segunda-feira, 31 de julho de 2017

Janot volta a pedir ao STF prisão e afastamento de Aécio Neves


O procurador geral da República, Rodrigo Janot, voltou a pedir a prisão do senador Aécio Neves, presidente licenciado do PSDB, no caso em que ele é acusado de pedir e receber R$ 2 milhões do empresário Joesley Batista. Janot também pediu o afastamento de Aécio do mandato de senador, segundo informações do jornal "O Globo".

O primeiro pedido de afastamento e prisão foi rejeitado em decisão monocrática do ministro Marco Aurélio. Caberá agora à Primeira Turma decidir sobre o assunto.

Plantão Brasil

IBOPE: PARA 79%, DEPUTADO QUE VOTAR COM TEMER TAMBÉM É CORRUPTO


Brasil 247 - Uma pesquisa realizada pelo Ibope às vésperas da sessão da Câmara que irá decidir pela abertura ou não do processo por corrupção contra Michel temer aponta que 81% dos brasileiros desejam que o processo seja aberto e o peemedebista investigado.

Ainda pensando na abertura do processo no STF, foram apresentadas algumas frases para medir o grau de concordância dos entrevistados. Observa-se que, para a afirmação "Ficarei indignado se os deputados votarem contra a abertura do processo no STF", 70% concordam, 26% discordam e 4% não sabem ou não respondem.

Frente à afirmação "Acho que a denúncia é correta e o deputado que votar contra a abertura do processo é cúmplice da corrupção" nota-se que quase 8 em cada 10 entrevistados (79%) concordam com ela, 18% discordam e 3% não sabem ou não respondem.

A pesquisa, encomendada pela Avaaz aponta que 90% dos entrevistados com idades entre 16 e 24 anos querem a investigação e entre os que tem 55 anos ou mais, 70% também desejam a abertura do processo pela Câmara. Para 73%, os parlamentares que votarem pela rejeição da denúncia não merecem ser reeleitos nas eleições de 2018.

"O que deu para perceber nessa pesquisa é que a população quer saber a verdade sobre Michel Temer. A estratégia dos deputados de dizer que, no dia 1º de janeiro de 2019, o presidente Temer vai poder responder como um cidadão comum na verdade coloca o Brasil em um suspense. Já imaginou chegar em 2019 e perceber que todas aquelas acusações de corrupção foram verdades?", ressaltou o representante da Avaaz, Diego Cassais, à Rádio CBN.

A pesquisa ouviu mil eleitores com 16 anos ou mais e foi realizada entre a segunda-feira e quarta-feira da semana passada. O levantamento possui margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Maduro tomará el mando de Fiscalía y quitará inmunidad a diputados



El presidente venezolano ha dicho que someterá a la justicia a ciertos diputados de la oposición retirándoles la inmunidad mediante la Asamblea Constituyente.

En declaraciones pronunciadas este lunes ante simpatizantes chavistas para realzar la participación de los más de ocho millones de venezolanos en las elecciones por la Asamblea Nacional Constituyente (ANC) el mandatario de Venezuela, Nicolás Maduro, ha denunciado la conducta desestabilizadora de la oposición y ha manifestado que “algunos terminarán en una celda” por intentar dar un golpe de Estado contra el Gobierno e incitar a la violencia en las protestas.

“Se acabó el sabotaje de la Asamblea Nacional (AN), hay que poner orden. (...) Habrá que levantar la inmunidad parlamentaria a quien haya que levantarle la inmunidad”, ha advertido Maduro.

En otro momento de su discurso, ha sugerido “tomar el mando” de la Fiscalía de Venezuela por los llamados de la titular de este ente, Luisa Ortega Díaz, otrora ferviente chavista, a oponerse al proceso de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC) porque, a su juicio, violenta la democracia.

“¿Qué creen que (la Constituyente) deba hacer con la Fiscalía? Reestructurarla de inmediato, declararla en emergencia y tomar el mando para que haya justicia”, ha señalado el mandatario venezolano en medio de gritos de la multitud que coreaba: “Fiscal, traidora, ya te llegó la hora”.

Maduro también ha arremetido contra los canales de televisión privados por “censurar las elecciones” y no informar sobre el proceso de la elección de 537 de los 545 miembros de la ANC, en el que según ha confirmado el Consejo Nacional Electoral (CNE) de Venezuela participaron 8.089.320 personas, es decir el 41,53 % del padrón electoral de Venezuela.

“Estamos en combate comunicacional otra vez contra las mentiras de las televisoras, ¡alerta, alerta pueblo!”, ha concluido.

Los Gobiernos de EE.UU. y varios países de la Unión Europea (UE) y la región, como Perú, Argentina, Costa Rica, Brasil, España, Chile y Canadá, entre otros, anunciaron el domingo que desconocerán los resultados de las elecciones en Venezuela.

La ANC, convocada por Maduro el 1 de mayo, en base al artículo 348 de la Constitución, tiene como objetivos ampliar y proteger los derechos sociales de los venezolanos establecidos en la Carta Magna de 1999, garantizar la paz y el diálogo ante la violencia de la oposición —que ha dejado más de 100 muertos desde abril pasado—, superar el rentismo petrolero y fortalecer la lucha contra el terrorismo.

msm/ctl/aaf/rba/HispanTv

Rusia: "Esperamos que en la situación en Venezuela no intervengan actores externos"

La Cancillería rusa considera que la intervención de actores externos puede profundizar la división en la sociedad del país latinoamericano.

El Ministerio de Exteriores ruso afirmó que espera que los actores externos abandonen los planes de intervenir en la situación en Venezuela.

"Esperamos que los representantes de la comunidad regional e internacional que, por lo que podemos juzgar, tienen la intención de no reconocer los resultados de las elecciones en Venezuela y de fortalecer la presión económica sobre Caracas, ejerzan moderación y abandonen sus planes destructivos que pueden profundizar la polarización en la sociedad", reza una nota del Ministerio de Exteriores.

Moscú también lamenta que "las fuerzas de la oposición no solo no respondieran a la convocatoria para participar en las elecciones, sino que también trataran de socavarlas, provocando enfrentamientos esporádicos que causaron víctimas". "Llamamos a las partes a detener la lucha sin sentido por el poder", reza el comunicado ministerial.

Actualidad RT

China muestra por primera vez un novedoso misil intercontinental



China ha presentado por primera vez en público su novedoso misil balístico intercontinental, con capacidad de volar más de 11.000 kilómetros.

Durante un desfile militar celebrado el domingo, con motivo del 90 aniversario del Ejército de Liberación Popular, el Gobierno de Pekín ha mostrado el misil balístico intercontinental (ICBM, por sus siglas en inglés) 'Dongfeng-31 AG’, capaz de llegar a Europa y Estados Unidos.

Según fuentes chinas, el Dongfeng-31 AG tiene una mayor movilidad y alcance respecto a su predecesor, el DF-31A, y cuenta con una lanzadera transportable mediante camiones todoterreno de ocho ejes.

Durante la demostración del poderío militar, que contó con la presencia del presidente chino, Xi Jinping, participaron un total de 12.000 efectivos, 129 aviones y 571 unidades de maquinaria terrestre.

Entre las unidades bélicas más destacadas, figuraban también los cazas de quinta generación chinos J-15 y J- 20 y bombarderos H-6K, así como los misiles balísticos antibuque DF-21D y DF-26, que también acudían por primera vez a un evento de este tipo.


Según la cadena china CCTV, el 40 % de los equipos bélicos presentados en el gran evento militar fue mostrado por primera vez al público.

Este avance de China en el sector misilístico supone una señal de alarma para EE.UU. dadas las tensiones entre ambas partes, que han suscitado previsiones sobre el posible estallido de una guerra entre Washington y Pekín.

Una eventual guerra nuclear entre ambas partes no será facil para Washington, pues muchos expertos y analistas coinciden en las ventajas de Pekín.

myd/ncl/hnb/HispanTv


Xeque-mate contra Israel nas Colinas do Golan


por MK Bhadrakumar

Tradução: Vila Vudu

Israel sofreu duro revés no conflito sírio, com a implantação da polícia militar russa na 'zona protegida' que está sendo estabelecida no sudoeste da Síria perto das Colinas do Golan. O Ministério da Defesa da Rússia anunciou a implantação na 2ª-feira. O general-coronel Sergei Rudskoy, chefe do Principal Diretorado Operacional do Estado-maior da Rússia, disse em Moscou que as forças russas instalaram pontos de trânsito e postos de observação na área sudoeste de desescalada. O general russo disse que EUA, Israel e Jordânia foram informados da implantação policial.

As áreas limítrofes da zona de desescalada foram definidas entre Rússia e EUA na véspera da reunião dos presidentes Donald Trump e Vladimir Putin em reunião paralela à cúpula do G20 em Hamburgo.

Segundo o ministro de Relações Exteriores da Rússia Sergey Lavrov, para a definição da zona de desescalada foram consideradas as preocupações de segurança de Israel. Mas o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu tem manifestado insistentemente sua rejeição contra o acordo EUA-Rússia, sob o argumento de que o acordo não levou na devida conta a percepção de Israel, que vê ameaça na presença do Irã e do Hezbollah nas regiões do sudoeste da Síria.

O ministro da Defesa de Israel Avigdor Liberman disse à mídia que Jerusalém fixou algumas linhas vermelhas: "Não toleraremos nenhuma presença iraniana na fronteira e continuaremos a agir contra isso."

Bem obviamente, Israel não confia na Rússia. Israel suspeita que seja questão de tempo até que milícias xiitas e o Hezbollah comecem a infiltrar-se silenciosamente no sudoeste da Síria, ajudando o regime de Assad e seus amigos iranianos a consolidar o controle sobre as áreas de fronteira perto de Israel e Líbano.

Mas na realidade, tudo isso é uma grande jogada estratégica. Israel há muito tempo paga, fornece suprimentos de todos os tipos e apoia os grupos extremistas (incluindo grupos de al-Qaeda e ISIS) que operam na área na qual a zona de desescalada está sendo implantada. Israel até forneceu apoio de fogo para esses grupos terroristas sempre que foram atacados por forças do governo sírio.

Israel esperava que a área pudesse, de algum modo, ser mantida como uma zona de 'conflito congelado', a qual, com o tempo, poderia ser anexada por Israel. Israel portanto preferia que a zona de desescalada próxima das Colinas de Golan fosse implantada pelos EUA – não pela Rússia. Mas Washington não dá sinais de querer envolver-se. Como se lê num comentário publicado essa semana na revista Atlantic:

· "O Pentágono está focado em operações em Mosul e Raqqa, a centenas de quilômetros de distância – comandantes em campo com certeza considerariam qualquer presença militar dos EUA no sudoeste da Síria como cara e desnecessária dispersão de força humana na luta contra o Estado Islâmico. Dados os limitados recursos de inteligência-vigilância-reconhecimento na região, é também improvável que o Comando Central dos EUA aceitasse desviar as já escassas plataformas ISR para monitorar o cessar-fogo (...). Tudo isso (...) significa que o cessar-fogo Trump-Putin provavelmente está entregando à Rússia as chaves do sudoeste da Síria."


É mais ou menos o que se desenrola em campo. O acordo EUA-Rússia declara que a supervisão da área de desescalada será feita pela polícia militar russa.

É xeque-mate contra a política intervencionista de Israel na Síria. Os monitores russos reagirão firmemente, se Israel se comportar como criança mimada.

Dito claramente, o sonho israelense de expansão territorial para o sudoeste da Síria, como parte de uma 'Israel Expandida' (que iria além até das Colinas do Golan ocupadas) espatifou-se na aterrissagem. O plano B de Israel era que, como parte de qualquer acordo na Síria, a 'comunidade internacional' teria de, no mínimo, legitimar a ocupação das Colinas do Golan. Também não acontecerá.


Mais uma vez a credibilidade de Netanyahu sofre duro golpe. Há dois anos, sua 'linha vermelha' contra o programa nuclear iraniano – que Israel agiria militarmente e autonomamente contra o Irã, etc. – acabou também completamente desmoralizada. Agora, Netanyahu vem com nova 'linha vermelha' no front setentrional de Israel, contra a presença iraniana na Síria... mas não tem capacidade para fazê-la valer. Mais uma vez, a comunidade internacional simplesmente ignora os maus modos de Israel.

Muito significativamente, os EUA nada fizeram para se opor a uma massiva operação do Hezbollah que começou semana passada para tomar o controle das colinas na fronteira Líbano-Síria que estavam sob ocupação de vários grupos terroristas como Ahrar, al-Qaeda, ISIS (alguns dos quais companheiros de cama e mesa de Israel). A mídia iraniana noticiou hoje que os combatentes do Hezbollah alcançaram ali uma vitória retumbante. Claro: é imensamente importante para o Hezbollah (e o Irã) garantir que a fronteira Líbano-Síria permaneça aberta.

Coreia do Norte: O destino dos EUA é a ruína



"Nosso país já declarou que reduzirá o continente americano a cinzas por meio de nossos poderosos ataques nucleares se este recorrer a um movimento imprudente.

Nosso país realizou o 2º teste de fogo do ICBM Hwasong-14, que simulou o alcance máximo. Isso claramente provou mais uma vez que nossa declaração não é uma conversa vazia.

Nenhuma força na terra pode ser comparada à de nosso país, que possui as armas estratégicas mais poderosas, precisas e diversificadas, as armas Juche, capazes de atacar qualquer região, qualquer alvo em qualquer lugar do mundo.

A justiça está ao lado do nosso país, e os EUA estão destinados à ruínas pela forma de guerra que provoca.

A única maneira de os EUA escaparem de sua inevitável condenação é abandonar sua ameaça nuclear e política hostil em relação ao nosso país."


Mun Hak Chol, físico nuclear

Engenheiro-chefe do Complexo de Energia Térmica de Pyongyang

Vitória da revolução bolivariana! Constituinte na Venezuela tem mais de 8 milhões de votos


Constituinte venezuelana tem 41% de participação, maior que as eleições americanas de 2014

Miguel do Rosário - o Cafezinho

(Filas de eleitores se preparando para votar. Foto: Douglas Finger, nosso correspondente na Venezuela)

Boletim divulgado há pouco pelo ICS (ver abaixo), uma agência de pesquisa política e eleitoral da Venezuela, revela que o número de eleitores que participaram do pleito deste domingo, para eleger uma Assembleia Constituinte, já soma mais de 8 milhões.

As eleições na Venezuela não são obrigatórias.

Eleitores de todo país enfrentaram as situações mais adversas para poderem participar da Constituinte e demostrar seu apoio à revolução bolivariana.

A campanha midiática internacional fascista, repleta de mentiras, está prestes a sofrer uma dura derrota.

LULA, AMORIM E HADDAD DENUNCIAM CRIME DE LESA-PÁTRIA DE TEMER


Brasil 247 - Idealizadores do projeto da Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana), em Foz do Iguaçu (PR), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus ex-ministros Celso Amorim e Fernando Haddad publicaram nesta segunda um artigo na Folha de S.Paulo em que denunciam a intenção de Michel Temer e seu governo de fecharem a instituição.

"Não podemos permitir que os povos latino-americanos e caribenhos deixem de dispor de um ponto de encontro para seus jovens intelectuais, professores e pesquisadores.

Não podemos voltar ao tempo em que o diálogo tinha que passar necessariamente por instituições norte-americanas ou europeias", escrvem

Confira abaixo o a íntegra do artigo:

A integração da América do Sul -e mais amplamente da América Latina e Caribe- foi uma prioridade de primeira hora de nosso governo, enunciada de forma clara já no discurso de posse, em 2003.

Seguiram-se ações concretas para o fortalecimento do Mercosul e avanços na integração sul-americana, que teve como um dos principais marcos o Acordo Mercosul-Comunidade Andina.

Deste acordo, nasceria a Casa (Comunidade Sul-Americana de Nações), precursora da Unasul (União de Nações Sul-Americanas).

Em dezembro de 2008, alargamos o horizonte da cooperação com a realização da primeira Calc (Cúpula dos Países da América Latina e Caribe), passo inicial para a criação da Celac (Comunidade da América Latina e Caribe).

Não descrevemos todas essas siglas com o objetivo de embaralhar o leitor nessa teia de organizações internacionais. De fato essas foram medidas de grande alcance para que a América Latina pudesse cuidar de seus interesses, sem a tutela de nações ricas que sempre haviam exercido hegemonia sobre a nossa região.

Conflitos potenciais entre países e crises internas puderam ser encaminhados de forma adequada, sem interferências ou imposições de interesses exógenos. A América do Sul ganhou personalidade internacional, promovendo diálogo e cooperação com outras nações em desenvolvimento da África e do mundo árabe.

Faltava coroar o esforço de integração com uma instituição de natureza educativa e cultural, capaz de aproximar os povos da América Latina e do Caribe, a começar pelos jovens. A criação da Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana), em Foz do Iguaçu (PR), veio suprir essa necessidade.

A instituição conta com 3.500 alunos matriculados, de diversas partes do Brasil e de outros 19 países da região. Oferece 22 cursos de bacharelado, sete cursos de licenciatura, 13 cursos de pós-graduação.

Em todos os cursos de graduação, a universidade oferece metade das vagas para estudantes brasileiros e metade para estrangeiros. No decorrer deste ano, realizou 160 projetos de extensão e 326 de pesquisa. Tais ações beneficiam mais de 115 mil pessoas de 20 municípios da região-fronteiriça.

É inacreditável que um projeto dessa grandeza, de alto valor simbólico, esteja ameaçado por uma proposta parlamentar que visa a extinguir a Unila, a pretexto de transformá-la na Universidade Federal do Oeste do Paraná.

No entanto, a região já dispõe da Universidade Federal do Paraná e da Unioeste, com campi em dois e em cinco municípios, respectivamente, além do Instituto Federal do Paraná, que oferece formação em nível superior.

A proposta de extinção da Unila está contida na emenda aditiva nº 55, apresentada pelo deputado federal Sérgio Souza (PMDB/PR) a uma medida provisória que versa sobre as regras do Fies.

Vale lembrar que a lei nº 12.189, de 2010, que determinou a criação da Unila, foi aprovada por unanimidade em todas as comissões pelas quais passou.

Não podemos permitir que os povos latino-americanos e caribenhos deixem de dispor de um ponto de encontro para seus jovens intelectuais, professores e pesquisadores.

Não podemos voltar ao tempo em que o diálogo tinha que passar necessariamente por instituições norte-americanas ou europeias.

A integração da América do Sul e da América Latina e Caribe não é projeto de um governo apenas. Nada tem de ideológico. É a realização de um mandato constitucional.

O futuro do Brasil está inevitavelmente ligado ao dos demais países da região. Não há paz sem desenvolvimento, mas tampouco há desenvolvimento sem paz.

E não haverá integração se não apoiarmos iniciativas que aproximem as cabeças pensantes de nossos países.

Fechar a Unila, seja qual for o pretexto, não é apenas um crime contra a jovem intelectualidade latino-americana e caribenha. É um crime de lesa-pátria.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA foi presidente da República (2003-2011)

FERNANDO HADDAD foi ministro da Educação (governos Lula e Dilma) e prefeito de São Paulo

CELSO AMORIM foi ministro de Relações Exteriores (governo Lula)

Terrorismo na Venezuela: durante votações, oposição explode bomba e mata 8 policiais


Opinião do Plantão: É de estranhar como a classe mérdia brasileira chama de vândalos quem joga uma pedra em protesto aqui no Brasil mas acha linda a oposição venezuelana que já queimou 22 pessoas vivas desde maio, explode bombas e está destruindo o país inteiro.

Segue a notícia do Tijolaço:

Ao contrário do que fez o arremedo de diplomacia que tem o Brasil, que correu a se alinhar aos Estados Unidos e deslegitimar a eleição da Constituinte da Venezuela, fiz o que qualquer pessoa de mínimo bom-senso faria: esperar as urnas se fecharem.

A votação convocada pelo Governo Maduro, mesmo com todo o clima de intranquilidade provocado por situações impensáveis -será que não vai haver uma palavra sobre “manifestantes” que colocam uma bomba incendiária na passagem de um grupo de motociclistas da polícia? – atraiu mais de oito milhões de eleitores.

Quinze dias atrás, o plebiscito informal convocado pela oposição reuniu, segundo os seus próprios promotores, 7,1 milhões de eleitores.

Nas últimas eleições legislativas no país, votaram 14,3 milhões de venezuelanos.

Não basta, porém, dizer que o chavismo “venceu” – e sim, houve muito de vitória no comparecimento maciço a uma eleição ameaçada por tiros, bombas e um imenso boicote de imprensa, interno e externo, porque 56% dos votantes de uma eleição “normal” compareceram.

Passamos o dia, ontem, ouvido e lendo bobagens sobre seções eleitorais vazias e declarações de oposicionistas de que só 10% dos eleitores compareceriam. Mentiras, mas quase unânimes na mídia, que sustentavam declarações de gente, por não-venezuelana, que deveria guardar silêncio diante de um processo eleitoral.

Mas também não se pode que a oposição, que alcançou 49% do colégio eleitoral de fato em seu plebiscito, “perdeu”, ainda que, provavelmente, pela falta de registros confiáveis, este número possa ter sido sensivelmente menor.

Quem está perdendo é a possibilidade de normalização da vida na Venezuela.

Desde 2002, quando sofreu um golpe de estado, a Venezuela foi mergulhando num processo de radicalização absoluta que, com a crise do petróleo, a partir de 2014, se aprofundou. Não existem, hoje, no mundo ou na América Latina, forças diplomáticas capazes de ajuda-la a encontrar algum equilíbrio e capacidade de funcionar. E a morte de Hugo Chávez tirou do país a única figura que poderia, por seu tamanho, encontrar o caminho de uma mínima composição.

Os países latinoamericanos, que jogaram, na primeira década do século, um papel vital nos conflitos venezuelano, desta vez, parecem estar dispostos ao contrário, a apostar no caos. Brasil e Argentina, sobretudo, pouco ficam a dever à histeria trumpista no trato com o país e apostam em medidas de retaliação no Mercosul contra um país que perdeu mais da metade de sua renda com a crise dos preços do petróleo, mas que é parte indispensável de qualquer projeto de integração continental.

Infelizmente, a diplomacia brasileira desceu ao nível de molecagens como a que fez Aécio Neves ao simular um “cerco” chavista à sua viagem de provocação àquele país.

As relações internacionais de um dos maiores países do mundo, como o Brasil, não podem ser comandadas por um Kim Kataguiri da terceira idade.

domingo, 30 de julho de 2017

Así transcurren el proceso electoral en todo el país para elecciones a la Constituyente



Por: Albaciudad.org / Aporrea.org

El ministro del Poder Popular para la Comunicación e información, Ernesto Villegas, desde su cuenta en Twiiter @VillegasPoljak, ha estado realizando el reporte de lo que ha sido el proceso de votación en todos los rincones del país. Chacao, Parroquia Coche, Avenida Sucre de Catia, Poliedro de Caracas, Ciudad Caribia, Municipio Cárdenas del estado Táchira, Cagua estado Aragua, Municipio Carrizal del estado Miranda, son sólo alguno de los sectores reportados.

OPOSIÇÃO NA VENEZUELA EXPLODE BOMBA CONTRA TROPAS DO GOVERNO


Revista Fórum - A população venezuelana vota para eleger 545 membros da Assembleia Constituinte neste domingo (30). Manifestantes contra o governo do presidente Nicolás Maduro e militares entraram em confronto na capital Caracas.

A explosão de uma bomba deixou ao menos quatro soldados feridos, segundo a agência de notícias France Presse, e um policial se feriu após a explosão de três motos da polícia, de acordo com a EFE.

O Ministério Público divulgou que um dirigente de oposição foi morto a tiros em um protesto antes do início das votações no domingo.

Um candidato foi morto no sábado (29), e deputados opositores relatam a ocorrência de outras três mortes de manifestantes antes do início da votação. A France Presse também afirma que dois homens foram mortos a tiros durante a madrugada, próximos a um dos locais de votação.

Na tarde de domingo, o Ministério Público informou a morte de Luis Zambrano, de 43 anos, que levou um tiro na cabeça durante protestos em Barquisimeto, e do militar Ronald Ramírez, também baleado, em La Grita, Táchira.

O país culpado pelos refugiados não paga a conta


As grandes ondas de refugiados das últimas decadas foram consequências de guerras e intervenções militares dos sucessivos governos dos EUA.

As milhares de mortes de homens, mulheres, idosos e crianças no mar Mediterrâneo, foram — e são — consequência direta das guerras e intervenções militares dos governos dos EUA.

A deterioração do modo de vida europeu, onde milhares de cidades foram tomadas por grupos de refugiados sem teto e sem perspectivas de trabalho, levando insegurança para comunidades tradicionais em diversos países, são culpa das guerras dos governos norte-americanos.

Todas essas verdades cristalinas não são publicadas nos meios de comunicação do ocidente. Os meios de comunicação — de forma covarde — se referem ao drama dos refugiados como se fosse algo “caído do céu”, sem nenhuma ligação com a lógica dos fatos que apontam como culpado de tudo, de todas as desgraças que assolam os refugiados e os países europeus, os governos dos Estados Unidos da América.

A maioria dos refugiados que hoje vagam pela Europa é oriunda da Síria, Afeganistão, Iraque, Líbia, Sudão, Congo, Somália, entre outros países onde os EUA levaram guerras para saquear recursos naturais ou para criar tensões para vender armas.

Por trás de todos os discursos floridos nos meios de comunicação ocidentais, está a pratica continuada do imperialismo norte-americano ao longo dos séculos, deixando como resultado consequências nefastas e tragédias para a vida de milhões de refugiados obrigados a deixar seus países transformados em inferno pelas bombas e projéteis dos soldados norte-americanos. Ou, por países cujos governantes são títeres ou fantoches dos governos dos EUA, e fazem o “serviço sujo” para justificar intervenções, guerras e revoluções.

Esta é a verdade pura e simples.

Segundo a ONU, até 2015, 65 milhões de refugiados se dirigiram à Europa, fugindo de guerras, crises, fome e revoluções, da maioria de países onde os EUA interviram militarmente. Este número é considerado abaixo da realidade porque outros milhões escaparam dos controles de fronteiras. Não é difícil hoje encontrar em diversas cidades europeias levas de refugiados que vagam em busca de alimentos sem nenhum registro nos órgãos de imigração. Nos últimos anos as ondas de refugiados aumentaram, em função do agravamento das guerras na Síria, Iraque e Afeganistão, com a agravante de que novas rotas indetectadas pelas autoridades foram descobertas ou criadas na Europa.

Em meio a essa tragédia humana, o culpado de tudo isso não paga a conta: o governo dos EUA.

A ameaça terroristas está presente hoje na Europa graças aos governos dos EUA. Ao enviar armas e dinheiros para terroristas disfarçados de rebeldes na Líbia, Afeganistão, Iraque e Síria, armaram os mais perigosas grupos terroristas do mundo que hoje estão infiltrados e preparando ataques em diversos países europeus.

Donald Trump, além de proibir a entrada de estrangeiros de alguns países islâmicos onde os EUA criaram guerras, ainda reduz verbas para as entidades norte-americanas que cuidam dos refugiados. E não destina recursos para os países europeus que sofrem com os refugiados.

José Gil


Deputado tucano diz que Temer não cairá porque o povo também é corrupto e o entende


Na semana que vem, a Câmara dos deputados decidirá se autoriza o STF a processar criminalmente o presidente Michel Temer, que, segundo recente pesquisa Ibope, é rejeitado por 70% dos brasileiros e aprovado por apenas 5% – de longe, o presidente mais impopular da história.

Não que isso seja importante para condenar ou enaltecer um presidente. Dilma deixou o poder com 11% de aprovação por conta de uma trapaça que ludibriou um povo que, agora, demonstra que é a origem do altíssimo nível de corrupção no Brasil.

A opinião que você acaba de ler acima não é (só) desta página, mas de deputados federais experientes entrevistados por um colunista da Folha de São Paulo.

Para o deputado Miro Teixeira (Rede-RJ), os deputados vão salvar Temer de ser afastado do cargo e processado pelo STF porque grande parte deles também está enrolada na Lava Jato.

Teixeira votou a favor do impeachment de Dilma e diz que votará contra Temer. Sem diferenciar a situação de uma e do outro, reconhece que, como agora as ruas estão vazias, não serão conseguidos os 342 votos necessários ao afastamento do presidente.

Já o deputado tucano Bonifácio de Andrada diz que Temer vai se safar com mais de 200 votos. Para ele, a Câmara vai acobertar a corrupção do presidente porque é “a representação do povo” e se “os deputados não são santos (…) o povo também não é santo”.

O tucano diz que “O povo não gosta do Temer, mas também não aporrinha os deputados para votarem contra ele. Para nós, políticos, o Temer é bom porque dialoga com o Congresso”.

Andrada diz que votar contra a vontade do povo não irá prejudicá-lo se a economia melhorar. “O pessoal esquece isso”, diz ele. “O eleitor tem memória muito fraca. Daqui a um ano, já esqueceu”.


Esse sujeito está coberto de razão. Dilma não foi cassada por corrupção, mas por ter feito empréstimos bancários para pagar Bolsa Família, aposentadorias etc. Já Temer está sendo acusado de crime comum que tem até gravação em que o acusado confessa esse crime.

Dilma foi cassada sem uma razão plausível porque as classes média e rica se mobilizam espontaneamente para defender seus interesses e acreditou que os governos do PT foram ruins para si.

Há poucos dias, participei de reunião com o ex-presidente do Ipea Jessé de Souza e ele concordou com a minha tese de que as cotas étnicas e sociais nas universidades foram dos fatores que mais levaram as classes sociais mais favorecidas a se engajarem na guerra ao PT.

A razão é muito simples: o ensino superior é o fator preponderante na ascensão social. Reservando o ensino superior de qualidade para os mais ricos, os pobres não ascendem socialmente e os ricos se perpetuam no topo da pirâmide.

Para que isso funcione, basta manter ruim a escola pública. Os mais ricos pagam boas escolas para os filhos e estes conseguem melhor desempenho no injusto sistema de vestibular, que coloca alunos oriundos de péssimas escolas para disputar vagas com alunos oriundos de escolas de alto nível.

O sumiço dos paneleiros prova que a conversa sobre “corrupção” que justificaria a guerra contra Lula, Dilma e o PT não passou de papo furado. Foi só uma desculpa para justificar a farsa do impeachment por conta de supostas “pedaladas fiscais” da ex-presidente.

Note-se que enquanto Temer está comprando deputados e senadores à luz do dia e aumentando impostos para compensar o uso de dinheiro para corrompê-los, as antes exaltadas classes A e B não dão um pio, não batem panela, não fazem manifestações.

Fique de olho nos comentários deste post. Vou publicar todos os hipócritas que virão a esta página acusar Lula e o PT apesar de estarem fora do poder e não dizem uma palavra ao serem roubados por Temer, Aécio e outros políticos de direita acusados de corrupção com provas de verdade, incontestáveis.

Isso porque, de fato, o povo brasileiro é corrupto. O deputado tucano supracitado está certíssimo.

Esses sujeitos que vêm ao Blog da Cidadania acusar o PT de corrupção não revelam seus nomes porque, em geral, são sonegadores, picaretas de todos os tipos que não resistem a um atestado de antecedentes criminais ou a uma pesquisa na Receita Federal.

Se qualquer um desses seres rastejantes fosse mesmo contrário à corrupção estaria indignado com Aécio, Temer e cia, os quais estão escapando da lei apesar de suas culpas estarem cabalmente comprovadas. Muito ao contrário de Lula, contra quem não há uma só prova de corrupção.

Plantão Brasil

sábado, 29 de julho de 2017

Boicote econômico contra a Venezuela faz a passagem aérea entre SP e Caracas atingir o preço de R$ 26 mil


por Laura Capriglione - Jornalistas Livres

O cerco econômico montado pelo imperialismo à Venezuela já tem contornos superlativos. Agora, quem quiser viajar de São Paulo a Caracas, embarcando no sábado (29/7) e voltando no sábado seguinte (5/8), terá de pagar a bagatela de R$ 26 mil.

Viagem realizada nos mesmos dias, entre São Paulo e a Cidade de Manágua custaria R$ 4.100. Ao Japão custaria R$ 5.952.

Detalhe: Caracas e Manágua contabilizam tempo de vôo similar até São Paulo, cerca de 10 horas. O Japão fica a 25 horas de viagem.

O escândalo inflacionário do transporte aéreo para a Venezuela explica-se pelo boicote montado por dez companhias aéreas que operavam no aeroporto Simón Bolívar, de Caracas.

Em 2014, a Air Canada encerrou suas operações no país. Depois vieram a Alitalia, Lufthansa, Latam, Aeroméxico, Gol, Tiara Air e United Airlines. A Avianca foi a nona a deixar o mercado venezuelano, o que ocorreu nesta quinta-feira. A Avianca detinha 54% da operação na rota Bogotá-Caracas e 77% na rota Lima-Caracas. No mesmo dia, a Delta Airlines anunciou igualmente a suspensão de seus vôos para Caracas. A alegação: “questões de segurança” (SQN).

Quais? Eles não explicam.

Interessante coincidência: Delta e Avianca suspendem seus vôos às vésperas da eleição dos deputados que elaborarão a nova Constituição venezuelana. O pleito deve ocorrer neste domingo (30/7), em meio a uma desesperada tentativa da direita de impedi-lo, o que incluiu mais ações de sabotagem econômica e um locaute de dois dias.

O próprio presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que redobraria a pressão contra o regime do presidente Nicolás Maduro. Em comunicado divulgado há dez dias, o mandatário americano disse que tomará “fortes e rápidas ações econômicas” se for mantida a eleição dos membros da Constituinte.

Como a Venezuela não deu mostras de hesitação em relação à convocação da Constituinte, as companhias aéreas (entre outros setores do empresariado), resolveram apertar o laço em torno do pescoço do povo venezuelano, que quer aprofundar as transformações sociais iniciadas há quase 20 anos pelos governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro.

Governo indigno de Temer deve chamar sobre si todas as maldições do povo


Por Alex Solnik, jornalista, já atuou em publicações como Jornal da Tarde, Istoé, Senhor, Careta, Interview e Manchete. É autor de treze livros.


“Quando um governo não respeita a pública opinião, quando se não importa que seus atos sejam censurados, quando mesmo não tendo consciência política tudo despreza, tudo trata de resto e só lança o sorriso de escárnio sobre o código sagrado e fundamental do estado e como desprezando-o o atira por terra, pisa-o e o conspurca, o que se deve esperar de tal governo? De que crimes não se tem ele revestido? Um governo semelhante é indigno de dirigir uma nação esclarecida, é incapaz de reger homens livres, deve chamar sobre si todas as maldições do povo, a espada da justiça deve estar pendente sobre a sua cabeça, para que não insulte a lei e enxovalhe o povo que o sustenta e tolera”.

Esse texto, que parece prever, ipsis literis, os sentimentos dos brasileiros em relação ao atual governo Temer e a forma como ele reage, com “sorriso de escárnio”, foi publicado a 14 de março de 1840 na página 7 do jornal “A Ortiga”, do Rio de Janeiro e critica a última regência que governou o Brasil antes da maioridade de Dom Pedro II, que viria quatro meses depois.

É assustador! Se um artigo de 177 anos atrás que põe o dedo na ferida de um governo eivado de imoralidades e rejeitado pelo povo serve para ilustrar perfeitamente o governo atual podemos concluir que a política em nosso país é a mesma do tempo do império, que os brasileiros estão muito mais acomodados hoje do que no tempo do império e que governos praticam crimes contra o povo seja qual for o regime ou sistema de governo: monarquia ou república, ditadura ou democracia.

Se não nos dermos conta da complexidade do problema jamais o solucionaremos.

Não é uma operação policialesco-judiciária que vai acabar com isso.

O que estamos vendo é o contrário: um governo corrupto e unido acaba com a operação policialesco-judiciária antes de ser destruído por ela.

EEUU seguirá armando a rebeldes sirios


Rebeldes del Ejército Libre de Siria (ELS), durante un entrenamiento militar en la ciudad de Alepo (norte de Siria)

EE.UU. continúa entrenando a los rebeldes sirios en su base en Jordania, revela un portavoz de la Brigada Al-Umari del llamado Ejército Libre de Siria (ELS).

En declaraciones publicadas este sábado por la agencia de noticias local Smart News, la mencionada fuente ha informado de que Washington provee entrenamiento a los grupos rebeldes sirios para luchar contra la banda terrorista EIIL (Daesh, en árabe).

El informe se difunde en medio de los rumores que indicaban que Estados Unidos había desechado completamente este programa. Además, las autoridades estadounidenses han aclarado que no entrenan ni ayudan a los grupos rebeldes en su lucha contra el Gobierno de Damasco y sus aliados en el sur de Siria.

En reacción a dicha decisión, muchas facciones rebeldes han abandonado la supuesta coalición antiterrorista, liderada por Estados Unidos, para expresar su descontento.

Por otra parte, varios grupos rebeldes en el sur de Siria han formado una coalición propia enfocada en combatir a las fuerzas del Gobierno sirio y sus aliados. Esta nueva coalición no recibirá ningún apoyo de EE.UU. ni de Jordania, pues, según ella, estos Estados no buscan combatir a Daesh.

Durante el mes de febrero circulaba información que precisaba que la Agencia Central de Inteligencia de EE.UU. (CIA, por sus siglas en inglés) había paralizado su programa secreto destinado a armar y equipar a los rebeldes para derrocar al presidente de Siria, Bashar al-Asad, debido a la ineptitud de los grupos armados sirios, en especial al pésimo rendimiento del llamado ELS —uno de los principales receptores de armas estadounidenses— en el campo de batalla.

En el transcurso de los seis años desde que comenzara la crisis siria, Estados Unidos ha lanzado varios programas para tratar de armar a los ‘rebeldes moderados’, empero, estos no han sido fructíferos, ya que las armas, e incluso miembros de estos grupos, han acabado en las filas de bandas terroristas como el EIIL (Daesh, en árabe) o los rebeldes han expresado su deseo de acercarse a grupos como Al-Qaeda.

msm/ctl/bhr/mkh/HispanTv

Informe revela cómo EEUU roba antigüedades de Siria


Un convoy de las fuerzas estadounidenses cerca de Yalanli, al oeste de la ciudad siria de Manbiy (norte)

Estados Unidos está robando objetos antiguos en Siria a través de las bases militares que ha instalado en este país árabe.

Asi ha indicado este sábado el portal de noticias sirio Al-Hadath, al tiempo que ha tachado de "sin sentido" la instalación de numerosas bases militares estadounidenses en Siria.

En este contexto, ha destacado que testigos locales han revelado “movimientos sospechosos” cerca de una de estas bases, situada entre la región de Yirud y Al-Dumayr en Rif Damasco, que rodea la capital homónima.

Últimamente, varios helicópteros estadounidenses han entrado vacíos a dicha base militar, pero han salido cargados de objetos, han aseverado testigos oculares a Al-Hadath.

Además, han sostenido que en algunas ocasiones los helicópteros trasladaron máquinas de excavación a la zona y luego se aclaró que las utilizaban para explorar las regiones históricas y arqueológicas.

Estados Unidos expande el número de sus bases militares en Siria, so pretexto de luchar contra los grupos terroristas. Sin embargo, tanto Siria como sus aliados en la lucha antiterrorista han condenado la presencia de EE.UU. y su coalición en el territorio sirio, ya que esta no cuenta con la autorización del Gobierno de Damasco ni ha sido avalada por el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas (CSNU).

Esta zona, que antes del inicio de la crisis en Siria fue el centro de atención de los traficantes de objetos antiguos, es un sitio arqueológico famoso por sus monedas de oro y antigüedades que podrían pesar decenas de toneladas, explica un comerciante de antigüedades sirio.

Según varios informes, los grupos terroristas también al aprovecharse del conflicto en Siria, roban y ganan millones de dólares por la venta de los objetos antiguos y arqueológicos de este país árabe.

El grupo takfirí EIIL (Daesh, en árabe) vende los objetos antiguos robados de Siria e Irak a los compradores en Estados Unidos y Europa para así financiar sus actividades terroristas, de acuerdo a los documentos presentados por una fuente de la banda ultraviolenta, recogidos en abril de 2016 por la agencia de noticias rusa RT.

fdd/ctl/bhr/mkh/HispanTv

Venezuela: "EE.UU. está creando la sensación de que estamos al borde de una guerra"


El canciller venezolano denuncia que Caracas se enfrenta a una operación desestabilizadora orquestada por la CIA, a la que acusa de estar detrás de la oposición.

Tras orden dada por Washington a su personal diplomático y a sus familias para que abandonen la nación bolivariana antes de las elecciones del domingo, el canciller de Venezuela, Samuel Moncada, ha denunciado que el Gobierno de Estados Unidos crea deliberadamente alarmas y desinformación para sembrar el caos en su país.

"Están creando la sensación de que estamos al borde de una guerra, y de que la insurrección fascista que ellos promueven está venciendo", ha declarado este sábado el ministro de Exteriores en una alocución televisada.

"Si ellos evacúan a su personal como si fuera un acto de un país que está a punto de caer en el abismo, otras embajadas copian, porque dicen, algo saben los norteamericanos que nosotros no sabemos, entonces las líneas aéreas empiezan a copiar, algo saben estos diplomáticos que nosotros no sabemos", ha señalado Moncada.

"Es una operación de desinformación de la CIA"

Asimismo, el canciller ha asegurado que Caracas se enfrenta a una operación desestabilizadora orquestada por la CIA, a la que acusa de estar detrás de la oposición.

"Esto es una operación de desinformación", ha enfatizado Moncada, en relación a la salida de los diplomáticos norteamericanos del país bolivariano. "Vayan a las calles de Caracas hoy, alrededor de acá, y vean que no hay ningún caos", ha asegurado.

Moncada también ha comentado que la medida se produce justo cuando el Gobierno estaba en "proceso de ofrecer garantías" a todas las delegaciones extranjeras presentes en Venezuela. "Eso no lo hacen ni en Irak, no lo hacen en los países donde ellos bombardean", ha matizado el jefe de la diplomacia.

Este jueves el Gobierno estadounidense ordenó a sus diplomáticos y familiares que abandonen Venezuela antes del domingo.

Washington también autorizó la "salida voluntaria" de su personal en Caracas y advirtió a sus ciudadanos sobre los riesgos de viajar a la nación caribeña.

El 30 de julio el país está convocado a participar en la elección de los miembros de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC), un comicio que ha sido rechazado por Washington.

Venezuela y Estados Unidos mantienen una débil relación que se tensó con las sanciones anunciadas este miércoles por Washington contra 13 funcionarios y militares venezolanos.

Actualidad RT

“O Globo” e o jornalismo de guerra


A propósito do noticiário e das opiniões publicadas nesta sexta-feira, 28 de Julho, no jornal “O Globo”, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff esclarece:

1. “O Globo” mente e distorce os fatos, como de costume. O jornal continua fomentando ilações sem fundamento. Não podemos esquecer que deu lastro aos golpistas que, hoje, afrontam o país.

2. As Organizações Globo fazem um jornalismo contra as forças populares e progressistas. Nada de novo. A empresa tem experiência nisso, como mostra a História, mas, mesmo assim, é forçoso esclarecer.

3. Não é verdade que a presidenta eleita Dilma Rousseff tenha nomeado Aldemir Bendine para a Petrobrás com o propósito de bloquear acordos de leniência de empresas envolvidas na Lava Jato. “O Globo” não menciona, mas foi no governo de Dilma Rousseff que se modernizou a legislação contra as organizações criminosas e criou-se, por medida provisória, as condições para o acordo de leniência.

4. A presidenta eleita apoiou esses acordos de leniência com o objetivo de preservar as empresas e os empregos, mas punindo os responsáveis por corrupção.

5. Durante todo o seu governo, Dilma Rousseff não criou obstáculos às investigações de corrupção, não obstruiu a Justiça, nem impediu a punição de responsáveis por ilicitudes. Também nunca promoveu intervenções na Polícia Federal ou nomeou ministros de Estado com este propósito. Quem falou em derrubar o governo para “estancar a sangria” foram os políticos que – apoiados pelas Organizações Globo – promoveram o golpe.

6. Nem por isso, a presidenta eleita agiu para condenar sem provas. Sempre defendeu o respeito ao princípio do contraditório e do direito de defesa, como é típico dos regimes em que há um Estado democrático de direito. Tampouco concordou com vazamentos seletivos ou grampos sem autorização da Justiça.

7. “O Globo” manipula a opinião pública ao insinuar que Aldemir Bendine foi indicado para a Petrobras por ter relação pessoal com Dilma. Ele foi nomeado porque tinha reconhecida capacidade como gestor, demonstrada nos resultados alcançados à frente do Banco do Brasil. E, ademais, tinha perfil técnico para preencher o cargo de presidente da Petrobras, do qual a competente e honesta Graça Foster se retirou depois de longa e implacável perseguição.

8. A insistência das Organizações Globo em desconstruir a imagem da presidenta eleita Dilma Rousseff é expressão do jornalismo de guerra. Tais versões manipuladas serão desmascaradas pela História, que não encobrirá o papel vergonhoso que parte da imprensa nacional desempenhou nesses tristes dias para a democracia no Brasil.



ASSESSORIA DE IMPRENSA

DILMA ROUSSEFF

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Denúncia grave: Meirelles tomou medidas econômicas que valorizaram seus próprios investimentos e quebraram o país


Enquanto a Lava Jato sequestra todos os bens de Lula, avaliados em R$ 9 milhões, roubando sua aposentadoria e seu fundo de previdência, impedindo que o ex-presidente tenha dinheiro até mesmo para se alimentar, quanto mais pagar seus advogados e funcionários do Instituto, o ministro da Fazenda do governo golpista, que recebeu mais de R$ 200 milhões às vésperas de assumir a pasta, continua faturando alto com o rendimento de títulos públicos e fundos especulativos.

Segundo reportagem do BuzzFeed, que não recebe nenhum dos milionários anúncios da Petrobrás que enchem as páginas do Globo, Folha, Veja e Estadão, os investimentos de Meirelles, depois de assumir o governo, renderam mais que o dobro da taxa Selic.

Ou seja, as mesmas medidas econômicas que estão arruinando o país, esvaziando os cofres de municípios, estados e União, estão enchendo as burras da empresa de Meirelles.

Todas as teorias da Lava Jato empalidecem e perdem qualquer sentido diante da relação óbvia entre as decisões de Meirelles, que enriquecem apenas a si mesmo, e a crise econômica, que arrasta milhões de famílias à miséria.

Lula fez o Brasil se desenvolver, crescer, gerar empregos e enfrentar a pobreza, e, ao final de sua gestão, voltou a residir no mesmo apartamento onde morou durante décadas. Leva uma vida modesta, não tem contas no exterior e seus bens são humildes (sobretudo considerando a sua fama internacional e o preço de suas palestras).

Enquanto isso, Meirelles, com ajuda da Lava Jato (e de suas filhas Brasil a fora), faz o Brasil afundar cada vez mais.

Repare nos gráficos. Meirelles foi mais um rentista que usou a crise política – a mesma que desempregou milhões de brasileiros – para ganhar milhões de reais, e continua a faturar alto com a desgraça alheia.

***

No Buzzfeed

Investimentos de Henrique Meirelles renderam mais que o dobro da Selic após ele assumir Fazenda

Meirelles diz que nomeou um gestor com carta branca e que ele não interfere nas decisões, para evitar conflito de interesses

Por Filipe Coutinho, repórter do BuzzFeed News, Brasil
publicado 27 de Julho de 2017, 11:39 a.m.

O fundo que administra uma parte da fortuna do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, rendeu 32% desde maio de 2016, quando ele assumiu a pasta. Esse desempenho é mais que o dobro da Selic, a taxa básica de juros e referência para investimentos.

Como o BuzzFeed revelou, Henrique Meirelles recebeu R$ 217 milhões de distribuição de lucros de sua firma de consultoria, que prestava serviços a megaempresários.

De acordo com o ministro, ele usa um “blind trust” para administrar seus investimentos. Em outras, palavras, um gestor tem carta branca para escolher onde colocar o dinheiro e, segundo o ministro, ele não interfere nas decisões.

Da fortuna do ministro, cerca de R$ 50 milhões estão num fundo de investimento Brasil, o “Sagres Fundo de Investimento Multimercado Crédito Privado Investimento no Exterior”. Esse foi o valor de cotas que a empresa de Meirelles transferiu para ele em setembro de 2016.

Com o CNPJ do fundo, o BuzzFeed comparou os rendimentos da carteira em três serviços disponíveis nos site de corretoras.

Esse é o gráfico do desempenho do fundo desde 2012, comparado com um rendimento próximo com a Selic, a taxa básica de juros e principal referência nos títulos do tesouro.

Os dados mostram o seguinte. Desde 2012, o fundo tinha rendimento similar a um de renda fixa, como um título do Tesouro com rendimentos da Selic. Houve, inclusive, um momento de rendimento negativo, entre agosto de 2015 e março de 2016.

Os ventos começaram a mudar em março, quando o governo Dilma já dava sinais de que estava perto do fim e o mercado financeiro entrava em viés de alta. Naquele mês, o impeachment avançou na Câmara, o ex-presidente Lula foi alvo de uma operação da Polícia Federal e sua nomeação para ministro da Casa Civil foi barrada.

Essa combinação de más notícias para o governo do PT representou otimismo no mercado de investimentos. Foi justamente nesse período que o fundo ligado a Henrique Meirelles começou a acelerar até se distanciar da Selic e decolar.

Em números, os serviços de comparação de fundos mostram um desempenho muito acima da média com Meirelles à frente. Quem investiu dede 12 de maio de 2016 a junho deste ano, teve o seguinte rendimento:

Renda fixas com rendimento próximo da Selic (101% do CDI) – 15%
Índice Ibovespa, da Bolsa de Valores – 18%
Fundo de investimento Sagres – 32%.

No mundo dos investimentos, a taxa de comparação é o CDI, similar à Selic do governo federal. Na ponta do lápis, o fundo rendeu 219% do CDI.

Plantão Brasil

Manifestantes lotam as ruas de Caracas em defesa da Constituinte e Maduro volta a chamar a oposição para um diálogo de paz


O povo revolucionário tomou nesta quinta-feira (27) a avenida Bolívar, em Caracas, como parte do encerramento da campanha para as eleições dos integrantes da Assembleia Nacional Constituinte (ANC), que se realizarão neste domingo, 30 de julho. O presidente da República, Nicolás Maduro, propôs à oposição a instalação de uma mesa de entendimento e paz, antes da celebração da Assembleia Nacional Constituinte.

O povo com a palavra: “Teremos um novo amanhecer”

Tremulando com firmeza a bandeira tricolor venezuelana, a multidão se concentrou desde cedo no centro da capital e avançou até a tradicional avenida.

Mary Flores, uma das milhares de aposentadas graças à “Gran Misión En Amor Mayor” (um dos programas sociais do governo que beneficia os idosos pobres) disse que apoia a marcha pela Constituinte porque “a burguesia nunca vai responder pelos interesses do povo. Ganharam a assembleia (parlamento nacional venezuelano) na base do engano e usam a imunidade para assassinar inocentes, mas que se preparem, porque na segunda-feira (um dia depois da eleição para a ANC) teremos um novo amanhecer”.

Já Irene Branco, que se mobilizou desde o estado Portuguesa, acrescentou que a Constituinte permitirá blindar os direitos e reivindicações conquistados pelo povo em 18 anos de revolução. “Não vamos permitir que o direito à saúde e à educação voltem a ser privatizados. Não vamos permitir que quem não fez nada por nós venha a tirar nossas conquistas”, enfatizou.

O poder popular organizado representado em comunas e conselhos comunais também esteve presente. Darwin Lewis, da comuna que fica no estado Portuguesa, disse que apoia a Constituinte “porque com ela poderemos constitucionalizar as missões e grandes missões ante as pretensões da oligarquia de acabar com as conquistas da revolução”.

Maduro insiste no apelo à paz


Maduro pediu aos opositores que deixem de lado o “caminho insurrecional” e voltem seu foco para a Constituição, pedindo antes do início do pleito a instalação de uma “mesa de diálogo, acordo nacional e reconciliação da pátria”. “Porque, se não for assim, eu entregarei à Constituinte todo o poder de convocar de maneira obrigatória um diálogo nacional de paz com uma lei constitucional”, disse Maduro no ato de encerramento da campanha. Para ele, “não há alternativa” a não ser a Constituinte.

Maduro enfatizou que a ANC permitirá avançar até uma nova dinâmica produtiva, a qual é necessária para superar o rentismo petroleiro. Além disso, se poderá dar respaldo constitucional à lei de emprego juvenil e a outras políticas sociais.

Quanto às ameças externas, Maduro declarou que “a Venezuela tem moral para se levantar e dizer aos governos vassalos do imperialismo e ao imperialista Donald Trump que respeite a Venezuela. A Venezuela é um país de dignidade, é um país de moral. Temos que respeitar nossa pátria sempre e fazer com que a respeitem”, afirmou.

Quanto aos chamados à greve feitos pela direita, disse Maduro que “aqui não houve paralisação, aqui o que houve foi trabalho”. “O povo e a classe trabalhadora derrotaram os chamados dos seguidores de Hitler”, disse em referência aos que impulsionam a agenda violenta golpista.

“No domingo, em paz e em família, temos que ir ao amanhecer tomar os centros eleitorais em uma avalanche do povo que romperá todos os recordes eleitorais que já aconteceram na Venezuela em 18 anos”, disse o chefe de Estado.

Resistência com informações da AVN e Opera Mundi

Líder israelense queria expulsar os palestinos para o Brasil em 1967


Primeiro Ministro israelense Levi Eshkol e o ministro da Defesa Moshe Dayan durante a Guerra dos Seis Dias. Crédito- ILAN

Por Iara Haasz e Bruno Huberman - Impossibilidade do desejo dos dirigentes sionistas abriu espaço para a solução em vigência: guerra e expulsão permanente dos nativos palestinos

Passou desapercebido de quase todos no Brasil uma surpreendente revelação feita em maio deste ano. A desclassificação de arquivos confidenciais israelenses sobre o período da Guerra dos Seis Dias de 1967 revelou um desejo do então primeiro-ministro de Israel, Levi Eshkol, de despachar para o Brasil os milhões de palestinos habitante dos territórios ocupados na guerra. “Se dependesse de nós, gostaríamos de enviar todos os árabes para o Brasil“, afirmou Eshkol durante reunião do gabinete de segurança em 15 de junho de 1967.

A conversa sobre a continuação do processo de limpeza étnica na Palestina iniciado em 1948 não parou por ai. Ao que o ministro da Justiça, Yaacov Shimshon Shapira, objetou: “Eles são os habitantes desta terra e agora vocês os controlam. Não há nenhuma razão para expulsar os árabes e transferi-los para o Iraque“. E Eshkol respondeu: “Não seria um grande desastre (…) Nós não nos infiltramos aqui, o território de Israel é nosso por direito“.

Os arquivos nacionais israelenses publicaram para consulta pública milhares de documentos, gravações e depoimentos da guerra de 05 a 10 de junho de 1967, bem como das semanas anteriores e seguintes. Naqueles dias, Israel lançou um ataque preventivo contra Egito, Jordânia e Síria e acabou por ocupar os territórios da Península do Sinai, Faixa de Gaza, Cisjordânia e Colinas do Golã — todos, à exceção do Sinai, ainda sob o domínio israelense.

Na mesma reunião de 15 de junho de 1967, o ministro das Relações Exteriores da época, Abba Eban, alertou para um potencial “barril de pólvora” e os desdobramentos do regime de apartheid que Israel estabeleceu nos territórios ocupados.

“Aqui temos a presença de duas populações, uma beneficia de todos os direitos civis e a outra tem todos esses direitos negados”, declarou Eban. “É um quadro com duas classes de cidadãos que é difícil de defender, mesmo no contexto da história judaica. O mundo tomará partido do movimento de libertação deste um milhão e meio” de palestinos, acrescentou.

O MÁXIMO DE TERRAS COM O MÍNIMO DE ÁRABES

Os documentos não revelam o raciocínio por traz da escolha do Brasil como anfitrião escolhido pelos israelenses para receber os milhões de palestinos que viviam em Cisjordânia e Faixa de Gaza. O mais provável é que fosse apenas o local mais longe e vasto que Eshkol tenha conseguido pensar na hora. Em outra ocasião, o Canadá também teria sido cogitado. No entanto, os diálogos são reveladores de algumas interpretações que historiadores fazem sobre os dias que levaram à ocupação dos territórios palestinos.

Em primeiro lugar, mostra uma indecisão das lideranças sionistas sobre como realizar o antigo sonho sionista: o máximo de terras com o mínimo de árabes. Em segundo lugar, confirma, mais uma vez, o imperativo por traz das políticas israelenses para os palestinos: guerra e expulsão.

A conquista de toda a Palestina histórica sempre foi um objetivo dos pais fundadores do Estado sionista. Entretanto, sempre foi descartada pelo ônus de trazer consigo milhões de nativos palestinos, uma ameaça demográfica ao caráter judeu do Estado. A série de documentos desclassificados neste ano confirmam que, em 1967, os dirigentes sionistas deixaram de lado a razão que servia de constrangimento para os seus antecessores.

Pressionado pelos militares, o gabinete do primeiro-ministro foi tomado pela euforia da oportunidade de tornar realidade a bíblica Terra de Israel, além de tomar para si o Muro das Lamentações, o que os israelenses lamentavam não terem conseguido na guerra de 1948. Os territórios conquistados eram ainda entendidos como uma cinturão de defesa contra os inimigos externos.

A confusão vista entre as principais lideranças israelenses em relação ao destino da população nativa palestina, também ocorreu no debate sobre o status da Cisjordânia. Nos dias seguintes à ocupação, os dirigentes sionistas cogitaram estabelecer um estado palestino, discutiriam a possibilidade de dar-lhes autonomia ou um estatuto temporário. A solução, entretanto, foi a permanência da guerra.

O conflito cotidiano possibilitou conciliar os interesses divergentes dos israelenses. Por meio dela, os sionistas obtiveram acesso ao máximo de terra, colonizando-a, enquanto manteve os habitantes palestinos excluídos do coeficiente demográfico, em um processo lento e gradual de expulsão e morte. Como resultado, os territórios palestinos estão submetidos ao mesmo raciocínio até hoje. Conforme avalia o historiador israelense Tom Segev, ainda estamos presos em 1967.

Presidente checheno: dejaría el poder para proteger Al-Aqsa


El presidente checheno, Ramzan Kadyrov.

Ramzan Kadyrov dice estar dispuesto a dejar su cargo de presidente de Chechenia y marcharse a Jerusalén (Al-Quds) para proteger las mezquitas del Islam.

"Estoy dispuesto a dejar todos mis poderes y servir en las agencias que aseguran la seguridad de este lugar sagrado para todos los musulmanes, ser voluntario y proteger la mezquita Al-Aqsa por el resto de mi vida ", escribió el miércoles el presidente de la república rusa de Chechenia en su canal oficial de Telegram, según cita la agencia de noticias rusa TASS.

Para prevenir situaciones de conflicto en torno a la Mezquita de Al-Aqsa, el mandatario checheno sugirió pasar todos los derechos de este lugar sagrado islámico a Jordania.

Jordania y el régimen de Israel firmaron un tratado en 1994 que reconoce el derecho de Amán a cuidar los santuarios islámicos y cristianos de Al-Quds (Jerusalén), parte de la ciudad que fue ocupada por el régimen de Israel en la Guerra de los Seis Días de 1967.

La reciente imposición de más restricciones a la entrada y salida de los palestinos en la Mezquita Al-Aqsa, además de la sistemática represión ejercida por parte de las fuerzas israelíes contra los palestinos, ha aumentado las tensiones entre las partes y, según analistas, podrían provocar una nueva “Intifada” (levantamiento).

Los musulmanes consideran esta medida como intentos por parte del régimen de Israel de sofocar su libertad de expresión y para tratar de judaizar la Mezquita Al-Aqsa, el tercer lugares más sagrados del Islam.

El mundo musulmán denunció la decisión ‘peligrosa’ del régimen israelí de intensificar supuestas medidas de seguridad en la Mezquita y advirtió de las consecuencias del cierre del recinto religioso, además, llamó al régimen de Tel Aviv a evitar cualquier intento para cambiar el estatus histórico de este lugar sagrado.

Hasta el momento, las protestas palestinas a raíz de las disposiciones de Israel han dejado más de 1090 palestinos heridos y varios muertos, mientras que la cifra probablemente aumente en los próximos días si continúan los enfrentamientos.

El jueves por la tarde, se registraron enfrentamientos entre las fuerzas de seguridad israelíes y los palestinos en la Explanada de las Mezquitas. Esa jornada, de acuerdo con un informe, las fuerzas israelíes arrestaron a unos 100 palestinos en la ciudad de Al-Quds y la ocupada Cisjordania.

mep/ncl/hnb/HispanTv

Vídeo: Hezbolá toma la mayor base de Al-Qaeda en la frontera siria



Las fuerzas de Hezbolá logran apoderarse de la mayor base de una facción armada vinculada a Al-Qaeda en sus operaciones cerca de la frontera sirio-libanesa.

La oficina de información bélica del Movimiento de Resistencia Islámica de El Líbano (Hezbolá) publicó el jueves un vídeo en el que muestra cómo combatientes suyos se hacen con el cuartel general de la llamada Junta de Liberación del Levante (Hayat Tahrir al-Sham), rama de la red terrorista Al-Qaeda, en la región montañosa de Arsal (noreste de El Líbano), limítrofe con Siria.

Tal como se aprecia en el vídeo, se trata de una cueva de unos 400 metros de largo excavada en la localidad de Wadi al-Jail, desde donde los terroristas dirigían sus ataques durante los últimos tres años.

Según el movimiento, los extremistas retuvieron en la base de operaciones, tomada el miércoles, a los militares libaneses que secuestraron en agosto de 2014 en Arsal. 16 de ellos fueron liberados en 2015, mientras que otros fueron asesinados.

En la cueva también se han requisado equipamiento, armas y municiones abandonados por los terroristas en su huida, recogen medios locales.

Las unidades militares de Hezbolá y el Ejército sirio lanzaron el pasado 21 de julio una gran ofensiva con miras a liberar de la presencia de "terroristas" los altos de Arsal, en el lado libanés de la frontera, y los montes de Al-Qalamun, en la parte siria.

El grupo libanés concluyó el miércoles su exitosa ofensiva, después de que la Junta de Liberación del Levante se replegara de todas sus posiciones. El jueves, Hezbolá anunció un alto el fuego en la zona.

Ahora, con los altos de Arsal en manos de Hezbolá, este movimiento tiene previsto liberar las últimas posiciones del grupo ultrarradical EIIL (Daesh, en árabe) en el área de Ras Baalbek, en la gobernación de Beqaa, también fronteriza con Siria.

mjs/mla/tmv/mrk/HispanTv

Rusia precinta una propiedad de la Embajada de EE.UU. y ordena reducir el número de diplomáticos



Moscú ha comunicado a Washington que tiene que reducir su personal diplomático en Rusia hasta las 455 personas, y ha desautorizado el uso de unas instalaciones de almacenamiento y de una propiedad de la Embajada de EE.UU. en la capital rusa.

La medida de represalia se produce después de que el Congreso aprobara nuevas sanciones contra Rusia.

"Rusia suspende el uso de todas las instalaciones de almacenamiento en la calle Dorozhnaya, así como de una mansión en Serébriany Bor, en Moscú, a la Embajada de EE.UU. en Rusia a partir del 1 de agosto", reza un comunicado publicado en la página de la Cancillería rusa.

Por otro lado, Moscú comunica a Washington que tiene de plazo hasta el 1 de septiembre para reducir el número de diplomáticos y técnicos que trabajan en la Embajada de EE.UU. en Moscú, así como en los Consulados Generales de San Petersburgo, Ekaterimburgo y Vladivostok, a 455 personas, en correspondencia exacta con el número de diplomáticos y miembros del personal técnico ruso que trabajan en EE.UU.

La Cancillería advierte de que se reserva el derecho de adoptar otras medidas recíprocas que puedan afectar a los intereses de EE.UU. en caso de nuevas acciones unilaterales de Washington.

"Las nuevas sanciones confirman la agresividad extrema de EE.UU. en los asuntos internacionales"

Según el Ministerio, la aprobación en el Congreso de EE.UU. del nuevo proyecto de ley que amplía las sanciones contra Moscú "confirma una vez más la agresividad extrema de EE.UU. en los asuntos internacionales". "Con el pretexto de su 'excepcionalidad', EE.UU. ignora arrogantemente las posturas e intereses de otros Estados", denuncia el comunicado.

La Cancillería subraya que Moscú ha estado y está haciendo "todo lo posible para normalizar las relaciones bilaterales" y desarrollar la cooperación con EE.UU. en los principales problemas de la agenda internacional. A su vez, Washington utiliza "el pretexto absolutamente inverosímil" de la interferencia de Rusia en sus asuntos internos para llevar a cabo "una tras otra acciones groseras antirrusas", que son contrarias a los principios del derecho internacional.

La nueva ley de sanciones "ha demostrado claramente" que las relaciones con Rusia se han convertido en "rehén de la lucha política en EE.UU.", afirma el comunicado. Además, el Ministerio ruso de Exteriores agrega que la nueva ley estadounidense tiene como objetivo crear, a través de herramientas políticas, "ventajas competitivas injustas para EE.UU.en la economía mundial", lo cual es un "chantaje" que amenaza a muchos países y negocios internacionales.

Finalmente, el Ministerio de Exteriores ruso destaca que, a pesar de los constantes ataques de Washington, Moscú ha estado actuando "de manera responsable y con moderación" y ha evitado hasta este momento responder a "las provocaciones evidentes" de Washington. Sin embargo, los acontecimientos recientes "indican que la rusofobia y la política de confrontación abierta con nuestro país ha arraigado en ciertos círculos de EE.UU.", se lamenta la Cancillería rusa.

Putin aprueba medidas de respuesta a EE.UU.

El mandatario ruso, Vladímir Putin, ha aprobado las medidas anunciadas por el Ministerio de Exteriores en respuesta a las sanciones de EE.UU., ha informado el portavoz presidencial, Dmitri Peskov.

Peskov ha explicado que Moscú ha decidido no esperar que el proyecto de ley sea firmado por Donald Trump, porque la aprobación del Senado equivale a que la decisión está tomada.

"Las nuevas medidas solo son los primeros pasos"

Las medidas tomadas por la Cancillería rusa son solo "los primeros pasos" en respuesta a la aprobación por el Congreso y el Senado de EE.UU. de nuevas sanciones contra Rusia, ha asegurado a RIA Novosti el vicepresidente del Comité para la Defensa y Seguridad del Consejo de la Federación (Cámara Alta del Parlamento ruso) Frants Klintsévich.

Según el senador ruso, en el futuro se podrían adoptar una serie de medidas políticas, incluida la prohibición de entrada en Rusia a los miembros del Senado y el Congreso de EE.UU. que votaron a favor de la aprobación de la ley sobre las sanciones contra Moscú. Este conjunto de medidas "puede incluir cosas bastante inesperadas", ha aseverado Klintsévich.

A su vez, el presidente del Comité de Asuntos Internacionales de la Duma Estatal rusa , Leonid Slutski, ha calificado las medidas introducidas por Moscú como "justas y adecuadas". Slutski ha agregado que durante mucho tiempo Rusia ha estado llamando a EE.UU. al sentido común, pero "Washington no le ha hecho caso".

Actualidad RT

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Boicotar o diálogo pela paz : A quem interessa?


Esta semana muito se falou sobre a visita do Aiatolá Mohsen Araki ao Brasil, para a participação em um congresso em São Paulo, que ocorrerá no próximo dia 29 no Novotel Center Norte, e que visa tratar sobre a ameaça mundial do terrorismo. Mohsen Araki, juntamente com outras dezenas de convidados de todo o mundo, e principalmente do Brasil, é um dos que discutirão e pretendem apresentar o Islã combatente ao terrorismo, que grande parte da mídia e estudiosos, não somente do Brasil como do mundo, parece ignorar ou desacreditar que exista. A prova disto é a forma como algumas organizações, veículos de mídia e até mesmo “representantes do povo” se engajaram em uma campanha para atacar e condenar o que nitidamente pouco conhecem, utilizando-se de acusações sem sentido real e de uma estratégia de instigação ao pavor. Não seria isto terrorismo psicológico? E porque é tão difícil deixar de associar o Islã ao terrorismo?

Mohsen Araki, o grande foco destes ataques, simplesmente por ser uma alta liderança religiosa do Islã, é um renomado professor com participação em atividades educacionais e sociais por todo o globo, principalmente na Europa. Mas no Brasil se tornou alvo de alguns setores justamente por ser um aiatolá, por ser originário de um país muçulmano, e principalmente, por ter posição contrária ao sionismo. Talvez esteja aqui, neste último ponto, a grande razão para o início dos ataques, que chegam a pedir que sua vinda ao Brasil seja impedida. O que é absurdo e não passa de uma histeria, já que apuramos que o mesmo é um convidado no país, e não está entrando sorrateiramente como os gritos histéricos querem fazer crer.

Há um grande engano entre os que bradam contra a visita do Sr. Araki e contra a realização deste evento, pois se privam e querem privar os demais de conhecer o que o Islã tem realmente a dizer sobre o mal do terrorismo e o radicalismo, assim como se fecham para a oportunidade de realizar um diálogo honesto com aquilo que claramente pouco conhecem, e o fazem utilizando-se de táticas nada dignas, através de ataques insensatos e cegos, que só servem para propagar ódio e a islamofobia em um país que infelizmente está seguindo este rumo à passos largos. Como dito antes, não seriam estas “estratégias” as próprias “estratégias” dos radicais e extremistas?

Parece que chegamos a um ponto em que dois lados radicais se tornaram idênticos, cada qual com suas formas de violência específica e esperando a primeira oportunidade para agir violenta e cegamente. Com isso pouco espaço resta para os que querem dialogar e chegar a consensos, para os que querem criar pontes ao invés de muros.

Vários intelectuais, políticos, veículos de mídia, líderes religiosos (de várias denominações religiosas) e líderes sociais participarão deste evento e encontram-se ansiosos por debater e trocar ideias importantes sobre o tema, um tema delicado, mas que deve ser discutido abertamente por todos, para que a ameaça do terror e do radicalismo seja realmente extirpada.

Conversando com algumas destas pessoas sobre os ataques ao evento, elas se demonstraram perplexas com as declarações que vem sendo feitas por alguns indivíduos e setores, algo que talvez não pudesse ser imaginado em um país multicultural como o Brasil.

Alegar que um evento que se propõe a condenar o terrorismo é um evento sem crédito pois receberá homens e mulheres de nações islâmicas é pura estupidez e nítida islamofobia. Vejam a que ponto chegamos!

Desejar que as portas do país se fechem para homens e mulheres que pretendem se encontrar com muçulmanos e não muçulmanos brasileiros para discutir e condenar o terrorismo e o radicalismo é ofensivo, desonesto e sim, é islamofobia. É esta a imagem que queremos que o nosso país e nosso povo tenha para os estrangeiros? É esta imagem que queremos ter de nós mesmos?

Outro ponto que checamos foram as alegações que o Irã trabalha como um financiador de instituições islâmicas no Brasil com o intuito de disseminar sua agenda religiosa e política. No entanto o encontro foi idealizado por uma instituição islâmica brasileira que diz não ter vínculo algum com outras nações (islâmicas ou não) e os convidados do evento são das mais variadas nacionalidades, sendo a maioria brasileiros e nossos vizinhos da América Latina. Dizer que é um evento iraniano somente porque um aiatolá visitará o mesmo não se sustenta, o que piora quando os opositores do evento tentam atacar a política iraniana ou fazer acusações contra o Irã através de tudo isso. Enfim, o evento não visa discutir o Irã, ele visa discutir o combate ao terrorismo e ao radicalismo.

Ainda sobre o tema do encontro, o interessante é notar como alguns críticos chegaram até mesmo a modificar o nome do mesmo de “Os muçulmanos e o enfrentamento ao terrorismo e o radicalismo” para “Os muçulmanos e o enfrentamento ao terrorismo radical” para assim ter a suposta liberdade de afirmar que o evento somente se propõe a condenar e discutir o “terrorismo radical”, o que não tem sentido algum e é uma forma de desabonar o propósito do mesmo através de um jogo de palavras que só visa a calúnia e desinformação. É claro para qualquer um que se opõe ao terrorismo que o radicalismo é a mãe de todos os males, seja o radicalismo religioso, político ou qualquer espécie dele. Ou seja, discutir a respeito do terrorismo pressupõe discutir a respeito do radicalismo também, pois são questões que se conectam, e manipular até mesmo o nome do evento para fazer crer que na interpretação dos muçulmanos exista um “terrorismo radical” e outro “terrorismo não radical” é desonesto ao extremo.

Um outro absurdo visto é associar o evento com o crescente número de conversões ao Islã no Brasil de forma negativa, ou seja, alguns opositores deixam a impressão que realizar eventos islâmicos ou discutir sobre o Islã deveria ser proibido no nosso país. Como se fosse proibido se tornar muçulmano em um país multicultural e que prega e defende a liberdade religiosa. Parece que não sabem que há uma Constituição que garante a liberdade religiosa. As pessoas que não entendem ou não aceitam isto estão claramente indo de encontro com princípios básicos de nosso pais, que é livre para todos, não importando sua fé ou cultura.

Com isso chegamos ao ataque aos refugiados. A crítica ao evento também tem sido porta de entrada para todo o tipo de fala contrária à política de acolhida dos refugiados, utilizando-se de um discurso batido que fala irresponsavelmente sobre “destruição da nossa cultura”, desemprego, aumento de violência e ameaça de terror em nossas cidades. Uma tempestade em copo d’água que tem o nítido intuito de disseminar ódio e medo.

Só nos resta lamentar a entrada deste tipo de discurso tão raso no Brasil, obra dos que não desejam e talvez nunca tenham desejado o entendimento. Que essa parcela de pessoas, com sua histeria e colocações belicosas não cresça, e que os demais compreendam que não há porque haver conflito quando se deseja o diálogo e a procura por pontos em comum, seja qual for a religião, nacionalidade ou cultura. Este evento, que alguns resolveram tentar difamar e sabotar, é uma prova real daquilo que os muçulmanos têm tentado dizer ao mundo, que o Islã e os muçulmanos procuram a paz e o convívio pacífico com os seguidores das demais religiões, e que os conflitos e desentendimentos são fruto de desinformação, desvirtuação e em casos mais graves da instalação de um sentimento de caos e ódio que não possui raízes nos preceitos do islâmicos, e tampouco nos preceitos das demais religiões ou de qualquer pessoa que acredite na paz. Afirmar que o Islã deseja a destruição ou a extinção do povo judaico, cristão ou de qualquer outro povo beira o absurdo e é uma ofensa aos muçulmanos que vivem em paz em praticamente todos os países do mundo, e também aos seguidores de outras religiões que vivem em paz entre os muçulmanos. O conflito não é uma regra, é uma exceção, e nos cabe conhecer as raízes verdadeiras destes conflitos e a quem os mesmos beneficiam!

Como dizem os muçulmanos… “Salam” (Paz)! Por que tem se tornado tão difícil a procura pela mesma? E cabe perguntar mais uma vez: Quem será que lucra com a guerra e o conflito?

Oriente Mídia

Nossos terroristas são melhores, segundo a mídia


Assim que a Rússia passou a bombardear terroristas na Síria, destruindo 95% da estrutura do Estado Islâmico (Daesh, Isis) e Al Qaeda, ficou mais claro o papel da mídia ocidental nos conflitos internacionais. Os grandes veículos de comunicação, atrelados à versão do Pentágono, afirmavam que “os nossos (deles) terroristas são melhores”.

Com o objetivo de fornecer apoio financeiro e militar aos opositores do presidente Bashar Al Assad, os últimos governantes dos EUA foram responsáveis por armar e financiar os movimentos terroristas mais radicais e selvagens da atualidade. Os “rebeldes” sírios não passavam de terroristas do Estado Islâmico e Al Qaeda, mas para os militares norte-americanos a principal questão era derrubar o presidente sírio para permitir a construção de um gasoduto atravessando a Síria para levar gás e petróleo para a Europa, impedindo o comércio com os russos. A guerra à Síria é puramente econômica – como todas as guerras – e não motivada por motivos religiosos ou nacionais, sectarismos, como faz crer os meios de comunicação ocidentais.

Nos últimos tempos a mídia afirmava que os terroristas eram rebeldes, e que o governo sírio era ditador, e que, portanto, os “nossos terroristas” (deles), eram melhores que o presidente Assad. Com a derrota dos terroristas, a mídia passou a reconhecer o inevitável: terrorista é terrorista, e ponto final.

Precisou Donald Trump assumir o poder para que o Pentágono parasse de mentir para o mundo através da chamada grande imprensa. E os terroristas foram colocados em seus devidos lugares.
Na Venezuela a estratégia se repete. São mais de 2.000 ONGs financiadas pelo governo norte-americano para promover a desestabilização do governo de Nicolás Maduro. O objetivo, dominar o petróleo venezuelano. Os meios: o terrorismo disfarçado de oposição.

A chamada oposição venezuelana tem utilizado os mesmos métodos do Estado Islâmico e Al Qaeda: deceparam a cabeça de um cidadão suspeito de ser bolivariano. Queimaram vivos 4 manifestantes acusados de apoiadores de Maduro. Arremetem bombas e disparam com armas de fogo contra a polícia venezuelana. Mas apesar disso, a mídia ocidental continua afirmando que os opositores venezuelanos são os mocinhos, e o governo Maduro o criminoso.

As notícias sobre os atos terroristas praticados pela oposição venezuelana são publicadas apenas em sites porque os jornais impressos e canais de televisão repetem as versões do Pentágono, isto é, “os nossos terroristas” (deles) são melhores.

Essa estratégia visa levar a Venezuela a uma guerra civil. É tudo o que o governo dos EUA deseja para invadir o país e assumir a produção de gás e petróleo da terra de Simón Bolívar.

José Gil

Temer já gastou R$ 300 bilhões para comprar votos de deputados e agradar empresários


Michel Temer já teria gasto R$300 bilhões para “comprar” votos de parlamentares contra sua denúncia por corrupção passiva, que está sendo analisada pela Câmara dos Deputados. As contas são do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), que se baseou na agenda de reuniões do presidente com deputados, a relação dessa agenda com a troca de votos e os valores que estão em jogo nos benefícios oferecidos pelo governo a esses deputados e emendas parlamentares.

“O parlamentar se declara indeciso, diz que ainda não definiu o voto. Se você acompanhar o ‘Diário Oficial’, a liberação de emendas de recursos segue uma ordem cronológica de mudança de votos. Ele é chamado ao Palácio do Planalto, submetido a conversas e agendas, ele adquire aquilo que ele quer e muda o voto”, explicou Pimenta.

No âmbito dos benefícios que atenderão a interesses de deputados para que eles votem contra a denúncia, Pimenta calculou que serão R$ 220 bilhões no chamado Refis, programa de perdão de dívidas tributárias. O projeto de lei já teve pedido de veto pela Receita Federal e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Segundo Pimenta, a proposta vai beneficiar parlamentares e, sobretudo, as empresas que financiaram suas campanhas.

O Funrural é outro projeto que estaria sendo usada como moeda de troca. O projeto vai anistiar dívidas previdenciárias de grandes produtores rurais que podem chegar a R$ 49 bilhões.

Outra recompensa que Temer estaria oferecendo aos deputados da bancada ruralista é a modificação na demarcação de terras indígenas, que vai retirar das mãos dos povos tradicionais um patrimônio de R$ 19 bilhões em terras públicas.

Isso sem falar, ainda, da liberação de emendas parlamentares. De acordo com Pimenta, foram R$2 bilhões só nos últimos dias.

Confira, abaixo, uma lista elaborada pelo The Intercept Brasil com os 10 deputados que mais receberam emendas de Temer.

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