quarta-feira, 31 de maio de 2017

Coreia do Norte repudia declaração conjunta dos líderes do G7


O Ministério das Relações Exteriores – MINREX - da República Popular e Democrática da Coreia (Coreia do Norte) repudiou a declaração conjunta dos países mais ricos do mundo, reunidos no G7 em Taormina, na Itália.

Em resposta aos EUA e outras forças hostis reunidas na reunião do G7, o MINREX emitiu a seguinte declaração, divulgada pela ACNC:

“Na reunião do G7, realizada nos dias 26 e 27 de maio na ilha da Sicília, Itália, foi publicada uma declaração conjunta para caluniar a RPD Coreia.

Os países membros do G7 são os que mais realizam testes nucleares e de mísseis, e visando agravar a situação na Península Coreana vendem armas, mísseis e suprimentos de guerra à Coreia do Sul.

No entanto, pedem que a Coreia do Norte renuncie a seus testes nucleares e de mísseis para auto-defesa nacional, exatamente como um incendiário que grita “Fogo!”.

Na reunião do G7 estão os países que utilizam o garrote nuclear para traçar planos e complôs para ameaçar os países fracos que não se submetem.

É uma vã ilusão pensar que os EUA e seus satélites conseguirão demover a dissuasão nuclear da RPD Coreia enquanto arma de defesa de sua soberania, dignidade e vida nacional, mediante sanções ou pressão.

Quanto mais se intensificam as sanções e pressões contra a RPD Coreia, maior será a diversificação e o aumento do nível das forças armadas nucleares coreanas”.


https://www.youtube.com/watch?v=Lz7UTeHsAGQ





Mídia Francesa humilha a mídia brasileira e nega que a economia brasileira esteja melhorando


A imprensa francesa desta quarta-feira (31) traz várias reportagens e análises sobre a situação política e econômica do Brasil; o Les Echos traz uma matéria sobre a estratégia de Michel Temer para permanecer na presidência, enquanto Le Monde explica que a economia brasileira ainda está longe da retomada anunciada pelo governo; para o Le Parisien, o mandato de Temer “está por um fio” e a população, castigada pela crise e por um índice de desemprego superior a 14%, está exausta da repetição de escândalos.

Rádio França Internacional – A imprensa francesa desta quarta-feira (31) traz várias reportagens e análises sobre a situação política e econômica do Brasil. O jornal Les Echos traz uma matéria sobre a estratégia de Michel Temer para permanecer na presidência, enquanto Le Monde explica que a economia brasileira ainda está longe da retomada anunciada pelo governo.

“Politicamente intimidado, Temer se esforça diante dos investidores”, diz a manchete do Les Echos. O correspondente do diário econômico em São Paulo, Thierry Ogier, acompanhou a reunião do presidente com cerca de 800 empresários de mais de 40 países na capital paulista, na terça-feira (30). Na pauta das discussões, as reformas do governo, a modernização do Estado e o crescimento. Porém, segundo o jornal “nenhuma palavra foi dita sobre os escândalos de corrupção que colocam em xeque a autoridade de Temer há quinze dias”.

O repórter do Les Echos destaca que, diante da imprensa, Temer insiste que não tem “nenhuma vontade de renunciar”. “O essencial é mostrar que há um piloto dentro do avião”, escreve o jornal. O presidente garante que é capaz de continuar governando e colocando as reformas em prática. Para ele, é natural que quando os investidores leem as notícias dos últimos dias, se perguntem o que vai acontecer. “Mas o Brasil não vai parar”, garante Temer.

Para mostrar resistência, o governo lançou, durante o evento, um fundo de investimento de 20 bilhões de dólares entre o Brasil e a China, que tem 75% do capital inicial avançado pelo país asiático. “Essa semana é crucial para que o governo possa retomar as atividades na área econômica, depois da demissão surpresa, no final da semana passado, de Maria Silvia Bastos, presidente do BNDES, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Na liderança da instituição, a executiva tentava implementar uma política liberal”, publica Les Echos.

As previsões, no entanto, não são otimistas, aponta o jornal Le Monde que chegou às bancas na tarde desta quarta-feira (31). Segundo a correspondente do vespertino no Brasil, Claire Gatinois, “as revelações explosivas visando o presidente Temer não apenas colocam em perigo a estabilidade política como também deixam a economia do país à beira do abismo”.

Impeachment de Temer não é excluído

“Será que o presidente será destituído, como Dilma Rousseff? Nesse caso, quem o substituirá? Como ficarão as reformas em andamento? ”, são algumas das perguntas lançadas pelo jornal francês. Diante dessas incertezas, “o mercado balança, os investidores duvidam e os empresários ficam irritados”, analisa o vespertino.

Le Monde ouviu economistas que apostam em uma saída rápida da crise como única solução para tentar salvar o país. Porém, frisa o jornal, “qualquer que seja o desenrolar dos acontecimentos nas próximas semanas, a retomada da economia brasileira já está comprometida”. Para o jornal, “no melhor dos casos o país vai registrar um crescimento simbólico próximo de zero este ano e, no pior dos casos, o PIB brasileiro continuará recuando”.

Além disso, como o Brasil a primeira economia da América Latina, a situação preocupa também os países da região, comenta o correspondente do jornal Les Echos.

Já o site do jornal Le Parisien relata que o Supremo Tribunal Federal autorizou ontem a polícia a interrogar Michel Temer no inquérito em que o presidente é investigado com base nas delações premiadas dos donos da empresa JBS. Para o tabloide, o mandato do presidente brasileiro “está por um fio” e a população, castigada pela crise e por um índice de desemprego superior a 14%, está exausta da repetição de escândalos de corrupção que envolvem toda a classe política do país.

Plantão Brasil

PESQUISAS: 90,6% DEFENDEM ELEIÇÕES DIRETAS


Brasil 247 – O jogo das oligarquias para impor ao Brasil um presidente biônico após a queda inevitável de Michel Temer esbarra num detalhe: o povo brasileiro.

Segundo levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira pela jornalista Vera Magalhães, nada menos que 90,6% dos brasileiros querem diretas-já.

A pesquisa também traz dados impressionantes sobre a impopularidade de Temer, que chegou ao poder por meio de um golpe parlamentar. Ele é aprovado por apenas 6,4% dos brasileiros e 74,8% dos brasileiros consideram sua administração ruim ou péssima.

Se isso não bastasse, 73,5% dos entrevistados disseram ainda que não dariam um voto de confiança a Temer nem se sua permanência no poder fosse a garantia de melhorias na economia – o que, evidentemente, não encontra lastro na realidade, uma vez que Temer produziu a maior depressão econômica da história do Brasil.

As conclusões, portanto, são óbvias: os brasileiros querem Fora Temer, a volta da democracia com diretas já e não parecem dispostos a engolir o golpe dentro do golpe, que vem sendo tramado pelas elites.

No último domingo, mais de 50 mil pessoas pediram diretas em Copacabana e um novo ato com artistas está previsto para o próximo domingo na Avenida Paulista.

PALOCCI PODE TER PRISÃO DOMICILIAR SE DELATAR LULA


Brasil 247 - Para fechar seu acordo de delação premiada e passar para a prisão domiciliar, o ex-ministro Antonio Palocci terá de focar seus depoimentos em banqueiros e empresários, além do ex-presidente Lula.

Preso desde setembro de 2016, o petista tem se dedicado, no último mês, à elaboração de sua proposta de acordo com a Procuradoria-Geral da República e a força tarefa da Lava Jato em Curitiba.

Para ter sua delação aceita pelos investigadores, Palocci decidiu revelar os detalhes de operações supostamente irregulares cometidas pelo ex-presidente e um dos donos do BTG Pactual, André Esteves, e o ex-dono do Pão de Açúcar Abílio Diniz.

As informações são de reportagem de Bela Megale e Marina Dias na Folha de S.Paulo.

"Até o momento, Palocci se reuniu apenas uma vez com os procuradores. Na conversa, mostrou-se reticente a entregar políticos com foro privilegiado. No entanto, a atitude foi revista depois que investigadores disseram que, sem isso, não haveria acordo.

Depois que foi preso, Palocci colocou um prazo de seis meses para sua defesa antes de começar a negociar uma delação. Como até abril não houve nenhuma decisão de tribunais superiores a favor de sua soltura, deu início às tratativas, comandadas hoje pelos advogados Adriano Bretas e Treacy Reinaldt.

A defesa de Lula afirmou que a Lava Jato "não conseguiu apresentar qualquer prova sobre suas acusações contra o ex-presidente'."

Em nota, o BTG Pactual negou envolvimento na compra do banco Panamericano. "O BTG Pactual esclarece que não foi parte ou teve qualquer envolvimento na compra de participação do Banco Panamericano pela CAIXAPAR em 2009. A transação do BTG Pactual foi feita em 2011 com o então controlador, Grupo Sílvio Santos, cuja venda foi definida no contexto das dificuldades enfrentadas pelo Banco Panamericano à época", disse o banco por meio de sua assessoria de imprensa.

A empresa fantasma de Perrella que lavava dinheiro sujo de Aécio, segundo a PGR.


Por Joaquim de Carvalho - DCM

No pedido para que o ministro Edson Fachin, do STF, reconsidere sua decisão e mande prender o senador afastado Aécio Neves, a Procuradoria Geral da República diz que uma das empresas da família de Zezé Perrella era usada com frequência para lavar dinheiro do presidente licenciado do PSDB.

O procurador geral Rodrigo Janot escreveu em seu recurso:

“Há fortes indícios de que a empresa ENM AUDITORIA E CONSULTORIA e a empresa TAPERA PARTICIPAÇÕES E EMPREENDIMENTOS AGROPECUÁRIOS LTDA fazem parte do esquema para lavar recursos recebidos ilicitamente pelo Senador AÉCIO NEVES.” (as maiúsculas estão no original).

A Procuradoria refez o caminho de uma parcela de 500 mil reais da propina de 2 milhões paga por Joesley Batista. Ela saiu da JBS em dinheiro vivo através de Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, foi para as mãos de Mendherson Souza Lima, assessor de Zezé Perrella no Senado Federal, passeou por uma conta da ENM Auditoria e Consultoria e foi parar na conta da Tapera Participações e Empreendimentos Ltda, empresa da família de Zezé Perrella, que tem como acionista o filho, Gustavo Perrella.

A ENM, de Euler Nogueira Mendes, é uma empresa de contabilidade que presta serviços também para Federico Pacheco de Medeiros, administrador da Fazenda das Lajes Agroflorestal Ltda.

Frederico, Mendherson, Euler, Gustavo, Zezé têm em comum não apenas a liderança de Aécio Neves, mas também o Cruzeiro Esporte Clube. Os seis, incluindo Aécio, são conselheiros do clube.

O papel da Tapera na lavagem de dinheiro sujo recebido por Aécio trouxe à tona uma antiga investigação, também por lavagem de dinheiro, que envolveu o Cruzeiro na gestão de Zezé Perrella como presidente.

A suspeita do Ministério Público é que houve lavagem de dinheiro na negociação da venda do zagueiro Luisão, do Cruzeiro, para o Benfica, de Portugal.

O caso está parado no Supremo Tribunal Federal, para onde o inquérito criminal foi levado quando Zezé tomou posse como senador e ganhou foro privilegiado.

Mas um desdobramento dessa investigação criminal deu origem a um inquérito civil, em Minas Gerais, o de número 0024.11.003.118-4, que apura ilícitos cometidos na gestão de entidades ligadas ao futebol no Estado de Minas Gerais.

É nesse inquérito civil que apareceu o nome da Tapera como suspeita de ser usada para encobrir dinheiro recebido por fora na venda do jogador Luisão.

Em 2012, nove anos depois da venda do atleta, Gustavo Perrella foi chamado para depor e disse que a Tapera, já naquela época, era uma empresa sem atividade, uma fachada, empresa de papel.

Segue um trecho do depoimento, obtido com exclusividade pelo DCM:

Que a empresa Tapera, atualmente, não está em atividade; que a empresa Tapera detinha cotas da empresa Limeira Agropecuária; que, no ano de 2008, o declarante e sua irmã Carolina Perrella Amaral Costa adquiriram, através da Tapera, as cotas da empresa Limeira Agropecuária Ltda., ficando 47,5% de participação para cada um; que a Tapera, embora continue existindo, encontra-se praticante inoperante.

Se estava inoperante já em 2012, como explicar depósitos e saques elevados recentemente?

É Rodrigo Janot quem responde, no recurso apresentado ao ministro Fachin: lavar dinheiro de Aécio.

Janot relaciona várias operações suspeitas da Tapera entre 2014 e 2017:

Ainda sobre o envolvimento da empresa TAPERA como possível instrumento de lavagem de dinheiro dos recursos destinados ao Senador AÉCIO NEVES, no Relatório de Inteligência Financeira (RIF) 26521 do COAF há informação de que, no dia 12.04.2017, ou seja, no mesmo dia da entrega da segunda parcela de R$ 500.000,00 em São Paulo, MENDHERSON provisionou junto ao Banco BRADESCO um saque de R$ 103.000,00 da conta da empresa TAPERA para o dia seguinte. O referido saque fora feito no valor provisionado por GUSTAVO HENRIQUE PERRELLA AMARAL DA COSTA no dia 13.04.2017. Consta ainda no mencionado RIF que, no dia 22.04.2017, poucos dias após a entrega da terceira parcela de R$500.000,00 referente à propina de R$ 2.000.000,00, GUSTAVO HENRIQUE PERRELLA AMARAL COSTA depositou R$ 220.000,00 em espécie na conta da empresa TAPERA.

Além dessas movimentações, no RIF há menção a diversas outras operações suspeitas em anos anteriores, vejamos. Em 2014, MENDHERSON, na qualidade de procurador da empresa TAPERA junto ao Banco BRADESCO provisionou um saque de R$ 910.000,00, no mês de maio; vários outros saques que totalizaram R$ 1.020.000,00 no mês de julho (sacou efetivamente R$ 400.000,00),e outros, em agosto, que totalizaram R$ 680.000,00 (sacou efetivamente R$ 520.000,00); depositou R$ 100.000 neste mesmo em julho. Cumpre ressaltar que, no ano de 2014, o Senador AÉCIO NEVES recebeu muitos recursos da empresa J&F (controladora da JBS) a titulo de propina. Em 2015, MENDHERSON, na qualidade de procurador da empresa TAPERA, provisionou junto ao Banco BRADESCO R$ 300.000,00 em julho; R$ 500.000,00 em agosto; e R$ 340.000,00 em setembro. Em 2016, consta que a empresa FREDERICO PACHECO EMPREENDIMENTOS, empresa de FREDERICO PACHECO DE MEDEIROS, recebeu R$ 165.000.00 da empresa TAPERA.

Édson Fachin registrou na decisão em que afastou Aécio do Senado, mas negou a prisão:

O conjunto cognitivo, sob outra ótica, mostra-se mais amplo e permite depreender, em tese, a percepção dos 2 milhões de reais não como um fato único, em tese, criminoso, mas sim, inserido numa cadeia delitiva maior e que já se prolongaria no tempo.

Se a propina da JBS não é um fato isolado, mas parte de uma sequência de crimes e Aécio tem desrespeitado a determinação de se manter afastado de outros investigados pelo crime de corrupção, o que falta para o Supremo Tribunal Federal mandá-lo para a cadeia?

Hoje à tarde, Fachin decidiu desmembrar o inquérito resultante da delação de Joesley Batista. Temer será investigado em um inquérito e Aécio em outro. O inquérito sobre Aécio foi encaminhado para a presidente do Supremo, ministra Carmen Lúcia.

O pedido da prisão do senador afastado será decidido por outro ministro, relator do inquérito, a ser escolhido mediante sorteio.

Por enquanto, é esperar.

Para Aécio, o melhor dos mundos seria ter seu amigo Gilmar Mendes na relatoria desse inquérito.

Saiba as 3 razões pelas quais China teme mudança de governo em Pyongyang


O Japão convidou a China para desempenhar um papel mais importante na contenção do programa nuclear e de mísseis da Coreia do Norte, sendo que Tóquio busca conseguir o apoio do gigante asiático na luta contra o programa norte-coreano.

O novo lançamento de míssil balístico norte-coreano, realizado em 29 de maio, confirmou os temores de Tóquio de que poderia ser ela, e não os EUA, um dos primeiros alvos de Pyongyang caso um conflito armado de larga escala se irrompa. Fato importante, o míssil lançado caiu a uns 300 quilômetros da costa japonesa.

Em entrevista à Sputnik China, o especialista russo Valery Kistanov afirmou que hoje em dia os temores do Japão estão se convertendo em histeria a nível nacional. O analista assegura que os habitantes das regiões do país, banhadas pelo mar do Japão (também conhecido como mar do Leste), estão se preparando para ataques norte-coreanos contra as usinas nucleares e para o desembarque das tropas do país juche, indica Kistanov.

Tóquio entende toda a gravidade da situação e insiste que Pequim corte as relações comerciais com Pyongyang, já que o governo japonês considera ser esta a única fonte de sobrevivência do governo de Kim Jong-un.

A parte japonesa não quer que Pequim aumente a pressão já que, segundo Tóquio, é impossível solucionar o problema norte-coreano sem sanções chinesas.

O entrevistado acredita ser pouco provável que os chineses deem tal passo porque isto inevitavelmente resultará em um colapso e em uma crise econômica da nação juche. Kistanov assinalou que esta opção evidentemente não convém à China porque as implicações deste cenário prometem ser devastadoras.

Inclusive, caso a mudança de poder na Coreia do Norte seja realizada de maneira pacífica, a China teme três coisas. Primeira, o problema das armas nucleares norte-coreanas e, segundo, o fluxo de refugiados do país juche à China.

A terceira causa parece muito mais preocupante para Pequim. Se a liderança norte-coreana não conseguir manter seu poder no país, surgirá um movimento de reunificação com a Coreia do Sul. Caso isto suceda, é possível que as tropas americanas apareçam junto à fronteira chinesa.

"Pequim não pode permitir que esta linha vermelha seja cruzada por alguém", disse Kistanov.

Quanto à solução armada do problema norte-coreano, esta causaria uma catástrofe na região e os primeiros afetados pela represália de Pyongyang seriam o Japão e a Coreia do Sul.

"Embora os EUA estejam do outro lado do oceano, Tóquio e Seul enfrentam uma situação sem ganhadores possíveis", resumiu.

Sputniknews

Desaparecen activistas que husmean fábrica de Ivanka Trump en China


La fábrica de zapatos Huajian, en China, donde se producen calzados de la marca Ivanka Trump.

Activistas que investigaban la fábrica de Ivanka Trump, la hija del presidente estadounidense en China desaparecen.

Según ha informado este miércoles el rotativo británico The Guardian, al menos dos de los activistas que investigaban a una fábrica en China que produce zapatos para la marca de Ivanka Trump, la hija del presidente estadounidense, Donald Trump, han desaparecido.

Tres activistas tomaban parte de las pesquisas a dicha fábrica, ubicada en la provincia sureña de Guangdong, donde se cree que hay graves violaciones a los derechos laborales de los trabajadores y hay reportes sobre pagos muy por debajo del salario mínimo establecido en China.

Uno de los activistas, Hua Haifeng, fue arrestado por la Policía china por haber llevado a cabo “investigaciones ilegales”, mientras que en los primeros días luego de su detención no se sabía de su paradero y estaba desaparecido.

Por otra parte, otros dos activistas, Li Zhao y Su Heng, están desaparecidos desde hace días tras haber tratado de investigar otra fábrica que produce calzado de la marca Ivanka Trump y hasta el momento no se sabe de su paradero.

Sin embargo, Li Qiang, el director ejecutivo de la organización no gubernamental China Labor Watch cree que estos dos últimos activistas, por el carácter político de sus pesquisas, han sido detenidos por la Policía o se encuentran retenidos en la fábrica en contra de su voluntad.

“Creo que fueron arrestados ya que esta empresa produce zapatos para Ivanka Trump, lo que hace que esta situación haya adquirido dimensiones políticas y se haya complicado mucho”, ha dicho Li, quien ha urgido al presidente estadounidense y a su hija a facilitar la libertad de los activistas desaparecidos.

Además, ha reiterado que el 27 de abril le alertó a los responsables de la marca Ivanka Trump sobre las violaciones de los derechos laborales y los abusos verbales en sus fábricas pero no se hicieron cambios algunos ni se mejoró la situación.

Desde la llegada al poder de Trump ha habido temores por posibles conflictos de intereses, algo que parece justificado ya que recientemente hasta se llegó a saber que los Kushner, familia del yerno de Trump, hacen uso de su conexión con la Casa Blanca para atraer inversores chinos en sus proyectos.

hgn/ktg/msf/HispanTv

Trump ‘está con el ánimo por el suelo’ tras su gira internacional


Fuentes cercanas al presidente de EE.UU., Donald Trump, dicen que él ‘está con el ánimo por el suelo’ desde que regresó de su primera gira internacional.

Las fuentes afirmaron el martes a la cadena estadounidense CNN que Trump se había quejado de su gira por ser demasiado larga y que el mismo se encontraba “en un estado de ánimo muy triste” cuando se fue.

“Ahora vive ensimismado, que es un lugar peligroso para Donald Trump. Veo que se está replegando emocionalmente. Ha ganado peso. No tiene a nadie en quién confiar”, afirmó una fuente.

CNN indica que al parecer el viaje no tuvo nada de especial para animarle y cita otra fuente, quien sostuvo que el inquilino de la Casa Blanca regresó a EE.UU. “solo, enojado y poco feliz” descubriendo que la Presidencia no es fácil o algo que se dé naturalmente.

La pregunta, agrega, es que si Trump comprenderá la enormidad de lo que enfrenta como un presidente o en su lugar “volverá a ser arrogante y terco”, dijo.

En su primera gira oficial al extranjero, Trump viajó a Arabia Saudí, territorios ocupados palestinos, Bélgica e Italia.

El mandatario estadounidense volvió a la Casa Blanca mientras continúa la controversia sobre la supuesta injerencia de Rusia en las elecciones presidenciales de 2016 de EE.UU., con su yerno e influyente asesor Jared Kushner, quien fue sometido esta semana a las indagaciones del Buró Federal de Investigaciones (FBI) sobre la presunta injerencia rusa en las elecciones presidenciales.

Por otro lado, la salud mental de Donald Trump ha sido abordada por muchos médicos y analistas desde que asumió el cargo. Así, el periodista Evan Osnos ha indicado que más de 53.000 profesionales de la salud mental han firmado una petición en la que aseguran que Trump "manifiesta una grave enfermedad mental que le hace psicológicamente incapaz de desempeñar completamente sus funciones de presidente".

ftn/ktg/msf/HispanTv

Israel arresta a palestinos que escriben ‘mártir’ en Facebook


Las autoridades israelíes detienen a cualquier persona que escriba la palabra mártir en su cuenta de Facebook.

Según informó el lunes el rotativo israelí Haaretz, citando una investigación llevada a cabo por dos periodistas israelíes, el régimen de Tel Aviv detiene a cualquier palestino que haya escrito la palabra mártir en su cuenta de Facebook.

De hecho, aseguran los periodistas Orr Hirschauge y Hagar Shezaf, cualquier joven palestino que haya escrito esta palabra en Facebook será detenido y será acusado con cargos de terrorismo, por lo que podría ser encarcelado por varios meses y hasta años.

Más precisamente, citan el caso de una mujer palestina de 29 años residente de Hebrón (Al-Jalil), quien fue detenida el 2 de diciembre de 2015 por haber publicado una foto en Facebook en la que habría calificado a su esposo —que murió en 2010 en un accidente de tráfico— como un mártir.

Según ella, los agentes que le interrogaron sobre este asunto estaban presuntamente preocupados sobre el uso de la palabra mártir en su página de Facebook y le confirmaron que su detención se produjo por haber usado esta palabra.

La mujer palestina estuvo ocho meses bajo detención administrativa y luego fue puesta en libertad, todo ello mientras que las autoridades israelíes no presentaron de manera formal cargos en su contra y nunca fue puesta a juicio.

Los periodistas creen que este hecho y otras detenciones similares se deben a una decisión de los servicios de seguridad general de inteligencia del régimen israelí (Shabak) que considera que cualquier palestino que use la palabra mártir es una amenaza para el régimen de Tel Aviv.

Además, aseguraron que están al tanto de decenas de otros casos similares en la que un palestino es detenido solamente por haber utilizado la palabra mártir en su página web.

Son sumamente comunes este tipo de políticas represivas del régimen israelí contra los ciudadanos palestinos, contra quienes están imponiendo un tipo de ‘régimen de apartheid’.

hgn/ktg/msf/HispanTv

"Al borde de la guerra": Bombarderos de EE.UU. sobrevuelan la frontera coreana


Pionyang ha tachado esta acción de EE.UU. de un "embrollo imprudente y peligroso".

Este martes, Corea del Norte ha acusado a EE.UU. de provocar una crisis de guerra nuclear cuando bombarderos estratégicos norteamericanos B-1B volaron cerca de su territorio.

Der acuerdo con la agencia Yonhap, una formación de B-1B que despegó de la isla de Guam sobrevoló el territorio de la península coreana este lunes en el marco de un simulacro de caída de bomba nuclear. Los bombarderos se acercaron a una distancia de 80 kilómetros al este de Gangneung, una ciudad surcoreana ubicada cerca de la Línea de Demarcación Militar que sirve como frontera entre ambas Coreas.

La agencia estatal norcoreana KCNA indica que a esta formación se sumaron aviones de guerra del portaviones estadounidense Carl Vinson, que opera en el mar del Japón en el marco de los ejercicios.

"Tal provocación militar de los imperialistas de EE.UU. es un embrollo imprudente y peligroso para llevar la situación en la península coreana al borde de la guerra", indica el medio.

Este mismo martes se informó que el líder norcoreano Kim Jong-un estuvo supervisando en persona el último lanzamiento de un "cohete balístico de precisión guiado", y recalcó que esa prueba supuso "un paso adelante en el espíritu de enviar un 'paquete de regalo' más grande a los yanquis" si EE.UU. decide llevar a cabo alguna provocación militar.

En los últimos meses, la península coreana vive una escalada de tensión debido a la persistencia de Pionyang de seguir adelante con su programa nuclear y a sus reiterados lanzamientos de misiles balísticos.

El 21 de mayo, Corea del Norte efectuó el lanzamiento del misil balístico de alcance medio Pukguksong-2. El proyectil voló una distancia de 500 kilómetros y cayó en el mar del Japón.
En respuesta, Estados Unidos envió a la región del Pacífico un tercer grupo de combate encabezado por un portaviones para tratar de contener a Pionyang.
En los más de cinco años que Kim Jong-un lleva en el poder, Corea del Norte ha superado en más del doble la cantidad de pruebas de misiles balísticos realizadas por su padre y predecesor en el cargo, Kim Jong-il (1994-2011).
Se estima que el país ha efectuado en total cinco pruebas nucleares y ha lanzado más de 70 misiles balísticos desde el fallecimiento de Kim Jong-il en diciembre de 2011.

Actualidad RT

Rusia: El desarrollo de la situación en Venezuela "puede convertirse en una catástrofe"



Las autoridades rusas han llamado al diálogo a las partes del conflicto venezolano.

El desarrollo del conflicto venezolano "puede convertirse en una catástrofe", ha afirmado este miércoles la portavoz del Ministerio de Exteriores ruso, María Zajárova, en una rueda de prensa. Además, la portavoz de la Cancillería rusa ha indicado que Moscú está "extremadamente preocupada por el hecho de que las escuelas, los hospitales y el transporte se conviertan en blanco de los ataques".

"La sociedad se ha convertido en rehén de una dura confrontación política, cuya intensidad está aumentando y en las protestas callejeras de las fuerzas antigubernamentales se utilizan cada vez más las armas de fuego", ha lamentado Zajárova. La portavoz rusa de Exteriores ha agregado que todo esto "conduce a un aumento del número de bajas" entre la población civil. En dos meses de protestas más de 60 personas han perdido la vida y más de un millar han resultado heridas.

La portavoz de la Cancillería rusa también ha denunciado los "casos de linchamiento" sufridos por partidarios del Gobierno de Nicolás Maduro a manos de "multitudes enfurecidas". Además, Zajárova ha tachado de "absolutamente inaceptables" los intentos de saqueo del arsenal militar y de involucrar a niños y adolescentes en los disturbios.

La preocupación de Rusia se debe también a "las declaraciones de la oposición de ultraderecha sobre la transición a la 'confrontación frontal hacia el final'", ha continuado Zajárova. Para la portavoz de la Cancillería rusa, ante "la naturaleza agresiva" de las manifestaciones y el aumento de las provocaciones "es muy importante" que las fuerzas de seguridad y los militares "no crucen una línea peligrosa y actúen en el marco de su autorización".

Moscú llama al diálogo a las partes del conflicto

Ante el negativo desarrollo de la situación en Venezuela, las autoridades rusas han llamado al diálogo a las partes del conflicto venezolano. "Estamos convencidos de que un diálogo constructivo entre el Gobierno y la oposición en Venezuela con la ayuda de una prestigiosa mediación internacional es la mejor manera de evitar el estallido de una guerra masiva y empezar a resolver los problemas sociales y económicos", ha recalcado Zajárova.

Asimismo, la portavoz de Exteriores ruso ha lamentado que ni las declaraciones sobre la reanudación de las negociaciones entre las partes del conflicto venezolano de la ONU ni las del papa Francisco "han surtido ningún efecto".

El 1 de mayo, en el Día Internacional del Trabajador, el presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, convocó a una Asamblea Nacional Constituyente (ANC).
El 3 de mayo anunció que en las próximas semanas se realizarán elecciones para designarla.
El chavismo propone que la ANC sea la puerta para un amplio debate nacional sobre cómo superar los antagonismos de la sociedad y establecer bases más sólidas para la convivencia.

Actualidad RT

Portland, Oregon: Dos hombres muertos tras intervenir contra un ataque islamofóbico


En más noticias de Estados Unidos, en Portland, Oregon, más de mil personas se congregaron en una vigilia el sábado en homenaje al veterano del ejército retirado Ricky Best y al reciente graduado universitario Taliesin Myrddin Namkai Meche, quienes fueron apuñalados fatalmente mientras intentaban defender a dos muchachas contra un islamofóbico en un tren suburbano el viernes pasado. Las dos jóvenes, una de las cuales llevaban un hijab musulmán, viajaban en un tren suburbano cuando Jeremy Joseph Christian, quien es blanco, empezó a gritarles insultos étnicos y religiosos. Cuando Best y Meche intervinieron, Christian los apuñaló, así como a un tercer hombre que resultó gravemente herido pero sobrevivió. Esta es una de las víctimas, Destinee Magnum, de 16 años de edad, quien describió el ataque.

Destinee Magnum declaró: “Nos dijo que volviéramos a Arabia Saudí y que no deberíamos estar aquí, que nos fuéramos de su país. Nos estaba diciendo que básicamente no éramos nada y que debíamos suicidarnos. Este hombre blanco que estaba atrás nuestro vino y dijo algo como, ‘Les está hablando a ustedes y no puede faltarles el respeto a estas señoritas así como así’. Entonces todos empezaron a discutir. Mi amiga y yo, que ibamos a salir del tren, nos dimos la vuelta mientras peleaban y él empezó a apuñalar a la gente. Había sangre por todos lados y empezamos a correr por nuestras vidas”.

Después del ataque, el alcalde de Portland, Ted Wheeler, anunció que la ciudad no emitirá nuevos permisos a los grupos “alt-right” (nombre con el que se autodenominan algunos grupos de extrema derecha en Estados Unidos) para los actos políticos de supremacía blanca planeados en junio. Visite democracynow.org/es para ver más información sobre el ataque de Portland.

Democracy Now

terça-feira, 30 de maio de 2017

El presidente de Corea del Sur, en "shock" por los 4 sistemas THAAD desplegados sin su autorización



Moon Jae-in ha ordenado investigar el despliegue de cuatro sistemas de defensa antiaérea de producción estadounidense THAAD instalados en territorio de su país sin que se haya informado a su Gobierno
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El presidente de Corea del Sur, Moon Jae-in, ha ordenado investigar el despliegue de cuatro sistemas de defensa antiaérea tipo THAAD en territorio nacional sin que se haya informado del hecho al nuevo Gobierno ni se haya hecho público, según ha advertido este martes el portavoz presidencial Yoon Young-chan, recoge la agencia Reuters.

Según el vocero, el presidente se encuentra "en estado de shock" tras conocer la instalación de estos nuevos cuatro sistemas producidos por EE.UU. Mientras tanto, dos THAAD ya fueron oficialmente desplegados e terreno surcoreano "para contrarrestar la amenaza de los misiles de Corea del Norte".

El pasado mes de abril la Administración dirigida por la entonces presidenta Park Geun-hye instaló en el país un segmento regional del THAAD, sistema global de defensa antimisiles de EE.UU. capaz de interceptar proyectiles enemigos a una altitud de 100 kilómetros.

El sistema, que aún no ha sido desplegado totalmente y se completará en los próximos meses, ya está en disposición de interceptar misiles balísticos norcoreanos.

Por su parte, China se muestra contraria al sistema porque cree que puede ser usado para espiar su territorio. Entretanto, los residentes surcoreanos del área donde se localiza temen que puedan ser blanco de los misiles de Pionyang.

Actualidad RT

HOMEM DA MALA DE TEMER JÁ PLANEJA DELAÇÃO


Brasil 247 - Os advogados do deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) procuraram investigadores da Operação Lava-Jato. Em encontro na semana passada, um emissário de Loures quis saber quais seriam as chances de uma delação premiada do deputado ser aceita. A abordagem surpreendeu os investigadores. Esse não era o objeto declarado da reunião. Depois de confabular com outros colegas, os investigadores responderam que, àquela altura dos acontecimentos, um eventual acordo de colaboração dependeria da disposição do parlamentar denunciar os demais cúmplices.

As informações são de reportagem de Jailton de Carvalho em O Globo.

"As duas partes ficaram de voltar a conversar sobre o assunto. Uma eventual delação de deputado é bem vista na força-tarefa da Lava-Jato. Mas as eventuais confissões do deputado não são consideradas imprescindíveis para os desdobramentos do inquérito em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF). Para eles, as delações dos executivos da JBS, que atingem o presidente Michel Temer, as ações controladas que já resultaram na recuperação de parte da propina paga recentemente e a análise do material apreendido até o momento já contêm indícios veementes de crimes.

Investigadores da Lava-Jato informaram a um emissário de Rocha Loures que, se ele realmente está interessado num acordo de delação premiada, terá que entregar todos os cúmplices da organização criminosa acusada de receber suborno dos donos da JBS e tentar obstruir as investigações sobre as supostas fraudes. Para investigadores, não bastaria uma admissão de culpa e a revelação de crimes já investigados pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal. Com base nos dados já obtidos até momento, o STF já abriu inquérito contra Temer, o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), contra o próprio Loures, entre outros envolvidos."

“Eu não faço nada de errado eu só trafico droga” um trecho do grampo de Perrella (do Helicoca) com Aécio que choca o país



Cadê o pedido de prisão IMEDIATA de Perrella?

Plantão Brasil - No dia 13 de abril, a Polícia Federal interceptou uma conversa telefônica entre o senador Aécio Neves, do PSDB, e o colega Zezé Perrella, do PMDB.

No diálogo, Aécio cobra fidelidade de Perrella e lhe dá uma dura pelo fato de o aliado ter dado uma entrevista à rádio Itatiaia de Minas Gerais se gabando de não estar na lista de Janot e no “mar de lama” do Brasil.

“Acho que não preciso provar o quanto sou seu amigo na vida, né, cara. Então vou te falar como amigo, com a liberdade de amigo. Poucas vezes vi uma declaração tão escrota, Zezé, como essa que você deu na rádio Itatiaia”, diz Aécio.

Uma versão editada foi divulgada no DCM. Agora o jornal Hoje em Dia colocou no ar a gravação na íntegra. Você pode conferir acima.

Perrella cita o caso do Helicoca. “Qual a maneira que eu encontrei de rebater essas coisas que eles falam de mim do helicóptero até hoje?”, afirma.

E completa, adiante: “Eu não faço nada de errado, eu só trafico droga”.

Aécio ri.


Instrutores russos vão ensinar as Américas a sobreviver


Um grupo de instrutores russos vai criar a Federação Pan-Americana de Sambo Militar (um tipo de arte marcial russa), que envolverá vários países do continente americano, disse à Sputnik o vice-presidente da Federação de Sambo do México, Aleksandr Timofeev.

"Durante um mês e meio, no máximo — dois meses o processo de registro estará concluído e vamos começar a trabalhar", assinalou Timofeev, que deverá liderar a nova organização.

Segundo as palavras dele, a federação unirá as associações de sambo estadunidense, canadense, mexicana, peruana e venezuelana. "Já foi aberto o centro internacional de treinamento de sambo militar no México para preparar as subdivisões militares e forças policiais. Os instrutores vão vir da Rússia", destacou o esportista.

Neste centro vão treinar as subdivisões da polícia federal e forças da segurança pública do país, bem como guarda-costas das chefias policiais, declarou Timofeev.

Está em preparação, disse, o campeonato de sambo militar dos países da América Latina, onde esta modalidade é usada na preparação de policiais. "O campeonato será realizado no máximo dentro de seis meses, ainda neste ano", informou Timofeev.

Andrei Popandopulo, o presidente da Federação de Sambo de Massachusetts (EUA), explicou que o sambo militar inclui todos os elementos que estão proibidos no sambo esportivo e de combate. "Ensinamos como sobreviver em qualquer situação crítica, como se proteger em qualquer maneira", sublinhou esportista.

Sputniknews

Maduro crea equipo de ‘seguridad antiterrorista’ en Venezuela



Nicolás Maduro crea equipo de ‘seguridad antiterrorista’ para comandar la campaña de la Constituyente y garantizar la paz de todos los venezolanos.

El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, informó el lunes de la creación de un comando especial de “seguridad antiterrorista” para garantizar la paz de los venezolanos, el cual será parte del comando Constituyente Zamora 200 y estará liderado por el director del Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (Sebin) el general, Gustavo González López.

“Por primera vez vamos a activar un comando nacional de seguridad antiterrorista, por la seguridad, hay que pensar en la seguridad, fíjense los crímenes terribles que están cometiendo las personas”, expresó el mandatario en un acto transmitido por el canal estatal Venezolana de Televisión (VTV).

Maduro juramentó como integrantes del comando de campaña al vicepresidente ejecutivo, Tareck el Aissami, y a varios ministros y diputados oficialistas, entre ellos Elías Jaua, Diosdado Cabello,Tania Díaz, Héctor Rodríguez, Blanca Eekhout y el alcalde del municipio capitalino Libertador, Jorge Rodríguez.

Durante la instalación de este comando, el presidente venezolano aseguró que el “equipo antiterrorista” se encargará de preparar todas las fases de la campaña electoral y “seguir avanzando en consolidar toda Venezuela en un territorio de paz”.

También, condenó las agresiones contra dos jóvenes en la localidad de Lechería, estado Anzoátegui, ocurridas el pasado domingo, y repudió el asesinato del teniente retirado de la Guardia Nacional Bolivariana (GNB), Danny José Subero, en Lara a manos de grupos fascistas.

Maduro explicó que, en ambos casos, los autores de estos crímenes de odio están identificados por fotografías, por testimonios y por vídeos. “Los responsables de estos crímenes ya están siendo buscados activamente, van a ser capturados y puesto bajo las órdenes de los tribunales”, precisó.

A su vez, instó a los organismos competentes a elevar las previsiones de seguridad en todo el país a través de una inteligencia preventiva.

La oposición asegura que la Asamblea Constituyente impulsada por Maduro solo busca perpetrarlo en el poder con una elección “fraudulenta” de sectores sociales controlados por el Gobierno.

Desde abril, la oposición, que rechaza la ANC y el diálogo, protagoniza marchas violentas, saqueos a establecimientos comerciales y ataques a las fuerzas de seguridad, entre otras acciones, con el objetivo de obligar a adelantar las elecciones presidenciales. Sin embargo, el presidente venezolano, asegura que las elecciones se realizarán en 2018, como indica el calendario oficial.

lvs/ctl/nal/HispanTv

¿Qué hizo Trump en Arabia Saudí?


Por Rasoul Goudarzi - HispanTv

El presidente de EE.UU., Donald Trump, al contrario de otros mandatarios estadounidenses que realizaban los primeros viajes exteriores a Canadá y México, prefirió viajar a Arabia Saudí y a los territorios ocupados de Palestina.

Trump, en el marco de su primer viaje al exterior como presidente de EE.UU., arribó el pasado 20 de mayo en la capital saudí, Riad, donde fue recibido con una cálida bienvenida de las autoridades del país árabe. Incluso durante su estancia, el rey Salman le colocó a Trump la medalla de Abdulaziz Al Saud, el honor civil más alto de la nación.

En este artículo pretendemos estudiar el porqué del viaje de Trump a la inestable región de Oriente Medio y, más concretamente, su visita al reino de los Al Saud.

Objetivos de Trump en Arabia Saudí

Durante el viaje fueron suscritos acuerdos en diferentes campos y el mandatario estadounidense recompensó a sus anfitriones con un paquete de armamento por 110.000 millones de dólares con el que se pretende fortalecer la seguridad saudí. El volumen de los acuerdos era tan significativo que Trump, durante una reunión con el príncipe heredero saudí Mohamad bin Nayef, dijo: "Fue un día formidable, enormes inversiones en Estados Unidos". Además del campo económico, Trump anunció un relativo apoyo a la invasión saudí en Yemen. Sin olvidar a Irán, calificándolo como el eje principal de propagación del terrorismo en la región. Todo dicho para satisfacer a su aliado árabe en la región de Oriente Medio.

Sin embargo, no todo se limita a los lazos bilaterales entre EE.UU. y Arabia Saudí, ya que hay otros muchos factores internacionales del porqué del viaje de Trump al país árabe.

El primero reside en tapar los desafíos y problemas a los que se está enfrentando Trump a nivel interno. El mandatario estadounidense desde su llegada al poder, se ha enfrentado con una enorme presión por la posible intervención rusa en las presidenciales de EE.UU. que benefició su victoria. El último, fue el tema del director del FBI, James Comey, el hombre que dirigía la explosiva investigación de la trama rusa. Pocas horas después de que Comey reconociese errores graves en su declaración ante el Comité Judicial del Senado, sobre el caso de los correos privados de Hillary Clinton, la Casa Blanca aprovechó y anunció su destitución fulminante, hecho que provocó la reacción tanto de los demócratas como de los republicanos. A esto, se sumaba la vinculación de Jared Kushner, el yerno del presidente Donald Trump y asesor de la Casa Blanca, quien está bajo escrutinio del Buró Federal de Investigaciones sobre la supuesta interferencia de Rusia en las elecciones de 2016. Así que en estos momentos, realizar un viaje a un país ubicado en una inestable región y la suscripción de acuerdos de miles de millones de dólares podrían desviar o calmar, por un corto plazo, las opiniones acerca de los temas relacionados con Rusia.

Fomentar la rivalidad armamentística en la región puede considerarse otro factor que motivó al magnate a realizar este viaje. Trump, que es también reconocido como un exitoso comerciante, es consciente de que la venta de armas a un país en Oriente Medio, en este caso a Arabia Saudí, provoca a otros gobiernos de la región a fortalecer su poderío militar. En otras palabras, el aumento de presupuestos militares de los países árabes, que resulta en comprar nuevos armamentos, beneficia los intereses económicos de Washington.

Crear una coalición árabe-israelí es otro motivo que se puede considerar en el marco del viaje de Trump a Arabia Saudí y a los territorios ocupados de Palestina. De hecho, la existencia de un enemigo común, o lo que es lo mismo, la República Islámica de Irán, ha motivado la cercanía de los enemigos del pasado y unirles contra el país persa. Razón por la cual, la presencia de Trump en Riad, como un aliado común de Arabia Saudí e israelíes, podría servir como un mediador entre los mencionados enemigos de Irán para formar una coalición antiraní en la región de Oriente Medio. En este contexto, cabe señalar, la celebración de la Cumbre de Países Islámicos en Riad con la participación de más de 50 jefes de estado, encabezado por Al Saud, para provocar a los países participantes contra Teherán.

Consecuencias de viaje de Trump a Arabia Saudí

De hecho, Trump ha dado al régimen de Al Saud vía libre en la región. Los hechos son bien conocidos. Durante cinco décadas, Riad ha extendido su propia e intolerante versión del Islam (no se practica en ningún otro país musulmán). Los correos filtrados de la exsecretaria de Estado de EE.UU., Hillary Clinton, pusieron de relieve que en los últimos años, el régimen saudí, junto con Catar, han financiado clandestinamente a los terroristas de Daesh y a otros grupos radicales y extremistas en la región. Asimismo, los saudíes tiene una relación muy estrecha con los terroristas de Al-Qaeda en Yemen.

Por ello se debe señalar que cualquier medida que motive el fortalecimiento de los saudíes en Oriente Medio, tendría efectos negativos y catastróficos para, no solo la región, sino para el mundo. Mi fundamento para decir y concluir así reside en los informes filtrados por inteligencia alemana y británica que afirman que Arabia Saudí, a través de centros de caridad, está impulsando su ideología extremista a lo largo del mundo, especialmente en Europa. De ahí, el aumentado de atentados terroristas en el viejo continente.

Ahora, si Trump está ayudando a Riad y le da luz verde para continuar sus actividades devastadoras, los otros gobiernos que se han visto afectados por la inseguridad y el terrorismo deben tomar medidas para erradicar este virus de raíz y cortar las fuentes que apoyan y financian a tales grupos.

Economía de Israel camina hacia el desastre


Un mendigo israelí junto a afiches propagandísticos del expremier Ehud Barak en Tel Aviv


El régimen de Israel tiene altos índices de pobreza y vive ‘tendencias preocupantes’ que podrían tener efectos desastrosos en su población.

El informe del Centro Taub de Estudios de Política Social de Israel titulado 'Cuaderno de la Nación 2017' alerta que con el envejecimiento de la población y el aumento de los costos de vida, las “fuentes de crecimiento económico (de Israel) no son sostenibles”.

El régimen sionista ocupa el puesto 22 entre los 34 integrantes de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE) respecto al Producto Interior Bruto (PIB). Además, gran parte de la población israelí vive por debajo de la línea de pobreza.

Otro informe lanzado a principios de este mes por la Institución Shoresh para la Investigación Socioeconómica examina las tendencias económicas del régimen de Israel durante los 69 años de su ocupación, y concluye que la economía israelí muestra profundas deficiencias que amenazan con debilitar al ejército y suponen una “amenaza existencial” para el futuro del régimen.

En términos del PIB, desde mediados de los años setenta, Israel se encuentra debajo del promedio de los miembros del Grupo de los Siete (G7). Esto, según el informe, “refleja una creciente disparidad entre lo que puede obtener una persona asalariada en Israel (los territorios ocupados palestinos) con lo que esa persona podría alcanzar en dichos países”.

El profesor Dan Ben-David, fundador y presidente de la Institución Shoresh y coautor del informe, advierte de que si el primer ministro israelí, Benyamin Netanyahu, “continúa ignorando el futuro”, el régimen podría sufrir una catástrofe de proporciones masivas.

Recientemente, Netanyahu ha mantenido algunas reuniones con los medios de comunicación israelíes, alegando que los informes no reflejan “lo que el pueblo siente”.

La crisis económica que vive el régimen de Tel Aviv y las medidas de Netanyahu y su equipo para superarla han provocado masivas protestas ciudadanas.

msm/ctl/nal/HispanTv

Venezuela: ¿Por qué la mayor banca de inversiones compra bonos de la "frágil" Pdvsa?


La prensa internacional no se cansa de repetirlo: Venezuela está a punto del colapso económico y sus cuentas a punto de caer en impago. Sin embargo, el fin de semana se supo que Goldman Sachs, uno de los gigantes de inversión, compró bonos de Pdvsa. ¿Acaso fue para perder?

Llover sobre mojado: Venezuela es el país con las mayores reservas petroleras del mundo y ese atractivo no deja de resultarle apetitoso a la banca de inversión.

El fin de semana pasado se supo, según un reporte de WSJ, que Goldman Sachs -el gigante mundial de inversiones- había adquirido 2.800 millones de dólares en bonos de la estatal Petróleos de Venezuela (Pdvsa), con vencimiento en 2022. Antes que se hiciera pública la venta, los papeles habían estado en manos del Banco Central de Venezuela (BCV).

La reacción inmediata de la derecha venezolana fue de rotundo rechazo a la operación. El presidente de la Asamblea Nacional (AN), Julio Borges, dirigió una carta a Goldman Sachs por considerar que la compra le arrojaba "un salvavidas a un régimen autoritario" y aseguró que "toda deuda" adquirida por la nación debe ser refrendada por el Parlamento. Pero, si es cierto que el país está al borde del colapso, ¿por qué una banca de ese calibre decide hacerse de los títulos de la petrolera venezolana? ¿Qué tan cierto es que se trata de un nuevo endeudamiento?

Negocios son negocios

Según la información de WSJ, la operación oxigena a la economía venezolana con unos 865 millones de dólares. En medio de la convulsa situación política en el país producto de las protestas violentas convocadas por la oposición, que han dejado un saldo de más de 50 víctimas fatales y más de mil heridos; y un descalabro financiero tras la prolongada caída y leve recuperación de los precios del petróleo, la inyección de recursos es una buena noticia para el gobierno del presidente Nicolás Maduro.

Pero no se trata de filantropía. Los bonos venezolanos siempre han sido un "tiro al piso", es decir: seguros y de alto rendimiento. "Si ellos compran es porque saben que podemos pagar. Nadie hace negocios para peder", recalcó a RT una fuente de la petrolera venezolana.

Sin embargo, la operación no se hizo directamente entre la banca de inversión norteamericana y el BCV. Los papeles fueron adquiridos por una institución financiera ubicada en el Caribe, que luego los puso a disposición del mercado a través de un intermediario. Una vez ofertados, Goldmand Sachs compró entre 85 y 90% ellos, precisó la fuente.

¿Nueva deuda?

Aunque el presidente de la Asamblea Nacional diga que se trata de un nuevo endeudamiento, no es cierto. El bono 2022 figura desde 2014 en el balance de Petróleos de Venezuela entre los bonos sin colateral, es decir, sin garantía de activos. Se transan únicamente con el respaldo de una promesa de pago.

¿Esa acaso no es una jugada demasiado arriesgada? Por lo visto, no. Pese a los funestos augurios que siempre se han hecho sobre la salud financiera de la estatal venezolana, Pdvsa nunca ha caído en impago. Además, el respaldo de ser el país con las mayores reservas mundiales de crudo parecen ser suficientes para inyectar seguridad a los inversores.

Pero la derecha no ha cesado de hostigar en el ámbito internacional para impedir la entrada de financiamiento al país. El domingo pasado, por ejemplo, el economista Ricardo Haussmann -acérrimo crítico del gobierno venezolano y exministro de Finanzas en los años 90- publicó un artículo en El Nacional, en el que calificaba a los papeles venezolanos como los "bonos del hambre".

Haussman, profesor en Harvard y antigua ficha del Fondo Monetario Internacional (FMI), llamaba a los inversionistas a no adquirir bonos de Pdvsa ni desear "que a la deuda venezolana le vaya bien", puesto que, a su juicio, el gobierno del presidente Maduro prefiere pagar a los tenedores antes que mejorar las condiciones de vida de sus nacionales.

"Cualquier persona decente que invierta en bonos venezolanos debe sentirse 'levemente nauseabunda' (...) La solución es exigir que JP Morgan excluya de inmediato a Venezuela de los índices de bonos de mercados emergentes que calcula", exhorta en su artículo el exministro del único presidente destituido en Venezuela por corrupción.

Indignación opositora

Una de las razones que esgrime la oposición venezolana para permanecer en las calles es el deterioro de la economía. Sin embargo, su dirigencia ha hecho lo que ha estado en sus manos para bloquear el acceso a financiamiento. En esa tarea, Borges ha estado en la vanguardia.

En abril de este año, el diputado opositor envió una docena de cartas a importantes bancos globales para exigirles no hacer ninguna operación con Venezuela. Hoy hizo lo mismo con Goldman Sachs y agregó una amenaza: "Tengo la intención de recomendar a cualquier futuro gobierno democrático en Venezuela a no reconocer, ni pagar estos bonos", refiere Panorama.

Aunque una nota publicada en El Universal asegura que la compra se hizo porque la banca de inversiones confía en un eventual "cambio de gobierno", la reacción de la oposición no ha expresado la más mínima credibilidad ante ese escenario. Lo cierto es que el gigante norteamericano se ha hecho de los bonos de una estatal petrolera que tiene en su haber la mayor reserva mundial de crudo y jamás ha caído en 'default'. Eso, por lo visto, está lejos de ser un mal negocio.

Nazareth Balbás - Actualidad RT

Pekín pide a Tokio que modere sus palabras cuando se refiera al mar de la China Meridional


Durante las negociaciones bilaterales, la parte china instó a Japón a desempeñar un papel constructivo para resolver el problema de la región

Yang Jiechi, miembro del Consejo de Estado de China, ha instado a Japón a hablar y a comportarse con cautela respecto a la cuestión del mar de la China Meridional, así como a desempeñar un papel constructivo cuando los países involucrados de la región hagan esfuerzos para resolver el problema de forma adecuada, informa el portal China.org.

Tras una reunión con el asesor de seguridad nacional del Gobierno japonés, Shotaro Yachi, celebrada en Tokio, Yang subrayó que las relaciones entre China y Japón se encuentran actualmente en una coyuntura importante, con nuevas oportunidades y desafíos pendientes, ya que este año se cumple el 45.º aniversario de la normalización de las relaciones diplomáticas entre ambos países.

Por su parte, Yachi indicó que la cooperación entre China y Japón, las dos economías más potentes de Asia, es vital para la región, razón por la que deben considerarse socios y no convertirse mutuamente en amenazas. Asimismo, el asesor de seguridad llamó a China a desempeñar un papel más importante en la contención de los programas nucleares de Corea del Norte y su desarrollo de misiles balísticos.

"Declaraciones irresponsables"

El pasado domingo el Ministerio chino de Exteriores calificó de "irresponsable" la declaración final de la cumbre del G7 que se celebró en la localidad italiana de Taormina. En opinión de Pekín, los comentarios sobre la forma en la que el gigante asiático explora y desarrolla los mares de la China Oriental y de la China Meridional son inapropiados.

Los líderes del Grupo de los Siete manifestaron su preocupación por la situación en la región y abogaron en su declaración final contra "cualesquiera acciones unilaterales que puedan aumentar la tensión".

Por su parte, el portavoz oficial del servicio diplomático chino, Lu Kang, indicó que la postura de su país sobre el mar de la China Oriental y el mar de la China Meridional es "clara y consecuente". "China siempre ha abogado por arreglar las disputas directamente entre las partes por medio de negociaciones y consultas", subrayó.

Actualidad RT

segunda-feira, 29 de maio de 2017

GILMAR ATIRA TEMER AO MAR: “TSE NÃO É UM DEPARTAMENTO DO GOVERNO”


Brasil 247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, reagiu às informações veiculadas pela imprensa de que o governo Michel Temer tenta interferir na votação do processo, por meio do pedido de vista de algum ministro do colegiado, que poderá levar à cassação do peemedebista. Segundo ele, as informações são plantadas pelo próprio Palácio do Planalto.

"Ficam alimentando especulações indevidas na imprensa. Agem como se o TSE fosse um departamento do governo. Repito: o TSE não é um departamento do governo", disparou Gilmar. "Isso me irrita profundamente. Eles não sabem absolutamente nada do que ocorre no tribunal. Não cuidam bem sequer de seu ofício. Se fizessem isso, não estariam metidos nessa imensa crise", criticou.

"As fontes do Planalto são outro ramo das Organizações Tabajara, que é no que se transformou o Brasil", afirma ainda o magistrado", completou. Para Gilmar, "essas fontes tumultuam um julgamento que já é dificílimo. Num julgamento complexo é normal pedir vista. Mas, se alguém fizer isso, não será a pedido do Palácio".

ISIS é “parceiro” dos EUA em operações contra russos na Síria – eis o que Trump passou a funcionários russos (diz o WPost)


John Helmer, Dances with Bears, Moscou

“Nunca confies em quem anda de braços dados com teu inimigo”

Um repórter do Washington Post revelou que o caso do laptop do Estado Islâmico, que o presidente Donald Trump mencionou ao ministro russo de Relações Exteriores Sergei Lavrov na Casa Branca, semana passada, veio do próprio Estado Islâmico, trazido pela Agência Central de Inteligência [ing. Central Intelligence Agency (CIA)]. A razão do vazamento contra Trump, noticiada em seguida no Post e na mídia anglo-norte-americana também foi revelada pelo Post.

A CIA e pelo menos um alto funcionário do Conselho de Segurança Nacional que informou a CIAsobre o que Trump dissera estão furiosos contra o presidente Trump, por ele ter revelado a colaboração entre agentes do Estado Islâmico e ‘ativos’ a serviço do governo dos EUA em ataques contra alvos russos, inclusive contra passageiros russos de voos comerciais.

Matéria publicada pelo Washington Post na noite de domingo dizia que Trump teria “revelado informação top secret ao ministro de Relações Exteriores [Lavrov] e ao embaixador [Sergei Kislyak] da Rússia num encontro na Casa Branca no fim de semana, segundo atuais e ex-funcionários dos EUA, que disseram que a incontinência verbal de Trump põe em risco uma fonte de inteligência sobre o Estado Islâmico criticamente importante.”

A fonte, segundo o Post, foi “um parceiro dos EUA num arranjo de compartilhamento de inteligência considerado tão sensível que nenhum detalhe foi repassado aos aliados, e é mantido severamente restrito, mesmo dentro do governo dos EUA, disseram os funcionários. O parceiro não autorizou os EUA a partilhar aquela informação com a Rússia, e os funcionários disseram que a decisão de Trump, de partilhar a informação, punha em risco a cooperação de um aliado que tem acesso às operações mais internas do Estado Islâmico.”

O texto do jornal norte-americano não se refere ao “parceiro” como país, governo ou agência estrangeira de inteligência. Nesses termos, e sempre se referindo à fonte da inteligência como “parceiro chave”, o jornal diz que “Trump revelou a cidade, no território do Estado Islâmico onde o parceiro da inteligência norte-americana detectou a ameaça.” Entendeu-se que a localização geográfica onde o “parceiro” estaria em operação seria dentro do “território” do Estado Islâmico.

A publicação também diz que teria tido acesso a uma transcrição verbatim [lat. no original: “transcrição palavra a palavra” (NTs)] do que Trump dissera no encontro com Lavrov, falando de sua fonte como “funcionário com conhecimento do intercâmbio”.

Um dos repórteres do jornal que escreveu a matéria apareceu numa entrevista por videotape que foi publicada pelo Post depois de a versão impressa ter aparecido. É Greg Miller (imagem). Miller, californiano que trabalhou para o Los Angeles Times antes de se mudar para Washington em 2010, “cobre agências de inteligência e terrorismo”.

“Trump revelou inteligência top-secret em reunião com russos no Salão Oval” (Fonte)

Ouçam atentamente o que diz Miller (fala sobre si mesmo, revela suas fontes no alto comando do Conselho de Segurança Nacional e na CIA). A partir de 1’52 nesse vídeo, Miller diz o que descobriu e como descobriu; e fala de “membros do seu [de Trump] próprio Conselho de Segurança Nacional, altos funcionários que têm acesso pleno a atas do que foi falado. Chamam o diretor da CIA, da Agência de Segurança Nacional para alertá-los, para dizer ‘Olhem, aconteceu algo nessa reunião com os russos. Temos de dizer a vocês o que aconteceu.’ Tudo isso, em parte, porque estão alarmados e preocupados com o revide.
Essas são as agências, a CIA, que estaria em comunicação direta, ou negociando diretamente com o parceiro estrangeiro. Claro que tinham de estar muito preocupados com tudo isso.”

Miller não dá os nomes dos funcionários que teriam lido a transcrição da conversa de 10 de maio entre Trump e Lavrov e contado a ele.

Dois altos funcionários diretamente ligados às operações dos EUA contra Rússia na Síria e em todo o mundo, são Fiona Hill, diretora do Conselho de Segurança Nacional para Rússia, e Gina Haspel, nomeada dia 2 de fevereiro como nova vice-diretora da CIA; foi diretora de operações clandestinas e de terrorismo da CIA.

Sobre as conexões de Hill com a Rússia, leiam aqui. Haspel é funcionária de carreira da CIA cujos postos no país e operações são praticamente todos secretos; não foi possível encontrar qualquer fotografia dela no planeta, oficial ou extraoficial.

[Imagem]: Esquerda: Fiona Hill no antigo emprego, no think-tank Brookings, em Washington. Direita: Diretor da CIA Mike Pompeo, respondendo à sabatina de confirmação no cargo, no Senado dos EUA, dia 12/1/2017; sentada atrás de Pompeo vê-se sua esposa, Susan Pompeo.


Segundo a matéria do Washington Post, “depois da reunião de Trump, altos funcionários da Casa Branca tomaram providências para controlar o dano, com telefonemas para a CIA e a Agência de Segurança Nacional”. Para informação sobre outras ‘fabricações’ e ‘invenções’ do Post.

Altos funcionários da Casa Branca, incluindo o próprio Trump e o conselheiro de Segurança Nacional general H.R. McMaster, discutiram o “dano”. Segundo McMaster, “o presidente e o ministro de Relações Exteriores revisaram ameaças contra ambos os países, vindas de organizações terroristas, inclusive ameaças à aviação”. Segundo o próprio jornal, “o Washington Post não divulga vários detalhes dos planos terroristas, inclusive o nome da cidade, a pedido de funcionários que reiteram a absoluta necessidade de não pôr em risco ou destruir importantes capacidades de inteligência.” O Post acrescentou editorialmente, por sua conta, sem citar fontes: “Para praticamente todos dentro do governo seria ilegal discutir esses assuntos com força adversária”.

McMaster respondeu, dia seguinte: “A premissa da qual parte esse artigo é falsa.”

“McMaster: Trump decidiu partilhar informação de inteligência em conversação com os russos”

O general McMaster na 3ª-feira ao meio-dia, hora de Washington. “Se você tivesse de dizer de onde, na sua avaliação, poderia vir uma ameaça de dentro do território que ISIS controla, você provavelmente conseguiria citar algumas cidades. Quero dizer: não seria algo impossível, citando só matérias divulgadas ao público, em termos de fonte de preocupação”.

A diferença entre as duas versões, a do general e a do jornal, é que o dito “parceiro dos EUA” é controlado pela CIA para operações do Estado Islâmico contra a Rússia.

As “ameaças contra ambos os países”, às quais se referiu McMaster – isso é, um complô do Estado Islâmico contra passageiros norte-americanos e russos de aviões comerciais – é elucubração, parte de uma conspiração que altos agentes do Conselho de Segurança Nacional e CIA não querem que seja revelada ao real adversário das agências. Esse adversário, segundo Miller e suas fontes oficiais no governo dos EUA, não é o Estado Islâmico: é a Rússia.

Nesse videoclip, Miller revela que sua fonte no Conselho de Segurança Nacional começou por telefonar para a CIA, e então o próprio Miller recebeu a mesma notícia. Significa que pelo menos uma pessoa, possivelmente duas – uma na ala do Conselho de Segurança Nacional dentro da Casa Branca, e outra na CIA –, vazaram uma história para o Post com o objetivo de causar grave dano a Trump.

A razão disso tudo, segundo fontes de inteligência que conhecem bem as operações de terrorismo contra a Rússia, é que Trump identificou uma conexão de EUA e Estado Islâmico que está ativada e é operacional contra alvos russos.

Que o governo Obama e a CIA já faziam isso não é segredo para ninguém. Nem é segredo a existência de ‘ações’ organizadas e executadas pelo Estado Islâmico e a CIA contra aviões civis russos e de outros países.

Pátria Latina

Cazas rusos realizan 20 ataques contra bastión del EIIL en Hama


Cazas rusos y sirios efectuaron más de veinte ataques aéreos contra los terroristas ‎del EIIL en Hama, allanando el camino para próximas ofensivas terrestres.‎

Según informaron el domingo medios locales, la aviación militar rusa y siria, en las últimas 24 horas, ha bombardeado incesantemente el principal bastión del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en la localidad de Aqrabate, sita en la referida provincia central siria.

Con dichas incursiones, las fuerzas aéreas rusas y sirias facilitan una ofensiva terrestre de gran magnitud de las fuerzas gubernamentales para limpiar la zona de miembros de la banda ultrarradical.

En los últimos días, el portal sirio Al-Masdar News reportó que la 4a División Mecanizada del Ejército sirio y la 5a Legión, junto con marines rusos, se están preparando para librar feroces combates contra los terroristas en Hama.

Aqrabate es el principal baluarte de Daesh en Hama, y las ofensivas para liberar esta localidad podrían arrancar en unos días.

En la misma jornada del domingo, medios locales reportaron que los aviones de guerra rusos y sirios también castigaron las posiciones de Daesh en la provincia occidental de Latakia. Actualmente, el Ejército sirio concentra sus operativos anti-EIIL en la provincia norteña de Alepo y la central de Homs.

Desde 2011, Siria se debate en un conflicto provocado por grupos armados y terroristas, alimentados desde el extranjero, que ya ha dejado más de 465 000 muertos y desaparecidos, según un cálculo del opositor Observatorio Sirio de Derechos Humanos (OSDH).

El presidente de Siria, Bashar al-Asad, ha prometido que su Ejército exterminará a los terroristas atrincherados en el país y liberará hasta la última pulgada del territorio nacional de manos de los grupos extremistas.

mjs/nii/HispanTv

EEUU amenaza al Ejército sirio para proteger a los terroristas


La coalición anti-EIIL, liderada por EE.UU., amenaza al Ejército sirio con más ataques ‎aéreos si este avanza hacia los rebeldes en la frontera sirio-iraquí.‎

El portal sirio Anab informó el domingo de que los aviones de la referida coalición han lanzado últimamente miles de panfletos en las zonas controladas por el Ejército sirio en las cercanías del paso fronterizo de Al-Tanf, ubicado en el sudeste de la provincia central de Homs, entre el territorio sirio y el iraquí.

“Cualquier movimiento o avance hacia Al-Tanf será considerado como un acto hostil, ante el cual protegeremos a nuestras fuerzas”, rezan las notas de advertencia de la llamada coalición anti-EIIL.

También ha pedido a las fuerzas sirias y a los grupos voluntarios progubernamentales que se retiren hacia el puesto de control militar de Zaza, para evitar confrontaciones con las facciones del denominado Ejército Libre Sirio (ELS), grupo al que Washington califica de “moderado”, si bien sus actos hacen presuponer lo contrario.

De acuerdo con uno de los voceros del grupo armado Yaish al-Moqavir al-Surah, vinculado al ELS, los panfletos fueron lanzados en las localidades de Tal Shami, Yaliqam y Zaza.

Las tropas sirias y sus aliados han iniciado en las últimas semanas operaciones en el desierto oriental y cerca de Al-Tanf, a fin de poner fin a la presencia de integrantes del EIIL (Daesh, en árabe).

El sudeste de Homs es de suma importancia estratégica para el Gobierno de Damasco, ya que, de controlar el paso de Al-Tanf, crearía un enlace terrestre con las fuerzas aliadas iraquíes en la zona. Al-Tanf, además, da acceso a la provincia oriental de Deir al-Zur, que alberga la mayor cantidad de pozos petrolíferos del país.

El pasado 18 de abril, los aviones de la llamada coalición efectuaron un ataque aéreo contra un convoy de las fuerzas pro-Damasco que avanzaban por dicho paso: incursión ilegal que dejó al menos ocho soldados sirios muertos y varios heridos.

La agresión estadounidense a uno de los puestos militares del Ejército sirio fue denunciada por el Ministerio de Defensa sirio como muestra de que “las afirmaciones de la coalición internacional sobre que lucha contra terrorismo son falsas”.

mjs/nii/HispanTv

Primer encuentro entre Putin y Macron: ¿qué temas van a discutir?



Vladímir Putin es el segundo líder después de la canciller alemana, Angela Merkel, con quien Emmanuel Macron se reunirá en París.

El presidente de Francia, Emmanuel Macron, recibirá al líder ruso, Vladímir Putin, en el Palacio de Versalles este 29 de mayo.

El servicio de prensa del Kremlin confirmó que Putin llegará a París por invitación de Macron y precisó que se prevé que los dos líderes "discutan el estado y las perspectivas de las relaciones ruso-francesas en las esferas comercial, económica, cultural y humanitaria", así como temas de la actualidad internacional.

Durante la visita, el presidente ruso también asistirá a la inauguración de la exposición dedicada al 300.º aniversario del viaje del emperador Pedro I el Grande a Francia, la visita que sentó las bases de los lazos estables entre ambas naciones.

El presidente del país galo se reunirá con Putin por primera vez después de asumir el cargo. El 18 de mayo los líderes tuvieron su primera conversación telefónica, en la que expresaron su voluntad de desarrollar relaciones amistosas en la política y la economía.

"El diálogo con Rusia es necesario"

Macron anunció que tiene previsto discutir con el líder ruso cuestiones de cooperación en Siria con el fin de elaborar una posición para crear soluciones políticas a largo plazo.

Según sus palabras, todos los participantes de la cumbre del G7 reconocieron el papel de Rusia, Irán y Turquía en la resolución de la crisis en el país árabe. "Hay que alcanzar una decisión política luchando conjuntamente en el marco de la coalición contra todas las organizaciones terroristas", dijo el presidente del Elíseo.

Además, Macron enfatizó que "Francia desempeñará su papel" en la resolución del conflicto sirio "con los países del este, así como en el diálogo con el presidente Putin". "Muchos de los problemas internacionales no se pueden resolver sin Rusia", enfatizó Macron, quien agregó que "el diálogo con Rusia es necesario".

"Voy a tener un diálogo exigente con Rusia. Pero será un diálogo", afirmó Macron en una conferencia de prensa después de la cumbre del G7 celebrada en Taormina (Sicilia, Italia).

"Misterio" en la política exterior

Sin embargo a Moscú se le plantean interrogantes, ya que considera que antes tiene que entender la política que planea llevar a cabo el Elíseo en el ámbito internacional, comentó el vicepresidente del Comité de Asuntos Internacionales del Consejo de la Federación de Rusia, Andréi Klímov.

Durante la campaña electoral, Macron no mencionó ningún punto específico de su programa de política exterior. "No entendemos muy bien qué quería decir realmente. Para muchos, es un misterio", dijo Klímov, añadiendo que el encuentro entre los dos líderes será una buena oportunidad para iniciar un diálogo en esta esfera.

"Oportunidad para superar el frío"

Macron está más decidido que su predecesor en la lucha antiterrorista

El investigador principal del Instituto de Europa de la Academia rusa de Ciencias, Serguéi Fiódorov, afirmó que la reunión es una oportunidad para superar "el frío que se sintió durante la campaña presidencial en Francia".

Según el experto, la lucha contra el terrorismo internacional será la cuestión principal que abordarán los mandatarios. "Al parecer, Macron está más decidido que su predecesor en la lucha contra el terrorismo internacional y, en este sentido, creo que ambos presidentes serán capaces de encontrar un lenguaje común, porque nuestros intereses coinciden en la lucha contra el terrorismo", aclaró el analista.

Actualidad RT

Irán: "Arabia Saudita es una vaca ordeñada por Estados Unidos"


El ayatolá Alí Jameneí denuncia que Riad cree que puede ganarse "la amistad de los enemigos" con dinero.

El ayatolá Alí Jameneí, líder supremo de Irán, ha declarado que Arabia Saudita es "una vaca que está siendo ordeñada" por EE.UU., en referencia al reciente acuerdo armamentístico —valorado en 110.000 millones de dólares— firmado durante la gira del presidente Donald Trump, informa 'The Daily Mail'.

"Esta gente [los saudíes] parece que creen en el Corán, pero en la práctica actúan en contra de sus enseñanzas", critica el líder supremo iraní. "Están cerca de los infieles [de EE.UU.] y ofrecen al enemigo el dinero que deberían usar para mejorar la vida de su propia gente ", añade.

"Inútiles y villanos"

En esta sentido, el ayatolá acusa al "estúpido" Gobierno saudí de creer que puede ganarse "la amistad de los enemigos" con dinero. "En realidad, no existe cercanía y, como han dicho los estadounidenses, están allí simplemente para ordeñar su dinero como a una vaca lechera para después sacrificarla", afirma.

"Hoy en día el mundo musulmán, como todas las demás sociedades, está en grave peligro. Entre el mundo musulmán, un grupo de personas inútiles, ineptas y villanas están gobernando una comunidad de la nación musulmana: el Gobierno saudí", denuncia Jameneí, que vaticina una "cierta caída" de Riad en los próximos años mientras sigan oprimiendo a su propio pueblo.



Actualidad RT

COREIA DO NORTE RENOVA SEU SISTEMA DE DEFESA ANTIAÉREA


Um importante passo na modernização das forças armas da Coreia do Norte foi dado ontem, 28 de Maio de Juche 106 (2017).

KIM JONG UN, Presidente do Partido do Trabalho da Coreia e do Comitê de Estado da RPDC e Comandante Supremo do EPC, presenciou o lançamento de teste do novo sistema de defesa antiaérea de arma teledirigida de interceptação, executado pela Academia de Ciências de Defesa Nacional.

Em seu posto de observação, o Marechal KIM JONG UN recebeu os planos da prova e deu a ordem de lançamento.

Vendo o sucesso total do disparo, ele alegremente disse que esse novo sistema de defesa lhe fez recordar o Dirigente KIM JONG IL, quem desde o início do desenvolvimento dessa arma deu instruções detalhadas e dedicou-se pelo fortalecimento da capacidade nacional de defesa aérea.

Com o teste de hoje, melhorou-se muito a capacidade desse sistema de detectar, perseguir e atacar objetos, bem como seu grau de exatidão; foram superados também alguns defeitos apresentados no ano passado, assinalaram os membros do Exército Popular da Coreia e os funcionários da Academia de Defesa Nacional. O Marechal KIM JONG UN também falou da necessidade de produzir em grande quantidade esse sistema, cuja capacidade operacional foi verificada e aprimorada hoje, acabando completamente com a ilusão de superioridade que os inimigos imperialistas propagandeiam contra a Coreia.

O Máximo Dirigente apresentou as novas tarefas para a produção em larga escala da nova estratégia de desenvolvimento do moderno sistema antiaéreo de arma teledirigida ao estilo coreano.

Outros camaradas dirigentes estiveram presentes no teste: Hwang Pong So, Ri Yong Gil, O Kum Chol, Kim Kwang Hyok, Ri Pyong Chol, Kim Jong Sik e Jong Sung Il.







sexta-feira, 26 de maio de 2017

Livro sobre a Líbia de Kadafi será lançado em Curitiba


Será lançado no próximo dia 7 de junho – data de nascimento do líder Muamar Kadafi – o livro “A Líbia de Muamar Kadafi”, de José Gil de Almeida, editor do site Marcha Verde.

O lançamento do livro será durante um coquetel com apresentação de danças árabes, fechado ao público. Somente 100 pessoas foram convidadas e a abertura do evento ficará a cargo do maior livreiro do Brasil, Aramis Chain.

O livro mostra a Líbia que a mídia ocidental jamais mostrou: um país soberano, próspero, que repartia com a população a riqueza oriunda da venda de petróleo. Com pouco mais de 6 milhões de habitantes, um dos maiores produtores de petróleo do mundo, a Líbia de Kadafi era considerada a “pérola da África”, segundo o autor, que justifica: “A Líbia de Kadafi tinha o maior IDH (índice que mede a qualidade de vida dos habitantes) da África; maior até que do Brasil”.

O livro tem 120 páginas e trata de algumas viagens que o autor realizou à Líbia. Talvez José Gil seja o brasileiro que mais viajou à Líbia de Kadafi - 19 vezes - e a última delas três meses antes da guerra em que o líder líbio foi assassinado.

O livro mostra experiências de brasileiros que visitaram a Líbia, a convite do autor. Em uma dessas viagens ele levou 12 convidados de Curitiba para participar dos festejos a Revolução Al Fateh, com tudo pago pelo governo líbio, incluindo estadia na Suíça, no hotel Sheraton.


O autor, José Gil, durante conferência na Líbia, em Trípoli, três meses antes da guerra de 2011.

Além de tratar da Líbia kadafista, o autor revela fatos não publicados pela mídia sobre a prisão e morte de Sadam Hussein e seus filhos. A base militar norte-americana em Kandahar, no Afeganistão, também merece um capítulo do livro, afinal, o autor conheceu jornalistas e correspondentes de diversos países em suas viagens à Líbia, e continua recebendo notícias e informações, por isso mantem o site Marcha Verde com informações dos países em guerra.

Outro capítulo que merece destaque trata da morte do embaixador norte-americano por linchamento na cidade de Benghazi.

Para quem deseja conhecer a verdadeira história da Líbia kadafista é aconselhável ler este livro. A exemplo de outros livros do autor, a edição é custeada pelo próprio autor, apesar do movimento kadafista contar com adeptos hoje em diversos países, tais como Alemanha, Argélia, França, Brasil, Venezuela, Líbia, Bolívia e Argentina, e graças à internet, estão todos conectados entre eles.

O livro será vendido a 25 reais na Livraria do Chain e pelo email midiabairros@gmail.com


Carla Regina