quinta-feira, 22 de junho de 2017

Temer pode estar cometendo outro crime


Brasil 247 - Alex Solnik, jornalista.

Essa guerra que Temer está movendo contra a JBS, uma das maiores exportadoras e empregadoras brasileiras, em meio a uma grave crise econômica, além de ser um tiro no pé pode ser facilmente enquadrada no artigo 344 do Decreto Lei 2848 de 7/12/1940 referente a coação de testemunha ou parte e que é punida com pena de prisão:

Art. 344 - Usar de violência ou grave ameaça, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, contra autoridade, parte, ou qualquer outra pessoa que funciona ou é chamada a intervir em processo judicial, policial ou administrativo, ou em juízo arbitral:

Pena - reclusão, de um a quatro anos, e multa, além da pena correspondente à violência.

Não há como não admitir que as medidas tomadas por Temer contra a JBS podem ser definidas como graves ameaças a Joesley, parte do processo, que têm o intuito de coagi-lo a rever suas acusações.

“Se continuar me acusando eu te quebro; se retirar o que disse de mim eu não te quebro”.

Se o acusado está tentando intimidar, coagir ou chantagear seu acusador isso é obstrução de justiça, pois ele pressiona para obter seu silêncio. E o silêncio impede a investigação.

De maio para cá, Temer cometeu várias ameaças e intimidações: julgou suspeita a delação “premiadíssima”; chamou Joesley de falastrão e de bandido; mandou investigar as operações de compra e venda de ações e dólares às vésperas do vazamento; encomendou uma CPI da JBS; soltou todos os fiscais e cobradores pra cima das empresas; entrou com processo contra Joesley por calúnia e injúria e agora a Advocacia Geral da União quer que o TCU declare indisponíveis os bens que a JBS tenta vender para sair do buraco e arrecadar algo entre 6 e 12 bilhões de dólares.

A ordem é clara: quebrar a JBS.

Não me lembro de algo parecido na política brasileira, em qualquer época: o presidente da República patrocina uma luta fratricida contra um dos maiores empresários do país, o que pode afetar tanto o ingresso de divisas quanto aumentar o desemprego.

Em vez de criar mais empregos o governo destrói os que já existem, culpando os empregados pelas trapaças dos patrões.

Joesley sabe que, enquanto o governo Temer durar a JBS estará em perigo, por isso o seu foco número 1 é derrubar Temer o quanto antes.

Temer sabe que, enquanto Joesley não parar de falar seu governo estará em perigo, por isso seu foco número 1 é quebrar a JBS o quanto antes.

O duelo apenas começou.

Ou Joesley acaba com Temer ou Temer acaba com Joesley.

Há realmente ameaça do Daesh na América Latina?


Na sequência do aparecimento de propaganda jihadista no site oficial do Exército Argentino, a Sputnik falou com o analista internacional Andrei Serbin sobre a possibilidade de a região ser vítima de um ataque terrorista do grupo em questão.

As autoridades argentinas estão investigando a possível presença do grupo terrorista Daesh, proibido na Rússia e em vários outros países, na América Latina. O principal motivo foi o ataque hacker em 19 de junho no site oficial do Exército deste país.

"O Daesh está na Argentina", apareceu na página da instituição argentina após o ciberataque. As palavras foram acompanhadas com uma imagem de pessoas encapuzadas e segurando uma bandeira do grupo terrorista.

Andrei Serbin, analista em assuntos internacionais e diretor da Coordenadora Regional de Investigações Econômicas e Sociais, não acredita que esta situação tenha sido um resultado da presença do grupo terrorista.

"Estado Islâmico [Daesh] não demonstrou capacidades sofisticadíssimas em relação ao hackeamento. Quando realizou um, este foi feito muito publicamente. O tipo de imagem que utilizam não é a tradicional, onde aparecem soldados com uma bandeira negra e letras brancas segurando Kalashnikov como neste caso, e aquelas são as verdadeiras imagens do conflito na Síria. Esses elementos fazem pensar que não estamos perante um ataque hacker deste grupo terrorista. É provável que se trate mais de vandalismo cibernético", disse o analista à Sputnik.

Depois do ataque, o Exército Argentino divulgou um comunicado reconhecendo ter recebido "uma agressão de segurança informática". Ao afirmar desconhecer sua origem, explicou que o ciberataque "não afetou nenhum dos sistemas informáticos críticos" e se limitou à sua página web.

Serbin recordou que o papel da América Latina no cenário global de luta contra terrorismo é marginal. Portanto, explicou ele, as possibilidades de um ataque são menores que nas outras regiões. Porém, advertiu que, sendo as fronteiras da região "muito porosas", é sensato assumir que a possibilidade existe.

"Pelas características da nossa região, a possibilidade é remota. A América Latina não está vinculada na luta contra o terrorismo. Não enviamos tropas, o tema não está presente nos discursos dos nossos presidentes, não participamos de forma ativa das coalizões que buscam combater grupos como Daesh. Houve alertas nos últimos anos, mas até agora não houve nenhuma situação concreta de ameaça. Um atentado na região não seria tão lucrativo para o grupo como se fosse efetuado nos países vinculados à luta contra terrorismo internacional", concluiu.

Sputniknews

Morales ve ‘revancha’ en fallo de Chile contra 9 funcionarios


Evo Morales afirma que el fallo judicial de Chile contra 9 funcionarios bolivianos muestra la ‘venganza’ de Santiago por la demanda marítima de La Paz ante La Haya.

La jueza de Pozo Almonte, de la ciudad chilena de Iquique, Isabel Peña, declaró el miércoles culpables a los dos soldados y siete aduaneros bolivianos por delitos de robo con intimidación, contrabando y porte ilegal de armas, y los condenó a tres años de cárcel, aunque sustituyó la medida por su expulsión en el plazo de 30 días, además de fijar una multa pecuniaria.

En reacción, el presidente de Bolivia, Evo Morales, aseguró que el dictamen judicial contra sus compatriotas se dio en “represalia” por la demanda marítima que desarrolla La Paz contra Chile ante el Corte Internacional de Justicia (CIJ) en busca de una salida al océano Pacífico.

De igual manera, el mandatario boliviano acusó al canciller chileno, Heraldo Muñoz, de mantener por “revancha” encarcelados a los bolivianos desde marzo.

“Quedó demostrado que 9 bolivianos luchaban contra el contrabando. El fallo es una represalia porque demandamos a Chile ante La Haya”, escribió Morales en su cuenta de la red social Twitter.

En 2013, Bolivia demandó a Chile ante la CIJ en busca de un diálogo abierto y sincero por una salida soberana al mar. En marzo, ese país presentó su réplica, y Chile tiene plazo hasta el 21 de septiembre para responder con la dúplica a los planteamientos bolivianos.

Al considerar políticamente motivada la sentencia, Morales enfatizó que Chile tuvo que poner fin a esta detención “ilegal” y liberar a los detenidos porque no pudo ocultar que ellos eran “inocentes”.

“Fallo político. Los 9 bolivianos son inocentes; gobierno de Chile no pudo ocultar la verdad y tuvo que poner fin a la detención ilegal”, apuntó el jefe de Estado boliviano.

Sobre las acusaciones de contrabando de armas, Morales recordó que la defensa boliviana probó que los camiones que portaban las armas eran chilenos.

ask/ncl/mrk/HispanTv

Fotos que Arabia Saudí no quiere que veas de su agresión en Yemen


Un padre yemení y su hijo en las zonas rurales de Saná, capital de Yemen.

Medios han difundido imágenes de la agresión saudí en Yemen, en particular, de lo que ha provocado la crisis humanitaria en el país más pobre del mundo árabe.

En las fotos publicadas este jueves por la cadena estadounidense CNN se refleja la dimensión de la destrucción de los centros sanitarios de Yemen, provocada por los bombardeos saudíes.

En una de las imágenes se contempla a la niña yemení Batul Ali, que es una del casi medio millón de menores que sufren malnutrición severa, generada por la agresión saudí que incluye un férreo bloqueo que impide la entrada de alimentos y medicamentos en Yemen desde marzo de 2015.

En otra foto se ve a una menor presa del cólera, una enfermedad que comenzó en Yemen en octubre de 2016 y, a partir del 27 de octubre, ha experimentado un repunte en el número de casos y muertes.


La pequeña Batul Ali sufre de malnutrición severa, provocada por la agresión de Arabia Saudí a Yemen en marzo de 2015.

"Tengo miedo, por supuesto. Tres de mis hijos tienen cólera. Tus hijos son tu mundo, yo he estado ocho meses sin recibir salario (...) el tratamiento de esta enfermedad es caro”, afirmó el padre de la niña.


Saleh, niño de cuatro meses de edad que presenta un cuadro de grave desnutrición.

La agresión saudí, que estalló bajo el prexteto de restaurar en el poder al expresidente fugitivo yemení, Abdu Rabu Mansur Hadi, ha destruido las frágiles infraestructuras de Yemen que afronta una hambruna, lo que aumenta la vulnerabilidad de los enfermos.

Esta guerra ha acabado con la vida de más de 12.000 personas en Yemen, según la Organización de las Naciones Unidas (ONU).

mkh/ncl/mrk/HispanTv




Moscú: "Desgraciadamente, tendremos que reaccionar a las nuevas sanciones de EE.UU."


La portavoz de la Cancillería rusa, María Zajárova, ha anunciado que Moscú ya está trabajando en medidas recíprocas en respuesta a las nuevas sanciones introducidas por Washington.

Moscú se ve obligada a responder a la nueva ronda de sanciones que Washington ha aprobado en su contra, ha afirmado la portavoz de la Cancillería rusa, María Zajárova.

Zajárova ha explicado que "las sanciones se suelen responder con medidas recíprocas", y, tal y como ya había anunciado el viceministro de Asuntos Exteriores de Rusia, Serguéi Riabkov, "esta cuestión ya se encuentra en fase de desarrollo".

"Desgraciadamente, nos veremos obligados a reaccionar", ha agregado la vocera de la diplomacia rusa.

"Oportunidad perdida"

Este martes, el Departamento del Tesoro de EE.UU. aprobó sanciones contra 38 ciudadanos y organizaciones por el conflicto en Ucrania. En concreto, estas han sido introducidas contra 19 personas de Rusia y de la región de Donbass así como contra 19 entidades.

Por su parte, el vicecanciller ruso, Serguéi Riabkov, ha declarado que Moscú ya ha empezado a trabajar en las medidas que se tomarán para responder a la decisión de Washington. El político ha destacado que el país "lamenta" el paso dado por EE.UU., agregando que se trata de una nueva "oportunidad perdida para moverse hacia la mejora de las relaciones bilaterales" entre ambas naciones.

Actualidad RT

Informe confidencial confirma que Pionyang tiene un arsenal nuclear


El informe, obtenido por un medio surcoreano, recoge una visita del líder de Corea del Norte a la Fábrica 92, una instalación donde supuestamente se producen ojivas y misiles nucleares.

El líder norcoreano, Kim Jong-un, dio una orden para guardar el secreto del almacenamiento y la gestión de las armas atómicas, de las que depende "el destino del país", según revela un documento confidencial al que ha tenido acceso el diario surcoreano 'JoongAng Ilbo', y que confirma que Pionyang posee un arsenal nuclear.

El diario explica que el documento del Departamento de Industria de Municiones del Partido de los Trabajadores, que obtuvo este miércoles, fue elaborado después de que Kim visitara la llamada 'Fábrica 92' el pasado 25 de febrero, una inspección que no fue publicada por los medios estatales de Corea del Norte.

Las autoridades militares surcoreanas saben muy poco sobre la Fábrica 92, cuya ubicación exacta es desconocida, pero creen que allí se producen ojivas y misiles nucleares.

"El más importante de nuestros secretos militares"

Durante su inspección de la fábrica, el líder norcoreano declaró que "el desarrollo, la producción, el almacenamiento y la gestión de las armas nucleares son los secretos militares más importantes" de Corea del Norte, los secretos "supremos" que "deciden el destino de nuestro país", según lo cita el informe.

En el 2012, Kim Jong-un anunció que Corea del Norte era una potencia nuclear, pero muchos expertos percibieron su declaración como propaganda. Mientras tanto, este documento secreto confirma que el Pionyang tiene un arsenal nuclear, afirma 'JoongAng Ilbo'.

Según Lee Yun-keol, un desertor norcoreano que dirige actualmente el Centro de Información Estratégica de Corea del Norte en Seúl, el difunto padre del actual líder, Kim Jong-il, visitó la Fábrica 92 en el 2005 y la elogió por construir grandes misiles.

Otro experto surcoreano, el profesor Kim Jin-moo, asegura que las capacidades nucleares del Norte "son completamente diferentes" a las del Acuerdo de Ginebra de 1994 y de las conversaciones a seis bandas del 2007, por lo que Seúl necesita crear una estrategia "bajo la suposición de que el Norte ya posee armas nucleares".

Con todo, un funcionario del Gobierno surcoreano ha subrayado que "no está confirmado si las armas nucleares que mencionó Kim en el documento son productos terminados".

Actualidad RT

quarta-feira, 21 de junho de 2017

MÍDIA RUSSA IGNORA PRESENÇA DE TEMER


Brasil 247 – Michel Temer não foi sequer notado em sua primeira viagem internacional na condição de presidente da República do Brasil.

O canal de notícias RT, que é controlado pelo governo russo, não noticiou a chegada de Temer ao país nem o seminário de investimentos promovido pelo governo brasileiro, que foi também um fracasso.

No evento, o único presidente de empresa confirmado era o representante da filial brasileira da Weg.

Na busca da RT, a notícia mais recente sobre Temer dizia respeito a escândalos de corrupção no Brasil.

Nesta quarta-feira, Temer terá um encontro protocolar com Vladmir Putin.

Filho de Gaddafi é o novo líder da Líbia


O segundo filho de Muammar Gaddafi, Seif Islam, poderia chegar ao poder na Líbia porque tem o apoio necessário, escreve o jornal russo Izvestia, citando figuras políticas importantes da Líbia e fontes militares.

No dia 9 de junho, Seif Islam foi libertado da prisão, onde ele se encontrava desde a Primavera Árabe de 2011. Não se descarta que ele possa se tornar o presidente da Líbia, porque ele é apoiado por uma parte significativa das tribos mais poderosas do país, disse ao jornal Izvestia o porta-voz da Associação de Tribos Líbias, Basem Sol.

“A grande maioria da sociedade líbia anseia que Seif Islam volte à grande política e se torne presidente do país. Ele é uma figura simbólica, capaz de levar o país à reconciliação nacional”, disse Basem Sol.

Apesar disso, vários especialistas assinalam que neste caso se trata de um cargo elevado, de uma posição honorária, ou seja, que não concede poderes reais.

Embora Seif Islam não ocupasse qualquer cargo oficial no governo do seu pai, sua influência na política da Líbia era enorme. Muitos o viram naquela época como o sucessor de Muammar Gaddafi.

No entanto, em novembro de 2011, ele foi preso por um dos grupos armados e, até há pouco tempo, se encontrava na cidade de Zintan. De acordo com o Izvestia, foram os militares da Líbia quem insistiram na libertação de Gaddafi.

“O Exército precisa do apoio das tribos no sul e oeste da Líbia. Eles continuam favoráveis ao regime anterior, por isso Seif Islam foi colocado em liberdade, o que pode unir a sociedade na luta contra os militantes do grupo Irmandade Muçulmana (organização proibida na Rússia e outros países) que controla Trípoli. Agora, o filho de Gaddafi está em uma posição em que pode voltar à política”, disse uma das fontes do exército líbio ao jornal russo.

Sputniknews

Correa: Trump es tan peligroso como ‘un mono con navaja’


El expresidente de Ecuador, Rafael Correa, describió el martes al presidente de EE.UU., Donald Trump, como “un mono con navaja”.

“Es un tipo absolutamente peligroso, es un mono con navaja”, aseguró el exmandatario ecuatoriano durante una entrevista con la emisora estatal boliviana Radio Patria Nueva.

Además, Correa dijo que Trump es un tipo de persona “no preparada y muy elemental”, al añadir, yendo más allá, que la persona que está dirigiendo una potencia mundial como EE.UU. es una “desgracia” y “no entiende nada”.

Para justificar sus comentarios, Correa recordó que durante el poco tiempo que asumió la Casa Blanca, se ha esforzado en construir un muro en la frontera entre EE.UU. y México, retiró a su país del Acuerdo de París contra el cambio climático y retrocedió en los avances para levantar el “bloqueo criminal” contra Cuba.

Asimismo, mostró su satisfacción de que el pueblo estadounidense está reaccionando ante “tanta barbaridad” e “ignominia”, pues refiriéndose al hecho de que Trump fue un inmobiliario, dijo que Donald Trump solo sabe de billetes, “que se jacta de sus vicios”.

A continuación, ha aludido a las posturas antimigratorias del presidente norteamericano, para después subrayar que la migración no es un crimen que combatir, sino que es un derecho que debe ser respetado.

En este sentido, Correa manifestó que los problemas causados por la inmigración no se resuelven con represión o muro, sino que con solidaridad, justicia, prosperidad y paz verdadera para la humanidad.

Trump es constantemente criticado por las medidas y decisiones, tanto internas como externas, que adoptó desde que asumió el poder en Washington. Muchos de sus partidarios defienden su falta de experiencia mientras otros lo describen simplemente como un “loco”.

zss/ktg/msf/HispanTv

Pyongyang: destruimos EEUU si nos ataca por muerte de Warmbier


Corea del Norte aboga por ‘destruir despiadadamente’ a EE.UU. con ataques de represalia si Trump ‘provoca’ una guerra por la muerte de un norteamericano.

“Si los imperialistas se atreven a provocar a la RPDC (República Popular Democrática de Corea), desconociendo adecuadamente nuestro poderío militar, posición estratégica y nuestro Ejército, así como la firme voluntad del pueblo (norcoreano), se enfrentarán a un ataque de represalia devastador y despiadado”, reza un comunicado oficial norcoreano.

El anuncio se produjo en respuesta a las amenazas vertidas por el presidente estadounidense, Donald Trump, quien aseguró que su Administración “hará frente” al líder norcoreano, Kim Jong-un, después de que falleciera el lunes Otto Warmbier, un estudiante que estuvo encarcelado en Corea del Norte durante más de un año y que fue entregado en coma a su familia la semana pasada.

Trump además autorizó el envío a la península coreana de un par de bombarderos supersónicos B1-B, capaces de llevar ojivas nucleares, en una demostración de fuerza.

En la nota, Pyongyang asegura que “las constantes sanciones de Estados Unidos y la presión militar sólo acelerarán su miserable fin”. “La RPDC causará una mayor presión y un sufrimiento aún más amargo”, aseguró.

Corea del Norte se mantendrá en el camino que ha elegido, es decir, encarar el vicioso desafío de EE.UU. “reforzando su potencia nuclear”, señaló el documento, emitido por la agencia oficial norcoreana Rodong Sinmun.

Además aprovechó la ocasión para defender sus recientes pruebas de misiles y escalada militar, explicando que estas medidas se han tomado solo para “asegurar la paz y la seguridad duraderas en la península coreana y en la región”.

Warmbier fue condenado a 15 años de cárcel y a trabajos forzosos en marzo de 2016 por delitos contra el Estado. El estudiante fue detenido en enero de 2016 cuando se disponía a salir del país. En los interrogatorios confesó que había robado un cartel con un lema político.

La muerte de Otto se produce en un momento de alta tensión entre Washington y Pyongyang, desatada por el aumento de la presencia militar estadounidense en la península coreana, las maniobras conjuntas Washington-Seúl y las pruebas de misiles balísticos de Corea del Norte.

mjs/ktg/msf/HispanTv

Irán denuncia "el cínico plan intervencionista" de EE.UU. tras polémicas afirmaciones de Tillerson


El secretario de Estado de EE.UU. aseguró que el objetivo de la política estadounidense respecto a Irán es "una transición pacífica del Gobierno".

Irán ha acusado a EE.UU. de interferir en sus asuntos internos después de que el secretario de Estado norteamericano, Rex Tillerson, instara a apoyar a los "elementos" que garantizarían una "transición pacífica" en el país. Teherán también ha enviado una nota de protesta a la ONU.

En su discurso ante el Comité de Asuntos Exteriores de la Cámara Baja del Congreso estadounidense el 14 de junio, Tillerson indicó que "la política [de EE.UU.] respecto a Irán consiste en disminuir su hegemonía, contener su capacidad de desarrollar armas nucleares y apoyar a los elementos en Irán que llevarían a una transición pacífica del Gobierno".

Reacción de Teherán

Las afirmaciones del secretario de Estado han provocado airadas críticas desde Teherán. El Ministerio de Exteriores iraní convocó —ante la ausencia del embajador— al agregado comercial de la Embajada suiza en Teherán, que representa los intereses estadounidenses en el país desde la ruptura de las relaciones diplomáticas entre ambos países en abril de 1980, "para manifestar la protesta de Irán sobre las afirmaciones de Tillerson", reporta Mehr News.

Gholamali Khoshroo, embajador de Irán ante la ONU, ha enviado una carta de protesta a Antonio Guterres, secretario general del organismo, y al Consejo de Seguridad.


"Es un plan intervencionista y cínico que contradice todas las norma y principios del derecho internacional, así como el texto y el espíritu de la Carta de la ONU, y supone un comportamiento inaceptable en las relaciones internacionales", escribió en la carta.

Teherán también acusó a EE.UU. de violar los acuerdos de Argel de 1981, según los cuales EE.UU. no puede "intervenir, ni directa ni indirectamente, políticamente o militarmente, en los asunto internos de Irán".

Por su parte, el ayatolá Alí Jamenéi, el líder supremo del país, subrayó que la idea de un 'cambio de régimen' siempre fracasará en Irán. "En los pasados 38 años, ¿ha habido algún momento en que no quisieran cambiar el sistema islámico"? ha preguntado Alí Jamenéi, citado por Reuters.

Las relaciones ya tensas entre EE.UU. e Irán empeoraron tras la elección de Donald Trump como presidente. Durante su campaña electoral Trump prometió revisar el acuerdo nuclear con Teherán, y en febrero de 2017 calificó a Irán de "Estado terrorista número uno".

Actualidad RT

Así regresó a escena el conflicto palestino-israelí con el bloqueo a Catar


El emir de Catar, Tamim bin Hamad al-Thani

El apoyo de Israel a la iniciativa liderada por Arabia Saudita complica los planes de la Administración estadounidense.

El general David Petraeus, exjefe del Mando Conjunto Central de EE.UU., encargó en 2010 un informe para evaluar si el apoyo estadounidense a Israel estaba poniendo en riesgo las relaciones con otros países de la región. Las conclusiones, que le sirvieron a Petraeus una avalancha de críticas de todos los sectores, fueron demoledoras: "La intransigencia israelí en el conflicto palestino-israelí estaba poniendo en peligro la posición de EE.UU. en la región".

Han pasado siete años desde entonces, y el eterno problema en Oriente Medio se ha visto eclipsado por importantes crisis regionales, como la Primavera árabe, las guerras en Siria e Irak, la violencia en Yemen o el crecimiento del Estado Islámico. Sin embargo, el conflicto entre palestinos e israelíes ha vuelto a ocupar un lugar importante dentro del complejo escenario en la región, después de que seis países árabes (Emiratos Árabes Unidos, Bahrein, Egipto, Libia y Yemen), liderados por Arabia Saudita, decidiesen romper sus relaciones diplomáticas con Catar a principios de junio.

El plan de Trump contra el terrorismo

Riad justificó esta medida argumentando "graves violaciones" de Catar que "ponen en peligro la soberanía" saudí, así como por su apoyo a "organizaciones terroristas" con el objetivo de "desestabilizar Oriente Medio". Un bloqueo que no tiene precedentes entre los países miembros del Consejo de Cooperación para los Estados Árabes del Golfo (CCEAG), tras el que se esconde la disconformidad de los sauditas con que Catar mantenga relaciones cordiales con Irán, su gran enemigo en la zona.


Esta disputa, sin embargo, ha terminado por agobiar a las autoridades de Washington, a pesar de que han respaldado incondicionalmente la decisión. Según Marc Perry, experto en política internacional y autor del libro 'El Hombre más peligroso de América', esta situación se debe a que la nueva crisis en el Golfo amenaza con destruir el plan de EE.UU. de construir un frente unificado, fuerte y sunita contra el terrorismo, anunciado por el presidente Donald Trump como uno de los grandes triunfos de su reciente viaje a Riad.

Pero lo más importante, según explica el analista en un artículo publicado en 'The National Interest', es que esta crisis ha vuelto a situar el conflicto palestino-israelí en el centro de los problemas de la región. Esto se debe a que, al estigmatizar a Catar, Arabia Saudita se ha alineado indirecta y extraoficialmente con Israel, su gran "socio silencioso", en la búsqueda de aliados para tratar de revertir la influencia iraní en Oriente Medio. Algo, que en un principio, es del agrado de los estadounidenses.

Israel, el gran socio de Arabia Saudita

De hecho, tras conocerse el bloqueo a Catar, las autoridades israelíes no tardaron en aplaudir y respaldar la decisión. "Los países árabes suníes, aparte de Catar, están en gran medida en el mismo barco que nosotros, ya que todos consideramos que un Irán nuclear representa la amenaza número uno para todos", aseguraba el exministro de Defensa israelí Moshe Yaalon.

Y es justo en este punto en el que pueden fracasar las aspiraciones de EE.UU. a la hora de conformar un bloque en Oriente Medio para combatir al Estado Islámico. Según Perry, la Administración estadounidense no ha tenido en cuenta que varios países árabes sunitas, como es el caso de Kuwait, Omán y Turquía, jamás van a sumarse a la iniciativa de Arabia Saudita, porque significaría hacer causa común con Israel, el país que tiene ocupado Jerusalén.

De esta manera, lo que realmente está en juego en Oriente Medio es mucho más importante que una mera disputa regional. Tal y como explica el experto, "La cuestión ya no es si EE.UU. puede conformar una coalición de naciones con ideas afines para combatir el terrorismo, sino su capacidad para frenar la creciente confrontación que confirma la agenda real de Arabia Saudita e Israel: lucharán contra Irán hasta la última gota de sangre estadounidense".

Actualidad RT

terça-feira, 20 de junho de 2017

Maia, grosseiro, ignorante e autoritário por inteiro


A respeito das reclamações sobre a demora na tramitação do pedido de impeachment que o Conselho Federal da OAB deu entrada na Câmara dos Deputados contra o presidente Michel Temer, quando Rodrigo Maia, presidente da Câmara abre a boca e diz ‘Não me cabe comentar as resoluções do Conselho Federal da OAB, não sou comentarista da agenda de advogados. Como também não creio que caiba ao presidente da OAB comentar ritos e procedimentos do processo legislativo’, Maia se mostra grosseiro, ignorante e autoritário por inteiro, o que não é nenhuma novidade.

É verdade que não compete a Maia se imiscuir na administração da Ordem dos Advogados do Brasil. Nem inscrito na OAB ele é. E se tem título universitário, pouca gente ou ninguém sabe. Agora, que cabe, não apenas ao presidente da OAB bem como a todo cidadão brasileiro, comentar ritos e procedimentos do processo legislativo, isso cabe. E como cabe!.

Cabe e é dever de todos nós.

Constitucionalmente, a Câmara Federal é a casa do povo brasileiro. Lá, quem manda é o povo. Seus integrantes são meros e transitórios mandatários. E nós, os mandantes. Tudo o que se passa lá dentro precisa ser às claras. Precisa ser levado ao conhecimento público. Mas a arrogância e o deslumbramento de Rodrigo é de tal ordem, que ele se acha o máximo. Se acha o dono da Câmara dos Deputados. Se considera acima de todos. É um absolutista, um intocável…Um ditador.

Já são muitos os pedidos de impeachment que deram entrada na Câmara dos Deputados contra Michel Temer. Parece que o pedido da OAB é o que mais pesa e ganha repercussão, porque foi também a OAB quem pediu e conseguiu o impeachment do presidente Collor, protocolado na Câmara dos Deputados no dia 1º de Setembro de 1992 e enriquecido com dois impecáveis pareceres: um, de Cármen Lúcia Antunes Rocha, então advogada, professora de Direito e jurista. Outro, de Evandro Lins e Silva, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal e cujos outros atributos e distinções são dispensáveis transcrever aqui e em qualquer outro lugar.

Costuma-se dizer que foi a OAB quem pediu o impeachment de Collor e está pedindo agora o de Temer. É errado dizer assim. Na verdade, não é a OAB a autora dos pedidos. Isto porque somente o cidadão-eleitor é quem pode pedir o impeachment das autoridades, o que é vedado às pessoas jurídicas, às instituições, como é o caso da OAB. No impeachment de Collor, “feito pela OAB”, quem figurou como autores foram Barbosa Lima Sobrinho e Marcello Lavenere Machado, este presidente da OAB nacional.

Acontece que todos os pedidos de impeachment dirigidos ao presidente da Câmara não podem ser engavetados. Nem se admite um dia de demora na sua tramitação. E todos precisam ser lidos no plenário para que seja ou não conhecido e até sujeito a crítica e louvações. Nada mais do que isso. É mera formalidade. Essencial, no entanto. Essa versão de que cabe ao presidente da Câmara dos Deputados, sozinho, monocrática e absolutamente, aceitar ou rejeitar os pedidos, é história que nem faz boi dormir. É conversa fiada da pior qualidade. É um engodo que tomou corpo como se fosse verdade e visa tapear o povão.

Por causa do impeachment de Dilma, a chamada Lei do Impeachment ( Lei nº 1079, de 10.4.1950 ) foi cantada por este Brasil em prosa e verso. Até os “índios não conectados do Amazonas” sabem da existência dessa lei, tanto e tanto que foi comentada, publicada, reproduzida. Até STF interveio para nela introduzir algumas alterações a fim de amoldá-la à Constituição Federal de 1988.

Pois bem. O artigo 19 da referida lei diz “Recebida a denúncia, será lida no expediente da sessão seguinte e despachada a uma comissão….”. Bom, o que interessa aqui é aquele verbo, o receber, que outro significado jurídico não pode ter, a não ser o literal. Eis a correta hermenêutica. O ato é o de receber, ter em mãos, ter sobre a mesa, após ter sido protocolada na Câmara dos Deputados. Com aquele “recebida”, a lei não está outorgando ao presidente da Câmara um poder que nem a lei nem o Regimento Interno da Casa lhe dá, que é o de indeferir, rejeitar, engavetar, negar seguimento e outras ações e omissões que estanquem o que não é para ser entancado.

Cumpre ao presidente da Câmara o dever de ler, no expediente seguinte e para todos os deputados, todos os pedidos de impeachment que vão sendo protocolados na Câmara dos Deputados. É a comissão, à qual o pedido é encaminhado, quem dirá se a denúncia deve ou não ser julgada objeto de deliberação. Em outras palavras mais simples e de fácil entendimento: é a comissão que determina sobre a rejeição ou aceitação da denúncia. Não é o presidente da Câmara quem decide sobre isso. Confira-se:

“Artigo 20 – A comissão a que alude o artigo anterior se reunirá dentro de 48 horas…e emitirá parecer no prazo de 10 dias, sobre se a denúncia deve ser ou não objeto de deliberação….”.

Rodrigo Maia, o senhor, como presidente da Câmara não pode e não deve se intrometer nos assuntos internos da OAB. Mas a OAB, bem como todas as instituições nacionais e todo o povo brasileiro podem e devem interferir no que o senhor faz, como presidente da Câmara ou como deputado federal. A casa que o senhor, transitoriamente preside é de todos nós brasileiros. Quem nela manda somos nós. O senhor passará. O senhor morrerá. Todos nós passaremos e morreremos. Mas a Câmara dos Deputados, não. Ela se eterniza nas Democracias. Ela pertenceu às gerações passadas, pertence à geração presente e sempre pertencerá às gerações futuras. E trate logo de dar prosseguimento a todos os pedidos de impeachment do presidente Temer. Siga a lei. Caso contrário o senhor é quem fica alvo fácil de um pedido de impeachment, ou de cassação de mandato.

Jorge Béja - Advogado no Rio de Janeiro e especialista em Responsabilidade Civil, Pública e Privada (UFRJ e Universidade de Paris, Sorbonne). Membro Efetivo do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB)

POLÍCIA FEDERAL CONCLUI: MICHEL TEMER É CORRUPTO


Brasil 247 - De acordo com uma prévia do relatório enviado pela Polícia Federal para ao Supremo Tribunal Federal, houve corrupção passiva na ação entre Michel Temer e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

No diálogo gravado entre Temer e Joesley Batista, da JBS, de acordo com a Procuradoria-Geral da República, Temer teria dado aval a Batista para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha e também indicado seu ex-assessor e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) como intermediário dos interesses do grupo empresarial junto ao governo.

Loures está preso após ser alvo de ação controlada da PF na qual foi filmado carregando uma mala com R$ 500 mil entregues por Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais da J&F.

A Polícia Federal não se manifestou ainda sobre o crime de obstrução à Justiça, pois aguarda a conclusão da perícia do áudio entre Temer e Joesley.

A PF devolveu parte do inquérito contra Temer ao Supremo e pediu ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na corte, mais prazo para concluir a investigação. Leia mais na Reuters:

PF devolve parte de inquérito contra Temer ao STF e pede mais prazo para conclusão

SÃO PAULO (Reuters) - A Polícia Federal devolveu parte do inquérito contra o presidente Michel Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF), e pediu ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na corte, mais prazo para concluir a investigação.

Fachin havia dado prazo até o domingo para a PF concluir o inquérito em que Temer é investigado por suspeita de corrupção passiva, participação em organização criminosa e obstrução da Justiça. O caso é um desdobramento da delação premiada de executivos da J&F, holding que controla a JBS.

Esse prazo havia sido dado pelo ministro na semana passada. Uma das principais peças da investigação é uma perícia em um áudio entregue pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da J&F, no qual gravou uma conversa com Temer.

No diálogo, de acordo com a Procuradoria-Geral da República, Temer teria dado aval a Joesley Batista para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha e também indicado seu ex-assessor e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) como intermediário dos interesses do grupo empresarial junto ao governo.

Loures está preso após ser alvo de ação controlada da PF na qual foi filmado carregando uma mala com 500 mil reais entregues por Ricardo Saud, diretor de Relações Institucionais da J&F.

Caberá a Fachin decidir se prorroga o prazo para que a PF conclua o inquérito.

(Reportagem de Eduardo Simões)

Alckmin gastou R$ 30 milhões em 6 mil metralhadoras estragadas enquanto a PM está sucateada e sem armas


Armas estragadas estão há 5 anos num galpão, abandonadas

Cerca de 6.000 submetralhadoras Taurus compradas pela Polícia Militar de São Paulo por cerca de R$ 30 milhões (valores corrigidos) continuam dentro das caixas, sem uso, há mais de cinco anos.

O armamento, que deveria aparelhar a tropa no combate ao crime pelo Estado, teve seu emprego vetado por apresentar problemas considerados insolúveis, "como fissuras e rompimento de canos".

As informações são de reportagem de Rogério Pagnan na Folha de S.Paulo.

Esse tipo de falha pode, segundo especialistas, levar à explosão da arma e provocar ferimentos no atirador.

"As armas estão estocadas em um galpão da PM na capital paulista para devolução ao fabricante. A Taurus, por sua vez, tenta um acordo com a gestão Geraldo Alckmin (PSDB) para não ter que ressarcir a polícia em dinheiro –mas com novas armas.

Procurada, a empresa não comentou as falhas das armas vendidas por ela. Informou, apenas, que ’valoriza a relação com a Polícia Militar do Estado de São Paulo’.

Em razão de problemas nesses contratos, firmados entre 2010 e 2011, o governo paulista decidiu impor uma sanção à Taurus, a impedindo de contratar com o Estado até outubro do ano que vem.

Esse veto levou a PM de São Paulo a conseguir autorização do Exército para abrir uma inédita licitação internacional para comprar 5.000 pistolas.40 –para emprego no policiamento do Batalhão de Choque (que inclui Rota)."

Plantão Brasil

'Com o Irã não se brinca': uma mensagem clara a Israel, EUA e Arábia Saudita


O ataque do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica contra os terroristas na província síria de Deir ez-Zor é um aviso direto não apenas aos jihadistas, mas também a seus patrocinadores: Israel, EUA e Arábia Saudita, afirmou à Sputnik Persa Husein Sheijoleslam, conselheiro do ministro das Relações Exteriores do Irã.

"Está claro que é uma mensagem não apenas para os terroristas, mas também para seus patrocinadores: Israel, EUA e a monarquia governante da Arábia saudita, que, de facto, [através dos terroristas] realizaram uma série de massacres na região. O Irã, em qualquer caso, tem a liberdade de exibir seu poderio e levar a cabo um ataque em qualquer lugar onde os terroristas se escondam. É um aviso a todos aqueles que criaram e continuam criando o mal na região", assinalou Husein Sheijoleslam.

O diplomata iraniano advertiu que, caso seja necessário, o Irã está disposto a repetir o ataque com mísseis contra os jihadistas, coordenando-o com os países da coalizão (Síria, Líbano, Iraque, Rússia).
Outro interlocutor da Sputnik Persa, próximo ao Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, Shemshadi Hasan, sublinhou que o ataque foi cuidadosamente coordenado e bem pensado.

"Isso demonstra a coerência e alto nível da inteligência. É um aviso aos terroristas: onde quer que estejam, localizá-los-emos", declarou Shemshadi Hasan.


Segundo o especialista, Deir ez-Zor é uma região onde os terroristas do Daesh (proibido na Rússia) se concentraram após terem sido derrotados em outras frentes. Assentaram nesta província com todas suas armas e equipamento, acrescentou.

Ao mesmo tempo, Shemshadi Hasan frisou que o ataque realizado pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica é uma mensagem para todos aqueles que apelam ao conflito com o Irã.
"É uma mensagem para todos os ‘amigos' estrangeiros dos terroristas. Com o Irã não se brinca", sublinhou.

Shemshadi Hasan recordou que "depois da primeira viagem de Trump à Arábia saudita, foram firmados vários acordos de bilhões de dólares para o fornecimento de armas norte-americanas, e Riad declarou que se aproximaria das fronteiras do Irã para, supostamente, castigar o país por todas as coisas que fez na região".

"Mas este ataque é uma ligeira bofetada aos terroristas e, caso não parem suas ações destrutivas…vamos dar-lhes uma bofetada ainda mais forte", avisou.

Sputniknews

Venezuela se retira de Asamblea de OEA y no avala resoluciones


Delcy Rodríguez, canciller de Venezuela, abandona la reunión de ministros de los países miembros de la OEA, México,19 de junio de 2017.

La canciller de Venezuela abandona la Asamblea de la OEA en protesta por las injerencias del organismo y de ciertos miembros en los asuntos internos del país.

“Mucho se ha hablado de que hay una crisis humanitaria, pero es solo una excusa más para una intervención en Venezuela. Y no volveré a esta Asamblea mientras seamos un país libre y soberano”, señaló el lunes la jefa de la Diplomacia venezolana, Delcy Rodríguez, antes de que comenzara formalmente la 47ª Asamblea de la Organización de Estados Americanos (OEA).

Al margen del evento, los cancilleres de los países miembros del organismo regional se habían congregado ese mismo día en la ciudad mexicana de Cancún (este) para abordar la situación de Venezuela y sancionar la nueva Constitución convocada por el Gobierno del país bolivariano.

Los participantes pusieron a votación un texto, propuesto por México, que denunciaba las condiciones de la democracia en Venezuela y llamaba a las autoridades venezolanas a respetar a la Asamblea Nacional (AN), elaborar un calendario electoral, excarcelar a presos políticos y frenar el proceso Constituyente para entablar un diálogo entre el Gobierno y la oposición.

Sin embargo, la propuesta no logró reunir los 23 votos requeridos (de 34 delegaciones): hubo 20 votos a favor, ocho abstenciones y cinco votos en contra, según la transmisión en directo.

Rodríguez rechazó el texto y calificó de “infantil” la diplomacia mexicana, además de criticar una vez más la conducta del secretario general de la OEA, Luis Almagro, a quien llamó “instigador de la violencia”.

“Así que, aunque el tono sea alto, medio o bajo, desconocemos cualquier resolución y el mecanismo tramposo que se ha seguido hasta llegar aquí”, agregó antes de pedir a otros países que abandonaran también ellos la OEA, al igual que Venezuela.

Rodríguez presentó ante la OEA 10 proyectos de resoluciones a favor de los pueblos, uno de ellos en solidaridad con los 43 desaparecidos de Ayotzinapa (México) y la responsabilidad del Gobierno mexicano en las desapariciones forzadas.

La diplomática venezolana había viajado a México para participar en la 47ª Asamblea General de la OEA y “defender” a su país de lo que considera un “plan intervencionista” dirigido por EE.UU. y ejecutado en la OEA por Gobiernos “de la derecha”.

msm/mla/nal/HispanTv

Efecto ruso: Australia suspende su operación en coalición de EEUU


Un caza Super Hornet de la La Real Fuerza Aérea Australiana (RAAF, por sus siglas en inglés) se despega para realizar operaciones.

Australia anuncia la suspensión de su participación en los bombardeos de la llamada coalición contra EIIL liderada por EE.UU. contra Siria.

“Como medida de precaución, las operaciones de bombardeo de la Fuerza de Defensa Australiana (ADF, por sus siglas en inglés) en Siria han sido interrumpidas temporalmente”, ha comunicado este martes el Departamento de Defensa de Australia.

La ADF, ha añadido la cartera, seguirá de cerca la situación aérea en Siria y tomará a su debido tiempo la decisión sobre la reanudación de las operaciones aéreas.

Este anuncio de la Defensa australiana tiene lugar un día después de que Rusia advirtiera a EE.UU. de que atacaría desde tierra y aire a cualquier aparato aéreo, incluidos los aviones y drones de la coalición internacional.

tas/mla/nal/HispanTv

Víctimas del nuevo jefe del EI en Afganistán culpan a EE.UU. de su reciente salida de prisión



Azizullah Yuldashev, hijo del líder del Movimiento Islámico de Uzbekistán, que en 2014 juró lealtad al EI, fue liberado el año pasado de una prisión bajo control estadounidense.

El cabecilla de una célula de la organización terrorista Estado Islámico (EI) ha sembrado de pánico y muerte el norte de Afganistán después de que fuera "inesperadamente" liberado de una prisión militar bajo control estadounidense, lamentaron los habitantes de la localidad afgana de Mazar-e Sarif en declaraciones a un equipo de RT.

Azizullah Yuldashev, hijo del líder del llamado Movimiento Islámico de Uzbekistán, que en 2014 juró lealtad al EI, salió en libertad el año pasado de la prisión de Bagram, cerca de Kabul, bajo "extrañas circunstancias", denunció recientemente el Ministerio de Exteriores de Rusia.

Residentes y refugiados en la localidad de Mazar-e Sarif, en el norte de Afganistán, quienes han sido testigos y víctimas de las atrocidades de Azizullah, han hablado por primera vez sobre la carnicería que se vive en sus tierras. "Es el hombre más malvado del mundo. Es por culpa de él que nos morimos de hambre en la pobreza. Trajo a sus terroristas a nuestras casas y asesinó a todos", dijo una mujer.

EE.UU. "lo dejó ir, y ahora ha venido por nuestras tierras"

"Ha asesinado a mucha gente, y asediado a muchos más. No hay fin para sus asesinatos", agregó otra vecina que ha perdido a 25 miembros de su familia, incluido su hijo. "Cortaron las cabezas de la gente, sus piernas, brazos y dedos. A algunas víctimas no pude reconocerlas debido a las barbaridades que les hicieron en la cara", relató otro residente local.

Los afganos que hablaron con RT culparon a EE.UU. de la actual situación por la que atraviesa esa región, afirmando que fueron los estadounidenses quienes liberaron a Azizullah de la prisión "inesperadamente, por alguna razón".

"Ellos lo dejaron ir, y ahora ha venido por nuestras tierras", dijo un vecino, mientras otro agregó que "si quisieran, podrían atraparlo muy rápido".

En la actualidad, la prisión de Bagram es administrada oficialmente por el Gobierno afgano, pero los locales afirman que todavía "pertenece a EE.UU.". "Bagram pertenece a los estadounidenses, el Gobierno afgano no tiene recursos para su administración. Fueron los estadounidenses quienes liberaron a Azizullah", dijo uno de los líderes de una pequeña milicia local creada para combatir la tiranía de Azizullah.

"Es el hombre más rico que conozco"

Debido al caos y la corrupción que imperan en Afganistán, Azizullah ha reclutado a cientos de combatientes y cuenta con un gran arsenal de armas. Los residentes de Mazar-e Sarif también acusan a las tropas afganas de vender armamento a esta célula del EI.

"Es el hombre más rico que conozco. Tiene apoyo del extranjero, y mucho dinero. Paga a sus combatientes casi 1.000 dólares, por eso tantos se unen a él", dijo otro miembro de la milicia local, agregando que este 'señor de la guerra' paga a sus terroristas cinco veces más que el Gobierno afgano a sus soldados. "El Gobierno afgano y EE.UU. no ayudan. Nos financiamos vendiendo nuestras casas y tierras para comprar armas y municiones", lamentaron.

RT se dirigió al Pentágono para saber si estaba al tanto de la liberación de Azizullah, que ahora dirige la nueva rama regional de Estado Islámico en Afganistán, pero aún no ha recibido contestación del Departamento de Defensa estadounidense.

Actualidad RT

Al menos 50 terroristas muertos tras el ataque iraní al Estado Islámico en Siria


El embajador de Irán en Rusia, Mehdi Sanai, ha afirmado que las acciones de su ejército pueden considerarse "respuesta a los actos terroristas perpetrados en Teherán" el pasado 7 de junio.

Al menos 50 miembros del Estado Islámico han muerto de baja como resultado de los ataques con misiles efectuados por Irán en la localidad siria de Deir ez Zor el pasado 18 de junio. Se trata del primer uso operacional de misiles de medio alcance efectuado por Teherán desde la guerra con Irak, que terminó en 1988.



Según informó el canal iraní IRINN, entre los yihadistas muertos hay seis comandantes conocidos de la organización en esa región. De acuerdo con información conocida anteriormente, Teherán lanzó seis proyectiles desde la base aérea de Kermanshah dirigidos a un puesto de mando y un centro logístico de los terroristas. Fueron destruidos además equipos y armamento.

El embajador de Irán en Rusia, Mehdi Sanai, aseguró este martes que estas acciones militares pueden ser consideradas una "respuesta a los actos terroristas llevados a cabo en Teherán" en referencia al doble ataque perpetrado en el Parlamento iraní y el mausoleo del ayatolá Jomeini, que dejaron al menos 13 personas muertos y 43 heridos.

Sanai señaló que la Guardia Revolucionaria Islámica (IRGC) había prometido responder a los atentados y "mantuvo su promesa". A su juicio, el resultado obtenido "demostró la fuerza y capacidad militar de Irán". Por otro lado, el diplomático reiteró el compromiso de Teherán en la lucha antiterrorista y la solución del conflicto en Siria y calificó el ataque de "advertencia" para aquellos que apoyan a los extremistas violentos.

Actualidad RT

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Ministro de Temer revela por acaso o nome do chefe da CIA no Brasil


O governo de Michel Temer cometeu mais uma lambança diplomática.

Ministro de Temer revela identidade de agente secreto da CIA com o qual se encontrou e irrita governo americano

No dia em que o site do Palácio do Planalto divulgou uma viagem de Temer à República Socialista Federativa Soviética da Rússia, o jornalista Pedro Carvalho, da coluna Radar On-Line, informa que a equipe do ministro Sergio Etchegoyen, chefe do Gabinete da Segurança Institucional, entregou a identidade secreta de um agente da CIA.

No dia 9 de junho, a agenda do ministro registrava um encontro entre ele e Duyane Norman, "Chefe do Posto da CIA em Brasília". Nem o próprio agente se identifica como funcionário da central de inteligência americana, e sim como "political officer".

O cargo está descrito na rede social corporativa LinkedIn. Há poucas - ou quase nenhuma - informações sobre ele na internet, o que indica que ele realmente gostaria de ter mantido sua identidade secreta, revelada pelo governo brasileiro.

No entanto, independente da revelação da identidade secreta do chefe do agente, a grande questão é: o que o governo brasileiro, fruto de um golpe parlamentar, discutiu com o chefe da agência de espionagem dos Estados Unidos?

Plantão Brasil

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TEMER VIRA PIADA APÓS ANUNCIAR VIAGEM À ‘REPÚBLICA SOVIÉTICA DA RÚSSIA’

Brasil 247 - O governo de Michel Temer acumula mais um trapalhada diplomática. Depois do ex-chanceler José Serra chamar o país de Estados Unidos do Brasil, foi a vez do site do Palácio do Planalto divulgar o nome da Rússia como "República Federativa Soviética da Rússia".

O nome oficial do país atualmente é Federação Russa. A antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas deixou de existir em 25 de dezembro de 1991, com o fim do comunismo.

A gafe foi alvo de piadas nas redes sociais, com alguns perguntando se Temer iria encontrar Mikhail Gorbachev, último presidente da URSS, ou mesmo com Brejenev e Stálin, líderes soviéticos no auge do regime. Outros lembraram ainda do álbum Back in the USSR (Perdido na URSS), dos Beatles.

Em meio à crise política que envolve o governo, Temer irá encontrar o presidente da Rússia, Vladimir Putin, o primeiro-ministro, Dmitry Medvedev, a presidente do Conselho da Federação, Valentina Matvienko, e o presidente da Duma de Estado (o Parlamento russo), Vyacheslav Volodi.

O Brasil espera conseguir a assinatura de acordos de exportação com o país europeu. Temer também visitará a Noruega, onde se encontrará com o rei Harald V e a primeira-ministra Erna Solberg, para discutirem questões ambientais.



POVO APATICO ASSISTE A DESTRUIÇÃO DO BRASIL PELOS CORRUPTOS PODERES


NEM RIMA NEM SOLUÇÃO PARA ESTE VASTO MUNDO

Pedro Augusto Pinho* - Pátria Latina

Com a distância que a idade e as dívidas me permitem ter do nosso cotidiano, fico deliciado com o barata tonta que a classe média, burguesa e desinformada, recebe a notícia que seu herói Gilmar Mendes tirou o perigosíssimo José Dirceu da cadeia Lava Jato. Sim porque tirar da prisão o médico assassino, que na sequência seria fugitivo, ou o banqueiro, que provocou e ainda provoca danos financeiros ao Brasil, ou segurar por 17 meses um processo de cunho moralizador para as eleições, além de absolver sem julgar qualquer tucano de alta plumagem que lhe caia pelo sorteio (!) de um processo, nada disso se lhe afigurava grave. Mas José Dirceu, condenado explicitamente sem provas, na palavra da colega de Gilmar, isto é imperdoável.

E, assim, batendo panelas para destruir o País que os viu nascer, e onde provavelmente viverão seus filhos e netos, esta burguesia já não sabe como lidar com um Presidente denunciado pelo emissor do cheque que o corrompera, com a maioria de seus ministros acusados de corrupção e entregando as riquezas e produções nacionais para estrangeiros num saldão que arruinaria qualquer casa comercial.

Não existe apenas a má fé de quem só olha o umbigo. Há a ignorância, pela instrução que não teve, o preconceito de tudo, em especial de todos, que não esteja em seu círculo, e pela desinformação que acompanha suas poucas leituras ou seus programas de televisão.

Vou provocar com a citação de um livro de memórias, perfeito para o que está nos acontecendo. Seu autor é um herói nacional. Infligiu, com memoráveis combates, a primeira grande derrota que os Estados Unidos da América (EUA) tiveram após a II Guerra Mundial. Os vietcongs de Ho Chi Minh foram responsáveis pela segunda grande derrota, para ficarmos no continente asiático.

“Quando o destino do país estava em risco, sucessivos governantes feudais, impotentes e corruptos e que habitualmente professavam o servilismo às grandes potências, estavam completamente envolvidos em pugnas sectárias as quais passavam a controlá-los”. “Quem poderia defender e cuidar do país quando até a guarda dos palácios se confiava aos exércitos estrangeiros?”

Kim Il Sung, avô do atual governante da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), a Coreia do Norte, escreveu pouco antes de falecer estas memórias, agora com tradução para o português: No Transcurso do Século: Mémorias volume 1, Instituto de Amizade Brasil Coreia, São Paulo, 2012.

A História da Península Coreana nos ensina que nos séculos que a Dinastia Ri governou o país sua política e seu ócio o arruinaram irrefreavelmente. Ao fim do século XIX, o Japão inicia sua ocupação da Península, com o beneplácito dos EUA. Em 1905 é firmado, por ministros do Imperador Kojong, o Tratado de Ulsa ou Eulsa, pelo qual o Japão assume efetivamente o controle de toda península. Em 29 de agosto de 1910, o Japão anexa a Coreia. Bravos coreanos, desde 1866, lutavam pela expulsão dos estrangeiros, especialmente os japoneses. Mas só após a II Grande Guerra, com a derrota do Japão, e da Guerra da Coreia (1950-1953) os países ficaram livres da ocupação japonesa. Foi mais de meio século de opressão, assassinatos, extorsões, apropriação de produções agrícolas e minerais, uso de mão de obra escrava que o Japão deixou na Coreia.

Estamos para viver esta situação.

Os que se informam fora das mídias coloniais já perceberam o aparelhamento para a Primavera Latina (expressão do jornalista francês Thierry Meyssan). As tropas dos EUA, que o golpista governo permitiu que se estabelecessem na Amazônia Brasileira, fato inédito em nossa história, serão o agente provocador, com as tropas de dois governos da banca – Colômbia e Peru. Elas invadirão a Venezuela, em nome da democracia (!). Dando então inicio ao conflito que levará à destruição de Estados Nacionais Latinoamericanos. Analistas identificam que esta primavera, tal qual as árabes, eliminará lideranças nacionais, promoverá lideranças locais ou regionais, com estreitos objetivos de poder. Líbia e Iraque terão suas versões nas Américas Central e do Sul.

E o que farão as Forças Armadas do Brasil? Assistirão passivamente a destruição do Brasil? Continuarão acreditando no saci pererê da corrupção petista? Pois as tucanas e do PMDB não provocam mais do que murmúrios. E não verão o inimigo agredindo o País?

Este é mais um artigo que procuro chamar a atenção de meus prezados leitores para o passo que a banca dará, aqui no Brasil, na América Latina e em outras partes do mundo, para eliminar os Estados, criar a terra de ninguém, como no norte da África, e passar para a etapa seguinte: reduzir a 500 milhões a população mundial.

Mas se isto não é o petebismo pelego ou o sindicalismo comunista ou o petismo corrupto, então não faz mal. As pessoas morrem mesmo, não é?

*Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado

“TIRARAM DILMA, COLOCARAM TEMER E A DESGRAÇA SE ABATEU NO PAÍS”, DIZ LULA


Brasil 247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu fortemente a classe trabalhadora, neste domingo, durante evento de posse da nova direção do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. O petista afirmou que não é justo nem eficaz que se enfrente a crise econômica por que passa o país cobrando a conta da classe trabalhadora e extinguindo direitos históricos conquistados ao longo dos anos. A retomada do crescimento só pode se dar por meio da melhora da qualidade de vida das camadas populares, geração de empregos e aumento de salários, reforçou Lula.

“Querem jogar a crise do país em cima dos trabalhadores e dos aposentados. Mas nós temos que dizer a eles: ‘não tem que tirar direito de trabalhador e aposentado. Temos que fazer a economia crescer, gerar emprego, aumentar salários. Aí, a Previdência então vai dar conta”, disse o ex-presidente.

Lula recordou a importância histórica do sindicato dos metalúrgicos e de sua luta pela democracia no Brasil. “O país que estão oferecendo a você, Wagner (Santana, novo presidente do Sindicato), é um país que vai exigir de você muitas noites acordados. E um metalúrgico não pode fechar os olhos enquanto a gente não reconquistar o direito de andar de cabeça erguida neste país, enquanto não reconquistarmos a cidadania que já tivemos”, afirmou o ex-presidente da República, que falou também sobre a retirada da presidente eleita, Dilma Rousseff, de seu cargo:

“Antes, toda desgraça era culpa do PT e da Dilma. Então, demonizaram o partido e a presidenta, tiraram a Dilma, colocaram o (Michel) Temer e o que aconteceu? Aí que a desgraça tomou conta deste país."

Também presente no evento, a recém eleita presidenta do PT, senadora Gleisi Hoffmann, proferiu discurso em consonância com as palavras de Lula. “Vocês (sindicalistas) podem se orgulhar de ter dado ao país a maior liderança popular que o Brasil já teve. O Brasil não precisa de reforma trabalhista, de reforma previdenciária. O Brasil precisa de emprego, de crescimento, de consumo. Precisa de um governo que olhe para o povo”, resumiu a parlamentar.

Já o novo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wagner Santana, afirmou que a luta da entidade que preside “não é só por nós, pela nossa categoria, é por todos os trabalhadores”. Ele disse ainda:

“Eu tenho certeza que essa categoria não abrirá mão dos direitos garantidos em lei. Que país é esse onde se propõe uma volta quase à escravidão, onde se quer permitir que o trabalhador rural possa ser remunerado não com salário, mas com casa e comida? Minha luta hoje é pelo direito dos outros, dos meus filhos, assim como meu pai lutou pelos meus direitos e meus filhos hão de lutar pelos direitos dos meus netos.”

'Terrorismo sob a capa de Estado': mídia norte-coreana critica campanha dos EUA na Síria


A agência estatal da Coreia do Norte, KCNA, acusou os EUA de realizarem uma campanha de terrorismo estatal na Síria, acrescentando que Washington prejudica a ação do governo sírio para preservar a integridade territorial do país.

"Com as ações terroristas sob a máscara de Estado, os EUA estão impedindo o governo sírio de preservar a integridade territorial do país. É como se fosse um obstáculo, enquanto os mísseis e bombas dos ianques matam pessoas inocentes em partes diferentes do mundo", disse a mídia.

A Rússia tem apoiado Damasco na sua luta contra o terrorismo desde o início da guerra na Síria em 2011, realizando operações aéreas antiterroristas contra os islamistas a partir de 2015. Além disso, Moscou envia regularmente à Síria ajuda humanitária.
Os EUA também estão envolvidos no combate ao terrorismo na Síria, sendo líder da coalizão internacional que luta contra o grupo Daesh, proibido tanto na Rússia como na síria.

No entanto, a KCNA insiste que as atividades militares dos EUA na Síria são cada vez mais e mais escandalosas. De acordo com a agência, os EUA são "o elemento-chave do terrorismo internacional", "destruindo a paz e a segurança no mundo".

Sputniknews

Fuertes combates entre Ejército sirio y las SDF made in EEUU


Las fuerzas progubernamentales sirias controlan un tanque después de arrebatar el control de la ciudad siria de Maskanah al EIIL

Estallan fuertes combates entre el Ejército sirio y las Fuerzas Democráticas Sirias tras ‎el derribo de avión de combate sirio por coalición liderada por EE.UU.‎

Los enfrentamientos comenzaron el domingo en la zona de Al-Rasafa, en el sur de la provincia de Al-Raqa (norte), poco después de que la coalición internacional anti-Daesh, liderada por EE.UU., derribase un caza Sujoi Su-22 del Ejército sirio que realizaba operaciones contra las posiciones del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe), según reporta el medio sirio Al-Masdar News.


El Departamento de Defensa de EE.UU (el Pentágono) confirmó en un comunicado el derribo del avión sirio, y como motivo pretexta que estaba atacando posiciones de su aliado, es decir, las Fuerzas Democráticas Sirias (SDF, por sus siglas en inglés), integradas por combatientes kurdos y árabes.

No obstante, el opositor Observatorio Sirio de Derechos Humanos (OSDH) descartó el informe del Pentágono, asegurando que el caza sirio no estaba atacando a las SDF en la zona.

ftm/nii/HispanTv

Muere alto cabecilla saudí del EIIL en ataque de misiles de Irán




Un alto cabecilla del grupo terrorista EIIL (Deash, en árabe) fue abatido en Siria en el ‎ataque con misiles lanzado el domingo desde suelo iraní.‎

El comandante terrorista de alto rango, identificado como Saad al-Huseini, alias Abu Saad, ciudadano de Arabia Saudí, pereció en Deir al-Zur (este de Siria), informa la Organización de Radio y Televisión de la República Islámica de Irán (IRIB, por sus siglas en inglés).

Las fuerzas de la División Aeroespacial del Cuerpo de los Guardianes de la Revolución Islámica de Irán (CGRI) bombardearon el domingo de madrugada posiciones del grupo EIIL con seis misiles balísticos tierra-tierra desde sus bases en el oeste de Irán: el ataque se produjo en represalia por el doble atentado suicida que llevó a cabo la banda en la capital iraní, Teherán, el pasado 7 de junio.

En el ataque misilístico iraní han muerto gran número de terroristas e infligido daños de consideración a los vehículos, arsenales y equipamientos de Daesh, según un comunicado del CGRI.

ftm/nii//HispanTv

Rusia cancela la cooperación con EE.UU. dirigida a prevenir incidentes aéreos en Siria



"Cualquier avión o dron que sea registrado en las áreas de operaciones de la Fuerza rusa en Siria será seguido por los aparatos de defensa antiaérea rusa", ha declarado el Ministerio de Defensa de Rusia.

Rusia ha cancelado la cooperación con EE.UU. acordada en el memorando de seguridad en Siria por el derribo del caza Su-22 de la Fuerza Aérea siria el domingo, según ha declarado este lunes el Ministerio de Defensa de Rusia.

"A partir de este 19 de junio, el Ministerio de Defensa de Rusia acaba la cooperación con la parte estadounidense en el marco del Memorando sobre prevención de incidentes y provisión de seguridad de los vuelos de la aviación durante las operaciones en Siria", según reza el comunicado oficial del Ministerio ruso.

Además, el Ministerio ruso "exige una investigación minuciosa por parte del mando estadounidense y una provisión de sus resultados y de las medidas tomadas al respecto".

"Cualquier avión o dron que sea registrado en las áreas de operaciones de la Fuerza rusa en Siria será seguido por los aparatos de defensa antiaérea rusa", ha declarado el Ministerio de Defensa de Rusia.

Poco antes, Rusia ha condenado el derribo del avión de la Fuerza Aérea siria por parte de la coalición internacional liderada por EE.UU. ocurrido el pasado 18 de junio al sur de la ciudad de Raqa. Moscú ha prevenido a Washington sobre la repetición del uso de acciones de fuerza contra el Ejército gubernamental sirio, según ha declarado este lunes el viceministro de Exteriores ruso, Serguéi Riabkov.

"El derribo del caza sirio debe ser considerado como la continuación de la línea estadounidense de esquivar las normas del derecho internacional", ha aseverado Riabkov. "¿Qué es, si no es un acto de agresión?", se ha preguntado el viceministro ruso, destacando que se trata además de "una ayuda a los terroristas contra quienes está luchando EE.UU. mientras declaran que llevan a cabo una política antiterrorista".

Actualidad RT

domingo, 18 de junho de 2017

La coalición liderada por EE.UU. derriba un avión sirio en Raqa



EE.UU. confirma que ha derribado un avión sirio que lanzaba bombas cercas de las pocisiones de los kurdos en Raqa.

El Ejército sirio ha informado de que la coalición contra el Estado Islámico liderada por EE.UU. ha derribado un avión de la Fuerza Aérea siria este domingo, informa Reuters. El avión se ha precipitado y su piloto aún no ha sido hallado.

El caza ha sido atacado por la coalición durante un enfrentamiento entre las fuerzas armadas de Siria y el Estado Islámico al sur de la ciudad de Raqa, bastión de la organización terrorista en este país, informa la agencia SANA.

El Ejército sirio afirma en un comunicado oficial que este ataque "indignante" confirma la "coordinación" existente entre EE.UU. y el EI. Las fuerzas sirias y sus aliados son la única fuerza que combate el terrorismo "con legítimo derecho" en este país.

El Mando Central del Ejército de EE.UU. ha confirmado que derribó un avión sirio que lanzó bombas cerca de las posiciones de los kurdos de las Fuerzas Democráticas Sirias apoyados por Washington, informa Reuters. EE.UU. ha calificado este ataque de "autodefensa colectiva de las fuerzas aliadas con la coalición".

La semana pasada EE.UU. lanzó bombardeos intensivos contra la ciudad de Raqa que dejaron numerosas víctimas mortales entre civiles, según reveló este martes una comisión de investigación independiente formada por la ONU. Siria reanudó este sábado su ofensiva al oeste de la ciudad, en las zonas cercanas a los campos petroleros ocupados por los terroristas.

Actualidad RT

FHC já admite união com Lula para salvar o país


Ribamar Fonseca - Brasil 247

O PSDB, maior responsável pela presença de Temer no Palácio do Planalto, continua garantindo a sua permanência no cargo, mesmo contrariando a vontade da esmagadora maioria do povo, do qual se diz representante. As principais lideranças do partido, na verdade, estão completamente tontas e confusas, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, que muda de posição todo dia, ao sabor dos acontecimentos. Ao mesmo tempo em que querem continuar dividindo o poder com Temer, usufruindo das benesses, entre outras coisas, com quatro ministros, estão preocupados em segurar seus eleitores que, decepcionados com o engajamento num governo podre, estão debandando. E isso certamente terá efeitos desastrosos para o seu projeto de poder em 2018. Afinal, como é que pretendem conquistar a Presidência da República se hoje contrariam precisamente quem poderia lhes dar os votos necessários à materialização desse sonho: os eleitores?

Poucos dias após a reunião da cúpula do partido, que decidiu ficar na base do Congresso e manter o apoio a Temer, FHC, que apoiou o golpe e sempre defendeu a permanência do peemedebista no Planalto, divulgou nota no Globo revelando que só agora, surpreendentemente, percebeu a gravidade da situação. Diante disso, defendeu um gesto de grandeza de Temer e a antecipação das eleições gerais. “Ou há um gesto de grandeza por parte de quem legalmente detém o poder, pedindo antecipação de eleições gerais, ou o poder se erode de tal forma que as ruas pedirão a ruptura da regra vigente exigindo antecipação do voto”, ele disse. Mais adiante, o tucano-mor vaticinou que “ou se pensa nos passos seguintes em termos nacionais e não partidários nem personalistas ou iremos às cegas para o desconhecido”. O ex-presidente, na verdade, fez uma verdadeira acrobacia com as palavras para justificar sua nova posição. Se quisesse, efetivamente, dar sua contribuição para solucionar o problema, bastaria levar o partido a romper com Temer. Simples e prático.

O fato é que os tucanos sabem que precisarão suar a camisa para tentar recuperar os eleitores e sua imagem, bastante abalada com a participação no golpe que derrubou Dilma e, consequentemente, com a ascensão de Temer, que vem destruindo o país de modo acelerado. E dificilmente conseguirão apagar da memória popular o estigma de que foi o presidente da legenda, o senador Aécio Neves, que deflagrou tudo isso, ao perder as eleições presidenciais de 2014. Inclusive, só “para encher o saco” dos petistas, ingressou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral pedindo a cassação do mandato da chapa Dilma-Temer, o que acabou se voltando contra os seus próprios interesses, salvos pelo voto de minerva do ministro Gilmar Mendes. E Aécio, que posava de vestal com discursos inflamados apontando o dedo sujo e pedindo a condenação e prisão de adversários acusados de corrupção, acabou desmascarado como um dos maiores corruptos do país, afastado do mandato de senador e ameaçado de ser preso a qualquer momento. Está colhendo o que plantou.

Esperto como é, Fernando Henrique, que sempre acusou o que chamou de “lulopetismo” pela corrupção no país, agora, depois da descoberta das traquinagens de Aécio, prefere fingir que não o conhece. E passou a defender veladamente a união de todos, sem partidarismos e personalismos, para que o país reencontre o seu rumo. Aparentemente, isso significa que ele já admite implicitamente uma possível aliança com Lula para “devolver a legitimação da ordem à soberania popular”. Na realidade, ele sabe, como de resto todo o Brasil, que se as eleições diretas forem antecipadas o líder petista voltará ao Palácio do Planalto, conforme atestam as pesquisas de intenção de votos , que o colocam na liderança em todos os cenários. FHC sabe, também – na verdade sempre soube mas preferiu tentar levar seu partido ao poder por um atalho – que a única solução para os problemas do país é a eleição direta, devolvendo ao povo o direito de escolher o seu governante, o que dará ao novo Presidente a legitimidade necessária para promover as medidas indispensáveis ao fim da recessão, à retomada do crescimento e a volta dos empregos.

Essa nova posição de FHC, adotada depois que finalmente percebeu com bastante atraso não haver outra solução para os problemas do país a não ser o afastamento de Temer e a convocação de eleições gerais, não deve porém ficar apenas em palavras. É imperioso partir para ações concretas, pois de outro modo ficará parecendo mais uma demagogia do tucano-mor. Considerando que o PSDB é quem está segurando a escada de Temer, basta retirá-la para que ele caia de uma vez, não existindo mais nenhum pincel em que possa segurar-se. Chega de posições dúbias, do tipo “estamos na base mas não ficaremos”, pois desse modo não terão nem o reconhecimento de Michel Miguel e muito menos do eleitorado. Torna-se urgente a admissão e votação do impeachment pela Câmara dos Deputados ou, então, a aprovação do seu afastamento, conforme o esperado pedido do Supremo Tribunal Federal. O momento é tão grave que não comporta mais hesitações ou adiamentos. É preciso por um fim nessa agonia do povo brasileiro.

Irán y China realizan ejercicios conjuntos en el estrecho de Ormuz


La Armada iraní y una flotilla de buques de guerra de China han comenzado este domingo un ejercicio naval conjunto en las aguas meridionales de Irán.

En las maniobras que se desarrollan desde la parte oriental del estrecho de Ormuz hasta el mar de Omán, las Fuerzas Navales de ambos países practican misiones de rescate, exhiben sus capacidades y comparten experiencias.

El destructor Alborz, un helicóptero de ataque y unos 700 marines y tripulantes representan a la Armada iraní en estas prácticas militares, en las que también participan, por parte de China el destructor de misiles guiados Chang Chung, la fragata de misiles guiados Jin Zhou, el buque de reabastecimiento tipo 903 y el helicóptero de ataque Chao Hu.

La flotilla china atracó el jueves en la ciudad portuaria iraní de Bandar Abbas (sur), tras realizar una visita oficial de cuatro días al puerto paquistaní de Karachi, donde tomó parte en las operaciones de entrenamiento con la Fuerza Naval de Paquistán.


El presidente iraní, Hasan Rohani (dcha.), se reúne con el ministro chino de Defensa, Chang Wanquan (izda.), en la sede presidencial en Teherán, capital iraní.

Las Armadas de Irán y China han intensificado la cooperación en los últimos años. En septiembre de 2014, una flotilla china de buques de guerra atracó en Bandar Abbas y realizó un ejercicio naval conjunto con Irán.

En los últimos años, Irán ha realizado grandes avances en su sector de defensa y ha llevado a cabo importantes ejercicios militares para mejorar las capacidades de defensa de sus Fuerzas Armadas y para probar las tácticas militares modernas y los equipos de última generación.

La República Islámica sostiene que su fuerza militar no representa ninguna amenaza para otros países y que su doctrina de defensa se basa simplemente en la disuasión.

ftm/ctl/msf/HispanTv

Estalla gran ‘guerra civil’ entre facciones extremistas en Idlib


Los grupos armados terroristas radicados en la ciudad de Idlib se han enzarzado en los enfrentamientos más serios desde el comienzo del conflicto sirio en 2011.

De acuerdo con los activistas locales citados el sábado por los medios sirios, los distritos orientales de la referida ciudad noroccidental siria han sido escenario de feroces combates entre el llamado Organismo de Liberación del Levante, un grupo vinculado a Al-Qaeda, y el Ejército Libre Sirio (ELS).

El referido organismo afirma que sus unidades han dado con una célula durmienta afín al EIIL (Daesh, en árabe), y tras una redada exitosa en su sede, mataron a uno de sus integrantes y capturaron a otro, mientras que también se hicieron con los artefactos explosivos improvisados (IED, por sus siglas en inglés) que hallaron en el sitio.

Sin embargo, los activistas de la oposición en Idlib sostienen que el cuerpo parapolicial de este organismo atacó el viernes al ELS, apoyado por Estados Unidos y Turquía, entre otros países.

Los enfrentamientos, que aún continúan, surgieron después de varios números de asesinatos o intentos de asesinato contra los altos cargos de ambas bandas. Todavía no hay detalles sobre el balance exacto de las víctimas que han dejado los choques.

La semana pasada, las fuerzas tribales de Al-Mawali amenazaron al llamado Organismo de Liberación del Levante con una gran ofensiva conjunta con todas las tribus de Idlib y Hama (centro), si los terroristas mantienen su negativa para liberar a los cautivos.

Los conflictos ponen en evidencia la hostilidad en aumento entre los grupos respaldados por Catar y las facciones radicales patrocinadas desde Arabia Saudí.

La estratégica provincia de Idlib, que se encuentra junto a las fronteras con Turquía, se ha convertido en el principal bastión de los grupos armados en Siria desde diciembre pasado, cuando el Ejército sirio logró expulsar a todos los terroristas de la ciudad septentrional de Alepo.

Desde entonces, las bandas armadas han mantenido varias peleas con el objetivo de marcar territorio y dominar los cruces fronterizos, que es un negocio lucrativo para los grupos terroristas, ya que otorga un virtual monopolio de la ayuda y las armas que son traficadas desde Turquía a Siria.

Los grupos armados también suelen cobrar dinero a la población que circula por los puestos y las rutas bajo su control, un hecho que ayuda a financiar sus actividades militares.

mjs/ctl/msf/HispanTv

Hallan sin vida a los 7 marineros de EE.UU. desaparecidos en una colisión cerca de Japón



Los cadáveres de marineros norteamericanos fueron encontrados en compartimientos inundados del buque dañado.

Los cuerpos sin vida de siete marineros del destructor de EE.UU. USS Fitzgerald que habían desparecido tras colisionar con un buque mercantil han sido encontrados un día después del incidente ocurrido en el mar de Filipinas frente a la costa de Japón, informa Reuters citando los medios japoneses.

Aunque la Marina de EE.UU. no confirma el hallazgo de todos los marineros desaparecidos, precisa que los cadáveres fueron encontrados en compartimientos inundados del buque dañado. Los cuerpos han sido trasladados a un hospital japonés, donde se procederá a su identificación.

La colisión del destructor Fitzgerald con un buque mercantil filipino afectó a su flanco delantero de estribor, causando daños significativos e inundaciones en un sector de la maquinaria y del compartimiento de radio.

Tras el accidente, tres miembros de la tripulación, entre ellos el comandante, fueron evacuados a un hospital de la ciudad japonesa de Yokosuka. Según la Marina de EE.UU., el comandante del destructor se encuentra estable, mientras que los otros dos marineros han sido tratados por laceraciones y golpes. Otros heridos en la colisión recibieron asistencia médica a bordo del buque.

Mientras tanto, las circunstancias del choque aún siguen sin esclarecerse. "Una vez completada la investigación, se podrá tratar cualquier asunto legal", afirmó un portavoz de la 7.ª Flota de EE.UU.

Actualidad RT

sábado, 17 de junho de 2017

Qual Coreia do Norte? Mundo deveria estar mais preocupado com arsenal nuclear do Paquistão


O Paquistão está desenvolvendo seu arsenal nuclear e não parece que o faça exclusivamente para dissuadir seus inimigos, escreve Kyle Mizokami, jornalista da edição americana The National Interest.

De acordo com Mizokami, o país muçulmano tem que fazer frente também a problemas relacionados com sua segurança interna, que poderão ameaçar a integridade do seu arsenal nuclear.

"O Paquistão e a Índia estão, evidentemente, em meio a uma corrida armamentista nuclear, o que que poderia, em termos relativos, resultar em arsenais nucleares irracionalmente altos. Isso nos faz retroceder ao período da Guerra Fria. É evidente que necessitamos desesperadamente de um acordo sobre o controle de armas para o subcontinente", afirmou o analista na revista The National Interest.
Mizokami indica que o Paquistão, rodeado do Irã, China, Índia e Afeganistão, tem uma "vizinhança verdadeiramente complicada, na qual existem várias questões relativas à segurança".

"O Paquistão tem sido uma potência nuclear durante décadas, e agora tenta construir sua própria tríade fazendo com que seu arsenal nuclear seja resistente e capaz de efetuar golpes de resposta demolidores", realça.

O autor do artigo explica que o programa nuclear paquistanês remonta aos anos 50, ou seja, ao início da rivalidade com a Índia. Ademais, recorda as palavras do então presidente, Zulfikar Ali Bhutto, que declarou: "Se a Índia construir uma bomba [nuclear], comeremos grama e folhas e passaremos fome, mas obteremos a nossa".

"O programa se converteu em uma prioridade depois de que, em 1971, o país fracassou na confrontação com a Índia, o que fez desaparecer o Paquistão Oriental e o converteu em Bangladesh. Os especialistas creem que foi a humilhante perda do território, muito mais do que as informações que Nova Deli estava criando armas nucleares, que acelerou o programa nuclear paquistanês", assegura Mizokami, quem agrega que a Índia fez testes da sua primeira bomba nuclear em 1974, "colocando o subcontinente no caminho da nuclearização".

Islamabad começou a acumular o combustível necessário para as armas nucleares, o urânio enriquecido e o plutônio. Seu programa nuclear foi apoiado por vários países europeus e utilizou também equipamentos clandestinos, revela o jornalista.

"Os especialistas vinham observando que o arsenal nuclear paquistanês vinha crescendo constantemente. Em 1998, o país possuía entre 5 e 25 ogivas, dependendo da quantidade necessária de urânio para cada bomba. Hoje em dia, estima-se que o Paquistão possua entre 110 e 130 bombas nucleares. Em 2015, a Fundação Carnegie para a Paz Internacional e o Centro Stimson especulavam que o Paquistão poderia produzir uns 20 artefatos anualmente, o que significa que o país poderia se converter rapidamente na terceira maior potência nuclear do mundo", revelou.
De acordo com outros observadores, Islamabad pode produzir somente entre 40 e 50 ogivas em um futuro próximo.

"A confrontação nuclear se agrava devido à hostilidade tradicional entre os dois países. Ambos estiveram em guerra várias vezes e houve vários acontecimentos, como o ataque terrorista de 2008 em Mumbai, que for dirigido pelo Paquistão", esclareceu.

Mizokami explicou que o Paquistão carece de uma doutrina de "não atacar primeiro", diferentemente da Índia e da China. Ademais, "se reserva o direito de usar armas nucleares, particularmente as táticas, de baixa potência, para compensar a vantagem da Índia em forças convencionais".

"Atualmente, o Paquistão possui uma tríade de sistemas nucleares de baseamento em terra, no mar e no ar", concluiu.

Sputniknews