segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Temer recebe em palácio o maior contrabandista das Américas


Em artigo divulgado nos meios de comunicação hoje, o presidente Michel Temer (PMDB) anunciou que receberá em palácio o presidente do Paraguai, Horário Cartes.

"Nesta segunda (21), tenho a satisfação de receber em Brasília, em visita de Estado, o presidente do Paraguai, Horacio Cartes. Daremos continuidade a nosso diálogo pragmático. Trataremos de fortalecer nossa cooperação naqueles temas que dizem respeito mais diretamente ao bem-estar de nossos povos: qualidade de vida nas fronteiras, segurança pública, comércio e investimentos.

É ao longo de uma fronteira densamente povoada que temos constituído, geração após geração, vínculos fraternais entre nossa gente. Atentos para legítimas demandas em ambos os lados da fronteira, queremos, cada vez mais, facilitar o dia a dia dos que vivem a vida entre os dois países."

Horacio Cartes é o maior produtor de cigarro do Paraguai, responsável por 30% dos 3,3 bilhões de maços fabricado por ano no país. Cinco das 11 marcas de Cartes respondem por 49% do cigarro paraguaio contrabandeado para o Brasil, conforme estatísticas da Receita Federal. A média anual apreendida nos últimos quatro anos mostra que o que entra chega a US$ 2,2 bilhões por ano, considerando que para cada maço apreendido, outros nove vencem as barreiras fiscais.

A REvista Isto é divulgou anos atrás a ficha secreta de Cartes: "ISTOÉ teve acesso ao prontuário de Horácio Cartes, o qual havia sido apagado dos registros da Justiça paraguaia. Documentos revelam prisão por evasão de divisas e processos por falsidade ideológica, falsificação de documentos e estelionato.


Em um dos relatórios da "CPI da Piratería" da Câmara de Deputados do Brasil, a empresa de propriedade de Cartes, a TABESA (Tabacalera del Este SA), de Ciudad del Este, figura como uma das empresas que contrabandeiam cigarros paraguaios ao país vizinho. Ou seja, o presidente do Paraguai pode estar envolvido em um sistema a de contrabando de cigarros que abastece o mercado informal brasileiro.

Além disso, executivos relacionados com as empresas de Cartes, como Juan Carlos Ramírez Villanueva e Eduardo Campos Marín, têm os nomes envolvidos em investigações por crimes econômicos no Brasil.

Como o seguinte decreto do Superior Tribunal de Justicia brasileiro: "o Superior Tribunal de Justiça decretou a prisão preventiva do paraguaio Juan Carlos Ramírez Villanueva, acusado por crimes de lesa ao sistema financeiro nacional, pelo suposto desaparecimento de mais de 35 milhões de reais em operação não autorizada pelo mercado".

Em março de 2000, a Dinar apreendeu 343 quilos de maconha e 20 quilos de cocaína de um dos aviões que aterrissaram na fazendo Esperanza, de propriedade de Horacio Cartes. Além disso, o mais novo representante do Partido Colorado no Paraguai, comprou, na década de 90, uma fazenda que pertencia ao brasileiro Milton Machado, o qual esteve envolvido em denúncias de que aviões carregados com cocaína haviam sido interceptados nesse local.

Cartes também é suspeito de mandar matar o general Lino Oviedo que disputou a eleição presidencial em 2013 no Paraguai. Na reta final da campanha Oviedo crescia nas pesquisas e misteriosamente o helicóptero em que fazia campanha explodiu no ar no Chaco paraguaio.

LULA: “A GLOBO FOI UMA DAS PRINCIPAIS ARTICULADORAS DO GOLPE”


Do Brasil de Fato - Em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato enquanto percorre nove estados nordestinos de ônibus, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comenta os motivos do golpe que tirou Dilma Rousseff da Presidência e quem está por trás dessa conspiração. Lula comenta ainda a necessidade de o povo se manter em luta contra os retrocessos e por democracia, e seguir acreditando na política. Sobre a posição do governo Temer sobre a crise venezuelana, dispara: "É ridículo um governo golpista, ilegítimo, inimigo do seu próprio povo, querendo dar lições de democracia à Venezuela". Confira abaixo.

Na sua opinião, qual foi o motivo do golpe contra Dilma Rousseff?

Na verdade, as forças conservadoras nunca aceitaram o resultado das eleições de 2014. A direita se recusou a respeitar a escolha democrática da população. Um dia depois da eleição, já começou a sabotagem ao governo Dilma e a conspiração para derrubá-lo. Foi pauta-bomba em cima de pauta-bomba na Câmara e no Senado para inviabilizar a economia, para assustar investidores e consumidores, enquanto os projetos do governo, tão necessários ao país, não passavam ou eram completamente desfigurados. O que está cada vez mais claro, hoje, inclusive para muita gente que foi enganada pelas mentiras da imprensa, é que não foi um golpe só contra Dilma ou o PT. Foi um golpe contra a educação e a saúde públicas, contra os direitos dos trabalhadores e aposentados, para privatizar as empresas públicas e o pré-sal, para desnacionalizar a Amazônia. Um golpe contra o país.

Como o Sr. avalia o papel da mídia e, especialmente, da Globo no golpe?

Os grandes monopólios de comunicação foram decisivos para o golpe. A Rede Globo, em particular, foi um dos seus principais articuladores e a sua grande propagandista. O golpe não teria sido possível sem o ataque sistemático e a sórdida campanha de desmoralização que a Globo fez ao governo Dilma e ao PT. Para facilitar o golpe, ela ajudou a abafar as acusações contra os lideres golpistas (a blindagem a Aécio Neves é um exemplo flagrante disso), que só viriam a aparecer depois que a presidenta foi derrubada. A Globo não hesitou nem mesmo em se aliar a Eduardo Cunha para sabotar o governo e o protegeu de modo escandaloso até que ele terminasse o seu serviço sujo. Ela vendeu ao país a falsa ideia de que os problemas nacionais foram criados pelo PT, e que bastaria afastar o PT do governo – mesmo ferindo a lei e a democracia – para que o Brasil virasse uma maravilha. Hoje, com a mesma cara de pau, ela tenta convencer os trabalhadores e o povo pobre de que as pessoas vão viver melhor sem direitos trabalhistas e sem aposentadoria.

O juiz Sérgio Moro condenou o Sr. na ação sobre o apartamento do Guarujá. O Sr. também está sendo alvo de outros processos. Por que essa perseguição da Justiça?
O juiz Moro, na sentença que me condenou, diz que o tal apartamento não é meu, mas que isso não importa. Responsáveis pela Lava Jato já disseram que não há provas contra mim, mas que eles têm a convicção pessoal de que eu sou culpado. Todo mundo sabe que um principio básico do direito, que é sagrado em todas as verdadeiras democracias, é que o ônus da prova cabe ao acusador, não ao acusado. Para outros, esse principio vale. Para mim, não. Minha inocência está mais do que provada nos autos, Minha inocência está mais do que provada nos autos, mas isso simplesmente não é levado em consideração. Tenho 40 anos de vida pública, de dedicação aos trabalhadores, aos pobres, ao país. Será este o meu crime? Ter tirado o Brasil do mapa da fome? Não posso me conformar com tanta arbitrariedade. Qual a razão dessa partidarização da justiça? Chego a pensar que os que deram o golpe não podem admitir que o Lula concorra novamente à Presidência...

Caso seja eleito, quais são as medidas que o Sr. tomará para melhorar a vida do povo e os rumos do país?

É cedo para falar como candidato, muito menos como eleito. Antes, precisamos impedir que os golpistas destruam os direitos sociais arduamente conquistados pelo povo brasileiro na última década. E impedir que eles privatizem a preço vil as empresas públicas. E também é preciso garantir que as próximas eleições sejam de fato livres e democráticas. Um novo governo, legítimo, que tenha uma visão progressista do país, pode perfeitamente tirar o Brasil do atoleiro em que ele esta hoje. Nós já governamos o país e provamos na prática que o Brasil pode ser uma nação soberana, com verdadeiro crescimento econômico, geração de empregos, distribuição de renda, inclusão social e ampliação das oportunidades educacionais em todos os níveis. Para isso, é preciso acreditar que as classes populares não são um problema, e sim uma solução. Quando os pobres da cidade e do campo puderem voltar a comprar é que o comércio vai vender e a indústria produzir e, com isso, o investimento vai retornar. Será muito importante também elegermos um Congresso melhor que o atual, com mais representantes dos trabalhadores, dos camponeses, das mulheres e dos jovens.

O que o Sr. recomenda em termos de organização e foco à Frente Brasil Popular para avançarmos na luta contra os retrocessos e por democracia?

A Frente é uma coisa extraordinária, porque reúne diferentes setores da sociedade para pensar o Brasil e lutar pela sua transformação. Ela tem sido fundamental na resistência aos retrocessos políticos e sociais. O foco da Frente está correto, combinando formulação e mobilização permanente. Penso que é muito importante também a gente explicar para a população o que estamos defendendo. É preciso dar esperança ao povo de que outro Brasil é possível e que, com um governo popular, dias melhores virão.

Por tudo isso que o Brasil tem vivido, muita gente não acredita mais na política. O que devemos fazer diante dessa desesperança?

A gente não tem o direito de desistir. A minha mãe me ensinou isso. A gente tem sempre que lutar. Tenho 71 anos e não quero desistir. Não desisti de sobreviver ao nascer em uma região onde muitas crianças morrem antes de completar cinco anos. Não desisti de organizar os trabalhadores durante a ditadura. Construí com meus companheiros o maior partido político da América Latina e fui presidente do Brasil por dois mandatos. Se eu consegui tudo isso sem diploma universitário, sem pai rico, por que alguém jovem deve desistir? Se você acha que a política está­ ruim, entre na política e tente ser você mesmo o militante ou dirigente político que você sonha para o Brasil.

¿Qué pasó con denuncia a Fiscalía sobre nexo Capriles-Odebrecht?


El opositor gobernador del estado venezolano de Miranda, Henrique Capriles.

Nuevas pruebas involucran al dirigente opositor venezolano Henrique Capriles con la trama de corrupción de la constructora brasileña Odebrecht.


El exdirector de Odebrecht en Venezuela Euzenando Azevedo confirmó que hizo transferencias de dinero fuera de la contabilidad oficial al gobernador del estado Miranda, Capriles para favorecerlo en las elecciones presidenciales de 2012, fecha en la que midió fuerzas con el fallecido comandante Hugo Chávez.

De acuerdo con información que maneja el diario brasileño Valor Económico, recogida el sábado por el portal Univisión, Azevedo confiaba en que Capriles triunfaría en los comicios de 2012 y consideró necesario crear un canal de diálogo con el opositor.

El diario estadounidense The Wall Street Journal, en una publicación del pasado enero, implicó a Capriles en el escándalo de Odebrecht. Un mes después, en febrero, la ONG Frente Anticorrupción Venezuela pidió al Ministerio Público (MP, Fiscalía) que detenga y procese al gobernador de Miranda por supuestamente haber recibido tres millones de dólares de la empresa brasileña.

En este contexto, Capriles declaró que los contratos de Odebrecht con la gobernación de Miranda (norte de Venezuela) no se hicieron bajo su gestión, y que en el único en el que tuvo participación fue en Metro de Los Teques, proyecto del que poco después de asumir el cargo, fue desvinculado.

El caso de Capriles en relación con Odebrecht salta a la palestra en momentos en que la ex fiscal general venezolana, antes de huir del país, denunció que el presidente Nicolás Maduro habría recibido dinero de la constructora brasileña.

Luisa Ortega Díaz, extitular del Ministerio Público venezolana, hizo esta acusación pese a que Maduro, nada más conocer que venezolanos estaban involucrados en el caso de corrupción de Odebrecht, exigió el pasado febrero que se aplique "mano dura", incluidas penas de cárcel, contra los que aceptaron sobornos de la compañía brasileña.

En declaraciones recientes, trasmitidas este domingo por el canal Televen, el jefe de Estado negó cualquier vínculo con la trama de corrupción de Odebrecht y acusó a la exfiscal de bloquear las investigaciones de supuestos casos de corrupción que él mismo había ordenado.

“Cuando informamos a la Fiscalía, ¿qué hizo? Ahora ya lo sabemos, le avisó a los corruptos, se fueron del país, les cobró millones de dólares con los cuales abrieron cuentas en el exterior, en paraísos fiscales del Caribe”, dijo Maduro.

De acuerdo con la declaración del expresidente de la gigantesca empresa brasileña Marcelo Odebrecht, Venezuela es el segundo país latinoamericano en el que la empresa pagó más sobornos (98 millones de dólares), solo por detrás de Brasil.

ncl/rha/myd/hnb/HispanTv

Corea del Norte advierte a Australia que apoyar a EE.UU. es un "acto suicida"


Soldados de la 3.ª brigada del Ejército de Australia durante el ejercicio militar conjunto con EE.UU. Talisman Saber en Queensland

Corea del Norte ha advertido a Australia que su apoyo a EE.UU. en el marco de la actual escalada de tensión que vive la península coreana es un "acto suicida". De esta forma, Pionyang ha criticado la decisión de Canberra de participar en los ejercicios militares conjuntos anuales de EE.UU. y Corea del Sur, informa la cadena ABC.

En el marco de los ensayos, que han comenzado esta semana y en los que participan decenas de miles de efectivos militares de EE.UU. y Corea del Sur, dos decenas de militares Australia tomarán parte en labores de comando y de puesto de control.

En una declaración emitida hace dos días, la agencia oficial de noticias de Corea del Norte precisó que el Gobierno de Australia debería centrarse en el mantenimiento de la paz de su propio país, en vez de unirse a los pasos que da EE.UU. hacia la guerra nuclear. Además de tachar la decisión de Australia de "suicida", Pionyang destacó que ello "ilustra la inmadurez política que ignora la gravedad de la situación actual".

"Países como Australia, que se unen a la aventura militar contra Corea del Norte siguiendo a ciegas a EE.UU,. nunca podrán evitar las contramedidas de justicia", reza el artículo del medio norcoreano.

Por su parte, la ministra australiana de Defensa, Marise Payne, ha precisado que en estos ensayos anuales denominados Ulchi Freedom Guardian, que se desarrollarán entre los días 21 y 31 de agosto por tierra, mar y aire, participarán no más de dos decenas de miembros de la Fuerza de Defensa Australiana (ADF, por sus siglas en inglés).

"Fase incontrolable de guerra nuclear"

Mientras EE.UU. y Corea del Sur han destacado que los ejercicios tienen un carácter defensivo y van destinados a disuadir la agresión de Pionyang, las autoridades norcoreanas calificaron las maniobras como "la expresión más explícita de hostilidad". Asimismo, Corea del Norte ha advertido que este evento militar conduce a una "fase incontrolable de guerra nuclear" que le podría llevar a responder con un ataque con misiles contra Guam, Hawái e incluso el territorio continental estadounidense.

El primer ministro de Australia, Malcolm Turnbull, ya confirmó este mes que su país intervendría en cualquier conflicto bélico si Corea del Norte lanzara un ataque contra EE.UU. Con estas palabras el político australiano respondió a la amenaza de Pionyang de atacar las instalaciones militares estadounidenses en la isla de Guam.

Actualidad RT

domingo, 20 de agosto de 2017

Criança Esperança afronta nossa consciência


Paulo Moreira Leite, jornalista, escritor, diretor do 247 em Brasília

Houve uma época em que o programa Criança Esperança era visto com a inocência das iniciativas filantrópicas – e seu rosto era o de Renato Aragão, o último palhaço genuíno que a TV brasileira foi capaz de exibir.

Na versão 2017, o Criança Esperança tornou-se uma plataforma política, com agenda, palavras de ordem e uma linha de intervenção definida sobre as grandes questões do país.

"Qual o grande problema do Brasil?" perguntou, na noite de sábado a atriz Leandra Leal, uma das apresentadoras. "A corrupção", respondeu Marcos Caruso, o Pedrinho da novela das 7 Pega-Pega, alinhado com a orientação da casa, que desde 2014 empenha-se em transformar Sérgio Moro em ídolo popular.

Numa tentativa de paródia de um sucesso de Gonzaguinha, o humorista Marcelo Adnet tentou fazer graça com o refrão "é bonita, é bonita, é bonita," substituindo por "é corrupta, é corrupta, é corrupta."

Mobilizando estrelas das novelas e da linha de shows, o tom pós-golpe tem uma função óbvia. Pretende encobrir uma realidade vergonhosa para um programa dedicado a pedir a população que tire dinheiro do próprio bolso para apoiar projetos que – supostamente – possuem o compromisso de combater a pobreza e a miséria.

O constrangimento encontra-se na atuação política da Globo na "imbecilização" do país – as palavras são do sociólogo Jessé Souza, presidente do IPEA entre 2015-2016 -- inseparável da criação do ambiente nefasto que, permitiu o desmonte da 6ª maior economia do mundo e abriu caminho para o desemprego recorde e uma recessão sem perspectiva, fatores fundamentais para o atual recrudescimento da miséria e desigualdade. Depois de atravessar quatorze anos – de 2003 a 2016 – num esforço permanente de enfraquecimento e combate a políticas de combate a desigualdade e abertura de oportunidades aos mais pobres, a Globo volta a cena para pedir – em tom de aulinha cívica -- que os brasileiros corram ao telefone para fazer alguma coisa. É imoral como o sujeito que provoca o incêndio e aparece no dia seguinte para vender serviços de bombeiro.

Num país onde os programas de Estado Mínimo de Temer-Meirelles – apoiados de forma integral e sem remorsos pela Globo – levaram à expulsão de um milhão de beneficiários do Bolsa-Família, ao esmagamento do FIES e das bolsas do Pró-Uni, ao desmonte já consumado dos direitos trabalhistas, o Criança Esperança afronta a consciência dos brasileiros. Sua única função reconhecida é repetitiva: ajuda a sustentar a visão de que, ao longo da História, as tragédias só costumam repetir-se como farsa.

Alguns exemplos. Entre outros assuntos, o programa de sábado foi uma noite de denúncias sobre o massacre da juventude negra do país. São fatos verdadeiros e é bom que sejam debatidos. O problema é fazer isso na tela da mesma emissora que por mais de uma década usou seu poderio econômico, político e cultural para combater programas de ação afirmativa e cotas raciais, possivelmente a mais importante iniciativa na abertura de oportunidades aos afrodescendentes do país depois da Lei Aurea e das leis contra o racismo.

Hoje um programa conceituado de combate à miséria, imitado e replicado em dezenas de países, o Bolsa Família foi alvo, desde o lançamento, em 2004, ainda no primeiro mandato do governo Lula, de uma campanha permanente de denúncias erradas, exageradas e injustas. Sempre ficou claro que o objetivo era criar um ambiente de suspeitas e criminalização contra toda política em benefício dos mais os pobres e a luta contra a pobreza. A Globo fez o possível para que o programa desse errado. Mas a proposta deu tão certo que o Brasil saiu do Mapa da Fome da ONU – não por acaso criado por um brasileiro, Josué de Castro.

O problema aqui é de regressão civilizatória. Vivemos num país onde só muito recentemente os direitos sociais passaram a ser reconhecidos como parte da cidadania e políticas de Estado, não como versões variadas para "esmola". Até muito recentemente, a luta necessária contra a miséria e a exclusão funcionava como uma oportunidade para os bem-nascidos exercitarem a própria generosidade – e seus aliados montarem esquemas condenáveis de troca de favores e domínio político.

Alvo de uma pequena homenagem no final do programa, Renato Aragão deixou escapar que vivemos em 2017 um "ano difícil". Aragão foi o idealizador daquilo que mais tarde iria se chamar Criança Esperança.

Em 1985, quando tinha o nome de SOS-Nordeste, o programa recolheu donativos para amenizar o sofrimento da população desta região do país, atingida por uma seca de proporções trágicas.

Como parte da maré ideológica conservadora liderada por Margaret Thatcher e Ronald Reagan, vivia-se o tempo de desmanche dos serviços de assistência social no mundo inteiro. No mais puro Consenso de Washington, dizia-se que essas tarefas deveriam ser assumidas por ONGs filantrópicas que, no mais puro Consenso de Washington, iriam fazer o papel do Estado com mais eficiência e pontualidade. O resultado no plano internacional está aí – e seu sinal mais visíveis são os refugiados africanos que cruzam o Mediterrâneo numa luta desesperada.

Trinta e dois anos mais tarde, mais uma vez o Brasil enfrenta uma das mais graves e prolongadas estiagens de sua história. O sofrimento é real mas não se veem saques em supermercados nem cenas de desespero social do passado. Ainda que o grau de irresponsabilidade social da dupla Temer-Meirelles não permita descartar reações desesperadas no futuro, não há, no Brasil de hoje, o equivalente às levas de refugiados de antigamente.

Não se trata do efeito Criança Esperança e iniciativas semelhantes. Foram milhares de cisternas, espalhadas pelas áreas críticas do Nordeste, que permitem ao sertanejo armazenar água da chuva. Foram anos de estímulo aos investimentos na região, que, invertendo uma curva da história. Foi a transposição do São Francisco – combatida com tenacidade pela Globo, com auxílio da nova conservadora Marina Silva.

Opiniões sobre Coreia do Norte custaram emprego a polêmico ex-assessor de Trump?


Importante peça no tabuleiro que elegeu Donald Trump, Steve Bannon deixou a Casa Branca na última semana por razões ainda não muito claras dentro e fora dos Estados Unidos. Contudo, seria possível que as opiniões de Bannon sobre a Coreia do Norte pudessem ter um peso para sua demissão?

Em oito meses de governo, Trump já demitiu uma série de aliados e assessores do seu gabinete, boa parte deles envolvidos em polêmicas internas que pouco ajudam uma administração associada diariamente a polêmicas, o que reflete a alta taxa de reprovação da gestão até aqui nos EUA.

A sugestão de que a demissão de Bannon, este ligado a movimentos de extrema direita estadunidenses (alguns envolvidos nos episódios de violência de Charlottesville), pudesse estar vinculada, entre outros fatores, à Coreia do Norte foi feita pelo congressista republicano Peter King.

"Ele [Bannon] estava discordando publicamente da política do presidente sobre a Coreia do Norte. E esta foi a política do presidente Trump, do secretário [James] Mattis, do secretário [Rex] Tillerson e do presidente do conselho de segurança nacional, o general McMaster", disse King, em entrevista neste domingo a uma rádio de Nova York.

"Para ele [Bannon] tornar isso público e, basicamente, dizer à Coreia do Norte que não temos nenhuma opção militar contra eles, era algo que estava prejudicando o presidente dos EUA", explicou.

No dia da demissão de Bannon, uma entrevista com o então estrategista de Trump foi publicada pelo site The American Prospect. Nela, ele falava sobre vários assuntos, em boa parte deles demonstrando discordância quanto aos rumos adotados pelo presidente dos EUA. E, como na abertura do artigo fica claro, tal entrevista pode ter custado o seu emprego.

"Não há solução militar [para a Coreia do Norte], esqueça", afirmou Bannon nesta entrevista. "Até que alguém resolva a parte da equação e me mostre que 10 milhões de pessoas em Seul não morrerão nos primeiros 30 minutos por armas convencionais, não sei do que você está falando. Não há nenhuma solução militar aqui. Eles nos pegaram".

Bannon dizia ainda, na mesma entrevista, que os EUA deveriam considerar um acordo com a China: a Casa Branca aceitaria retirar as suas tropas da Coreia do Sul, e em troca Pequim faria a sua parte ao congelar de vez o programa nuclear norte-coreano. Tal acordo, nestes termos, parece fadado a não acontecer, comentou o agora ex-estrategista de Trump.

HispanTv

Cazas rusos persiguen ocho veces aviones espía de EEUU y OTAN


Un avión espía Boeing RC-135 de la Fuerza Aérea estadounidense durante una misión en Europa.

La aviación militar rusa dice haber interceptado esta semana ocho veces aviones de espionaje extranjeros cerca de sus fronteras.

Según un informe dado a conocer por el Ministerio de Defensa ruso, un total de 16 aviones militares realizaron misiones de reconocimiento en las cercanías de las fronteras rusas, tal como recogió el sábado la agencia oficial Sputnik.

El referido Ministerio destacó que no se había permitido violación alguna del espacio aéreo nacional. También la semana pasada, señaló que su Fuerza Aérea había llevado a cabo cuatro vuelos de interceptación de aviones espía. En esa ocasión, los aparatos aéreos extranjeros realizaron 12 vuelos junto a las fronteras rusas.

A este respecto, el experto ruso en aviación militar Viktor Pryadka ha subrayado que el reconocimiento aéreo sigue siendo un instrumento de suma importancia, pese a las avanzadas capacidades de los equipamientos de vigilancia espacial.

“Un avión de reconocimiento permite tomar imágenes mucho más precisas que las tomadas desde un satélite. El reconocimiento desde el espacio depende en gran medida de las condiciones meteorológicas que pueden distorsionar los importantes detalles de una imagen”, ha explicado Pryadka.

En los últimos meses, se ha aumentado el número de los vuelos de reconocimiento de Estados Unidos y de la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN) junto a las fronteras occidentales rusas.

Por su parte, la Alianza Atlántica informa de manera frecuente de que intercepta aviones de guerra rusos que violan el espacio aéreo de sus aliados en el mar Báltico.

Estos acontecimientos se producen mientras Washington y Moscú aún no han llegado a solventar la escalada de tensiones entre ambas partes debido a la crisis de Ucrania.

mjs/ctl/msf/HispanTv

Ejercito libanés alza bandera española tras victoria ante el EI por las víctimas en Cataluña


Las acciones militares son producto de la ofensiva lanzada por las tropas gubernamentales en la localidad montañosa de Raas-Baalbek, último bastión del grupo terrorista en la zona fronteriza con Siria.

Este sábado, las Fuerzas Armadas libanesas han recuperado un tercio de una región estratégica en Siria de manos del Estado Islámico (EI). Los uniformados celebraron la victoria levantando una bandera del Líbano y otra de España, en homenaje a las víctimas de los atentados que azotaron a Cataluña esta semana.

La agencia AP señala que hasta el momento fueron recuperados unos 30 kilómetros cuadrados. En el operativo fueron dados de baja 20 terroristas del EI y al menos 10 soldados libaneses resultaron heridos.

Las acciones militares son producto de la ofensiva lanzada por las tropas gubernamentales en la localidad montañosa de Raas-Baalbek, último bastión del grupo terrorista en la zona fronteriza con Siria. En la operación se han utilizado misiles, artillería y helicópteros.

"En nombre del Líbano, en nombre de los soldados libaneses secuestrados, en nombre de los mártires del Ejército, anuncio que esta operación ha comenzado", expresó el general Joseph Khalil Aoun, comandante de las Fuerzas Armadas libanesas.



Simultáneamente Hezbolá, el grupo chiita libanés, y el Ejército de Siria, anunciaron su apoyo a través de un ataque coordinado contra los yihadistas desde el lado sirio de la frontera.

Actualidad RT

"Fase incontrolable de la guerra nuclear": Pionyang atacaría Guam o Hawái "sin piedad"



Los próximos ejercicios conjuntos de EE.UU. y Seúl "echan leña al fuego" y pueden terminar mal, advierten desde Corea del Norte.

El principal periódico oficial de Pionyang ha calificado de "comportamiento irresponsable" y "acción rival" la convocatoria de los ejercicios conjuntos entre Estados Unidos y Corea del Sur para los próximos días 21 a 31 de agosto. El evento militar "lleva la situación a una fase incontrolable de la guerra nuclear", asegura 'Rodong Sinmun'.

De cara a las maniobras, designadas Ulchi Freedom Guardian, el medio recuerda que Guam, Hawái e incluso el territorio continental estadounidense están vulnerables ante un ataque con misiles. Por lo tanto, no podrán "evadir el ataque sin piedad".

Los ejercicios estarán divididos en dos etapas. Durante la primera los participantes se entrenarán en reducir el daño causado a un territorio con instalaciones de importancia por los ataques de un enemigo convencional. La segunda parte incluirá operaciones conjuntas de las tropas surcoreanas y estadounidenses en caso de una invasión desde el norte.

El artículo constata que EE.UU. "sigue ignorando las múltiples advertencias" de los militares norcoreanos. Junto con sus aliados en Seúl "echan leña al fuego" por medio del nuevo simulacro.

La declaración de la prensa no significa la inminencia de un ataque, puesto que —ya a sabiendas de las próximas maniobras— el líder del país, Kim Jong-un, se mostró dispuesto a observar "un poco más la tonta y estúpida conducta de los yanquis". Sin embargo, con ella Pionyang se reserva el derecho a apuntar contra EE.UU. en cualquier momento.

El periódico menciona también una congregación contra Ulchi registrada el 14 de agosto en Seúl. Los manifestantes, convocados por la "vanguardia" estudiantil y sindical por la reunificación, propusieron que Trump "cierre la boca" y cancele los ejercicios.

Actualidad RT

sábado, 19 de agosto de 2017

“Inimigo dos quilombos e dos pobres”: quem é o juiz que proibiu homenagem a Lula na Bahia. Por Kiko Nogueira


Mais uma intervenção abstrusa do Judiciário.

O juiz Evandro Reimão dos Reis suspendeu a entrega a Lula do título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Recôncavo Baiano — criada pelo ex-presidente.

“Parece existir ilegalidade do objeto ante a perceptível violação da norma administrativa; e, ademais, existir desvio de finalidade na oferta do título pois adrede sua outorga com vistas a propiciar manifestação ruidosa do réu Luis Inácio Lula da Silva no local da entrega da homenagem ao coincidi-la com o evento onde ele está envolvido de visibilidade político-partidária denominado ‘Brasil em Movimento’”, disse ele na decisão.

Onde isso impediria qualquer coisa?

Lembrando que se trata do mesmo estado cuja capital deu a João Doria o prêmio de cidadão soteropolitano. Mas Doria não estava em campanha e fez maravilhas pela cidade, claro.

É apenas mais um ato de autoritarismo num país repleto de aspirantes a Sergio Moro. Wannabes.

Fernando Brito, no Tijolaço, escreveu que ele atendeu os servidores que pediram que não pudessem ser divulgadas suas remunerações.

“No Supremo, onde duas vezes foi para contestar promoções de outros juízes a desembargador por merecimento que não ele próprio, tomou duas derrotas acachapantes em decisões dos Ministros Ricardo Levandowski e Teori Zavascki. Também foi ao Conselho Nacional de Justiça para o mesmo fim e…perdeu“, diz Brito.

Reimão já foi classificado por um deputado federal como alguém “que não gosta de pobre. Ele é o mesmo que ordenou a derrubada das barracas de praia em Salvador”, afirmou Luiz Alberto (PT-BA).

Em 2012, Reimão determinou a desocupação do Quilombo Rio dos Macacos, vizinho à Base Naval de Aratu, no município baiano de Simões Filho, numa briga em que a Marinha levou a melhor.

Famílias foram desalojadas, mas até aí normal, certo?

Abaixo, matéria da Carta Capital sobre o caso:

A base naval de Aratu, na zona metropolitana de Salvador, é um recanto para algumas personalidades da República. Em dezembro de 2011, Dilma Rousseff escolheu como destino a Praia de Inema para tirar alguns dias de folga. A base é também um dos locais preferidos de Luiz Inácio Lula da Silva: durante dois anos consecutivos o ex-presidente passou o reveillon no local, cujo acesso é restrito à Marinha do Brasil.

Descrevendo dessa maneira pode até parecer que Aratu é um oásis. Mas os oficiais que garantem a segurança dos chefes da República durante suas férias são os mesmos que há cerca de 40 anos tiram o sossego dos moradores da região do Rio dos Macacos, terreno localizado dentro da base e já reconhecido como quilombola pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

São aproximadamente 500 pessoas. Há relatos de gerações de famílias que estão na área há mais de 100 anos e hoje estão assediados pela opressão dos oficiais. “A gente vive sendo ameaçado de morte. É uma verdadeira guerra contra nossas crianças e idosos”, conta Rosemeire Santos, 33 anos, uma das líderes da comunidade.

Ela nasceu e cresceu no quilombo e explica que a Marinha reveza momentos de extrema violência com outros de relativa paz. “Hoje em dia minha filha pequena tem medo dos camburões. Minha avó está doente, em cima de uma cama, e nem isso eles respeitam. Colocam armas nos nossos rostos. Chegam à nossa casa no meio da noite, não podemos nem dormir”, lamenta.

Coreia do Norte: armas nucleares não ameaçam outros países além dos EUA


De acordo com a posição oficial de Pyongyang, suas armas nucleares não ameaçam países que não participam das ações militares contra Pyongyang juntamente com os EUA, comunica o jornal Rodong Sinmun.

De acordo com a informação da edição, o reforço do armamento nuclear da Coreia do Norte é destinado apenas à "contenção dos passos irrefletidos dos EUA para iniciar uma guerra nuclear". Entretanto, o jornal norte-coreano afirma que as declarações de Washington sobre a ameaça de Pyongyang são exageradas.

As autoridades da Coreia do Norte também assumiram o compromisso de "não tomar a iniciativa de um ataque contra outros países que não participem das ações militares contra Pyongyang ao lado dos EUA".
O jornal afirma que a produção de mísseis e de armas nucleares no país é transparente ao máximo.

A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia Maria Zakharova qualificou a possível concretização dos planos dos EUA para a Coreia do Norte como um "cenário apocalíptico".

De acordo com ela, se Washington começar um conflito nuclear com esse país, isso se tornará um problema mundial.

Sputnik Brasil

Un vehículo atropella a una multitud en Sídney



Apenas dos días después del atentado terrorista en Barcelona, un vehículo ha arrollado este sábado a una multitud en la ciudad australiana de Sídney.

De acuerdo con el canal 9 News Australia, al menos seis personas han resultado heridas, entre ellas un menor, después de que un vehículo embistiera a numerosos peatones en una concurrida calle de Sídney.

Conforme a los reportes de medios locales, todavía no corroborados, el conductor del vehículo se sintió mal mientras conducía, lo que habría provocado el suceso. De momento, la policía no ha catalogado el incidente como un atentado.

El trágico episodio ha tenido lugar a las 15H45 (hora local) frente a un centro comercial en Chatswood, norte de Sídney. La policía fue informada de lo ocurrido por varios testigos atemorizados que pensaban que se trataba de un atentado terrorista como el de Barcelona (noreste de España), que dejó 14 muertos y más de un centenar de heridos.

Los servicios de emergencia de Australia han anunciado, por su parte, que entre los heridos se encuentra un niño, además de agregar que una mujer resultó gravemente herida, por lo que fue trasladada de inmediato a un hospital.

Aunque lo ocurrido ha sido un simple incidente aislado, se ha situado rápidamente entre las noticias de última hora de medios locales y globales, ya que se creía que era otro ataque del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) como el registrado en Barcelona.

El atropello del jueves en la zona turística de Barcelona fue el sexto atentado de este tipo que se produce en Europa en los últimos 13 meses. El modus operandi ha sido el mismo en todos ellos: un conductor que arremete contra la multitud en zonas de gran afluencia.

zss/anz/hnb/HispanTv


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

TEMER NOMEIA ACUSADO DE ASSÉDIO MORAL E SEXUAL COMO CÔNSUL NO PARAGUAI


Do Metrópoles - O presidente Michel Temer (PMDB) nomeou nesta sexta-feira (18/8) Américo Dyott Fontenelle como cônsul-geral do Brasil em Ciudad del Este, no Paraguai. Fontenelle foi suspenso das atividades de embaixador em 2014 por suspeita de assédio moral, sexual, homofobia e desrespeito no exercício da função de cônsul-geral do Brasil em Sydney (Austrália).

Fontenelle tem um histórico de acusações. Em 2007, também foi investigado por assédio moral quando atuava no Canadá. O processo, no entanto, foi arquivado e o Itamaraty não puniu o funcionário.

Em 2013, funcionários que trabalharam com Fontenelle relataram o drama vivido. "Quando você é tão eficiente me dá vontade de te dar um beijo", teria dito o cônsul a Claudia Pereira. Para outra colega, Viviane Jones, ele teria comentado que ficava imaginando o que estava debaixo da blusa dela e que ele caminhava se esfregando nas funcionárias.

Já Alberto Amarilho, funcionário de carreira do Itamaraty, relatou que Fontenelle atacava minorias com expressões como "velha escrota", "negão", "chinês filha da puta".

Exército sírio aniquila terroristas ao leste da capital



O Exército Árabe Sírio continua realizando combates intensos com os grupos terroristas Frente al-Nusra e Faylaq al-Rahman (proibidos na Rússia e muitos outros países) no bairro de Jobar e nos arredores de Ein Tarma ao leste de Damasco.

De lá se ouvem os sons da artilharia e dos mísseis.

Uma fonte militar síria disse à Sputnik Árabe que os militantes do grupo Faylaq al-Rahman tentaram recuperar o território de um matadouro que o exército sírio tomou há vários dias. Um dos oficiais que participou de combates na região do matadouro disse que o inimigo sofreu pesadas baixas e não conseguiu realizar seu plano.

Segundo a fonte, as tropas conseguiram avançar “para a parte sul do bairro de Jobar, onde elas entraram em confrontos abertos com os militantes”. O exército sírio e as forças aliadas tomaram sob controlo vários prédios grandes que são pontos estratégicos, bem como os túneis subterrâneos que ligam estes prédios.

Sputnik Brasil

Venezuela crea fuerzas especiales ante amenazas de Trump



Venezuela pone ‘armas al hombro’ ante la amenaza militar de Donald Trump y activa un Comando de Operaciones Especiales para la defensa del país.

El ministro venezolano de la Defensa, Vladimir Padrino López, presidió ayer jueves en la ciudad de Maracay (estado Aragua) la creación de la 99 Brigada de las Fuerzas Especiales, con motivo de la Operación Soberanía Bolivariana 2017, con el propósito de defender la patria.

En el acto de instalación de la nueva brigada, Padrino López anunció que la Fuerza Armada Nacional Bolivariana (FANB) ha recibido “una orden preparatoria” para poner “armas al hombro” a fin de defender la soberanía del país ante las amenazas de intervención militar por parte del presidente de EE.UU., Donald Trump.

El dignatario señaló que Venezuela “ha sido amenazada por el imperio de la forma más grosera” y consideró que las palabras de Trump representan una de las ofensas más peligrosas hechas por EE.UU. contra la nación bolivariana.

Trump, reprochó el ministro, se ha atrevido a poner sobre la mesa “una agresión de carácter militar”, pero el pueblo “valiente y guerrero” venezolano no acepta dichas amenazas.

“No lo vamos a permitir, nos negamos rotundamente a entregar la patria absolutamente a nadie, sea cual sea el imperio que quiera poner sus garras en esta tierra”, subrayó Padrino López.

El titular de Defensa aseguró que la FANB ha decidido a partir de hoy, “cumpliendo las instrucciones de nuestro comandante en jefe, dar un cambio de actitud radical” y reforzar su disposición a defender la patria “con una sola fuerza armada, junto al pueblo, como un solo músculo”.

EE.UU. ha radicalizado su postura frente al Gobierno de Caracas al ver que las sanciones económicas a altos funcionarios venezolanos e incluso el propio presidente Nicolás Maduro no frenaban el proceso de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC).

Ante la amenaza bélica de Washington, el presidente Maduro ordenó el lunes a la Fuerza Armada Nacional la realización de ejercicios militares para preparar la defensa en todo el país.

tmv/mla/ask/mkh/HispanTv

Puigdemont: Atentados no pararán plan independentista de Cataluña


Carles Puigdemont (dcha), junto con el rey Felipe y el presidente del Gobierno, Mariano Rajoy, honran a víctimas de ataques en Barcelona, 18 de agosto de 2017.

El presidente de la Generalitat de Cataluña, Carles Puigdemont, asegura que los atentados de Barcelona no cambiarán los planes independentistas de su ejecutivo.

"No vamos a cambiar la hoja de ruta del soberanismo", ha resaltado Puigdemont hoy viernes en una entrevista con la cadena local Onda Cero, para después tachar de “miserables” los intentos de mezclar los planes de secesión con los atentados terroristas de la víspera en Barcelona.

"Creo que mezclar lo que debe ser una prioridad de respuesta ante la amenaza terrorista y atención a las víctimas con otras cosas me parece literalmente miserable, porque no es la única ni la primera ciudad de Europa donde se ha producido una masacre de estas características", ha razonado el líder catalán.

Ayer jueves, dos ataques separados en las ciudades de Barcelona y Cambrils, en el noreste del país, dejaron 14 muertos y más de cien heridos. El grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) ha reivindicado los atentados.

"Es muy desagradable que en un momento de dolor de víctimas (...) se aproveche para hacer una política de este nivel, que no comparte en absoluto la mayoría de la población de Cataluña", ha agregado el presidente regional catalán.

Aunque, Puigdemont no ha mencionado a ningún político en concreto, sí ha insistido en que "no permitirá que se mezclen ambos debates".

Desde que Puigdemont anunciara a principios del pasado mes de junio la celebración de un referéndum de independencia de Cataluña, el Gobierno español, en manos del conservador Partido Popular (PP), rechaza con rotundidad ese plebiscito.

Cabe mencionar que tras los mortales atentados de Barcelona el presidente del Gobierno español, Mariano Rajoy, anunció en la noche de ayer jueves tres días de luto oficial y transmitió a Puigdemont todo el apoyo del Gobierno para la lucha contra el terrorismo.

myd/mla/ask/mkh/HispanTv

Ultraderechistas y antifascistas marchan en Barcelona tras atentados



Ambos bandos se citaron en la misma zona donde este jueves ocurrieron los atentados terroristas.

En el centro de Barcelona, en el lugar donde se perpetró el atentado, se llevan cabo manifestaciones convocadas por grupos de ultraderecha y antifascistas.

Por el momento se han registrado enfrentamientos aislados entre integrantes de ambos bandos. Las manifestaciones fueron separadas por un fuerte cordón policial.

Decenas de antifascistas y vecinos de la Rambla han echado a gritos a los ultraderechistas, que se habían reunido en la zona para manifestarse.

Por un lado, colectivos islamófobos como La Falange, Democracia Nacional y Somatemps convocaron sus concentraciones en las inmediaciones del popular mercado de la Boquería, que se encuentra en Las Ramblas, para rechazar los atentados terroristas perpetrados este jueves en Cataluña.

Estos colectivos apuntan a la religión islámica como responsable de esos ataques, por lo que piden el cierre de las fronteras y el fin de lo que llaman el "buenísimo multicultural", informa la prensa local.

La otra concentración ha sido convocada por Ciutat Vella Antifeixista en la plaza de la Boquería, frente al mercado del mismo nombre. "Contra el Estado Islámico y el odio fascista. No pasarán", es el lema de la convocatoria antifascista.

Dos atentados terroristas

Al menos 15 personas han muerto y más de 100 resultaron heridas en el atentado terrorista registrado en la tarde de este jueves en el centro de Barcelona. Una furgoneta accedió a la popular avenida de la Rambla, atropellando a decenas de personas.

Posteriormente, en la madrugada de este viernes, la Policía evitó un mayor atentado al abatir a cinco hombres que arrollaron a varias personas en la localidad de Cambrils, cerca de Barcelona. Este segundo ataque dejó seis heridos.

La organización terrorista Estado Islámico se atribuyó la autoría del ataque en Barcelona, argumentando que fue en respuesta a las acciones de la coalición internacional liderada por EE.UU. contra los yihadistas en Siria e Irak.

Actualidad RT

Corea del Norte 'destruye' con sus misiles el Capitolio y todo EE.UU. en una serie de carteles


La próxima semana Washington y Seúl celebrarán maniobras militares conjuntas, lo que podría empeorar aún más la crisis.

Medios de comunicación estatales de Corea del Norte han difundido carteles de propaganda en los que escenifican al territorio estadounidense en llamas debido al impacto de misiles norcoreanos en "respuesta" a las últimas sanciones impuestas por la ONU contra la nación asiática por iniciativa de Washington, informa Reuters.

Una de las ilustraciones, titulada 'Esta es nuestra respuesta', muestra al edificio del Capitolio, ubicado en Washington D.C., destruido por los misiles. En otra imagen se aprecia el mapa del país norteamericano ardiendo en llamas y un mensaje que reza: "Todo el territorio de EE.UU. está ahora dentro del alcance de nuestros misiles".


Los carteles han sido difundidos este jueves por la agencia estatal norcoreana KCNA, que también exhibe una tercera ilustración de un tanque en la que asegura que "nadie podrá detener el camino" elegido por Corea del Norte.

Una guerra de amenazas

La escalada de tensión entre Washington y Pionyang se intensificó la semana pasada, cuando el presidente estadounidense Donald Trump aseguró que si Corea del Norte agravaba la amenaza nuclear, la respuesta de EE.UU. sería "un fuego y una furia que el mundo nunca ha visto". Ante este ultimátum, Pionyang respondió que elaboraría un plan para atacar con misiles la isla estadounidense de Guam, ubicada en el océano Pacífico.


Pero en los últimos días, ambas partes han dado señales de que tienen la voluntad de evitar un enfrentamiento militar. En ese sentido, este martes Corea del Norte desistió de su plan de atacar Guam, aunque indicó que podría cambiar de opinión en caso de que "los yanquis persistan con sus peligrosas acciones en la península coreana".

Por su parte, Trump respondió que Pionyang ha tomado "una decisión muy sabia y razonable", porque "la alternativa habría sido catastrófica e inaceptable".

No obstante, a partir del próximo lunes las tropas de EE.UU. y Corea del Sur llevarán a cabo una maniobra militar conjunta que se celebra anualmente en la península coreana, algo que Pionyang considera como una provocación y que podría empeorar aún más la crisis.

Actualidad RT

Jornada negra en Cataluña: lo más importante


En 24 horas dos ciudades catalanas han sufrido atentados terroristas. Tras el mortal atropello de peatones en Barcelona, otro ataque en Cambrils dejó una víctima mortal, varios heridos y cinco terroristas muertos.

Una furgoneta ha atropellado en Las Ramblas de Barcelona a decenas de personas, dejando al menos 13 muertos y más de 100 heridos, según han declarado los Mozos de Escuadra (la Policía autonómica).

La Policía de Barcelona ha calificado el atropello de "atentado". La Audiencia Nacional (Tribunal de justicia) española ha abierto diligencias para investigar el atentado perpetrado en el centro de Barcelona.

Entretanto, el Estado Islámico (EI) ha reivindicado el mortal ataque. El grupo terrorista se atribuyó la autoría del atentado a través de una nota difundida por su agencia de noticias Amaq. El EI afirma que este atentado responde a sus llamamientos previos a atacar a los "países de la coalición".

¿Qué pasó en Barcelona?

Según han confirmado los Mozos de Escuadra, un conductor ha subido por la vía peatonal, una de las más concurridas y populares de la ciudad, y ha atropellado a varias personas.

Según el diario 'La Vanguardia', es probable que una furgoneta haya recorrido Las Ramblas desde la boca de metro, situada al inicio de la avenida, y haya impactado varios vehículos. Luego, se habría acercado a la entrada del Gran Teatro del Liceo, por la vía central, dejando a decenas de heridos.

Según los medios locales, el autor del atropello se ha dado a la fuga y sigue en libertad.

Poco después del atropello, se reportaba que había varias personas armadas atrincheradas en el bar turco El Rey de Estambul, cerca de Las Ramblas, con varios rehenes. Sin embargo, los Mozos de Escuadra han informado por su cuenta de Twitter que no hay sospechosos atrincherados en el restaurante turco.

Por su parte, el incidente en las afueras de Barcelona, en el que un conductor atropelló a tres agentes de la Policía autonómica catalana, no está vinculado con el ataque terrorista en el centro de la ciudad, de acuerdo con las declaraciones del jefe de los Mossos d'Esquadra, Josep Lluís Trapero. El autor del atropello fue abatido por la Policía.




Los sospechosos

La Policía baraja la puesta en marcha de una operación jaula en el centro de la ciudad para tratar de captura a los responsables del atentado. Según el último comunicado de la Policía catalana, el conductor de la furgoneta todavía sigue en libertad.



Para el momento la Policía confirma cuatro detenidos. Las autoridades han señalado que uno de ellos es originario de Marruecos y otro es nativo de la ciudad española de Melilla.

Otra persona ha sido detenida en el municipio de Ripoll (Girona).

Mientras tanto, uno de los individuos identificados anteriormente por la Policía como sospechosos del ataque en Barcelona no correspondería al verdadero autor de los hechos. De acuerdo con los medios locales, Driss Oukabir, se ha presentado a la comisaría para denunciar el robo de sus documentos. La fotografía de Oukabir fue compartida entre los oficiales para detenerlo.

Según las autoridades, los autores de los ataques terroristas en Barcelona y Cambrils serían parte de una célula terrorista conformada por 12 miembros.

Los vehículos

Según los datos preliminares citados por 'El Mundo', los autores del atropello habrían alquilado dos furgonetas de color blanco para perpetrar el atentado. El atropello fue perpetrado con una furgoneta de la marca Fiat, cuya matrícula es: 7082JWP. La otra furgoneta llevaba la matrícula 7083JWD.

Según el diario 'El País', dentro de la furgoneta utilizada para el atropello se ha descubierto un pasaporte español.

Desarrollo

La Policía Local de Barcelona ha informado tras el atentado que la zona donde se perpetró el suceso fue acordonada. No obstante, tras unas horas el acceso a la zona ha sido reestablecido. Además han sido cerradas las estacione del metro y de ferrocarril en el centro de la ciudad.

Se han suspendido todos los conciertos y actos culturales previstos esta noche en Barcelona.

¿Qué pasó en Cambrils?

La madrugada de este 18 de agosto un grupo de terroristas intentó repetir en la turística ciudad de Cambrils, a unos 120 kilómetros al sur de Barcelona, el atentado que horas antes había tenido lugar en la capital catalana. Como resultado, seis personas han resultado heridas, dos de ellas de gravedad, cuando los terroristas las arrollaron en el Paseo Marítimo de la localidad antes de la actuación de la Policía catalana.



La mañana de este viernes, uno de los heridos en el atentado en Cambrils ha fallecido.

Según comunicó Protección Civil de Cataluña en su cuenta de Twitter, los Mossos d'Esquadra, han abatido a cuatro de los autores del ataque y han herido a otro, que falleció posteriormente. Además reportan que los posibles atacantes llevaban encima cinturones explosivos y armas de fuego. Un agente de los Mossos ha resultado herido en la operación.

Según ha confirmado la Policía catalana , los presuntos terroristas de Cambrils portaban un hacha y varios cuchillos en el coche que utilizaron para atropellar a los transeúntes en el Paseo Marítimo de esa localidad. Uno de los cinco terroristas abatidos la madrugada de este viernes en Cambrils podría haber sido el conductor del múltiple atropellamiento en el centro de Barcelona.

Dos explosiones la noche anterior a los atentados

Los Mossos d'Esquadra, la Policía autonómica catalana, han comunicado que el atentado perpetrado en Barcelona guarda relación con dos explosionesocurridas la noche previa en un domicilio de una localidad del sur de Cataluña.

En dichos incidentes, registrados en la municipalidad de Alcanar, a unos 180 kilómetros de Barcelona, una persona perdió la vida y siete resultaron heridas, entre ellos seis agentes. La primera de las explosiones se había registrado el miércoles en la noche y se atribuyó a una acumulación de gasen la vivienda, mientras que la segunda ocurrió el día después en medio de las labores de limpieza de los escombros.

Actualidad RT


Ataque terrorista en Barcelona deja 13 muertos



Tamarant - Con una espada de Damocles pendiendo sobre nuestras cabezas es imposible hacer un análisis político sobre el ataque terrorista que acaba de ocurrir en Barcelona (Me refiero a la ley mordaza, de los PePeros). Sólo puedo citar una frase como reflexión, en esta Europa donde las bandas NEO-NAZIS crecen como hongos... y que de alguna manera se están utilizando para tapar gobiernos profundamente corruptos y mantener al populacho a amedrentado...

…el incendio en 1933, del Reichstag o Parlamento alemán, atribuido por los nazis a los comunistas, fue realizado por ellos mismos para justificar una política represiva y de exterminio contra todos sus opositores.

Entiendo que bombardeados por una propaganda consumista bestial, hoy los pueblos del mundo están más pendientes de un champú que le de brillo al pelo, que en ganar un sueldo digno para cubrir sus necesidades básica, no importa que nos derruyan el sistema público de pensiones, que nos derruyan la sanidad, que nos pongan un contrato basura, que nos desahucien, que nos empujen al suicidio... No importa.

Atentados de falsa bandera

Recuerdan: 11S. 11M. y 11J ingles, 7-7-2005- -- (7+7+2= 16-5=11), todo una galimatías. Ahora los DAESH made in USA, Al-Sauldí vía Ankara etc. etc. atentan en Francia, Bélgica, Alemania, Inglaterra y ya al parecer le tocó el turno a España, ¿Quien será el siguiente?

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Em delação, Funaro diz que Temer sabia de tudo e era o chefe da quadrilha


Após acompanhar uma audiência em Brasília nesta quarta-feira 16, o operador Lúcio Funaro, réu na Lava Jato, relatou que há um impasse com o Ministério Público Federal para firmar seu acordo de delação premiada.

Segundo ele, o desentendimento é sobre benefícios e tempo de prisão. Funaro diz não concordar com a proposta do MPF, que apresentou um tempo "bem diferente, muito distante do que eu queria" para sua permanência em regime fechado.

Por isso, o operador, que está preso, disse que não há previsão para a assinatura do acordo. Em sua delação premiada, Funaro delata Michel Temer, entre outros mais de 40 políticos. Segundo ele, "ainda há" o que entregar sobre Temer.

Em depoimento à PF, ele já declarou que o peemedebista sabia do pagamento de propinas na Petrobras. Ele também revelou que Temer orientou a distribuição de dinheiro desviado da Caixa Econômica Federal.

Plantão Brasil

Impotente, governo dos EUA busca apoio na América Latina contra a Coreia do Norte


O que a maior potência militar do planeta está fazendo contra a Coreia do Norte é algo absurdo e criminoso. Estão fazendo uma campanha onde se dizem "ameaçados", embora disponham de armas nucleares capazes de destruir o planeta Terra mais de 80 vezes. E se dizem ameaçados por um pequeno país que tentaram invadir em 1950 - e fracassaram.   Agora EUA estão solicitando que as nações-chave da América do Sul se juntem aos esforços da comunidade internacional (leia-se apoiadores dos EUA) para isolar a Coreia do Norte na tentativa de deter o desenvolvimento de mísseis de Pyongyang. A declaração é do vice-presidente norte-americano, Mike Pence, nesta quarta-feira. Até o momento todas as sanções aprovadas nas Nações Unidas contra a Coreia do Norte não tem surtido efeito, uma vez que pelo terceiro ano seguido o crescimento econômico da Coreia do Norte foi maior que o da Coreia do Sul, apesar dos embargos e ameaças aos países que fazem comercio com o país de Kim Jong Un.

"Os Estados Unidos atribuem grande importância ao isolamento contínuo do regime de Kim Jong-un e pedimos insistentemente ao Chile hoje e instamos o Brasil, México e o Peru a quebrar todos os laços diplomáticos e comerciais com a Coreia do Norte", afirmou Pence na capital chilena de Santiago.

"É necessário que o regime de Pyongyang entenda que todas as opções estão sobre a mesa", disse Pence em uma coletiva de imprensa conjunta com a presidente do Chile, Michelle Bachelet.


O marechal Kim Jong Un apresenta novo míssil intercontinental para fazer frente às ameaças dos EUA

De acordo com ele, "os EUA simplesmente não vão permitir que um regime maligno na Coreia do Norte possua armas nucleares que podem atingir nosso país e ameaçar americanos". Ora, qualquer criança sabe que a Coreia do Norte está apenas reagindo às ameaças dos EUA desde os anos 50, quando os norte-americanos invadiram o país e assassinaram 1 em cada 3 norte-coreanos. Nos últimos anos, os EUA instalaram 21 bases militares na Coreia do Sul para ameaçar a Coreia do Norte, e todos os anos realiza exercícios militares sobrevoando o país com bombas atômicas, fazendo chantagem nuclear contra os norte-coreanos, o que levou o país a concentrar esforços na área militar para desenvolver bombas atômicas e fazer frente às ameaças norte-americanas.

O objetivo de Washington é conseguir uma Península Coreana livre de armas nucleares. "Queremos que o regime de Pyongyang abandone permanentemente suas ambições nucleares e de mísseis", declarou. A afirmação é ridícula porque não trata do desarmamento nuclear norte-americano.  Hoje em dia os norte-americanos infestam suas bases militares em diversas partes do mundo com bombas atômicas para ameaçar governos e submeter países.

A presidente chilena, Michelle Bachelet, frustrou as expectativas de Mike Pence e declarou que vai "esperar esgotar os esforços diplomáticos" antes de fazer qualquer movimento contra a Coreia do Norte.



A imprensa ocidental mente descaradamente todos os dias sobre a Coreia do Norte, cumprindo o mesmo roteiro repetido todas as vezes que o governo dos EUA elege um vilão antes de fazer guerra para vender armas. A nação que é a maior vendedora de armas no mundo -- os EUA -- depende do comércio da morte, assassinando inocentes em diversos países, exportando guerras, revoluções e terrorismo.

A China já se manifestou afirmando que não permitirá que os EUA ataquem a Coreia do Norte. A Rússia e Irã também enviaram submarinos para o Golfo Coreano para tentar deter uma aventura militar dos EUA que ao atacar a Coreia do Norte pode desencadear uma guerra nuclear de conseqüencias catastróficas para toda a humanidade.

Comitê Brasileiro de Solidariedade à RPD Coreia (Coreia do Norte)

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Siria acusa a EE.UU. y al Reino Unido de suministrar sustancias tóxicas a los terroristas


"Podemos afirmar con seguridad que EE.UU. y el Reino Unido proporcionan apoyo a las organizaciones terroristas que operan en nuestro territorio", ha denunciado el vicecanciller sirio Faisal Mekdad.

En los almacenes de los combatientes en Alepo y las zonas liberadas en los suburbios del este de Damasco se han encontrado sustancias tóxicas provenientes de EE.UU. y el Reino Unido, ha declarado el vicecanciller de Siria, Faisal Mekdad, en rueda de prensa.

Según el viceministro, se han encontrado "granadas de mano y municiones para lanzagranadas" equipadas con sustancias tóxicas irritantes CS y CN. Las municiones químicas halladas fueron fabricadas por la compañía Federal Laboratories en EE.UU., mientras que los agentes tóxicos fueron producidos por las empresas Cherming Defence UK (Reino Unido) y NonLethal Technologies (EE.UU.), ha detallado Mekdad.

El viceministro sirio de Exteriores ha subrayado que, de conformidad con el artículo 5 de la Convención sobre la Prohibición de las Armas Químicas, el uso de agentes tóxicos irritantes solo se permite para fines de control de disturbios, quedando prohibido su uso como medio de guerra.

"Por lo tanto, podemos afirmar con seguridad que EE.UU. y el Reino Unido, así como sus aliados en la región, en violación de la Convención sobre la Prohibición de las Armas Químicas proporcionan apoyo a las organizaciones terroristas que operan en el territorio de Siria", ha denunciado Mekdad. El vicecanciller sirio ha añadido que "suministran a milicianos no solo armas convencionales, sino también agentes tóxicos prohibidos".

Por su parte, el Pentágono ha declarado que "nunca ha suministrado armas químicas a la oposición siria".

"Más allá de la comprensión"

El Ministerio de Asuntos Exteriores de Rusia se ha pronunciado sobre una posible participación de EE.UU. y el Reino Unido en la entrega de las sustancias químicas a los terroristas.

"Aquí tienen todo el compromiso con el derecho internacional y el triunfo de la democracia", ha escrito en su página de Facebook la portavoz de la Cancillería, María Zajárova. Esta ha agregado que "suministrar a los terroristas sustancias tóxicas es incomprensible".

Actualidad RT

Brasileiros não acreditam mais nos políticos e nem na democracia


Marcello Casal/Agência Brasil/Fotos Públicas

“O modelo da democracia representativa não está sendo questionado só no Brasil como no resto do mundo.” A análise é de Mauri Cruz, membro da diretoria executiva da Associação Brasileira das Entidades Não-Governmantais (Abong) que, em entrevista exclusiva à Sputink Brasil, comentou a última pesquisa do Insituto Ipsos sobre política brasileira.

O levantamento apontou que só 6% das 1.200 pessoas entrevistadas, entre 1º e 14 de juho, acreditam que se sentem representadas pelos políticos nos quais já votaram. E pior: hoje apenas 50% defendem o regime democrático. A enquete, feita em 72 municípios, traz ainda outros números preocupantes: 74% são contra o voto obrigatório; 81% afirmam que o problema do Brasil não são os partidos, mas o sistema político; e que a corrupção é um entrave para que o país alcance um nível avançado de desenvolvimento; e que apenas 15% consideram que a lei é igual para todos.

Cruz diz que esse questionamento mundial sobre a democracia representativa repousa em duas questões básicas. A primeira é a própria ideia de participar de processos democráticos, em que a eleição de um representante delega para ele todas as responsabilidades. A segunda, e talvez a mais importante segundo ele, é o sequestro dos processos democráticos pelo poder econômico.

O especialista cita o exemplo o caso recente da Grécia, onde consulta popular determinou que o governo não deveria ceder às exigências dos credores internacionais para liberar financiamentos que evitassem a bancarrota do país. Mesmo assim, pressões do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional, Banco Cental Europeu, entre outros, fizeram o governo ignorar os resultados do plebiscito que ele mesmo organizou.

“Isso a gente vê no dia-a-dia da política brasileira. As pessoas estão vivenciando um modelo de democracia que não está sendo efetiva do ponto de vista da garantia da conquista de direitos. A Abong representa um grande número de ONGs em todo o território nacional e vê que essa descrença com a política é palpável. Essa descrença é perigosa porque abre portas e janelas para alternativas autoritárias, salvadores da pátria, visões totalitárias e que serão piores que uma democracia perneta. Essa pesquisa aumenta o sinal de alerta para os políticos brasileiros. A gente tem que reinventar a forma da democracia, onde a cidadania seja chamada para tomada de decisões concretas. A prática de uma democracia verdadeira vai reacender a esperança das pessoas”, diz Cruz.

No bojo da tão discutida reforma política, o membro da Abong afirma que a proposta do Distritão é um retrocesso, porque não altera o peso do poder econômico no Congresso, diz Cruz, lembrando que em Porto Alegre o prefeito Nélson Marchezan Jr. (PSDB), é um exemplo dessa nova geração de políticos, jovens, empreendedores e que adotam o discurso do livre mercado para fazer política.

“A gente vê como é falacioso esse discurso. O capitalismo brasileiro não é um capitalismo de concorrência, só existe porque é sustentado por políticas públicas, é um capitalismo sem risco. O risco é inerente à ideia do capital, do investidor. O capitalismo brasileiro é o capitalismo do risco zero. Aí esses pseudo-empresários de sucesso querem apresentar que seu modelo de gestão é o modelo eficaz. Na verdade, é um balcão de negócios para os interesses de seus segmentos”, dispara Cruz. “Todo esse discurso de déficit fiscal é porque eles querem enxugar a máquina e sobrar recursos para fazerem as políticas de seu interesse. A pessoa se apresenta como empresário e não como político. Como se o empresário que concorre a uma eleição não fosse um político”, finaliza o membro da diretoria executiva da Abong.

Sputnik Brasil

Defesa da Venezuela: nenhuma potência nos roubará o direito de ser livres e soberanos


Sputnik

A Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) reafirmou nesta segunda-feira o seu apoio ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e disse estar pronta para defender a pátria de uma possível invasão dos Estados Unidos, que, na última semana, afirmaram não descartar uma ação militar contra o país sul-americano.

“Nenhuma potência ou império estrangeiro nos roubará o direito de ser livres, soberanos e independentes. Nesta batalha, nos ilumina o fogo imortal de nossos libertadores, de Bolívar, de Zamora e de Chávez, cujo exemplo de luta e dignidade é o estandarte que mostra o caminho para a grande vitória”, declarou o ministro da Defesa, general Vladimir Padrino López.

“Sem dúvida alguma, essa infeliz afirmação ficará registrada como uma das ameaças mais graves já lançadas contra nossa amada nação. Não apenas porque vem do governo da maior potência militar do mundo, mas também porque se constitui no corolário de um plano intervencionista preconcebido”, destacou López, acrescentando que essa ameaça teria como objetivo final a apropriação indevida de recursos naturais para atender a ambições econômicas desmedidas dos Estados Unidos.


“É insólito que o mandatário norte-americano se refira à Venezuela como ‘um desastre muito perigoso’, quando seu governo não encontra solução para problemas complexos como o consumo maciço de diversos tipos de drogas, discriminação racial, consumismo e desigualdade, assim como sua política belicista, que tantos danos causou e segue causando à humanidade.”

Ainda de acordo com o general, a Venezuela, que se encontra em uma profunda crise econômica, social e política há vários meses, é vítima de uma perversa aliança internacional formada por vários governos, corporações e setores da oposição interna, que, inconformados com os avanços da revolução bolivariana, ativaram seus mecanismos de dominação para destruir um processo fundamentado na justiça social, na igualdade e no humanismo.

Vão criar na Venezuela “um conflito armado” como fizeram no Iraque e no Afeganistão, denuncia Dilma Rousseff


Caracas, AVN.- A ex-presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, assegurou que os Estados Unidos vão criar um conflito armado na América Latina como já fizeram no Iraque e Afeganistão.

“Você lembra o que fizeram com Saddam Hussein? Mataram-no da forma mais bestial possível. Quando fizeram isso, destamparam a caixa de Pandora e saíram todos os monstros possíveis. De onde saiu o Estado Islâmico? Saiu do fato de que os Estados Unidos pensaram que tinha uma posição democrática ali. E não era assim”, explicou durante entrevista para a BBC.

Dilma assegurou que a visão do Ocidente sobre o tema da Venezuela “é irresponsável” e que o presidente Nicolás Maduro está governando em circunstâncias extremas. “O que precisamos é de uma maneira de sair em frente sem derramamento de sangue”, disse.

Sobre a postura ingerencista do governo do presidente de fato, Michel Temer, considerou que ele não tem direito de falar sobre a cláusula democrática do Mercosul. “A situação no Brasil não é a mesma que na Venezuela. Houve um golpe de Estado. Pelo menos, na Venezuela, eles chegaram ao poder através do voto”, explicou.

Abás alaba ‘libertad y dignidad’ de Norcorea en un mensaje a Kim


El presidente palestino, Mahmud Abás (izda), y el líder de Corea del Norte, Kim Jong-un.

En medio de las amenazas intercambiadas entre Washington y Pyongyang, Palestina envía un mensaje de felicitación a Corea del Norte.

De hecho, el presidente palestino, Mahmud Abás, el martes felicitó en un mensaje al líder norcoreano, Kim Jong-un, el Día de la Liberación de Corea y alabó “los sacrificios preciosos” de la nación norcoreana por su “libertad y dignidad”.

“El presidente deseó al líder Jong-un toda la salud y felicidad; el pueblo coreano continuó por la senda de la estabilidad y la prosperidad. Las relaciones amistosas históricas entre Palestina y Corea del Norte y sus dos pueblos seguirán desarrollándose y creciendo”, reza el mensaje de Abás citado por la agencia de noticias palestina Wafa.

El mandatario palestino también expresó su aprecio por las posiciones “estables” de Pyongyang respecto al caso palestino y la “justa lucha” de este pueblo para poner fin a la ocupación del régimen israelí.

Además de referirse a los esfuerzos de los palestinos para establecer un Estado independiente con Jerusalén (Al-Quds) como su capital, consideró esa medida como la garantía “más segura” para lograr una paz duradera para todos los pueblos de la región.

Sin embargo, Abás en su mensaje no hizo alusión alguna a la escalada de tensión en la península coreana y los mensajes de amenaza intercambiadas recientemente entre Estados Unidos y Corea del Norte.

Corea del Norte ha criticado una y otra vez al régimen de Tel Aviv por la ampliación de sus ilegales colonias en la ocupada Cisjordania, sus crímenes contra los civiles durante la guerra contra Gaza en 2014, y los ataques aéreos contra objetivos gubernamentales en Siria.

ftn/ktg/ftm/hnb/HispanTv

Venezuela desactiva un complot terrorista contra Maduro


Símbolo trazado en una pared de Caracas, la capital, que podría ser un mensaje para asaltar sede del Gobierno venezolano, el Palacio de Miraflores.

Los cuerpos de seguridad venezolanos detectan y neutralizan un plan de asalto terrorista a la sede del Gobierno, el Palacio de Miraflores en Caracas.

El Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (Sebin) impidió el martes que se materializara un ataque a la sede gubernamental, luego de que descifrara unos mensajes aparecidos pintados en las paredes de las calles de Caracas (capital de Venezuela).

El plan, que formaba parte de la Operación David, consistía en una serie de símbolos trazados en las calles del centro capitalino, que marcaban la ruta del ataque planeado, según informa este miércoles la cadena estatal Telesur.

La Operación David contemplaba cuatro fases que se iba a urdirse en toda Venezuela: el ataque aéreo al Tribunal Supremo de Justicia (TSJ), en el norte de Caracas; el asalto terrestre al Fuerte Paramacay, en Valencia; el rescate del General Isaías Baduel –quien actualmente cumple condena por conspiración– y, finalmente, la toma del Palacio de Miraflores.

El informe señala que los conspiradores pretendían atentar contra la seguridad del presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, y de otros funcionarios gubernamentales, si hubieran tenido éxito en su empresa.

Esta operación ha sido reivindicada por la llamada “resistencia”, que está conformada por civiles, exfuncionarios policiales y militares que han ejecutado acciones terroristas en el suelo venezolano, precisó el texto.

En el marco de dicha operación, el Sebin ha capturado a 18 personas, como también ha lanzado una orden internacional de captura para otras nueve.

Por su parte, el Gobierno venezolano no descarta que agentes secretos extranjeros estén operando en el país de manera parecida a como ocurre en Siria, al emplear un sistema de simbologías similares a los empleados en este país árabe.

Desde que el Gobierno venezolano convocara la celebración de la Asamblea Nacional Constituyente a fin de hallar una salida a la crisis que sufre el país y su posterior instalación, los sectores de la derecha no han parado de protestar contra este mecanismo contemplado en la Carta Magna de Venezuela, según afirman las autoridades locales.

Maduro ha denunciado, en repetidas ocasiones, que la oposición venezolana busca desestabilizar al país con la ayuda extranjera, en concreto, con el apoyo prestado desde EE.UU.

krd/ktg/ftm/hnb/HispanTv

Rusia tilda de “inaceptables” las amenazas contra Venezuela



El ministro de Asuntos Exteriores de Rusia, Serguéi Lavrov, tacha de ‘inaceptables’ las amenazas estadounidenses de intervención militar en Venezuela.

En declaraciones al término de una reunión hoy miércoles en Moscú (capital rusa) con su homólogo boliviano, Fernando Huanacuni Mamani, Lavrov ha puesto de relieve que la crisis de Venezuela debe resolverse por vía pacífica y sin intervención desde el exterior.

“Estamos de acuerdo en la necesidad de superar rápidamente las desavenencias existentes en ese país [Venezuela] exclusivamente a través de un diálogo pacífico, un diálogo nacional sin ninguna presión externa”, ha declarado Lavrov.

El ministro de Exteriores de Rusia reaccionaba así a declaraciones del viernes del presidente de EE.UU., Donald Trump, quien no descartó una “opción militar” respecto a la situación que atraviesa Venezuela.

Lavrov ha recordado además que la evocación de una intervención militar por parte de EE.UU. en Venezuela ha sido “duramente condenada” por “la abrumadora mayoría de los Estados latinoamericanos”.

Huanacuni Mamani, por su parte, ha reiterado la postura del Gobierno boliviano en defensa del presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, frente a lo que el presidente de Bolivia, Evo Morales, llamó el sábado “complots” de Washington.

“Venezuela está en la búsqueda también de su propio proceso democrático y eso es importante para poder generar los diálogos y poder coadyuvar los procesos, pero con respeto a la soberanía, rechazando cualquier intervención o cualquier intención de intervención al país, en este caso a Venezuela”, ha aseverado Mamani.

La retórica antivenezolana del Gobierno de EE.UU. se ha acentuado esta semana, si se tienen en cuenta las amenazas militares de Trump y las posteriores de su vicepresidente, Mike Pence, quien consideró a Caracas una “amenaza para la seguridad y la prosperidad” estadounidenses.

tqi/mla/bhr/rba/HispanTv

¿A quién quiere complacer Trump con la amenaza militar contra Venezuela?


Un profesor de la Universidad de Binghamton, en Nueva York, considera que es la situación interna de Estados Unidos la que ocupa toda la atención de la Casa Blanca.

La amenaza de intervención militar que Donald Trump lanzó contra Venezuela ocurre en medio de señales diplomáticas contradictorias.

Días antes del polémico anuncio del mandatario estadounidense, voceros de la Casa Blanca calificaron a Nicolás Maduro como "dictador". Inmediatamente después anunciaron tener intenciones de dialogar con Caracas, al tiempo que pedían anular la elección de la Asamblea Nacional Constituyente (ANC).

La pregunta de fondo es a quién va dirigida esa declaración sobre una posible opción militar. ¿Intenta el presidente de EE.UU. cambiar el rumbo de la política venezolana, o más bien calmar los ánimos de las fuerzas políticas internas, en especial del complejo industrial militar?

Pentágono

En abril pasado, a propósito de un ataque con misiles que EE.UU. dirigió contra la base de Shayrat, situada en la provincia siria de Homs, un conocido diputado venezolano, Adel El Zabayar, presidente además de la Federación de Asociaciones y Entidades Árabes de Venezuela (FEARAB), destacaba contradicciones similares.

Recordó entonces que el 30 de marzo la embajadora estadounidense ante la ONU, Nikki Haley, aseguraba que a su Gobierno ya no le interesaba la destitución del presidente de Siria, Bashar al Assad.

Pocos días después, el 6 de abril, y tras un rápido giro diplomático, Trump amenazó a Siria y horas más tarde se produjo el ataque con misiles. Un ataque que, sin embargo, no tuvo mayores consecuencias.

El Zabayar consideró entonces que las primeras declaraciones del nuevo presidente hacia Siria fueron "rápidamente neutralizadas por el Pentágono, debido a las presiones de grupos de poder internos de Estados Unidos". Aseveró que "el poder real está en manos del Pentágono", y que es la industria guerrerista "la que decide cuál es la verdadera política que ejecuta ese Gobierno".

Una fuente militar venezolana explicó a RT que ese ataque a Siria estaba decidido desde antes de la elección de Trump, y éste debió autorizarlo "para calmar a los halcones del Pentágono".

El militar consultado consideró "extraño"que se tratase de un ataque "sin consecuencias".

"¿Cómo es que unos misiles de alta precisión impactan una base y no logran sacarla de operaciones? Al día siguiente, desde esa base militar, en Shayrat, despegaron aviones de combate", aseguró.

Sin subestimar

Por ese poder que ostenta el Pentágono, señala James Petras, profesor emérito de la Universidad de Binghamton, Nueva York, "siempre existe la posibilidad real de una intervención militar".

En su opinión, no puede tomarse a la ligera una amenaza militar que EE.UU. lance contra otra nación.

No obstante, Petras considera que "en este momento no hay ambiente favorable para intervenir en un país, y mucho menos con los problemas internos de Estados Unidos".

Los complacidos

El intelectual estadounidense está seguro de que Trump habló sobre el posible uso de la fuerza militar en un intento por "fortalecer a los enemigos que Venezuela tiene dentro de sus fronteras, es decir, la Mesa de la Unidad Democrática (MUD) y los otros grupos violentos que están aterrorizando a la población".

Igualmente, estima Petras, es una forma de apoyar "a los países que en América Latina muestran una oposición a Venezuela".

Consultado sobre la reacción de los países de la región que condenaron la amenaza, el académico cree que esa fue una señal contundente, por lo que deduce que una invasión a Venezuela "no está en la agenda inmediata de Trump".

Temores internos

Por el contrario, asegura, es en el frente interno donde están los problemas que ocupan la atención del mandatario.

"Ahora mismo Trump teme por los incidentes que provocan los fascistas, que han movilizado una gran oposición en su contra. Teme por un 'impeachment', que podría perjudicar la continuación de su presidencia. Y hacia el exterior, no existe ningún país que esté preparado para respaldar un posible ataque de Estados Unidos contra Corea del Norte. Esas son sus principales preocupaciones", enumeró Petras.


Ernesto J. Navarro - Actualidad RT

Trump: Kim Jong-un ha tomado "una decisión muy sabia"


Las palabras del mandatario estadounidense llegan tras los informes de 'The Wall Street Journal', que reseñaban que Pionyang había desistido de su plan de atacar con misiles la isla estadounidense de Guam.

Donald Trump ha acudido a Twitter, su instrumento favorito a la hora de hacer públicas sus declaraciones, para afirmar que el líder de Corea del Norte, Kim Jong-un, ha tomado "una decisión muy sabia". Las palabras del mandatario estadounidense llegan tras los informes que reseñaban que Pionyang había desistido de su plan de atacar con misiles la isla estadounidense de Guam, ubicada en el océano Pacífico.

"Kim Jong-un de Corea del Norte tomó una decisión muy sabia y bien razonada. ¡La alternativa habría sido catastrófica e inaceptable!", reza el tuit lanzado desde la cuenta personal del inquilino de la Casa Blanca.

Según los informes, el líder de Corea del Norte desistió de su propósito de atacar la isla estadounidense después de visitar este lunes un centro de mando militar y revisar el plan diseñado por sus principales comandantes.

La escalada de tensión entre Washington y Pionyang se intensificó la semana pasada, cuando el presidente estadounidense, Donald Trump, aseguró que si Corea del Norte agravaba la amenaza nuclear, la respuesta de EE.UU. sería "un fuego y una furia que el mundo nunca ha visto". Ante este ultimátum, Pionyang respondió que elaboraría un plan para atacar con misiles la isla de Guam.

El pasado 5 de agosto el Consejo de Seguridad de la ONU acordó unánimemente ampliar la lista de sanciones contra Pionyang y de la reducción de sus exportaciones, en un intento por detener las pruebas de misiles de la nación asiática.

Acualidad RT

terça-feira, 15 de agosto de 2017

15 de agosto: Lava Jato completa 4 anos e nenhum membro do PSDB foi preso


Uma das principais críticas à operação Lava Jato é a seletividade. Ou seja, a ideia de que os juízes e procuradores interpretam os indícios de maneira diferente, conforme o nome do réu ou o partido político envolvido nas denúncias.

PT, PSDB e PMDB foram os que mais receberam dinheiro de empresas citadas na Lava Jato. Os partidos se defendem dizendo que as doações foram feitas conforme a lei. Entre os três mais citados, apenas o PSDB não teve nenhum dos membros preso.

O senador Aécio Neves é o único político tucano com abertura de inquérito solicitada pela Procuradoria Geral da República. E os indícios contra ele não são poucos.

O dono da empresa JBS, Joesley Batista, disse em delação premiada que Aécio recebeu 60 milhões de reais ilegalmente em 2014. Essa acusação ainda não tem provas.

Acontece que Joesley entregou à Justiça uma gravação deste ano, em que Aécio Neves aparece pedindo a ele dois milhões de reais para pagar sua defesa na Lava Jato. Na sequência do telefonema, o senador tucano afirma que um primo dele iria receber o dinheiro. A entrega desses valores foi filmada pela Polícia Federal.

Parecia que não tinha escapatória. Mas teve. Em junho, o Supremo Tribunal Federal negou o pedido de prisão e mandou o tucano de volta ao Senado. Na decisão, o ministro Marco Aurélio Mello descreveu o PSDB como um dos maiores partidos do Brasil e disse que Aécio tem uma carreira política "elogiável".

Se comparado ao caso José Dirceu, parece piada de mau gosto. O ex-ministro chefe da Casa Civil, do PT, ficou preso por quase dois anos sem uma sentença condenatória em última instância.

A falta de pressa e de rigor nos processos que envolvem o PSDB, em relação a outros partidos, é questionada desde o início da Lava Jato. O chefe da força-tarefa em Curitiba, Deltan Dallagnol, foi perguntado sobre isso ao vivo na rádio Band News, em março. A explicação, segundo ele, é que o PSDB não fazia parte da base aliada do governo federal nos últimos anos.

Essa desculpa não cola. Na delação da empreiteira Odebrecht, por exemplo, são várias citações a políticos tucanos: quatro senadores e ex-senadores, 15 deputados e ex-deputados, três governadores e uma série de vereadores não identificados.

O patriarca da empreiteira, Emílio Odebrecht, admitiu ao Ministério Público que recebeu vantagens indevidas durante as campanhas presidenciais de Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998. Mas nada disso foi adiante.

Se Aécio escapou da prisão e retornou ao mandato, mesmo com tantos indícios, é difícil imaginar que um tucano será preso tão cedo.

Todos têm amplo direito de defesa. Mas, na Lava Jato, parece que esse princípio vale mais para uns do que para outros.

Plantão Brasil