "el respeto para todos" y "la inclusión en el trabajo".

"No apoyamos esta política ni ninguna que vaya en contra de nuestros valores como compañía", reza un mensaje para los empleados de Ford enviado por el presidente ejecutivo Bill Ford y el consejero delegado Mark Fields.

Airbnb

El cofundador y director del portal Airbnb, Brian Chesky, expresó en su cuenta de Twitter que "las puertas abiertas unen a EE.UU. y las cerradas lo dividen más" e instó a "conectar a personas en vez de separarlas". Además, Chesky destacó que "no permitir a países o a refugiados entrar en EE.UU. no es correcto".

Según anunció Chesky, el portal de alquiler de vivienda "está proporcionando alojamiento gratuito a refugiados y a cualquiera que no sea admitido en EE.UU.".

Google

La multinacional Google ha anunciado la creación de un fondo de dos millones de dólares que puede ser ampliado con otros dos millones procedentes de donaciones de sus empleados. Esta suma tiene como objetivo respaldar a las organizaciones que defienden los derechos de inmigrantes y refugiados.

Según el presidente ejecutivo de Google, Sundar Pichai, la medida promovida por Trump afecta al menos a 187 empleados del gigante de Internet. Pichai manifestó la preocupación sobre "el impacto de esta orden y de cualquier propuesta que pueda imponer restricciones a funcionarios de Google y sus familias, o que pueda crear obstáculos para aportar grandes talentos a EE.UU.".

Microsoft

El presidente de Microsoft, Brad Smith, señaló en una carta que hasta 76 empleados de la compañía se están viendo afectados por el decreto firmado por el nuevo inquilino de la Casa Blanca. "Nuestra empresa les proporcionará apoyo legal y asistencia", aseguró Smith, indicando que "Microsoft cree en un sistema de inmigración fuerte, equilibrado y profesional".

Según Smith, "las leyes de inmigración pueden y deberían proteger a la sociedad sin sacrificar la libertad de expresión o religión de personas".

Apple


El director de la firma de la manzana Tim Cook coincide con otras en su rechazo de la posición de la Casa Blanca al dejar claro que "no es la política que apoyamos". "Apple cree profundamente en la importancia de la inmigración", y que la empresa "no existiría" sin ella.

Asimismo,Cook destacó que Apple "hará todo lo posible" para prestar apoyo a los empleados "afectados directamente" por el polémico veto.

Facebook

El fundador de Facebook, Mark Zuckerberg, se confesó preocupado por la orden ejecutiva sobre inmigración firmadas por Trump y manifestó su rechazo hacia la misma. "Mis bisabuelos llegaron desde Alemania, Austria y Polonia. Los padres de Priscilla [la esposa del joven multimillonario] fueron refugiados procedentes de China y Vietnam. EE.UU. es una nación de inmigrantes, y deberíamos estar orgullosos de ello", escribió.

Zuckerberg subrayó que "debemos mantener nuestras puertas abiertas para los refugiados y para los que necesitan ayuda. Eso es lo que somos nosotros".

Starbucks

La cadena de cafeterías estadounidense Starbucks anunció la contratación durante los próximos cinco años de 10.000 refugiados. "Hay más de 65 millones de personas en el mundo que las Naciones Unidas reconocen como refugiados y estamos elaborando planes para contratar a 10.000 de ellas durante los próximos cinco años en los 75 países donde opera Starbucks", declaró el director ejecutivo Howard Schultz.

Asimismo, Schultz precisó que pretende comenzar a cerrar contratos en EE.UU. antes de llevarlo a cabo en el resto del mundo.

Llamadas gratuitas

La compañía de mensajería instantánea Viber aseguró ofrecer llamadas gratuitas de usuarios de la aplicación de EE.UU. a teléfonos fijos en los siete países mencionados en el decreto de Trump.

Actualidad RT

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Trump dá 30 dias para Pentágono criar plano para derrotar Estado Islâmico


Presidente dos EUA telefonou para Putin para acertar ação conjunta

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou neste sábado uma ordem executiva com instruções para que o Pentágono apresente em 30 dias uma estratégia para derrotar o grupo terrorista Estado Islâmico (EI). A ordem foi emitida para sepultar de vez o apoio do governo norte-americano aos terroristas verificado durante o governo Obama, através de sucessivos envios de dinheiro e armamentos.
Neste sábado, Trump telefonou ao presidente russo, Vladimir Putin, com quem conversou sobre ações para combater o grupo terrorista.


Ao final do telefonema entre os dois, a presidência russa informou que os dois chefes de Estado querem "uma real coordenação contra os terroristas wahabitas (Estado Islâmico) na Síria", uma opção que os militares americanos subordinados à indústria bélica observam com desconfiança, uma vez que defendem a guerra contra a Síria por tempo indeterminado, para gerar novas guerras e vender armamentos aos países da região.

Tulsi Gabbard diz a verdade sobre a Síria e é atacada pela mídia


Os principais meios de comunicação dos EUA, especialistas e autoridades vêm tentando de todas as formas manchar a reputação da congressista Tulsi Gabbard, que viajou para a Síria no início deste mês. Gabbard criticou em rede nacional, a política de financiamento dos EUA em armar terroristas afiliados à Al Qaeda.

Conhecida apoiadora de Bernie Sanders e ex-vice-presidente do Comitê Nacional Democrata (posição que renunciou em fevereiro do ano passado), Gabbard viajou em uma missão de investigação à Síria no início deste ano. Lá, a congressista se encontrou com o presidente Bashar Assad.

Veterana de guerra com duas incursões ao Iraque no currículo, Gabbard defendeu na quinta-feira, a decisão de se encontrar com o presidente sírio. "Se professarmos verdadeiramente o cuidado com o povo sírio, sobre o seu sofrimento, então temos de ser capazes de encontrar-se com qualquer um que precisamos se houver a possibilidade de que possamos alcançar a paz", disse ela durante entrevista à CNN.

Durante a entrevista, o âncora Jake Tapper afirmou que Assad é responsável pela violência no país e acusou Gabbard de "dar maior credibilidade ao presidente sírio", o congressista respondeu, enfatizando que "o que você pensa sobre o presidente Assad, o fato é que ele é o Presidente da Síria. Para que qualquer acordo de paz, para que haja qualquer possibilidade de um acordo de paz viável, tem que haver uma conversa com ele.


Gabbard sublinhou que este precisa ser o procedimento da diplomacia americana até os sírios determinem o destino de Assad, "o que acontece com o seu governo e seu futuro".

O que se seguiu foi um debate entre Gabbard e Tapper, que chamou Assad de "açougueiro" e disse que não havia democracia na Síria. Gabbard, que documentou suas conversas com os sírios comuns durante a viagem, disse que ouviu algo muito diferente do que a narrativa da mídia está apresentando.
— Vou contar-lhe o que ouvi do povo sírio que conheci andando pelas ruas de Aleppo, em Damasco — disse a congressista. "Eles expressaram contentamento e alegria ao verem um americano andando pelas ruas, mas [perguntaram]: por que os Estados Unidos, seus aliados e outros países estão fornecendo apoio e armas a grupos terroristas como al-Nusra (al- Qaeda), Ahrar al-Sham, ISIS que estão estuprando, sequestrando, torturando e matando o povo sírio?"

"Eles me perguntaram: Por que os Estados Unidos e seus aliados estão apoiando esses grupos terroristas que estão destruindo a Síria, quando foi a Al-Qaeda a atacar os Estados Unidos no 11 de setembro e não a Síria. Eu não tinha uma resposta para eles", Gabbard sublinhou.

Com Tapper insistindo que os Estados Unidos só prestaram assistência aos chamados rebeldes moderados, Gabbard respondeu, dizendo que "em toda parte, cada pessoa com quem falei, fiz essa pergunta, e sem hesitação disseram que não havia rebeldes moderados".

"Independentemente do nome desses grupos, a força de combate mais forte no terreno na Síria é al-Nusra (al-Qaeda) e o Daesh — isso é um fato", enfatizou Gabbard. "Há vários outros grupos diferentes, todos eles essencialmente estão lutando ao lado, com ou sob o comando do grupo mais forte no terreno que está tentando derrubar Assad".

Desde que retornou de sua viagem e da entrevista da CNN, Gabbard foi abertamente atacada por jornalistas nas principais mídias, pelos colegas membros do Congresso e por especialistas de todos os tipos.

Sputniknews

¡Trump con su decreto… pretende evitar atentados en EEUU!


Un responsable del presidente estadounidense, Donald Trump, afirma que su decreto antiinmigrante es para evitar atentados parecidos a lo ocurrido en París, capital Francés, el 13 de noviembre de 2015.

El decreto antimigrantes de Donald Trump sirve para impedir atentados en EE.UU. como los de los dos últimos años en Francia, Alemania y Bélgica.

Con estas palabras, un alto responsable del Gobierno de Trump justificaba el domingo el decreto firmado por el magnate el viernes y que impide el ingreso de refugiados a EE.UU. por 120 días y de ciudadanos de siete países musulmanes —Siria, Yemen, Sudán, Somalia, Irak, Irán y Libia— por 90 días.

"Las situaciones que existen hoy en ciertas partes de Francia, en ciertas partes de Alemania, en Bélgica, son situaciones que no deseamos ver reproducidas en Estados Unidos: una amenaza amplia y permanente de un terrorismo doméstico multidimensional y multigeneracional, que se convierta en una circunstancia permanente de la vida estadounidense", declaró a la prensa el responsable.

Aludiendo a los atentados terroristas que sacudieron Berlín, París y Bruselas, la mayoría reivindicados por el grupo takfirí EIIL (Daesh, en árabe), el responsable recalcó que el Ejecutivo quiere asegurarse de que las personas que desean ingresar a Estados Unidos no llevan consigo "el odio, la violencia, el extremismo".

La nueva iniciativa de Trump ha despertado indignación dentro del país y rechazo en el extranjero. El decreto establece un sistema de supervisión extremadamente minucioso de los candidatos a ingresar a Estados Unido, que ya está generando caos en los aeropuertos.

Pese a las continuas denuncias y protestas, el presidente norteamericano defiende su medida y ha arremetido contra los senadores John McCain y Lindsey Graham por criticar su programa. Deberían concentrar sus energías en Daesh, la inmigración ilegal y la seguridad de las fronteras, en vez de tratar siempre de empezar la Tercera Guerra Mundial, tuiteó Trump.

No obstante, un artículo publicado el jueves en la página oficial del Instituto Cato puso en entredicho las declaraciones de Trump, recordando que los ciudadanos de las naciones a las que se veta la entrada no fueron los que cometieron atentados en EE.UU. entre 1975 y 2015.

Pero recuerda que ciudadanos de Arabia Saudí, los Emiratos Árabe Unidos (EAU) y Egipto sí estuvieron implicados en los atentados más sangrientos en Estados Unidos, y, sin embargo, el nombre de estos países no se ha incluido en la lista del mandatario estadounidense.

bhr/nii/HispanTv


domingo, 29 de janeiro de 2017

Temer será a vingança de Marcelo Odebrecht por ter sido obrigado a delatar?


Fernando Brito - Tijolaço

Avolumam-se as informações de que Michel Temer terá presença marcante na delação de Marcelo Odebrecht e na de alguns diretores que se sentem ainda ligados ao antigo e deposto chefe da empreiteira.

É coerente com a misteriosa nota publicada por Lauro Jardim sobre o rompimento entre Marcelo e o pai, Emílio, a mãe, Regina e os irmãos.

Marcelo, que não tinha ilusões do que o aguardava com Sérgio Moro, preferia aguardar a ida de seu caso a tribunais superiores, aos quais irá agora como confesso.

O clã achou melhor perder muitos anéis e conservar os dedos, iniciando um processo de alienação da empresa.

Marcelo Odebrecht, porém, o único que purgou cadeia – e 19 meses, não é pouco – entendeu que o que se queria dele – denúncias contra Dilma e Lula – manteria o caso exclusivamente nas mãos de Moro.

E resolveu atirar mais em cima, em Temer e seus Ministros.

Não quer sair de “big boss” de um esquema de décadas, que herdou na empresa.

Cármem Lúcia, agora senhora dos conteúdos das delações de Marcelo e dos outros diretores que seguiram sua orientação, viu a possibilidade de, as homologando antes da redistribuição do caso, virar o jogo sobre Temer que, via Gilmar Mendes, pretendia tornar-se “dono” do STF com a indicação do novo ministro.

Especulações?

Em 48 horas vamos saber.

Jueza de EEUU bloquea deportación de detenidos en aeropuertos


La jueza federal de la Unión Estadounidense por las Libertades Civiles (ACLU, por sus siglas en inglés), Ann M. Donnelly, permitió que los refugiados varados en aeropuertos de Estados Unidos (EE.UU.) permanezcan en el país, pese al veto del presidente Donald Trump, que prohibe temporalmente la entrada de inmigrantres procedentes de Yemen, Irak, Irán, Libia, Siria, Sudán y Somalia.

La orden dictada por la jueza indica que los refugiados podrán quedarse en EE.UU. si tienen un visado válido y únicamente bajo las condiciones de una estancia de emergencia.

El envío de esas personas a sus países podría causar un "daño irreparable", dijo la jueza, reseñaron medios locales. Donnelly fijó una audiencia para el 21 de febrero para abordar nuevamente el caso.

La jueza respondió a una demanda interpuesta por la Unión para las Libertades Civiles en América contra la orden ejecutiva firmada por Donald Trump este viernes, de un veto de viaje temporal a siete países de mayoría musulmana, bajo el argumento de combatir el terrorismo.

La ACLU informó que entre 100 y 200 personas fueron detenidas al llegar a varios aeropuertos de EE.UU. desde que Trump firmó la orden ejecutiva.

TeleSur


PM TRANSMITE A PRÓPRIA MORTE NA WEB E DIZ: “MINHAS CONTAS VÃO VENCER, PEZÃO”


Rio 247 - O policial militar do Rio de Janeiro cometeu um suicídio e transmitiu ao vivo o ato na madrugada deste domingo (29) em Brás de Pina, na Zona Norte do Rio. Ao veicular as imagens, o soldado Douglas de Jesus Vieira, de 28 anos, se comunicava com pessoas que acompanhavam a transmissão antes de cometer o suicídio. Ele tinha seis anos na corporação e era lotado no 24º BPM (Queimados).

O 16º BPM (Olaria) chegou ao local e encontrou o policial morto em sua cama, com uma pistola Taurus ao seu lado. Havia cinco munições. Também foi apreendido o celular com o qual Douglas transmitiu a morte.

Recentemente, ele havia feito nas redes sociais uma paródia da música "Deu Onda", citando a crise no estado do Rio que dificulta o pagamento de diversas categorias, incluindo a PM. O Rio foi a primeira unidade federativa a decretar estado de calamidade financeira.

Corbyn: No inviten a Trump mientras mantenga su veto islamofóbico


El líder laborista británico, Jeremy Corbyn, interviene en una sesión de preguntas al primer ministro en la Cámara de los Comunes de Londres (capital), 25 de enero de 2017.

El líder de la oposición británica critica que Londres quiera recibir al nuevo presidente de EE.UU. pese a su decreto de ‘veto a musulmanes’ en la frontera.

“Donald Trump no debería ser recibido en el Reino Unido mientras vulnere nuestros valores comunes con su vergonzoso veto a los musulmanes y se oponga a los derechos de los refugiados y de las mujeres”, ha considerado este domingo Jeremy Corbyn en declaraciones recogidas por el diario The Independent.

A juicio del líder laborista, la premier Theresa May estaría “fallando al pueblo británico” en caso de que no posponga la visita oficial a Londres y “condene las acciones de Trump en los más claros términos”.

Momentos antes, en una intervención en el canal local ITV1, Corbyn ha dicho que la primera ministra británica no debería respaldar a Trump hasta que se aclare si Washington, bajo su presidencia, “va a proteger o no los derechos, libertades y leyes fundamentales”.

La conservadora May, ocupada en rediseñar las relaciones internacionales del Reino Unido para la etapa post-Unión Europea, visitó el jueves Estados Unidos e invitó a a desplazarse a su país, en nombre de la reina Isabel II, a Trump, que aceptó la invitación.

La premier rechazó el sábado condenar el veto decretado por el mandatario norteamericano a la concesión de visas a los nacionales de siete países de población mayoritariamente musulmana, en su mayoría caracterizados por ser víctimas de las agresiones estadounidenses —además de no mantener negocios particulares con Trump—.

La controversia generada por la postura de May, que insistió en que la prohibición es asunto interno estadounidense y se dijo “muy contenta de visitar Washington”, ha llevado hoy domingo al Gobierno de Londres a emitir un comunicado en el que reitera la posición de no injerencia, pero señala “estar en desacuerdo con el enfoque” de Trump.

El nuevo inquilino de la Casa Blanca firmó el viernes un decreto por el que se prohíbe por tres meses la entrada a EE.UU. de nacionales de países designados a principios del año pasado por su predecesor, Barack Obama, como “países motivo de preocupación” a la hora de conceder visados: Irak, Siria, Irán, Sudán, Yemen, Somalia y Libia.

mla/ktg/snr/rba/HispanTv

"No lo permitiré": Duterte advierte a EE.UU. que no puede crear un arsenal permanente en su país


El presidente filipino acusa a EE.UU. de crear inestabilidad regional a través de la permanente construcción de depósitos de armas en su país.

El mandatario filipino Rodrigo Duterte ha acusado a EE.UU. de amenazar la seguridad de su país. Ha señalado que Washington ordenó la emisión y el almacenamiento permanente de armas en tres provincias filipinas, un incumplimiento del acuerdo que en materia de defensa mantienen ambos países, informa Reuters.

"Están trayendo armas a Filipinas", aseguró el presidente y confirmó que ha solicitado a las Fuerzas Armadas estadounidenses que "no lo hagan. No lo permitiré", subrayó en una emisión de televisión local.

Asimismo, Duterte destacó que el acuerdo de las fuerzas extranjeras en su país establece que "no habrá depósitos permanentes" de armas, algo que, según el mandatario, EE.UU. no estaría cumpliendo. "Ni siquiera sé si entre las armas que están trayendo habrá algún misil nuclear", sostuvo el mandatario.

Las declaraciones del presidente filipino se han producido después de que el Pentágono diera luz verde para la construcción de varios depósitos de armas, campamentos militares y pistas de aterrizaje en territorio filipino, haciendo uso del Acuerdo Mejorado de Cooperación de Defensa, una alianza militar entre EE.UU. y Filipinas, firmada en 2014.

Actualidad RT

sábado, 28 de janeiro de 2017

Trump deportó a 439 salvadoreños en su primera semana de gestión


Desde que Donald Trump asumió la presidencia de Estados Unidos, hace una semana, aterrizaron en El Salvador cinco vuelos federales con 439 personas deportadas, muchas decididas a volver a intentarlo pero otras temerosas de un endurecimiento de las medidas contra los inmigrantes.

La cifra es similar al promedio semanal de 2016, cuando fueron deportadas un total de 21,340 personas vía aérea, casi un 10 por ciento más que el año previo, según cifras oficiales de migración del país centroamericano.

José Soto llegó el viernes a El Salvador en un vuelo con otros 110 deportados de Estados Unidos pero piensa volver de inmediato para reunirse con su familia, sin que le importen el muro fronterizo o la mano dura contra la inmigración que promete Trump.

Soto, un técnico de aire acondicionado de 33 años, contó a Reuters que es la segunda vez que lo expulsan de Estados Unidos, país al que llegó siendo un niño cuando se fue con sus padres dejando atrás el departamento de Morazán, en el noreste de El Salvador.

El muro "no nos va a parar de seguir tratando de pasar la frontera. Mientras tenga vida y fuerza lo voy a seguir intentando hasta que entre otra vez", dijo Soto, quien ya no tiene familia en El Salvador y teme ser víctima de las pandillas por sus tatuajes.

El ex presidente Barack Obama marcó un récord de deportaciones en sus dos mandatos consecutivos -de 2009 a 2016-, al expulsar a casi tres millones de indocumentados del país, lo que le valió el apodo de "el Deportador en Jefe".

Pero ahora muchos temen que la nueva administración de Trump endurezca aún más las condiciones para los irregulares, tras firmar esta semana decretos para ampliar el muro de la frontera y presionar a las llamadas "ciudades santuario" que no permiten redadas contra los inmigrantes.

Aporrea

Irán aplicará medidas recíprocas a la decisión de EE.UU. de prohibir la entrada a sus ciudadanos


La cancillería iraní tomará medidas similares contra los estadounidenses hasta que "termine por completo el humillante trato" contra sus ciudadanos.

El Ministerio de Relaciones Exteriores de Irán, ha señalado que su país responderá con una medida recíproca a la decisión de la Administración del presidente estadounidense Donald Trump de vetar la emisión de visas a los ciudadanos de siete países musulmanes. Así lo informa la agencia iraní Tasnim, a través de su director general Abas Aslani.

"La decisión de las autoridades estadounidenses de prohibir el ingreso a EE.UU. a los musulmanes, a pesar de ser temporal y válido por 3 meses, constituye una clara ofensa al mundo islámico y en especial a Irán", señala el comunicado emitido por la Cancillería iraní.

"Contrario al objetivo de la lucha contra el terrorismo y la seguridad del pueblo estadounidense, esta decisión es un gran regalo para los extremistas y sus seguidores", reza el comunicado, que confirma que la decisión de tomar medidas recíprocas por parte de Irán se tomará hasta que "termine por completo el humillante trato" contra sus ciudadanos.

Un decreto controversial

El presidente estadounidense Donald Trump firmó un decreto oficial que prohíbe indefinidamente la entrada al país de refugiados sirios y suspende por un lapso de 90 días la llegada de inmigrantes provenientes de siete países con mayoría musulmana: Irak, Siria, Irán, Sudán, Libia, Somalia y Yemen.

Las reacciones a esta medida del presidente estadounidense no se hicieron esperar. El presidente iraní, Hasán Rohaní, criticó la decisión del mandatario de EE.UU. al destacar que "no es tiempo para construir muros entre las naciones" y consideró incluso que "si existen muros entre los países, estos deben ser derribados".

El periodista iraní Saeed Kamali Dehghan, quien trabaja para el diario británico 'The Guardian', considera que los inmigrantes iraníes son uno de los grupos con mayor éxito en EE.UU., que han ocupado altos cargos en prestigiosas compañías e instituciones como la Nasa, Apple, eBay —cuyo fundador es iraní—, Dropbox y Facebook.

Medidas más duras

Además, la medida establece que a partir de ahora se prestará mayor atención a la revisión de los antecedentes de aquellas personas indocumentadas y de los solicitantes de visado estadounidense que provengan de países y de regiones donde proliferan las organizaciones terroristas islamistas.

Asimismo, las autoridades estadounidenses anunciaron que se aplicarán pesquisas "extremas", con el fin de analizar de manera exhaustiva si los extranjeros de esta parte de Oriente Medio cuentan con antecedentes penales o mantienen vínculos con organizaciones terroristas.

Actualidad RT

Em onze anos a Bolívia reduziu 50% da pobreza


O presidente Evo Morales comprovou com números irrefutáveis o avanço da Bolívia em 11 anos de processo de mudança que dirige, e que supera em todos os setores aquilo que foi feito em 180 anos por governos republicanos anteriores.

O relatório anual apresentado por Evo Morales – que durou 4 horas e 20 minutos, mostrou um Estado plurinacional cujos benefícios sociais e econômicos fundamentam a solicitação de organizações sociais para continuar o mandato do primeiro presidente indígena do país até 2025.

Talvez um dos indicadores que melhor reflita a obra da Revolução Democrática e Cultural seja a pobreza extrema na Bolívia, que foi reduzida a menos da metade entre 2005 e 2015 de 38,2% para 16,8% da população.

Em seu relatório anual, Evo Morales esclareceu que em 2005 a extrema pobreza na área urbana era de 24,3% e na área rural era de 62,9%, mas esses números baixaram para 9,3% e 33,3%, respectivamente, no entanto, a pobreza moderada caiu de 60,6% em 2005 para 38,6% em 2016.

Ao mesmo tempo, o aumento do setor da população que se coloca como de classe média aumentou de 13% a 32% , enquanto a desigualdade de renda entre os mais ricos e os mais pobres foi reduzida nos últimos 11 anos de 128 a 37 vezes.

Isto se explica, em palavras do próprio Morales, pela recuperação e defesa da soberania política e econômica, e muito especialmente pela nacionalização dos recursos naturais e das empresas estratégicas, cuja política impulsionou o desenvolvimento econômico do país.

Segundo estimativas de organismos internacionais, a Bolívia liderará o maior crescimento econômico da América do Sul em 2016, com 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB), juntamente com o Paraguai, e ocupará o 4º lugar na América Latina.

“Esta liderança regional nos últimos anos foi possível graças ao nosso modelo, à nacionalização e à recuperação de recursos naturais e empresas estratégicas, à diversificação dos produtos bolivianos e sua exportação a 97 países”, afirmou Morales.

De acordo com o relatório do presidente, o PIB desta nação andina cresceu em média 2,8% em quase 55 anos de era republicana (1951-2005), diante dos 5% alcançados em média durante sua gestão entre 2006 e 2016.

Diante do plenário da Assembleia Legislativa, Morales destacou que mais de 50% de seus 166 parlamentares em exercício são mulheres, 41 acentos estão ocupados por representantes dos povos indígenas e 29 por jovens.

Ratificou a Saúde e a Educação como direitos dos cidadãos e pilares da Revolução Boliviana, agradeceu o apoio de Cuba na Operação Milagre que devolveu a visão de mais de 676 mil bolivianos e destacou o trabalho abrangente de cerca de 700 integrantes da Brigada Médica Cubana em todo o país.

“A redução das taxas de mortalidade infantil e desnutrição crônica são importantes conquistas nessa nova Bolívia”, disse, “onde são construídos 47 novos hospitais e mais de 3 mil postos de saúde”.
Morales lembrou que em 2001 o índice de mortalidade no país ultrapassava 13% da população, enquanto na atualidade é de apenas 2,8%, e seugoverno investiu mais de 3 bilhões de dólares para a qualidade de vida e ensino em todos os níveis.


Diferente de outros países, na Bolívia 50% do parlamento é constituído por mulheres e 41 acentos são ocupados por povos indígenas

“Depois de Cuba, a Bolívia é o país que mais investe para melhorar a Educação”, assegurou, e destacou a criação de 128 novos institutos tecnológicos durante os 12 anos de seu governo, até nos lugares mais isolados do país, equipados com tecnologia moderna.

Neste sentido, expôs dados que comprovam o avanço em áreas como saúde, educação, esporte, economia e finanças, infraestrutura, hidrocarbonetos (gás) e energia, empoderamento social, autonomia e redução da pobreza, entre outros indicadores.

Em sua opinião, a Bolívia se transformou em um país modelo na luta dos movimentos sociais, no aumento da consciência social e política do povo encabeçado pelo Movimento para o Socialismo e pelo Instrumento Político pela Soberania dos Povos.

Em mais de 100 tabelas demostrou avanços alcançados nos últimos 11 anos após ganhar as eleições em 2006 com quase 54% dos votos, em todos os setores, em especial gás e geração de energia, nos quais é projetado que a Bolívia se transforme em líder regional.

A integração viária, em um país de mais de 1 milhão de quilômetros quadrados, foi outro de seus grandes sonhos realizados, tanto na construção de estradas e pontes, como de aeroportos nacionais e internacionais, que projetou o crescimento do turismo.

Evo Morales afirmou que em seus 11 anos de gestão acompanhado de movimentos sociais, foram realizados projetos que governos anteriores foram incapazes de realizar. Em seguida, pediu às diversas forças sociais e políticas, incluindo aquelas da oposição, para propor projetos e trabalhar em conjunto a fim de manter estes resultados e superá-los. E ressaltou a política da Diplomacia dos Povos pela Vida para uma mudança do país em suas relações internacionais.

“Desde 2006, com a Diplomacia dos Povos pela Vida, as relações diplomáticas se ampliaram e ganharam em dignidade, soberania, voz própria e liderança”, afirmou Morales em seu relatório de 11 anos de Governo, diante da Assembleia Nacional.

Nesse sentido, lembrou um acordo marco de respeito com os Estados Unidos, o estabelecimento de novas relações com o Irã, Palestina, entre outros países, o reconhecimento da ONU ao mastigado da coca como uma prática tradicional, a liderança exercida no comitê especial da ONU no processo de reestruturação da dívida, e a presidência exercida no grupo dos 77 países em desenvolvimento mais China (G-77 mais China).

Também, evocou especialmente a realização da Cúpula do G-77 mais China na cidade boliviana de Santa Cruz em 2004, que deu grande projeção da imagem da nação ao mundo e apoiou a luta por uma nova ordem mundial.

Morales destacou que essa cidade sediará este ano a Cúpula dos Países Exportadores de Gás e espera contar com os presidentes da Rússia, Irã e outras nações para chamar a atenção do planeta com um evento internacional de primeiro nível.

O chefe de Estado também se referiu à eleição da Bolívia como membro permanente do Conselho da ONU para o período 2017-2018 e destacou a denúncia realizada ano passado nesta instância pelo tratamento dado pelo Chile aos transportadores bolivianos importadores e exportadores nos portos marítimos de Aryca e Antofagasta.

Segundo Morales, em 2016 seu Governo alcançou a institucionalidade dos sistema plurinacional de acompanhamento, monitoramento e estatística das recomendações sobre direitos humanos e está em processo de recuperar o patrimônio cultural que está em poder da Alemanha, Suíça, Argentina e outros países.

Também iniciou o processo para a recuperação histórica, com a classificação de documentos da ditadura, que será replicado por outras instituições do Estado.

Há 11 anos, após vencer as eleições no país, com quase 54% dos votos, Evo Morales assumiu como o primeiro presidente indígena no país. Por esse motivo, desde 2010, 22 de janeiro foi instituído como o Dia Plurinacional da Bolívia.

Do Portal Vermelho, com Resistência

TRUMP LIMITA REFUGIADOS E VETA CIDADÃOS DE 7 PAÍSES ISLÂMICOS


(Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira um decreto que limitará a imigração e os refugiados de alguns países de maioria muçulmana e disse separadamente que quer que os EUA deem prioridade aos sírios cristãos que fogem da guerra civil.

Trump havia prometido as medidas, chamadas de "seleção extrema", durante a campanha eleitoral do ano passado, dizendo que impediriam que militantes entrassem nos Estados Unidos do exterior. Mas grupos de direitos civis condenaram o decreto como prejudicial e discriminatório.

Os detalhes do decreto não estavam disponíveis imediatamente.

"Estou estabelecendo novas medidas de controle para manter os terroristas islâmicos radicais fora dos Estados Unidos da América. Não os quero aqui", disse Trump no Pentágono.

"Nós só queremos acolher em nosso país aqueles que apoiarão nosso país e amarão profundamente nosso povo", acrescentou.

Separadamente, Trump disse que os sírios cristãos terão prioridade quando se trata de solicitar o estatuto de refugiado, mas especialistas jurídicos disseram que distinguir uma determinada religião pode ser classificada como uma violação da Constituição dos Estados Unidos.

"Se eles estão pensando em uma exceção para os cristãos, em quase todo outro contexto legal discriminar em favor de uma religião e contra outra religião poderia violar a Constituição", disse Stephen Legomsky, um ex-conselheiro-chefe dos Serviços de Cidadania e Imigração dos EUA no governo Obama.

(Por Emily Stephenson e Mica Rosenberg)

Kim Jong Un dirige ejercicios invernales de cruce de río de regimiento de EPC


Kim Jong Un, Presidente del Partido del Trabajo de Corea y del Comité de Estado de la República Popular Democrática de Corea y Comandante Supremo del Ejército Popular de Corea, dirigió los ejercicios de táctica de ataque para el cruce de río en la estación invernal del regimiento reforzado de la infantería blindada de tanque.
El entrenamiento tiene por objetivo determinar la realidad del plan de operación y batalla y perfeccionar aun más los preparativos de combate, al adiestrar las subunidades de tanquistas y infantes blindados los movimientos cooperativos y los métodos de acción de combate para aniquilar bajo el apoyo de la aviación a los enemigos que pasaron apresuradamente a la defensa, persiguiéndoles tras cruzar rápidamente el río.

El Máximo Dirigente escuchó en el puesto de vigilancia el informe de decisión del jefe del primer regimiento de la infantería del blindaje de tanque de la División Guardia de Tanques 105 "Seúl" Ryu Kyong Su y dio la orden del inicio del entrenamiento.

Hubo la exploración de zapadores. Luego de cruzar rápidamente el río congelado, los uniformados asaltaron y ocuparon las cotas dominantes de la costa opuesta y se movieron hacia la profundidad y los medios de golpe con fuegos del regimiento golpearon las supuestas bases "enemigas".

Acto seguido, en el espacio aéreo del blanco aparecieron los helicópteros armados, llamados por el regimiento a fin del apoyo con fuegos, que emprendieron el ataque aéreo despiadado.

Se voló el hielo del río para instalar el puente flotante y abrir el camino por donde avancen los tanques y los carros blindados, que destruyeron la línea de defensa "enemiga" y persiguieron a los enemigos en fuga.

El Máximo Dirigente se alegró mucho por haber realizado exitosamente los ejercicios y evaluó altamente la División Guardia de Tanques 105 "Seúl" Ryu Kyong Su, reconocida como la más fuerte en el EPC.

Señaló que también en el futuro el EPC debe organizar y realizar mucho más sin distinción de las estaciones ni el día y noche ni el tiempo los intensivos entrenamientos supuestos a la batalla real como el de hoy, conforme a las características topográficas, meteorológicas y climáticas del país, en aras de perfeccionar las tácticas y adquirir muchas experiencias combativas. Refirió que todos los tanques y las fuerzas armadas blindadas del EPC deben prepararse firmemente para cumplir de modo independiente y activo cualesquiera misiones operacionales y combativas y agregó que de esta manera deben superar de un tirón las montañas, los pantanos y ríos situados en las zonas operacionales de la parte sureña y exterminar con celeridad a los imperialistas norteamericanos y los títeres surcoreanos.

Seguidamente, dio las instrucciones que servirán de guía en hacer estrictos preparativos de combate del EPC.

Finalizó que los uniformados deben avivar furiosamente el fervor de entrenamiento Paektusan de acuerdo con la demanda de la orientación del partido en materia de la revolución del entrenamiento, teniendo bien presente que el camino de adiestramiento está extendido hacia la plaza de desfile militar dedicado a la reunificación de la patria y el fortalecimiento de la capacidad militar garantiza el avance victorioso de la revolución coreana y el futuro radiante de la patria socialista.

KCNA

Mensaje implícito de Rohani a Trump: ya pasó la era de los muros


El presidente de Irán, Hasan Rohani, preside la inauguración de la 17ª Convención de la Federación Mundial de Asociaciones de Guías de Turismo en Teherán, capital persa, 28 de enero de 2017.

El presidente iraní hace una advertencia implícita a su par de EE.UU., Donald Trump, y le recuerda que ya pasaron los días de ‘construir muros’ entre los pueblos.

“Hoy en día no es momento para que haya muros entre las naciones, (a las autoridades de EE.UU.) se les ha olvidado que hace años fue derruido el Muro de Berlín (Alemania)”, ha recalcado este sábado el presidente de Irán, Hasan Rohani.

En un discurso ofrecido en la 17.ª Convención de la Federación Mundial de Asociaciones de Guías de Turismo en Teherán, capital persa, el mandatario iraní ha destacado la necesidad de “suprimir” los muros entre los pueblos.

“El mundo de hoy no es un mundo en el que se refuerzan las diferencias entre las naciones. Es el momento de la vecindad y la solidaridad, y nadie podrá luchar contra la globalización”, ha considerado Rohani en una alusión tácita a la polémica ilusión de Trump de construir un muro en la frontera EE.UU.-México.

El pasado 25 de enero, el presidente republicano de EE.UU. firmó un decreto que autoriza la construcción del muro en la frontera con México, una de sus más polémicas promesas de campaña. Según adelantó el propio Trump, el planeamiento de la obra comenzará de inmediato y su ejecución se llevará a cabo en los próximos meses.

Para recaudar los fondos para dicho proyecto, criticado fuertemente por autoridades latinoamericanas, Trump pretende urgir a México a pagar por la construcción y, como uno de sus posibles planes, fijar un impuesto del 20 % sobre todas las importaciones que provengan de México.

De hecho, tanto la nación como las autoridades mexicanas han denunciado duramente las políticas racistas de Trump. Además, como medida de protesta a los planes de Trump, el presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, informó que no asistirá a la reunión que tenía previsto celebrar con su par estadounidense.

México ha asegurado que no negociará con Washington el pago que Trump quiere cobrar por el muro que dividirá a ambos países.

tas/anz/ftm/msf/HispanTv


‘EEUU inició hace 3 décadas la construcción del muro con México’


Muro fronterizo mexicano-estadounidense en el estado de Sonora (México).

La construcción del muro entre EE.UU. y México no es una idea promovida por la Administración Trump, ya que se ha está construyendo desde hace tres décadas.

En un artículo publicado en RT, el periodista Al-Dabi Olvera explica que la construcción del muro de separación entre EE.UU. y México no es una cuestión planteada y seguida por el presidente estadounidense, Donald Trump, pues diferentes gobiernos del país norteamericano han edificado 1050 kilómetros de barreras desde hace más de 30 años.

De acuerdo como Olvera, Estados Unidos ha levantado diversas barreras para detener la inmigración en su frontera sur (la cual mantienen con México) desde 1986 hasta hoy.

En 1986, la Administración de Ronald Reagan aprobó la Ley de Reforma y Control de Migración, y comenzó a construir algunas cercas, que alcanzaron los 106 kilómetros a partir de 1990, durante el mandato de George H.W. Bush.

No obstante, el proceso se congeló durante la presidencia del demócrata Bill Clinton, ya que su esposa y candidata del mismo partido en las elecciones presidenciales de 2016, Hillary Clinton, se puso del lado de los migrantes latinos.

“La infraestructura que con Clinton medía apenas 16 kilómetros hoy alcanza los 1050 kilómetros, alrededor del 33 % de la frontera entre México y EE.UU. Con ese dirigente, también comenzó la Operación Guardián —que incluía medidas policiales y patrullaje militar— y se aprobaron leyes propuestas por el Partido Republicano que, hoy en día, todavía provocan deportaciones y separaciones familiares”, señala Olvera.

El muro se extendió por California, Arizona y Nuevo México en 1995, en donde se amplió en 2003, 2004 y 2010. En 1997, la Operación Río Grande provocó nuevas edificaciones en los límites de Texas con Coahuila —hasta Piedras Negras, 105 kilómetros— y Tamaulipas, con 345 kilómetros desde Laredo hasta el golfo de México.

Hoy en día, esa serie incontinua de separaciones físicas se rige bajo tres operaciones: ‘Gatekeeper’ en California, ‘Hold-the-Line’ en Texas y ‘Safeguard’ en Arizona.

De hecho, en Tijuana ya hay tres muros: una reja eléctrica, una de cemento y una de barrotes. Asimismo, funcionan detectores de calor y movimiento, y varios helicópteros sobrevuelan sus playas hasta la costa de San Diego, mientras que drones (aeronaves no tripuladas) vigilantes sobrevuelan otras partes del muro, explica Olvera.

Estos días ha aumentado la tensión entre México y EE.UU., en particular, desde que Trump firmara el miércoles un decreto que autoriza el inicio de la construcción de un muro en la frontera con México. Además, insistió en que el país latinoamericano costeará, de una forma u otra, la faraónica obra.

mep/anz/ftm/msf/HispanTv

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

El Líbano detiene a cinco espías del Mossad


Fuerzas de seguridad libanesas detuvieron el miércoles a cinco espías que cooperaban con el Mossad (servicio de inteligencia israelí).

La Dirección General de Seguridad de El Líbano, al informar del arresto en un comunicado, aseguró que los detenidos ya confesaron que pasaban información secreta y de importancia a embajadas israelíes en varios países de Europa y Asia.

“La Dirección General de Seguridad arrestó a dos libaneses, nacidos en 1977 y 1982, además de un refugiado palestino nacido en 1992 y dos mujeres nepalíes por haber espiado a favor del enemigo israelí”, se lee en la nota.

El texto especifica que los espías arrestados entregaban la información a las embajadas israelíes en el Reino Unido, Nepal, Turquía y Jordania y también desde ahí recibían instrucciones para sus futuras operaciones.

Las fuerzas libanesas descubrieron que las espías nepalíes también estaban reclutando personas para el Mossad dentro del territorio libanés y en los cuatro países en los que llevaban a cabo sus operaciones de espionaje.

Se cree que los espías tienen varios cómplices, por lo que los servicios secretos libaneses están llevando a cabo pesquisas para encontrarlos y someterlos a juicios, tal y como enfrentarán los arrestados por colaborar con el servicio de inteligencia israelí.

En el comunicado no se menciona el caso de Amine Bakri, un famoso empresario libanés, quien según el presidente de El Líbano, Michel Aoun, fue asesinado con la implicación del servicio de inteligencia israelí.

El Mossad, cuyas actividades han aumentado esta semana, podría estar detrás de la muerte de Mohamad al-Zawahiri, un ingeniero de aviones no tripulados vinculado al Movimiento de la Resistencia Islámica Palestina (HAMAS).

hgn/ncl/nal/HispanTv

LIBERDADE PARA RAFAEL LUSVARGHI - UM BRASILEIRO QUE ESTÁ PRESO E SOFRENDO TORTURAS NA UCRÂNIA




Pânico geral entre as elites do mundo diante da ascensão de Trump à Casa Branca


por Pierre Lévy - Resistir

Alarmados, angustiados, traumatizados, confusos, petrificados, lívidos… É difícil encontrar um qualificativo que reflita o estado de espírito dos dirigentes euro-atlânticos e da imprensa que lhe é fiel no momento em que Donald Trump acede à Casa Branca .

E que dizer dos punhados de “idiotas úteis” (conforme a fórmula outrora atribuída a Lenine) que, em Berlim, Paris ou Londres, desfilaram com o delicioso slogan: “este não é meu presidente”… O que dizer se isto não é o apontar de uma linha de fratura fundamental que se esboça progressivamente tanto em numerosos países europeus quanto nos Estados Unidos, assim como em outros lados do mundo: entre camadas médias mais abastadas, urbanas, intelectuais e almejando a mundialização, e uma classe operária que sofre desprezo e atomização desde há décadas.

Entre os primeiros que pensam em “valores” e os segundos em “interesses”, mesmo na sobrevivência social pura e simples. Entre de um lado aqueles que se mobilizam “contra o ódio” (!) e do outro aqueles que se mobilizam pelo emprego. Simplificação excessiva? Talvez. Mas esta polarização de classe que emerge não está senão no princípio. E tanto melhor se os segundos recuperam esta dignidade, esta existência e estes papéis coletivos que lhes foram negados pelos cantores da globalização económica e também ideológica.

Ouçamos estes últimos. “É o fim do mundo”, lamentou-se Manuel Valls (BFMTV 16/01/17), que não se referia aos resultados da primária socialista e sim à perspectiva de uma “aliança entre Trump e Putin”. “Donald Trump [está] decidido a destruir o projeto europeu”, espantava-se o editorial de Libération (18/01/17). E Le Monde (19/01/17) tocava o sinal de alarme: “o presidente dos Estados Unidos lançou-se numa operação deliberada de desestabilização da Alemanha (…) é toda a Europa que é atacada”.

A Europa está confrontada com uma dos “maiores desafios destas últimas décadas” alerta por sua vez Angela Merkel. O comissário europeu Pierre Moscou choca-se: “tem-se uma administração americana que deseja o desmantelamento da União Europeia, isto não é possível!”. Quanto ao secretário de Estado americano cessante, ele exortou a nata das elites mundializadas reunida em Davos a “recordar porque fizemos juntos esta viagem de 70 anos”. John Kerry parece assim evocar o eixo euro-atlântico… no passado.

Este pânico geral – que não se pode deixar de saborear – é compreensível. Pois, numa entrevista publicada alguns dias antes da sua posse, Donald Trump confirmou os elementos que já faziam tremer tanto Bruxelas como o establishment de Washington durante a sua campanha eleitoral. Ora, como observou o senhor Valls, decididamente inspirado, “esqueceu-se que um populista pode querer por em acção o seu programa”.

Será este o caso com o novo hóspede da Casa Branca? Por enquanto, deve-se manter a prudência. Mas se o senhor Trump passa, ainda que apenas parcialmente, das palavras aos atos , então sim, isto será mesmo o fim de um mundo, o início de uma mudança de era histórica.

Pois o que disse o miliardário na entrevista publicada pelos diário alemãoBild e pelo inglês TheTimes ? Que o Reino Unido foi “inteligente” ao abandonar a UE; que este não era senão o “veículo da potência alemã”; que esperava que muitos outros Estados imitassem o Brexit; que se rejubilava em preparar um acordo comercial separado com Londres; que o livre comércio mundial (portanto o TTIP, nomeadamente) era doravante caduco; que à indústria automobilística alemão poderia muito bem serem impostos importantes direitos alfandegários se isso encorajasse o emprego nos Estados Unidos; e que a chanceler havia cometido um “erro catastrófico” com a sua política de portas abertas aos refugiados.

Pior – ou melhor: o novo presidente americano confirmou que considerava a OTAN “obsoleta”, que um grande acordo com Moscou tendo em vista o desarmamento nuclear “seria no interesse de muita gente”; e que, consequentemente, as sanções contra a Rússia poderiam ser postas em causa. Mobilizando todo o seu sentido da retórica, o secretário-geral da Aliança Atlântica diz-se “preocupado”. Le Monde enraivecia-se já no fim de Dezembro (22/12/16): o senhor Trump “quer ser o homem da renovação industrial americana, não o xerife de uma ordem democrática ocidental para manter e propagar”. Imperdoável! Em Davos, Joseph Biden, ainda vice-presidente americano durante dois dias, lançou um apelo desesperado para “salvar a ordem liberal internacional”…

Dezasseis antigos chefes de Estado ou de governo e ministros – essencialmente dos países da Europa doNordeste – haviam, pouco antes, alertado contra o perigo maior de um reaquecimento das relações com a Rússia: “a confiança e a amizade seriam um grave erro”, escreviam sem piscar.

Será preciso então estranhar a histeria crescente contra a Rússia? Moscou é confusamente acusada de promover (com êxito crescente) seus media públicos destinados ao ocidente, de invadir as redes sociais com falsas notícias e piratear os computadores das instituições ocidentais. Segundo a CIA, a NSA e o FBI – e Deus sabe que estas nobres chafaricas não podem dizer senão a verdade – Vladimir Putin teria assim influenciado a eleição americana em favor do seu favorito e certamente aberto o champanhe. Retransmitido por Arte (06/01/13), o grande chefe (de partida) da informação, James Clapper, fez uma declaração assim: “os russos têm uma longa experiência de ingerênciaeleitoral, quer se trate dos seus próprios escrutínios ou os dos outros”. Humor involuntário?

E assim, o hóspede do Kremlin preparar-se-ia para levar pela mão os eleitoresholandeses, franceses, depois os alemães, que comparecerão às urnas em 2017 para que tantos uns como outros escolhessem formações anti-UE (ou consideradas como tal).

Pois, evidentemente, sem estas sombrias manobras, os cidadãos estariam entusiastas para plebiscitar uma União Europeia cada vez mais popular e legítima.

Mas um golpe, Vladimir Vladimirovitch?

Pela primeira vez na guerra da Síria, aviões russos e norte-americanos bombardeiam terroristas


O jornalista Beto Almeida comenta notícia publicada em Actualidad RT sobre a coordenação entre militares russos e norte-americanos para bombardear instalações de terroristas na Síria:

Estimados compas, não sou a melhor pessoa para explicar o que se passa, mas dada a surpresa e o desconcerto de muitos, arrisco uma primeira abordagem ao tema.

É preciso recordar que foi aprovado um Acordo na ONU, pelo qual os países participantes se comprometeram a tomar medidas contra o terrorismo. Assim, não é algo que caiu no vazio, de repente. Havia um acordo. No entanto, são conhecidas as dificuldades da ONU para conseguir que os países sigam suas deliberações. O que não quer dizer que não seja justo que Rússia e China tivessem perseguido a assinatura deste acordo, e esforçando-se diplomática e politicamente para que os EUA fossem signatários, ainda que tivessem certeza de seu descumprimento.

Isso levou há meses de denúncias da diplomacia russa na ONU à hipocrisia dos americanos, que firmaram os acordos e os descumpriam, orientados por Obomba e Hylllari, com sangue escorrendo do canto da boca. Enquanto não se cumpriam os acordos, degola e mais degolas. Até que Kerry foi gravado declarando "Nós apoiamos o Estado Islâmico na expectativa de que isto levasse à queda do Assad, porém, a Rússia entrou no jogo e mudou toda a equação" . Assim mesmo. A Rússia combinou diplomacia e intervenção militar, ambas legítimas, autorizadas pela Síria.

O que disse Trump em seu discurso de posse: "O estado islâmico será aniquilado," porque os acordos previam uma série de iniciativas, inclusive troca de informações logísticas, que permitissem o combate ...ao terrorismo. O corre que Obomba e Clinton jogavam duplamente, assinavam os acordos e ao invés de atuarem contra o EI, mandava-lhes munição e dinheiro, o que foi finalmente confessado por Kerry.

Não se trata de avaliar que Trump seja confiável. Ele não é. Trata-se de perceber que ele havia dito, na campanha, que buscaria soluções negociadas com a Rússia para a crise na Síria. E está fazendo isto. Não por ser confiável, mas porque ele é um setor que se desprende dentro do aparato capitalista porque ele que priorizar o mercado interno e a política de reativação da economia, da apenas da indústria bélica e do rentismo, que foi a política derrotada nas eleições. Disso se trata. É possível que inventem qualquer coisa contra ele para um impechment, uma pedalada qualquer. É possível, pois ele não é o setor do grande capital bélico, onde um míssil cruise vale 1 milhão de dólares, cada qual levando um computadorzinho da IBM no seu bojo. Estatísticas oficiais apontam que Obomba lançou 26 mil bombas sobre a Síria, houve 166 dias de bombardeio ininterrupto contra a Líbia, houve o gasto de 5 bilhões de dólares para derrubar o governo eleito da Ucrânia.

Só com o fornecimento de coordenadas - o que é apenas o cumprimento do Acordo da ONU - a aviação russa dizimou estruturas de abastecimento dos terroristas em Alepo, que voltou às aulas, já teve seus sistema ferroviário reativado, e isso tudo significa muitas vidas preservadas por uma simples decisão de cumprir um acordo que Obomba e Clinton, criminosamente, recusavam-se a cumprir.


Cuba patrocinou o Acordo de Paz entre Santos e as Farc. Lembro que quando ele foi eleito, alguns amigos da Telesur, colombianos diziam "Tem as mãos sujas de sangue, não vai mudar nada". Argumentei muito, mesmo sem um domínio muito aprofundado da Colômbia, que não era a mesma coisa. A Paz aí está. Santos representa o setor da burguesia mais industrializada de Medeliin, que precisa de produção e de mercado, e que queria normalizar sua situação com a Venezuela, porque o poder aquisitivo da Venezuela cresceu muito com Chávez. Outra era a política de Uribe, vinculado à oligarquia, portanto muito mais prisioneiro de imposições dos EUA, que não querem a expansão industrial colombiana, sendo ele muito mais hostil e manipulável contra Chávez, quase chegando à ruptura de relações e quase a uma declaração bilateral de guerra, o que seria muito ruim .......para a Venezuela, que precisa de tempo para consolidar seus projetos produtivos e sociais. Uma guerra, seria o pretexto adequado para uma intervenção direta dos EUA, que possuem muitas bases na Colômbia. Santos , nem por isso, é confiável. Ele foi ministro da defesa de Uribe, mas, muito além de seu caráter ser assim ou assado, ele representa, como Trump agora, uma contradição no interior da classe dominante , que Cuba farejou e percebeu, investiu, recebeu o apoio de Chávez e de Maduro, e , com isto, já se podem contabilizar quantas vidas se preservaram com o acordo de paz, ainda que precário e bem induficiente.

Em certas situações, quando não temos um movimento revolucionário que nos represente e que tenha capacidade de ter a iniciativa e de dar uma saída à esquerda, é não apenas possível, é obrigatório que examinemos a complexidade das contradições para ter o melhor proveito possível. Neste caso, o terrorismo será muito debilitado na Síria, gradativamente, e também no Iraque, pois em Mossul as escolas foram reabertas ontem, depois de quatro anos, sendo já produto da intervenção russa, iraniana, síria, iraquiana e do Hezbolah, derrotando o EI, encurralando Israel, que foi derrotado pelo Hezbollah no Líbano, movimento que tem uma rádio e uma televisão por satélite, a qual, mesmo sob 35 dias de bombardeio sionista sobre Beirute, não saiu do ar um único minuto sequer, pois tem vários transmissores subterrâneos!

É apenas uma abordagem. Nem sempre o cenário é claro, por vezes tem sinais trocados, personagens inconfiáveis, mas isto não nos dá o direito de apenas virar as costas, pois é possível fazer ações concretas que salvam vidas. Não temos o direito de recursar esta tarefas, apenas porque são muito complexas e aparentemente inalcançáveis. Temos que fazer no mínimo o aparentemente impossível. Vale reconhecer o heroísmo da população de Alepo, suas crianças, o heroísmo do povo russo, que para Palmira mandou a Orquestra Sinfônica de Petrogrado e ,também mandou o Coral do Exército Vermelho, que pereceu no mar (o que foi criminosamente festejado pela mídia ucraniana, como se faz à porta do hospital em que está internada D Marisa), e depois as crianças russas coletaram nas escolas toneladas de brinquedos para as crianças de Alepo. Ali houve uma pequena Stalingrado, motivo de lindo poema de Drummond, na época.

O Coral que morreu cantaria em defesa da humanidade e contra o terrorismo.

Beto Almeida

Chancelaria russa: os que não se juntam à trégua na Síria serão eliminados


Aqueles que não se juntaram ao regime de cessar-fogo no território da Síria são considerados na qualidade de unidades combatentes e sujeitos a eliminação, declarou a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.

Zakharova lembrou que neste momento no território da Síria está em vigor o regime de cessar-fogo.

"Consequentemente, aqueles que não se submeteram, não acataram e não se juntaram a esse regime e continuam realizando ações militares, sem dúvida que são considerados na qualidade de unidades combatentes e certamente que estão sujeitos a eliminação, pois essas pessoas não fazem parte deste processo", afirmou a representante oficial da chancelaria russa aos jornalistas.

Sputniknews

Trump asegura que planea hablar pronto con Putin


El presidente estadounidense, Donald Trump, anunció el jueves que tiene planeado hablar pronto con su par ruso, Vladimir Putin.

“[Putin] me llamó después de mi victoria [en las elecciones del pasado 8 de noviembre], pero no mantuvimos una discusión, y ahora entiendo que pronto tendremos una conversación”, informó Trump.

Durante una entrevista exclusiva concedida a la cadena norteamericana Fox News, el nuevo jefe de Estado estadounidense subrayó que una mejora en las relaciones bilaterales Washington-Moscú beneficiará a ambas partes.

Con estas palabras, el presidente norteamericano se refirió a la conversación que mantuvo con el mandatario ruso el 14 de noviembre, días después de su victoria electoral.

Antes de esta entrevista, la periodista de la cadena NBC Hallie Jackson, especializada en la Casa Blanca, en un tuit sobre la eventual conversación telefónica entre los dos mandatarios, dijo que, según sus fuentes, esta se realizará este fin de semana.

Por su parte, el portavoz del Kremlin, Dmitri Peskov, ha informado este viernes que la conversación entre ambos jefes de Estado probablemente tendrá lugar este sábado.

En otra parte de su entrevista, Trump recalcó que un acercamiento entre la Casa Blanca y el Kremlin podría ayudar a acabar con el grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe): “Si podemos llevarnos bien con Rusia, será estupendo, (…) nos unimos y destrozamos a Daesh, que es la auténtica maldad”.

EE.UU. y Rusia experimentan el peor deterioro en sus vínculos desde el fin de la Guerra Fría, especialmente después de la reintegración de la península de Crimea al territorio ruso en medio de una crisis en Ucrania y la campaña aérea que lleva a cabo Moscú contra los terroristas, en particular EIIL, en Siria.

Sin embargo, hay indicadores, como el elogio de Trump a Putin, que apuntan a que estos dos líderes podrían llevarse bien, un acercamiento que teme el resto de países occidentales y los mismos conservadores estadounidenses que consideran a Rusia el enemigo jurado de su país.

zss/ncl/hnb/HispanTv

Siria repele ataques terroristas en Alepo y marca ventajas


Un soldado del Ejército de Siria vigila desde la azotea de una casa en la ciudad de Alepo.

El Ejército de Siria repele ataques del EIIL en la provincia noroccidental de Alepo y expulsa a los terroristas de un número de localidades de esa zona.

Según informaron el jueves fuentes locales, las fuerzas sirias frustraron ataques del grupo terrorista takfirí EIIL (Daesh, en árabe) contra Janaser y una importante ruta de suministros que conecta esta localidad con la ciudad de Alepo.

En tanto, añadieron, en la misma jornada del jueves los soldados sirios se hicieron con el control de las localidades de Salima y Al-Miduna, situadas en el este de la provincia de Alepo.

Las fuerzas sirias apoyadas por el Movimiento de la Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) lanzaron duros ataques con misiles y ataques de artillería contra posiciones terroristas en Al-Miduna, detallaron.

De acuerdo con fuentes militares en el campo de batalla, las fuerzas sirias y del movimiento libanés han destruido posiciones terroristas en la zona y los “han incapacitado”.

La Universidad de Ciencias y Tecnología Al-Mamoun, situada a las afueras de la localidad, es otro de los lugares recuperados el jueves por las fuerzas sirias. Este logro ha abierto paso hacia el sur de la provincia de Alepo.

Estas grandes y exitosas operaciones de las fuerzas de élite sirias se suman a los incesantes avances que se marcan a diario en diferentes puntos del territorio sirio con el fin de erradicar el terrorismo y acabar con la crisis de más de seis años.

En un acto heroico, las fuerzas sirias y sus aliados lograron recuperar en diciembre de 2016 el control total de la ciudad de Alepo y borrar todo el dominio terrorista en la urbe, vigente desde 2012.

tas/ncl/hnb/HispanTv

Trump quiere obligar a México a pagar el muro a través de un impuesto del 20% a las importaciones


El portavoz de Donald Trump, Sean Spicer, ha revelado que el presidente quiere imponer una tasa de 20% a las exportaciones del país vecino para obligarlo así a reembolsar la construcción del muro fronterizo.

El portavoz de Donald Trump, Sean Spicer, ha anunciado este jueves que el presidente estadounidense espera obligar a México a pagar por la construcción del muro fronterizo que dividirá a ambos países por medio de una tasa fiscal del 20% a las exportaciones del país vecino.

Spicer ha asegurado en una rueda de prensa a bordo del avión Air Force One que esta tasa formaría parte de una reforma fiscal más amplia. En este sentido, comentó que el muro conllevará un ahorro para las arcas del Estado, ya que reducirá los gastos relacionados con los esfuerzos para el rastreo de inmigrantes ilegales.

Asimismo, Spicer comentó que esta sola medida permitirá a Washington "ganar 10.000 millones de dólares anualmente". "Será una verdadera fuente de financiación", afirmó.

Sin embargo, apenas unas horas después el portavoz matizó sus declaraciones, calificando el método propuesto de "idea potencial" sobre cómo Washington podría obligar al país latinoamericano a reembolsar la construcción del muro fronterizo entre ambos países.

Las importaciones son de México, pero ¿se producen en EE.UU. los bienes?

Si una medida de este tipo entra en vigor, Washington debe tener en cuenta que el 40% de las importaciones que llegan de México se compone de productos de valor agregado provenientes de EE.UU., según un informe de la Cámara de Comercio de Estados Unidos.

El documento apunta que en el marco del Tratado de Libre Comercio de América del Norte (NAFTA, por sus siglas en inglés) entre Estados Unidos, México y Canadá –que será renegociado por sus integrantes a petición del mandatario estadounidense– se mantienen unos 14 millones de empleos. Sin embargo, Donald Trump ha afirmado en su campaña electoral que en los últimos años el documento le ha costado el puesto de trabajo a muchos estadounidenses.

El informe de la Cámara de Comercio añade que los miembros del tratado, calificado por el magnate como "el peor acuerdo de la historia", producían bienes "conjuntamente" y utilizaban "cadenas de valor globales", que no quedaban limitadas por las fronteras nacionales de Canadá y sus dos vecinos sureños, cuyos negocios se han visto afectados desde que Trump ganó en las elecciones.

Anteriormente, el mandatario estadounidense firmó un decreto que habilita la construcción de un muro fronterizo entre EE.UU. y México para frenar la inmigración ilegal, proyecto que –según algunos analistas– tendría un coste aproximado de unos 20.000 millones de dólares.
Por su parte, el presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, ha asegurado que su país no participará en el proyecto. "México no crea muros. Lo he dicho una y otra vez: México no pagará ningún muro", recalcó en respuesta a la firma del decreto.

Actualidad RT

Las "fuerzas ocultas" que condicionarán la presidencia de Trump


Las mismas fuerzas que "empoderaron tanto como restringieron" a sus predecesores darán forma a la Administración de Trump "para bien y para mal", pronostica un experto.

Pese a la determinación con la que pretende "desafiar las ortodoxias" del sistema político y el orden internacional actual, Donald Trump "no puede escapar a la historia", y las mismas "fuerzas ocultas" que empoderaron tanto como restringieron a sus predecesores darán forma a su Administración, "para bien y para mal", pronostica el analista James Kitfield en un artículo para 'The National Interest'.

El autor de la publicación ha coeditado la antología 'Triumphs & Tragedies of the Modern Presidency: Case Studies in Presidential Leadership' ('Triunfos y Tragedias de la Presidencia Moderna: Estudio de Casos de Liderazgo Presidencial') en la que algunos de los mejores historiadores, periodistas y politólogos de EE.UU. analizan los primeros cien días de cada presidente desde la posguerra. Estos análisis han revelado "lecciones importantes" para el éxito del liderazgo presidencial, así como sobre las trampas que cualquier nueva Administración debería evitar.

"Monstruo burocrático"

Aunque cada presidente se enfrenta a distintos desafíos, una constante es "el tamaño y la complejidad cada vez mayores" del propio Gobierno de EE.UU. y las masivas burocracias de las ramas ejecutivas, sostiene Kitfield, subrayando que "la naturaleza inesperada" de la victoria de Trump y su polémica campaña "ya han complicado los esfuerzos para formar rápidamente una nueva Administración".

Mandatos Electorales

Al tratarse del cuarto presidente en la historia de EE.UU. que ganó en votos electorales pero perdió el voto popular, Trump tiene un mandato "mucho más limitado", sostiene Kitfield.

Según el analista, el error más común cometido por los nuevos presidentes quizá sea el de subestimar el poder que tienen los legisladores a la hora de "retrasar o descarrilar una agenda presidencial" y, por lo tanto, la necesidad de fomentar buenas relaciones con miembros clave del Congreso.

Como el clásico 'outsider', Trump necesitará apoyarse firmemente en el vicepresidente y excongresista Mike Pence, en el expresidente del Comité Nacional del Partido Republicano y en el secretario general de la Casa Blanca, Reince Priebus, así como en congresistas experimentados. En este sentido, el experto opina que no consultar a los republicanos del Congreso antes de forzar una rápida "revocación y reemplazo" del Obamacare es "el tipo de error tempranero que, probablemente, irritará a los legisladores con buena memoria".

Agenda excesivamente ambiciosa

Otro error común de los nuevos presidentes pasa por tratar de impulsar una agenda "excesivamente ambiciosa", recalca el analista, añadiendo que, dada "la amargura" de la reciente campaña electoral y sus consecuencias, resulta poco probable un consenso bipartidista sobre los principales temas del programa de Trump.

Nombramientos para el gabinete

La aplicación de políticas controvertidas y el nombramiento para el Gabinete de personas conocidas por oponerse y criticar a las agencias que pronto podrían dirigir, puede hacer que Trump gaste desde el mismo comienzo de su mandato el capital político "que puede necesitar para cumplir otras partes de su agenda", advierte Kitfield.

Gestión de crisis

Por último, el experto apunta que un hilo conductor en el libro es que "la crisis pone prueba a los nuevos presidentes". En este sentido, sostiene que Trump, "en su búsqueda del próximo gran negocio", claramente tiene "apetito por la confrontación y la ruptura", y la historia de la presidencia moderna sugiere que no tendrá que esperar mucho tiempo para obtenerlas.

Actualidad RT