quinta-feira, 27 de abril de 2017

Brasil e Greve Geral: O que está em jogo com a paralisação de 28 de abril?


Centrais sindicais, as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, movimentos estudantis e outras organizações da sociedade civil de esquerda prometem fazer na próxima sexta-feira, 28 de abril, a maior greve geral dos últimos 21 anos no país. O principal foco da paralisação é a crítica contra as reformas da Previdência e a Trabalhista.

Um ensaio do que os organizadores da greve pretendem foi demonstrado no último dia 15 de março, quando várias categorias de trabalhadores protestaram em vários pontos do Brasil – em alguns casos, chegando a cruzar os braços por algumas horas.

No mesmo dia, 200 mil pessoas (segundo os organizadores) se reuniram na Avenida Paulista, em São Paulo, para criticar não só as reformas, mas o próprio governo do presidente Michel Temer (PMDB). Tal rejeição ainda possui ligação umbilical com o processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT), ainda latente na sociedade brasileira.

O aspecto político está intimamente ligado à greve geral, uma vez que setores ligados ao atual governo – muitos deles os mesmos que foram às ruas em 2016 para pedir o impeachment de Dilma – tendem a também estarem mobilizados, mas não para irem às ruas: a ideia seria participar com contrainformação, em busca de desmobilização.

Restam algumas horas para o início do movimento e a perspectiva é que uma série de categorias cruzem os braços nesta sexta-feira, desde os aeroviários, passando por professores, funcionários dos Correios, bancários, metroviários, motoristas e cobradores, chegando até aos servidores da Justiça do Trabalho.

A uniformidade da greve geral e os seus impactos ainda são incertos. Para os organizadores, a meta é superar a mobilização de 12 milhões de trabalhadores (de acordo com centrais sindicais) que pararam em junho de 1996, chegando ao patamar da greve geral de março de 1989, quando nada funcionou em 12 das 26 capitais do país, segundo levantamento à época do jornal Folha de S. Paulo.

Quem é a favor da greve

O fim de direitos arduamente conquistados pelos trabalhadores brasileiros e a imposição de regras controversas pavimentam as críticas às reformas da Previdência e a Trabalhista. A primeira é tida como a mais importante para o governo federal, que alega ter prejuízos anuais com o pagamento de pensões, aposentadorias e outros benefícios, tornando inviável a manutenção do sistema como hoje se encontra.

Já a segunda é vista como um ataque direto à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 1943, legislação esta que consolidou a iniciativa de Getúlio Vargas de garantir direitos e definir deveres nas relações entre empregadores e seus empregados no Brasil. Contudo, há anos o empresariado se queixa de que tal legislação está “obsoleta”, dificultado a geração de empregos. Sob esse mote, o Planalto tenta passar uma reforma no setor.

“É escandaloso. O Congresso mais desmoralizado da história brasileira quer aprovar o projeto da Reforma Trabalhista que retira direitos conquistados nos últimos 100 anos de luta dos trabalhadores e trabalhadoras no nosso país. Tudo está em risco”, afirma Guilherme Boulos, coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e uma das lideranças que organizam a greve geral.

“Nós temos que parar o país de norte a sul. Parar os locais de trabalho, para os transportes, parar rodovias e avenidas, enfim, dar o nosso recado a esse Congresso imoral e para esse governo ilegítimo”, continua Boulos. O tom é semelhante ao adotado por sindicatos e por movimentos sociais de esquerda, que são contrários às reformas da maneira que estão colocadas pelo governo Temer.

O forte discurso contra o atual presidente da República não é recente. Ele já data dos meses anteriores ao impeachment de Dilma Rousseff, da qual Temer era vice. A relação entre os dois se desmanchou ao longo do avanço da Operação Lava Jato e do aprofundamento das crises política e econômica no país. Temer é visto como um “usurpador” do cargo, alcunha que o próprio renega, afirmando que “as instituições são sólidas e seguem funcionando” no Brasil.

Quem vai às ruas e cruzará os braços neste 28 de abril não aceita alterações no regime de aposentadoria – em um esboço inicial, a aposentadoria integral só seria alcançada após 49 anos de contribuição com a Previdência –, tampouco concorda com o que chamam de “terceirização irrestrita” que a Reforma Trabalhista trará ao permitir que até mesmo as atividades-fim possam ser terceirizadas, o que a lei atual não autoriza.

“Não são apenas trabalhadores. Várias igrejas têm se manifestado a favor dos trabalhadores que, como nós, sabem que a saída para o Brasil não é a retirada dos direitos dos trabalhadores”, afirma a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que vê a paralisação como “um grande movimento de massa”.

Quem é contra a greve

Ciente das pressões populares, o governo federal e sua base aliada – dentro e fora do Congresso Nacional – deve se manter mobilizada não para buscar o confronto com quem é a favor da greve geral, mas sim para não permitir que algum parlamentar aliado se desgarre no momento que mais importa para a gestão Temer: a hora de votar.

Dados levantados pelo jornal O Estado de S.Paulo em março deste ano mostraram que Temer distribuiu R$ 5,8 bilhões em emendas parlamentares durante os sete meses do seu governo em 2016. O valor supera em muito o que a sua antecessora gastou com emendas a aliados durante todo o ano de 2015 (R$ 3,4 bilhões).

Ministros e o próprio Temer vêm batendo na tecla de que as reformas são essenciais para o futuro do país. Alegam que o sistema previdenciário brasileiro é deficitário e, com o envelhecimento da população, em breve não haverá como pagar a todos os beneficiários. Em recente propaganda veiculada pelo Planalto, as dificuldades de estados como o Rio de Janeiro é atribuída, por exemplo, ao problema da Previdência, o qual será sanado com a reforma.

Na seara trabalhista o tom é o mesmo: a legislação é antiga, da época de um Brasil que avançava para se industrializar, e que hoje está aquém do caráter tecnológico que envolve as operações executadas pelos trabalhadores. O resultado seria o aumento do desemprego e o excesso de ações judiciais trabalhistas, outro entrave para a retomada da economia. Daí o entendimento de que a Reforma Trabalhista também é essencial.

O governo acredita que conseguirá passar a Reforma Trabalhista sem tantos solavancos tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado. Já a situação da Reforma da Previdência é um pouco mais espinhosa e inspira maiores cuidados, politicamente falando. A articulação política é vista como a maior evolução para aqueles contrários à greve geral em relação à gestão Dilma, que nos meses finais parecia incapaz de sair do lugar em qualquer direção.

Um dos aspectos a serem explorados por aqueles que não concordam com a paralisação é surfar na onda antipetista que permanece no ar perante a sociedade brasileira. “Um governo que caiu. E agora tenta buscar novamente sua predominância, seu lugar perdido com as rua”, declarou o senador José Medeiros (PSD-MT).

Na onda da contrainformação dos movimentos que foram favoráveis ao impeachment, o discurso corrente envolve ainda o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Tal interpretação foi bem resumida pela advogada Janaína Paschoal, esta uma das protagonistas da denúncia apresentada à Câmara em 2015 que, meses depois, deflagrou o processo de impeachment.

Sputniknews

Noticiero de la RPD Corea


Kim Jong Un vio la manifestación de golpe combinado de las fuerzas armadas del EPC

Pyongyang -- Kim Jong Un, Presidente del Partido del Trabajo de Corea y del Comité de Estado de la República Popular Democrática de Corea y Comandante Supremo del Ejército Popular de Corea, presenció la manifestación de golpe combinado de las fuerzas armadas en celebración del 85º aniversario de la fundación del heroico EPC.
El Máximo Dirigente llegó a las 10 por la mañana al aeropuerto de frente oriental.
Lo acogieron el vicemariscal del EPC Hwang Pyong So, jefe de la Dirección Política General del EPC, el vicemariscal del EPC Ri Myong Su, jefe de Estado Mayor General del EPC, el general de ejército de las fuerzas terrestres Pak Yong Sik, ministro de las Fuerzas Armadas Populares.
El Comandante Supremo recibió el parte de recepción por el coronel general de las fuerzas terrestres Pak Jong Chon, director de Artillería del EPC.
El Máximo Dirigente pasó revista a los soldados de las fuerzas marítimas, aéreas y antiaéreas y las artilleras súper selectas del frente del EPC.
En el puesto de vigilancia, él escuchó el informe del plan para la realización de la manifestación militar y dio la orden de iniciarla.
Los submarinos se sumergieron con rapidez y dieron un fuerte ataque de torpedos a los buques de guerra de los "enemigos" y los aviones de caza y asalto y los bombarderos que llegaron al cielo del blanco volando a ras del mar golpearon dieron un fuerte ataque.
Mirando el aspecto de golpe contra los blancos, el Máximo Dirigente dijo que los disparos son muy certeros y elogió a los marineros de los submarinos y los pilotos.
A continuación, más de 300 cañones autopropulsados de grueso calibre instalados en el tramo de varios kilómetros de la costa iniciaron simultáneamente el disparo.
El Comandante Supremo señaló que los artilleros valientes golpearon despiadadamente con disparos certeros a las blancos y mostraron el poderío de fuego de las fuerzas artilleras del EPC que responden sólo con el castigo despiadado a las fuerzas hostiles.
El Mariscal subrayó que esta manifestación militar, realizada exitosamente con la envergadura sin precedente en ocasión del aniversario 85 del día de la fundación del EPC, constituye el máximo rendimiento y la gloria eterna del poderoso ejército revolucionario de Paektusan hacia el Presidente Kim Il Sung y el Dirigente Kim Jong Il, fundador y constructor de las fuerzas revolucionarias. Mostró una gran satisfacción por la exitosa realización de la demostración militar y evaluó altamente las proezas de los oficiales y soldados participantes en ella.
Las fuerzas revolucionarias de Corea, que dieron con 2 pistolas sus primeros pasos y han venido recorriendo por el camino lleno de victorias durante 85 años, fueron fortalecidas hoy en el ejército invencible dispuesto de todos los modernos medios de ataque y exaltan sin reservas su poderío del ejército revolucionario del partido en la primera línea de la defensa de la patria y la construcción del país próspero y felicitó ardientemente a todos los soldados y oficiales que celebran el día de la fundación del ejército.
Agregó que por contar con el heroico Ejército Popular de Corea, infinitamente fieles al partido, es inexpugnable la patria socialista y se llegará sin falta la victoria final a este territorio.

Portavoz del MINREX condena intento de EE.UU. de convocar reunión anti-RPDC

Pyongyang (ACNC) -- A la pregunta formulada por la ACNC en relación con que Estados Unidos intenta convocar una reunión del Consejo de Seguridad de la ONU describiendo como "amenaza" las medidas para el aumento del disuasivo nuclear de la RPDC, el portavoz del Ministerio de Relaciones Exteriores de la RPDC dio el día 26 la siguiente respuesta:
Aprovechando la presidencia del Consejo de Seguridad de la ONU que ha ocupado en abril, EE.UU. pretende convocar una reunión de ese aparato con el tema de desnuclearización de la RPDC.
Lo extraño del caso es que el realizador de la payasada sobre la supuesta "amenaza" de alguien es justamente EE.UU., autor principal que llevó al borde de guerra nuclear la situación de la Península Coreana desarrollando durante 2 meses pasados contra la RPDC los ejercicios militares conjuntos de carácter agresivo y de mayor dimensión de la historia con la incorporación de todas las propiedades estratégicas nucleares trasladadas al Sur de Corea.
Esto es un acto tan cínico como el de bandido que quiere golpear a la víctima que se queja de pillaje.
Antes de discutir la supuesta desnuclearización de la RPDC, hay que condenar primero el crimen de proliferación directa de armas nucleares de EE.UU. que moderniza estos artefactos para mantener la superioridad nuclear malgastando la suma astronómica de un billón de US$ detrás del cartel engañoso del "desarme nuclear" y el "mundo libre de armas nucleares".
Las fuerzas armadas nucleares de la RPDC son el remedio omnipotente de justicia y fidedigno disuasivo de guerra para defender la soberanía y dignidad del país y la paz mundial desde la amenaza de guerra nuclear de EE.UU.
Nadie tiene derecho a criticar nuestras medidas para consolidar el disuasivo nuclear porque constituyen el ejercicio del legítimo derecho a la autodefensa según la Carta de la ONU y el derecho internacional.
El gobierno de la RPDC acusó en varias ocasiones al Consejo de Seguridad los ejercicios militares conjuntos arriba mencionados. Estas maniobras constituyen la muestra más coherente de la política hostil y de la amenaza y chantaje nucleares de EE.UU. contra la RPDC, los cuales son la causa de posesión de armas nucleares por parte de la segunda.
Pero, ese aparato de la ONU desestimó cada apelación de la RPDC y aplica a ésta la sanción luego de fabricar sin ningún fundamento del derecho internacional las "resoluciones" que prohíben sus medidas de autodefensa.
El Secretariado de la ONU también se mantiene callado ante nuestra propuesta justa y racional de organizar un forum internacional de los juristas para buscar el fundamento jurídico de las "resoluciones de sanción" del Consejo de Seguridad.
Lo más grave es que el Consejo de Seguridad no cuestiona nunca la amenaza a otro país ni el ataque de misiles al país desnuclearizado por parte de su miembro permanente con el veto ni los lanzamientos de satélite espía y misil que realizan sus "aliados".
La realidad demuestra patentemente que el Consejo de Seguridad es el lugar donde el "problema de la paz y seguridad internacionales" se maneja no por la justicia, sino a favor de los intereses de los miembros permanentes con el veto.
EE.UU. no tiene la calidad moral para imponer a los países miembros de la ONU el cumplimiento de la "resolución" fabricada en tal Consejo de Seguridad y ellos tampoco tienen la obligación moral de ejecutar ese documento injusto.
Es una ilusión nunca realizable la idea de EE.UU. de arrebatar nuestro disuasivo nuclear con la amenaza militar o sanción.
Si estalla la guerra en la Península Coreana, la responsabilidad recaerá, sea quien fuera el autor de ataque preventivo, sobre EE.UU. que insatisfecho de haber endurecido constantemente la política hostil contra la RPDC, complicó el problema introduciendo numerosas propiedades estratégicas nucleares y medios de operación especial.
Tampoco podrá eludir la responsabilidad el Consejo de Seguridad que viene siguiendo a ciegas a EE.UU.

RPDC defenderá el socialismo por cuenta propia: comentario de ACNC

Pyongyang, 26 de abril (ACNC) -- Se torna más intensa que nunca la campaña de EE.UU. para atropellar a la República Popular Democrática de Corea.
La actual administración norteamericana definió hace poco la "máxima presión e intervención" como su política sobre la RPDC y ordenó el traslado de las propiedades estratégicas, incluso la flotilla de ataque de portaaviones nucleares, a la zona operacional de la Península Coreana. Y dice sin escrúpulos disparates provocativos como "el Norte de Corea no debe juzgar mal la voluntad de EE.UU." y "terminó el tiempo de paciencia estratégica".
Tales actos provocadores, que llevan la situación de la Península Coreana al borde de guerra nuclear, devienen la continuación y expresión coherente de la política hostil de EE.UU. que pretende derrumbar a toda costa a la RPDC, la fortaleza del socialismo y primera defensora de la paz mundial.
La historia demuestra que la confrontación RPDC-EE.UU. es más el enfrentamiento de ideologías e ideales que el físico y militar.
En cuanto al problema coreano, la administración Trump dice que "no desea cambiar el régimen del Norte" para ocultar la esencia de su política de aplastamiento a la RPDC y crear el clima de "colaboración" con la sociedad internacional en presionarla.
De hecho, EE.UU. anunció en público que sus acciones militares contra la RPDC se realizarán a modo de "ataque preventivo" con el objetivo de "eliminar la Dirección Suprema del Norte" y "atacar sus bases nucleares y de misiles".
Tal vez resulte fructífera en el caso de otros países la "máxima presión" de que habla el nuevo ejecutivo de EE.UU.
Pero, no saldrá nunca con la suya en la Corea socialista donde la Dirección Suprema de la revolución, la unidad monolítica y el socialismo forman un ente del mismo destino y todos los militares y civiles apoyan con fidelidad la dirección del gran Partido.
Tanto en la pasada guerra coreana de la década de 1950, conocida como contienda entre el fusil y la bomba atómica, como en los posteriores incidentes como el del barco espía "Pueblo" y el del avión de reconocimiento "EC-121" de la década de 1960, el de Phanmunjom de la década de 1970 y la confrontación nuclear con EE.UU., la Corea heroica defendió con fuerzas propias la patria socialista infligiendo derrota a EE.UU.
En los últimos años, EE.UU. recurrió a la amenaza superdura y la brutal sanción y bloqueo contra la RPDC.
Sin embargo, se quedaron cansados los mismos imperialistas que sufrieron fracasos repetidos y triunfó el Estado socialista que superó todos los desafíos.
Los esfuerzos desesperados de EE.UU. y otras fuerzas hostiles testimonian claramente que el socialismo coreano avanza y triunfa.
La RPDC, país socialista y pacifista, ama la paz más que nadie, pero no teme la guerra ni la elude.
El ejército y pueblo coreanos no vacilarán en tomar la opción especial para defender el socialismo considerado como su vida y preservar la paz de la Península Coreana y el resto de la región.
Responderán a la guerra total con la misma y a la guerra nuclear, con el ataque nuclear al estilo coreano, y defenderán por cuenta propia el socialismo y la paz y estabilidad del mundo.

Problema de Península Coreana debe ser solucionado de manera pacífica, subraya Hun Sen

Pyongyang, 26 de abril (ACNC) -- El premier camboyano Hun Sen insistió en la solución pacífica del problema de la Península Coreana.
En su discurso pronunciado el día 20 en la Universidad Pedagógica de Camboya, él dijo como sigue:
Nunca estallará la guerra en la Península Coreana. El problema de este procurrente no es igual al de Siria atacada por Estados Unidos. Si el imperio emprende ataque contra el país socialista, sufrirán daños no sólo el Sur de Corea y Japón, sino también EE.UU., geográficamente distanciado.
Enfatizó que para preservar la estabilidad de la Península Coreana, el Consejo de Seguridad de la ONU debe aprobar con seriedad todas las resoluciones y los países relacionados, esforzarse por solucionar de manera pacífica.


Portavoz de ACRFF critica visita al santuario Yasukuni en Japón

Pyongyang, 26 de abril (ACNC) -- El portavoz de la Asociación de Coreanos Reclutados Forzosamente y Sus Familiares hizo pública el día 26 una declaración para condenar la visita al santuario Yasukuni que realizaron en grupo los reaccionarios japoneses.
Recientemente, el ministro de Asuntos Generales, Takaichi, y otros politiqueros derechistas japoneses del Partido Democrático Liberal, el Partido Progresivo Democrático y el Partido de Restauración de Japón, pertenecientes al "Encuentro de parlamentarios para visitar juntos el santuario Yasukuni", volvieron a visitar este lugar a sabiendas de que esto causará el fuerte rechazo de los países asiáticos.
En su documento, el vocero condenó la visita calificándola como una expresión de la furia militarista de los politicastros reaccionarios de Japón para elogiar a los asesinos castigados duro por la historia y realizar, cueste lo que cueste, la ambición de reagredir a Corea.
Además, constituye un desafío frontal a la justicia, la paz y los derechos humanos y el peor crimen antiético que insulta a las víctimas del pasado, agregó.
No podrán evitar la autodestrucción los reaccionarios japoneses que justifican los crímenes del pasado y desafían a la corriente de la época, concluyó.

MINREX acusa a EE.UU. de acentuar el ambiente de presión anti-RPDC

Pyongyang, 25 de abril (ACNC) -- A la pregunta formulada por la ACNC en relación con que Estados Unidos intenta intensificar la atmósfera internacional de presión anti-RPDC, el portavoz del Ministerio de Relaciones Exteriores de la RPDC dio el día 25 la siguiente respuesta:
EE.UU. inventó recientemente la nueva política llamada "máxima presión e intervención" y trama intrigas para recabar el apoyo interno y externo a ella.
El mandatario norteamericano Trump llamó a la Casa Blanca a los representantes de los países miembros del Consejo de Seguridad de la ONU para debatir el problema coreano.
Además, se efectuará en la Casa Blanca una reunión extraoficial de explicación de la nueva política sobre Corea para los senadores con la participación de las figuras de alto rango, incluso los secretarios de Estado y de Defensa.
Por otra parte, el secretario de Estado planea auspiciar en el Consejo de Seguridad de la ONU la reunión ministerial sobre la desnuclearización de la RPDC.
Esto significa un reclamo abierto a la presión anti-RPDC siendo un acto tan peligroso igual a encender la mecha de la guerra total bajo la situación muy tirante de ahora de la Península Coreana.
La política de aislamiento y aplastamiento y la amenaza nuclear anti-RPDC de EE.UU., que perdura mas de medio siglo, fue la causa y el motor que nos empujó a las posesión de armas nucleares.
Es muy absurda e imprudente la nueva política que ha inventado la administración Trump sin el elemental sentido de la realidad, en lugar de ver correctamente la cambiada posición estratégica de la RPDC y la voluntad de venganza de los militares y habitantes de ésta.
Puesto que EE.UU. desenvainó el sable para atropellar a toda costa a la RPDC, ésta también lo hará para ajustar las cuentas finales y acabará con el imperialismo yanqui con sus poderosas fuerzas armadas revolucionarias, centradas en las nucleares, medio todopoderoso.
La realidad actual comprueba una vez más cuán justa fue la opción de la RPDC de aumentar en lo cualitativo y cuantitativo las fuerzas armadas nucleares bajo la bandera de la gran línea de impulso simultáneo de la construcción económica y la de fuerzas armadas nucleares.
EE.UU. sufrirá el destino trágico de morirse quemado en el fuego prendido por sí mismo.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

El Pentágono lanzará un misil intercontinental: ¿Corea del Norte no puede, pero EE.UU. sí?


La Fuerza Aérea estadounidense aseguró que uno de los objetivos de la prueba es demostrar las capacidades nucleares de Washington.

En medio de la creciente tensión que se vive en la península coreana, la Fuerza Aérea de EE.UU. llevará a cabo este miércoles una prueba del misil balístico intercontinental Minuteman III, y es probable que esto sea visto por Corea del Norte como un ultimátum, informa el diario 'Washington Examiner'.

El lanzamiento se realizará desde la base aérea de Vandenberg, en California, y tiene como objetivo "comprobar el estado de la fuerza nuclear" estadounidense y "demostrar sus capacidades nucleares", indicaron portavoces militares.

Desde el Mando de Ataque Global de la Fuerza Aérea norteamericana agregaron que el lanzamiento estaba planificado con un año de antelación y que no está relacionado con el deterioro de la situación en la península coreana.

La última prueba de este misil se llevó a cabo en febrero pasado y se realizan aproximadamente cuatro veces al año. El Minuteman III es un misil de lanzamiento terrestre con capacidad nuclear y un alcance de 12.000 kilómetros. Constituye la "columna vertebral de la tríada de disuasión nuclear" estadounidense, según Boeing, el fabricante de estos misiles.

Actualidad RT

Uruguai não apoia o uso da cláusula democrática contra a Venezuela, afirma Tabaré Vázquez


O Governo do Uruguai seguirá com sua posição de não aplicar a cláusula democrática da Organização dos Estados Americanos (OEA) para a Venezuela. O objetivo é evitar que a situação se radicalize, disse nesta quarta-feira o presidente Tabaré Vázquez em uma coletiva de imprensa com seu homólogo espanhol Mariano Rajoy.

O presidente do Uruguai explicou que "o objetivo é que as coisas não se radicalizem, que haja um acordo político e eleições democráticas, como na maioria dos países".

O mandatário também manifestou seu pesar pela morte de manifestantes em atos de violência nas últimas semanas, mas advertiu que ''os problemas da Venezuela devem ser resolvidos pelos próprios venezuelanos''.

Hoje, o Conselho Permanente da OEA se reunirá para analisar uma proposta de 16 países membros, entre eles o Uruguai, de convocar uma reunião de chanceleres do continente para discutir a crise na Venezuela. A ministra das Relações Exteriores da Venezuela, Delcy Rodríguez, advertiu ontem à noite que se a OEA de fato realizar a reunião de chanceleres, seu país deixará a organização.

Vázquez finalizou sua exposição ao dizer que ''é necessário estender uma mão de apoio ao povo venezuelano''.

Rajoy, por sua vez, também abordou a situação do país governado por Nicolás Maduro.

"Precisamos evitar um conflito sangrento na Venezuela, devemos devolver a palavra ao povo venezuelano".

O presidente espanhol afirma que considera a Venezuela um país ''irmão".''Quero para a Venezuela o mesmo que quero para a Espanha e os espanhóis'', sentenciou.

A Carta Democrática Interamericana foi adotada em 11 de setembro de 2001 como um instrumento da OEA para garantir a manutenção da democracia nos países que integram o bloco. Está prevista uma série de passos do organismo para contribuir com a solução da crise, mas uma quebra democrática definitiva pode resultar na suspensão do país do bloco como membro.

Sputniknews

Declaração do Ministério de Relações Exteriores da Síria sobre ataques da Turquia


Declaração de uma fonte oficial do Ministério das Relações Exteriores e Expatriados da República Árabe da Síria.

A República Árabe da Síria condena, veementemente, o ataque com mísseis perpetrado pelo regime de Erdoghan (o regime turco) contra os territórios sírios, em 25/04/2017, quando os aviões de guerra da Turquia bombardearam localidades ao norte da Síria, vitimando dezenas de pessoas inocentes dos filhos do povo sírio.

A República Árabe da Síria, ao afirmar que esta ofensiva contraria o Direito Internacional, a Carta das Nações Unidas e o princípio de boa vizinhança, alerta para a violação à soberania da Síria e à integridade de seus territórios e de seu povo.

A República Árabe da Síria conclama a comunidade internacional e a Organização das Nações Unidas a condenar esta ofensiva e as políticas do regime turco de apoio ao terrorismo.

Damasco, em 26/04/2017.

O governo dos EUA pratica terrorismo de Estado contra a Coreia do Norte


Nestes momentos em que mais de 50 submarinos – dos EUA, China, Rússia, Japão e Coreia do Sul – infestam as águas da península coreana, à espera de uma catástrofe nuclear a ser deflagrada pelo governo de Donald Trump, o mundo assiste a mais uma prova do terrorismo de Estado praticado pelos EUA.

A data fatídica de 25 de junho de 1950 marca o início da Guerra da Coreia, quando pela primeira os norte-americanos atacaram de forma covarde a população civil coreana, que dormia pacificamente e foi acordada por bombardeios furtivos, em plena madrugada, em mais uma tentativa de genocídio praticado pelo governo dos EUA em terras asiáticas.

O covarde agressor – EUA –, a maior potência militar do planeta, foi derrotado por guerrilheiros norte-coreanos liderados por Kim Il Sung. A partir de mais uma derrota vergonhosa, entre tantas outras, incluindo o Vietnã, o poderoso exército dos EUA buscou apoio na ONU para formar uma força multinacional reunindo governantes covardes e criminosos de 70 países para atacar a Coreia do Norte, em uma guerra que não lhes dizia respeito, e que agora parece se repetir.

Novamente o governo dos EUA sobe o tom das ameaças à Coreia do Norte, que buscou nas armas nucleares uma forma de proteger e defender seu povo frente às chantagens nucleares dos EUA. Desta vez o presidente Donald Trump está concentrando na península coreana porta-aviões e submarinos nucleares, instalando sistemas de mísseis avançados na Coreia do Sul, promovendo reuniões furtivas com os governos do Japão e Austrália para ameaçar e chantagear a Coreia do Norte. O governo fantoche do Reino Unido já manifestou publicamente sua intenção de atacar a Coreia do Norte com armas nucleares. Em resumo, trata-se de mais uma conferência de governantes assassinos praticando terrorismo de estado contra uma pequena nação cujo único crime é lutar pela sua sobrevivência.

A escalada das tensões na península coreana é puro terrorismo de Estado praticado pelos EUA para demonstrar força - e insanidade - aos governos da Rússia e China. Trump se sente ameaçado pelos avanços tecnológicos bélicos da Rússia e China, e quase se cagou de medo quando a Rússia bombardeou desde o Mar Negro as instalações de terroristas na Síria. A partir de então, procura demonstrar força a todo custo, mesmo chegando ao ponto de deflagrar uma Terceira Guerra Mundial.

Desde a Guerra da Coreia, anualmente, sistematicamente, o governo norte-americano realiza exercícios militares para ameaçar e chantagear a Coreia do Norte. Desta vez, porém, o povo norte-coreano, sob a liderança do marechal Kim Jong Un, está preparado para transformar em pó todos os porta-aviões, submarinos e mísseis dos EUA e seus aliados – cúmplices – na península coreana, e arrasar todas bases militares norte-americanas na região.

Os agressores da Coreia do Norte receberão desta vez, também em suas casas, a resposta dos mísseis intercontinentais norte-coreanos, para acabar de uma vez por todas com o terrorismo de Estado praticado pelas nações mais fortes contra os pequenos povos e nações.

- Viva o marechal Kim Jong Un!

- Viva a República Popular e Democrática da Coreia!

a) Comitê Brasileiro de Solidariedade à RPD Coreia

Moro sofre importantíssima derrota no STF e sai desmoralizado, confira!


O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (25) revogar a prisão domiciliar do pecuarista José Carlos Bumlai. Por 3 votos a 2, a Segunda Turma da Corte levou em conta o estado de saúde de Bumlai, que sofre de cardiopatia e câncer de bexiga.

Em novembro, o antigo relator da Operação Lava Jato, ministro Teori Zavascki, havia convertido a prisão preventiva de Bumlai em domiciliar.

Na sessão desta terça, o novo relator do caso, Edson Fachin, votou pela manutenção dessa decisão, sendo acompanhado pelo ministro Ricardo Lewandowski.

Outros três ministros da turma, porém, votaram pela revogação da domiciliar: Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Celso de Mello.

No habeas corpus, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu a manutenção da prisão, alegando “gravidade concreta” de cometimento de crimes. No julgamento desta terça, o advogado de Bumlai, Nabor Bulhões, disse que o pecuarista é acusado na condição de “partícipe” em corrupção e gestão fraudulenta, não sendo protagonista nos fatos.

Acusado na Operação Lava Jato de ter atuado em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em irregularidades, Bumlai foi preso em novembro de 2015.

Em setembro de 2016, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, condenou o pecuarista a 9 anos e 10 meses de prisão em um processo da 21ª fase por crimes como gestão fraudulenta e corrupção passiva.

Bumlai foi condenado pela participação, obtenção e quitação fraudulenta do empréstimo no Banco Schahin de R$ 12 milhões, em 2004, e pela participação, solicitação e obtenção de vantagem indevida no contrato entre a Petrobras e o Grupo Schahin para a operação do Navio-Sonda Vitória 10.000.

Na sentença, Moro destacou que o empréstimo de R$ 12 milhões foi fraudulento e que o real beneficiário dos valores foi o Partido dos Trabalhadores (PT).

Plantão Brasil

Coreia do Norte anuncia maiores exercícios na sua história


A Coreia do Norte classificou os exercícios, que envolveram os três ramos das Forças Armadas, como "os maiores na história", informou a mídia norte-coreana.

Segundo a Agência Central de Notícias da Coreia, os treinamentos contaram com cerca de 300 peças de artilharia de longo alcance, submarinos e aviação.

"Os submarinos submergiam rapidamente para atacar os navios inimigos com torpedos, e caças e bombardeiros sobrevoavam o mar para lançar bombas contra os alvos. Mais de 300 armamentos pesados abriram fogo simultâneo do litoral", cita a mensagem a agência sul-coreana Yonhap.

O chefe de Estado, Kim Jong-un, não escondeu estar satisfeito com os exercícios:
"Mostramos qual é nossa força militar para castigar impiedosamente os inimigos", disse Kim Jong-un ao canal de TV japonês NHK.


Na terça-feira (25), a Coreia do Norte celebrou o 85º aniversário do Exército Popular da Coreia. Especialistas e políticos estavam certos de que nesse dia a Coreia do Norte iria realizar o 6º teste nuclear ou mais um lançamento de míssil balístico. Entretanto, Pyongyang limitou-se a efetuar exercícios das forças terrestres, Marinha e Força Aérea.

Os exercícios se focaram nos alvos marítimos, dado que um grupo naval norte-americano, liderado pelo porta-aviões USS Carl Vinson, está se aproximando da península Coreana e efetuando manobras conjuntas com as forças japonesas e sul-coreanas.

Sputniknews

Irã opina ser necessário o desarmamento nuclear de Israel


Teerã acredita ser necessário privar Israel de possuir armas de extermínio em massa, ou seja, nucleares e químicas. Declarou o ministro da Defesa do Irã, Hossein Dehghan.

"Estamos seguros de que deve ser formada uma vontade internacional, orientada ao desarmamento nuclear, no mínimo, no Oriente Próximo, bem como deve-se desarmar Israel, privando-a de possuir qualquer arma de extermínio em massa, seja ela nuclear ou química, para garantir o nível de segurança na região", declarou Dehghan durante discurso na Conferência Internacional de Segurança em Moscou.

Sputniknews

‘Reino Unido será borrado de la faz de la tierra si ataca Rusia’


El misil balístico intercontinental ruso RS-24 Yars, cerca de la ciudad de Teykovo

El Reino Unido será ‘borrado de la faz de la tierra’ si lanza un ataque nuclear contra Rusia, advierte un diputado ruso.

“Como el Reino Unido no cuenta con un mayor territorio”, en el caso de que lance un ataque preventivo contra Rusia, “es probable que sea literalmente borrado de la faz de la tierra con un contraataque” por parte de Moscú, ha afirmado este martes el vicepresidente primero del Comité de Defensa y Seguridad del Senado ruso, Frants Klintsevich, citado por el diario local Daily Star.

Sus declaraciones se han producido después de que el ministro británico de Defensa, Michael Fallon, anunciara el lunes en un comunicado que su país "no descarta" el lanzamiento de misiles balísticos intercontinentales modelo Trident, en el marco de un ataque preventivo, en "las circunstancias más extraordinarias".

Klintsevich, de 59 años de edad y exparacaidista que sirvió en las fuerzas soviéticas en Afganistán, ha considerado que las “repugnantes” afirmaciones del titular británico merecen una “dura respuesta”.

Al respecto, ha sostenido que en el mejor de los casos, “este comunicado (de Fallon) debe ser considerado como un elemento de una guerra psicológica”.

A su juicio, un ataque preventivo contra un Estado no poseedor de armas nucleares sería como revivir de nuevo la tragedia del lanzamiento por Estados Unidos de bombas atómicas contra las ciudades japonesas de Hiroshima y Nagasaki al final de la II Guerra Mundial (1939-1945).

El comunicado de Fallon fue emitido después de que Jeremy Corbyn, líder del Partido Laborista y candidato a ocupar el cargo de primer ministro del Reino Unido, declarara que ordenaría una revisión de la defensa estratégica del país si gana las elecciones del próximo 8 de junio. Corbyn, que desde hace años está a favor del desarme nuclear, evitó pronunciarse sobre el programa de los Trident, una fuerza que deberá ser renovada en los próximos años.

fdd/anz/aaf/rba/HispanTv

El despliegue de sistemas antimisiles de EE.UU. provoca enfrentamientos en Corea del Sur


EE.UU. ha comenzado a trasladar partes de su complejo antimisiles THAAD a su sitio de despliegue en Corea del Sur, causando ira y descontento entre la población local.

Los enfrentamientos entre los residentes del condado surcoreano de Seongju y la Policía estallaron cuando el convoy de seis camiones que transportaban el radar y otro equipo militar para el sistema de defensa antimisiles estadounidense THAAD entró en el campo de golf donde serán instalados, informa la agencia Yonhap.



Las fuerzas del orden intentaron detener a unos 200 manifestantes que se congregaron en la entrada del campo de golf. Asimismo, se movilizó a fuerzas adicionales para controlar a las aproximadamente 8.000 personas congregadas en la zona y para regular el tráfico en las 905 carreteras provinciales que llevan al campo de golf de Seongju.



Los activistas argumentan que la presencia del THAAD convertiría al lugar en un objetivo principal para Pionyang. Además, los manifestantes agregan que el sistema plantea problemas sanitarios y medioambientales.

El despliegue del THAAD se completará a finales de año, informó el Ministerio de Defensa de Corea del Sur en un comunicado citado por Reuters. "Corea del Sur y EE.UU. están trabajando para asegurar la capacidad operativa del sistema THAAD para responder a la amenaza nuclear y de misiles proveniente de Corea del Norte", reza el comunicado.

El pasado 17 de abril, Washington y Seúl acordaron definitivamente el despliegue del sistema antimisiles estadounidense THAAD en territorio surcoreano. Los dos países llegaron a un acuerdo sobre el asunto en julio del año pasado.

Las unidades THAAD constarán de entre 4 y 9 lanzaderas montadas en camiones, cada una con 8 interceptores. La batería supuestamente contará con el poderoso radar AN/TPY-2, capaz de detectar misiles entrantes a grandes distancias.

Reacción internacional

China se opone a la instalación del sistema THAAD en Corea del Sur y declaró que no cambiaría su postura respecto a este asunto. "Estamos claramente en contra del despliegue del THAAD en la península", afirmó la semana pasada la Cancillería del gigante asiático. Pekín considera que el despliegue no ayudará a la paz y la estabilidad en la península coreana.

Por su parte, el canciller ruso Serguéi Lavrov afirmó que el despliegue del sistema de defensa antiaérea en la región es una respuesta inequitativa a las pruebas de Corea del Norte y "representa un peligro para la región".



El THAAD es un sistema avanzado diseñado para interceptar misiles balísticos de corto, mediano e intermedio alcance durante su fase terminal de vuelo. Equipado con un radar de largo alcance, se cree que es capaz de interceptar los misiles balísticos intermedios de Corea del Norte.



Actualidad RT


¿Se prepara un atentado a Estados Unidos?


Por Carlos Santa María - HispanTv

Recién se comienza a entender la razón por la cual los autodenominados ‘Cascos Blancos’ fueron galardonados con un premio internacional: otorgar autenticidad a sus videos sobre el presunto ataque químico en Idlib con el fin de agredir a Siria.

Como se conoce, los Medios destacaron profusamente la supuesta labor humanitaria desarrollada en zonas controladas totalmente por los grupos terroristas Daesh y Al-Qaeda, donde filmaron eventos trágicos mostrando su función médico asistencial donde los niños eran los principales afectados.

Desafortunadamente para sus patrocinadores, muy pronto se descubrió que dicha organización estaba conformada por militantes takfiríes que incluso en Facebook se declaraban partidarios del islamismo radical, así como se develaba el montaje fílmico de sus aventuras cinematográficas de contenido propagandístico en contra de quienes combatían con éxito dichas bandas criminales.

En esta dirección, las recientes declaraciones del presidente Donald Trump alertando de agresiones a la seguridad nacional y recordando la tragedia del 11 de septiembre de 2001, no hicieron alusión a las investigaciones al respecto pues demostraron un evento calculado desde el interior de las Agencias de inteligencia y que causó más de tres mil personas asesinadas.

Por ello, se hace imprescindible preguntarse si fue autoinflingida la destrucción de las Torres Gemelas, ya que el estudio científico demostró que la caída de los edificios fue programada en forma de demolición, que los coautores provinieron de Arabia Saudí (país a la cual nunca se acusó de colaboración), que el informe a presentarse fue precedido de la muerte de tres periodistas que poseían información relevante sobre el caso, que el Pentágono sufrió debido a un misil y no a una explosión de avión, entre una multiplicidad de extraños sucesos relativos al hecho que fueron ocultados.

Las denuncias referentes al establecimiento de un millonario seguro por el destruido complejo en el Centro Mundial del Comercio, siete semanas antes de su colapso, fueron demoledoras.

Ahora que el conflicto entre EE.UU. y Corea del Norte está en su punto más álgido, así como las amenazas a Siria son absolutamente serias, cobra fuerza la teoría sobre el detonante posible y que puede ser real o provocado de modo planificado en forma de bandera falsa.

¿Es factible un autoatentado en USA?

Las declaraciones del secretario del Departamento de Seguridad Nacional de EE.UU., John Kelly, abriendo la posibilidad que el país sufra próximamente un ataque terrorista (tal como fue el 11-S), reiterando que un hecho de esa naturaleza hay que tomarlo en consideración pues es muy factible que suceda, tiene como antecedente la historia de falsas banderas creadas por el gobierno. El “impecable” currículo inicia desde el siglo XVII con el exterminio de los indígenas, continúa el XIX con la usurpación de México y donde uno de sus símbolos fue la explosión del acorazado USS Maine, que permitió a Estados Unidos apoderarse de Cuba y otras colonias al declarar la guerra a España. El siglo XX fue pródigo en construcciones ficticias y el XXI, con las supuestas armas químicas de Saddam Hussein provocando la invasión en Irak, ha ratificado la reiteración de golpes empleando mecanismos desestabilizadores y violentos, donde una de las expresiones trágicas es el Medio Oriente.

¿Cuál puede ser la forma de un falso positivo, en qué lugar puede realizarse y cuál es su propósito?

Es previsible generar un asalto a una embajada, neutralizar a un alto funcionario estatal, causar un conflicto de fronteras entre estados, derribar un avión, provocar un accidente, realizar una masacre de civiles en lugares concurridos, utilizar gases químicos, entre diversas modalidades, las que podrían suceder en USA o países aliados, con el fin de acusar falsamente a gobiernos soberanos e iniciar su intervención.

No se puede descartar que se presente una agresión como la expuesta por John Kelly y provenga de bandas takfiríes. Sin embargo, es conveniente que el mundo esté avisado que un autoataque puede ser efectuado sin remordimiento para provocar la intervención o conflagración en una nación soberana, o iniciar la Primera Guerra Nuclear y definitiva. Existe ya el aviso.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Rusia enviaría tropas a Siria ¿para revertir ataque de EEUU?


Ante los rumores de que EE.UU., Israel y Jordania buscarían atacar el sur de Siria, Rusia dice estar lista para enviar fuerzas especiales si lo pide Damasco.

En una entrevista concedida recientemente al diario árabe Al-Quds al-Arabi, con sede en el Reino Unido, fuentes del Ejército sirio han desvelado que el Ministerio ruso de Defensa ha expresado a Damasco “su disposición a desplegar tropas especiales terrestres en Siria” en caso de que el presidente sirio, Bashar al-Asad, así se lo solicitase.

La misión de estas unidades, según las mismas fuentes, que hablaron bajo condición de anonimato, sería participar en los combates contra los grupos terroristas y “reducir así la presión sobre el Ejercito y sus aliados”.

Las fuentes explicaron, sin ofrecer más detalles, que los militares rusos están dispuestos a estacionarse en zonas en las que están teniendo lugar los mayores enfrentamientos y las ofensivas de los grupos radicales, conforme ha recogido este martes el diario israelí Yedioth Ahronoth.

La referida Cartera rusa ha manifestado, además, su “total disposición” a “transferir fuerzas, armas y municiones a Siria tan pronto como sea dada la orden por el presidente (ruso) Vladimir Putin, comandante en jefe de las Fuerzas Armadas”.

Rusia posee una base naval en el puerto sirio de Tartus y otra en Latakia (oeste sirio), pero ahora ve necesario el despliegue de tropas en suelo sirio.

Esta información ve la luz en medio de una elevada tensión entre Rusia y Estados Unidos a raíz del ataque con misiles que lanzó el pasado 7 de abril el Ejército norteamericano contra la base aérea de Al-Shairat, en el oeste de Siria.

La semana pasada, Putin aseguró que dispone de información que apunta a que EE.UU. está preparándose para atacar los suburbios del sur de Damasco (capital siria) y que se gestan ataques químicos en el país árabe para inculpar al mandatario sirio.

Por su parte, el diario libanés Al-Akhbar ha informado que los Ejércitos de EE.UU., Jordania y del régimen de Israel buscan lanzar una ofensiva de gran magnitud en el sur de Siria, so pretexto de la lucha contra el terrorismo.

mjs/anz/aaf/rba/HispanTv

Marine Le Pen: "Francia debe unirse a Siria y dejar de ser un lacayo de EE.UU."


Francia debe dejar de ser un lacayo de Estados Unidos y seguir el ejemplo de Rusia y unir fuerzas con Siria para acabar con el Estado Islámico lo más rápido posible, afirmó la política francesa Marine Le Pen.

"No tenemos otra opción, actualmente debemos formar nuestra política considerando la realidad", dijo la líder del partido Frente Nacional, entrevistada por la emisora Europe 1.

"La realidad consiste en que el presidente Bashar al Assad es el que gobierna en Siria y lidera su Ejército. Y si queremos eliminar al Estado Islámico, no hay otro método excepto formar una gran coalición con Al Assad", explicó Le Pen, quien también es eurodiputada.

La política acusó al Gobierno de Francia de convertir al país en un "lacayo de Estados Unidos".

"Francia debería comportarse igual que Rusia, pero en el aspecto diplomático estamos en una situación estúpida, seguimos a EE.UU. incluso cada vez que cambian de opinión", afirmó.

Le Pen criticó la incoherencia del enfoque hacia el presidente sirio.

"Todos tratan de manera demasiado dura a Bashar al Assad. Al mismo tiempo sabemos que Arabia Saudita condena a pena de muerte a un joven de 17 años por participar en una manifestación", señaló Le Pen.

Actualidad RT

A imprensa brasileira é um lixo quando trata da Venezuela


Na foto acima, policial brasileiro joga gás de pimenta em moradora de favela no Rio, mas foi publicada em diversos jornais como sendo na Venezuela.

A imprensa brasileira está produzindo lixo na forma de reportagens diárias para atacar o governo da Venezuela. Nos principais canais de televisão, diariamente exibem reportagens sobre os refugiados venezuelanos que estariam "morrendo de fome" na Venezuela; manifestantes assassinados, caos social etc.

Todas essas matérias publicadas no Brasil e na maioria dos países da América Latina tem como objetivo desestabilizar o governo da Venezuela, a serviço do imperialismo norte-americano que trabalha para derrubar o governo de Nicolás Maduro e controlar o país que tem a maior reserva de petróleo do nosso continente. Antes de Hugo Chávez, quando a PDVSA - empresa estatal de petróleo venezuelano - era controlada do Texas, por empresa da família Bush, a imprensa latino-americana não se ocupada da Venezuela.

O governo dos EUA ataca diariamente o governo da Venezuela que tem um governo independente e soberano, que não se submete às chantagens e terrorismo de Washington, isto é, um governo chavista e bolivariano. Fosse a Venezuela governada por covardes e traidores da pátria, a mídia ocidental estaria elogiando o governo porque a grande imprensa não passa de uma prostituta barata a serviço dos interesses criminosos dos governos dos EUA.


A Associação de Imprensa que reúne os grandes meios de comunicação do nosso continente não passa de uma máfia organizada a serviço dos EUA. Uma máfia que não se envergonha de trair os interesses nacionais, de levar miséria e destruição ao próprio país, desde que seja remunerada por potências estrangeiras que roubam até o futuro dos países latino-americanos.

Além de divulgar mentiras diariamente contra a Venezuela, a imprensa se ocupa em inventar calúnias para difamar o governo de Maduro.

As manifestações contra o governo da Venezuela são destaques nas capas dos jornais e nos programas de maior audiência, enquanto as gigantescas manifestações de apoio ao governo Maduro não são exibidas. Dessa forma estão enganando e mentindo para o povo brasileiro, estão manipulando a verdade dos fatos de forma mercenária e covarde.

Movimento Marcha Verde

MAIOR ASSALTO NA HISTÓRIA DO PARAGUAI: PAÍS PROVA DO SEU PRÓPRIO VENENO


Bandido brasileiro que participou do assalto em Ciudad del Este morto em confronto com a polícia brasileira ontem


O Paraguai, maior exportador de armas para o crime organizado brasileiro, está provando do seu próprio veneno ao sofrer o maior assalto de sua história a transportadora de valores Prosegur em Ciudad del Este. Os bandidos teriam roubado aproximadamente 40 milhões de dólares, ou seja, 125 milhões de reais.

O assalto foi cinematográfico, envolvendo mais de 40 marginais que atearam fogo a diversos veículos pela cidade, para despistar a polícia local. Em seguida, dinamitaram a sede da transportadora de valores, explodiram a caixa forte contendo o dinheiro e fugiram para a cidade paraguaia de Hernandárias, enquanto brasileiros atravessaram o Lago de Itaipu para o lado brasileiro, onde foram surpreendidos pela polícia, quando houve a primeira troca de tiros com policiais.

O presidente da Associação dos Policiais de Alto Paraná, no Paraguai, Fermín de León, declarou que os policiais paraguaios agiram com prudência para evitar a morte de muitos civis, uma vez que os marginais – na maioria brasileiros – estavam muito bem armados com metralhadoras, fuzis Ak-47, metralhadora ponto 50 e granadas.

Três assaltantes que participaram do mega assalto no Paraguai morreram na tarde de ontem após troca de tiros com agentes das polícias Federal (PF) e Rodoviária Federal (PRF). Segundo a PRF, três veículos usados pela quadrilha foram localizados.

De acordo com a PRF, no início da tarde houve uma perseguição a uma caminhonete em que estavam entre oito e dez envolvidos no assalto. Em um trecho da BR-277, os bandidos pararam e iniciaram o confronto. Dois morreram no local, um ficou ferido, foi socorrido, mas não resistiu e morreu no hospital. Os demais conseguiram fugir.

Hoje mais três marginais foram presos pela polícia na região de Santa Helena.

O jornal paraguaio La Nación informou que o assalto foi liderado por membros da facção criminosa brasileira Primeiro Comando da Capital (PCC), que também atacaram a sede da polícia e do governo. Um policial paraguaio morreu no enfrentamento com os assaltantes.

Enquanto maior exportador de armas para criminosos brasileiros o Paraguai tem até mesmo a participação de policiais paraguaios nesse contrabando. Dessa forma, os paraguaios que não controlam a venda de armas em Ciudad del Este, permitindo seu contrabando para o Brasil, estão provando do seu próprio veneno porque com certeza a maioria das armas usadas nesse assalto foram adquiridas no Paraguai.

O Brasil está em um ponto morto da história. E nada se sabe do futuro


Temer: seu governo busca apenas reescrever a Constituição

As forças progressistas estão encurraladas e o golpe de 2016 se esgota em si, incapaz de indicar o caráter do ciclo político que virá

A História tem suas ‘eras’ e a política, como a economia, tem seus ciclos, e todo ciclo tem, na sequência de sua construção, seus momentos de apogeu e declínio. Vivemos o “ponto morto” entre um ciclo que se esvai e um ciclo sucessor, ainda sem face.
A crise política que alimentou o golpe midiático-parlamentar-judicial iniciado em 2016assinala, na História republicana, o esgotamento de um ciclo político, aquele inaugurado com a “Constituição cidadã”, fruto do pacto social que possibilitou, em 1985, a transição da ditadura para o regime democrático tutelado, porque nele o poder decaído sobreviveria, por algum tempo, em contraste com os processos de redemocratização de nossos vizinhos, de especial Argentina e Uruguai.
São os “anos Sarney” aquele período conhecido como “Nova República”, fruto da implosão do Colégio Eleitoral com a eleição de Tancredo Neves e a posse do ex-presidente da Arena, partido de sustentação do regime militar decadente. Simbolicamente, o último ditador – tão impopular quanto Temer hoje – deixaria o Palácio do Planalto pela garagem, ou seja, “pela porta dos fundos”. Mas a preeminência castrense sobreviveria.
O processo da redemocratização operava segundo a característica mais marcante de nossa história, a saber, a conciliação pelo alto que acomoda os interesses da classe dominante e afasta a ruptura, e ignora os interesses populares. Reformas, sim, mas somente aquelas que consolidam o statu quo.
Esta é a história da Independência e do Império, e é a história da República, sem povo, que se consolida mediante o golpe de Estado de Floriano. O que se segue, até aqui, reza pela mesma cartilha, a começar pela “revolução” de 30, que altera os governantes preservando o mando das oligarquias. Era o fim da “República Velha”, era o fim de um ciclo político, era o início do “ciclo Vargas”.
A ditadura do Estado Novo (1937-1945), tornada arcaica, é derrubada, sem traumas ou resistência, e Vargas vai desfrutar de seu exílio voluntário em Itu, onde aguardará as eleições de 1950 para retornar ao Palácio do Catete nos braços do povo.
Com a Constituinte de 1946 inaugurara-se um novo ciclo político, democrático e liberal, que aos trancos e barrancos, percalços e crises, golpes de Estado e levantes militares, nos governaria até 1964, quando se instaura o “ciclo militar” que nos molestaria até 1985.
A implosão da ditadura militar, e a redemocratização dela consequente, devera-se à conjunção de inumeráveis fatores e um deles, de certo o mais significativo, foi a mobilização popular que se nutria no desgaste do regime militar (um fracasso rotundo sob todos os ângulos) e ao mesmo tempo a alimentava. Processo lento e longo que manifestara seu potencial desde as eleições de 1974, com a vitória de 16 candidatos oposicionistas para o Senado.
Registre-se, favorecendo o pacto que culminaria na Assembleia Constituinte de 1988 – requerimento amplamente majoritário na sociedade – o papel de conscientização e mobilização popular representado pela campanha da Anistia e pela campanha pelas Diretas-Já (por certo o mais retumbante movimento político-popular de nossa História). Dado significativo desse novo clima e fator proeminente nas mobilizações foram, em 1982, as eleições dos governadores Franco Montoro (SP), Leonel Brizola (RJ) e Tancredo Neves (MG), todos de oposição e comprometidos com a redemocratização.
Relembro esses fatos para enfatizar que, mesmo assim, com todos esses dados favoráveis, a Nova República e a Constituinte tiveram de ser negociadas com os militares, já retornados à caserna mas sem haverem, até então, renunciado à preeminência, por cima do pacto social, de que resultou, por exemplo, um Congresso ordinário, sem poder originário, com temas intocáveis, ou de difícil lida, caso da revisão restrita da Anistia (que mais beneficiava os torturadores), e qualquer possibilidade de responsabilização dos esbirros da ditadura por seus atos.
Com os olhos ao mesmo tempo nas ruas e nas casernas, enfrentando internamente as forças do atraso aglutinadas num bloco autodenominado Centrão, fez-se, com apoio popular, a Constituição possível nos termos da correlação de forças encontrada. Ainda assim, uma Constituição de índole democrática e social, com avanços em face da ordem jurídica da ditadura, mas sem forças para revolver as estruturas políticas do Estado herdado.
Apesar de toda a mobilização popular, de décadas – de que resultou uma Frente que abarcava quase todas as correntes sociais e o sentimento majoritário da Nação, a Constituinte, vimos, sofreu contingências e condicionantes, e a Constituição dela resultante teve de dialogar com as forças do atraso.
A Carta, porém, era o ponto de partida e conditio sine qua non para a redemocratização, ou seja, ela assinalava o fim da ordem autoritária e deixava livre e bem lavrado o caminho para a ordem democrática. Com ela, e respeitada a correlação de forças, encerrava-se o ciclo autoritário inaugurado em 1964, e inaugurava-se aquele que seria rompido com o golpe de Estado midiático-parlamentar-judicial de 2016. O regime constitucional de 1988, todavia, cumpriu com seu papel, até aqui, ao presidir por quase 30 anos inédita continuidade institucional na República. A “Carta cidadã”, deformada por algo como uma centena de emendas, sobreviveu, apesar dos ataques que passou a sofrer desde sua promulgação, acusada de dificultar a governabilidade pelos “excessos de direitos sociais” que teria abrigado.
Esgotado o ciclo iniciado em 1985, vivemos o transe representado pela realidade de hoje em face da ignorância do futuro, um ponto morto, quando o passado, vívido no presente, impede o nascimento do novo.
Para as forças democráticas, atravessar o Rubicão, hoje, é, a um só tempo, derruir o regime ilegítimo e construir as bases da nova ordem republicana, obra de futuro, inaugurando novo ciclo constitucional. Obra, porém, que será determinada pela correlação de forças indicada pelo processo histórico, e hoje estamos muito longe do respaldo popular que as forças democráticas e progressistas desfrutavam durante a Constituinte de 1988.
O regime decorrente do golpe não apenas fraturou a ordem democrática, como ainda investe na reescrita da Constituição, amputando-a dos avanços de 1988. Nessas agressões, uma faina reacionária e conservadora, obscurantista, o Poder Executivo tem a companhia tanto do Congresso quanto do Poder Judiciário, em todas as suas instâncias, desde os juízes de piso até os tribunais superiores. E todos o aplauso dos meios de comunicação de massa.
Pois seu objetivo essencial – laborando a contra reforma – é a destruição do legado do “lulismo” o projeto interrompido de um governo de “centro-esquerda”, de um regime popular, caracterizado pela emergência política das massas, a opção preferencial pelos pobres, o resgate do papel do Estado como agente de desenvolvimento e a distribuição de riqueza e renda. Na realidade, a “era Lula” foi a retomada da tradição trabalhista do varguismo, assinalada pelo binômio proteção dos trabalhadores e soberania nacional, para ficarmos em dois indicadores.
Todo ciclo tem seu limite histórico e esse ao qual me refiro deu os primeiros sinais de esgotamento por volta de 2013. A crise econômica agravou a crise política e isso inevitavelmente teria resposta na recepção popular. A difícil eleição de 2014, cujo recado a presidente parece não haver entendido, foi apenas um sinal.
O golpe de 2016 se esgota em si, sem condições de definir o caráter do ciclo que está sendo construído nas entranhas do processo histórico. O que virá, na sua sequência, não resultará de um determinismo histórico, não cairá do céu como presente dos deuses. Seu caráter será determinado pela capacidade de organização e unidade das forças populares e decorrerá do pacto do novo ciclo histórico. Com os dados de hoje, todavia, nada nos assegura a retomada do desenvolvimento econômico, socialmente inclusivo, democrático e soberano.
Neste momento de verdadeiro “ponto morto”, um estágio entre o que foi e o que será, a tarefa tática fundamental dos que aspiram ao avanço é a defesa da ordem constitucional, o respeito à estrita legalidade se expandindo para as eleições de 2018, que precisam ser asseguradas. Mas é preciso evitar que a saída da crise de hoje se conforme em mais um acordo pelo alto, a cediça solução prussiana, que cuida de atender aos interesses exclusivos da classe dominante em prejuízo das massas.

Roberto Amaral

Rusia: Científicos terroristas se entrenan en el Occidente


Los terroristas en Siria tienen la capacidad de producir gas sarín, dice el jefe del Departamento de Seguridad y Desarme de la Cancillería rusa.

“Se sabe que ellos (los terroristas) poseen los equipamientos necesarios para eso. Ellos gozan de expertos químicos entrenados en universidades occidentales y estos expertos químicos son muy buenos en su trabajo”, precisó el lunes Mijail Ulyanov.

En referencia al origen de las armas químicas, el funcionario ruso se refirió a las declaraciones de un primo del exdictador libio Muamar Gadafi que dijo “tras la muerte del líder, los grupos terroristas obtuvieron acceso a depósitos subterráneos de armas químicas, incluido el sarín. De acuerdo con varias fuentes, se robaron entre cinco y siete barriles de sarín (…) y pudieron haber llegado a Siria”.

En otra parte, Ulyanov habló de otra posibilidad, sobre lo cual, indicó que EE.UU. y el Reino Unido, después de su agresión militar a Irak, tomaron el control sobre un almacén de armas químicas perteneciente al entonces dictador iraquí Saddam Husein.

“Ambas posibilidades deben ser investigadas, pero tal investigación es precisamente lo que los países occidentales tratan de neutralizar”, concluyo Ulyanov.

En los últimos meses, el Occidente, encabezado por EE.UU., ha reforzado una guerra mediática para acusar al Gobierno de Siria “de poseer y utilizar armas químicas contra los objetivos de los opositores y civiles”. En uno de los casos, culpan “sin fundamento” a Damasco de llevar a cabo ataques químicos en la ciudad de Jan Sheijun, en la provincia noroccidental de Idlib, controlada por los terroristas.

A su vez, Damasco tacha de “falsas” las acusaciones en su contra por el presunto uso de armas químicas y acusa a los terroristas de producir y utilizar armas letales contra las fuerzas sirias y los civiles.

alg/rha/nal/HispanTv

Ejército sirio mata a cuatro espías israelíes en Golán


El Ejército sirio mató a cuatro espías del régimen de Israel en la provincia de Al-Quneitra, en los altos de Golán, en el suroeste de Siria.

Una unidad del Ejército sirio con el apoyo de los comités defensores de la aldea de Hazr tendió una emboscada en las colinas de Al-Ahmar contra cuatro espías israelíes, y acabó con la vida de ellos, han informado este martes medios locales.

La muerte de los espías es otra señal de la política injerencista israelí que aplicó sobre la crisis siria. El régimen de Tel Aviv bombardeó en reiteradas veces las posiciones del Ejército sirio en apoyo a los grupos terroristas que operan contra el Gobierno de Damasco.

Además, hay evidencias sobre cooperaciones entre el régimen israelí y grupos terroristas como el Frente Fath Al-Sham (antiguo Frente Al-Nusra) que luchan para derrocar al Gobierno del presidente sirio, Bashar al-Asad.

mkh/rha/nal/HispanTv

Irak: Mosul será libre del yugo de Daesh dentro de un mes


La ciudad de Mosul, en el norte de Irak, será liberada del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en un mes, informan fuentes militares iraquíes.

“La operación para arrebatar a Daesh el control de Mosul ha entrado en su etapa final, y hasta el momento las fuerzas iraquíes se han hecho con el dominio de 75 % de la ciudad. Las partes restantes serán tomadas como máximo en un mes”, ha declarado este martes Ali Hashem Huseini, un comandante de las fuerzas populares iraquíes, conocidas como Al-Hashad Al-Shabi.

Ha indicado también que por el momento, las batallas están ocurriendo en la parte occidental de Mosul, en los distritos de Sehra y Fehra, y en los últimos dos días, la Policía iraquí ha logrado hacerse con el control de otros dos barrios de la ciudad.

Uno de los cabecillas de Daesh, ha precisado Huseini, murió en las operaciones de la Policía Federal en Mosul. Ha agregado que según las informaciones de la Inteligencia, el líder de Daesh, Ibrahim al-Samarrai, alias Abu Bakr al-Bagdadi, huyó de la ciudad.

Eso se produjo mientras que hoy martes, las tropas iraquíes han recuperado el control del barrio de Al-Tanak, en el oeste de Mosul. Varios de los terroristas de Daesh perdieron la vida en los combates.

El Ejército de Irak realiza desde octubre de 2016 una gran ofensiva para liberar Mosul, la segunda mayor ciudad de Irak. Después de retomar el control de la parte oriental de la ciudad, en enero pasado, empezaron en febrero sus operaciones para arrebatar a los terroristas la parte occidental de la urbe.

Sin embargo, la fuerte presencia de civiles en las zonas occidentales de la ciudad dificulta los avances de las fuerzas iraquíes que, de hecho, se han visto obligadas a cambiar las tácticas de combate para evitar víctimas colaterales.

mkh/rha/nal/HispanTv

Babel bajo el mar: más de 50 submarinos de diferentes países rodean la península coreana


Kim Jong-un inspecciona el submarino No. 748 del Ejército Popular de Corea del Norte.

En adición a la flota de Pionyang, sumergibles de EE.UU., Japón, China, Rusia y Corea del Sur se encuentran "exhibiendo músculo militar" cerca de la península, según el medio nipón 'Fuji'.

Más de 50 submarinos de EE.UU., Japón, China, Rusia y Corea del Sur se encuentran cerca de la península de Corea, haciendo constar su presencia frente a los cerca de 70 sumergibles con que cuenta actualmente Pionyang. Sobre esto reporta el medio japonés 'Fuji', calificando la aglomeración naval como una "exhibición de músculo militar".

"Resulta que hay una babel cerca de las costas de las dos Coreas. Y los países cuyas naves están allí no siempre han tenido relaciones amistosas", señala el medio nipón, citado por 'Rossíyskaya Gazeta'. "Esta es la razón por la que varios expertos en materia militar consideran que, periódicamente, estos países van a provocarse mutuamente, de manera que aumentará aún más la tensión", agrega.

Según expertos japoneses, 20 de esos submarinos habrían sido enviados por China con el objetivo de vigilar las posibles maniobras que tanto el portaviones USS Carl Vinson como otros buques estadounidenses y japoneses están realizando en la zona. Por su parte, autoridades estadounidenses han asegurado que EE.UU. está listo para atacar con misiles las instalaciones nucleares de Corea del Norte en caso de que sea necesario.



- El 9 de abril, el Pentágono ordenó movilizar al portaviones USS Carl Vinson y a su grupo de ataque (un crucero y dos destructores armados con misiles de crucero Tomahawk y al menos un submarino nuclear), y dirigirlos hacia las aguas que rodean la península coreana.

- El 21 de abril, la Marina japonesa anunció que sus dos destructores partieron de la base naval nipona de Sasebo para reunirse con la nave norteamericana en un lugar no especificado para realizar posibles ejercicios conjuntos.

- El 23 de abril Corea del Norte comunicó que está preparado para hundir el portaviones estadounidense USS Carl Vinson "de un solo golpe", para demostrar su poder militar.

- El 25 de abril Pionyang realizó el mayor ejercicio de artillería de su historia para marcar el 85.º aniversario del Ejército Popular de Corea.

Actualidad RT

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Price inocenta Lula


A PricewaterhouseCoopers,que auditou a Petrobras entre 2012 a 2016, que abarca período da Operação Lava Jato, encaminhou hoje (24/4/2017) ao Juízo de 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba ofício negando ter apurado ou ter chegado ao seu conhecimento a pratica de qualquer ato ilícito ou de corrupção com a participação do ex-Presidente Lula na petrolífera (ver imagem abaixo).

O questionamento partiu da defesa de Lula e foi encaminhado pelo Juízo à empresa de auditoria.

Cristiano Zanin Martins



Advogados de Lula questionam apoio de Governo Federal a Dallagnol

A União formalizou, em 21/03/2017, pedido de ingresso na ação de reparação de danos morais que o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva move contra Deltan Martinazzo Dallagnol, decorrente da entrevista coletiva de 14/9/2016 com o uso de um PowerPoint ofensivo a Lula (Processo nº 1031504-08.2016.8.26.0564 – 5ª. Vara Cível da Comarca de São Bernardo).

O requerimento da União afronta a lei, pois o artigo 5º, da Lei nº 9.469/67 somente autoriza o ente federativo a intervir em ações judiciais em que sejam autoras ou rés “autarquias, fundações públicas, sociedades de economia mista e empresas públicas federais” e, ainda, desde que o processo “possa ter reflexos, ainda que indiretos, de natureza econômica” para a os cofres públicos.

Nenhum dos requisitos legais se faz presente. O pedido de reparação formulado por nosso cliente é dirigido a Dallagnol, porque ele capitaneou a entrevista que ofendeu a honra e a reputação do ex-Presidente. Por isso, somente Dallagnol poderá ser condenado. Nada justifica, do ponto de vista jurídico, o ingresso espontâneo da União em ação em que jamais poderá ser condenada.

Tal iniciativa, além de inusual e sem amparo legal no caso de Lula, pode também revelar manobra para retirar o processo da Vara de São Bernardo, onde tramita. Em princípio, diante da petição da União, os autos poderão ser encaminhados a uma Vara Federal. Assim, na condição de advogados de Lula, apresentamos hoje impugnação ao pedido da União, para que seja indeferido pelo próprio Juízo de São Bernardo do Campo, sem a necessidade de envio dos autos à Justiça Federal.

Cristiano Zanin Martins

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‘Daesh está a punto de perder y solamente Trump le podrá salvar’


El grupo terrorista EIIL está a punto de perder todas las zonas que controla y el único que le puede salvar es el presidente estadounidense, sostiene un informe.

Un informe publicado este lunes en el portal Daily Kos asegura que el único que puede evitar la derrota total del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) es el presidente estadounidense, Donald Trump, quien con sus recientes decisiones está impulsando la maquinaria propagandística de los terroristas.

El analista político Jon Perr, el autor de dicho informe, recuerda que en estos momentos Daesh está perdiendo zonas bajo su control en todos los frentes y que, tras la caída de su bastión en Mosul, norte de Irak, falta poco para que pierda Al-Raqa, su baluarte en Siria.

Considerando la situación actual, afirma Perr, solamente es cuestión de tiempo antes de que el EIIL pierda el control de todas las zonas que ocupó en Siria e Irak desde 2014, mientras que la falta de financiación y de nuevos reclutas hacen que se le haga muy difícil a la banda takfirí mantener las zonas que domina.

No obstante, el Gobierno de Trump podría cambiar todo a favor de los terroristas, ya que en el poco tiempo que el magnate inmobiliario dirige EE.UU. ha adoptado medidas que han terminado favoreciendo al grupo terrorista.


En específico, señala la orden ejecutiva (ya bloqueada) que imponía severas restricciones a la entrada de ciudadanos de seis países a Estados Unidos, medida que luego Daesh usó en sus propagandas destinadas a atraer a los ciudadanos de dichos países para que engrosen sus filas.

Del mismo modo, apostilla el analista, la decisión de Trump de dar un ‘cheque en blanco’ al Departamento de Defensa de EE.UU. (el Pentágono) ha resultado en el aumento de la ya elevada cifra de las víctimas civiles de los ataques aéreos estadounidenses en Irak y Siria, lo que, a su vez, ha dado más material para las propagandas de Daesh.

Igualmente, pone de relieve la negativa de la Administración de Trump a suministrar equipos de guerra pesados a los kurdos sirios por temor a las repercusiones que tendría dicha decisión en las relaciones entre Turquía y Estados Unidos.

Los kurdos sirios, afirma Perr, tienen ya casi rodeada Al-Raqa, empero, no tienen los equipos militares necesarios para poder comenzar las ofensivas para expulsar a Daesh de esa urbe, por lo que puede que las fuerzas kurdo-sirias abandonen por completo sus planes para expulsar al EIIL de su bastión sirio.

Por último, subraya que los terroristas de Daesh reconocen que la falta de coherencia de Trump y sus medidas les están favoreciendo y ahora incluso tratan de provocar al presidente estadounidense para aumentar la involucración de EE.UU. en Irak y Siria, algo que les podría ayudar a atraer más integrantes.

“Norteamericanos, os estáis hundiendo y no hay nadie que os salve. No hay mejor evidencia de esto que el hecho de que estáis siendo gobernados por un idiota que ni siquiera sabe qué es Siria o Irak”, dijo a principios de abril un portavoz de Daesh.

hgn/ctl/ask/nal/HispanTv

Corea del Norte: "EE.UU. cometerá un error fatal si trata de intimidarnos con su portaaviones"


Las autoridades norcoreanas han declarado estar preparadas para "responder a una guerra nuclear con ataques nucleares".

Las autoridades norcoreanas han calificado de 'bluff' los intentos de Washington de intimidar a Pionyang con el portaaviones enviado a las costas de la península coreana, informa el diario oficial del Partido del Trabajo de Corea, 'Rodong Sinmun'.

Según el periódico, EE.UU. "cometerá un error fatal si considera intimidar a Corea del Norte con el portaaviones". A la luz de la "situación crítica" en la región, el Gobierno norcoreano ha advertido que Pionyang "responderá a una guerra total con una guerra total, y a una guerra nuclear con ataques nucleares".

El diario citado por Reuters ha destacado que en vez de actuar "frenéticamente", Washington "debería considerar cuidadosamente cualquier consecuencia catastrófica de su estúpido acto militar provocativo". Según la publicación, Pionyang está convencido de que "eventualmente destruirá a todos los provocadores y de esta manera ajustará cuentas con EE.UU.".

El pasado 9 de abril, el Pentágono ordenó movilizar al portaviones USS Carl Vinson y a su grupo de ataque (con el ala aérea embarcada CVW-2, los destructores de misiles Michael Murphy y Wayne E. Meyer equipados con el sistema de combate Aegis, el crucero Lake Champlain), y dirigirlos hacia las aguas que rodean la península coreana.

El 21 de abril, la Marina japonesa anunció que sus dos destructores partieron de la base naval nipona de Sasebo para reunirse con la nave norteamericana en un lugar no especificado para realizar posibles ejercicios conjuntos.

Rusia advierte a EE.UU. de que es "inaceptable" la escalada de tensión en la península coreana

El viceministro de Exteriores de Rusia, Serguéi Ryabkov, ha instado a EE.UU. a mantener la calma respecto a la difícil situación que se vive en la península coreana y a evitar la escalada de tensión que está produciendo su envío de un contingente de buques de guerra a la región, informa la agencia RIA Novosti.

"Nuestra posición se resume en que es inaceptable una escalada de tensión" en la región, pero aquellos que "conscientemente" se inclinan por esta opción tienen que "asumir una gran responsabilidad", comentó Ryabkov este lunes en una rueda de prensa.

"En el mundo ya existen demasiados puntos calientes como para deliberadamente subir la temperatura en otro más a pesar de todas las advertencias. Una vez más hacemos un llamado a Washington, así como a otros países de la región, para que mantengan la calma y se guíen por el sentido común sin importar los aniversarios que se celebren. Aquí la cuestión no está en las fechas, sino en el enfoque", agregó el viceministro ruso.

Actualidad RT

Macron es "el rostro seductor de la globalización"



Ignacio Ramonet, periodista y politólogo español, ha destacado que las dos grandes fuerzas políticas que han gobernado Francia durante 60 años —el Partido Socialista y el la formación conservadora Les Républicains— no están en la segunda vuelta "por primera vez desde que se creó la Quinta República, en 1958" y ha subrayado que el candidato de ¡En Marcha!, Emmanuel Macron, es "el rostro seductor de la globalización".

Actualidad RT

DELAÇÃO DE PALOCCI SÓ VALERÁ SE FOR CONTRA LULA


Assim como ocorreu com Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, uma eventual delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci só será aceita pela força-tarefa da Lava Jato se implicar diretamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; em seu último depoimento, Palocci disse que poderia abrir uma frente para mais um ano de trabalho para o juiz Sergio Moro, indicando caminhos a percorrer no sistema financeiro, mas ele já percebeu que o foco da força-tarefa é Lula

Brasil 247 – Assim como ocorreu com Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, uma eventual delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci só será aceita pela força-tarefa da Lava Jato se implicar diretamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo informa a jornalista Mônica Bergamo.

Em seu último depoimento, Palocci disse que poderia abrir caminho para mais um ano de trabalho para o juiz Sergio Moro, indicando caminhos a percorrer no sistema financeiro, mas ele já percebeu que o foco da força-tarefa é Lula.

"O ex-ministro Antonio Palocci tem oscilado em relação a Lula. Embora tenha preservado o ex-presidente em seu depoimento ao juiz Sergio Moro, na semana passada, ele já estaria convencido de que dificilmente fechará uma delação premiada sem envolver diretamente o ex-presidente", diz Mônica Bergamo. "Palocci só preservou Lula no depoimento da semana passada 'a duras penas', segundo uma pessoa de seu círculo próximo."

Ministro Torrealba niega intención de expropiar General Motors Venezuela


Agencias- VTV- NAD - El ministro de Trabajo, Francisco Torrealba, negó que el Gobierno tenga intención de expropiar General Motors Venezuela.

Entrevistado en el canal del Estado, Torrealba aclaró que “General Motors de Venezuela sigue siendo de General Motors. No hay ocupación, no hay expropiación”.

Explicó que hay un proceso de juicio privado contra la ensambladora por parte de un concesionario en Maracaibo, el cual se ha extendido por 17 años.

En ese sentido, explicó que de parte del Estado lo que se busca es garantizar la estabilidad del trabajo de los empleados.

Asimismo, resaltó que desde el Gobierno se ha dado un trato especial a las ensambladoras, para que reactiven y lleven al máximo su capacidad productiva.

Aporrea

Diretor de gigante do concreto europeu pede demissão por financiar terroristas na Síria


Diretor-geral da construtora suíço-francesa, LafargeHolcim, Eric Olsen, se demitirá em 15 de julho devido às provas confirmadas sobre financiamentos que a empresa prestava aos extremistas na Síria.

"A minha decisão foi determinada pela convicção de que isso contribuirá para a diminuição da tensão que surgiu há pouco tempo em torno da situação na Síria. Enquanto eu não participei de nenhuma das violações, nem sabia sequer delas, estou seguro que a minha retirada beneficiará à tranquilidade na empresa", cita o comunicado as palavras de Olsen.

Mais cedo, o jornal francês Le Monde informou que o gigante suíço de materiais de construção LafargeHolcim admitiu ter realizado arranjos "inaceitáveis" para assegurar a segurança de uma fábrica de cimento na Síria, assolada pela guerra, entre 2012 e 2014. A fábrica parou de funcionar em setembro de 2014.
Anteriormente, a empresa havia confirmado o fato de ter cooperado com grupos armados na Síria. O diretor-geral interino será o presidente do conselho de administração Beat Hess. Entretanto, a empresa buscará imediatamente um candidato para o cargo de diretor-geral.

Beat Hess destacou que a empresa espera que os acontecimentos ligados à atividade da LafargeHolcim na Síria nunca se repitam.

A empresa francesa Lafarge e a suíça Holclim, produtoras de materiais de construção, acordaram sua fusão em março de 2015. Depois da fusão, a Holclim foi renomeada para LafargeHolcim Ltd.

Sputniknews

Hezbolá lanzará 1000 misiles diarios contra Israel en futura guerra


Lanzamisiles del Movimiento de la Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá).

En una posible nueva guerra con Hezbolá, Israel tendría que hacer frente a una lluvia ‎de misiles no vista hasta ahora.‎

En 2006, el Movimiento de la Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) contaba aproximadamente con 15 000 misiles y cohetes: en la Guerra de los 33 días disparó unos 4 300 cohetes, un promedio de 130 al día, informó el pasado sábado el diario israelí Jpost.

Ahora se cree que Hezbolá posee cerca de 130 000 misiles y cohetes, y se espera que pueda disparar aproximadamente 1000 al día en una futura confrontación con Israel, estimó el rotativo israelí.

Explicó que durante la Segunda Guerra de El Líbano, en 2006, los misiles del movimiento libanés alcanzaron la ciudad de Haifa y el norte de los territorios ocupados. Sin embargo, actualmente Hezbolá puede golpear casi cualquier objetivo israelí.

Los misiles de Hezbolá, precisó la fuente, también están pertrechados con ojivas más grandes, cuentan con mayor precisión y capacidad de lanzamiento que en 2006.

También se cree que el movimiento libanés tiene en su haber misiles Scud, incluido el Scud D avanzado que recibió de Siria, con un alcance de 700 km, algo que pone en su alcance el reactor nuclear en Dimona y la central eléctrica en Eliat Ashkelon.

Hezbolá también ha mejorado su capacidad sobre el terreno: 5000 de sus combatientes luchan actualmente en Siria y han logrado gran experiencia en el campo de batalla, admite la fuente.

En los primeros días de una supuesta próxima guerra, aseguran fuentes militares israelíes, Hezbolá disparará sus misiles de largo alcance, ya que el movimiento pretende infligir grandes daños y devastación en Israel antes de que dicho régimen reaccione.

Tal devastación sería algo que Israel nunca ha experimentado, y el probable alto número de bajas impactará a la nación. Eso significa que si Israel quiere minimizar el alcance de la ofensiva de misiles tendrá que ser mucho más agresivo de lo que ha sido en el pasado, agregó.

Los militares israelíes han advertido en varias ocasiones de que Hezbolá ya no es el mismo de hace una década y ahora podría sorprender a Israel con un ataque masivo en caso de desencadenarse otra guerra.

mkh/nii/HispanTv