terça-feira, 4 de abril de 2017

Exército da Síria desmente informações sobre uso de armas químicas


O Exército da Síria não tem armas químicas, por isso as acusações de um ataque na província de Idlib podem ser parte de uma ação de propaganda contra o exército da República Árabe da Síria, disse à Sputnik uma fonte do exército.

A Coalizão Nacional Síria da Oposição e das Forças Revolucionárias comunicou sobre 80 vítimas e 200 feridos em resultado de um ataque com uso de armas químicas na cidade de Khan Shaykhun, na província de Idlib. As forças da oposição declaram que a culpa é do exército sírio.

"O exército da Síria não tem armas químicas e não atacou a cidade de Khan Shaykhun em Idlib. As declarações dos grupos terroristas são falsas. Isto é uma justificação para as pesadas baixas durante o último avanço do exército sírio ao norte da província de Hama", disse uma fonte.

"Não é de excluir que eles tenham eles próprios realizado este ataque para lançar uma campanha de propaganda contra o exército sírio", disse uma fonte.
A Síria vive desde 2011 um violento conflito civil entre forças do governo e diversos grupos da oposição do país, muitos dos quais reconhecidos internacionalmente como organizações terroristas. De acordo com a ONU, a guerra já provocou a morte de mais de 300 mil pessoas.

Sputniknews

Nota da Redação - Durante a guerra de agressão à Síria diversas vezes terroristas foram flagrados usando armas químicas contra a população civil e contra os militares sírios. Provas foram apresentadas mostrando que o cloro usado pelos terroristas foi fornecido pelo Reino da Arábia Saudita.

Na verdade, os governos dos EUA, França, Inglaterra, Catar e Arábia Saudita estão empenhados em tentar derrubar o presidente Bashar Al Assad e colocar em seu lugar um governo fantoche dos interesses sionistas e imperialistas na região.

A chamada grande imprensa canalha do Ocidente repercute notícias sobre o uso de armas químicas pelo Exército sírio, sem nenhuma comprovação, apenas repetindo matéria fabricada no Pentágono.