domingo, 16 de abril de 2017

Fotógrafo sírio chora diante de atentado terrorista patrocinado pelos EUA na Síria


A imprensa ocidental não está divulgando um dos piores atentados terroristas realizados na Síria neste sábado.

Pelo menos 68 crianças estão entre as 126 pessoas que morreram no atentado com uma caminhonete-bomba realizado contra um comboio de ônibus, sendo um dos ataques mais violentos em mais de seis anos de guerra de ocupação da Síria por potências ocidentais que financiam terroristas.

Entre os mortos, 109 eram moradores de Al Fu'ah e Kafarya e voluntários do Crescente Vermelho Sírio, que estavam ali para facilitar o processo de evacuação. Além das crianças, havia ainda 13 mulheres, enquanto que o resto eram homens refugiados. Há dezenas de feridos e desaparecidos.

O atentado ocorreu quando os ônibus com evacuados de Al Fu'ah e Kafarya, dois povoados de maioria xiita da província de Idlib (noroeste), esperavam na passagem de Al Rashidin para cruzar para as áreas sob o controle das autoridades do governo em Aleppo.

Os veículos estavam estacionados nessa área, quando uma caminhonete explodiu. O atentado foi realizado por terroristas que se dizem rebeldes, financiados pelos governos dos EUA, França, Reino Unido, Turquia, Israel, Arábia Saudita e Catar, para tentar derrubar o presidente Bashar Al Assad.

Na foto acima um fotógrafo sírio que ajudou na retirada dos feridos chora desconsolado.

A pouca cobertura midiática é imoral e criminosa. Os responsáveis são aliados dos EUA/Otan e seus lacaios. Por isso a imprensa venal não divulga este atentado, para proteger os criminosos e terroristas.

Militares de EEUU informan a Reino Unido de un ataque a Norcorea


El portaaviones estadounidense USS Ronald Reagan en el puerto surcoreano de Busan, tras realizar una maniobra militar conjunta

Asesores militares del presidente de EE.UU., Donald Trump, han informado a sus homólogos británicos sobre un ataque preventivo de Washington a Corea del Norte.

El diario inglés The Sunday Times ha declarado en su edición de este domingo que las autoridades de alto rango del Ejército estadounidense han anunciado a sus pares en el Reino Unido que Washington tiene sobre la mesa la posible opción militar contra Pyongyang.

“Han dicho que Estados Unidos tiene poder de fuego para neutralizar el programa nuclear de Corea del Norte e incluso, lanzar un ataque preventivo”, reza la noticia.

Las fuentes de alto rango del país norteamericano, agrega el rotativo, dijeron que Estados Unidos podría “destruir por completo” los objetivos clave de Pyongyang.

Las tensiones entre EE.UU. y el Gobierno norcoreano aumentaron luego de que la Casa Blanca denunció la decisión de Pyongyang de realizar un nuevo ensayo nuclear.

Curiosamente, el exsecretario de Estado de Relaciones Exteriores de Reino Unido, Malcolm Rifkind, ha sostenido que el supuesto misil mencionado puede haber sido saboteado por un ataque cibernético de Estados Unidos.

“Podría haber fallado porque el sistema no es suficientemente competente para poder funcionar, pero hay una muy fuerte creencia de que EE.UU. a través de métodos cibernéticos ha interrumpido con éxito en varias ocasiones las pruebas y hacer que los sistemas no funcionen”, ha dicho a la cadena local BBC.

No obstante, el político británico ha confirmado que los norcoreanos han tenido numerosas pruebas exitosas.

El politólogo y miembro del Instituto estadounidenses de Política Mundial, Jonathan Bristol, aseguró en un artículo publicado el viernes en el sitio Web de la cadena local CNN que el mandatario de EE.UU., Donald Trump, no le podría ganar al líder norcoreano, Kim Jong-un, en una cara a cara. Además, aseveró que la opción militar contra Pyongyang tampoco sirve, dado que esa vía se cerró en octubre del 2006 con la primera prueba nuclear norcoreana.

En los recientes días y debido a la retórica agresiva de la Administración de Trump han aumentado las tensiones de manera significativa en la península coreana, de ahí que algunos analistas vean inevitable un choque militar entre Washington y Pyongyang.

msm/ktg/mkh/rba/HispanTv

Odebrecht diz que pagou 50 milhões de reais para Cunha sabotar Dilma


Começam a aparecer os sinais de que a Odebrecht se meteu numa conspiração com a turma do PMDB, capitaneada por Michel Temer e Eduardo Cunha, para detonar a autoridade política de Dilma Rousseff na presidência.

Fica-se sabendo, por uma pequena nota no Valor, de uma pequena pérola de R$ 50 milhões , não mencionados por Marcelo Odebrecht, dados pela empreiteira a Eduardo Cunha para que comprasse apoio para minar a posição de Dilma Rousseff, contrária à entrada de Furnas no negócio da Hidrelétrica do Jirau, em Rondônia, em 2009.

““Doutor Marcelo [Odebrecht] me deu o número de R$ 50 milhões para eu colocar na mesa como oferecimento ao doutor deputado Eduardo Cunha para que ele, com esse dinheiro, buscasse o apoio político a critério dele, buscasse distribuir de tal forma que obtivesse o apoio político necessário para neutralizar esta ação, principalmente da Casa Civil”, disse o o ex-presidente da Odebrecht Energia, Henrique Valladares, em sua delação premiada.

A Casa Civil, à época, era comandada por Dilma Rousseff.

Repare bem, a Odebrecht pagaria (ou pagou) a Eduardo Cunha R$ 50 milhões para sabotar a posição de Dilma Rousseff.

Isso é coisa de quem é “amigo” da ex-presidente? Ou de quem acertava negócios às suas costas e, depois, no máxim, saía pela tangente, como no caso do contrato com a Petrobras que ele narrou ontem, curiosamente o mesmo que motivou a reunião, presidida por Temer, para o achaque de US$ 40 milhões (R$126 milhões).

Juntem as histórias, senhoras e senhores, e vejam porque Graça Foster e Dilma Rousseff estavam de cabelo em pé com os boatos e qual a razão de Odebrecht ter mandado fazer chegar aos ouvidos de Michel Temer que a ex-presidenta estava querendo saber se seu vice “metera a mão”?

Não nego a possibilidade de que alguém do PT, como disse Odebrecht, tenha entrado no negócio e, amadores como são perto da turma do PMDB, tenham levado alguma “merreca” – Odebrecht não menciona o valor – para entrar na lambança e ficar enlameado.

Plantão Brasil

Devagar: Odebrecht está longe de ser a “dona da verdade”. Ela é criminosa


Fernando Brito - Tijolaço

Há três dias estamos às voltas com as delações da Odebrecht, que embora envolvam praticamente todo o meio político, todos sabem que visam, essencialmente, atingir aquele que tem a chance real de vencer as eleições de 2018.

O que observo, porém, diz respeito a todos: é preciso provas e provas, até agora, não apareceram, exceto em raríssimos casos.

Provas materiais – contas ou formas de pagamento – ou mesmo circunstanciais: “foi aqui, com o fulano, sicrano e beltrano, no dia tal, no lugar tal”.

Não é crível que centenas de milhões ou mais, até, deu R$ 3 bilhões possam ter sido pagos na base da “mochilinha”.


Todas as declarações da Odebrecht, por seus donos e executivos, precisam de provas, porque são testemunhos – parece que se esqueceram disso – de dirigentes uma empresa que corrompeu meio mundo não por ser “boazinha” com os políticos, mas para obter vantagens.

Ainda mais porque seus dirigentes foram, evidentemente, levados a delatar num negócio que rendeu, no atacado, acordos com a empresa e, no varejo, gordas indenizações para os executivos e ex-executivos da empresa.

E que envolviam a promessa de Marcelo Odebrecht, filho do dono da empresa, mofar eternamente na cadeia.

A imprensa se porta como se as delações sejam a verdade. Podem ser em muitas coisas,, mas podem não ser em algumas que geram repercussão. Mas também vão deixando claro quem era o candidato que a empresa desejava ver no Palácio do Planalto, e não era Dilma Rousseff.

A seguir , publico ótima reflexão sobre isso do professor Roberto Moares.

Há fatos concretos alegados pelos delatores. Mas é preciso que estes sejam provados.

Não apenas em relação a Lula, mas a todos.

A Justiça, num estado democrático, precisa de provas para punir.

A mídia, no estado em que estamos, as dispensa.

Como aos promotores da República de Curitiba, bastam-lhe as convicções.

O humor na tensão da Península coreana

Alguns brasileiros fazem humor com a tensão na Península coreana.

A seguir um dos memes que mais circularam ontem na internet:

CNN: Trump perdería la guerra contra Kim Jong-un


El líder norcoreano, Kim Jong-un, durante un desfile militar en Pyongyang, la capital de Corea del Norte, 15 de abril de 2017

El presidente estadounidense no le puede ganar militarmente al líder norcoreano ni convencerle de abandonar su programa nuclear, asegura un informe.

El politólogo y miembro del Instituto estadounidenses de Política Mundial, Jonathan Bristol asegura en un artículo publicado el viernes en el sitio Web de la cadena local CNN que el mandatario de EE.UU., Donald Trump, no le podría ganar al líder norcoreano, Kim Jong-un, en una cara a cara.

Bristol recuerda que los estadounidenses suelen subestimar a sus enemigos y creer que ellos son actores ilógicos e irracionales todavía más cuando hacen algo contrario a las expectativas de Washington, pues, atribuyen el hecho a algún problema en el raciocinio de su enemigo.

"No todos los sistemas políticos reflejan el de los EE.UU., no todas las culturas son nuestras culturas, no todos los intereses son los intereses de EE.UU. y Corea del Norte no es la diferencia. Kim Jong-un no está loco, no es irracional y probablemente tampoco es estúpido", dijo el politólogo.



Además, aseguró que el líder norcoreano da prioridad a la supervivencia y la prosperidad de su país en tanto que el presidente estadounidense solo piensa en sus intereses. No se puede dejar de mencionar la poca capacidad de atención de Trump, que muchos expertos la han comparado con la de un niño de cuatro años, por lo que a Kim se le considera un actor internacional más inteligente que su contraparte estadounidense.

"Trump, por el contrario, no siempre piensa con claridad. Kim podría demostrar ser un actor internacional mucho más inteligente que el presidente de Estados Unidos”, afirmó.

Bristol recordó que la opción militar contra Pyongyang tampoco sirve, dado que esa vía se cerró en octubre del 2006 con la primera prueba nuclear norcoreana al tiempo que precisó que se necesitaría de un negociador extremadamente hábil para convencer a Kim de que debe abandonar su programa nuclear.

En los recientes días y debido a la retórica agresiva de la Administración de Trump se han aumentado las tensiones de manera significativa en la península coreana, de ahí que algunos analistas vean inevitable un choque militar entre Washington y Pyongyang.

hgn/ctl/ftm/msf/HispanTv

“Al-Qaeda está do nosso lado na Síria”, diz e-mail enviado à Hillary Clinton por assessor


Panorama Livre

Alguns e-mails vazados que foram enviados à Hillary Clinton por seu assessor político, Jake Sullivan, revelaram o que já estava claro: a Al-Qaeda está do lado dos Estados Unidos na Síria, na luta para derrubar Assad.

A aliança entre os terroristas e os Estados Unidos, na Síria, foi assunto de dois e-mails enviados a Hillary no dia 12 de fevereiro de 2012.

O segundo e-mail é mais revelador, onde Sullivan expõe claramente a Hillary – “Veja o último item – AQ (Al-Qaeda) está do nosso lado na Síria. De outra maneira, as coisas têm basicamente ocorrido como esperado.”


Rusia envía refuerzos a sus fronteras con Corea del Norte



Rusia ha enviado varios equipos militares y soldados a las fronteras que comparte con Corea del Norte.

Equipos y vehículos militares han sido desplegados cerca de la ciudad rusa de Vladivostok en las fronteras entre Corea del Norte y Rusia, según informa este domingo el rotativo británico Daily Express.

Imágenes difundidas por los residentes de dicha urbe muestran el paso de un convoy militar ruso conformado por varios vehículos militares, tanques y blindados que se usan para el transporte de tropas.

En las imágenes se ven también componentes del sistema de defensa aérea S-400, entre otros, que servirán para hacer frente a la posible entrada de aviones y misiles al espacio aéreo ruso.

Los expertos citados por Daily Express, señalando los recientes avatares en la península coreana, aseguran que el despliegue de las fuerzas rusas indica la preocupación de Moscú sobre un eventual enfrentamiento militar en Corea del Norte.

Además, los S-400 podrían estar destinados a proteger la base naval en Vladivostok, que es la sede de la Flota del Pacífico de Rusia y donde unos 30 buques y submarinos están listos para ser utilizados, en casos de un conflicto bélico.

Hasta el momento, no ha habido ningún comentario por parte de las autoridades rusas sobre el despliegue de tropas en Vladivostok, cerca de Corea del Norte, país que podría llegar a ser el escenario de una guerra con Estados Unidos.

El país asiático ya se había declarado “listo para la guerra” con Estados Unidos y advertido de las "consecuencias catastróficas" que se derivarían de las acciones de Pyongyang, si se ve forzado a defenderse ante las provocaciones de Washington.

hgn/ctl/ftm/msf/HispanTv

sábado, 15 de abril de 2017

¿Da marcha atrás EE.UU. en su intención de atacar Corea del Norte?



EE.UU. finalmente ha determinado su estrategia sobre la cuestión norcoreana. La Administración Trump se limitará a ejercer "una política de presión" a Pionyang, informa AP.

Después de una revisión de dos meses, el Gobierno de Donald Trump ha acordado su estrategia sobre Corea del Norte. Un alto cargo militar ha afirmado a la agencia AP que Washington no atacará Pionyang en respuesta a la prueba nuclear o lanzamiento de misiles, sino que se limitará a llevar una política de "máxima presión".

Según altos cargos que hablaron bajo condición de anonimato, los asesores del presidente analizaron una serie de planteamientos sobre cómo lograr que Corea del Norte abandone su programa nuclear, entre ellos las opciones militares. Examinaron incluso la posibilidad de aceptar al país asiático como un Estado nuclear. Finalmente, sin embargo, acordaron una estrategia "que parece representar la continuidad".


La idea principal de la política establecida será aumentar la presión sobre Pionyang con la ayuda de China, el principal socio comercial de Corea del Norte. La nueva estrategia se aplicará en un momento de intensificación de las tensiones en la península de Corea.

Los altos cargos destacan la importancia de la decisión de Pekín de cortar a finales de febrero todas las importaciones de carbón desde Corea del Norte, el producto de exportación más importante de ese país y una considerable fuente de ingresos para Pionyang. Esta semana, China ordenó a sus compañías comerciales que rechazaran el carbón procedente de ese país, de manera que los buques cargueros norcoreanos fueron mandados de vuelta a su puerto de origen sin poder entregar su carga. De esa manera China cumple con la prohibición diseñada como respuesta a las repetidas pruebas de misiles de Kim Jong-un.

La semana pasada el Pentágono ordenó movilizar al portaaviones USS Carl Vinson y a su grupo de ataque y los dirgió hacia las aguas que rodean la península coreana.

Las agencias de Inteligencia estadounidenses creen que este sábado 15 de abril Corea del Norte llevará a cabo su sexta prueba nuclear o un nuevo lanzamiento de misiles balísticos para conmemorar el 105.º aniversario del nacimiento de su antiguo líder, Kim Il-sung, el abuelo de Kim Jong-un, el actual gobernante del país.

Actualidad RT

https://www.facebook.com/CoreiadoNortedeVerdade/videos/1026630197438024/



sexta-feira, 14 de abril de 2017

FATOS SOBRE A GUERRA DA COREIA QUE A MÍDIA ESCONDE


A verdade sobre a Guerra da Coreia que a imprensa esconde.

Assista em https://www.facebook.com/tOPeTEGZ/videos/1088436021188717/

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ESTÁ CHEGANDO O MOMENTO

O mundo deve estar preparado para um grande acontecimento. A destruição dos Estados Unidos é inevitável e acontecerá para o bem da humanidade, seja hoje, amanhã ou muitos anos depois do presente momento.

Contudo, é necessário combater o imperialismo constantemente pois ele também é parte de outras nações que possuem uma longa história de ligações vassalas e semi-vassalas com os EUA e também com algumas que tiveram seu desenvolvimento próprio desta maneira.

Desta forma, o mundo deve estar preparado para as mudanças e para as novidades que virão. Partindo deste ponto, na noite desta sexta feira (baseado no horário de Brasilia), não se surpreenda caso algum evento grandioso ocorra, o grande momento em que uma nação popular e soberana derrotará de vez a nação mais prepotente e cruel do mundo está por vir.


‘EUA buscam criar na América Latina situação militar igual à do Oriente Médio’


Cartoon: Shahrokh Heidari/Hollandse Hoogte

“Os Estados Unidos estão preparando condições para os próximos anos, para criar uma situação muito semelhante à do Oriente Médio na América Latina que justifique sua intervenção direta nos assuntos de outros países”, explicou o especialista.

Dado Ruvic - SPUTNIK MUNDO - Os EUA podem defender de forma mais “simples” sua intervenção militar e política, assim como “estabelecer regimes neocoloniais obedientes às políticas norte-americanas”, caso declarem a existência de ameaça à sua segurança, indicou Nassendini.Antes de avaliar se a América Latina poderia ser uma zona de trânsito para grupos terroristas como o Daesh — proibido na Rússia, o analista acredita ser preciso observar a proliferação da doutrina e da formação destes grupos.

“Agora nós temos que fixar e advertir a nível mundial de onde chega o pensamento salafista-wahhabita, porque é dali que vão surgindo estes grupos terroristas que se preparam para algo no futuro”, explicou.

Segundo Nassendini, a criação destes grupos foi útil para que Washington pudesse derrubar os governos aliados da União Soviética na década de 80, como é o caso do Afeganistão e Paquistão.

“E como isso funcionou para os Estados Unidos e para seus aliados no Golfo Pérsico, eles optaram por esta política em vários lugares”, comentou.

Atualmente, a existência do Daesh serviu para levar as tropas dos EUA para a Síria, apesar de não terem uma relação “muito amistosa” com o governo do presidente Bashar Assad, considerou o analista.

“De nenhuma forma, o governo sírio permitiria aos EUA que tivessem bases militares, aéreas, marítimas, de veículos blindados, em seu território, porém, aproveitando-se da situação dos terroristas — enviados, financiados e treinados pelo Ocidente, EUA concederam para si próprios o direito de intervir na Síria militarmente”, afirmou.

Neste sentido, o analista adverte para todos os países da América Latina sobre a presença de escolas e fundações que difundem e formam cidadãos nas crenças do Daesh.

“Realmente os países devem prevenir isto e, para fazê-lo, devem contar com políticas estratégicas, realmente sujeitas ao direito internacional, aos direitos humanos, e ter uma supervisão muito aguda sobre o pensamento propagados nestes colégios, nestas escolas”, indicou.

Embora Nassendini diga que não pode afirmar que não haja grupos jihadistas na Venezuela e em outros países da região, ele alertou sobre as condições para a propagação destas crenças.

“Não posso dizer que existam jihadistas que sejam elementos já formados, já treinados, com objetivos, com base, com plataforma; isso não posso dizer, mas existem condições que criam os jihadistas, e isso é muito pior”, assinalou.

Em relação a isso, recordou que os Estados Unidos estão trabalhando a longo prazo e que os governos da região, “sejam de esquerda ou de direita”, carecem de “maturidade política e governabilidade necessária” para prevenir esta situação, já que estas condições os convertem em uma presa fácil para uma intervenção estrangeira.

Alguns dias atrás, tanto o direto adjunto do Departamento de Novos Desafios e Ameaças do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Dmitry Feoktistov, como o chefe do Comando do Sul dos EUA, almirante Kurt Tidd, fizeram referência à possibilidade de que, no futuro, integrantes do Daesh possam utilizar países da América Latina e do Caribe como territórios de trânsito.

Chancelaria russa alerta: ‘Daesh pode usar a América Latina como zona de trânsito’
Os jihadistas do Daesh (autodenominado Estado Islâmico, proibido na Rússia) poderiam usar no futuro os países da América Latina e do Caribe como um território de trânsito, alertou o diretor adjunto do Departamento de Novos Desafios e Ameaças do Ministério das Relações Exteriores russo, Dmitri Feoktístov.

“Estados que ainda não tenham sido confrontados com a ameaça direta do Daesh, incluindo a América Latina e o Caribe, poderiam se tornar no futuro em uma área de trânsito de um regime feita rotas”, disse Feoktistov em um discurso à Organização dos Estados Americanos (OEA).

Feoktistov exortou os seus parceiros na região a “estar em alerta para quaisquer tentativas do Daesh de apoderar de seus sistemas financeiros ou outras infraestruturas importantes”.”O Daesh é atualmente, uma das principais ameaças à segurança internacional. Nos últimos três anos, os terroristas conseguiram conquistar território considerável no Iraque e na Síria, parte deles já libertados.

Contra o grupo terrorista lutam as tropas do governo sírio apoiados por Forças Aeroespaciais Russas, o exército iraquiano, a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos e os combatentes xiitas e curdos iranianos e libaneses.

Nova guerra na Coreia pode começar a qualquer momento


Wang Yi, ministro do Exterior chinês, declarou hoje (14) que o conflito em torno da Coreia do Norte pode ser desencadeado em qualquer momento.

A declaração de Pequim foi feita na sequência do brusco agravamento das relações entre Pyongyang e Washington. Nas últimas horas, ambos os países trocaram declarações duras e, como destaca a AFP, o apelo do chanceler chinês é destinado tanto aos EUA, quanto à Coreia do Norte.

Wang Yi advertiu que, em caso de conflito, não haverá um vencedor e aquele que provocar o conflito pagará um preço alto. O chanceler chinês sublinhou que o diálogo é a única solução possível.

Mais cedo hoje, o vice-ministro da chancelaria norte-coreana, Han Song Ryol, declarou que a situação na península da Coreia "está em um beco sem saída" e que Pyongyang não vai simplesmente esperar por um ataque preventivo dos EUA.

Anteriormente o canal NBC, citando uma fonte, havia informado que EUA podem levar a cabo um ataque preventivo contra a Coreia do Norte para impedir a realização de mais um teste nuclear de Pyongyang.

Os EUA enviaram há pouco à península da Coreia um grupo aeronaval de ataque encabeçado pelo porta-aviões USS Carl Vinson. A Coreia do Norte, tal como em muitas outras ocasiões, ameaçou Washington com um ataque nuclear.

Sputniknews

SINAIS DA GUERRA

- 60.000 japoneses estão sendo evacuados da Coreia do Sul

- Parte da população de Pyongyang foi evacuada para abrigos antinucleares no interior

- Trabalhadores e camponeses norte-coreanos estão recebendo armas do Exército Popular

China: el que provoque un conflicto en la península coreana ‘deberá pagar el precio’


El canciller chino, Wang Yi, habla en una rueda de prensa conjunta con su par francés, Jean-Marc Ayrault, en Pekín (capital de China)

El canciller chino, Wang Yi, ha advertido este viernes de que el que provoque un conflicto en la península coreana ‘deberá pagar el precio’.

Quienquiera que provoque un conflicto en la península coreana “deberá asumir una responsabilidad histórica y pagar el precio”, ha afirmado el jefe de la Diplomacia chino.

Según alerta el ministro chino de Asuntos Exteriores, en el caso de que desate una guerra en la zona, se formará una situación, en la que absolutamente “nadie saldrá vencedor”.

Las declaraciones de Wang se producen después de las nuevas amenazas de Estados Unidos contra Corea del Norte, sin embargo, el diplomático chino no se refiere explícitamente a las recientes amenazas directas del presidente estadounidense, Donald Trump.



Durante una rueda de prensa conjunta con su par francés, Jean-Marc Ayrault, en Pekín (capital de China), Wang ha vuelto a pedir a todas las partes a suspender sus ensayos, maniobras y actividades militares como paso previo para retomar el diálogo y a impedir que “las cosas evolucionen hasta un punto irreversible e incontrolable”.

Este fin de semana, Pyongyang celebra el aniversario del nacimiento del fundador del país, Kim Il-sung, cuando se teme que pueda llevar a cabo una prueba nuclear, mientras un grupo de ataque estadounidense, liderado por el portaviones nuclear USS Carl Vinson, navega por aguas próximas.

Repitiendo la postura de Pekín en contra del aumento de la tensión en la región, el canciller de la República Popular China ha avisado que en esta crisis “el ganador no será el que realice afirmaciones más duras ni exhiba más músculo”, pues ha exhortado contención a las partes, suspendiendo sus ensayos, maniobras y actividades militares.

Wang y Ayrault comparecieron juntos ante los medios de comunicación tras una reunión en la que ambos discutieron asuntos bilaterales y las principales crisis internacionales, como la situación en la península coreana y el empeoramiento de la guerra civil en Siria.

zss/ncl/hnb/HispanTv

Todo por un gasoducto: Un miembro del clan Kennedy revela la verdadera causa de la guerra en Siria


La guerra contra Bashar al Assad no habría comenzado por las protestas civiles de la Primavera Árabe en 2011, sino como consecuencia de un proyecto de oleoducto catarí.

La decisión de Estados Unidos de organizar una campaña para derrocar al presidente de Siria, Bashar al Assad, en gran parte se basó en la negativa de este mandatario a permitir el paso por su país de un gasoducto desde Catar hacia Europa, asegura el abogado Robert Kennedy júnior, sobrino del expresidente norteamericano John F. Kennedy, en un artículo para la revista 'Politico'.

"Nuestra guerra contra Bashar al Assad no comenzó por las protestas civiles pacíficas de la Primavera Árabe en 2011", sino en 2000, "cuando Catar ofreció construir un gasoducto por valor de 10.000 millones de dólares que atravesara Arabia Saudita, Jordania, Siria y Turquía", señala Kennedy.

Esa infraestructura hubiera garantizado que los reinos suníes del golfo Pérsico tuvieran una ventaja decisiva en los mercados mundiales de gas y hubiese fortalecido a Catar, que es el aliado más cercano que Estados Unidos posee en la región, según destaca el autor, quien hace hincapié en que allí se encuentran dos de las principales bases militares norteamericanas y la sede del Mando Central de Estados Unidos en Oriente Medio.

https://www.facebook.com/esRTmedia/videos/1695636827385948/

Este columnista indica que, para defender los intereses de Rusia, el presidente sirio se negó a firmar ese acuerdo y optó por otro gasoducto, que se hubiera extendido desde Irán a Líbano y hubiese convertido a los iraníes en los mayores proveedores de gas a Europa, lo cual iba en contra de los intereses de los árabes de mayoría sunita.

Inmediatamente después de la negativa al proyecto inicial, las agencias de inteligencia de EE.UU., Catar, Arabia Saudita e Israel comenzaron a financiar a la oposición de Siria y a preparar una revuelta para derrocar al régimen de Assad, según los datos de diversos informes secretos a los que ha tenido acceso Kennedy, quien detalla que la CIA transfirió seis millones de dólares a la cadena de televisión británica Barada para que elaborara reportajes en favor del derrocamiento del mandatario sirio.

Sin embargo, Robert Kennedy júnior subraya que las decisiones de Washington obviaron el hecho de que el Gobierno de Siria era mucho más moderado que las monarquías suníes, gracias a que el país era secular y poseía una élite pluralista. Además, Assad abogaba por la liberalización y, entre otras cosas, aportó a la CIA toda la información después de los atentados del 11 de septiembre en Nueva York.


El autor recuerda que la inteligencia norteamericana ha utilizado a los yihadistas para proteger los intereses relacionados con los hidrocarburos de Estados Unidos y derrocar a regímenes en Oriente Medio desde mediados del siglo XX, debido a que consideraba que las fuerzas religiosas radicales eran un contrapeso fiable a la influencia de la Unión Soviética en la zona.

Ya en 1957, EE.UU. trató en vano de provocar una revolución en Siria y derrocar al gobierno secular democráticamente elegido. Sin embargo, no se detuvo ahí, sino que la aparición de "el grupo criminal petrolero" Estado Islámico es el resultado de una larga historia de intervención de Estados Unidos en la región, finaliza el jurista.

Actualidad RT

"95.000 personas viven allí": indignación luego que Trump explotara la 'Madre de todas las bombas'



Tras lanzar su bomba no nuclear más potente sobre Afganistán, las redes se llenaron de críticas hacia esta acción y hacia lo que llaman el nuevo "juguete" de Trump.

Washington arrojó este jueves una GBU-43/B, la bomba no nuclear más potente que posee, sobre un complejo de túneles en la provincia de Nangarhar, en el este de Afganistán.

Fue la primera vez que Estados Unidos utiliza la conocida como 'Madre de todas las bombas' en el campo de batalla. Los militares lo justificaron por la supuesta necesidad de destruir una importante infraestructura utilizada por los combatientes del Estado Islámico. La noticia ha incendiado las redes sociales y los internautas no tardaron en condenar la acción del Pentágono, entre ellos figuras destacadas como Edward Snowden.

EE.UU. destruye unos túneles construidos con su propio dinero

El exanalista de la CIA Edward Snowden, quien actualmente reside en Moscú (Rusia), escribió en su cuenta de Twitter que la construcción del complejo de túneles destruido por la bomba estuvo financiada por el propio Washington.

"¿Y estas redes de túneles de muyahidines que bombardean en Afganistán? Nosotros pagamos por ellas", decía su mensaje que venía acompañado con extractos de un artículo del periódico 'The New York Times' publicado en 2005.

La información a la que hacía referencia Snowden afirmaba que la construcción de las llamadas cuevas de Tora Bora, en la provincia de Nangarhar, en el este de Afganistán, fue financiada en la década de 1980 por la CIA. Washington entonces ayudaba a los muyahidines a luchar contra las tropas soviéticas desplegadas en el país.

En una zona donde viven "95.000 seres humanos"

El bombardeo provocó una lluvia de críticas en los medios de comunicación sociales. Muchos señalaron que en lugar de hacer detonar esta extremadamente costosa bomba se podría haber destinado ese dinero a fines humanitarios o para pagar servicios públicos, como el programa Meals on Wheels, que proporciona comida a los sectores más desfavorecidos de la sociedad y cuyos presupuestos están siendo drásticamente recortados por la Administración de Donald Trump.

Actualidad RT

EE.UU: Un crimen tras otro / Ahora lanzan en Afganistán la bomba no nuclear más potente


Estados Unidos ha lanzado sobre territorio afgano la bomba no nuclear más potente que posee, informa CNN citando a cuatro oficiales con conocimiento directo de la misión. La llamada ‘Madre de las bombas’ fue lanzada sobre terroristas de Estado Islámico en la provincia de Nangarhar, en el este del país y cerca de la frontera con Pakistán. El lanzamiento de la bomba de unas 9,5 toneladas fue efectuado desde un avión MC-130 perteneciente a un cuerpo de operaciones especiales de la Fuerza Aérea de Estados Unidos. El secretario de Prensa de la Casa Blanca, Sean Spicer, ha confirmado el lanzamiento.

Se trata de la bomba GBU-43/B Massive Ordenance Air Blast bomb (MOAB), coloquialmente conocida como ‘Madre de todas las bombas’ (The Mother Of All Bombs). La MOAB es una bomba convencional de gran diámetro de detonación desarrollada para el Ejército estadounidense por Albert L. Weimorts. Esta es la primera vez que la MOAB es utilizada en el campo de batalla, según funcionarios militares estadounidenses.

Los militares han precisado que la bomba cayó sobre túneles excavados por los yihadistas y su personal en el distrito de Achin. Han agregado que actualmente están evaluando los daños que provocó. Hace unos días hubo un combate entre el Ejército norteamericano y los integrantes del grupo terrorista en esta zona en que murió un soldado de EE.UU.

Las autoridades norteamericanas han indicado que el ataque sirvió para “maximizar” la destrucción de las instalaciones y las bajas entre los terroristas y “minimizar el riesgo” para los civiles afganos y los militares estadounidenses que están llevando a cabo operaciones en la zona.



El general John Nicholson, comandante de las fuerzas estadounidenses en Afganistán, ha resaltado que “este es el tipo de munición adecuado para reducir los obstáculos y mantener la escalada de la ofensiva”. “Al acumular bajas, el Estado Islámico está usando búnkeres y túneles para fortalecer su defensa”, ha añadido.

La analista política Francisca Quiroga opina que esta acción evidencia “la lógica de política exterior de Estados Unidos de ocupar los espacios de forma unilateral y demostrar su fuerza”.

En 2003, los estadounidenses enviaron a Irak (pero no utilizaron) la conocida bomba GBU-43.
La masa de la bomba probada el 11 de marzo de 2003 en la Base Aérea Eglin, en la Florida, superó las diez toneladas. El radio de la destrucción garantizada de esta bomba aérea fue de 150 metros, y la onda de choque causó daños a una distancia de 1.500 metros.
Durante la campaña militar en Vietnam, EE.UU. utilizó el predecesor de la GBU-43, la BLU-82B Daisy Cutter, cuyo peso era de 6,8 toneladas.

La bomba más grande cayó en Afganistán
“Fue la mayor explosión que vi en toda mi vida”


El gobernador del distrito afgano de Achin, Esmail Shinwari, habló con la agencia de noticias AFP y confirmó que la llamada “madre de todas las bombas” cayó en una zona llamada Momand Dara. “Esa explosión fue la mayor que he visto en toda mi vida. Enormes columnas de fuego se tragaron toda el área”, dijo.

El funcionario añadió que por el momento no había informaciones completas sobre las víctimas pero sostuvo que “si se considera que era un área del EI, pensamos que debe haber muchos combatientes del EI muertos”.

En tanto, el general John Nicholson, jefe de las fuerzas estadounidenses en Afganistán, dijo que la gigantesca bomba es “la munición adecuada para reducir los obstáculos y mantener el impulso de nuestra ofensiva” contra las fuerzas del Estado Islámico y Jorasán. Por su parte, el coronel Pat Ryder, portavoz de la Fuerza Aérea, confirmó que “es la más potente bomba no nuclear jamás usada en combate”.

El Estado Islámico llegó a Afganistán en 2015 y se estima que tiene unos 3000 combatientes en ese país. Durante mucho tiempo solo tuvo presencia en las provincias de Nangarhar y Kunar, en el este. Desde hace meses, las fuerzas afganas y las estadounidenses lanzan ataques aéreos contra posiciones de la milicia yihadista en la región.

De todas formas, en 2016 el EI provocó más víctimas que nunca, según un informe de la ONU. Esto se debe a que cambió su estrategia y en lugar de intentar hacerse de territorio, perpetró más atentados terroristas.Desde comienzos del año se adjudicó tres grandes atentados en Kabul, la capital. El miércoles, un atacante suicida se inmoló en medio de un grupo de empleados de un ministerio que acababan de salir de su trabajo y mató a cinco personas.

Los expertos temen que los combatientes del EI busquen una nueva base en Afganistán y Asia Central en su huida de Irak y Siria.

Resumen Latinoamericano

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Delações de executivos da Odebrecht reforçam inocência de Lula


A imprensa dedicou hoje inúmeras manchetes às delações que o Ministério Público Federal negociou com executivos do Grupo Odebrecht e, como tem ocorrido, o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o destaque da maioria delas. O vazamento ilegal e sensacionalista das delações, nos trechos a ele referentes, apenas reforça o objetivo espúrio pretendido pelos agentes envolvidos: manchar a imagem de Lula e comprometer sua reputação. Mas o que emergiu das delações, ao contrário do que fez transparecer esse esforço midiático, é a inocência de Lula - ele não praticou nenhum crime.

É nítido que a Força Tarefa só obteve dos delatores acusações frívolas, pela ausência total de qualquer materialidade. O que há são falas, suposições e ilações - e nenhuma prova. As fantasiosas condutas a ele atribuídas não configuram crime.

Desde 4 de março de 2016. o ex-Presidente passou a ser vítima direta de sucessivas ilegalidades e arbitrariedades praticadas no âmbito da Operação Lava Jato para destruir sua trajetória, construída em mais de 40 anos de vida pública. Lula já foi submetido à privação da liberdade sem previsão legal; buscas e apreensões; interceptações telefônicas de suas conversas privadas e divulgação do material obtido; e levantamento dos sigilos bancário e fiscal, dentre outras medidas invasivas.

A despeito de não haver provas, o ex-Presidente foi formalmente acusado, apenas com base em “convicções”. Depois de 24 audiências em Curitiba e a oitiva de 73 testemunhas apenas em um dos processos, salta aos olhos a inocência de Lula. Ao final dessa nova onda, o que sobrará é o mesmo desfecho melancólico vivido pelo senador cassado Delcídio do Amaral: caíram por terra suas teses. Delcídio aceitou acusar o ex-Presidente em troca da sua liberdade e depois foi desmentido por testemunhas ouvidas em juízo, quando então não podiam mentir.


Cristiano Zanin Martins

ASSOCIAÇÃO MÉDICA SUECA DENUNCIA QUE FIZERAM VÍDEOS FALSOS PARA INCRIMINAR PRESIDENTE DA SÍRIA


O presidente Trump agora está ameaçando levar os Estados Unidos à guerra contra a Síria, Irã e mesmo a Rússia, uma guerra que ele justifica pelas “evidências” que alega ter recebido dos “White Helmets” sírios. Provaremos além de qualquer dúvida que esta organização está a serviço do Estado Profundo, uma fusão entre a CIA, a Al Qaeda e os serviços de inteligência da Inglaterra. Temos provas irrefutáveis de que Trump e sua mídia recheada de notícias falsas estão e sempre estiveram em sintonia, enganando a todos.

O ator George Clooney sabia que a organização Doutores Suecos pelos Direitos Humanos (SWEDHR) já havia mencionado que os “White Helmets” são assassinos de crianças quando produziu o vídeo de propaganda política que acabou ganhando o Oscar, o que pode muito bem ter possibilitado esta última rodada de assassinatos ultrajantes. A organização SWEDHR é real, seu trabalho é efetivo e suas acusações contra os “White Helmets” eram bem conhecidas por Clooney e pela NetFlix. Mesmo assim eles resolveram ir em frente com o documentário propagandístico. Por que?

Além disso, até o Google está envolvido, em guerra com este grupo e outros, eliminando-os de seus motores de busca. A informação que vocês terão será novidade para os (norte)americanos.

Perceba que em tempo algum a Casa Branca ou qualquer membro da imprensa ocidental reconheceu a controvérsia quanto aos “White Helmets”, que afirmamos fazer parte das operações de propaganda da Al Qaeda. Também nunca são mencionados as dezenas de ataques com gás comprovadamente feitos por FSA, Estado Islâmico e Al Nusra, os quais foram subitamente “esquecidos”, como por artes de magia.

Os “White Helmets”, que deveriam ser uma organização independente, receberam até $100 milhões de dólares da CIA e do Ministério de Relações Exteriores do Reino Unido, financiadores de “projetos ocultos”. Assassinar crianças está em seu currículo e é sua moeda de troca, como provaremos. Compartilhando quartéis generais com a inteligência turca em Gaziantep, Turquia, essa organização está mais para “esquadrão da morte” que para defesa civil. Por favor, assista os vídeos disponibilizados neste artigo. (ATENÇÃO!! Os vídeos deste artigo contém cenas chocantes. Pessoas sensíveis devem assistir com cuidado – NT)



Matando crianças para fazer vídeos de propaganda

Os médicos da swedhr.org analisaram vídeos disponibilizados de um resgato alegadamente realizado depois de um ataque químico pelas forças do governo sírio. Descobriram que os vídeos foram fraudados, e era possível até mesmo ouvir o diretor de palco falando em árabe, e que o suposto “regate” na realidade é um assassinato. Na primeira análise, parecia que os médicos que assistiam a criança admitiam que ele já estava morto.

https://www.youtube.com/watch?v=WAxg9_T-W7Y&feature=youtu.be

No entanto, depois de uma investigação mais ampla e cuidadosa, a equipe concluiu que a criança estava inconsciente por causa de uma overdose de opiáceos. O vídeo mostra a criança recebendo injeções em seu peito, talvez na área do coração e que eventualmente foi morta com a administração de uma injeção claramente falsa de adrenalina.

A criança foi assassinada.

Os doutores asseveram em sua análise:

O vídeo supostamente mostraria medidas para a preservação da vida depois de um ataque químico com gás clorídrico (agora se afirma que seria gás sarin – impossível), entre as quais uma injeção de adrenalina via seringa com uma longa agulha dentro do coração da criança. De maneira alguma estes tratamentos seriam os adequados para o tratamento contra qualquer agente químico.
O manejo e tratamento da criança é feito de forma descuidada, perigosa e provavelmente causaria danos graves.
Os detalhes mais reveladores são as falsas e repetidas aplicações de adrenalina, supostamente no coração da criança. Os médicos do vídeo, e nesta altura já podemos assumir que se tratam de atores, falharam na hora de empurrar o êmbolo da seringa. Assim, o conteúdo da seringa jamais foi injetado, como se vê claramente no vídeo.
O diagnóstico possível, por uma equipe de médicos especialistas reais, com base no que se observa no vídeo, indica que a criança está sofrendo por causa de uma injeção maciça de opiáceos e que provavelmente está morrendo de overdose. Não há qualquer evidência de outro agente, químico ou não.
Nenhuma das crianças nos vídeos apresenta qualquer sinal de terem sido vítimas de um ataque químico. Veja um vídeo anterior dos “White Helmets”:
https://www.youtube.com/watch?v=3GXz9ww7JY4&feature=youtu.be

Fica claro que a injeção falsa com uma longa agulha administrada através de seu corpo matou a criança neste vídeo. Foi um homicídio praticado propositadamente, teatralizado para parecer com um tratamento médico.
Por trás da tradução falsa, o árabe real que aparece nos vídeos mostra as ordens do diretor para posicionar a criança para as câmaras, não para tratamento médico.
https://www.youtube.com/watch?v=8aAaReVn2I4&feature=youtu.be

Os vídeos estavam gravados no canal dos “White Helmets” – “Defesa civil da Síria na Província de Idlib”. Foram produzidos pela organização, junto com outro grupo denominado “coordenação sarmin”, cujo logo é uma bandeira jihadista preta (Al Qaeda). No vídeo estão alguns capacetes brancos para serem vistos.
O presidente da associação sueca, Professor Marcello Ferrada de Noli, publicou no início de março de 2017, um artigo inicial, com uma análise do caso: “Doutores Suecos pelos Direitos Humanos: Vídeo dos “White Helmets”, uma manipulação macabra de uma criança morta e encenação de ataque com armas químicas para justificar uma ‘zona de exclusão aérea’ na Síria”.

Isto teve sequência com a descoberta de fatos ainda mais macabros nos vídeos não vistos inicialmente no artigo – Filme do White Helmets: Mais Evidências Descobertas por Doutores Suecos Confirmam que as Práticas Fraudulentas de Assistência Médica Machuca Crianças.

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As constatações coletivas dos doutores suecos (swedhr) com relação à propaganda e falsidades perpetradas pela Al Qaeda (Al Nusra) na Síria são alinhadas a outras conclusões reveladas pelos Cientistas Alemães e Internacionais para a Guerra Síria.

https://www.youtube.com/watch?v=9nj6fc69qjM&feature=youtu.be

As constatações coletivas dos doutores suecos (swedhr) com relação à propaganda e falsidades perpetradas pela Al Qaeda (Al Nusra) na Síria são alinhadas a outras conclusões reveladas pelos Cientistas Alemães e Internacionais para a Guerra Síria.

https://www.youtube.com/watch?v=9nj6fc69qjM&feature=youtu.be

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Ferrada de Noli é fundador e presidente da organização Swedish Doctors for Human Rights (SWEDHR), uma organização não governamental de pesquisa integrada por um grupo de professores e doutores operando nas áreas relacionadas à saúde e que pretende pesquisar e divulgar os efeitos das atrocidades da guerra nas populações civis, tortura de prisioneiros e transgressões dos direitos humanos.

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Os esforços da organização dirigem-se às seguintes áreas: o cenário nos países onde a população civil é atingida por crimes e guerra, transgressões dos direitos humanos por parte de governos e a exposição das pessoas a crimes de guerra, casos particulares de doutores sujeitos a violações dos direitos humanos e pesquisa sobre os efeitos da tortura em prisioneiros. Você pode encontrar mais detalhes no Manifesto da Organização.

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O primeiro quadro administrativo da SWEDHR foi composto por Leif Elinder, Marcello Ferrada de Noli (presidente), Martin Gelin, Alberto Gutierrez, Ove B. Johansson, Lena Oske, Armando Popa, Anders Romelsjö (vice presidente), Marita Troye-Blomberg e Luz Varela. Em 2015 Ferrada de Noli fundou com um grupo de acadêmicos e editores europeus a revista online The Indicter elegendo-se como o primeiro editor chefe.

https://www.youtube.com/watch?v=ijcA3LCKCl0&feature=youtu.be

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Doutores Suecos pelos Direitos Humanos (SWEDHR) é uma organização não governamental, não partidária, independente e sem fins lucrativos empenhada na pesquisa e divulgação dos efeitos de crimes de guerra, tortura e transgressões dos direitos humanos contra populações civis ou contra indivíduos.

Em acréscimo, eles se opõem aos ataques governamentais contra os direitos humanos de pessoas que tenham denunciado crimes de Guerra ou exposto sérias infrações contra as liberdades civis da população. Ao contrário de outras organizações suecas de direitos humanos, a SWEDHR não é financiada total ou parcialmente pelo governo ou por instituições suecas.

https://www.youtube.com/watch?v=SgGNzj6rKqI&feature=youtu.be

A SWEDHR é uma equipe formada com a participação de certo numero de professores, detentores de doutorado, médicos e pesquisadores universitários em ciências médicas e disciplinas relacionadas com a saúde. Sua participação é totalmente voluntária e privada.

As manifestações da SWEDHR representam apenas seus membros, não todos os doutores suecos ou qualquer outra instituição profissional ou acadêmica com a qual a SWEDHR esteja associada. A organização segue a doutrina das Nacções Unidas sobre os Direitos Humanos e normatização ética em acordo com a Declaração Ética da Associação Médica Mundial de Elsinque. Você pode encontrar os objetivos buscados pela organização e a base de sua fundação no Manifesto Da SWEDHR.

Agindo de forma diferente de outras organizações desse tipo na Suécia, a SWEDHR a) não administra fundos de qualquer tipo; b) não administra fundos nem pede subsídios governamentais, corporativos ou privados; c) não coleta doações de seus apoiadores; d) não faz campanhas financeiras ou econômicas relacionadas às questões associadas aos Direitos Humanos. Nós também acreditamos que a renúncia da já mencionada possibilidade de contribuições externas é uma ótima maneira de manter credibilidade e independência absoluta no que tenha a ver com divulgação de assuntos relacionados aos Direitos Humanos.



A SWEDHR receberá prazerosamente a contribuição altruísta de qualquer doutor interessado em compartilhar pesquisas relacionadas com as acima mencionadas. Formulários para a associação (membros plenos ou membros associados) estão à disposição em nossos estatutos. Para qualquer pergunta, comentários ou se você deseja contribuir com nossas publicações online, acesse: info@swedhr.org

Gordon Duff, Veterans Today – tradução de btpsilveira

Jornais picotaram e trocaram falas de Marcelo Odebrecht para prejudicar Lula


Cíntia Alves - Jornal GGN

É sintomático que, na era digital, quando informações são colocadas na rede à disposição de quem tiver interesse em conhecer os dois lados de uma mesma moeda, ainda haja espaço para manipulações. É o que ocorre na cobertura de uma parte da grande mídia em relação ao depoimento de Marcelo Odebrecht ao juiz Sergio Moro.

O canal do Estadão no Youtube foi um dos primeiros a divulgar os quatro vídeos, no final da manhã desta quarta (12). À tarde, as páginas principais dos jornalões estavam divididas da seguinte maneira: metade do espaço era usado para manchetes que acusavam Lula de receber milhões em propina, e a outra metade, para distribuir entre os citados na lista de Janot 2.0.

A chamada da Folha talvez seja uma das criações mais escandalosas. "Lula tinha R$ 40 mi em propina para sacar após o mandato, diz Odebrecht". Na matéria, frases de Marcelo foram picotadas e trocadas de ordem para parecer que Lula tomou um xeque-mate. Mais do que isso: Folha escondeu deliberadamente o trecho em que Marcelo Odebrecht diz que não tem nenhuma prova de que Lula, de fato, sabia ou pediu para usar os recursos do fundo que a Odebrecht criou e chamou de "saldo Amigo".


"A gente entendia que o Lula ainda ia ter influência no PT. O Lula nunca me pediu diretamente isso; eu combinava com o [ex-ministro Antonio] Palocci", afirmou Marcelo.

"Quando ele pedia isso, eu sabia que estava se referindo a Lula", declarou o empreiteiro.

Na íntegra, Marcelo disse:

"Veja bem, o Lula nunca me pediu diretamente. Essa informação eu combinei com [Antonio] Palocci. Obvio que, ao longo de alguns usos [do saldo controlado por Palocci], ficou claro que realmente era para o Lula, porque teve uns usos que ficou evidente isso para mim. Teve uns que o pedido era feito e saia via espécie, e o Palocci pediu para mim que isso fosse descontado do saldo 'Amigo'. Então, quando ele pedia para descontar do saldo 'Amigo', eu sabia que ele estava se referindo a Lula, mas não tinha como comprovar."

"A gente sabia que ia ter demandas de Lula, para questão de Instituto e outras coisas. Então a gente disse: 'vamos provisionar uma parte desse saldo, uns 35 milhões, e colocamos no saldo Amigo, que é Lula'. Então, [o saldo era] para uso que era de orientação de Lula, porque a gente entendia que Lula ainda ia ter influência na presidência e no PT."

O G1 tratou como se Lula tivesse recebido incontestavelmente R$ 40 milhões.

UMA OUTRA NARRATIVA

Mas tirar frases de contexto ou ignorar revelações que favorecem os acusados não foram os únicos expedientes adotados pela grande mídia no caso Odebrecht.

O exercício inverso, o de colocar cada peça ofertada pelo delator em seu devido lugar, permite uma visão mais ampla do tabuleiro.

Essa é a narrativa que não teve espaço nos jornais:

- Marcelo começou sua relação com Antonio Palocci em 2008, ocasião em que criou um fundo que foi "gerenciado" pelo ex-ministro, em sintonia com interesses do PT.

- Esse fundo só teve depósitos até 2010, depois disso, nunca mais. Mas Palocci teria gerenciado recursos para o PT até 2013.

- Ao explicar o significado de alguns valores lançados numa planilha apreendida pela Lava Jato, Marcelo revelou que de tudo que ele doou ao PT, via caixa 2 ou doação regular, apenas dois repasses tiveram uma contrapartida: um de R$ 50 milhões, que foi o primeiro a entrar no fundo, tinha relação com a aprovação do "Refis da crise"; outro, de R$ 64 milhões, dizia respeito a uma negociação do governo Lula com Angola para liberação de uma linha de crédito da ordem de R$ 1 bilhão. Marcelo afirmou que Lula teria concordado em liberar parte do crédito à Odebrecht em troca de uma contribuição de 40 milhões de dólares ao PT. Tudo, de novo, discutido apenas com Palocci. Como a Veja enquadrou esse a história:

- A partir dos 22 minutos do vídeo, Sergio Moro pula para o que interesse: valores ligados a um Programa B, que Marcelo disse se referir a Branislav Kontic, assessor de Palocci. Todos os recursos ali disponíveis (R$ 13 milhões) teriam sido sacados em dinheiro vivo, entre 2012 e 2013.

- No vídeo, fica claro que as listas de Moro e Marcelo eram diferentes. Só na do juiz, que é um documento que aparece no relatório da Polícia Federal, um valor foi adicionado logo abaixo de seis repasses do Programa B. Foram os R$ 4 milhões que foram doados ao Instituto Lula. A Lava Jato usa isso para insinuar que além dos R$ 4 milhões, Lula teria sido o destinatário dos R$ 13 milhões em dinheiro vivo.

- Brani nunca conversou sobre valores ou pagamentos. Só cuidava da agenda de Palocci.

- Sobre a compra do terreno do Instituto Lula, Marcelo diz que foi procurador por Paulo Okamotto ou José Carlos Bumlai (não se lembra direito), porque Roberto Teixeira e o pecuarista teriam acertado a compra de um terreno, de R$ 12 milhões, que serviria à construção do IL. Marcelo diz que eles pediram para a Odebrecht comprar como uma "doação" e, depois, desistiram. O terreno foi vendido e o valor foi depositado num fundo chamado "saldo Amigo". O valor do terreno saiu do caixa gerido por Palocci.

- Sobre a doação de R$ 4 milhões: Marcelo disse que a intenção da Odebrecht era doar uma bolada de uma vez só ao Instituto Lula, mas que os responsáveis não aceitaram. Os R$ 4 milhões teriam saído do "saldo Amigo", solicitados a Alexandrino Alencar.

- Sobre os R$ 40 milhões: Marcelo disse que quando Lula saiu da presidência da República, a Odebrecht entendeu por bem separar recursos - o "saldo Amigo" - para atender qualquer "demanda" que pudesse surgir relacionada a Lula, pois o petista, ainda que aposentado, com certeza manteria influência sobre o governo Dilma e o PT. A existência do "saldo Amigo" foi avisada a Palocci. Os R$ 13 milhões do Programa B sairam desse caixa a pedido de Palocci e, apenas por isso, Marcelo entendeu que era uma "demanda" de Lula. Mas "não tinha como provar isso".

- O depoimento de Monica Moura sobre pagamentos por campanhas do PT descontrói o de Marcelo. Ele diz que disse a Dilma Rousseff que sua campanha de 2014 seria "contaminada" por caixa 2 pago na Suíça ao marqueteiro João Santana. Mônica Moura diz que os valores citados pelo empresário não estão relacionados à campanha de 2014 e tampouco foram pagos em contas no exterior.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Archivos de la CIA demuestran que EE.UU. ayudó a Saddam Hussein a lanzar ataques químicos



EE.UU. estaba al corriente de que Saddam Hussein estuvo lanzando los más potentes ataques químicos en la historia, e incluso le ayudó en ello, escribe la revista 'Foreign Policy' remitiéndose a documentos de la CIA recién desclasificados.

El Gobierno de EE.UU. está considerando una acción militar contra Siria alegando ataque químico cerca de Damasco, pero hace unas décadas la CIA y militares estadounidenses no hicieron nada para detener el uso de gas nervioso contra Irán, informa la revista 'Foreign Policy'.

En 1988, durante los últimos días de la guerra de Irak contra Irán, EE.UU. supo gracias a imágenes de satélite que Irán estaba a punto de ganar una importante ventaja estratégica al abrir una brecha en la defensa iraquí.

Funcionarios de inteligencia estadounidenses transmitieron la posición de las tropas iraníes a Irak, conscientes de que el Ejército de Saddam Hussein iba a atacar con armas químicas, incluyendo el gas sarín, un agente letal nervioso.

Los datos entregados al mando militar de Saddam Hussein incluían imágenes y planos de movimientos de las tropas iraníes, así como la ubicación de las instalaciones logísticas de la República Islámica y planes detallados del emplazamiento de sus tropas antiaéreas.

Usando estos datos, las tropas iraquíes utilizaron gas mostaza y sarín antes de lanzar cuatro importantes ofensivas a principios de 1988. Las ofensivas de las tropas de Saddam ayudaron a cambiar el curso de la guerra a favor de Irak y llevar a Irán a la mesa de negociaciones.

Durante varios años los funcionarios estadounidenses han negado su conocimiento de los planes de ataques químicos iraquíes, insistiendo en que el Gobierno de Hussein nunca anunció que iba a utilizar estas armas. Pero el coronel retirado de la Fuerza Aérea de EE.UU. Rick Francona, exagregado militar en Bagdad durante aquellos años, da una visión diferente.

"Los iraquíes nunca nos dijeron que tenían planes de usar gas nervioso. No necesitábamos que nos lo dijeran: ya lo sabíamos", dijo el coronel citado por 'Foreign Policy'.

Según los archivos de la CIA y entrevistas a oficiales de inteligencia militar como Francona, EE.UU. tenía pruebas consistentes de ataques químicos iraquíes a partir de 1983. Fue en ese mismo período que Irán denunció públicamente los ataques químicos contra sus tropas y recogía datos para presentarlos a las Naciones Unidas.

Pero faltaban pruebas, y los informes secretos mandados a funcionarios de inteligencia de más alto rango en el Gobierno de EE.UU. contenían muchas. La CIA no quiso intervenir en el caso.

Intereses geopolíticos disfrazados de derechos humanos

El periodista internacional Alberto Rabilotta considera que las mentiras de EE.UU. forman parte de su política exterior y van dirigidas a provocar más guerras.

"La mentira, el encubrimiento, las falsedades y la desinformación forman parte de la política de EE.UU. Lo que está detrás de todos estos intereses de los países occidentales en Siria tiene que ver con los gasoductos que podrían llevar el gas de Irán hacia Europa, tiene que ver con las realidades políticas y económicas, con los recursos naturales y con el control geopolítico en la región. No hay nada de derechos humanos”, dijo.

Actualidad RT